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2014 Metodologia dos Trabalhos Acadêmicos e Científicos Este manual visa esclarecer aos alunos do Inex, o modelo estruturante do artigo adotado pela Instituição. Dentro das normas estabelecidas pela ABNT. INEX – Instituto Nacional de Educação e Extensão 1 COORDENADOR DO INEX PROF. THIAGO DA SILVA ALVES ELABORAÇÃO MSc. Maria Augusta Lima das Neves MSc. Roseane Rodrigues Siqueira MSc. Tatiana Cristina Vasconcelos Maia Inex – Instituto Nacional de Educação e Extensão | 2 3 SUMÁRIO APRESENTAÇÃO................................................................................................. 05 UNIDADE 1 – METODOLOGIA ACADÊMICA...................................................... 07 1.1 APRESENTAÇÃO GRÁFICA DOS TRABALHOS-ABNT – NBR-14724 ....... 1.2 ELEMENTOS PRÉ-TEXTUAIS........................................................................ 1.3 ELEMENTOS TEXTUAIS................................................................................ 1.4 ELEMENTOS PÓS-TEXTUAIS........................................................................ UNIDADE 2 – ELEMENTOS DE APÓIO – NBR 14724........................................ 16 2.1 MODELOS DE REFERENCIAS....................................................................... 2.2 AUTOR DATA E AUTOR SISTEMA NUMÉRICO............................................ 2.3 PROCESSO DE CITAÇÃO – ABNT-NBR-10520............................................ 2.3.1 CITAÇÃO DIRETA E INDIRETA................................................................... 2.3.2 CITAÇÃO DE CITAÇÃO............................................................................... UNIDADE 3 – COMUNICAÇÃO CIENTÍFICA....................................................... 26 3.1 FICHAMENTO................................................................................................. 3.2 RESUMO......................................................................................................... 3.3 RESENHA........................................................................................................ 3.4 RELATÓRIO.................................................................................................... 3.5 MEMORIAL...................................................................................................... 3.6 SEMINÁRIO..................................................................................................... 3.7 PAPER............................................................................................................. 3.8 ARTIGO........................................................................................................... 3.9 PORTIFÓLIO................................................................................................... Inex – Instituto Nacional de Educação e Extensão | 3 UNIDADE 4 – MEDOTOLOGIA DA PESQUISA................................................... 49 4.1 PROJETO DE AÇÃO SÓCIO-EDUCATIVA..................................................... 4.3 TIPOS DE PESQUISA E SEUS PROCEDIMENTOS...................................... 4.4 PROJETO DE PESQUISA............................................................................... REFERÊNCIAS...................................................................................................... 59 APÊNDICES.......................................................................................................... 61 Inex – Instituto Nacional de Educação e Extensão | 4 APRESENTAÇÃO Prezado aluno! A normalização de documentos técnico-científicos é fundamental para que seja alcançada a excelência no meio acadêmico. Instituto Nacional de Educação e Extensão- INEX, na busca de uma padronização para os trabalhos acadêmicos, elaboraram este Guia Acadêmico, que estabelece recomendações para a apresentação dos acadêmicos: Paper, Artigos, Resenha, Resumo e todo e qualquer trabalho acadêmico. De acordo com as regras institucionais, em algumas situações, podem ser apresentados, na Pós-Graduação. A padronização aqui recomendada tem como base as normas para documentação elaboradas pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). Nos casos omissos, não relatados pela ABNT, recorreu-se a outras normas consagradas pelo uso e registradas na literatura sobre o assunto. Procurou-se proporcionar explicações adicionais, para uma melhor compreensão e uso correto das NBR 14724/2005, Informação e documentação – trabalhos acadêmicos – apresentação; NBR 6023/2002, Informação e documentação – referências – elaboração e NBR 10520/2002, Informação e documentação – citações em documentos – apresentação. Portanto, as diretrizes aqui apresentadas visam orientar o processo de elaboração de trabalhos acadêmicos. Bons Estudos ! Inex – Instituto Nacional de Educação e Extensão | 5 O trabalho acadêmico está estruturado em elementos pré-textuais, elementos textuais e elementos pós-textuais. Alguns destes elementos são obrigatórios e outros opcionais. ESTRUTURA ELEMENTO CARACTERÍSTICA PRÉ-TEXTUAL Capa Folha de Rosto Folha de Aprovação Dedicatória Agradecimento Epígrafe Resumo da Língua Vernácula Resumo em Líng. Estrangeira Listas de Ilustrações Opcionais Listas de Tabelas Opcionais Lista de Abrev. e Siglas Listas de símbolos Sumário Obrigatório Obrigatório Obrigatório Opcional Opcional Opcional Obrigatório Obrigatório Opcional Opcional Opcional Opcional Obrigatório TEXTUAL Introdução Desenvolvimento Conclusão PÓS TEXTUAL Referências Obras consultadas Glossário Apêndice Anexo Obrigatório Opcional Opcional Opcional Opcional Inex – Instituto Nacional de Educação e Extensão | 6 UNIDADE 1 – METODOLOGIA ACADÊMICA - APRESENTAÇÃO GRÁFICA DOS TRABALHOS ACADÊMICOS E CIENTÍFICOS - CONFORME ABNT - NBR-14724 1.1 FORMATO Os textos devem ser digitados em papel branco, formato A4 (21 cm x 29,7) no anverso das folhas, exceto a folha de rosto, quando houver a ficha catalográfica, deve ser impresso em cor preta, podendo utilizar outras cores somente para as ilustrações. Para digitação a fonte deve ser 12, para todo texto, exceto para as citações com mais de três linhas, notas de rodapé, paginação e legendas das ilustrações, tabelas, que devem ser digitadas em fonte 10. 1.1.2 ESPACEJAMENTO O texto dever ser digitado com espacejamento de 1,5 (deliberação da Instituição), excetuando as citações com mais de três linhas, nota de rodapé, legendas das ilustrações e das tabelas, referências, fichas catalográfica quando houver, (devem ser digitados em espaço simples). As referências, ao final do trabalho, devem ser separadas entre si por dois espaços simples. 1.1.3 PAGINAÇÃO Todas as folhas do trabalho, a partir da folha rosto, são contadas sequencialmente, porém a numeração é registrada a partir da primeira folha da parte textual, em algarismo arábico, no canto superior direito da folha, a 2 cm da borda superior. 1.1.4 ENTRADA DE PARÁGRAFO Esta deve ser recuada a 2 cm da margem esquerda. 1.1.5 INDICATIVOS DA LINGUAGEM ADEQUADA PARA ESCRITA DE TEXTOS A escrita adequada do texto deve ser na 3ª pessoa do singular, voz ativa. 1.1.6 NUMERAÇÃO PROGRESSIVA DOS TÍTULOS Esta está assim designada: seção primária, secundária, terciária, quaternária e quinaria. Para evidenciar a sistematização do conteúdo do trabalho, deve-se adotar a numeração progressivapara as seções do texto. Os títulos das seções primárias, por serem as principais divisões de um texto, devem iniciar em folhas distintas. Destacam-se gradativamente os títulos das seções, utilizando-se dos recursos de negrito, caixa alta ou versal, conforme ABNT NBR-6024, no sumário e de forma idêntica no texto. Inex – Instituto Nacional de Educação e Extensão | 7 1.1.6.1 emplo: 1 INTRODUÇÃO – Seção primária (Tudo maiúsculo e negritado) 2 REVISÃO DA LITERATURA – Seção primária (Idem) 2.1 HISTÓRICO DA EDUCAÇÃO – Seção secundária (Tudo maiúsculo sem negrito) Exemplos: 2.2 RINCIPAIS CONCEITOS 2.2.1 Ciência hoje – Seção terciária – digitada em negrito apenas com a inicial da Frase maiúscula 2.2.2 Níveis de Conhecimento – Seção quaternária – digitada em negrito com as iniciais de cada palavra em maiúscula. 2.2.2.1Conhecimento Empírico – Seção quinaria – digitada sem negrito com as iniciais de cada palavra em maiúscula 2.2.2.2 Conhecimento Religioso – Seção quinaria OBS: A numeração de todos esses itens se inicia na margem esquerda da folha, sem nenhum recuo. 1. 2 ELEMENTOS PRÉ-TEXTUAIS 1. 2.1 MODELOS DE CAPAS 1. 2.1.1 Capa Modelo capa dura nas cores azul e preta Deve acompanhar o formato da fonte do trabalho digitado. Deve conter o nome da Instituição, nome dos autores, título e subtítulo, local e ano, digitado em espaço simples. Para título fonte 16 e as demais escritas deve ser em fonte l4, impressa em dourado. Deve seguir a formatação de: 3 cm para as margens esquerdas e superiores e 2 cm para as margens direitas e inferiores. Ver Figura 1. 1. 2.1.2 Folha de rosto Segue as mesmas orientações da capa, com uma ressalva, a escrita do texto em que se faz a apresentação o trabalho deve ser digitado em fonte 12, em negrito, a partir do meio da mancha do papel para direita em espaço simples. Ver Figura 2. Inex – Instituto Nacional de Educação e Extensão | 8 1.2.1.3 Ficha catalográfica Deve ser feito no verso da folha de rosto (caso o trabalho exija). 1.2.1.4 Errata Utiliza-se este procedimento quando o trabalho já estiver concluído e for detectado algum tipo de erro no mesmo, deve ser feito uma lista contentos os erros com as devidas correções, indicando-se as folhas e as linhas em que aparecem os referidos erros. Deverá ser impresso em papel avulso ou encartado. Inserir obrigatoriamente após a folha de rosto em todas as cópias. Ver figura 3. 1.2.1.5 Folha de aprovação É um elemento obrigatório, deve constar logo após a folha de rosto, seguir o modelo que consta na Figura 4. Este modelo é para apresentação de trabalhos acadêmicos e inclusive o TCC, Monografias e teses seguem outro padrão. A data da avaliação deve ser colocada, tão seja realizada a mesma e acompanhada da data. 1. 2.1.6 Dedicatória Elemento opcional, nas quais o autor pode prestar homenagens ou dedicar seu trabalho a quem considerar necessário. Esta folha não recebe título. Ver figura 5. 1. 2.1.7 Agradecimentos Aqui o autor deve fazer suas manifestações de agradecimentos a pessoas e/ou instituições que tenham colaborado diretamente para com a produção do trabalho. O título deve estar centralizado, sem indicativo numérico. A digitada deve feita a partir do meio da marcha para a direita, em fonte 12 e justificado. Ver Figura 6. 1. 2.1.8 Epígrafe Elemento opcional. Aqui o autor dever apresentar uma citação, seguida de indicação de autoria. Deve estar relacionada com o assunto tratado no estudo. O texto deve ser escrito a partir do meio da mancha do papel para direita em fonte 12 e espaço simples, justificado e sem título. Ver Figura 7. 1. 2.1.9 Resumo língua vernácula Este tem como objetivo principal evidenciar os pontos relevantes de um texto. Apresentar o objetivo do estudo, problema, método utilizado para realização do mesmo, os principais resultados e uma breve conclusão dos TCC”s, monografias, dissertações ou Inex – Instituto Nacional de Educação e Extensão | 9 teses. O título deverá estar centralizado sem indicativo numérico. O texto deve ser digitado em fonte 12, espacejamento simples (deliberação da Instituição), ocupando a terceira pessoa do singular e verbo na voz ativa. Sem parágrafos e deve ter entre 250 a 500 palavras, distribuídas em aproximadamente em 400 caracteres, constituindo cerca de 20 linha. Não deve conter figuras, gráficos, tabelas e referências. Palavras-chave – Elemento necessário no resumo. Deve vir logo abaixo do texto, separadas entre si por ponto como também finalizada pelo ponto e deve conter no máximo em número de cinco palavras. Ver figura 8 (ABNT-BNR- 6028). 