Prévia do material em texto
PATOLOGIA DO TRATO RESPIRATÓRIO SUPERIOR - ABORDAGEM CLINICA Janayra Mendes Moreira Marcus Vinícius Fonseca Faria Paloma Vieira Tsotsou OBJETIVO Abordagem clínico semiológica das afecções do trato respiratório superior dos animais domésticos. Horst Erich Konig, 2011. CORTE TRANSVERSAL DA CABEÇA DE UM CÃO, NA ALTURA DOS DENTES CANINOS (ASPECTO FRONTAL). Horst Erich Konig, 2011. CORTE TRANSVERSAL DA CABEÇA DE UM CÃO, NA ALTURA DO SEGUNDO DENTE PRÉ-MOLAR (ASPECTO FRONTAL). Horst Erich Konig, 2011. CORTE TRANSVERSAL DA CABEÇA DE UM CÃO, NA ALTURA DO 3º DENTE PRÉ-MOLAR (ASPECTO FRONTAL). Horst Erich Konig, 2011. CORTE PARAMEDIANO DA CABEÇA DE UM CÃO (ASPECTO MEDIAL). Horst Erich Konig, 2011. RADIOGRAFIA DO CRÂNIO DE UM FELINO. ANATOMIA DO TRATO RESPIRATÓRIO SUPERIOR. Cristiane et al, 2016. TIPOS DE CRÂNIOS Fonte :www.vixbull.com/caes-braquicefalicos TIPOS DE CRÂNIOS CRÂNIO BRAQUIOCEFÁLICO Bijzondere_waren, 2018. ESTENOSE DOS ORIFÍCIOS NASAIS SÍNDROME BRAQUICEFÁLICA Silva, 2018. SÍNDROME BRAQUICEFÁLICA PROLONGAMENTO DO PALATO MOLE Silva, 2018. SÍNDROME BRAQUICEFÁLICA Eversão dos sáculos laríngeos. Silva, 2018. SÍNDROME BRAQUICEFÁLICA Colapso laríngeo. Silva, 2018. INTERFERÊNCIAS DO HOMEM NO SURGIMENTO DE RAÇAS PREDISPONENTES A PATOLOGIAS RESPIRATÓRIAS. Cruzamento de raças. Desempenho físico. Trabalho. Desconfigurações de raças originais. Surgimento de novas raças. RAÇAS PREDISPONENTES – CÃES BOXER BULLDOG INGLÊS PEQUINÊS SHIH TZU BULLDOG FRANCÊS CAVALIER KING CHARLES SPANIEL Joana Prata, 2017 RAÇAS PREDISPONENTES – FELINOS HIMALAIA PERSA EXÓTICO (GATO) ANAMNESE ANAMNESE DEVE-SE ABORDAR ✓Quais sinais o animal está apresentando? ✓Tempo de evolução? ✓Tipo de descarga nasal? ✓Se há presença de epistaxe? ✓Presença de tosse? Espirro? ✓Dor ? ✓Incomodo nasal ? ✓Cansaço? ✓Deformidade Facial? Fonte: (vetsmart, 2018) EXAME FÍSICO ▪Avaliar estado geral do animal; ▪Mucosas; ▪Linfonodos; ▪Palpação; ▪Auscultação; ▪Temperatura. Avaliar vias aéreas se há presença: Secreção Corpo estranho Despigmentação do focinho Fonte: (Petcare, 2017) FATORES PREDISPONENTES SURGIMENTO DAS PATOLOGIAS RESPIRATÓRIAS DO TRATO SUPERIOR: Fonte: (Petcare, 2018) Estação do ano Tamanho do animal Animais braquiocefalicos Obesidade Cães imunossuprimidos PRINCIPAIS ALTERAÇÕES Principais alterações do trato respiratório superior: Distúrbios da cavidade nasal Neoplasias Distúrbios dos seios Paranasais Sinusite Distúrbios da faringe Faringite Rinite PRINCIPAIS ALTERAÇÕES Distúrbios da laringe Distúrbios da Traqueia Estenose e colabamento laríngeo Paralisia LaríngeaLaringite Traqueobronquite infecciosa Colapso da traqueia PATOLOGIAS MAIS COMUM EM CADA ESPÉCIE ESPÉCIE CANINA Rinite Alérgica Rinite Fúngica Sinusite Neoplasias Paralisia laríngea Colapso de traqueia Traqueobronquite infecciosa canina Fonte: (lapagina, 2018) Rinite Criptocócica Sinusite Complexo respiratório felino Fonte: (revistapet, 2017) ESPÉCIE FELINA Fonte: www.vetmetodo.com.br SINAIS E SINTOMAS RESPIRATÓRIOS SINAIS E SINTOMAS •Espirros •Obstrução do fluxo aéreo CAVIDADE NASAL Secreção Nasal Fonte: www.vetmetodo.com.br SINAIS E SINTOMAS TRAQUEIA DispneiaTosse SINAIS E SINTOMAS • Tosse • Estertor LARINGE Alterações vocais devido a paralisia Laríngea https://www.youtube.com/watch?v=J7GgFN42NFw&t=43s DIAGNÓSTICO CULTURA BACTERIANA E FÚNGICA •A coleta de material para cultura tanto bacteriana como fúngica deve ser realizada anteriormente à rinoscopia; •É indicada quando em casos com presença de secreção, Cultivo, por 5 dias a 37°C, de Cryptococcus neoformans em ágar Sabouraud. Morfologia colonial da bactéria gram- negativa B. bronchiseptica cultivada em ágar-sangue Fonte: Retirado do site phil.cdc.gov. RADIOGRAFIA Indicado em todos os casos de afecções nasais e ou sinonasais Auxilia na identificação e extensão da doença.Fonte: (Universidade de São Paulo. SP. 2010) RINOSCOPIA A rinoscopia anterior é realizada por meio do acesso rostral à cavidade