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2014 
 
 
 
 
 
Metodologia dos Trabalhos 
Acadêmicos e Científicos 
 
 
Este manual visa esclarecer aos alunos do Inex, o modelo estruturante do artigo 
adotado pela Instituição. Dentro das normas estabelecidas pela ABNT. 
 
INEX – Instituto Nacional de Educação e Extensão 
 1 
COORDENADOR DO INEX 
PROF. THIAGO DA SILVA ALVES 
ELABORAÇÃO 
MSc. Maria Augusta Lima das Neves 
MSc. Roseane Rodrigues Siqueira 
MSc. Tatiana Cristina Vasconcelos Maia 
Inex – Instituto Nacional de Educação e Extensão | 
2 
 
 
 
3 
SUMÁRIO 
 
APRESENTAÇÃO................................................................................................. 05 
UNIDADE 1 – METODOLOGIA ACADÊMICA...................................................... 07 
 
1.1 APRESENTAÇÃO GRÁFICA DOS TRABALHOS-ABNT – NBR-14724 ....... 
 
1.2 ELEMENTOS PRÉ-TEXTUAIS........................................................................ 
 
1.3 ELEMENTOS TEXTUAIS................................................................................ 
 
1.4 ELEMENTOS PÓS-TEXTUAIS........................................................................ 
 
UNIDADE 2 – ELEMENTOS DE APÓIO – NBR 14724........................................ 16 
 
2.1 MODELOS DE REFERENCIAS....................................................................... 
 
2.2 AUTOR DATA E AUTOR SISTEMA NUMÉRICO............................................ 
 
2.3 PROCESSO DE CITAÇÃO – ABNT-NBR-10520............................................ 
 
2.3.1 CITAÇÃO DIRETA E INDIRETA................................................................... 
 
2.3.2 CITAÇÃO DE CITAÇÃO............................................................................... 
 
UNIDADE 3 – COMUNICAÇÃO CIENTÍFICA....................................................... 26 
 
3.1 FICHAMENTO................................................................................................. 
 
3.2 RESUMO......................................................................................................... 
 
3.3 RESENHA........................................................................................................ 
 
3.4 RELATÓRIO.................................................................................................... 
 
3.5 MEMORIAL...................................................................................................... 
 
3.6 SEMINÁRIO..................................................................................................... 
 
3.7 PAPER............................................................................................................. 
 
3.8 ARTIGO........................................................................................................... 
 
3.9 PORTIFÓLIO................................................................................................... 
Inex – Instituto Nacional de Educação e Extensão | 
 
3 
 
 
 
UNIDADE 4 – MEDOTOLOGIA DA PESQUISA................................................... 49 
 
4.1 PROJETO DE AÇÃO SÓCIO-EDUCATIVA..................................................... 
 
4.3 TIPOS DE PESQUISA E SEUS PROCEDIMENTOS...................................... 
 
4.4 PROJETO DE PESQUISA............................................................................... 
REFERÊNCIAS...................................................................................................... 59 
APÊNDICES.......................................................................................................... 61 
Inex – Instituto Nacional de Educação e Extensão | 
 
4 
 
APRESENTAÇÃO 
 
 
 
 
Prezado aluno! 
 
 
 
A normalização de documentos técnico-científicos é fundamental para que seja alcançada 
a excelência no meio acadêmico. 
Instituto Nacional de Educação e Extensão- INEX, na busca de uma padronização para os 
trabalhos acadêmicos, elaboraram este Guia Acadêmico, que estabelece recomendações 
para a apresentação dos acadêmicos: Paper, Artigos, Resenha, Resumo e todo e 
qualquer trabalho acadêmico. 
De acordo com as regras institucionais, em algumas situações, podem ser apresentados, 
na Pós-Graduação. 
A padronização aqui recomendada tem como base as normas para documentação 
elaboradas pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). Nos casos omissos, 
não relatados pela ABNT, recorreu-se a outras normas consagradas pelo uso e 
registradas na literatura sobre o assunto. 
Procurou-se proporcionar explicações adicionais, para uma melhor compreensão e uso 
correto das NBR 14724/2005, Informação e documentação – trabalhos acadêmicos – 
apresentação; NBR 6023/2002, Informação e documentação – referências – elaboração e 
NBR 10520/2002, Informação e documentação – citações em documentos – 
apresentação. 
Portanto, as diretrizes aqui apresentadas visam orientar o processo de elaboração de 
trabalhos acadêmicos. 
 
 
 
 
Bons Estudos ! 
Inex – Instituto Nacional de Educação e Extensão | 
 
5 
 
 
 
 
 
O trabalho acadêmico está estruturado em elementos pré-textuais, elementos textuais e 
elementos pós-textuais. Alguns destes elementos são obrigatórios e outros opcionais. 
 
 
ESTRUTURA ELEMENTO CARACTERÍSTICA 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
PRÉ-TEXTUAL 
Capa 
Folha de Rosto 
Folha de Aprovação 
Dedicatória 
Agradecimento 
Epígrafe 
Resumo da Língua 
Vernácula 
Resumo em Líng. 
Estrangeira 
Listas de Ilustrações 
Opcionais 
Listas de Tabelas Opcionais 
Lista de Abrev. e Siglas 
Listas de símbolos 
Sumário 
Obrigatório 
Obrigatório 
Obrigatório 
Opcional 
Opcional 
Opcional 
Obrigatório 
Obrigatório 
Opcional 
Opcional 
Opcional 
Opcional 
Obrigatório 
TEXTUAL Introdução 
Desenvolvimento 
Conclusão 
PÓS TEXTUAL Referências 
Obras consultadas 
Glossário 
Apêndice 
Anexo 
 
 
 
 
Obrigatório 
Opcional 
Opcional 
Opcional 
Opcional 
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6 
 
 
 
UNIDADE 1 – METODOLOGIA ACADÊMICA - APRESENTAÇÃO GRÁFICA DOS 
TRABALHOS ACADÊMICOS E CIENTÍFICOS - CONFORME ABNT - NBR-14724 
 
1.1 FORMATO 
 
Os textos devem ser digitados em papel branco, formato A4 (21 cm x 29,7) no 
anverso das folhas, exceto a folha de rosto, quando houver a ficha catalográfica, deve ser 
impresso em cor preta, podendo utilizar outras cores somente para as ilustrações. Para 
digitação a fonte deve ser 12, para todo texto, exceto para as citações com mais de três 
linhas, notas de rodapé, paginação e legendas das ilustrações, tabelas, que devem ser 
digitadas em fonte 10. 
 
1.1.2 ESPACEJAMENTO 
 
O texto dever ser digitado com espacejamento de 1,5 (deliberação da 
Instituição), excetuando as citações com mais de três linhas, nota de rodapé, legendas 
das ilustrações e das tabelas, referências, fichas catalográfica quando houver, (devem ser 
digitados em espaço simples). As referências, ao final do trabalho, devem ser separadas 
entre si por dois espaços simples. 
 
1.1.3 PAGINAÇÃO 
 
Todas as folhas do trabalho, a partir da folha rosto, são contadas 
sequencialmente, porém a numeração é registrada a partir da primeira folha da parte 
textual, em algarismo arábico, no canto superior direito da folha, a 2 cm da borda superior. 
 
1.1.4 ENTRADA DE PARÁGRAFO 
 
Esta deve ser recuada a 2 cm da margem esquerda. 
 
1.1.5 INDICATIVOS DA LINGUAGEM ADEQUADA PARA ESCRITA DE TEXTOS 
 
A escrita adequada do texto deve ser na 3ª pessoa do singular, voz ativa. 
 
1.1.6 NUMERAÇÃO PROGRESSIVA DOS TÍTULOS 
 
Esta está assim designada: seção primária, secundária, terciária, quaternária 
e quinaria. Para evidenciar a sistematização do conteúdo do trabalho, deve-se adotar a 
numeração progressivapara as seções do texto. Os títulos das seções primárias, por 
serem as principais divisões de um texto, devem iniciar em folhas distintas. Destacam-se 
gradativamente os títulos das seções, utilizando-se dos recursos de negrito, caixa alta ou 
versal, conforme ABNT NBR-6024, no sumário e de forma idêntica no texto. 
Inex – Instituto Nacional de Educação e Extensão | 
 
7 
 
 
 
1.1.6.1 emplo: 
 
1 INTRODUÇÃO – Seção primária (Tudo maiúsculo e negritado) 
 
2 REVISÃO DA LITERATURA – Seção primária (Idem) 
 
2.1 HISTÓRICO DA EDUCAÇÃO – Seção secundária (Tudo maiúsculo sem 
negrito) Exemplos: 
 
2.2 RINCIPAIS CONCEITOS 
 
2.2.1 Ciência hoje – Seção terciária – digitada em negrito apenas com a inicial da 
Frase maiúscula 
 
2.2.2 Níveis de Conhecimento – Seção quaternária – digitada em negrito com as 
iniciais de cada palavra em maiúscula. 
 
2.2.2.1Conhecimento Empírico – Seção quinaria – digitada sem negrito com as 
iniciais de cada palavra em maiúscula 
 
2.2.2.2 Conhecimento Religioso – Seção quinaria 
 
OBS: A numeração de todos esses itens se inicia na margem esquerda da folha, 
sem nenhum recuo. 
 
1. 2 ELEMENTOS PRÉ-TEXTUAIS 
 
1. 2.1 MODELOS DE CAPAS 
 
1. 2.1.1 Capa 
 
Modelo capa dura nas cores azul e preta Deve acompanhar o formato da fonte 
do trabalho digitado. Deve conter o nome da Instituição, nome dos autores, título e 
subtítulo, local e ano, digitado em espaço simples. Para título fonte 16 e as demais 
escritas deve ser em fonte l4, impressa em dourado. Deve seguir a formatação de: 3 cm 
para as margens esquerdas e superiores e 2 cm para as margens direitas e inferiores. Ver 
Figura 1. 
 
1. 2.1.2 Folha de rosto 
 
Segue as mesmas orientações da capa, com uma ressalva, a escrita do texto 
em que se faz a apresentação o trabalho deve ser digitado em fonte 12, em negrito, a 
partir do meio da mancha do papel para direita em espaço simples. Ver Figura 2. 
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8 
 
 
 
1.2.1.3 Ficha catalográfica 
 
Deve ser feito no verso da folha de rosto (caso o trabalho exija). 
 
1.2.1.4 Errata 
 
Utiliza-se este procedimento quando o trabalho já estiver concluído e for 
detectado algum tipo de erro no mesmo, deve ser feito uma lista contentos os erros com 
as devidas correções, indicando-se as folhas e as linhas em que aparecem os referidos 
erros. Deverá ser impresso em papel avulso ou encartado. Inserir obrigatoriamente após a 
folha de rosto em todas as cópias. Ver figura 3. 
 
1.2.1.5 Folha de aprovação 
 
É um elemento obrigatório, deve constar logo após a folha de rosto, seguir o 
modelo que consta na Figura 4. Este modelo é para apresentação de trabalhos 
acadêmicos e inclusive o TCC, Monografias e teses seguem outro padrão. A data da 
avaliação deve ser colocada, tão seja realizada a mesma e acompanhada da data. 
 
1. 2.1.6 Dedicatória 
 
Elemento opcional, nas quais o autor pode prestar homenagens ou dedicar 
seu trabalho a quem considerar necessário. Esta folha não recebe título. Ver figura 5. 
 
1. 2.1.7 Agradecimentos 
 
Aqui o autor deve fazer suas manifestações de agradecimentos a pessoas 
e/ou instituições que tenham colaborado diretamente para com a produção do trabalho. O 
título deve estar centralizado, sem indicativo numérico. A digitada deve feita a partir do 
meio da marcha para a direita, em fonte 12 e justificado. Ver Figura 6. 
 
1. 2.1.8 Epígrafe 
 
Elemento opcional. Aqui o autor dever apresentar uma citação, seguida de 
indicação de autoria. Deve estar relacionada com o assunto tratado no estudo. O texto 
deve ser escrito a partir do meio da mancha do papel para direita em fonte 12 e espaço 
simples, justificado e sem título. Ver Figura 7. 
 
1. 2.1.9 Resumo língua vernácula 
 
Este tem como objetivo principal evidenciar os pontos relevantes de um texto. 
Apresentar o objetivo do estudo, problema, método utilizado para realização do mesmo, 
os principais resultados e uma breve conclusão dos TCC”s, monografias, dissertações ou 
Inex – Instituto Nacional de Educação e Extensão | 
 
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teses. O título deverá estar centralizado sem indicativo numérico. O texto deve ser 
digitado em fonte 12, espacejamento simples (deliberação da Instituição), ocupando a 
terceira pessoa do singular e verbo na voz ativa. Sem parágrafos e deve ter entre 250 a 
500 palavras, distribuídas em aproximadamente em 400 caracteres, constituindo cerca de 
20 linha. Não deve conter figuras, gráficos, tabelas e referências. 
 
Palavras-chave – Elemento necessário no resumo. Deve vir logo abaixo do 
texto, separadas entre si por ponto como também finalizada pelo ponto e deve conter no 
máximo em número de cinco palavras. Ver figura 8 (ABNT-BNR- 6028). 
 
