Prévia do material em texto
1 www.romulopassos.com.br Slides da Aula Tatiane Da Silva Brunetto - 017.591.261-01 2 www.romulopassos.com.br Tatiane Da Silva Brunetto - 017.591.261-01 3 www.romulopassos.com.br Tatiane Da Silva Brunetto - 017.591.261-01 4 www.romulopassos.com.br Tatiane Da Silva Brunetto - 017.591.261-01 5 www.romulopassos.com.br Tatiane Da Silva Brunetto - 017.591.261-01 6 www.romulopassos.com.br Tatiane Da Silva Brunetto - 017.591.261-01 7 www.romulopassos.com.br Tatiane Da Silva Brunetto - 017.591.261-01 8 www.romulopassos.com.br Tatiane Da Silva Brunetto - 017.591.261-01 9 www.romulopassos.com.br Tatiane Da Silva Brunetto - 017.591.261-01 10 www.romulopassos.com.br Tatiane Da Silva Brunetto - 017.591.261-01 11 www.romulopassos.com.br Tatiane Da Silva Brunetto - 017.591.261-01 12 www.romulopassos.com.br Tatiane Da Silva Brunetto - 017.591.261-01 13 www.romulopassos.com.br Tatiane Da Silva Brunetto - 017.591.261-01 14 www.romulopassos.com.br Tatiane Da Silva Brunetto - 017.591.261-01 15 www.romulopassos.com.br Tatiane Da Silva Brunetto - 017.591.261-01 16 www.romulopassos.com.br Questões – HIV 1. (HUAC-UFCG/EBSERH/AOCP/2017) Um paciente do sexo masculino, 45 anos, portador do HIV, está apresentando hipertermia, sudorese, cefaleia, fadiga, faringite, exantemas, gânglios linfáticos aumentados e um leve prurido. Nesse caso, é correto afirmar que a manifestação do HIV se encontra na fase aguda da doença que compreende a) 8 a 10 anos. b) 0 a 4 semanas. c) 10 a 15 anos. d) 15 a 25 anos. e) acima de 20 anos. 2. (EBSERH Nacional/Instituto AOCP/2015) Na AIDS, a duração do período entre a infecção pelo HIV até a primeira detecção de anticorpos anti-HIV, a qual inclui a fase aguda e a fase eclipse (aguda + eclipse), é conhecida como a) período de incubação. b) janela de soroconversão. c) infecção crônica. d) imunoensaio. e) imunidade inata. 3. (HU-UFS/EBSERH/IAOCP/2014) Em relação à fase aguda da infecção causada pelo HIV, assinale a alternativa correta. a) Certas neoplasias são mais frequentes nesta fase, entre elas: sarcoma de Kaposi, linfomas não- Hodgkin, neoplasias intraepiteliais anal e cervical. b) Uma vez instalada a AIDS, as pessoas portadoras do HIV apresentam sinais e sintomas de processos oportunistas c) Também conhecida como fase assintomática, o estado clínico básico é mínimo ou inexistente. d) As manifestações clínicas podem variar desde quadro gripal até uma síndrome, que se assemelha à mononucleose. e) A história natural da infecção aguda caracteriza-se tanto por viremia baixa quanto por resposta imune suprimida. 4. (HRL-UFS/EBSERH/AOCP/2017 - Técnico em Enfermagem) A profilaxia pós-exposição ao HIV, quando indicada, deve ser iniciada idealmente a) nas primeiras 2 horas após a exposição. b) até 4 dias após a exposição. c) 72 horas após a exposição. d) nos primeiros 15 dias após a exposição. e) em, no máximo, 24 horas após a exposição. Tatiane Da Silva Brunetto - 017.591.261-01 17 www.romulopassos.com.br 5. (HUB-EBSERH/IBFC/2013) Assinale a alternativa correta: I. A infecção pelo HIV é acompanhada por um conjunto de manifestações clínicas denominada Síndrome Retroviral Aguda (SRA), que se apresenta geralmente entre a primeira e terceira semana após a infecção. Os principais achados clínicos de SRA, incluem febre, adenopatia, faringite, exantema, mialgia e cefaleia. II. A infecção pelo HIV eleva o risco de desenvolvimento de tuberculose ativa em indivíduos com tuberculose latente. Recomenda-se a realização da prova Tuberculínica anualmente caso seja < 5mm. III. Uma das medidas que deve ser sistematicamente realizada na atenção da pessoa vivendo com HIV destaca-se o aconselhamento do paciente a reduzir as situações de risco relacionadas a exposições sexuais desprotegidos, exceto práticas