nasal e permite a inspeção: •Septo nasal; •Meato nasal comum dorsal; médio e ventral; •Conchas nasal dorsal ventral ; Equipamentos de endoscopia de fibra óptica rígida ou flexível Fonte: (karlstorz, 2017) RINOSCOPIA A presença e tipo de secreção Inflamação das conchas nasais Pólipos Proliferações teciduais Corpos estranhos Placas fúngicas DURANTE O PROCEDIMENTO SÃO AVALIADOS RINOSCOPIA https://www.youtube.com/watch?v=QixC5h-yFDM&t=1s http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/10/10137/tde-01022012-101315/pt-br.php TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA Permite através de cortes transversais: avaliar detalhadamente a cavidade nasal melhorando a capacidade em diagnosticar doenças nasais de forma mais precisa; Objetivo: Avaliar a extensão e o envolvimento das estruturas e auxiliar exames de rinoscopia através das imagens; Fonte: (Universidade de São Paulo. SP. 2010) TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA https://www.imaios.com/br/vet-Anatomy/Cao/Cabeca-canina-TC TRATAMENTO INFECÇÕES FÚNGICAS DO TRATO RESPIRATÓRIO DE CÃES E GATOS • Anfotericina B, • Flucitosina, • Cetoconazol, • Itraconazol ou fluconazol (SNC). O curso do tratamento (3 meses a 1 ano) em alguns casos. Fonte: (karlstorz, 2017) RINOTRAQUEÍTE INFECICIOSA FELINA O uso de antiinflamatórios não-esteroidais e vacinas. SIALORRÉIA E INAPETÊNCIA: Reposição de fluidos, eletrólitos e manutenção do equilíbrio ácido-básico devido à, preferencialmente por administração endovenosa. SINAIS CLÍNICOS GRAVES Fonte: (karlstorz, 2017) COLAPSO DE TRAQUEIA EM CAES • TRATAMENTO CIRÚRGICO: estabilizar as cartilagens da traqueia e o músculo traqueal, preservando o máximo possível do suprimento nervoso e sanguíneo dos segmentos da traqueia. https://www.youtube.com/watch?v=Rx-dUN4uQo8 TRATAMENTO CLÍNICO GERAL Bronco dilatadores Sedativo Antitussígeno Corticosteroides Repouso • Os pets estão cada vez mais sendo tratados como um membro da família; • O estreitamento da relação dono-pet aumentou a demanda por meios de proporcionar o bem estar: nutrição; cuidados de higiene e estética; • Porém Consequentemente estão mais propícios a problemas alérgicos que antes eram relacionados apenas aos humanos. HUMANIZAÇÃO DOS PETS Fonte: (pt.dreamstime, 2017) REVISTA ELETRÔNICA • Dunn, J.K. Tratado de Medicina de Pequenos Animais.São Paulo:Roca, 2001.1075p. Ettinger, S.J.& Feldman,E.C.Tratado de Medicina Interna Veterinária. 5 ed.Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004.2156p. 2v. • Nelson, R. W. & Couto,C.G. Medicina Interna de Pequenos Animais. 2.ed.Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2001.1084p. • DAVIDSON, A. P.; MATHEWS, K. G.; KOBLIK, P. D.; THÉON, A. Doenças do nariz e dos seios nasais. In: ETTINGER, S. J.; FELDMAN, E. C. Tratado de medicina interna veterinária: doenças do cão e do gato. 5 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004. p.1059- 82. • HARE, W. C. D. Sistema respiratório do carnívoro. In: GETTY, R. Anatomia dos animais domésticos. 5 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1986. v. 2, p. 1465– 80. REFERÊNCIAS • YOSHITOSHI, F. N. Contribuição ao estudo da rinoscopia na avaliação de afecções nasais no cão (Canis familiaris). 2001. 135f. Dissertação (Mestrado em Medicina Veterinária) - Faculdade de Medicina Veterináriae Zootecnia, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2003. • McCARTHY, T. C. Rhinoscopy: the diagnostic approach to chronic nasal disease. In:_______. Veterinary Endoscopy. St.Louis: Elsevier Saunders, 2005. p. 137-200. • AULER, Fernanda de Assis Bueno. Associação da radiografia, tomografia computadorizada e rinoscopia no auxílio diagnóstico das afecções em cavidade nasal e seios paranasais de cães. 2010. Dissertação (Mestrado em Clínica Cirúrgica Veterinária) - Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2010. doi:10.11606/D.10.2010.tde- 01022012-101315. Acesso em: 2018-10-08. REFERÊNCIAS OBRIGADO!!!! DÚVIDAS??