2.1.10 Listas 
 
Estas correspondem a um rol de elementos ilustrativos e explicativos que 
fazem parte do corpo do texto. Podem ser incluídas seguintes listas: tabelas, Figuras, 
Gráficos, Mapas, fotografias, fórmulas. Estas não constituem elementos obrigatórios no 
trabalho, caso seja solicitado deve seguir as regras. Ver figura. 9 
 
2.1.11 Sumário 
 
De acordo com a ABNT-NBR-6027 é a enumeração das principais divisões 
constantes do documento. Deve ser digitado em fonte 12, e espaço em simples, e seguir 
a mesma seqüência em que aparecem no texto, deve constar para cada seção a 
numeração da cada parte. A palavra sumário dever vir centralizada sem numeração. Os 
elementos pré-textuais não devem constar no sumário. Ver figura 10. 
Inex – Instituto Nacional de Educação e Extensão | 
 
10 
 
 
 
2.1.13 Exemplos dos modelos das capas 
 
 
 
NOME DA INSTITUIÇÃO 
NOME DO (A) ALUNO (A) OU EQUIPE 
(CENTRALIZADOS, EM ORDEM 
ALFABÉTICA E EM CAIXA ALTA) 
 
TÍTULO DO TRABALHO 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Cidade 
Ano 
NOME DA INSTITUIÇÃO 
NOME DO (A) ALUNO (A) OU EQUIPE 
 
 
 
 
 
 
TÍTULO DO TRABALHO 
 
Pré-Projeto apresentado 
ao curso de Gestão 
Educacional e Projeto 
do Inex para obtenção 
do grau de Especialista 
em Gestão Escolar, 
 
 
 
 
 
 
Figura 1- Modelo de capa Figura 2- Modelo de folha de rosto 
Inex – Instituto Nacional de Educação e Extensão | 
 
11 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
1.3 ELEMENTOS TEXTUAIS 
 
1.3.1 TEXTO 
 
12 RESUMO 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Principalmente nós cidadãos 
Latinos Americanos, devemos 
aproveitar este momento 
histórico para dar um salto 
qualitativo necessário para 
reduzir o fosso existente entre 
esse quarteirão do mundo e o 
resto das nações 
desenvolvidas. 
 
“Osmar Garcia Neto” 
O resumo de um trabalho científico deve 
conter os pontos principais do estudo, sendo 
este claro e preciso, onde o leitor perceba ao 
ler, o objetivo, o método, os resultados e 
conclusões do referido estudo. Os trabalhos 
acadêmicos devem conter de 250 a 500 
palavras, deve ser digitado em espaço 
simples deve-se usar o verbo na voz ativa e 
na terceira pessoa do singular, não se deve 
utilizar parágrafos. 
 
 
 
Palavras –chave: 
 
 
 
 
Figura 7 – Modelo para folha de epigráfe Figura 8 – Modelo para folha de resumo 
 
 
 
 
 
 
 
LISTA DE TABELAS 
 
 
 
 
 
 
 
Tabela 1 - Tabela do Perfil dos sujeitos 30 
Tabela 2 - Tabela de faixa etária 42 
Tabela 3 - Tabela do senso IBGE/2004 60 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Figura 9 – Listas de Tabelas, Figuras, 
Gráficos e Mapas 
INTRODUÇÃO 07 
1.1 O PROBLEMA DA PESQUISA 20 
1.2 OBJETIVOS 22 
1.3 DELIMITAÇÃO DO ESTUDO 25 
1.4 ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO 28 
 
2 O BRASIL E PROCESSO DE 
EDUCAÇÃO 
30 
2.1 CONTEXTUALIZAÇÃO HISTÓRICA 
 
3 MÉTODOS E PROCEDIMENTOS40 
 
 
 
 
 
 
Figura 10 – Sumário 
Inex – Instituto Nacional de Educação e Extensão | 
 
12 
 
 
 
Aqui consta a parte do trabalho onde é exposta a matéria. Deve conter 
três partes principais do mesmo: introdução desenvolvimento e conclusão. Os 
títulos e subtítulos das seções que compõem o corpo do trabalho, devem ser 
alinhados a margem esquerda, acompanhados de seus indicativos numéricos 
grafados em algarismo arábicos e separados entre si por um espaço de 
caracteres. Todas as seções primárias devem ser iniciadas em folhas novas. 
Observar o item 1.6.1 deste documento. 
 
1.3.2 INTRODUÇÃO 
 
Parte inicial do texto na qual devem ser relatados os assuntos tratados no 
estudo, as justificativas, os objetivos e razões que levaram a escrever sobre o 
mesmo, a relevância e outros elementos importantes previsto no projeto pesquisa, 
para situar o tema. Apresentar uma descrição geral e resumida do trabalho, 
(constar todos os elementos importantes do projeto de pesquisa). O pesquisador 
oferece ao leitor uma síntese dos conceitos da literatura, bem como expressa sua 
própria opinião a respeito do assunto abordado. Pontua como o trabalho está 
constituído do início ao fim. 
 
1.3.3 DESENVOLVIMENTO 
 
Parte principal do texto que deve conter a exposição ordenada e 
pormenorizada do que versa o assunto. Devem ser divididas em seções e 
subseções. Para trabalhos que apresentam pesquisa em laboratório ou estudo de 
campo. O desenvolvimento das monografias, dissertações e teses, devem 
apresentar a seguinte ordem: Revisão da literatura, proposição, método e 
materiais, resultados e discussão. 
 
1.3.3.1 Revisão da Literatura 
 
É a etapa onde se dá o aprofundamento teórico resultante da pesquisa 
bibliográfica referente ao tema selecionado pelo pesquisador. É parte importante 
do estudo, onde serão expostos de maneira ordenada através de subitens, os 
assuntos abordados. Deve conter: contextualização histórica; abordagem teórico- 
metodológica estabelecendo um diálogo entre as ideias dos autores consultados. 
Inex – Instituto Nacional de Educação e Extensão | 
 
13 
 
 
 
1.3.2 PROPOSIÇÃO 
 
Caso o trabalho exija, o pesquisador deve expressar com coerência a 
relação entre o tema, a literatura abordada o material e o método. (Em trabalhos 
de graduação esta exigência não é necessária. 
 
1.3.3 MÉTODO E MATERIAIS 
 
Este espaço destina-se a expor os meios pelos quais o pesquisador se 
valeu para execução do trabalho. Sugere-se que para escrita desse item o autor 
fazê-la em subseções como: método e o tipo de estudo adotado, os sujeitos 
arrolados no referido estudo, os instrumentos utilizados para a coleta de dados, 
bem como os procedimentos utilizados para análise dos dados. 
 
1.3.4 ULTADOS E DISCUSSÃO 
 
Nesta seção o pesquisador deve expor os resultados alcançados, 
podendo apresentá-los em forma gráficos, tabelas e outros. Aqui o autor tem 
liberdade para fazer suas interpretações, deduções a respeito do assunto estudo, 
bem como compor esta discussão com os autores estudados na revisão da 
literatura. 
 
1.3.5 CLUSÃO OU CONCLUSÕES 
 
Parte final do texto deve expressar com lógicas os fatos definitivamente 
demonstrados ou claramente deduzidos ao longo do estudo. Apontar se o 
problema foi esclarecido, ou seja, responder a proposição, considerar ainda a 
importância do estudo e suas contribuições e sugerir encaminhamento a outros 
estudos. 
 
1.4 ELEMENTOS PÓS-TEXTUAIS – ABNT-NBR-6023 
 
Estes elementos completam o trabalho. 
 
1.4.1 REFERÊNCIA 
 
É a relação dos livros, autores, periódicos e outros, utilizados na 
pesquisa. Deve ser justificada apenas a margem esquerda. O espaçamento das 
entre linhas é simples e de um autor para outro é um e meio (1,5). Deve ser 
Inex – Instituto Nacional de Educação e Extensão | 
 
14 
 
 
 
apresentada em ordem alfabética por autor (sistema autor-data). Em hipótese 
nenhuma deve conter nesta lista autores que não foram utilizados no corpo do 
texto e vice-versa. O título é centralizado sem indicativo numérico. 
 
1.4.2 APÊNDICES 
 
Esta seção este é um elemento opcional, serve para o autor apresentar 
texto ou documento elaborado pelo mesmo, como formulários dos instrumentos de 
coleta de dados da pesquisa, como também as tabelas de codificação dos 
resultados. Exemplo. 
 
APÊNDICE A – Avaliação das categorias de respostas dos educadores 
APÊNDICE B – Avaliação das categorias de respostas dos alunos 
1.4.3 ANEXOS 
 
Consiste em um texto ou documento não elaborado pelo autor, mais 
serviu de fundamentação, comprovação ou ilustração na composição do trabalho. 
Exemplo: 
 
Anexo A – Indicadores do senso populacional da cidade de Belém 
2006-2007; 
 
Anexo B – Legislação sobre direito autorais. 
Inex – Instituto Nacional de Educação e Extensão | 
 
15 
 
 
 
UNIDADE 2 – ELEMENTOS DE APÓIO – ABNT - NBR 14724 
 
2.1 MODELOS DE REFEÊNCIAS 
 
2.1.1 Livros no todo e capítulos 
 
OBRAS COM ATÉ 3 AUTORES (Mencionam-se todos, na ordem em que aprecem 
na publicação, separados por ponto e vírgula, seguido de espaço. Título do 
capítulo. Local de Publicação, seguindo de dois pontos. Editora e ano). 
Observação está escrita é justificada apenas para a esquerda. 
 
Exemplo: 
 
GOMES, Ana; SILVA, Léo. A Ciência. Rio de Janeiro: Vozes, 1998. 
LIVROS COM MAIS DE 3 AUTORES: (Menciona-se o primeiro seguido da 
expressão et.al [et.alli=eoutros]). 
 
Exemplo: 
 
LAVILLE, Christian et al. A construção do saber: manual de metodologia da 
pesquisa em ciências humanas. Porta Alegre: Artes Médicas Sul Ltda. BH. UFMG, 
1999. 
 
LIVRO COM ORGANIZADOR: (Se o responsável principal pela obra não for o 
auto da mesma, mas sim coordenador tradutor [... ] coloca-se ao lado do prenome, 
(Coord.) (org.) (trad). 
 
Exemplo: 
 
MINAYO, Maria Cecília de Souza (org.). Pesquisa Social: Teoria, método e 
criatividade. Petrópolis-RJ: Vozes, 1994. 
 
CAPÍTULO DE LIVRO COM AUTOR PRÓPRIO: 
 
Exemplo: 
 
GOMES, Romeu. A análise de dados em pesquisa qualitativa. In. MINAYO, Mª 
Cecília de Souza. (org.) Pesquisa Social: Teoria, método e criatividade. 
Petrópolis-RJ: vozes, 1994. 
 
 
 
MARTINS, Joel. A pesquisa qualitativa. In. FAZENDA. Ivani. (org.) Metodologia 
da pesquisa educacional. 7. São Paulo: Cortez, 2001. (Biblioteca da Educação, 
Série I, Escola: v: 11). 
 
 
 
2.1.2 Trabalhos acadêmicos; monografias, dissertações e tese 
Inex – Instituto Nacional de Educação e Extensão | 
 
16 
 
 
 
 
 
TEIXEIRA, Rosimar Miranda. Psicogênese da escrita e da leitura: caminhos 
percorridos pelas crianças na descoberta do letramento. 2002. 63 f. 
(Monografia apresentada ao Curso de Pós-graduação em Psicopedagogia 
Institucional da UNAMA, para obtenção do grau de Psicopedagoga). 
 
 
 Educação Sistematizada: práticas e saberes 
aplicados ao desenvolvimento dos povos indígenas Parakanã da região do 
Xingu oeste do Pará. 2007. 158 f. (Dissertação de Mestrado apresentada ao 
Curso de Pós-graduação estrito Sensu em Gestão e Desenvolvimento Regional - 
Taubaté: SP. UNITAU). 
 
 
 
2.1.3 Publicações e periódicos 
 
2.1.4 Congressos, conferências, simpósios, workshops, jornadas e outros. 
 
2.1.5 Material especiais (discos, cd’s, dvd’s, fitas, filmes etc...) 
 
PAU no Gato! Por que? Rio de Janeiro: Sony Music Boock Case Multimídia 
Educacional, (1990). 1 CD-ROM. Windows3.1. 
 
 
 
O PONTO DE MUTAÇÃO. Rio de janeiro: Manchete Vídeo, 1987. 1 Videocassete 
(120 min.): VHS, SON., COLOR. 
 
 
 
2.1.6 documentos em meios eletrônicos 
 
 
 
2.1.6.1 Documentos Consultados na Internet 
 
 
 
WALBER, Paulo. A imprensa Fala (on line). Jan.1995.Disponível:<http:// 
www.cas.ufs. Edu/ english>. (capturado em 4 set. 1997). 
 
 
VASCONCELOS, J.L. M. Influência da nutrição sobre performance 
reprodutiva em gado leiteiro. Piracicaba: Agropoint, 2001. Disponível em: 
http://www.milkpoint.com.br. 
 
 
2.1.6.2 Textos Recebidos por E-mail 
Inex – Instituto Nacional de Educação e Extensão | 
 
17 
 
 
 
(SOBRENOME, prenomes do autor. Assunto da mensagem. [mensagem 
pessoal]. Mensagem recebida por <e-mail do destinatário> data do recebimento, 
dia, mês e ano. 
 
 
 
Exemplo: 
 
 
 
ACCIOLY, F. Publicação eletrônica [mensagem pessoal]. Mensagem recebida 
por mtmendes@uol.combr em 26 jan. 2002 
 
 
MUNIZ, Solange J. Cliente satisfeito. [mensagem pessoal]. Mensagem recebida 
por MSN_NewslettersBB@hotmail.com em 20 de fev. 2006. 
 
 
2.1.7 PUBLICAÇÃO PERÍODICA 
 
 
 
2.1.7.1 Revista no todo 
Exemplo: 
CAMINHOS DA TERRA. São Paulo: Peixes, 2006. Mensal. ISSN 0104-1541. 
 
 
 
2.1.7.2 Artigo de revista 
Exemplo 
PELLEGRINE, Denise. Portas abertas para a paz. Revista Nova Escola. São 
Paulo: Ed. Abril, n.152, p.16. Maio, 2002. 
 
 
 
LOPES, Mauricio. Um modelo hídrico. Revista T&D. Desenvolvendo pessoas, 
São Paulo: v.11, n. 124, p.40-41, abr. 2003. 
 
 
 
2.1.7.3 Artigo de jornal 
Exemplo: 
 
 
FERNANDA, Mena. Deus, não mora aqui. Folha de São Paulo, São Paulo, 26 de 
agosto, 2002.Caderno Folhateen. 
Inex – Instituto Nacional de Educação e Extensão | 
 
18 
 
 
 
ALVES, Joeldson. Nepotismo chega ao fim no judiciário. O liberal, Belém, 17 fev. 
2006. ( Painel, p.1). 
 