orais. IV. Adultos e adolescentes que vivam com HIV não podem receber todas as vacinas do calendário nacional, mesmo as que não apresenta deficiência imunológica importante. d) Apenas as afirmativas I e II estão corretas 6. (HU-UFG/AOCP/EBSERH/2015) Paciente adulto, sexo masculino, apresenta coinfecção Tuberculose (TB) / HIV. Em relação ao caso apresentado, assinale a alternativa INCORRETA. a) A rifampicina não é indicada para tratamento nos pacientes com coinfecção HIV/TB por estar relacionada à interação medicamentosa incompatível com a terapia antirretroviral. b) É frequente a descoberta da soropositividade para HIV durante o diagnóstico de tuberculose. c) O tratamento da tuberculose em pessoas infectadas pelo HIV segue as mesmas recomendações para os não infectados. d) Taxas maiores de falência terapêutica e recorrência da tuberculose têm sido demonstradas nos coinfectados pelo HIV. e) Apresentação pulmonar atípica é frequente na coinfecção (TB/HIV) e é um sinal sugestivo de imunodeficiência avançada. 7. (TRT 15ª Região/FCC/2015) A equipe multidisciplinar em saúde,ao preparar o paciente portador de HIV/AIDS para o tratamento, deve conhecer os fatores que facilitam a adesão, que são, dentre outros, a) não aceitação da soropositividade e apoio social. b) acolhimento e escuta ativa do paciente pela equipe multidisciplinar e baixa escolaridade. c) vínculo com os profissionais de saúde, equipe e o serviço de saúde e conhecimento e compreensão sobre a enfermidade e o tratamento. d) capacitação adequada da equipe multidisciplinar e exclusão social. e) medo de sofrer com a discriminação e faixa etária do paciente. 8. (HU-UFSM/EBSERH/IAOCP/2014) O diagnóstico do HIV ainda suscita nas pessoas muitas questões e desafios de natureza psicológica, social, cultural e econômica. Assinale a alternativa que representa um fator dificultador na adesão ao tratamento das pessoas vivendo com HIV/AIDS. Tatiane Da Silva Brunetto - 017.591.261-01 18 www.romulopassos.com.br a) O suporte familiar, social, afetivo, bem como a percepção por parte da pessoa de que esse apoio é suficiente. b) Complexidade do regime terapêutico, que inclui o número de doses e de comprimidos que precisam ser ingeridos diariamente. c) Escolaridade alta, habilidades cognitivas suficientes para lidar com as dificuldades e as exigências do tratamento. d) Aceitação da soropositividade, pois tomar os remédios significa reconhecer que a condição de infecção pelo HIV é uma realidade. 9. (HU-UFSM/EBSERH/IAOCP/2014) Em relação às pessoas em uso da terapia anti-retroviral (TARV), algumas alterações anatômicas passaram a ser descritas no final dos anos 90. Em especial, uma alteração caracterizada por alterações de gordura corporal, que denomina-se a) atrofias. b) gonadotrofias. c) lipodistrofia. d) adenodistrofias. Questões – Sífilis 10. (Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso/FGV/2013) A sífilis é uma doença infecciosa de transmissão sexual ou materno‐fetal, de evolução crônica, sujeita a surtos de agudização e períodos de latência clínica de menor ou maior tempo de duração. No que se refere à classificação dessa doença, assinale a afirmativa correta. a) Sífilis secundária é a forma da sífilis adquirida na qual não se observam sinais e sintomas clínicos e, portanto, tem o seu diagnóstico feito apenas por meio de testes sorológicos. b) Sífilis terciária caracteriza‐se pela presença de lesão erosada ou ulcerada, geralmente única, pouco dolorosa, com base endurecida, fundo liso, brilhante e pouca secreção serosa. c) Sífilis latente é aquela na qual os sinais e sintomas geralmente aparecem de 3 a 12 anos ou mais após o início da infecção. d) Sífilis congênita precoce caracteriza‐se pelo surgimento dos sintomas tais como baixo peso, hepatomegalia e osteocondrite até o segundo ano de vida. e) Sífilis primária geralmente caracteriza‐se pela presença de lesões cutâneo‐mucosas, de 6 a 8 semanas após o aparecimento do cancro duro. 11. (Prefeitura de Osasco-SP/FGV/2014) Relacione os tipos de sífilis às suas respectivas características. 