2.1.10 Listas Estas correspondem a um rol de elementos ilustrativos e explicativos que fazem parte do corpo do texto. Podem ser incluídas seguintes listas: tabelas, Figuras, Gráficos, Mapas, fotografias, fórmulas. Estas não constituem elementos obrigatórios no trabalho, caso seja solicitado deve seguir as regras. Ver figura. 9 2.1.11 Sumário De acordo com a ABNT-NBR-6027 é a enumeração das principais divisões constantes do documento. Deve ser digitado em fonte 12, e espaço em simples, e seguir a mesma seqüência em que aparecem no texto, deve constar para cada seção a numeração da cada parte. A palavra sumário dever vir centralizada sem numeração. Os elementos pré-textuais não devem constar no sumário. Ver figura 10. Inex – Instituto Nacional de Educação e Extensão | 10 2.1.13 Exemplos dos modelos das capas NOME DA INSTITUIÇÃO NOME DO (A) ALUNO (A) OU EQUIPE (CENTRALIZADOS, EM ORDEM ALFABÉTICA E EM CAIXA ALTA) TÍTULO DO TRABALHO Cidade Ano NOME DA INSTITUIÇÃO NOME DO (A) ALUNO (A) OU EQUIPE TÍTULO DO TRABALHO Pré-Projeto apresentado ao curso de Gestão Educacional e Projeto do Inex para obtenção do grau de Especialista em Gestão Escolar, Figura 1- Modelo de capa Figura 2- Modelo de folha de rosto Inex – Instituto Nacional de Educação e Extensão | 11 1.3 ELEMENTOS TEXTUAIS 1.3.1 TEXTO 12 RESUMO Principalmente nós cidadãos Latinos Americanos, devemos aproveitar este momento histórico para dar um salto qualitativo necessário para reduzir o fosso existente entre esse quarteirão do mundo e o resto das nações desenvolvidas. “Osmar Garcia Neto” O resumo de um trabalho científico deve conter os pontos principais do estudo, sendo este claro e preciso, onde o leitor perceba ao ler, o objetivo, o método, os resultados e conclusões do referido estudo. Os trabalhos acadêmicos devem conter de 250 a 500 palavras, deve ser digitado em espaço simples deve-se usar o verbo na voz ativa e na terceira pessoa do singular, não se deve utilizar parágrafos. Palavras –chave: Figura 7 – Modelo para folha de epigráfe Figura 8 – Modelo para folha de resumo LISTA DE TABELAS Tabela 1 - Tabela do Perfil dos sujeitos 30 Tabela 2 - Tabela de faixa etária 42 Tabela 3 - Tabela do senso IBGE/2004 60 Figura 9 – Listas de Tabelas, Figuras, Gráficos e Mapas INTRODUÇÃO 07 1.1 O PROBLEMA DA PESQUISA 20 1.2 OBJETIVOS 22 1.3 DELIMITAÇÃO DO ESTUDO 25 1.4 ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO 28 2 O BRASIL E PROCESSO DE EDUCAÇÃO 30 2.1 CONTEXTUALIZAÇÃO HISTÓRICA 3 MÉTODOS E PROCEDIMENTOS40 Figura 10 – Sumário Inex – Instituto Nacional de Educação e Extensão | 12 Aqui consta a parte do trabalho onde é exposta a matéria. Deve conter três partes principais do mesmo: introdução desenvolvimento e conclusão. Os títulos e subtítulos das seções que compõem o corpo do trabalho, devem ser alinhados a margem esquerda, acompanhados de seus indicativos numéricos grafados em algarismo arábicos e separados entre si por um espaço de caracteres. Todas as seções primárias devem ser iniciadas em folhas novas. Observar o item 1.6.1 deste documento. 1.3.2 INTRODUÇÃO Parte inicial do texto na qual devem ser relatados os assuntos tratados no estudo, as justificativas, os objetivos e razões que levaram a escrever sobre o mesmo, a relevância e outros elementos importantes previsto no projeto pesquisa, para situar o tema. Apresentar uma descrição geral e resumida do trabalho, (constar todos os elementos importantes do projeto de pesquisa). O pesquisador oferece ao leitor uma síntese dos conceitos da literatura, bem como expressa sua própria opinião a respeito do assunto abordado. Pontua como o trabalho está constituído do início ao fim. 1.3.3 DESENVOLVIMENTO Parte principal do texto que deve conter a exposição ordenada e pormenorizada do que versa o assunto. Devem ser divididas em seções e subseções. Para trabalhos que apresentam pesquisa em laboratório ou estudo de campo. O desenvolvimento das monografias, dissertações e teses, devem apresentar a seguinte ordem: Revisão da literatura, proposição, método e materiais, resultados e discussão. 1.3.3.1 Revisão da Literatura É a etapa onde se dá o aprofundamento teórico resultante da pesquisa bibliográfica referente ao tema selecionado pelo pesquisador. É parte importante do estudo, onde serão expostos de maneira ordenada através de subitens, os assuntos abordados. Deve conter: contextualização histórica; abordagem teórico- metodológica estabelecendo um diálogo entre as ideias dos autores consultados. Inex – Instituto Nacional de Educação e Extensão | 13 1.3.2 PROPOSIÇÃO Caso o trabalho exija, o pesquisador deve expressar com coerência a relação entre o tema, a literatura abordada o material e o método. (Em trabalhos de graduação esta exigência não é necessária. 1.3.3 MÉTODO E MATERIAIS Este espaço destina-se a expor os meios pelos quais o pesquisador se valeu para execução do trabalho. Sugere-se que para escrita desse item o autor fazê-la em subseções como: método e o tipo de estudo adotado, os sujeitos arrolados no referido estudo, os instrumentos utilizados para a coleta de dados, bem como os procedimentos utilizados para análise dos dados. 1.3.4 ULTADOS E DISCUSSÃO Nesta seção o pesquisador deve expor os resultados alcançados, podendo apresentá-los em forma gráficos, tabelas e outros. Aqui o autor tem liberdade para fazer suas interpretações, deduções a respeito do assunto estudo, bem como compor esta discussão com os autores estudados na revisão da literatura. 1.3.5 CLUSÃO OU CONCLUSÕES Parte final do texto deve expressar com lógicas os fatos definitivamente demonstrados ou claramente deduzidos ao longo do estudo. Apontar se o problema foi esclarecido, ou seja, responder a proposição, considerar ainda a importância do estudo e suas contribuições e sugerir encaminhamento a outros estudos. 1.4 ELEMENTOS PÓS-TEXTUAIS – ABNT-NBR-6023 Estes elementos completam o trabalho. 1.4.1 REFERÊNCIA É a relação dos livros, autores, periódicos e outros, utilizados na pesquisa. Deve ser justificada apenas a margem esquerda. O espaçamento das entre linhas é simples e de um autor para outro é um e meio (1,5). Deve ser Inex – Instituto Nacional de Educação e Extensão | 14 apresentada em ordem alfabética por autor (sistema autor-data). Em hipótese nenhuma deve conter nesta lista autores que não foram utilizados no corpo do texto e vice-versa. O título é centralizado sem indicativo numérico. 1.4.2 APÊNDICES Esta seção este é um elemento opcional, serve para o autor apresentar texto ou documento elaborado pelo mesmo, como formulários dos instrumentos de coleta de dados da pesquisa, como também as tabelas de codificação dos resultados. Exemplo. APÊNDICE A – Avaliação das categorias de respostas dos educadores APÊNDICE B – Avaliação das categorias de respostas dos alunos 1.4.3 ANEXOS Consiste em um texto ou documento não elaborado pelo autor, mais serviu de fundamentação, comprovação ou ilustração na composição do trabalho. Exemplo: Anexo A – Indicadores do senso populacional da cidade de Belém 2006-2007; Anexo B – Legislação sobre direito autorais. Inex – Instituto Nacional de Educação e Extensão | 15 UNIDADE 2 – ELEMENTOS DE APÓIO – ABNT - NBR 14724 2.1 MODELOS DE REFEÊNCIAS 2.1.1 Livros no todo e capítulos OBRAS COM ATÉ 3 AUTORES (Mencionam-se todos, na ordem em que aprecem na publicação, separados por ponto e vírgula, seguido de espaço. Título do capítulo. Local de Publicação, seguindo de dois pontos. Editora e ano). Observação está escrita é justificada apenas para a esquerda. Exemplo: GOMES, Ana; SILVA, Léo. A Ciência. Rio de Janeiro: Vozes, 1998. LIVROS COM MAIS DE 3 AUTORES: (Menciona-se o primeiro seguido da expressão et.al [et.alli=eoutros]). Exemplo: LAVILLE, Christian et al. A construção do saber: manual de metodologia da pesquisa em ciências humanas. Porta Alegre: Artes Médicas Sul Ltda. BH. UFMG, 1999. LIVRO COM ORGANIZADOR: (Se o responsável principal pela obra não for o auto da mesma, mas sim coordenador tradutor [... ] coloca-se ao lado do prenome, (Coord.) (org.) (trad). Exemplo: MINAYO, Maria Cecília de Souza (org.). Pesquisa Social: Teoria, método e criatividade. Petrópolis-RJ: Vozes, 1994. CAPÍTULO DE LIVRO COM AUTOR PRÓPRIO: Exemplo: GOMES, Romeu. A análise de dados em pesquisa qualitativa. In. MINAYO, Mª Cecília de Souza. (org.) Pesquisa Social: Teoria, método e criatividade. Petrópolis-RJ: vozes, 1994. MARTINS, Joel. A pesquisa qualitativa. In. FAZENDA. Ivani. (org.) Metodologia da pesquisa educacional. 7. São Paulo: Cortez, 2001. (Biblioteca da Educação, Série I, Escola: v: 11). 2.1.2 Trabalhos acadêmicos; monografias, dissertações e tese Inex – Instituto Nacional de Educação e Extensão | 16 TEIXEIRA, Rosimar Miranda. Psicogênese da escrita e da leitura: caminhos percorridos pelas crianças na descoberta do letramento. 2002. 63 f. (Monografia apresentada ao Curso de Pós-graduação em Psicopedagogia Institucional da UNAMA, para obtenção do grau de Psicopedagoga). Educação Sistematizada: práticas e saberes aplicados ao desenvolvimento dos povos indígenas Parakanã da região do Xingu oeste do Pará. 2007. 158 f. (Dissertação de Mestrado apresentada ao Curso de Pós-graduação estrito Sensu em Gestão e Desenvolvimento Regional - Taubaté: SP. UNITAU). 2.1.3 Publicações e periódicos 2.1.4 Congressos, conferências, simpósios, workshops, jornadas e outros. 2.1.5 Material especiais (discos, cd’s, dvd’s, fitas, filmes etc...) PAU no Gato! Por que? Rio de Janeiro: Sony Music Boock Case Multimídia Educacional, (1990). 1 CD-ROM. Windows3.1. O PONTO DE MUTAÇÃO. Rio de janeiro: Manchete Vídeo, 1987. 1 Videocassete (120 min.): VHS, SON., COLOR. 2.1.6 documentos em meios eletrônicos 2.1.6.1 Documentos Consultados na Internet WALBER, Paulo. A imprensa Fala (on line). Jan.1995.Disponível:<http:// www.cas.ufs. Edu/ english>. (capturado em 4 set. 1997). VASCONCELOS, J.L. M. Influência da nutrição sobre performance reprodutiva em gado leiteiro. Piracicaba: Agropoint, 2001. Disponível em: http://www.milkpoint.com.br. 2.1.6.2 Textos Recebidos por E-mail Inex – Instituto Nacional de Educação e Extensão | 17 (SOBRENOME, prenomes do autor. Assunto da mensagem. [mensagem pessoal]. Mensagem recebida por <e-mail do destinatário> data do recebimento, dia, mês e ano. Exemplo: ACCIOLY, F. Publicação eletrônica [mensagem pessoal]. Mensagem recebida por mtmendes@uol.combr em 26 jan. 2002 MUNIZ, Solange J. Cliente satisfeito. [mensagem pessoal]. Mensagem recebida por MSN_NewslettersBB@hotmail.com em 20 de fev. 2006. 2.1.7 PUBLICAÇÃO PERÍODICA 2.1.7.1 Revista no todo Exemplo: CAMINHOS DA TERRA. São Paulo: Peixes, 2006. Mensal. ISSN 0104-1541. 2.1.7.2 Artigo de revista Exemplo PELLEGRINE, Denise. Portas abertas para a paz. Revista Nova Escola. São Paulo: Ed. Abril, n.152, p.16. Maio, 2002. LOPES, Mauricio. Um modelo hídrico. Revista T&D. Desenvolvendo pessoas, São Paulo: v.11, n. 124, p.40-41, abr. 2003. 2.1.7.3 Artigo de jornal Exemplo: FERNANDA, Mena. Deus, não mora aqui. Folha de São Paulo, São Paulo, 26 de agosto, 2002.Caderno Folhateen. Inex – Instituto Nacional de Educação e Extensão | 18 ALVES, Joeldson. Nepotismo chega ao fim no judiciário. O liberal, Belém, 17 fev. 2006. ( Painel, p.1). 2.1. 8 DOCUMENTOS JURÍDICO 2.1.8.1 Referências legislativas Constituição Exemplo: BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil (1988) : promulgada em 5 de outubro de 1988. Organização do texto: Juarez de Oliveira. 4. São Paulo: Saraiva, 1990. 168 p. (Série Legislação Brasileira). LVES, Alexandre de. Constituição do Brasil interpretada. 5.. Ed. São Paulo: Atlas, 2005. 2.1.8.2 Legislação BRASIL. Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. LEX: Coletânea de legislação e jurisprudência, São Paulo: v. 60, p.3719-3739, dez. 1996. BRASIL. Decreto nº 1205, de 1º de março de 1994. Aprova a estrutura regimental do Ministério do Meio Ambiente e dá outras providências. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Brasília, DF, v.132, n. 146, p. 1232, 2 ago. 1994. Seção 1, pt. 1 2.1.8.3 Medida provisória BRASIL, medida provisória nº 1.569-9, de 11 de dezembro de 1997, estabelece multa em operações de importação, e dá providências. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 14 de dez. de 1997. Seção 1. p. 29514. 2.1.11 AUTOR ENTIDADE No caso de autor entidade, pode-se apresentá-lo: Tem entrada de modo geral, pelo seu próprio nome, por extenso. Exemplo: Inex – Instituto Nacional de Educação e Extensão | 19 ASSOCIAÇÃAO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 100520: Informação e documentação: citações em documentos: apresentação. Rio de Janeiro: 2002. Quando a entidade tem uma denominação, seu nome é precedido pelo nome do órgão superior, ou pelo nome da jurisdição geográfica à qual pertence. Exemplo: SÃO PAULO (Estado). Secretaria do Meio Ambiente. Diretrizes para a política ambiental do estado de São Paulo. São Paulo: 1193. Quando a entidade, é vinculada a um órgão maior, tem uma denominação específica que a identifica, a entrada é feita diretamente pelo seu nome. Em caso de duplicidade de nomes, deve-se acrescentar no final a unidade geográfica que identifica a jurisdição, entre parênteses. Exemplo: BIBLIOTECA NACIONAL (Brasília). Relatório da Diretoria-Geral: 1994. Rio de Janeiro, 1985. 40 p. 2.5 CITAÇÕES Citação é mencionar uma informação extraída de outra fonte (livros, revistas, CDR-ROM, fitas, documentos da internet). As citações apresentam três características diretas, indiretas e citação de citação. 2.5.1 CITAÇÃO DIRETA Transcrição literal de parte de um texto, esta pode ser com até três ou mais três linhas. 2.5.1.1 Regra geral de apresentação: Na citação direta, as chamadas pelo sobrenome do autor, instituição ou título devem ser em letras minúsculas quando incluídas na sentença e em letras Inex – Instituto Nacional de Educação e Extensão | 20 maiúsculas quando estiverem entre parêntese. Especificar no texto o ano de publicação da obra e paginas 2.5.1.2 Citação com menos até três linhas Devem ser apresentadas entre aspas duplas e incluídas na setença. Exemplo: “Precisamos estimular a formação continuada nas escolas para manter acesa a chama do conhecimento entre os professores” (GOMES, 2000, p.12); Segundo Perrenoud (200, p. 149) “as competências de gestão de classe são entendidas ordinariamente em termos de organização do tempo, do espaço e das atividades” Minayo (1994, p.10) afirma que “o campo científico, apesar de sua normalidade, é permeado por conflitos e contradições”. 2.5.1.3 Citação direta com mais de três linhas Devem ser destacadas com recuo de 4 cm da margem esquerda, digitada em fonte 10, espacejamento simples e sem aspas, negrito e espacejamento entre um texto e outro é duplo. Quando a chamada do autor for feita no início do texto, está escrita apresentar-se-á com ano e pagina dentro do parêntese, quando no final do texto todas as informações virão dentro do parêntese em maiúsculo. Exemplo: Minayo (1994, p.10) afirma que: Dentro de dimensões históricas imemoriais até os nossos dias, as religiões e filosofias têm sido poderosos instrumentos explicativos dos significados da existência individual e coletiva. A poesia e a arte continuam a desvendar lógicas profundas e insuspeitadas do inconsciente coletivo. A cooperação nem sempre implica projeto comum. Mesmo quando cada professor segue o caminho e “faz o que tem que fazer”, acontece ser do seu interesse incitar a fazer alianças, arranjos, colaborações pontuais, Inex – Instituto Nacional de Educação e Extensão | 21 sem, no entanto, fazer parte para duradouramente do mesmo grupo do mesmo grupo (PERREOUDE, 2000, p. 83) 2.5.2 ITAÇÃO INDIRETA A citação indireta é um texto redigido com base nas idéias do autor. Exemplo: De acordo com Minayo (1994) a pesquisa qualitativa representa um leque muito mais amplo dentro do processo da construção científica, por se tratar de um universo significativo das particularidades das relações que permeiam a ação pesquisada, mas que não pode ser quantificada. 2.5.3 ITAÇÃO DE CITAÇÃO Menção a um documento ao qual não se teve acesso direto, mas que se tomou conhecimento através da citação de outro autor. Neste caso a indicação é feita na seguinte ordem do texto. Esta deve ser utilizada o mínimo possível, pois pode ocorrer falsas interpretações e incorreções. Demo (1990 apud (TEIXEIRA 2001, p. 95) diz que: Autor ao qual citado por autor ao qual se teve acesso Não se teve Acesso Exemplo: Demo (1990 apud TEIXEIRA, 2001, p.95) quanto à pesquisa diz que: Pesquisa é sempre também dialogar, no sentido específico de produzir conhecimento do outro para si, e de si para o outro. Pesquisar passa a Inex – Instituto Nacional de Educação e Extensão | 22 ser ao mesmo tempo, método de comunicação [...] e conteúdo de comunicação. Quem não pesquisa apenas reproduz ou apenas escuta.Quem pesquisa é capaz de produzir instrumentos e procedimentos de comunicação. Quem não pesquisa assiste à comunicação dos outros. Pode-se fazer a citação usando apud no final da frase. Exemplo: [...] o viés organicista da burocracia estatal e o antiliberalismo cultural da política de 1937, foi preservado de modo encapuzado na Carta de 1946 (VIANA, 1986, p.172 apud SEGATO, 1995, p. 214-15). Pode-se fazer a citação usando apud no meio da frase. (Escrito normalmente no texto, só recuar quando a referida citação for direta e ultrapassar mais de três linhas, bem como parafraseando). Referencia-se na bibliografia a obra do autor lido. Exemplo: No modelo serial GOUGH (1972 apud NARDI, 1993), o ato de ler envolve um processamento serial que começa com uma reflexão ocular sobre o texto, prosseguindo da esquerda para a direita de forma linear. 2.5.4 NOTA DE RODAPÉ • São considerações que não foram incluídas no texto para não interromper sua seqüência lógica ou ainda para não sobrecarregá-lo. • As notas de rodapé podem ser de referência ou explicativas Referência como nota de rodapé1 – faz-se a menção numericamente no texto e a indicação bibliográfica no rodapé.. Esclarece-se que este modelo deve usado apenas nas referencias do sistema numérico. Exemplo. No final da pagina 2.5.4.1 Notas de referências 1 EVANS, (1987 apud SAGE, 1992, p.2-3) Inex – Instituto Nacional de Educação e Extensão | 23 • São notas que indicam fontes consultadas ou remetem a outras partes da obra onde o assunto foi abordado; • A numeração das notas de referência é feita por algarismo arábico, devendo ter numeração única e consecutiva para cada capítulo ou parte. A numeração NÃO inicia a cada página. • As referências completas, das obras no todo, devem constar em lista de referências bibliográficas o final do trabalho, em ordem alfabética, • A primeira citação de uma obra, em nota de rodapé, deve ter sua referência completa; • As citações subseqüentes da mesma obra podem ser referenciadas de forma abreviadas, utilizando as seguintes expressões, abreviadas quando for o caso: • “Idem” ou “id”. = mesmo autor - Usado para substituir o nome, quando se trata de citação de diferentes obras do mesmo autor; • “Ibdem” ou Ibid”. = na mesma – Usando quando se fizer várias citações de um mesmo documento, variando apenas a paginação; • “Opus citatum” ou “op. cit.” – na obra citada – Usando em seguida do nome do autor, referindo-se à obra citada anteriormente, quando a citação se encontra na mesma página do trabalho que está sendo escrito, caso haja intercalação de outras notas. OBS: As notas de referencias são indicadas apenas quando se utilização o sistema Alfa-numérico, não sendo indicado para o uso do autor data. 2.5.4.2 Notas explicativas • Notas usadas para comentários, esclarecimentos ou explanações, que não possam ser incluídos no texto. • A numeração das notas explicativas é feita em algarismos arábicos, devendo ter numeração única e consecutiva para cada capítulo ou parte. A numeração NÃO se inicia a cada página. Inex – Instituto Nacional de Educação e Extensão | 24 Exemplo: [...] educação e conhecimento também são considerados pelos órgãos internacionais como uma oportunidade para o desenvolvimento humano sustentado. Órgãos como a CEPAL2 OBS: As notas explicativas podem ser usadas nos dois sistemas: autor-data e sistema numérico. 2 Comissão de Estudos e Planejamento para a América Latina, com sede em Santiago, Chile. Inex – Instituto Nacional de Educação e Extensão | 25 UNIDADE 3 – COMUNICAÇÃO CIENTÍFICA – ABNT-NBR-6028 3.1 FICHAMENTO Para fazer um fichamento, se faz necessário primeiramente que se faça à leitura minuciosa daquilo que se quer fichar, para depois, retirar os pontos que são considerados imprescindíveis para se escrever um novo texto. Antes, porém, de escrever o referido texto, deve-se ter compreendido as ideias gerais do autor lido. Preferencialmente estas anotações devem ser feitas por tópicos. Antes de se iniciar os procedimentos do referido fichamento, se pontuará no cabeçalho a referência completa de quem escreveu o texto original e/ou livro lido. 3.2 RESUMO – BNR - 6028 3.2.1 PARA TEXTOS Para se escrever um resumo traz-se apenas as idéias principais do autor lido. Escreve-se com as próprias palavras as idéias do autor lido (parafraseando) e também pode se fazer transcrições, ou seja, citações diretas, que é transcrever para o resumo trechos da escrita do autor exatamente como estão no texto lido, que sempre deverão ficar em destaque gráficos, entre aspas, Isto ocorrerá até três. Caso essa transcrição ultrapasse mais de três linhas, esta transcrição deverá ser feita com recuo de 4cm, em fonte 10. Deve constar no cabeçalho a referência completa do texto ou livro lido. A escrita deste texto deve ser feita na forma verbal impessoal, ou seja, na 3ª pessoa do singular, verbo na voz ativa. (Ex: Podendo usar verbos como: entende-se, percebe-se, compreende-se, verifica-se, observa-se etc...) Neste, caso o referido resumo não deve ser maior que o texto original. Neste caso a esta comunicação deve ser escrita como um texto normal, ou seja, seguir as regras estabelecidas para tal, como utilização de parágrafos, coesão e coerência das ideias etc. 3.2.2 RESUMO PARA PRODUÇÕES CIENTÍFICAS Aqui o autor deve apresentar de forma concisa os pontos relevantes do trabalho. Deve ressaltar de maneira clara e sintética a natureza e o objetivo do trabalho, o método que foi utilizado, os resultados e as conclusões mais importantes, seu valor e originalidade. Deve ser digitado em espaço simples. Deve-se ser escrito na terceira pessoal do singular, verbo na voz ativa. (Exemplos: entende, percebe, compreende, Inex – Instituto Nacional de Educação e Extensão | 26 aborda-se, estuda etc... Não deve utilizar parágrafos. Recomenda-se que os resumos tenham as seguintes extensões: Para notas e comunicação – os resumos devem ter até 100 palavras; Para monografias e artigos – devem conter ater 250 palavras e para Relatórios de dissertações e teses o resumo deve conter até 500 palavras. Palavras – chave – Estas devem ser no máximo de sete palavras. 3.2.2.1 Características do resumo 3.2.2.1.1 Resumo Indicativo Indica apenas os pontos principais do texto, não apresentando dados qualitativos, etc... É perfeitamente adequado à literatura de prospectos (catálogos de editoras e livrarias). 