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Pontifícia Universidade Católica de Goiás Psicologia da Personalidade I Professora : Lorena Simonassi Alunos : Cecília Vieira de Paiva, Conrado Rocha Pereira, Emerson Thiago Silva Chaves, Julia T. Costa de Albuquerque, Marcia Japiassú Amaro Batista de Souza Filha e Rafaela Inacio de Almeida Histórico "(...) Tendência persistente e irrealista de interpretar as intenções e ações dos outros como humilhantes ou ameaçadoras (sem sintomas psicóticos)“ Shapiro 1965: o transtorno é resultado de projeção; Colby 1981: estratégias que minimizam/impedem a vergonha e a humilhação; Cameron 1963,1974: falta básica de confiança resultante de maus tratos por arte dos pais; Histórico Millon 1996: a falta de confiança da origem ao medo de ser coagido e controlado pelos outros; Turkat 1985 - 1990: sentimento de obrigação em relação as expectativas parentais. "A resultante visão paranóide dos outros perpetua o isolamento do indivíduo (...); ser aceito pelos outros ameaçaria seu sistema explanatório" Conceitualização Gary, três suposições : “ As pessoas são maldosas e enganadoras” “Elas vão atacar você se tiverem chance” “Você só estará bem se estiver sempre atento e alerta”. Critérios Diagnósticos Suspeita, sem fundamento suficiente, de estar sendo explorado, maltratado ou enganado pelos outros. Preocupa-se com duvidas infundadas acerca de lealdade ou da confiabilidade de amigos ou colegas. Desconfiança. Interpretas significados ocultos de caráter humilhante ou ameaçador, em observações ou acontecimentos benignos. Guarda rancores persistentes, ou seja, não perdoa quaisquer insultos, injúrias ou deslizes. Reage rapidamente com raiva ou contra-ataque, caso perceba ataques ao seu caráter ou sua reputação. Tem suspeitas recorrentes, sem justificativa, quanto á fidelidade do cônjuge ou parceiro sexual. 6 Abordagem de tratamento Modificação das suposições básicas. Ciclos autoperpetuadores: Vigilância e defensividade Importância do senso de autoeficácia Aumentar o senso de autoeficácia antes de tentar modificar outros aspectos de seus pensamentos automáticos, comportamento interpessoal e de suas suposições básicas. Estratégias de Colaboração Fase inicial da terapia; Pode ser muito estressante para o cliente. Tendem a ficar profundamente ansiosos e\ou zangados quando se sentem coagidos. Desconforto ao revelar pensamentos e sentimentos. Reconhecer fraquezas e confiar no terapeuta. Estratégias de Colaboração Tentativas diretas; Abordagem efetiva; TERATEUTA: ‘‘Uma maneira de resolver esse dilema é ir devagar e ver se eu realmente faço o que digo. É bem mais fácil confiar em ações do que em palavras’’. Tomar cuidado de só oferecer o que será possível. Ser claro e consistente. Corrigir ativamente os entendimentos e percepções erronias, assim que ocorrerem. Intervenção Especifica Caso Gary Diferenciar as pessoas maldosas das confiáveis Modificar as interação interpessoais disfuncionais Perguntas que requer antecipar seu impacto No final da terapia Gary já é mais sociável e a vontade com seus colegas e assumo papel importante nas suas relações Manutenção do Progresso O processo de alta é direto e gradual Aumenta o intervalo entre sessões Planejamento de possíveis situações de recaída Sessões de encorajamento ou manutenção preventiva Gary retorna à terapia quando termina o namoro e com grande mudança na carreira Conclusão As intervenções cognitivo – comportamentais – padrão são usadas para tratar os outros problemas do cliente, não diretamente a sua visão paranóide mas sim as suas consequências e efeitos. Como por exemplo a super vigilância, estresse e ansiedade. Esta abordagem funciona para: contestar as crenças paranoides . Facilitar as outras intervenções Produzir melhoras na sintomatologia paranoide Diminui a vigilância a partir do aumento da auto-eficácia Conclusão Também é proposto outros tipos de intervenções como: Aumentar a habilidade de enfrentamento da ansiedade Desenvolver uma percepção mais realista da percepção é intenção dos outros Desenvolver maior consciência do ponto de vista das outras pessoas