 
 
2.1. 8 DOCUMENTOS JURÍDICO 
 
2.1.8.1 Referências legislativas 
Constituição 
Exemplo: 
 
BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil (1988) : promulgada 
em 5 de outubro de 1988. Organização do texto: Juarez de Oliveira. 4. São Paulo: 
Saraiva, 1990. 168 p. (Série Legislação Brasileira). 
 
 
 
LVES, Alexandre de. Constituição do Brasil interpretada. 5.. Ed. São Paulo: 
Atlas, 2005. 
 
 
 
2.1.8.2 Legislação 
 
 
 
BRASIL. Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e 
bases da educação nacional. LEX: Coletânea de legislação e jurisprudência, São 
Paulo: v. 60, p.3719-3739, dez. 1996. 
 
 
 
BRASIL. Decreto nº 1205, de 1º de março de 1994. Aprova a estrutura regimental 
do Ministério do Meio Ambiente e dá outras providências. Diário Oficial [da] 
República Federativa do Brasil, Brasília, DF, v.132, n. 146, p. 1232, 2 ago. 1994. 
Seção 1, pt. 1 
 
 
 
2.1.8.3 Medida provisória 
 
BRASIL, medida provisória nº 1.569-9, de 11 de dezembro de 1997, estabelece 
multa em operações de importação, e dá providências. Diário Oficial [da] 
República Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 14 de dez. de 
1997. Seção 1. p. 29514. 
 
2.1.11 AUTOR ENTIDADE 
 
No caso de autor entidade, pode-se apresentá-lo: Tem entrada de 
modo geral, pelo seu próprio nome, por extenso. 
 
Exemplo: 
Inex – Instituto Nacional de Educação e Extensão | 
 
19 
 
 
 
ASSOCIAÇÃAO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 100520: 
Informação e documentação: citações em documentos: apresentação. Rio de 
Janeiro: 2002. 
 
 
 
Quando a entidade tem uma denominação, seu nome é precedido pelo 
nome do órgão superior, ou pelo nome da jurisdição geográfica à qual pertence. 
 
Exemplo: 
 
SÃO PAULO (Estado). Secretaria do Meio Ambiente. Diretrizes para a política 
ambiental do estado de São Paulo. São Paulo: 1193. 
 
 
 
Quando a entidade, é vinculada a um órgão maior, tem uma 
denominação específica que a identifica, a entrada é feita diretamente pelo seu 
nome. Em caso de duplicidade de nomes, deve-se acrescentar no final a unidade 
geográfica que identifica a jurisdição, entre parênteses. 
 
Exemplo: 
 
BIBLIOTECA NACIONAL (Brasília). Relatório da Diretoria-Geral: 1994. Rio de 
Janeiro, 1985. 40 p. 
 
 
 
2.5 CITAÇÕES 
 
Citação é mencionar uma informação extraída de outra fonte (livros, 
revistas, CDR-ROM, fitas, documentos da internet). As citações apresentam três 
características diretas, indiretas e citação de citação. 
 
2.5.1 CITAÇÃO DIRETA 
 
Transcrição literal de parte de um texto, esta pode ser com até três ou 
mais três linhas. 
 
2.5.1.1 Regra geral de apresentação: 
 
Na citação direta, as chamadas pelo sobrenome do autor, instituição ou 
título devem ser em letras minúsculas quando incluídas na sentença e em letras 
Inex – Instituto Nacional de Educação e Extensão | 
 
20 
 
 
 
maiúsculas quando estiverem entre parêntese. Especificar no texto o ano de 
publicação da obra e paginas 
 
2.5.1.2 Citação com menos até três linhas 
 
Devem ser apresentadas entre aspas duplas e incluídas na setença. 
 
Exemplo: 
 
“Precisamos estimular a formação continuada nas escolas para manter 
acesa a chama do conhecimento entre os professores” (GOMES, 2000, p.12); 
 
Segundo Perrenoud (200, p. 149) “as competências de gestão de classe 
são entendidas ordinariamente em termos de organização do tempo, do espaço e 
das atividades” 
 
Minayo (1994, p.10) afirma que “o campo científico, apesar de sua 
normalidade, é permeado por conflitos e contradições”. 
 
2.5.1.3 Citação direta com mais de três linhas 
 
Devem ser destacadas com recuo de 4 cm da margem esquerda, 
digitada em fonte 10, espacejamento simples e sem aspas, negrito e 
espacejamento entre um texto e outro é duplo. Quando a chamada do autor for 
feita no início do texto, está escrita apresentar-se-á com ano e pagina dentro do 
parêntese, quando no final do texto todas as informações virão dentro do 
parêntese em maiúsculo. 
 
Exemplo: 
 
Minayo (1994, p.10) afirma que: 
 
 
 
Dentro de dimensões históricas imemoriais até os nossos dias, as 
religiões e filosofias têm sido poderosos instrumentos explicativos dos 
significados da existência individual e coletiva. A poesia e a arte 
continuam a desvendar lógicas profundas e insuspeitadas do 
inconsciente coletivo. 
 
A cooperação nem sempre implica projeto comum. Mesmo quando cada 
professor segue o caminho e “faz o que tem que fazer”, acontece ser do 
seu interesse incitar a fazer alianças, arranjos, colaborações pontuais, 
Inex – Instituto Nacional de Educação e Extensão | 
 
21 
 
 
 
sem, no entanto, fazer parte para duradouramente do mesmo grupo do 
mesmo grupo (PERREOUDE, 2000, p. 83) 
 
 
 
2.5.2 ITAÇÃO INDIRETA 
 
A citação indireta é um texto redigido com base nas idéias do autor. 
 
Exemplo: 
 
De acordo com Minayo (1994) a pesquisa qualitativa representa um 
leque muito mais amplo dentro do processo da construção científica, por se tratar 
de um universo significativo das particularidades das relações que permeiam a 
ação pesquisada, mas que não pode ser quantificada. 
 
 
 
2.5.3 ITAÇÃO DE CITAÇÃO 
 
Menção a um documento ao qual não se teve acesso direto, mas que 
se tomou conhecimento através da citação de outro autor. Neste caso a indicação 
é feita na seguinte ordem do texto. Esta deve ser utilizada o mínimo possível, pois 
pode ocorrer falsas interpretações e incorreções. 
 
 
 
Demo (1990 apud (TEIXEIRA 2001, p. 95) diz que: 
 
 
 
 
 
Autor ao qual citado por autor ao qual se teve acesso 
Não se teve 
Acesso 
Exemplo: 
Demo (1990 apud TEIXEIRA, 2001, p.95) quanto à pesquisa diz que: 
 
 
 
 
Pesquisa é sempre também dialogar, no sentido específico de produzir 
conhecimento do outro para si, e de si para o outro. Pesquisar passa a 
Inex – Instituto Nacional de Educação e Extensão | 
 
22 
 
 
 
ser ao mesmo tempo, método de comunicação [...] e conteúdo de 
comunicação. Quem não pesquisa apenas reproduz ou apenas escuta.Quem pesquisa é capaz de produzir instrumentos e procedimentos de 
comunicação. Quem não pesquisa assiste à comunicação dos outros. 
 
 
 
Pode-se fazer a citação usando apud no final da frase. 
 
Exemplo: 
 
[...] o viés organicista da burocracia estatal e o antiliberalismo cultural 
da política de 1937, foi preservado de modo encapuzado na Carta de 1946 
(VIANA, 1986, p.172 apud SEGATO, 1995, p. 214-15). 
 
Pode-se fazer a citação usando apud no meio da frase. (Escrito normalmente no texto, só 
recuar quando a referida citação for direta e ultrapassar mais de três linhas, bem como 
parafraseando). Referencia-se na bibliografia a obra do autor lido. 
 
Exemplo: 
 
No modelo serial GOUGH (1972 apud NARDI, 1993), o ato de ler 
envolve um processamento serial que começa com uma reflexão ocular sobre o 
texto, prosseguindo da esquerda para a direita de forma linear. 
 
 
 
2.5.4 NOTA DE RODAPÉ 
 
• São considerações que não foram incluídas no texto para não interromper 
sua seqüência lógica ou ainda para não sobrecarregá-lo. 
 
• As notas de rodapé podem ser de referência ou explicativas 
 
Referência como nota de rodapé1 – faz-se a menção numericamente no texto e 
a indicação bibliográfica no rodapé.. Esclarece-se que este modelo deve usado 
apenas nas referencias do sistema numérico. Exemplo. No final da pagina 
 
 
 
2.5.4.1 Notas de referências 
 
 
 
1 EVANS, (1987 apud SAGE, 1992, p.2-3) 
Inex – Instituto Nacional de Educação e Extensão | 
 
23 
 
 
 
• São notas que indicam fontes consultadas ou remetem a outras partes da 
obra onde o assunto foi abordado; 
 
• A numeração das notas de referência é feita por algarismo arábico, 
devendo ter numeração única e consecutiva para cada capítulo ou parte. A 
numeração NÃO inicia a cada página. 
 
• As referências completas, das obras no todo, devem constar em lista de 
referências bibliográficas o final do trabalho, em ordem alfabética, 
 
• A primeira citação de uma obra, em nota de rodapé, deve ter sua referência 
completa; 
 
• As citações subseqüentes da mesma obra podem ser referenciadas de 
forma abreviadas, utilizando as seguintes expressões, abreviadas quando 
for o caso: 
 
• “Idem” ou “id”. = mesmo autor - Usado para substituir o nome, quando se 
trata de citação de diferentes obras do mesmo autor; 
 
• “Ibdem” ou Ibid”. = na mesma – Usando quando se fizer várias citações 
de um mesmo documento, variando apenas a paginação; 
 
• “Opus citatum” ou “op. cit.” – na obra citada – Usando em seguida do 
nome do autor, referindo-se à obra citada anteriormente, quando a citação 
se encontra na mesma página do trabalho que está sendo escrito, caso 
haja intercalação de outras notas. 
 
OBS: As notas de referencias são indicadas apenas quando se utilização o 
sistema Alfa-numérico, não sendo indicado para o uso do autor data. 
 
2.5.4.2 Notas explicativas 
 
• Notas usadas para comentários, esclarecimentos ou explanações, que não 
possam ser incluídos no texto. 
 
• A numeração das notas explicativas é feita em algarismos arábicos, 
devendo ter numeração única e consecutiva para cada capítulo ou parte. A 
numeração NÃO se inicia a cada página. 
Inex – Instituto Nacional de Educação e Extensão | 
 
24 
 
 
 
Exemplo: 
 
[...] educação e conhecimento também são considerados pelos órgãos 
internacionais como uma oportunidade para o desenvolvimento humano 
sustentado. Órgãos como a CEPAL2 
 
OBS: As notas explicativas podem ser usadas nos dois sistemas: autor-data e sistema 
numérico. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
2 Comissão de Estudos e Planejamento para a América Latina, com sede em Santiago, Chile. 
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25 
 
 
 
UNIDADE 3 – COMUNICAÇÃO CIENTÍFICA – ABNT-NBR-6028 
 
3.1 FICHAMENTO 
 
Para fazer um fichamento, se faz necessário primeiramente que se faça à 
leitura minuciosa daquilo que se quer fichar, para depois, retirar os pontos que são 
considerados imprescindíveis para se escrever um novo texto. Antes, porém, de escrever 
o referido texto, deve-se ter compreendido as ideias gerais do autor lido. 
Preferencialmente estas anotações devem ser feitas por tópicos. Antes de se iniciar os 
procedimentos do referido fichamento, se pontuará no cabeçalho a referência completa de 
quem escreveu o texto original e/ou livro lido. 
 
 
 
3.2 RESUMO – BNR - 6028 
 
3.2.1 PARA TEXTOS 
 
Para se escrever um resumo traz-se apenas as idéias principais do autor lido. 
Escreve-se com as próprias palavras as idéias do autor lido (parafraseando) e também 
pode se fazer transcrições, ou seja, citações diretas, que é transcrever para o resumo 
trechos da escrita do autor exatamente como estão no texto lido, que sempre deverão 
ficar em destaque gráficos, entre aspas, Isto ocorrerá até três. Caso essa transcrição 
ultrapasse mais de três linhas, esta transcrição deverá ser feita com recuo de 4cm, em 
fonte 10. Deve constar no cabeçalho a referência completa do texto ou livro lido. 
 
A escrita deste texto deve ser feita na forma verbal impessoal, ou seja, na 3ª 
pessoa do singular, verbo na voz ativa. (Ex: Podendo usar verbos como: entende-se, 
percebe-se, compreende-se, verifica-se, observa-se etc...) Neste, caso o referido resumo 
não deve ser maior que o texto original. Neste caso a esta comunicação deve ser escrita 
como um texto normal, ou seja, seguir as regras estabelecidas para tal, como utilização 
de parágrafos, coesão e coerência das ideias etc. 
 
3.2.2 RESUMO PARA PRODUÇÕES CIENTÍFICAS 
 
Aqui o autor deve apresentar de forma concisa os pontos relevantes do 
trabalho. Deve ressaltar de maneira clara e sintética a natureza e o objetivo do trabalho, 
o método que foi utilizado, os resultados e as conclusões mais importantes, seu valor e 
originalidade. Deve ser digitado em espaço simples. Deve-se ser escrito na terceira 
pessoal do singular, verbo na voz ativa. (Exemplos: entende, percebe, compreende, 
Inex – Instituto Nacional de Educação e Extensão | 
 
26 
 
 
 
aborda-se, estuda etc... Não deve utilizar parágrafos. Recomenda-se que os resumos 
tenham as seguintes extensões: Para notas e comunicação – os resumos devem 
ter até 100 palavras; Para monografias e artigos – devem conter ater 250 
palavras e para Relatórios de dissertações e teses o resumo deve conter até 
500 palavras. 
 
Palavras – chave – Estas devem ser no máximo de sete palavras. 
 
3.2.2.1 Características do resumo 
 
3.2.2.1.1 Resumo Indicativo 
 
Indica apenas os pontos principais do texto, não apresentando dados 
qualitativos, etc... É perfeitamente adequado à literatura de prospectos (catálogos 
de editoras e livrarias). 
 