3.2.2.2 Resumo Informativo Informa suficientemente ao leitor, para que este possa decidir sobre a conveniência da leitura do texto inteiro. Expõe finalidades, metodologia, resultados e conclusões. OBS: resumo informativo/indicativos (usado para os trabalhos científicos). Combinações dos dois tipos acima citados 3.3 RESENHA – NBR-6028 3.3.1 CEITO É um tipo de resumo crítico mais abrangente, que permite comentários, opiniões e julgamento de valor, comparações do mesmo gênero (NBR-6028). 3.3.2 ALIDADE De síntese, interpretação, crítica e pensamento científico. 3.3.3 ASPECTOS BÁSICOS A SER CONSIDERADO NUMA RESENHA 3.3.3.1 Análise temática – Faz uma verificação do que trata o texto • Sob que perspectiva o autor tratou a temática? • Qual o problema focalizado? Inex – Instituto Nacional de Educação e Extensão |27 • Como o autor soluciona ou resolve o problema estudado? • Como o autor demonstra seu raciocínio? • Existem outros assuntos paralelos a idéia central que o autor apresenta? 3.3.3.2 Análise crítica – Faz uma análise dos aspectos importantes abordados pele autor. • Qual a sua coerência interna? • Qual a originalidade das idéias pontuadas pelo autor? • O autor atingiu os objetivos propostos? • Existe profundidade na exposição das idéias pontuadas pelo autor? • A conclusão está apoiada em fatos relevantes? • Que questões o texto aborda? Assim como fichamento e resumo, na resenha deve-se informar inicialmente a referencia completa de quem escreveu o texto ou livro lido, logo após esta identificação deve constar o nome completo de quem está escrevendo o referido documento. Faça a resenha alternando o resumo das ideias centrais do autor, acrescidas das interpretações, análise, questionamento e posicionamento de quem doravante produz o texto. Ressalta-se que não é considerado errado fazer primeiramente todo o resumo e após este tecer os comentários e impressões. O primeiro modelo, no entanto, é mais aceito no meio acadêmico. 3.4 RELATÓRIO O relatório deve apresentar um caráter descritivo-analítico, seguindo uma estrutura lógica partindo do esquema clássico INTRODUÇÃO, DESENVOLVIMENTO E CONCLUSÃO. Levar em consideração as regras estabelecidas pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), para a elaboração de trabalhos científicos que constam nos seguintes elementos: 3.4.1 PARTE PRÉ-TEXTUAL - Seguir as orientações apresentadas no modelo já citados neste documento a partir do item 1.2. Inex – Instituto Nacional de Educação e Extensão | 28 3.4.2 LEMENTOS TEXTUAIS 3.4.2.1 TRODUÇÃO É a parte inicial no trabalho, onde deve vir descrito a justificativa, objetivos e as razões que o levaram a fazer o estudo. Em vista disso, deve apresenta os seguintes elementos. • Descrição geral e resumida do assunto • Objetivos do trabalho • Apresentação dos procedimentos adotados no transcorrer do estudo. Refere-se diretamente ao conteúdo do trabalho, dando explicações acerca do andamento das atividades e a forma de abordar o assunto. Obviamente, pela exigência de seu conteúdo, a introdução é à parte do trabalho que necessariamente deve ser redigida por último. 3.4.2.2 DESENVOLVIMENTO (o corpo do trabalho) É a parte mais extensa do trabalho, uma vez que é o desenvolvimento do assunto, onde o aluno deverá descrever e analisar as observações, impressões e experiências vivenciadas, envolvendo todos os procedimentos desenvolvidos no decorrer das atividades. Esta escrita deve seguir as regras da ABNT. Assim, os relatos deverão estar articulados com os referenciais teóricos que fundamentaram todo das atividades, estabelecendo um paralelo entre as teorias, as reflexões e as experiências pedagógicas realizadas no campo prático, para que assim a referida produção tenha validade cientifica. 3.4.3 CONCLUSÃO É a parte final do trabalho. É uma decorrência do corpo do trabalho e, como tal, deve retomar os pontos principais levantados e desenvolvidos, incluindo o ponto de vista do autor e indicando os resultados obtidos. Deve conter: • Considerações finais Inex – Instituto Nacional de Educação e Extensão | 29 NOME DO ALUNO TÍTULO DO TRABALHO Memorial apresentado, como requisito de • Opinião particular sobre o desenvolvimento do assunto exposto • Aspectos positivos e negativos • Sugestões e/ou propostas para solução dos problemas encontrados no decorrer das atividades desenvolvidas. 3.4.4 REFERÊNCIAS É a relação, em ordem alfabética das fontes e documentos consultados que deve constar ao final do trabalho. OBS: Este documento deve conter entre 10 a 15 páginas de texto, ou seja, desenvolvimento. 3.5 MEMORIAL 3.5.1 DEFINIÇÃO Para Severino (2000) o memorial se constitui em uma autobiografia, configurando-se como uma narrativa simultaneamente histórica, reflexiva, analítica e crítica que deve dar conta dos fatos e acontecimentos que constituíram a trajetória acadêmico-profissional do seu autor. O texto dever ser redigido na 3ª pessoa do singular, portanto, se caracteriza um documento individual, o que permitirá ao candidato enfatizar o mérito de suas realizações (SEVERINO, 2000). 3.5.2 FINALIDADE • Para exame de qualificação • Conclusão de disciplina • Estágios • Outras atividades acadêmicas • E outros processos dependendo da exigência Figura 11 - Modelo de folha de rosto Inex – Instituto Nacional de Educação e Extensão | 31 3.5.3 ESTRUTURA 3.5.3.1 ELEMENTOS PRÉ-TEXTUAIS Para apresentar esta produção o documento se constituirá de uma capa, seguir as orientações constantes no item 1. 2.1.1 a folha de rosto conforme modelo constante na Figura 10. 3.5.3.2 ELEMENTOS TEXTUAIS • Introdução (situar o leitor do que se trato o documento ou a produção) • Desenvolvimento (apresentar o texto em forma de narração interpretativa, incluir em sua estrutura redacional subdivisões, com tópicos/títulos que destaquem os momentos mais significativos, destacar os investimentos e experiências no âmbito acadêmico-profissional). • Conclusão (deve apresentar uma breve avaliação das experiências apreendidas em cada momento). 3.5.3.3 REFEREÊNCIAS (Apresentar no final de cada etapa elaborada as referências que deram suporte na elaboração da referida produção). OBS: Este documento não tem limites de laudas, depende exclusivamente da exigência que foi feita para produção da referida produção. 3.5.3.4 ORIENTAÇÕES PARA COMPOSIÇÃO DO MEMORIAL DESCRITIVO O Memorial Descritivo é uma autobiografia que descreve, analisa e critica acontecimentos sobre a trajetória acadêmico-profissional e intelectual do candidato, avaliando cada etapa de sua experiência. Recomenda-se que o memorial inclua em sua estrutura seções que destaquem as informações mais significativas, como a formação, as atividades técnico-científicas e artístico-culturais, as atividades docentes, as atividades de administração, a produção científica, entre outras. Inex – Instituto Nacional de Educação e Extensão | 32 O texto deve ser redigido na primeira pessoa do singular, o que permitirá ao candidato enfatizar o mérito de suas realizações. Sugestão de Estrutura do Memorial 1. Folha de rosto a) Nome do candidato b) Título (Memorial Descritivo) c) Local d) Ano 2. Formação, aperfeiçoamento e atualização Na descrição, mencionar: a) Educação superior - graduação b) Educação superior - pós-graduação c) Estágios d) Cursos de extensão e) Iniciação científica e monitoria f) Bolsas de estudo g) Participação em congressos, simpósios, seminários e outros eventos congêneres Deve-se inserir comentários sobre como decorrem os cursos de formação, de aperfeiçoamento e de atualização, assim como o resultado final e também os reflexos na carreira profissional, docente, científica, literária e/ou artística do candidato. 3. Atividades docentes As atividades docentes referem-se às funções desenvolvidas no ensino e na orientação de estudantes. Na descrição, mencionar: a) Aulas e cursos ministrados (especificar em que disciplinas) Inex – Instituto Nacional de Educação e Extensão | 33 b) Orientações detrabalhos de alunos (Feiras de Ciências, das Profissões, entre outros eventos), trabalhos de conclusão de cursos, de estágios e/ou de bolsistas c) Palestras e/ou conferências proferidas 4. Atividades de administração Indicar outras atividades profissionais que não se enquadrem nas modalidades anteriores: a) Participação em comissões, coordenações, supervisões de trabalhos e/ou projetos b) Participações em conselhos, em comitês e/ou júri de prêmios entre outros c) Participações em órgãos colegiados, comitês executivos, grupos de trabalhos, entre outros d) Consultorias e) Funções eletivas, inclusive diretorias, conselhos de entidades (profissionais e/ou sindicais) indicando função exercida, inclusive de chefia, coordenação, direção com o respectivo tempo de mandato 5. Títulos, homenagens e aprovações em concursos Mencionar o ano e a distinção outorgada e o local. 6. Produção científica, literária e artística. Incluir trabalhos científicos, literários e/ou artísticos que tenham sido publicados, assim como trabalhos apresentados em congressos, jornadas e outros eventos similares. 7. Motivo da escolha do curso pretendido Justificar os motivos que levaram o candidato a escolher o curso pretendido, explicitando as expectativas do candidato com o mesmo. Inex – Instituto Nacional de Educação e Extensão | 34 8. Apresentar um recorte do problema da pesquisa a ser desenvolvida no mestrado. 3.6 SEMINÁRIO 3.6.1 TÉCNICA DO SEMINÁRIO INTRODUÇÃO O seminário é instrumento que tem por objetivo permitir a um expositor que transmita informações a um público leigo sobre um determinado assunto pesquisado. Para que os ouvintes tirem proveito das informações, faz-se necessário que o expositor faça uso, com eficácia, da linguagem oral, assim como dos recursos materiais, caso sejam necessários na apresentação. Por isso, quando se quer ensinar apresentação de seminário aos alunos, é fundamental que o trabalho seja planejado e organizado. Não se pode perder de vista que o objetivo principal da tarefa (transmitir, com eficácia, as informações) deve ser garantido. A utilização do seminário de forma organizada e estruturada não só contribui para a aprendizagem dos ouvintes, como também para a aprendizagem daquele (s) que o apresenta (m). Este deverá pesquisar o tema abordado nas mais diversas fontes de informações; elaborar um esquema orientador da fala; utilizar os procedimentos lingüísticos discursivos característicos do gênero oral e, por fim, utilizar os recursos técnicos e materiais que, por ventura, sejam necessários na apresentação. Objetivos Ao final da atividade, espera-se que os alunos sejam capazes de transmitir com eficácia as informações pesquisadas; Utilizar o registro formal; Elaborar um esquema orientador da fala; Inex – Instituto Nacional de Educação e Extensão | 35 Reconhecer as marcas lingüísticas características do gênero seminário; Utilizar recursos técnicos. Recursos Didáticos Cartolina para confeccionar cartaz, lápis preto, lápis de cor, borracha, caneta hidrocor, apagador, papel. Folha de transparência, caso a escola tenha retroprojetor; xerox, vídeo cassete, fita de vídeo e filmadora também são ótimos recursos de auxílio ao desenvolvimento deste tipo de trabalho pedagógico. Organização da sala No momento da apresentação, organize a sala de aula de forma a facilitar o trabalho do grupo ou aluno que fará o seminário. Garanta que os ouvintes possam ver e ouvir o(s) apresentador (es). Círculo e semicírculo geralmente são disposições mais adequadas, principalmente se o debate estiver previsto na apresentação. Desenvolvimento da atividade Após o término da pesquisa realizada pelos alunos em diversas fontes sobre o tema que será apresentado, prepare-se para ensinar os procedimentos de apresentação do seminário. 