1. Adquirida recente 2. Adquirida tardia 3. Congênita recente 4. Congênita tardia ( ) Tempo de evolução ˂ 1 ano Tatiane Da Silva Brunetto - 017.591.261-01 19 www.romulopassos.com.br ( ) Diagnóstico após o 2º ano de vida ( ) Fase latente tardia e terciária ( ) Diagnóstico até o 2º ano de vida Assinale a opção que indica a relação correta, de cima para baixo. a) 2 – 4 – 1 – 3 b) 3 – 2 – 4 – 1 c) 1 – 2 – 3 – 4 d) 1 – 4 – 2 – 3 e) 4 – 1 – 3 – 2 12. (HRL-UFS/EBSERH/AOCP/2017) Paciente feminina, após relação sexual desprotegida, descobriu que o parceiro era portador de sífilis. Questionou há quanto tempo ele apresentou o diagnóstico e ele respondeu-lhe que estava em estágio inicial e que apresentava lesões primárias. Qual é o risco de a paciente ter adquirido essa patologia? a) Os riscos de transmissão são mínimos, cerca de 10%, pelo fato da doença apresentar-se em estágio inicial. A infectividade da sífilis por transmissão sexual é maior no estágio de latência tardia e estágio terciário. b) A menor transmissibilidade nesse período aplica-se pela leve multiplicação do patógeno e ausência de treponemas nas lesões. c) Os riscos são consideráveis, pois a infectividade da sífilis por transmissão sexual é maior, cerca de 60% nos estágios iniciais, quando estão presentes lesões primárias e secundárias e sífilis latente recente. d) Os riscos de transmissão são grandes, principalmente quando há presença de lesões, pois, nessa fase, a multiplicação do patógeno está ausente. e) Nessa fase inicial, as lesões são raras ou inexistentes, por volta do segundo ano de doença elas começam aparecer, no entanto os riscos de infectividade são altos, cerca de 90%. 13. (HUAC-UFCG/EBSERH/AOCP/2017) Uma criança do sexo masculino, de quatro anos de idade, possui as seguintes manifestações clínicas: tíbia em “lâmina de sabre”, articulações de Clutton, fronte “olímpica”, nariz “em sela”, dentes incisivos medianos superiores deformados, molares em “amora”, mandíbula curta, arco palatino elevado, ceratite intersticial, surdez neurológica e dificuldade no aprendizado. Esse quadro é característico de a) eritroblastose fetal. b) síndrome de guillain barré. c) sífilis congênita tardia. d) eritema tóxico em recém-nascidos. e) Reação de Jarisch-Herxheimer. 14. (HUAP-UFF/EBSERH/IBFC/2016) Sobre a Sífilis, assinale a alternativa correta. a) A Sífilis Adquirida não é uma doença de notificação compulsória Tatiane Da Silva Brunetto - 017.591.261-01 20 www.romulopassos.com.br b) A Sífilis Congênita é uma doença de notificação compulsória com periodicidade de notificação semanal c) A Sífilis em gestante é uma doença de notificação compulsória imediata (com periodicidade de notificação menor que 24 horas) d) O tratamento da Sífilis primária é realizado com Penicilina G benzatina, 4.800.000UI, IM, 1 vez por semana, 2 semanas (dose total de 9.600.000UI) e) O tratamento da Sífilis tardia (latente e terciária) é realizado com Penicilina G benzatina, 2.400.000UI, IM, dose única Questões – Outras ISTs 15. (HU-UFBA/EBSERH/IADES/2014) Assinale a alternativa que indica a infecção genital causada por bactéria denominada Haemophilus ducreyi. a) Linfogranuloma venéreo. b) Donovanose. c) Cancro mole. d) Cancro duro. e) Tricomoníase genital. 