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CLARETIANO – CENTRO UNIVERSITÁRIO
ALUNO:MIRELE CRISTINA DE SOUZA ALVES– RA: 1144543
CURSO: PEDAGOGIA
ESTUDO DAS AMOSTRAS
DISCIPLINA: ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO: ASPECTOS DIDÁTICOS-PEDAGÓGICOS
PROFESSORA: ALESSANDRA CORREA FARAGO
PITANGUEIRAS
2018
Após os estudos das leituras indicadas, analise (classificando e descrevendo as características das hipóteses de escrita das crianças apresentadas a seguir)
Amostra 1
Antônio (adulto)
Na escrita de Antônio encontramos o nível silábico- alfabético, onde podemos analisar uma certa preocupação em relação a fonemas e grafemas. Ele ainda se confunde no som de determinadas letras, ora se escreve atribuindo a cada silaba uma letra, ora representando as unidades sonoras menores, os fonemas.
Amostra 2
Odirley
Tem traços típicos, como linhas e formas semelhantes a “emes” em letra cursiva, ele não faz correspondência entre escrita e pauta, somente o aluno pode dizer o que escreveu.
A amostra se refere ao nível pré-silábico.
Amostra 3
Nesta amostra podemos observar que o aluno usa letras que correspondem a sons contidos nas sílabas orais, entrando na fase silábica de qualidade ou seja hipótese qualitativa.
Amostra 4
Nesta amostra podemos observar que o aluno já é capaz de fazer todas as relações entre grafemas e fonemas, embora ainda possua problemas de transcrição de fala e cometa erros ortográficos. Ele tem tendência a escrever exatamente como se pronuncia. Sendo classificada como nível-alfabético.
Amostra 5
A escrita de Daiana refere-se a hipótese pré-silábica.
A aluna não faz correspondência entre escrita e ,pauta sonora, nem na quantidade, pois o numero de letras não equivale ao números de sílabas nem de fonemas, nem na qualidade, sendo que as letras escolhidas não correspondem aos fonemas que ela precisa representar.
Amostra 6
Nesta amostra o aluno encontra-se no nível alfabético, ele compreende que a escrita nota a pausa sonora, sendo capaz de fazer todas as relações entre grafemas e fonemas. Nota-se a preocupação em escrever de forma correta apesar de ter erros ortográficos.
Amostra 7
Talita
Essa aluna está na hipótese silábica e podemos ver que a escrita dela tem caráter quantitativo, onde cada letra conta com uma silaba falada, mas o que escreve não corresponde com o som da sílaba.
Amostra 8
Cleonilda – 7 anos
A aluna faz referência a hipótese silábica, onde cada letra representa uma emissão sonora. A vogal O representa o “TO” em gato, “LO” para cavalo, “O” e “TA” representa borboleta, “BO” representa boi.
Amostra 9
Taís
 A aluna escreve de forma quantitativa sem valor sonoro onde o que está escrito não corresponde com o som da silaba.
Notamos que ela sabe quantas sílabas tem a palavra, mas sua escrita não corresponde com o som da sílaba que ela escreveu.
Amostra 10
Daniel – 7 anos
O aluno apresenta traços da escrita silábica, ele tenta escrever, mas não consegue. Ao mesmo tempo acredito que ele possa se enquadrar no nível pré silábico, pois diante da sua escrita me faz perceber que ele não faz correspondência entre sua escrita e a pauta sonora.
Amostra 11
Ricardo
O aluno escreve de forma silábica quantitativa com valor sonoro, cada letra corresponde a uma silaba falada e o que se escreve tem valor sonoro da silaba correspondente e faz combinações de vogais.
Amostra 12
Fabio
O aluno não estabelece vínculo entre escrita e a fala, usa letras do seu nome de forma aleatória para escrever as outras palavras. Esta hipótese faz referência a hipótese pré-silábica.
E-Referencias:
http://sabidinhosdaioio.blogspot.com/2011/04/niveis-conceituais-da-escrita.html
http://www.blogin.com.br/2018/02/22/identificar-as-hipoteses-da-escrita/
http://ninguemparatras.no.comunidades.net/textos-esclarecedores
<http://portal.mec.gov.br/seed/arquivos/pdf/tvescola/grades/salto_ple.pdf>. Acesso em: 29 jul. 2017. COUTINHO, M. de L.
Psicogênese da língua escrita: O que é? Como intervir em cada uma das hipóteses? Uma conversa entre professores. In: MORAIS, A.

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