1º momento. Levante os conhecimentos prévios dos alunos com o objetivo de identificar o que eles sabem a respeito de como se organiza um seminário. Discuta com os alunos o que um seminário tem que ter, qual o papel dos participantes (expositor, plateia, professor) e o que não pode acontecer durante a apresentação. Depois disso, apresente aos alunos sua proposta de trabalho. Explique o objetivo do trabalho e organize os grupos, definindo quem serão os interlocutores, os temas, o que se espera dos alunos, o tempo de duração da Inex – Instituto Nacional de Educação e Extensão | 36 preparação, a data da apresentação e os passos da tarefa. Deixe claro também que a avaliação se dará durante e no final da atividade. 2º momento Como modelo de apresentação de seminário, solicite, por exemplo, que um outro adulto (especialista) prepare uma aula sobre um determinado assunto que seja de interesse dos alunos. Ou prepare um seminário você mesmo, utilizando, se possível, os recursos materiais que gostaria que seus alunos utilizassem em suas futuras apresentações. Por exemplo, cartazes contendo gráficos, tabelas, mapas, ou ilustrações, a própria lousa, mapas (do mundo, das regiões). Caso a escola tenha retroprojetor, incentive o uso de transparência para escrever o esquema e o planejamento da fala. Se a escola não dispõe desse recurso, use a xerox para distribuir a informação para toda a turma. Se a escola tiver filmadora, grave a apresentação do convidado, ou a sua própria, para fazer com os alunos a avaliação da postura dos apresentadores durante o seminário. Forneça o seguinte roteiro de observação aos alunos. Cada um, dentro do grupo, pode observar e registrar um aspecto diferente da apresentação. Roteiro Se for feito um seminário ou mostrado em vídeo, preste atenção como o apresentador: Abre a exposição. Que forma ele utilizou para entrar em contato com o público? Qual foi a saudação inicial? Introduz o tema e delimita o assunto dentro desse tema. Fique atento, nesse item, a expressões do tipo: O assunto de minha exposição será [...] Abordarei nesta exposição alguns aspectos sobre Desenvolve o tema. Veja se o apresentador é claro em sua maneira de falar, se as informações estão bem organizadas, se são coerentes e se têm uma progressão lógica. Finaliza a apresentação. Houve a retomada de forma sintética dos principais pontos da exposição? Observe expressões do tipo: Em resumo...; O que foi dito aqui foi; Para concluir...; Recapitulando, podemos dizer que...; Inex – Instituto Nacional de Educação e Extensão | 37 Lança, ao final, uma questão aos ouvintes, com o objetivo de desencadear uma discussão ou reflexão entre os participantes; Utiliza com eficácia os recursos materiais: cartazes, registro na lousa, equipamentos; Posiciona-se diante do público. Observe a direção do olhar, o tom de voz em cada situação. E um último aspecto, observe nas frases do apresentador algumas marcas lingüísticas como as expressões então; portanto; sobretudo; no momento; ao longo desta apresentação...; para finalizar... vamos observar.... 3º momento Retome com os alunos os itens da aula anterior, com o objetivo de socializar as observações. Caso a apresentação tenha sido filmada, utilize o filme para análise. 4º momento Ensine-os a preparar os cartazes, destacando a importância da disposição das imagens e das frases de síntese. Mostre aos alunos como preparar transparências, se for o caso. De posse dos esquemas e dos cartazes, que devem ser revisados porvocê, peça aos alunos que estudem o tema em casa para que, na aula seguinte, façam o ensaio da apresentação. 5º momento Prepare para os ensaios. No caso de uma apresentação de uma classe para outras, acompanhe o ensaio. Neste tipo de apresentação, todos devem ter um papel e aquele que não falar desta vez falará na próxima. No caso de haver apenas um grupo expositor que fará a apresentação para os demais colegas da mesma classe, o ensaio precisa acontecer só com a presença dos responsáveis pelo seminário. Por se tratar de um treino, se os ouvintes souberem de antemão como será o seminário podem perder o interesse por assistir à apresentação oficial. Se você não tiver com quem deixar os alunos que não participarão da apresentação, talvez não seja possível o acompanhamento do ensaio. Nesse Inex – Instituto Nacional de Educação e Extensão | 38 caso, os alunos fazem o ensaio em casa. Mas lembre-os dos aspectos que eles precisam considerar em suas apresentações (os itens do roteiro utilizado na observação inicial). Se tiver mais de um componente par se apresentar pode-se seguir este roteiro: Um apresentador – do seminário – Fala da experiência de fazer a pesquisa, fala das normas da apresentação (se pode interferir nas falas ou apenas no final); apresenta cada participante e qual a função de cada um. Controla o tempo de cada apresentação. Um apresentador para o tema: Fala de modo superficial sobre todos os itens que serão abordados no trabalho (apresentação do trabalho) Expositores – Cada um terá um tema para discutir Considerações finais – Alguém para fazer as considerações - que significou para a turma fazer este trabalho; fará uma síntese do trabalho apresentado. 6º momento Avaliação De acordo com o número de grupos, reserve mais ou menos tempo para as apresentações. Caso a escola tenha filmadora, combine com os alunos a filmagem dos seminários, para facilitar a avaliação final, uma vez que esta poderia ser feita a partir da análise das imagens do vídeo. A avaliação deve acontecer no processo e no final. Durante o desenvolvimento do seminário, valorize os aspectos positivos dos alunos e oriente-os quanto aos aspectos que precisam melhorar. Ao final, tanto os alunos como você fazem comentários sobre o que mais gostaram bem como os pontos mais problemáticos que apareceram nas apresentações. Tanto os avaliadores (alunos) como os avaliados (expositores) devem ter clareza do objetivo dessas observações, qual seja, de contribuir para a melhoria das futuras apresentações. Texto de Ivanilde Dantas da Silva – Adaptação Prof Mário Santana. Postado por Mário Santana às 08:52 Inex – Instituto Nacional de Educação e Extensão | 39 FICHA DE AVALIAÇÃO DE SEMINÁRIO DISCENTE: TEMPO_ ( 4.0 ) DESENVOLVIMENTO SIM NÃO 1.0 Desenvolve cada tópico do roteiro de forma clara e objetiva, procurando estabelecer relação. ( 0,5 ) Esclarece termos, siglas, etc. não familiares a audiência; ( 0,25 ) Demonstra conhecimento do assunto ministrado. ( 0,25 ) CONCLUSÃO SIM NÃO 1.0 Enfatiza a importância do assunto para vida pessoal e profissional da audiência ( 0,5 ) Faz a síntese final, apresentando ideias novas ( 0,5 ) DESEMPENHO NA PLATAFORMA SIM NÃO 1.5 Mantêm controle emocional 0,5 Movimenta-se com naturalidade 0,5 Mantêm contato visual abrangente a maior parte do tempo 0,25 COMUNICAÇÃO SIM NÃO 1.0 Mantêm volume de voz compatível com o ambiente 0,25 Usa as normas gramaticais corretamente 0,25 RECURSOS E APRESENTAÇÃO PESSOAL SIM NÃO 0,75 Emprega de modo oportuno e legível, facilitando a transmissão de idéias; 0,25 Manuseia adequadamente os auxílios à instrução 0,25 Apresenta-se adequadamente trajado para à audiência 0,25 Inex – Instituto Nacional de Educação e Extensão | 40 3.7 PAPER – ABNT (1989) 3.7.1 DEFINIÇÕES Para ANBT (1989) paper é um pequeno artigo científico, elaborado sobre determinado tema ou resultados de um projeto de pesquisa para comunicações em congresso e reuniões científicas, sujeito à sua aceitação por julgamento. Para Carmo-Neto (1996) os dados de um paper são geralmente experimentais, mensuráveis objetivamente; mesmo os mais intuitivos ou hipotéticos sempre imprimem certo pendor científico, e quase sempre são formados a partir de uma metodologia própria para este fim. 3.7.2 CARACTERISIICAS PRINCIPAIS DESSA COMUNICAÇÃO CIENTÍFICA O paper é: • Uma síntese das descobertas do pesquisador sobre um tema e incluindo julgamento, avaliação, interpretação sobre essas descobertas. • É um trabalho que deve apresentar originalidade quanto às idéias. • É uma produção que deve reconhecer as fontes que foram utilizadas; mostra que o pesquisador é parte da comunidade acadêmica. O paper não é: • Um resumo de um artigo ou livro (ou outra fonte). • Idéias de outras pessoas, repetidas não criticamente. • Uma série de citações. 3.7.3 ESTRUTURA 3.7.3.1 Elementos Pré-textuais – Seguir as mesmas orientações constantes a partir do item 1.2. Um Paper deve conter os seguintes elementos: Inex – Instituto Nacional de Educação e Extensão | 41 • Tema/título • Nome completo do (s) autor (res) • Resumo e/ou abstract (este último caso seja necessário) 3.7.3.2 ementos textuais • Introdução; • Revisão da literatura; • Metodologia; • Desenvolvimento; • Resultados; • Discussão dos resultados • Conclusão; 3.7.3.3 ementos pós-textuais • Referencias • Anexos e/ou apêndices (caso a situação exija) 3.7.4 SUA UTILIZAÇÃO • Trabalho final de disciplinas de Cursos de Graduação, Especialização, de Mestrado e de Doutorado; • Apresentação em Congressos; • Publicações em periódicas de papers. OBS: Um paper deve apresentar número de páginas variado de 15 a 20, tamanho considerado aceitável. Esta comunicação científica deve seguir as mesmas regras estabelecidas para o artigo, constante no item 3.8 a seguir. 3.8 ARTIGO - ABNT - NBR-6022-2003 3.8.1 DEFINIÇÃO Inex – Instituto Nacional de Educação e Extensão | 41 “Artigo científico é parte de uma publicação com autoria declaração, que apresenta e discute idéias, métodos, técnicas, processos e resultados nas diversas áreas do conhecimento” (ABNT. NBR - 6022, p.2) Para Lakatos e Marconi (1991), os artigos científicos têm as seguintes características: • Não constituem em matéria de um livro; • São publicados em revistas ou periódicos especializados; • Permitem ao leitor, por serem completos, repetir a experiência. O artigo pode ser: Original ou divulgação: apresenta temas ou abordagens originais e podem ser: relatos de caso, comunicação ou notas prévias; Revisão: os artigos de revisão analisam e discutem trabalhos já publicados, revisões bibliográficas. Estrutura: O artigo tem a mesma estrutura dos demais trabalhos científicos: Parte Pré-Textual Parte Textual Parte Pós-Textual 3.8.2 ELEMENTO PRÉ-TEXTUAL: • Título e subtítulo (se houver) devem figurar na página de abertura do artigo, na língua do texto; • A autoria: Nome completo do(s) autor(es) na forma direta, escrito na margem direita em fonte 10 e a identificação, currículo, do(s) autor(es), inclusive com endereço quando for necessário, devem constar no rodapé. Inex – Instituto Nacional de Educação eExtensão | 42 • Resumo na língua vernácula. Este deve apresentar, de forma concisa, os objetivos, a metodologia e os resultados alcançados, não ultrapassando 250 palavras. Não deve conter citações. “Deve ser constituído de uma seqüência de frases concisas e não de uma simples enumeração de tópicos. Deve-se usar o verbo na voz ativa na terceira pessoa do singular”. (ABNT. NBR-6028, 2003, p.2). • Palavras-chave na língua do texto: elemento obrigatório deve figurar abaixo do resumo, antecedidas da expressão: Palavras-chave (são palavras ou termos retirados do texto para representar o seu conteúdo), separadas entre si por ponto, conforme a NBR-6028 (2003, p.2). 3.8.3 ELEMENTOS TEXTUAIS 3.8.3.1 Introdução: Nesta deve-se expor a finalidade e os objetivos do trabalho, de modo que o leitor tenha uma visão global do tema abordado. De modo geral, a introdução deve apresentar: • “O assunto objeto do estudo; • O ponto de vista sob o qual o assunto foi abordado; • Trabalhos anteriores que abordam o mesmo tema; • As justificativas que levaram à escolha do tema, o problema da pesquisa, as hipóteses ou questionamentos sobre o estudo, o objetivo pretendido, o método proposto, a razão de escolha do método e principais resultados (GUSMÃO, 1997 Apud MIRANDA, 2003) 3.8.3.2 Desenvolvimento Parte principal e mais extensa do trabalho deve apresentar a fundamentação teórica, a metodologia, os resultados e discussão. Divide-se em seções e subseções conforme a ABNT - NBR - 2024, 2003. 