16. (Instituto Federal do Rio Grande do Sul-IF-RS/IF-RS/2014) O Guia Prático sobre o HPV (2014) traz muitas informações importantes, dentre as quais se pode destacar que: I. Existem mais de 150 tipos diferentes de HPV, dos quais 40 podem infectar o trato genital. Destes, 12 são de alto risco e podem provocar câncer, e outros podem causar verrugas genitais. II. O HPV de tipos 16 e 18 causam a maioria dos casos de câncer do colo do útero em todo o mundo. III. O HPV de tipos 6 e 11, encontrados na maioria das verrugas genitais e papilomas laríngeos, parecem não oferecer nenhum risco de progressão para malignidade. IV. Uma criança pode desenvolver a papilomatose respiratória recorrente (PRR) se a mãe estiver infectada com HPV e passar a infecção para a criança durante o parto normal. Estão corretas as afirmativas: a) I, II, III, IV. 17. (HRL-UFS/EBSERH/AOCP/2017) Sobre o Papiloma Vírus Humano (HPV), assinale a alternativa correta. a) O HPV é uma das Infecções Sexualmente Transmissíveis menos frequentes no mundo, no entanto o risco estimado para a exposição a essa infecção é de 15% a 25% para cada nova parceira. b) Em grande parte dos casos, a infecção é autolimitada e transitória, sem causar qualquer dano. A maioria das pessoasque entra em contato com o HPV, se não desenvolverem lesões clínicas e não realizarem testes laboratoriais, poderá nunca ter a infecção diagnosticada. c) A prevalência é maior em mulheres mais velhas, quando comparadas com mulheres com menos de 30 anos, no entanto a maioria das infecções (sobretudo quando em adolescentes) não tem resolução espontânea e o tratamento deve ser imediato. Tatiane Da Silva Brunetto - 017.591.261-01 21 www.romulopassos.com.br d) O tempo médio entre a infecção pelo HPV de alto risco e o desenvolvimento do câncer cervical é de aproximadamente 3 anos, independente do tipo, carga, capacidade de persistência viral e o estado imunológico do hospedeiro. A infecção por um genótipo de HPV pode proteger contra a infecção por outros tipos de HPV. e) O HPV está envolvido em aproximadamente 50% dos casos de câncer cervical, sendo, em percentual, maior em outros locais: 95% de ânus, 70% de vulva, 70% de vagina, 85% de pênis e 60% de orofaringe. 18. (HU-UFS/EBSERH/IAOCP/2014) Durante abordagem sindrômica, em paciente com queixa de úlcera genital e história ou evidência de lesões vesiculosas, pode-se iniciar tratamento para a) condiloma. b) herpes genital. c) clamídia. d) tricomoníase. e) gonorreia. 19. (IOBV/2014) Sobre a gonorreia é INCORRETO afirmar a) Pessoa infectada inicia sintomas de ardência e dificuldade urinaria entre dois a oito dias após a relação sexual desprotegida. Às vezes, pode-se notar um corrimento amarelado ou esverdeado – até mesmo com sangue. b) A principal forma de transmissão é por meio de relação sexual com pessoa infectada, seja essa relação oral, vaginal ou anal, sem o uso de preservativo. c) Para a prevenção, deve-se usar camisinha. É recomendado realizar sempre o autoexame, observando os próprios órgãos genitais e vendo se a cor, a aparência, o cheiro e a pele estão saudáveis. d) Pode ocorrer, também, durante o parto, transmissão da mãe contaminada para o bebê. Caso esse tipo de transmissão ocorra, o bebê não corre nenhum risco de saúde. 20. (HUJB-UFCG/EBSERH/AOCP/2017) Mulher de 36 anos, casada, compareceu à Unidade Básica de Saúde para coleta de exame citopatológico. Durante a coleta, a enfermeira observa corrimento vaginal amarelo-esverdeado, bolhoso e fétido e edema de vulva. O pH vaginal da paciente estava > 4,5, dessa forma, seguindo abordagem sindrômica, a enfermeira optou pelo tratamento de a) gonorreia. b) tricomoníase. c) clamídia. d) herpes vaginal. e) candidíase vulvovaginal. Tatiane Da Silva Brunetto - 017.591.261-01 22 www.romulopassos.com.br GABARITO 1 - B 2 - B 3 - D 4 - A 5 - D 6 - A 7 - C 8 - B 9 - C 10 - D 11 - D 12 - C 13 - C 14 - B 15 - C 16 - A 17 - B 18 - B 19 - D 20 - B Tatiane Da Silva Brunetto - 017.591.261-01 23 www.romulopassos.com.br Tatiane Da Silva Brunetto - 017.591.261-01