3.2.2.2 Resumo Informativo 
 
Informa suficientemente ao leitor, para que este possa decidir sobre a 
conveniência da leitura do texto inteiro. Expõe finalidades, metodologia, resultados 
e conclusões. 
 
OBS: resumo informativo/indicativos (usado para os trabalhos científicos). 
 
Combinações dos dois tipos acima citados 
 
3.3 RESENHA – NBR-6028 
 
3.3.1 CEITO 
 
É um tipo de resumo crítico mais abrangente, que permite comentários, 
opiniões e julgamento de valor, comparações do mesmo gênero (NBR-6028). 
 
3.3.2 ALIDADE 
 
De síntese, interpretação, crítica e pensamento científico. 
 
3.3.3 ASPECTOS BÁSICOS A SER CONSIDERADO NUMA RESENHA 
 
3.3.3.1 Análise temática – Faz uma verificação do que trata o texto 
 
• Sob que perspectiva o autor tratou a temática? 
 
• Qual o problema focalizado? 
Inex – Instituto Nacional de Educação e Extensão |27 
 
 
 
• Como o autor soluciona ou resolve o problema estudado? 
 
• Como o autor demonstra seu raciocínio? 
 
• Existem outros assuntos paralelos a idéia central que o autor apresenta? 
 
3.3.3.2 Análise crítica – Faz uma análise dos aspectos importantes abordados 
pele autor. 
 
• Qual a sua coerência interna? 
 
• Qual a originalidade das idéias pontuadas pelo autor? 
 
• O autor atingiu os objetivos propostos? 
 
• Existe profundidade na exposição das idéias pontuadas pelo autor? 
 
• A conclusão está apoiada em fatos relevantes? 
 
• Que questões o texto aborda? 
 
Assim como fichamento e resumo, na resenha deve-se informar 
inicialmente a referencia completa de quem escreveu o texto ou livro lido, logo 
após esta identificação deve constar o nome completo de quem está escrevendo o 
referido documento. Faça a resenha alternando o resumo das ideias centrais do 
autor, acrescidas das interpretações, análise, questionamento e posicionamento 
de quem doravante produz o texto. Ressalta-se que não é considerado errado 
fazer primeiramente todo o resumo e após este tecer os comentários e 
impressões. O primeiro modelo, no entanto, é mais aceito no meio acadêmico. 
 
3.4 RELATÓRIO 
 
O relatório deve apresentar um caráter descritivo-analítico, seguindo 
uma estrutura lógica partindo do esquema clássico INTRODUÇÃO, 
DESENVOLVIMENTO E CONCLUSÃO. Levar em consideração as regras 
estabelecidas pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), para a 
elaboração de trabalhos científicos que constam nos seguintes elementos: 
 
3.4.1 PARTE PRÉ-TEXTUAL - Seguir as orientações apresentadas no modelo já 
citados neste documento a partir do item 1.2. 
Inex – Instituto Nacional de Educação e Extensão | 
 
28 
 
 
 
3.4.2 LEMENTOS TEXTUAIS 
 
3.4.2.1 TRODUÇÃO 
 
É a parte inicial no trabalho, onde deve vir descrito a justificativa, 
objetivos e as razões que o levaram a fazer o estudo. Em vista disso, deve 
apresenta os seguintes elementos. 
 
• Descrição geral e resumida do assunto 
 
• Objetivos do trabalho 
 
• Apresentação dos procedimentos adotados no transcorrer do estudo. 
 
Refere-se diretamente ao conteúdo do trabalho, dando explicações 
acerca do andamento das atividades e a forma de abordar o assunto. Obviamente, 
pela exigência de seu conteúdo, a introdução é à parte do trabalho que 
necessariamente deve ser redigida por último. 
 
3.4.2.2 DESENVOLVIMENTO (o corpo do trabalho) 
 
É a parte mais extensa do trabalho, uma vez que é o desenvolvimento 
do assunto, onde o aluno deverá descrever e analisar as observações, impressões 
e experiências vivenciadas, envolvendo todos os procedimentos desenvolvidos no 
decorrer das atividades. Esta escrita deve seguir as regras da ABNT. Assim, os 
relatos deverão estar articulados com os referenciais teóricos que fundamentaram 
todo das atividades, estabelecendo um paralelo entre as teorias, as reflexões e as 
experiências pedagógicas realizadas no campo prático, para que assim a referida 
produção tenha validade cientifica. 
 
3.4.3 CONCLUSÃO 
 
É a parte final do trabalho. É uma decorrência do corpo do trabalho e, 
como tal, deve retomar os pontos principais levantados e desenvolvidos, incluindo 
o ponto de vista do autor e indicando os resultados obtidos. 
 
Deve conter: 
 
• Considerações finais 
 
 
 
 
Inex – Instituto Nacional de Educação e Extensão | 
 
29 
 
NOME DO ALUNO 
 
 
 
 
 
 
 
TÍTULO DO TRABALHO 
 
Memorial 
apresentado, 
como requisito 
de 
 
 
 
• Opinião particular sobre o desenvolvimento do assunto exposto 
 
• Aspectos positivos e negativos 
 
• Sugestões e/ou propostas para solução dos problemas encontrados 
no decorrer das atividades desenvolvidas. 
 
 
3.4.4 REFERÊNCIAS 
 
É a relação, em ordem alfabética das fontes e documentos 
consultados que deve constar ao final do trabalho. 
 
OBS: Este documento deve conter entre 10 a 15 páginas de texto, ou 
seja, desenvolvimento. 
 
3.5 MEMORIAL 
 
3.5.1 DEFINIÇÃO 
 
Para Severino (2000) o memorial se constitui em uma 
autobiografia, configurando-se como uma narrativa simultaneamente histórica, 
reflexiva, analítica e crítica que deve dar conta dos fatos e acontecimentos que 
constituíram a trajetória acadêmico-profissional do seu autor. 
 
O texto dever ser redigido na 3ª pessoa do singular, portanto, se 
caracteriza um documento individual, o que permitirá ao candidato enfatizar 
o mérito de suas realizações (SEVERINO, 2000). 
 
3.5.2 FINALIDADE 
 
• Para exame de qualificação 
 
• Conclusão de disciplina 
 
• Estágios 
 
• Outras atividades acadêmicas 
 
• E outros processos dependendo da exigência 
 
 
 
 Figura 11 - Modelo de folha de rosto 
 
Inex – Instituto Nacional de Educação e Extensão | 
 
31 
 
 
3.5.3 ESTRUTURA 
 
3.5.3.1 ELEMENTOS PRÉ-TEXTUAIS 
 
Para apresentar esta produção o documento se constituirá de uma 
capa, seguir as orientações constantes no item 1. 2.1.1 a folha de rosto conforme 
modelo constante na Figura 10. 
 
3.5.3.2 ELEMENTOS TEXTUAIS 
 
• Introdução (situar o leitor do que se trato o documento ou a produção) 
 
• Desenvolvimento (apresentar o texto em forma de narração interpretativa, 
incluir em sua estrutura redacional subdivisões, com tópicos/títulos que 
destaquem os momentos mais significativos, destacar os investimentos e 
experiências no âmbito acadêmico-profissional). 
 
• Conclusão (deve apresentar uma breve avaliação das experiências 
apreendidas em cada momento). 
 
3.5.3.3 REFEREÊNCIAS (Apresentar no final de cada etapa elaborada as 
referências que deram suporte na elaboração da referida produção). 
 
OBS: Este documento não tem limites de laudas, depende exclusivamente 
da exigência que foi feita para produção da referida produção. 
 
 
 
3.5.3.4 ORIENTAÇÕES PARA COMPOSIÇÃO DO MEMORIAL DESCRITIVO 
 
O Memorial Descritivo é uma autobiografia que descreve, analisa e 
critica acontecimentos sobre a trajetória acadêmico-profissional e intelectual do 
candidato, avaliando cada etapa de sua experiência. 
 
Recomenda-se que o memorial inclua em sua estrutura seções que 
destaquem as informações mais significativas, como a formação, as atividades 
técnico-científicas e artístico-culturais, as atividades docentes, as atividades de 
administração, a produção científica, entre outras. 
Inex – Instituto Nacional de Educação e Extensão | 
 
32 
 
 
 
O texto deve ser redigido na primeira pessoa do singular, o que 
permitirá ao candidato enfatizar o mérito de suas realizações. 
 
Sugestão de Estrutura do Memorial 
 
1. Folha de rosto 
 
a) Nome do candidato 
 
b) Título (Memorial Descritivo) 
 
c) Local 
 
d) Ano 
 
2. Formação, aperfeiçoamento e atualização 
Na descrição, mencionar: 
a) Educação superior - graduação 
 
b) Educação superior - pós-graduação 
 
c) Estágios 
 
d) Cursos de extensão 
 
e) Iniciação científica e monitoria 
 
f) Bolsas de estudo 
 
g) Participação em congressos, simpósios, seminários e outros 
eventos congêneres 
 
Deve-se inserir comentários sobre como decorrem os cursos de 
formação, de aperfeiçoamento e de atualização, assim como o resultado final e 
também os reflexos na carreira profissional, docente, científica, literária e/ou 
artística do candidato. 
 
3. Atividades docentes 
 
As atividades docentes referem-se às funções desenvolvidas no ensino 
e na orientação de estudantes. Na descrição, mencionar: 
 
a) Aulas e cursos ministrados (especificar em que disciplinas) 
Inex – Instituto Nacional de Educação e Extensão | 
 
33 
 
 
 
b) Orientações detrabalhos de alunos (Feiras de Ciências, das 
Profissões, entre outros eventos), trabalhos de conclusão de 
cursos, de estágios e/ou de bolsistas 
 
c) Palestras e/ou conferências proferidas 
 
4. Atividades de administração 
 
Indicar outras atividades profissionais que não se enquadrem nas 
modalidades anteriores: 
 
a) Participação em comissões, coordenações, supervisões de 
trabalhos e/ou projetos 
 
b) Participações em conselhos, em comitês e/ou júri de prêmios 
entre outros 
 
c) Participações em órgãos colegiados, comitês executivos, grupos 
de trabalhos, entre outros 
 
d) Consultorias 
 
e) Funções eletivas, inclusive diretorias, conselhos de entidades 
(profissionais e/ou sindicais) indicando função exercida, inclusive 
de chefia, coordenação, direção com o respectivo tempo de 
mandato 
 
5. Títulos, homenagens e aprovações em concursos 
Mencionar o ano e a distinção outorgada e o local. 
6. Produção científica, literária e artística. 
 
Incluir trabalhos científicos, literários e/ou artísticos que tenham sido 
publicados, assim como trabalhos apresentados em congressos, jornadas e outros 
eventos similares. 
 
7. Motivo da escolha do curso pretendido 
 
Justificar os motivos que levaram o candidato a escolher o curso pretendido, 
explicitando as expectativas do candidato com o mesmo. 
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34 
 
 
 
8. Apresentar um recorte do problema da pesquisa a ser desenvolvida no 
mestrado. 
 
3.6 SEMINÁRIO 
 
3.6.1 TÉCNICA DO SEMINÁRIO 
 
INTRODUÇÃO 
 
O seminário é instrumento que tem por objetivo permitir a um expositor 
que transmita informações a um público leigo sobre um determinado assunto 
pesquisado. Para que os ouvintes tirem proveito das informações, faz-se 
necessário que o expositor faça uso, com eficácia, da linguagem oral, assim como 
dos recursos materiais, caso sejam necessários na apresentação. Por isso, 
quando se quer ensinar apresentação de seminário aos alunos, é fundamental que 
o trabalho seja planejado e organizado. Não se pode perder de vista que o 
objetivo principal da tarefa (transmitir, com eficácia, as informações) deve ser 
garantido. 
 
A utilização do seminário de forma organizada e estruturada não só 
contribui para a aprendizagem dos ouvintes, como também para a aprendizagem 
daquele (s) que o apresenta (m). Este deverá pesquisar o tema abordado nas 
mais diversas fontes de informações; elaborar um esquema orientador da fala; 
utilizar os procedimentos lingüísticos discursivos característicos do gênero oral e, 
por fim, utilizar os recursos técnicos e materiais que, por ventura, sejam 
necessários na apresentação. 
 
 
 
Objetivos 
 
Ao final da atividade, espera-se que os alunos sejam capazes de 
transmitir com eficácia as informações pesquisadas; 
 
Utilizar o registro formal; 
 
Elaborar um esquema orientador da fala; 
Inex – Instituto Nacional de Educação e Extensão | 
 
35 
 
 
 
Reconhecer as marcas lingüísticas características do gênero seminário; 
Utilizar recursos técnicos. 
 
Recursos Didáticos 
 
Cartolina para confeccionar cartaz, lápis preto, lápis de cor, borracha, 
caneta hidrocor, apagador, papel. Folha de transparência, caso a escola tenha 
retroprojetor; xerox, vídeo cassete, fita de vídeo e filmadora também são ótimos 
recursos de auxílio ao desenvolvimento deste tipo de trabalho pedagógico. 
 
 
 
Organização da sala 
 
No momento da apresentação, organize a sala de aula de forma a 
facilitar o trabalho do grupo ou aluno que fará o seminário. Garanta que os 
ouvintes possam ver e ouvir o(s) apresentador (es). Círculo e semicírculo 
geralmente são disposições mais adequadas, principalmente se o debate estiver 
previsto na apresentação. 
 
 
 
Desenvolvimento da atividade 
 
Após o término da pesquisa realizada pelos alunos em diversas fontes 
sobre o tema que será apresentado, prepare-se para ensinar os procedimentos de 
apresentação do seminário. 
 
1º momento. 
 
Levante os conhecimentos prévios dos alunos com o objetivo de 
identificar o que eles sabem a respeito de como se organiza um seminário. 
Discuta com os alunos o que um seminário tem que ter, qual o papel dos 
participantes (expositor, plateia, professor) e o que não pode acontecer durante a 
apresentação. 
 
Depois disso, apresente aos alunos sua proposta de trabalho. 
Explique o objetivo do trabalho e organize os grupos, definindo quem serão os 
interlocutores, os temas, o que se espera dos alunos, o tempo de duração da 
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preparação, a data da apresentação e os passos da tarefa. 
Deixe claro também que a avaliação se dará durante e no final da atividade. 
 