3.8.3.3 Conclusão: • A conclusão deve responder às questões da pesquisa, correspondentes aos objetivos, questões norteadoras ou hipóteses. Inex – Instituto Nacional de Educação e Extensão | 43 • Deve ser breve, podendo apresentar recomendações e sugestões para trabalhos futuros; • Para artigo de revisão, deve-se excluir material, método e resultados. 3.8.4 ELEMENTOS PÓS-TEXTUAIS • Título e subtítulo em língua estrangeira • Resumo em língua estrangeira (Abstract) • Quanto às notas explicativas – a numeração das notas é feita em algarismos arábicos, devendo ser única e consecutiva para cada nota. Não se inicia a numeração em cada página; • Referências – Elemento obrigatório que constitui uma lista ordenada dos documentos efetivamente citados no texto (NBR 6023, 2000). Quando o artigo for escrito para publicação, esta referência deve ser alinhada apenas na margem esquerda e em ordem alfabética. • Glossário – elemento opcional, elaborado em ordem alfabética; • Apêndices – Elemento opcional, “texto ou documento não elaborado pelo autor a fim de complementar o texto principal” (NBR 14724, 2002, p.2) • Anexos – Elemento opcional. Estes devem ser identificados por letras maiúsculas consecutivas. • Ilustrações – Qualquer que seja seu tipo (desenhos, esquemas, fluxogramas, gráficos, mapas, organogramas, plantas, quadrados, fotos e outros). • Tabelas – As tabelas apresentam informações tratadas estatisticamente. OBSERVAÇÃO: • Quando este tiver caráter de avaliação, deverá vir antecedido de: capa, folha de rosto e folha de aprovação. Inex – Instituto Nacional de Educação e Extensão | 44 • Estas orientações podem mudar no caso de publicação em revistas ou periódicos, de maneira que o autor deve seguir as orientações exigidas pela Instituição na qual fará a referida publicação. 3.9 PORTIFÓLIO 3.9.1 INIÇÃO É uma produção acadêmica-profissional que deve conter os melhores trabalhos realizados pelo aluno, este deve escolher o que acredita ter sido importante para sua aprendizagem no percurso de sua formação, possibilita também a consciência intelectual do percurso acadêmico do aluno. De acordo com De Sordi (2000) o portifólio é uma possibilidade interessante para avaliar a aprendizagem do estudante universitário, bem como de outro seguimento do Ensino, de maneira continua e processual. Na elaboração desse documento o aluno reúne sistematicamente suas diferentes produções, em ordem cronológica, o que possibilita às mais diversas formas de expressão, rompendo, portanto, com vício de supervalorizar a escrita e a comunicação oral em situações formais previamente estipuladas pelo professor. 3.9.2 ASPECTOS CONSIDERADOS IMPORTANTES NA ELABORAÇÃO DO PORTIFÓLIO. ORGANIZAÇÃO E/OU SELEÇÃO, REFLEXÃO E PROJEÇÃO • Neste primeiro momento o aluno deve fazer a escolha dos trabalhos a serem apresentados, considerando a relevância dos mesmos no percurso de sua aprendizagem; • No que concerne ao processo de reflexão o aluo deve elaborar um texto de apreciação e integração dos trabalhos selecionados, pontuando o nível de aprendizagem e domínio de aprendizagem em questão. Inex – Instituto Nacional de Educação e Extensão | 45 • Quanto à projeção, o aluno deve fazer a identificação e definição de possíveis aprofundamentos e melhorias dos trabalhos apresentados. 3.9.3 ESTRUTURA 3.9.3.1 Elementos pré-textuais – Seguir as mesmas orientações constantes neste documento para capa e folha e sumário. Neste último, indicação do conteúdo em seqüência lógica, expressando a trajetória do processo de aprendizagem do aluno. 3.9.3.2 Elementos Textuais • Introdução – Nesta o aluno deve fazer a apresentação da atividade curricular a se refere o portifólio, mencionar os critérios de organização do mesmo, pontuar os objetivos de aprendizagem previstos e considerações gerais a respeito do seu aprendizado ao longo do processo e pontuar o período no qual as atividades foram desenvolvidas. • O processo e os produtos da aprendizagem – Aqui o aluno deve fazer a descrição e/ou contextualização dos momentos e produtos de sua aprendizagem, enumerando em ordem cronológica, com a finalidade de ilustrar o seu desenvolvimento e aperfeiçoamento intelectual e acadêmico- profissional. • O continente – Espaço em que o aluno deve colocar todo o material produzido para o portifólio. Pontua-se que o aluno será único responsável pela catalogação do seu portifólio. • Parecer do Professor (es) – No portifólio deve conter este espaço para o professor ou uma equipe de professores possam fazer a apreciação crítica sobre o desempenho do aluno, considerando a seleção do material e projeção e sua relação entre ensino e aprendizagem. OBS: Não é exigido a referência, visto que cada trabalho apresentado já deve pontuar este aspecto. Quanto ao apêndice este se faz necessário uma vez que o aluno queira apresentar como comprovação de seu trabalho, CD-RON, DVD, fotografia e outros que considere relevante. Inex – Instituto Nacional de Educação e Extensão | 46 3.9.3.3 Portfólio Acadêmico Conceito: Portfólio é uma ferramenta pedagógica que apresenta uma coleção organizada e planejada de trabalhos produzidos pelo aluno, ao longo de um determinado período de tempo. Permite a utilização de uma metodologia diferenciada e diversificada de monitoração e avaliação do processo ensino-aprendizagem. Objetivos do Portfólio - Proporcionar uma visão alargada da aprendizagem efetuada, bem como dos diferentes componentes do seu desenvolvimento cognitivo, metacognitivo e afetivo; - Refletir a identidade de cada aluno, em cada contexto, enquanto construtor de seu desenvolvimento ao longo da disciplina; - Possibilitar uma avaliação contínua; Importância do Uso do Portfólio - Dá relevância e visibilidade ao processo formativo de aquisição, treino e desenvolvimento de competências; - Possibilitaa compreensão tanto da complexidade como das dinâmicas de flutuação do crescimento do saber pessoal; - Valoriza e fomenta a reflexão sobre aprendizagem, o que conduz ao desenvolvimento da metacognição e ao aprofundamento do autoconhecimento. Estrutura do Portfólio: - Identificação- dados pessoais; - Plano de Aprendizagem- apresentação do plano de aprendizagem com os itens estudados; - Trabalhos dentro de cada domínio de referência Atividades realizadas em sala de aula Inex – Instituto Nacional de Educação e Extensão | 47 - Pesquisa e elaboração de artigo. - Pesquisa e elaboração de projeto. Atividade de pesquisa bibliográfica e discussão em sala de aula: - Pesquisa sobre técnica de seminário. Trabalho de desempenho: - Aplicação de projeto. Atividades de campo: - Atividades culturais: participação em festividades religiosas, cívicas, visitas a museus, igrejas, pontos turísticos. - Atividades acadêmico-científicas: participação em congressos, palestras, seminários, oficinas, worshop, colóquio Atividades de iniciativa própria: resenhas e resumos - Reflexão sobre a aprendizagem. Auto-avaliação Anexos Observações: Atente para as características de um bom portfólio: - Bem estruturado, organizado e limpo; - A seleção dos trabalhos deve ser rigorosa. Qualidade é melhor que quantidade. Cuidado com erros de Português. Inex – Instituto Nacional de Educação e Extensão | 48 UNIDADE 4 – MEDOTOLOGIA DA PESQUISA 4.1 TIPOS DE PROJETOS - Projeto ação sócio-educativo, intervenção, projeto para o desenvolvimento de aprendizagem, estágio e outros Esta ação terá sempre a intencionalidade por parte dos alunos de proporcionar para uma determinação instituição ou espaço como a escola ou em outros espaços escolhido pelos mesmos. Para elaborá-lo deverá seguir os seguintes passos: 4.1.2 ESTRUTURA – ELEMENTOS PRÉ-TEXTUAIS – Seguir as orientações já mencionadas neste documento para Capa e Folha de roto. 4.1.2.1 Tema/título: Toda ação precede de um tema – aqui o aluno comporá este item a partir da existência de um problema, necessidade. Este deve configurar nas duas capas acima. 4.1.3 LEMENTOS TEXTUAIS 4.1.3.1 Justificativa: Neste espaço o aluno deverá dizer da importância dessa ação para a comunidade, suas contribuições, ou seja, fazer menção da intencionalidade da referida ação. Este item do projeto estar fundamentado teoricamente de acordo com a necessidade da ação a ser executada. 4.1.3.2 Objetivos – Os objetivos servem para explicitar qual a finalidade da ação, bem como explicitar a intencionalidade da ação. 4.1.3.2.1 Geral: Pontuar de modo abrangente a que se propõe o projeto (Usar os seguintes verbos: possibilitar, favorecer, propor, facilitar, etc..). Aqui a intencionalidade verbal será sempre a de oferecer algo. 4.1.3.2.2 Específicos: Menciona-se a que se propõe a ação, esta vai ao encontro de que? (Ex: possibilitar a comunidade de Santa Clara, o entendimento da importância da relação família x escola, na aprendizagem da criança) 4.1.4 METODOLOGIA: Neste espaço menciona-se a maneira de como a ação será desenvolvida, contendo desde o nome da localidade, a quem vai atender Inex – Instituto Nacional de Educação e Extensão | 49 período – tempo de duração, horário, bem como a forma de atendimento a essa comunidade, ou seja, o passo a passo da ação. 4.1.5 RECURSO: Aqui deverá explicitar quais os materiais necessários para a realização dessa ação, caso o projeto exija, deve explicitar também os recursos financeiros necessários para o desenvolvimento do evento. 4.1.6 AVALIAÇÃO: Dizer de que maneira ocorrerá à avaliação do evento, pontuar os pontos positivos e negativos ocorridos durante o desenvolvimento das atividades, mencionar o desempenho da equipe no atendimento da comunidade, bem como os impactos desta ação para a referida comunidade. Quando o projeto se destinar ao processo de aprendizagem esta avaliação deve considerar também o processo desenvolvido pelos participantes. 4.1.7 REFERÊNCIAS – Mencionar os autores que subsidiaram a construção do projeto. 4.1.8 APÊNDICES – Caso necessite o aluno deve acrescentar. 4.2 TIPOS DE PESQUISA E SEUAS PROCEDIMENTOS 4.2.1 QUANTO AOS PROCEDIMENTOS TÉCNICOS DE COLETA A PESQUISA PODE SER (GIL, 1991): Pesquisa Bibliográfica, Pesquisa Documental, Pesquisa de Experimento, Levantamento ou campo, Estudo de Caso, Pesquisa-Ação e Participantes. 4.2.1.1 BIBLIOGRÁFICA A pesquisa bibliográfica ou fonte secundária dá oportunidade para o pesquisador analisar e compreender o objeto de estudo através do contato direto com tudo que foi dito, escrito e documentado sobre o assunto em questão. Lakatos; Marconi (1991), ao se referirem à pesquisa bibliográfica ou fontes secundárias, garantem que a mesma cumpre as exigências de uma pesquisa científica, pois: Abrange toda a bibliografia, já tornada pública em relação ao tema de estudo desde publicações avulsas, boletins, jornais, revistas, livros, pesquisas, monografias, teses, material cartográfico etc, até mesmo de Inex – Instituto Nacional de Educação e Extensão | 50 comunicações orais: rádio, gravação em fita magnéticas e audiovisuais: filmes e televisão (LAKATOS; MARCONI. 1991,p.183). Ainda sobre este assunto Manzo (1991, p.32) diz que: “a bibliografia pertinente oferece meios para definir, resolver, não somente problemas já conhecidos, como também explorar novas áreas onde os problemas não se cristalizam suficientemente”. Trujillo (1974, p.230) garante que a importância da pesquisa bibliográfica está em seus objetivos, pois permite ao pesquisador “o esforço paralelo na análise de suas pesquisas ou manipulação de suas informações”. Dessa forma, a pesquisa bibliográfica não é mera repetição do que já foi dito ou escrito sobre certo assunto, mas representa o exame de um tema sob novo enfoque ou abordagem, chegando a conclusões inovadoras. 