 
 
2º momento 
 
Como modelo de apresentação de seminário, solicite, por exemplo, 
que um outro adulto (especialista) prepare uma aula sobre um determinado 
assunto que seja de interesse dos alunos. Ou prepare um seminário você mesmo, 
utilizando, se possível, os recursos materiais que gostaria que seus alunos 
utilizassem em suas futuras apresentações. Por exemplo, cartazes contendo 
gráficos, tabelas, mapas, ou ilustrações, a própria lousa, mapas (do mundo, das 
regiões). Caso a escola tenha retroprojetor, incentive o uso de transparência para 
escrever o esquema e o planejamento da fala. Se a escola não dispõe desse 
recurso, use a xerox para distribuir a informação para toda a turma. Se a escola 
tiver filmadora, grave a apresentação do convidado, ou a sua própria, para fazer 
com os alunos a avaliação da postura dos apresentadores durante o seminário. 
Forneça o seguinte roteiro de observação aos alunos. Cada um, dentro do grupo, 
pode observar e registrar um aspecto diferente da apresentação. 
Roteiro Se for feito um seminário ou mostrado em vídeo, preste atenção como o 
apresentador: 
 
Abre a exposição. Que forma ele utilizou para entrar em contato com o 
público? Qual foi a saudação inicial? 
 
Introduz o tema e delimita o assunto dentro desse tema. Fique atento, 
nesse item, a expressões do tipo: O assunto de minha exposição será [...] 
Abordarei nesta exposição alguns aspectos sobre 
 
Desenvolve o tema. Veja se o apresentador é claro em sua maneira de 
falar, se as informações estão bem organizadas, se são coerentes e se têm uma 
progressão lógica. 
 
Finaliza a apresentação. Houve a retomada de forma sintética dos 
principais pontos da exposição? Observe expressões do tipo: Em resumo...; O que 
foi dito aqui foi; Para concluir...; Recapitulando, podemos dizer que...; 
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Lança, ao final, uma questão aos ouvintes, com o objetivo de desencadear uma 
discussão ou reflexão entre os participantes; 
 
Utiliza com eficácia os recursos materiais: cartazes, registro na lousa, 
equipamentos; Posiciona-se diante do público. Observe a direção do olhar, o tom 
de voz em cada situação. E um último aspecto, observe nas frases do 
apresentador algumas marcas lingüísticas como as expressões então; portanto; 
sobretudo; no momento; ao longo desta apresentação...; para finalizar... vamos 
observar.... 
 
 
 
3º momento 
 
Retome com os alunos os itens da aula anterior, com o objetivo de 
socializar as observações. Caso a apresentação tenha sido filmada, utilize o filme 
para análise. 
 
4º momento 
 
Ensine-os a preparar os cartazes, destacando a importância da 
disposição das imagens e das frases de síntese. Mostre aos alunos como preparar 
transparências, se for o caso. De posse dos esquemas e dos cartazes, que devem 
ser revisados porvocê, peça aos alunos que estudem o tema em casa para que, 
na aula seguinte, façam o ensaio da apresentação. 
 
5º momento 
 
Prepare para os ensaios. No caso de uma apresentação de uma classe 
para outras, acompanhe o ensaio. Neste tipo de apresentação, todos devem ter 
um papel e aquele que não falar desta vez falará na próxima. No caso de haver 
apenas um grupo expositor que fará a apresentação para os demais colegas da 
mesma classe, o ensaio precisa acontecer só com a presença dos responsáveis 
pelo seminário. Por se tratar de um treino, se os ouvintes souberem de antemão 
como será o seminário podem perder o interesse por assistir à apresentação 
oficial. Se você não tiver com quem deixar os alunos que não participarão da 
apresentação, talvez não seja possível o acompanhamento do ensaio. Nesse 
Inex – Instituto Nacional de Educação e Extensão | 
 
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caso, os alunos fazem o ensaio em casa. Mas lembre-os dos aspectos que eles 
precisam considerar em suas apresentações (os itens do roteiro utilizado na 
observação inicial). 
 
Se tiver mais de um componente par se apresentar pode-se seguir este 
roteiro: Um apresentador – do seminário – Fala da experiência de fazer a 
pesquisa, fala das normas da apresentação (se pode interferir nas falas ou apenas 
no final); apresenta cada participante e qual a função de cada um. Controla o 
tempo de cada apresentação. 
 
Um apresentador para o tema: Fala de modo superficial sobre todos os 
itens que serão abordados no trabalho (apresentação do trabalho) Expositores – 
Cada um terá um tema para discutir 
 
Considerações finais – Alguém para fazer as considerações - que 
significou para a turma fazer este trabalho; fará uma síntese do trabalho 
apresentado. 
 
6º momento 
Avaliação 
De acordo com o número de grupos, reserve mais ou menos tempo 
para as apresentações. Caso a escola tenha filmadora, combine com os alunos a 
filmagem dos seminários, para facilitar a avaliação final, uma vez que esta poderia 
ser feita a partir da análise das imagens do vídeo. 
 
A avaliação deve acontecer no processo e no final. Durante o 
desenvolvimento do seminário, valorize os aspectos positivos dos alunos e 
oriente-os quanto aos aspectos que precisam melhorar. 
Ao final, tanto os alunos como você fazem comentários sobre o que mais 
gostaram bem como os pontos mais problemáticos que apareceram nas 
apresentações. Tanto os avaliadores (alunos) como os avaliados (expositores) 
devem ter clareza do objetivo dessas observações, qual seja, de contribuir para a 
melhoria das futuras apresentações. Texto de Ivanilde Dantas da Silva – 
Adaptação Prof Mário Santana. Postado por Mário Santana às 08:52 
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39 
 
 
 
 
 
FICHA DE AVALIAÇÃO DE SEMINÁRIO 
DISCENTE: TEMPO_ ( 4.0 ) 
DESENVOLVIMENTO SIM NÃO 1.0 
Desenvolve cada tópico do roteiro de forma clara e 
 
objetiva, procurando estabelecer relação. 
 ( 0,5 ) 
Esclarece termos, siglas, etc. não familiares a 
 
audiência; 
 ( 0,25 ) 
Demonstra conhecimento do assunto ministrado. ( 0,25 ) 
CONCLUSÃO SIM NÃO 1.0 
Enfatiza a importância do assunto para vida 
 
pessoal e profissional da audiência 
 ( 0,5 ) 
Faz a síntese final, apresentando ideias novas ( 0,5 ) 
DESEMPENHO NA PLATAFORMA SIM NÃO 1.5 
Mantêm controle emocional 0,5 
Movimenta-se com naturalidade 0,5 
Mantêm contato visual abrangente a maior parte do 
 
tempo 
 0,25 
COMUNICAÇÃO SIM NÃO 1.0 
Mantêm volume de voz compatível com o ambiente 0,25 
Usa as normas gramaticais corretamente 0,25 
RECURSOS E APRESENTAÇÃO PESSOAL SIM NÃO 0,75 
Emprega de modo oportuno e legível, facilitando a 
 
transmissão de idéias; 
 0,25 
Manuseia adequadamente os auxílios à instrução 0,25 
Apresenta-se adequadamente trajado para à 
 
audiência 
 0,25 
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3.7 PAPER – ABNT (1989) 
 
3.7.1 DEFINIÇÕES 
 
Para ANBT (1989) paper é um pequeno artigo científico, elaborado 
sobre determinado tema ou resultados de um projeto de pesquisa para 
comunicações em congresso e reuniões científicas, sujeito à sua aceitação por 
julgamento. 
 
Para Carmo-Neto (1996) os dados de um paper são geralmente 
experimentais, mensuráveis objetivamente; mesmo os mais intuitivos ou 
hipotéticos sempre imprimem certo pendor científico, e quase sempre são 
formados a partir de uma metodologia própria para este fim. 
 
3.7.2 CARACTERISIICAS PRINCIPAIS DESSA COMUNICAÇÃO CIENTÍFICA 
 
O paper é: 
 
• Uma síntese das descobertas do pesquisador sobre um tema e incluindo 
julgamento, avaliação, interpretação sobre essas descobertas. 
 
• É um trabalho que deve apresentar originalidade quanto às idéias. 
 
• É uma produção que deve reconhecer as fontes que foram utilizadas; 
mostra que o pesquisador é parte da comunidade acadêmica. 
 
O paper não é: 
 
• Um resumo de um artigo ou livro (ou outra fonte). 
 
• Idéias de outras pessoas, repetidas não criticamente. 
 
• Uma série de citações. 
 
 
 
 
3.7.3 ESTRUTURA 
 
3.7.3.1 Elementos Pré-textuais – Seguir as mesmas orientações constantes a 
partir do item 1.2. 
 
Um Paper deve conter os seguintes elementos: 
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• Tema/título 
 
• Nome completo do (s) autor (res) 
 
• Resumo e/ou abstract (este último caso seja necessário) 
 
3.7.3.2 ementos textuais 
 
• Introdução; 
 
• Revisão da literatura; 
 
• Metodologia; 
 
• Desenvolvimento; 
 
• Resultados; 
 
• Discussão dos resultados 
 
• Conclusão; 
 
3.7.3.3 ementos pós-textuais 
 
• Referencias 
 
• Anexos e/ou apêndices (caso a situação exija) 
 
3.7.4 SUA UTILIZAÇÃO 
 
• Trabalho final de disciplinas de Cursos de Graduação, Especialização, de 
Mestrado e de Doutorado; 
 
• Apresentação em Congressos; 
 
• Publicações em periódicas de papers. 
 
OBS: Um paper deve apresentar número de páginas variado de 15 a 20, 
tamanho considerado aceitável. Esta comunicação científica deve seguir as 
mesmas regras estabelecidas para o artigo, constante no item 3.8 a seguir. 
 
3.8 ARTIGO - ABNT - NBR-6022-2003 
 
3.8.1 DEFINIÇÃO 
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“Artigo científico é parte de uma publicação com autoria declaração, 
que apresenta e discute idéias, métodos, técnicas, processos e resultados nas 
diversas áreas do conhecimento” (ABNT. NBR - 6022, p.2) 
 
Para Lakatos e Marconi (1991), os artigos científicos têm as seguintes 
características: 
 
• Não constituem em matéria de um livro; 
 
• São publicados em revistas ou periódicos especializados; 
 
• Permitem ao leitor, por serem completos, repetir a experiência. 
 
O artigo pode ser: 
 
Original ou divulgação: apresenta temas ou abordagens originais e podem ser: 
relatos de caso, comunicação ou notas prévias; 
 
Revisão: os artigos de revisão analisam e discutem trabalhos já publicados, 
revisões bibliográficas. 
 
Estrutura: 
 
O artigo tem a mesma estrutura dos demais trabalhos científicos: 
 
Parte Pré-Textual 
Parte Textual 
Parte Pós-Textual 
 
 
 
3.8.2 ELEMENTO PRÉ-TEXTUAL: 
 
• Título e subtítulo (se houver) devem figurar na página de abertura do artigo, 
na língua do texto; 
 
• A autoria: Nome completo do(s) autor(es) na forma direta, escrito na 
margem direita em fonte 10 e a identificação, currículo, do(s) autor(es), 
inclusive com endereço quando for necessário, devem constar no rodapé. 
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• Resumo na língua vernácula. Este deve apresentar, de forma concisa, os 
objetivos, a metodologia e os resultados alcançados, não ultrapassando 
250 palavras. Não deve conter citações. “Deve ser constituído de uma 
seqüência de frases concisas e não de uma simples enumeração de 
tópicos. Deve-se usar o verbo na voz ativa na terceira pessoa do singular”. 
(ABNT. NBR-6028, 2003, p.2). 
 
• Palavras-chave na língua do texto: elemento obrigatório deve figurar abaixo 
do resumo, antecedidas da expressão: Palavras-chave (são palavras ou 
termos retirados do texto para representar o seu conteúdo), separadas 
entre si por ponto, conforme a NBR-6028 (2003, p.2). 
 
3.8.3 ELEMENTOS TEXTUAIS 
 
3.8.3.1 Introdução: Nesta deve-se expor a finalidade e os objetivos do trabalho, 
de modo que o leitor tenha uma visão global do tema abordado. De modo geral, a 
introdução deve apresentar: 
 
• “O assunto objeto do estudo; 
 
• O ponto de vista sob o qual o assunto foi abordado; 
 
• Trabalhos anteriores que abordam o mesmo tema; 
 
• As justificativas que levaram à escolha do tema, o problema da pesquisa, 
as hipóteses ou questionamentos sobre o estudo, o objetivo pretendido, o 
método proposto, a razão de escolha do método e principais resultados 
(GUSMÃO, 1997 Apud MIRANDA, 2003) 
 
3.8.3.2 Desenvolvimento 
 
Parte principal e mais extensa do trabalho deve apresentar a 
fundamentação teórica, a metodologia, os resultados e discussão. Divide-se em 
seções e subseções conforme a ABNT - NBR - 2024, 2003. 
 
3.8.3.3 Conclusão: 
 
• A conclusão deve responder às questões da pesquisa, correspondentes 
aos objetivos, questões norteadoras ou hipóteses. 
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43 
 
 
 
• Deve ser breve, podendo apresentar recomendações e sugestões para 
trabalhos futuros; 
 
• Para artigo de revisão, deve-se excluir material, método e resultados. 
 
 
 
 
3.8.4 ELEMENTOS PÓS-TEXTUAIS 
 
• Título e subtítulo em língua estrangeira 
 
• Resumo em língua estrangeira (Abstract) 
 
• Quanto às notas explicativas – a numeração das notas é feita em 
algarismos arábicos, devendo ser única e consecutiva para cada nota. Não 
se inicia a numeração em cada página; 
 
• Referências – Elemento obrigatório que constitui uma lista ordenada dos 
documentos efetivamente citados no texto (NBR 6023, 2000). Quando o 
artigo for escrito para publicação, esta referência deve ser alinhada apenas 
na margem esquerda e em ordem alfabética. 
 
• Glossário – elemento opcional, elaborado em ordem alfabética; 
 
• Apêndices – Elemento opcional, “texto ou documento não elaborado pelo 
autor a fim de complementar o texto principal” (NBR 14724, 2002, p.2) 
 
• Anexos – Elemento opcional. Estes devem ser identificados por letras 
maiúsculas consecutivas. 
 
• Ilustrações – Qualquer que seja seu tipo (desenhos, esquemas, 
fluxogramas, gráficos, mapas, organogramas, plantas, quadrados, fotos e 
outros). 
 
• Tabelas – As tabelas apresentam informações tratadas estatisticamente. 
 
OBSERVAÇÃO: 
 
• Quando este tiver caráter de avaliação, deverá vir antecedido de: capa, 
folha de rosto e folha de aprovação. 
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44 
 
 
 
• Estas orientações podem mudar no caso de publicação em revistas ou 
periódicos, de maneira que o autor deve seguir as orientações 
exigidas pela Instituição na qual fará a referida publicação. 
 
 
 
3.9 PORTIFÓLIO 
 
3.9.1 INIÇÃO 
 
É uma produção acadêmica-profissional que deve conter os melhores 
trabalhos realizados pelo aluno, este deve escolher o que acredita ter sido 
importante para sua aprendizagem no percurso de sua formação, possibilita 
também a consciência intelectual do percurso acadêmico do aluno. 
 
De acordo com De Sordi (2000) o portifólio é uma possibilidade 
interessante para avaliar a aprendizagem do estudante universitário, bem como de 
outro seguimento do Ensino, de maneira continua e processual. 
 
Na elaboração desse documento o aluno reúne sistematicamente suas 
diferentes produções, em ordem cronológica, o que possibilita às mais diversas 
formas de expressão, rompendo, portanto, com vício de supervalorizar a escrita e 
a comunicação oral em situações formais previamente estipuladas pelo professor. 
 
 
 
3.9.2 ASPECTOS CONSIDERADOS IMPORTANTES NA ELABORAÇÃO DO 
PORTIFÓLIO. 
 
ORGANIZAÇÃO E/OU SELEÇÃO, REFLEXÃO E PROJEÇÃO 
 
• Neste primeiro momento o aluno deve fazer a escolha dos trabalhos a 
serem apresentados, considerando a relevância dos mesmos no percurso 
de sua aprendizagem; 
 
• No que concerne ao processo de reflexão o aluo deve elaborar um texto de 
apreciação e integração dos trabalhos selecionados, pontuando o nível de 
aprendizagem e domínio de aprendizagem em questão. 
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45 
 
 
 
• Quanto à projeção, o aluno deve fazer a identificação e definição de 
possíveis aprofundamentos e melhorias dos trabalhos apresentados. 
 
3.9.3 ESTRUTURA 
 
3.9.3.1 Elementos pré-textuais – Seguir as mesmas orientações constantes 
neste documento para capa e folha e sumário. Neste último, indicação do 
conteúdo em seqüência lógica, expressando a trajetória do processo de 
aprendizagem do aluno. 
 
3.9.3.2 Elementos Textuais 
 
• Introdução – Nesta o aluno deve fazer a apresentação da atividade 
curricular a se refere o portifólio, mencionar os critérios de organização do 
mesmo, pontuar os objetivos de aprendizagem previstos e considerações 
gerais a respeito do seu aprendizado ao longo do processo e pontuar o 
período no qual as atividades foram desenvolvidas. 
 
• O processo e os produtos da aprendizagem – Aqui o aluno deve fazer a 
descrição e/ou contextualização dos momentos e produtos de sua 
aprendizagem, enumerando em ordem cronológica, com a finalidade de 
ilustrar o seu desenvolvimento e aperfeiçoamento intelectual e acadêmico- 
profissional. 
 
• O continente – Espaço em que o aluno deve colocar todo o material 
produzido para o portifólio. Pontua-se que o aluno será único responsável 
pela catalogação do seu portifólio. 
 
• Parecer do Professor (es) – No portifólio deve conter este espaço para o 
professor ou uma equipe de professores possam fazer a apreciação crítica 
sobre o desempenho do aluno, considerando a seleção do material e 
projeção e sua relação entre ensino e aprendizagem. 
 
OBS: Não é exigido a referência, visto que cada trabalho apresentado já deve 
pontuar este aspecto. Quanto ao apêndice este se faz necessário uma vez que o 
aluno queira apresentar como comprovação de seu trabalho, CD-RON, DVD, 
fotografia e outros que considere relevante. 
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3.9.3.3 Portfólio Acadêmico 
 
Conceito: 
 
Portfólio é uma ferramenta pedagógica que apresenta uma coleção 
organizada e planejada de trabalhos produzidos pelo aluno, ao longo de um 
determinado período de tempo. 
 
Permite a utilização de uma metodologia diferenciada e diversificada de 
monitoração e avaliação do processo ensino-aprendizagem. 
 
Objetivos do Portfólio 
 
- Proporcionar uma visão alargada da aprendizagem efetuada, bem como dos 
diferentes componentes do seu desenvolvimento cognitivo, metacognitivo e 
afetivo; 
 
- Refletir a identidade de cada aluno, em cada contexto, enquanto construtor de 
seu desenvolvimento ao longo da disciplina; 
 
- Possibilitar uma avaliação contínua; 
 
Importância do Uso do Portfólio 
 
- Dá relevância e visibilidade ao processo formativo de aquisição, treino e 
desenvolvimento de competências; 
 
- Possibilitaa compreensão tanto da complexidade como das dinâmicas de 
flutuação do crescimento do saber pessoal; 
 
- Valoriza e fomenta a reflexão sobre aprendizagem, o que conduz ao 
desenvolvimento da metacognição e ao aprofundamento do autoconhecimento. 
 
Estrutura do Portfólio: 
 
- Identificação- dados pessoais; 
 
- Plano de Aprendizagem- apresentação do plano de aprendizagem com os itens 
estudados; 
 
- Trabalhos dentro de cada domínio de referência 
 
Atividades realizadas em sala de aula 
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- Pesquisa e elaboração de artigo. 
 
- Pesquisa e elaboração de projeto. 
 
Atividade de pesquisa bibliográfica e discussão em sala de aula: 
 
- Pesquisa sobre técnica de seminário. 
 
Trabalho de desempenho: 
 
- Aplicação de projeto. 
 
Atividades de campo: 
 
- Atividades culturais: participação em festividades religiosas, cívicas, visitas a 
museus, igrejas, pontos turísticos. 
 
- Atividades acadêmico-científicas: participação em congressos, palestras, 
seminários, oficinas, worshop, colóquio 
 
Atividades de iniciativa própria: resenhas e resumos 
 
- Reflexão sobre a aprendizagem. 
 
Auto-avaliação 
Anexos 
Observações: 
 Atente para as características de um bom portfólio: 
 
- Bem estruturado, organizado e limpo; 
 
- A seleção dos trabalhos deve ser rigorosa. Qualidade é melhor que 
quantidade. 
 
 Cuidado com erros de Português. 
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UNIDADE 4 – MEDOTOLOGIA DA PESQUISA 
 
4.1 TIPOS DE PROJETOS - Projeto ação sócio-educativo, intervenção, projeto 
para o desenvolvimento de aprendizagem, estágio e outros 
 
Esta ação terá sempre a intencionalidade por parte dos alunos de 
proporcionar para uma determinação instituição ou espaço como a escola ou em 
outros espaços escolhido pelos mesmos. Para elaborá-lo deverá seguir os 
seguintes passos: 
 
4.1.2 ESTRUTURA – ELEMENTOS PRÉ-TEXTUAIS – Seguir as orientações já 
mencionadas neste documento para Capa e Folha de roto. 
 
4.1.2.1 Tema/título: Toda ação precede de um tema – aqui o aluno comporá este 
item a partir da existência de um problema, necessidade. Este deve configurar nas 
duas capas acima. 
 
4.1.3 LEMENTOS TEXTUAIS 
 
4.1.3.1 Justificativa: Neste espaço o aluno deverá dizer da importância dessa 
ação para a comunidade, suas contribuições, ou seja, fazer menção da 
intencionalidade da referida ação. Este item do projeto estar fundamentado 
teoricamente de acordo com a necessidade da ação a ser executada. 
 
4.1.3.2 Objetivos – Os objetivos servem para explicitar qual a finalidade da ação, 
bem como explicitar a intencionalidade da ação. 
 
4.1.3.2.1 Geral: Pontuar de modo abrangente a que se propõe o projeto (Usar os 
seguintes verbos: possibilitar, favorecer, propor, facilitar, etc..). Aqui a 
intencionalidade verbal será sempre a de oferecer algo. 
 
4.1.3.2.2 Específicos: Menciona-se a que se propõe a ação, esta vai ao encontro 
de que? 
 
(Ex: possibilitar a comunidade de Santa Clara, o entendimento da importância da 
relação família x escola, na aprendizagem da criança) 
 
4.1.4 METODOLOGIA: Neste espaço menciona-se a maneira de como a ação 
será desenvolvida, contendo desde o nome da localidade, a quem vai atender 
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período – tempo de duração, horário, bem como a forma de atendimento a essa 
comunidade, ou seja, o passo a passo da ação. 
 
4.1.5 RECURSO: Aqui deverá explicitar quais os materiais necessários para a realização 
dessa ação, caso o projeto exija, deve explicitar também os recursos financeiros 
necessários para o desenvolvimento do evento. 
 
4.1.6 AVALIAÇÃO: Dizer de que maneira ocorrerá à avaliação do evento, pontuar os 
pontos positivos e negativos ocorridos durante o desenvolvimento das atividades, 
mencionar o desempenho da equipe no atendimento da comunidade, bem como os 
impactos desta ação para a referida comunidade. Quando o projeto se destinar ao 
processo de aprendizagem esta avaliação deve considerar também o processo 
desenvolvido pelos participantes. 
 
4.1.7 REFERÊNCIAS – Mencionar os autores que subsidiaram a construção do 
projeto. 
 
4.1.8 APÊNDICES – Caso necessite o aluno deve acrescentar. 
 
4.2 TIPOS DE PESQUISA E SEUAS PROCEDIMENTOS 
 
4.2.1 QUANTO AOS PROCEDIMENTOS TÉCNICOS DE COLETA A PESQUISA 
PODE SER (GIL, 1991): 
 
Pesquisa Bibliográfica, Pesquisa Documental, Pesquisa de 
Experimento, Levantamento ou campo, Estudo de Caso, Pesquisa-Ação e 
Participantes. 
 
4.2.1.1 BIBLIOGRÁFICA 
 
A pesquisa bibliográfica ou fonte secundária dá oportunidade para o 
pesquisador analisar e compreender o objeto de estudo através do contato direto 
com tudo que foi dito, escrito e documentado sobre o assunto em questão. 
 
Lakatos; Marconi (1991), ao se referirem à pesquisa bibliográfica ou 
fontes secundárias, garantem que a mesma cumpre as exigências de uma 
pesquisa científica, pois: 
 
Abrange toda a bibliografia, já tornada pública em relação ao tema de 
estudo desde publicações avulsas, boletins, jornais, revistas, livros, 
pesquisas, monografias, teses, material cartográfico etc, até mesmo de 
Inex – Instituto Nacional de Educação e Extensão | 
 
50 
 
 
 
comunicações orais: rádio, gravação em fita magnéticas e audiovisuais: 
filmes e televisão (LAKATOS; MARCONI. 1991,p.183). 
 
 
Ainda sobre este assunto Manzo (1991, p.32) diz que: “a bibliografia 
pertinente oferece meios para definir, resolver, não somente problemas já 
conhecidos, como também explorar novas áreas onde os problemas não se 
cristalizam suficientemente”. 
 
Trujillo (1974, p.230) garante que a importância da pesquisa 
bibliográfica está em seus objetivos, pois permite ao pesquisador “o esforço 
paralelo na análise de suas pesquisas ou manipulação de suas informações”. 
 
Dessa forma, a pesquisa bibliográfica não é mera repetição do que já foi 
dito ou escrito sobre certo assunto, mas representa o exame de um tema sob novo 
enfoque ou abordagem, chegando a conclusões inovadoras. 
 
4.2.1.2 PESQUISA DOCUMENTAL 
 
Pesquisa documental é a forma de coleta de dados em relação a 
documentos, escritos ou não, denominados fontes primárias. Livros, revistas 
jornais, publicações avulsas e teses são fontes secundárias. Assim, documento é 
uma fonte de dados, fixada materialmente e suscetível de ser utilizada para 
consulta, estudo ou prova. Quanto à forma, os documentos podem ser 
classificados como (a) manuscritos; b) impressos sem periodicidade: livros, 
folhetos, catálogos, processos, pareceres, enfim, uma vasta gama de fontes; (c) 
periódicos: revistas, boletins, jornais, anuários e demais documentos de 
divulgação periódica; (d) microfilmes e vídeos que reproduzem outros 
documentos; e (e) mapas, planos, documentos fotográficos, documentos 
magnéticos, informatizados. 
 
4.2.1.2.1 Fontes de Documentos 
 
• Os arquivos públicos - abrangem documentos oficiais, tais como leis, 
ofícios, relatórios, publicações parlamentares: atas, debates, projetos de 
leis; documentos jurídicos, oriundos de cartórios: registros de nascimentos 
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e mortes, desquites e divórcios, escrituras de compra e venda falências e 
concordatas e outros. 
 
• Os arquivos particulares - correspondem aos domicílios particulares: 
memórias, autobiografias, diários etc.; instituições de ordem privadas, tais 
como bancos, empresas, partidos políticos, igrejas, associações, em que se 
encontram: atas, registros, memórias, comunicados, etc. 
 
Há aindaoutras fontes, por exemplo, as instituições públicas. como 
delegacias e postos voltados ao trabalho, registros ou alistamentos. 
 
4.2.1.2.2 Fontes estatísticas 
 
As fontes estatísticas são efetuadas por órgãos específicos e 
especializados, como IBGE, o Instituto Gallup, o Instituto Brasileiro de Opinião 
Pública e Estatística (Ibope). Devemos considerar também órgãos específicos que 
mantêm banco de dados especializados, como a Bolsa de Valores de São Paulo 
(Bovespa), Juntas Comerciais e outras, como os Conselhos federal e regionais de 
atividades profissionais regulamentadas e as Universidades. 
 