4.2.1.2 PESQUISA DOCUMENTAL Pesquisa documental é a forma de coleta de dados em relação a documentos, escritos ou não, denominados fontes primárias. Livros, revistas jornais, publicações avulsas e teses são fontes secundárias. Assim, documento é uma fonte de dados, fixada materialmente e suscetível de ser utilizada para consulta, estudo ou prova. Quanto à forma, os documentos podem ser classificados como (a) manuscritos; b) impressos sem periodicidade: livros, folhetos, catálogos, processos, pareceres, enfim, uma vasta gama de fontes; (c) periódicos: revistas, boletins, jornais, anuários e demais documentos de divulgação periódica; (d) microfilmes e vídeos que reproduzem outros documentos; e (e) mapas, planos, documentos fotográficos, documentos magnéticos, informatizados. 4.2.1.2.1 Fontes de Documentos • Os arquivos públicos - abrangem documentos oficiais, tais como leis, ofícios, relatórios, publicações parlamentares: atas, debates, projetos de leis; documentos jurídicos, oriundos de cartórios: registros de nascimentos Inex – Instituto Nacional de Educação e Extensão | 51 e mortes, desquites e divórcios, escrituras de compra e venda falências e concordatas e outros. • Os arquivos particulares - correspondem aos domicílios particulares: memórias, autobiografias, diários etc.; instituições de ordem privadas, tais como bancos, empresas, partidos políticos, igrejas, associações, em que se encontram: atas, registros, memórias, comunicados, etc. Há aindaoutras fontes, por exemplo, as instituições públicas. como delegacias e postos voltados ao trabalho, registros ou alistamentos. 4.2.1.2.2 Fontes estatísticas As fontes estatísticas são efetuadas por órgãos específicos e especializados, como IBGE, o Instituto Gallup, o Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística (Ibope). Devemos considerar também órgãos específicos que mantêm banco de dados especializados, como a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), Juntas Comerciais e outras, como os Conselhos federal e regionais de atividades profissionais regulamentadas e as Universidades. 4.2.1.2.3 Fontes bibliográfica As fontes bibliográficas fornecem ao pesquisador diversos dados, exigindo manipulação e análises diferenciadas. Caracterizam-se como fontes desse tipo: • Imprensa escrita - em forma de jornais e revistas deve ser independente, ter conteúdo e orientação sem tendência, bem como difusão e influência – a análise deve ser feita de forma independente e, por fim, deve-se verificar se há grupo de interesse envolvido; • Meios audiovisuais - esta mídia deve ser analisada com base nos mesmos itens especificados para a imprensa escrita; • Material cartográfico - estes meios bibliográficos são específicos, de acordo com a linha de pesquisa e atualização no projeto, não havendo grandes restrições quanto a seu emprego; Inex – Instituto Nacional de Educação e Extensão | 52 • Publicações - livros, teses, dissertações, monografias, publicações avulsas, pesquisas, entre outros, formam o conjunto de publicações básicas para pesquisas científicas. 4.2.3 CAMPO (GONÇALVES, 2001) A referida pesquisa requer do pesquisador a identificação a priori do lócus, ao qual serão recolhidas as informações que se tornarão necessárias para o desenvolvimento do estudo. Lócus este que deverá ser minuciosamente identificado, objetivando obter-se, valiosas pistas para o desenvolvimento da pesquisa. Outro aspecto necessário é apontar os sujeitos que serão arrolados como fonte viva das informações que identificarão o objeto de estudo. Para tanto, torna-se necessário à utilização de alguns instrumentos que servirão como ferramentas para a coleta dos dados que a posteriori facilitarão a análise na construção do estudo. Questionários contendo perguntas objetiva, subjetiva ou mesmo semi- abertas tornam-se mecanismos que facilitarão a coleta das informações por parte do pesquisador. Por outro lado à utilização de entrevistas, observações diretas podem ser utilizadas somando assim está busca incessante que o estudioso tem para o esclarecimento do fenômeno em estudo. 4.2.4 STUDO DE CASO (GONÇALVES, 2001) É o tipo de pesquisa que privilegia um caso particular, uma unidade significativa considerada suficiente para análise de um fenômeno. 4.2.5 ESQUISA AÇÃO PARTICIPANTE (GONÇALVES, 2001) Propõe-se a efetiva participação da população pesquisada no processo de geração de conhecimento, é considerado um processo formativo. Nesta modalidade também são incluídas as pesquisas participantes, investigação-ação e sócio poética. 4.3 QUANTO A ABORDAGEM A PESQUISA PODE SER: Inex – Instituto Nacional de Educação e Extensão | 53 4.3.1 Qualitativa As ciências humanas fundamentam-se no modo de ser do homem, tal como se constituiu no pensamento moderno, como fundamento de toda uma positividade e, ao mesmo tempo, situando-as nos elementos das coisas empíricas. Martins (1991, p. 51-52), ao se referir a esta área das Ciências Humanas, descrevendo-a em análise qualitativa, se expressa: As ciências humanas não são, portanto, uma análise daquilo que o homem é na sua natureza, mas, antes, porém, uma análise daquilo que o homem é, na sua positividade (vivendo, falando, trabalhando, envelhecendo e morrendo), para aquilo que habita este mesmo homem a conhecer (ou buscar conhecer) o que a vida é, em que consiste a essência do trabalho e das leis, e de que forma ele se habilita ou se torna capaz de falar. A abordagem qualitativa na pesquisa é adotada como instrumento de investigação, é essencial inserir no contexto da mesma, a visão e a representação da realidade investigada. Nesses termos, faz-se necessário um mergulho na realidade concreta do objeto de estudo, no sentido de desvendar os processos encontrados entre teoria e prática. 4.3.2 Quantitativa Segundo Rutter; Abreu (1988), os métodos utilizados em uma pesquisa quantitativa são, de modo geral, vinculados para medir opiniões, reações, sensações, hábitos, atitudes e etc. de um universo (público alvo) que é feito através de uma amostra comprovada estatisticamente. Podemos tomar como exemplo: O fumo contrai o câncer? A vitamina C protege contra a gripe? Qual série apresenta maior índice de evasão escolar? Qual a causa da evasão escolar em Belém no ano de 2002? Os exemplos citados acima demonstram o emprego da pesquisa quantitativa com base em técnicas estatísticas, que é uma ferramenta importantíssima nas ciências naturais e sociais. Teixeira (2002), considera que o Inex – Instituto Nacional de Educação e Extensão | 54 método quantitativo faz uma captura de imagens dos fatos e tem sua base nos princípios do positivismo. 4.4 DO PONTO DE VISTA DE SEUS OBJETIVOS A PESQUISAPODE SER (LAKATOS; MARCONI, 2006). 4.4.1 Pesquisa exploratória: Visa possibilitar maior familiaridade com o problema com vistas a torná-lo explicito ou construir hipóteses. Envolve levantamento bibliográfico; entrevistas com pessoas que tiveram experiências práticas com o problema pesquisado. Assume, em geral, as formas de Pesquisas Bibliográficas e Estudo de Caso. 4.4.2 Pesquisa descritiva: Objetiva descrever as características de determinada população ou fenômeno ou o estabelecimento de relação de relação entre variáveis. Envolve o uso de técnicas padronizadas de coleta de dados: questionário e observação sistemática. Assume, em geral, as formas de levantamento. 4.3.3 Pesquisa explicativa: Visa identificar os fatores que determinam ou contribuem para coerência dos fenômenos, aprofunda o conhecimento da realidade da realidade porque explica a razão, o “porquê” das coisas. Quando realizada nas ciências naturais, requer o uso do método experimental, e nas ciências sociais requer o uso do método observacional. Assume, em geral, as formas de pesquisa experimental e pesquisa expost-facto. 4.5 PROJETO DE PESQUISA O projeto é a primeira etapa da pesquisa, onde começam a ser definido vários fatores relevante para a realização da mesma. Nele sistematizam-se as fases a serem percorridas. O projeto serve, entre outras coisas, para orientar e guiar os passos do pesquisador, evitando assim surpresas e improvisos, pois em sua elaboração definem-se aspectos norteadores importantes como: Inex – Instituto Nacional de Educação e Extensão | 55 O que Pesquisar? Definição do Problema Por que Pesquisar? Justificativa da escolha do tema Para que Pesquisar? Objetivos da Pesquisa Como Pesquisar? Metodologia Quando Pesquisar? Cronograma de execução Onde Pesquisar? Lócus da pesquisa 4.5.1 RUTURA DO PROJETO (DESLANDES, 1994). TEMA: (Aqui o aluno pontua a temática do seu estudo, que deve claro e focalizado) JUSTIFICATIVA Na justificativa o pesquisador apresenta as razões que o levaram à escolha do tema e sua importância dentro do contexto social, técnico/acadêmico e/ou científico. Algumas questões servem como apoio na construçãode uma justificativa: Responde Por que pesquisar e a importância deste para o contexto educacional e social? SITUAÇÃO PROBLEMA – PROBLEMATIZAÇÃO (Responde o que pesquisar que é a definição do problema) Na situação problema, faz-se uma contextualização do problema, da curiosidade, da inquietação, ou seja, do motivo que despertou em você à vontade o interesse ou a necessidade de pesquisar sobre o assunto. Após a contextualização, parte-se efetivamente para a construção do problema que vem escrito em forma de pergunta, pois deverá ser respondido durante o estudo. Para sua melhor formulação apresenta-se a seguir alguns critérios de elaboração: Inex – Instituto Nacional de Educação e Extensão | 56 O problema deve ser: - Claro e preciso; - Empírico; - Suscetível de solução; - Delimitado a uma dimensão viável. QUESTÕES NORTEADORAS: (Aqui o aluno deve enumerar os questionamentos que lhe incomodam e que deseja desvendar, e estes estarão sempre voltados para o problema) OBJETIVOS: (Responde a questão para que pesquisar?) Geral: É uma visão global e abrangente do tema, e indica o que se pretende alcançar com a pesquisa. (Aqui a intencionalidade verbal tem sempre o sentido de busca e está diretamente relacionado ao problema) Específicos: É uma visão mais específica do tema e buscam respostas para as questões norteadoras. Sugere-se, no entanto, que estes deverão ser postos na intencionalidade do estudo a ser alcançado. (Portanto são as questões norteadoras acrescidas dos seguintes verbos: identificar, investigar, perceber, compreender, analisar, desvelar, buscar, verificar, conhecer, entender, acompanhar etc.) Delimitação do Estudo campo. Aqui o aluno deve delimitar o espaço onde será feito a pesquisa de Relevância do Estudo Deixar claro para o leitor a qual a importância deste estudo, tanto no âmbito social, acadêmico e profissional. REFERÊNCIAL TEÓRICO Inex – Instituto Nacional de Educação e Extensão | 57 É o diálogo realizado entre o autor da pesquisa e os diversos autores lidos, onde ora se fala do autor com as próprias palavras, ora se pontua o autor como ele escreve, ora se faz as interpelações, ou seja, se expressa o entendimento do assunto lido, contextualizando-o para fundamentar o tema estudado. Neste momento o aluno comporá quantos capítulos necessários, de modo a responder as indagações constantes no problema, objetivos e contemple a temática como toda. MÉTODO E PROCEDIMENTOS: (Responde como e onde pesquisar) Neste capítulo se indica como realizar a pesquisa. Nele especifica-se o tipo de estudo que se fará o método a ser utilizado, o local onde se realizará o estudo, quais os sujeitos da pesquisa, técnicas e instrumentos que serão utilizados para efetivar a pesquisa em campo, e definir qual ou quais as abordagens que se utilizará para efetivação da analise dos dados, bem como se procederá esta referida análise. CRONOGRAMA: É a previsão do tempo necessário para a realização de cada fase da pesquisa. O cronograma responde a questão quando pesquisar? REFERÊNCIAS: São as relações dos livros, autores, periódicos e outros, utilizados na pesquisa. Deverá ser justificada para esquerda. O espaçamento das entre linhas é simples e o entrelinhamento de um autor para outro é duplo. Seguir as orientações já mencionadas anteriormente ANEXOS: Consta dos instrumentos de coleta de dados que deverá ser utilizado para fazer a pesquisa de campo. Inex – Instituto Nacional de Educação e Extensão | 58 REFERÊNCIAS ANDRADE, Maria M. de. Como preparar trabalhos para os cursos de pós- graduação. São Paulo: Atlas, 1997. Introdução à Metodologia do Trabalho Científico. 