4.2.1.2.3 Fontes bibliográfica 
 
As fontes bibliográficas fornecem ao pesquisador diversos dados, 
exigindo manipulação e análises diferenciadas. Caracterizam-se como fontes 
desse tipo: 
 
• Imprensa escrita - em forma de jornais e revistas deve ser independente, 
ter conteúdo e orientação sem tendência, bem como difusão e influência – 
a análise deve ser feita de forma independente e, por fim, deve-se verificar 
se há grupo de interesse envolvido; 
 
• Meios audiovisuais - esta mídia deve ser analisada com base nos 
mesmos itens especificados para a imprensa escrita; 
 
• Material cartográfico - estes meios bibliográficos são específicos, de 
acordo com a linha de pesquisa e atualização no projeto, não havendo 
grandes restrições quanto a seu emprego; 
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52 
 
 
 
• Publicações - livros, teses, dissertações, monografias, publicações 
avulsas, pesquisas, entre outros, formam o conjunto de publicações básicas 
para pesquisas científicas. 
 
4.2.3 CAMPO (GONÇALVES, 2001) 
 
A referida pesquisa requer do pesquisador a identificação a priori do 
lócus, ao qual serão recolhidas as informações que se tornarão necessárias para 
o desenvolvimento do estudo. 
 
Lócus este que deverá ser minuciosamente identificado, objetivando 
obter-se, valiosas pistas para o desenvolvimento da pesquisa. 
 
Outro aspecto necessário é apontar os sujeitos que serão arrolados 
como fonte viva das informações que identificarão o objeto de estudo. Para tanto, 
torna-se necessário à utilização de alguns instrumentos que servirão como 
ferramentas para a coleta dos dados que a posteriori facilitarão a análise na 
construção do estudo. 
 
Questionários contendo perguntas objetiva, subjetiva ou mesmo semi- 
abertas tornam-se mecanismos que facilitarão a coleta das informações por parte 
do pesquisador. Por outro lado à utilização de entrevistas, observações diretas 
podem ser utilizadas somando assim está busca incessante que o estudioso tem 
para o esclarecimento do fenômeno em estudo. 
 
4.2.4 STUDO DE CASO (GONÇALVES, 2001) 
 
É o tipo de pesquisa que privilegia um caso particular, uma unidade significativa 
considerada suficiente para análise de um fenômeno. 
 
4.2.5 ESQUISA AÇÃO PARTICIPANTE (GONÇALVES, 2001) 
 
Propõe-se a efetiva participação da população pesquisada no processo 
de geração de conhecimento, é considerado um processo formativo. Nesta 
modalidade também são incluídas as pesquisas participantes, investigação-ação e 
sócio poética. 
 
4.3 QUANTO A ABORDAGEM A PESQUISA PODE SER: 
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53 
 
 
 
4.3.1 Qualitativa 
 
As ciências humanas fundamentam-se no modo de ser do homem, tal como 
se constituiu no pensamento moderno, como fundamento de toda uma positividade 
e, ao mesmo tempo, situando-as nos elementos das coisas empíricas. Martins 
(1991, p. 51-52), ao se referir a esta área das Ciências Humanas, descrevendo-a 
em análise qualitativa, se expressa: 
 
 
 
As ciências humanas não são, portanto, uma análise daquilo que o 
homem é na sua natureza, mas, antes, porém, uma análise daquilo que 
o homem é, na sua positividade (vivendo, falando, trabalhando, 
envelhecendo e morrendo), para aquilo que habita este mesmo homem a 
conhecer (ou buscar conhecer) o que a vida é, em que consiste a 
essência do trabalho e das leis, e de que forma ele se habilita ou se 
torna capaz de falar. 
 
 
 
A abordagem qualitativa na pesquisa é adotada como instrumento de 
investigação, é essencial inserir no contexto da mesma, a visão e a representação 
da realidade investigada. Nesses termos, faz-se necessário um mergulho na 
realidade concreta do objeto de estudo, no sentido de desvendar os processos 
encontrados entre teoria e prática. 
 
4.3.2 Quantitativa 
 
Segundo Rutter; Abreu (1988), os métodos utilizados em uma pesquisa 
quantitativa são, de modo geral, vinculados para medir opiniões, reações, 
sensações, hábitos, atitudes e etc. de um universo (público alvo) que é feito 
através de uma amostra comprovada estatisticamente. Podemos tomar como 
exemplo: O fumo contrai o câncer? A vitamina C protege contra a gripe? Qual 
série apresenta maior índice de evasão escolar? Qual a causa da evasão escolar 
em Belém no ano de 2002? 
 
Os exemplos citados acima demonstram o emprego da pesquisa 
quantitativa com base em técnicas estatísticas, que é uma ferramenta 
importantíssima nas ciências naturais e sociais. Teixeira (2002), considera que o 
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54 
 
 
 
método quantitativo faz uma captura de imagens dos fatos e tem sua base nos 
princípios do positivismo. 
 
4.4 DO PONTO DE VISTA DE SEUS OBJETIVOS A PESQUISAPODE SER 
(LAKATOS; MARCONI, 2006). 
 
4.4.1 Pesquisa exploratória: Visa possibilitar maior familiaridade com o problema 
com vistas a torná-lo explicito ou construir hipóteses. Envolve levantamento 
bibliográfico; entrevistas com pessoas que tiveram experiências práticas com o 
problema pesquisado. Assume, em geral, as formas de Pesquisas Bibliográficas e 
Estudo de Caso. 
 
4.4.2 Pesquisa descritiva: Objetiva descrever as características de determinada 
população ou fenômeno ou o estabelecimento de relação de relação entre 
variáveis. Envolve o uso de técnicas padronizadas de coleta de dados: 
questionário e observação sistemática. Assume, em geral, as formas de 
levantamento. 
 
4.3.3 Pesquisa explicativa: Visa identificar os fatores que determinam ou 
contribuem para coerência dos fenômenos, aprofunda o conhecimento da 
realidade da realidade porque explica a razão, o “porquê” das coisas. Quando 
realizada nas ciências naturais, requer o uso do método experimental, e nas 
ciências sociais requer o uso do método observacional. Assume, em geral, as 
formas de pesquisa experimental e pesquisa expost-facto. 
 
4.5 PROJETO DE PESQUISA 
 
O projeto é a primeira etapa da pesquisa, onde começam a ser definido 
vários fatores relevante para a realização da mesma. Nele sistematizam-se as 
fases a serem percorridas. 
 
O projeto serve, entre outras coisas, para orientar e guiar os passos do 
pesquisador, evitando assim surpresas e improvisos, pois em sua elaboração 
definem-se aspectos norteadores importantes como: 
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55 
 
 
 
 
O que Pesquisar? 
 
Definição do Problema 
 
Por que Pesquisar? 
 
Justificativa da escolha do tema 
 
Para que Pesquisar? 
 
Objetivos da Pesquisa 
 
Como Pesquisar? 
 
Metodologia 
 
Quando Pesquisar? 
 
Cronograma de execução 
 
Onde Pesquisar? 
 
Lócus da pesquisa 
 
 
 
4.5.1 RUTURA DO PROJETO (DESLANDES, 1994). 
 
TEMA: (Aqui o aluno pontua a temática do seu estudo, que deve claro e 
focalizado) 
 
JUSTIFICATIVA 
 
Na justificativa o pesquisador apresenta as razões que o levaram à 
escolha do tema e sua importância dentro do contexto social, técnico/acadêmico 
e/ou científico. Algumas questões servem como apoio na construçãode uma 
justificativa: Responde Por que pesquisar e a importância deste para o 
contexto educacional e social? 
 
SITUAÇÃO PROBLEMA – PROBLEMATIZAÇÃO (Responde o que pesquisar que 
é a definição do problema) 
 
Na situação problema, faz-se uma contextualização do problema, da 
curiosidade, da inquietação, ou seja, do motivo que despertou em você à vontade 
o interesse ou a necessidade de pesquisar sobre o assunto. 
 
Após a contextualização, parte-se efetivamente para a construção do 
problema que vem escrito em forma de pergunta, pois deverá ser respondido 
durante o estudo. Para sua melhor formulação apresenta-se a seguir alguns 
critérios de elaboração: 
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56 
 
 
 
O problema deve ser: 
 
- Claro e preciso; 
 
- Empírico; 
 
- Suscetível de solução; 
 
- Delimitado a uma dimensão viável. 
 
QUESTÕES NORTEADORAS: (Aqui o aluno deve enumerar os questionamentos 
que lhe incomodam e que deseja desvendar, e estes estarão sempre voltados 
para o problema) 
 
OBJETIVOS: (Responde a questão para que pesquisar?) 
Geral: 
É uma visão global e abrangente do tema, e indica o que se pretende 
alcançar com a pesquisa. (Aqui a intencionalidade verbal tem sempre o sentido de 
busca e está diretamente relacionado ao problema) 
 
Específicos: 
 
É uma visão mais específica do tema e buscam respostas para as 
questões norteadoras. Sugere-se, no entanto, que estes deverão ser postos na 
intencionalidade do estudo a ser alcançado. (Portanto são as questões 
norteadoras acrescidas dos seguintes verbos: identificar, investigar, perceber, 
compreender, analisar, desvelar, buscar, verificar, conhecer, entender, 
acompanhar etc.) 
 
Delimitação do Estudo 
 
 
 
campo. 
Aqui o aluno deve delimitar o espaço onde será feito a pesquisa de 
 
Relevância do Estudo 
 
Deixar claro para o leitor a qual a importância deste estudo, tanto no 
âmbito social, acadêmico e profissional. 
 
REFERÊNCIAL TEÓRICO 
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57 
 
 
 
É o diálogo realizado entre o autor da pesquisa e os diversos autores lidos, 
onde ora se fala do autor com as próprias palavras, ora se pontua o autor como 
ele escreve, ora se faz as interpelações, ou seja, se expressa o entendimento do 
assunto lido, contextualizando-o para fundamentar o tema estudado. Neste 
momento o aluno comporá quantos capítulos necessários, de modo a responder 
as indagações constantes no problema, objetivos e contemple a temática como 
toda. 
 
MÉTODO E PROCEDIMENTOS: (Responde como e onde pesquisar) 
 
Neste capítulo se indica como realizar a pesquisa. Nele especifica-se o 
tipo de estudo que se fará o método a ser utilizado, o local onde se realizará o 
estudo, quais os sujeitos da pesquisa, técnicas e instrumentos que serão 
utilizados para efetivar a pesquisa em campo, e definir qual ou quais as 
abordagens que se utilizará para efetivação da analise dos dados, bem como se 
procederá esta referida análise. 
 
CRONOGRAMA: É a previsão do tempo necessário para a realização de cada 
fase da pesquisa. O cronograma responde a questão quando pesquisar? 
 
 
 
REFERÊNCIAS: 
 
São as relações dos livros, autores, periódicos e outros, utilizados na 
pesquisa. Deverá ser justificada para esquerda. O espaçamento das entre linhas 
é simples e o entrelinhamento de um autor para outro é duplo. Seguir as 
orientações já mencionadas anteriormente 
 
ANEXOS: 
 
Consta dos instrumentos de coleta de dados que deverá ser utilizado 
para fazer a pesquisa de campo. 
Inex – Instituto Nacional de Educação e Extensão | 
 
58 
 
 
 
REFERÊNCIAS 
 
ANDRADE, Maria M. de. Como preparar trabalhos para os cursos de pós- 
graduação. São Paulo: Atlas, 1997. 
 
 
 Introdução à Metodologia do Trabalho Científico. 7. 
2. São Paulo: reimpr, Atlas, 2006. 
 
 
 
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Apresentação de 
relatórios técnico-científicos: NBR 10719. Rio de Janeiro: ABNT, 1989. 1991, e 
2003. 
 
 
 
BOGDAN, Robert & BIKLEN, Sari. Investigação Qualitativa em Educação. 
Porto: Porto Editora,1994. Coleção Ciências da Educação, n.12. 
 
 
 
BARBOSA, A. A S. M. Amara ; EMILIA, A. A dissertação e o pensamento 
lógico. In: Escrever é desvendar o mundo. 2. Campinas. São Paulo: Papirus, 
1987. 
 
 
 
BLACKBURN, R. & PUTTEN, J.V. & PENNA F. T. Avaliação de docentes e do 
ensino. Brasília: UNB/Cátedra da UNESCO de Educação a Distância. 1998. 
 
 
 
CARMO-NETO, Dionisio. Metodologia científica para principiantes. 3. 
Salvador-BA: American World University Press, 1996. 560 p. 
 
 
 
CERVO, Amado; BERVIAN, Pedro. Metodologia Científica. 5. São Paulo: 
Prentice Hall, 2004. 
 
 
 
DE SORDI, Maria Regina Lemos. A avaliação da aprendizagem universitária em 
tempos de umdanças: a inovação ao alcance do educador comprometido. In: 
VEIGA, I. P. A; CASTANHO, M. E. L. M. (Orgs). Pedagogia universitária: a aula 
em foco, Campinas-SP: Papirus, 2000. 
 
 
 
DESLANDES, Suely Ferreira. A construção do projeto de pesquisa. In: MINAYO, 
Maria Cecília (org). Pesquisa social: teoria, método e criatividade. 20. 
Petrópolis-RJ: Vozes, 1994. 
Inex – Instituto Nacional de Educação e Extensão | 
 
59 
 
 
 
 
 
GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 4. São Paulo: Atlas, 
2007. 
 
 
 
GONÇALVES, E. P. Escolhendo o percurso metodológico. In: GONÇALES (Org). 
Iniciação a pesquisa científica. 2001. 
 
 
 
LAKATOS, Eva M.; MARCONI, Marina A. Fundamentos de Metodologia 
Científica. 6. São Paulo: Atlas, 2007. 
 
 
 Técnicas de Pesquisa. 6. ed. 2. reimpr. 
São Paulo: Atlas, 2007. 
 