7. 2. São Paulo: reimpr, Atlas, 2006. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Apresentação de relatórios técnico-científicos: NBR 10719. Rio de Janeiro: ABNT, 1989. 1991, e 2003. BOGDAN, Robert & BIKLEN, Sari. Investigação Qualitativa em Educação. Porto: Porto Editora,1994. Coleção Ciências da Educação, n.12. BARBOSA, A. A S. M. Amara ; EMILIA, A. A dissertação e o pensamento lógico. In: Escrever é desvendar o mundo. 2. Campinas. São Paulo: Papirus, 1987. BLACKBURN, R. & PUTTEN, J.V. & PENNA F. T. Avaliação de docentes e do ensino. Brasília: UNB/Cátedra da UNESCO de Educação a Distância. 1998. CARMO-NETO, Dionisio. Metodologia científica para principiantes. 3. Salvador-BA: American World University Press, 1996. 560 p. CERVO, Amado; BERVIAN, Pedro. Metodologia Científica. 5. São Paulo: Prentice Hall, 2004. DE SORDI, Maria Regina Lemos. A avaliação da aprendizagem universitária em tempos de umdanças: a inovação ao alcance do educador comprometido. In: VEIGA, I. P. A; CASTANHO, M. E. L. M. (Orgs). Pedagogia universitária: a aula em foco, Campinas-SP: Papirus, 2000. DESLANDES, Suely Ferreira. A construção do projeto de pesquisa. In: MINAYO, Maria Cecília (org). Pesquisa social: teoria, método e criatividade. 20. Petrópolis-RJ: Vozes, 1994. Inex – Instituto Nacional de Educação e Extensão | 59 GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 4. São Paulo: Atlas, 2007. GONÇALVES, E. P. Escolhendo o percurso metodológico. In: GONÇALES (Org). Iniciação a pesquisa científica. 2001. LAKATOS, Eva M.; MARCONI, Marina A. Fundamentos de Metodologia Científica. 6. 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Inex – Instituto Nacional de Educação e Extensão | 60 APÊNDICE VERBOS QUE PODEM SER USADOS NA ELABORAÇÃO DE OBJETIVOS c CONHECIMENTO COMPREENSÃO APLICAÇÃO ANÁLISE SÍNTESE AVALIAÇÃO Apontar Associar Corresponder Definir Descrever Delinear Denominar Enunciar Enumerar Esboçar Identificar Igualar Listar Marcar Mencionar Nomear Relatar Reproduzir Referir Sublinhar Rotular Selecionar Converter Discutir Desvelar Exemplificar Explicar Expressar Generalizar Identificar Interpretar Investigar Justificar Localizar Narrar Reafirmar Reescrever Revisar Traduzir Traduzir Transcrever Ilustrar Reorganizar Demonstrar Inferir Diferenciar Aplicar Calcular Converter Demonstrar Dramatizar Empregar Esboçar Identificar Ilustrar Manipular Modificar Operar Praticar Produzir Resolver Solucionar Traçar Usar Utilizar Organizar Generalizar Descobrir Preparar RelacionarMostrar Analisar Calcular Categorizar Comparar Debater Decompor Diferenciar Diagramar Discriminar Distinguir Esboçar Examinar Identificar Lustrar Investigar Provar Relacionar Separar Subdividir Assinar Assinalar Subdividir Selecionar Combinar Compor Conjugar Construir Coordenar Dirigir Criar Escrever Formular Modificar Organizar Planejar Projetar Propor Transferir Documentar Desenvolver Organizar Sintetizar Imaginar Categorizar Explicar Reconstruir Relacionar Criticar Descrever Apreciar Avaliar Contrastar Comparar Concluir Discriminar Escolher Estimar Explicar Justificar Medir Selecionar Relacionar Sustentar Taxar Validar Valorizar Padronizar Argumentar Decidir Inex – Instituto Nacional de Educação e Extensão | 61 UTILIZAÇÃO DE VERBOS PARA A ELABORAÇÃO DOS OBJETIVOS MENOS INTERPRETAÇÃO MAIS INTERPRETAÇÃO Apontar Adquirir Aplicar Apreciar Classificar Aperfeiçoar Comparar Aprender Contrastar Compreender Distinguir Conhecer Escrever Desenvolver Exemplificar Dominar Listar Entender Enumerar Julgar Marcar Melhorar Numerar Raciocinar Relacionar Saber Traduzir Verificar Manifestar Identificar Atenção: a indicação de tais verbos, não significa que outros não possam ser utilizados. Neste particular, destaca-se apenas que propostas de “AVALIAR” UM DETERMINADO FENOMENO (por exemplo), requerem um aprofundamento que, talvez, não seja viável ou coerente para esta etapa de qualificação. Além do fato de que ao estabelecer os objetivos para o projeto devem ser considerados aspectos como: tempo para pesquisa e elaboração do trabalho. Inex – Instituto Nacional de Educação e Extensão | 62 PALAVRAS AUXILIARES PARA FAZER “LIGAÇÃO” EM TEXTOS A eles, em especial A esse respeito Silva A esta altura A este propósito À medida que A título de Acontece apenas que Afora outras Agora que Ainda assim Ainda mais Além de Além disso Alguns casos são a priori evidentes Analogamente Antes de tudo Ao contrário Ao final dessa Ao lado de Após a Aqui, depara-se com Assim fazendo Assim Tal tese Assim também Pois, Até porque Caso haja Caso se pretenda Certa vez Claro está Com base nessas Com efeito, às vezes Como efeito Como já disse Como quer que seja Como se pode observar Conclui-se Contudo Convêm, no entanto Da mesma forma De repente Desse modo Devo, pois, antes de tudo Diante de Diga-se de passagem E assim É claro que Á fora de duvida que É possível que O mesmo sucede O modo mais O próprio SILVA, já citado, recorda ainda que Ora, estando Ora, se estivesse Inex – Instituto Nacional de Educação e Extensão | 63 ORIENTAÇÕES QUE POSSIBILITAM A CONSTRUÇÃO DE UM FAZER CIENTÍFICO EXPRESSÕES CONDENÁVEIS OPÇÕES A nível (de), ao nível Face a, frente a Onde (quando não exprime “lugar”) (medida) visando... sob um ponto de vista Sob um prisma com sendo em função de Em nível, no nível Ante, diante de, em face, em vista de, perante Em que, na qual, nas quais, no qual nos... (medidas) destinadas a de um ponto de vista por (ou através de) um prisma suprimir a expressão em virtude de, por causa de, em conseqüência de, por, em razão de EXPRESSÕES NÃO-RECOMENDÁVEIS OPÇÕES Partir de (a não ser com valor temporal) Através de (para exprimir “meio ou instrumento) Devido a Dito Fazer com que Inclusive (a não ser quando significa Incluindo-se). No sentido de, com vista a Pois (início de oração) Principalmente Com base em, tomando-se por base, valendo-se de Por, mediante, por meio de, por intermédio de, segundo ... Em razão de, em virtude de, graças a, por causa de Em razão de, em virtude de, graças a, por causa de Citado mencionado Compelir, constranger, fazer que, forçar Até, ainda, igualmente, mesmo, também A fim de, para, com o fito, (ou objetivo ou intuito) com a finalidade de, tendo em vista Já que, porque, uma vez que, visto que Especialmente, mormente, sobretudo em especial, em particular. Inex – Instituto Nacional de Educação e Extensão | 64 CLASSIFICAÇÃO DAS CONJUNÇÕES Coordenativas Subordinativa Adversativa: mas, porém, contudo, todavia, entretanto, no entanto... Alternativa: ou, ou... ou, ora... ora, quer... quer, seja... seja... Conclusiva: logo, por isso, pois (depois do verbo), portanto... Explicativa: que, porque, pois (antes do verbo)... Causal: porque, já que, uma vez que, porquanto, como (no início da frase)... Comparativa: como, assim como, que do que (precedido de mais, menos, maior, menor, melhor, pior)... Concessiva: embora, ainda que, conquanto que, mesmo que, apesar de que, s bem que, posto que... Condicional: se, caso, a menos que, contanto que, desde que (seguido de verbo no subjuntivo), a não ser que... Conformativa: conforme, consoante, segundo, como... Consecutiva: que (precedido de tal, tão, tanto, tamanho), de sorte que, de modo que... Final: a fim de que, para que... Proporcional: à medida que, à proporção que, ao passo que, quanto mais, quanto menos, quanto maior, quanto melhor (em correlação com tanto mais, tanto menos, tanto maior, tanto pior)... Temporal: quando, enquanto, logo que, depois que, antes que, desde que, assim que, até que, mal (= quando, assim que)... Inex – Instituto Nacional de Educação e Extensão | 65 RELAÇÕES ESTABELECIDAS PELAS PREPOSIÇÕES Relação Exemplo AssuntoTodos só falavam sobre futebol. Aqueles repórteres entendiam de política. Companhia As crianças saíram com seus pais. Lugar Nós iremos (a, até, para – Fortaleza.) Durante a viagem, passamos por Belo Horizonte. Nós estávamos em São Paulo, dia 21. Coloquei o doce sobre a mesa. Passeavam sob um lindo sol. Após aquela rua, fica o shopping. Matéria Compraram uma porta de ferro. Modo Vestiu-se com elegância para a festa. Oposição Muitos cidadãos agem contra a violência. Saíram muitas notícias contra o governo. Posse Os cabelos de Gláucia são pretos e brilhantes. Tempo Esperamos nossos amigos até a meia-noite. Faremos esse trabalho em outro dia. Desde ontem está chovendo. Após a tempestade, tudo estava inundado. Você sairá a essa hora? Inex – Instituto Nacional de Educação e Extensão | 66 1 – INDICADOR DE OPOSIÇÃO, CONTRASTE, ADVERSÃO Preposições, conjunções e locuções Mas, porém, todavia, entretanto, no entanto, embora, contra, apesar de, não obstante, ao contrário, etc. 2 – Indicadores de causa e conseqüência Preposições, conjunções e locuções Porque, visto que, em virtude de, uma vez que, devido a, por motivo de, graças a, sem razão de, em decorrência de, por causa de, etc. 3 – Indicadores de finalidade Preposições, conjunções e locuções A fim de, a fim de que, com o intuito de, para, para a, para que, com o objetivo de, etc. 4 – Indicadores de esclarecimento Preposições, conjunções e locuções Vale dizer, ou seja, quer dizer, isto é, etc 5 – Indicadores de proporção Preposições, conjunções e locuções À medida que, à proporção que, ao passo que, tanto quanto, tanto mais, a menos que, etc. 6 – Indicadores de tempo Preposições, conjunções e locuções Em pouco tempo, em muito tempo, logo que, assim que, antes que, depois que, quando, sempre que, etc. 7 – Indicadores de condição Preposições, conjunções e locuções Se, caso, contanto que, a não ser que, a menos que, etc. Inex – Instituto Nacional de Educação e Extensão | 67 INSTITUTO NACIONAL DE EDUCAÇÃO E EXTENSÃO- INEX I MOSTRA DE ............. (Título)¹ Ângela ² PROFESSOR (orientador)³ INTRODUÇÃO Dar uma ideia do assunto, justificando o problema estudado de forma clara e concisa. No último parágrafo deve conter os objetivos do trabalho realizado. DESENVOLVIMENTO Apresentar de forma sucinta os principais eixos teóricos abordados. (USAR CITAÇÃO) CONCLUSÕES Inex – Instituto Nacional de Educação e Extensão | 68 ( focalizar a que conclusões se chegou após a leitura do livro) REFERÊNCIAS Identifique no máximo três ou quatro autores mais importantes referentes ao tema investigado. ¹Trabalho apresentado................................ ² Acadêmicos do curso de ........................ ³ Orientador........... OBSERVAÇÕES AOS ORIENTANDOS • Solicito que façam e enviem para que eu veja e aprove. • O tamanho do banner deve ser padrão (1m e 20 cm de comprimento por 90 cm de largura). • É necessário o símbolo, da instituição NO BANNER DEVERÁ CONSTAR: -mail (no rodapé). Inex – Instituto Nacional de Educação e Extensão | 69 Desenvolvimento (Deve constar o Referencial Teórico); ias. Sugerimos que seja utilizado o mínimo de texto. A fonte recomendada para digitação do texto é Arial Unicode MS em tamanho 35, de maneira a permitir a leitura a pelo menos 2 m de distância. Utilize fonte tamanho 45 para o título. Inex – Instituto Nacional de Educação e Extensão | 70