 
 
FAZENDA, I.(org). A Pesquisa em Educação e as Transformações do 
Conhecimento. São Paulo: Papirus, 1995. 
 
 
 Metodologia da pesquisa educacional. 7. São Paulo: Cortez, 2001. 
(Biblioteca da Educação, Série I, Escola; v.11). 
 
 
 
LAKATOS, Eva M, MARCONI, Marina de Andrade. Fundamentos de 
Metodologia Científica. Atlas, São Paulo, 1991. 
 
 
 
MINAYO, Maria Cecília de Souza.(org.) Pesquisa Social: Teoria, método e 
criatividade. Petropolis-RJ: Vozes. 1994. 
 
 
 
SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do Trabalho Científico. 22. São 
Paulo: Cortez, 2006. 
 
 
 
TRUJILLO, Ferrari Afonso. Metodologia da Ciência. 3. Rio de Janeiro: Kennedy, 
1974. 
 
 
 
TEIXEIRA, Elizabeth. As Três Metodologias: acadêmica da Ciência e da 
pesquisa. 4. Belém: UNAMA, 2001. 
Inex – Instituto Nacional de Educação e Extensão | 
 
60 
 
 
 
APÊNDICE 
 
 
VERBOS QUE PODEM SER USADOS NA ELABORAÇÃO DE OBJETIVOS c 
 
 
CONHECIMENTO 
 
COMPREENSÃO 
 
APLICAÇÃO 
 
ANÁLISE 
 
SÍNTESE 
 
AVALIAÇÃO 
 
Apontar 
Associar 
Corresponder 
Definir 
Descrever 
Delinear 
Denominar 
Enunciar 
Enumerar 
Esboçar 
Identificar 
Igualar 
Listar 
Marcar 
Mencionar 
Nomear 
Relatar 
Reproduzir 
Referir 
Sublinhar 
Rotular 
Selecionar 
 
Converter 
Discutir 
Desvelar 
Exemplificar 
Explicar 
Expressar 
Generalizar 
Identificar 
Interpretar 
 
Investigar 
Justificar 
Localizar 
Narrar 
Reafirmar 
Reescrever 
Revisar 
Traduzir 
Traduzir 
Transcrever 
Ilustrar 
Reorganizar 
Demonstrar 
Inferir 
Diferenciar 
 
Aplicar 
Calcular 
Converter 
Demonstrar 
Dramatizar 
Empregar 
Esboçar 
Identificar 
Ilustrar 
Manipular 
Modificar 
Operar 
Praticar 
Produzir 
Resolver 
Solucionar 
Traçar 
Usar 
Utilizar 
Organizar 
Generalizar 
Descobrir 
Preparar 
 
RelacionarMostrar 
 
Analisar 
Calcular 
Categorizar 
Comparar 
Debater 
Decompor 
Diferenciar 
Diagramar 
Discriminar 
Distinguir 
Esboçar 
Examinar 
Identificar 
Lustrar 
Investigar 
Provar 
Relacionar 
Separar 
Subdividir 
Assinar 
Assinalar 
Subdividir 
Selecionar 
 
Combinar 
Compor 
Conjugar 
Construir 
Coordenar 
Dirigir 
Criar 
Escrever 
Formular 
Modificar 
Organizar 
Planejar 
Projetar 
Propor 
Transferir 
Documentar 
Desenvolver 
Organizar 
Sintetizar 
Imaginar 
Categorizar 
Explicar 
Reconstruir 
Relacionar 
 
Criticar 
Descrever 
Apreciar 
Avaliar 
Contrastar 
Comparar 
 
Concluir 
Discriminar 
Escolher 
Estimar 
Explicar 
Justificar 
Medir 
Selecionar 
Relacionar 
Sustentar 
Taxar 
Validar 
Valorizar 
Padronizar 
Argumentar 
Decidir 
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61 
 
 
 
 
 
 
 
UTILIZAÇÃO DE VERBOS PARA A ELABORAÇÃO DOS OBJETIVOS 
 
MENOS INTERPRETAÇÃO MAIS INTERPRETAÇÃO 
 
Apontar Adquirir 
 
Aplicar Apreciar 
 
Classificar Aperfeiçoar 
 
Comparar Aprender 
 
Contrastar Compreender 
 
Distinguir Conhecer 
 
Escrever Desenvolver 
 
Exemplificar Dominar 
 
Listar Entender 
 
Enumerar Julgar 
 
Marcar Melhorar 
 
Numerar Raciocinar 
 
Relacionar Saber 
 
Traduzir Verificar 
 
Manifestar Identificar 
 
 
 
 
Atenção: a indicação de tais verbos, não significa que outros não possam ser 
utilizados. Neste particular, destaca-se apenas que propostas de “AVALIAR” UM 
DETERMINADO FENOMENO (por exemplo), requerem um aprofundamento que, 
talvez, não seja viável ou coerente para esta etapa de qualificação. Além do fato 
de que ao estabelecer os objetivos para o projeto devem ser considerados 
aspectos como: tempo para pesquisa e elaboração do trabalho. 
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62 
 
 
 
PALAVRAS AUXILIARES PARA FAZER “LIGAÇÃO” EM TEXTOS 
 
 
 
A eles, em especial 
A esse respeito Silva 
A esta altura 
A este propósito 
À medida que 
A título de 
 
Acontece apenas que 
Afora outras 
Agora que 
Ainda assim 
Ainda mais 
Além de 
Além disso 
Alguns casos são a priori evidentes 
Analogamente 
Antes de tudo 
Ao contrário 
Ao final dessa 
Ao lado de 
Após a 
Aqui, depara-se com 
 
Assim fazendo 
Assim Tal tese 
Assim também 
Pois, 
Até porque 
Caso haja 
Caso se pretenda 
Certa vez 
Claro está 
 
Com base nessas 
Com efeito, às vezes 
Como efeito 
Como já disse 
Como quer que seja 
Como se pode observar 
Conclui-se 
Contudo 
 
Convêm, no entanto 
Da mesma forma 
De repente 
Desse modo 
 
Devo, pois, antes de tudo 
Diante de 
Diga-se de passagem 
E assim 
É claro que 
 
Á fora de duvida que 
É possível que 
O mesmo sucede 
O modo mais 
O próprio SILVA, já citado, recorda ainda que 
Ora, estando 
Ora, se estivesse 
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63 
 
 
 
ORIENTAÇÕES QUE POSSIBILITAM A CONSTRUÇÃO DE UM FAZER CIENTÍFICO 
 
 
EXPRESSÕES CONDENÁVEIS 
 
OPÇÕES 
 
A nível (de), ao nível 
Face a, frente a 
Onde (quando não exprime “lugar”) 
(medida) visando... 
sob um ponto de vista 
Sob um prisma 
com sendo 
em função de 
 
Em nível, no nível 
 
Ante, diante de, em face, em vista de, perante 
Em que, na qual, nas quais, no qual nos... 
(medidas) destinadas a 
de um ponto de vista 
 
por (ou através de) um prisma 
suprimir a expressão 
em virtude de, por causa de, em conseqüência 
de, por, em razão de 
 
EXPRESSÕES NÃO-RECOMENDÁVEIS 
 
OPÇÕES 
 
 Partir de (a não ser com valor temporal) 
 
 
 
 Através de (para exprimir “meio ou 
instrumento) 
 
 
 Devido a 
 
 
 
 Dito 
 
 Fazer com que 
 
 Inclusive (a não ser quando significa 
Incluindo-se). 
 
 No sentido de, com vista a 
 
 
 
 Pois (início de oração) 
 
 Principalmente 
 
 Com base em, tomando-se por base, 
valendo-se de 
 
 Por, mediante, por meio de, por intermédio 
de, segundo ... 
 
 Em razão de, em virtude de, graças a, por 
causa de 
 
 Em razão de, em virtude de, graças a, por 
causa de 
 
 Citado mencionado 
 
 Compelir, constranger, fazer que, forçar 
 
 Até, ainda, igualmente, mesmo, também 
 
 
 
 A fim de, para, com o fito, (ou objetivo ou 
intuito) com a finalidade de, tendo em vista 
 
 Já que, porque, uma vez que, visto que 
 
 Especialmente, mormente, sobretudo em 
especial, em particular. 
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64 
 
 
 
CLASSIFICAÇÃO DAS CONJUNÇÕES 
 
 
Coordenativas 
 
Subordinativa 
 
Adversativa: mas, porém, contudo, todavia, 
entretanto, no entanto... 
 
Alternativa: ou, ou... ou, ora... ora, quer... 
quer, seja... seja... 
 
Conclusiva: logo, por isso, pois (depois do 
verbo), portanto... 
 
Explicativa: que, porque, pois (antes do 
verbo)... 
 
Causal: porque, já que, uma vez que, 
porquanto, como (no início da frase)... 
 
Comparativa: como, assim como, que do que 
(precedido de mais, menos, maior, menor, 
melhor, pior)... 
 
Concessiva: embora, ainda que, conquanto 
que, mesmo que, apesar de que, s bem que, 
posto que... 
 
Condicional: se, caso, a menos que, contanto 
que, desde que (seguido de verbo no 
subjuntivo), a não ser que... 
 
Conformativa: conforme, consoante, segundo, 
como... 
 
Consecutiva: que (precedido de tal, tão, tanto, 
tamanho), de sorte que, de modo que... 
 
Final: a fim de que, para que... 
 
Proporcional: à medida que, à proporção que, 
ao passo que, quanto mais, quanto menos, 
quanto maior, quanto melhor (em correlação 
com tanto mais, tanto menos, tanto maior, 
tanto pior)... 
 
Temporal: quando, enquanto, logo que, 
depois que, antes que, desde que, assim que, 
até que, mal (= quando, assim que)... 
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65 
 
 
 
RELAÇÕES ESTABELECIDAS PELAS PREPOSIÇÕES 
 
 
Relação 
 
Exemplo 
 
AssuntoTodos só falavam sobre futebol. 
 
Aqueles repórteres entendiam de política. 
 
Companhia 
 
As crianças saíram com seus pais. 
 
Lugar 
 
Nós iremos (a, até, para – Fortaleza.) 
 
Durante a viagem, passamos por Belo 
Horizonte. 
 
Nós estávamos em São Paulo, dia 21. 
Coloquei o doce sobre a mesa. 
Passeavam sob um lindo sol. 
Após aquela rua, fica o shopping. 
 
Matéria 
 
Compraram uma porta de ferro. 
 
Modo 
 
Vestiu-se com elegância para a festa. 
 
Oposição 
 
Muitos cidadãos agem contra a violência. 
Saíram muitas notícias contra o governo. 
 
Posse 
 
Os cabelos de Gláucia são pretos e brilhantes. 
 
Tempo 
 
Esperamos nossos amigos até a meia-noite. 
Faremos esse trabalho em outro dia. 
Desde ontem está chovendo. 
 
Após a tempestade, tudo estava inundado. 
Você sairá a essa hora? 
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1 – INDICADOR DE OPOSIÇÃO, CONTRASTE, ADVERSÃO 
 
 
Preposições, conjunções e locuções Mas, porém, todavia, entretanto, no entanto, embora, 
 
contra, apesar de, não obstante, ao contrário, etc. 
 
 
2 – Indicadores de causa e conseqüência 
 
 
Preposições, conjunções e locuções Porque, visto que, em virtude de, uma vez que, devido a, 
 
por motivo de, graças a, sem razão de, em decorrência de, 
por causa de, etc. 
 
3 – Indicadores de finalidade 
 
 
Preposições, conjunções e locuções A fim de, a fim de que, com o intuito de, para, para a, para 
 
que, com o objetivo de, etc. 
 
 
4 – Indicadores de esclarecimento 
 
 
Preposições, conjunções e locuções Vale dizer, ou seja, quer dizer, isto é, etc 
 
 
5 – Indicadores de proporção 
 
 
Preposições, conjunções e locuções À medida que, à proporção que, ao passo que, tanto 
 
quanto, tanto mais, a menos que, etc. 
 
 
6 – Indicadores de tempo 
 
 
Preposições, conjunções e locuções Em pouco tempo, em muito tempo, logo que, assim que, 
 
antes que, depois que, quando, sempre que, etc. 
 
 
7 – Indicadores de condição 
 
 
Preposições, conjunções e locuções Se, caso, contanto que, a não ser que, a menos que, etc. 
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INSTITUTO NACIONAL DE EDUCAÇÃO E EXTENSÃO- INEX 
 
 
 
I MOSTRA DE ............. 
 
 
 
 
 
 
 
(Título)¹ 
 
 
 
 
Ângela ² 
 
PROFESSOR (orientador)³ 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
INTRODUÇÃO 
 
Dar uma ideia do assunto, justificando o problema estudado de forma clara e concisa. No último parágrafo deve 
conter os objetivos do trabalho realizado. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
DESENVOLVIMENTO 
 
Apresentar de forma sucinta os principais eixos teóricos abordados. (USAR CITAÇÃO) 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
CONCLUSÕES 
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( focalizar a que conclusões se chegou após a leitura do livro) 
 
 
 
 
 
 
 
 
REFERÊNCIAS 
 
Identifique no máximo três ou quatro autores mais importantes referentes ao tema investigado. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
¹Trabalho apresentado................................ 
 
² Acadêmicos do curso de ........................ 
³ Orientador........... 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
OBSERVAÇÕES AOS ORIENTANDOS 
 
• Solicito que façam e enviem para que eu veja e aprove. 
 
• O tamanho do banner deve ser padrão (1m e 20 cm de comprimento por 90 cm de largura). 
 
• É necessário o símbolo, da instituição 
 
 
 
 
 
 
 
NO BANNER DEVERÁ CONSTAR: 
 
 
 
 
 
 
 
-mail (no rodapé). 
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Desenvolvimento (Deve constar o Referencial Teórico); 
 
 
 
ias. 
 
Sugerimos que seja utilizado o mínimo de texto. A fonte recomendada para digitação do texto é Arial 
Unicode MS em tamanho 35, de maneira a permitir a leitura a pelo menos 2 m de distância. Utilize fonte 
tamanho 45 para o título. 
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