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1
 
 
 
 
 
Orlando Jacques da Silva 
 
 
 
 
 
 
 
Turma 643 de Direito do Trabalho 
 
 
 
 
 
 
 
CONTRATO DE TRABALHO 
E 
CONTRATO DE ADESÃO 
 
CARACTERISTICAS IDENTIFICADORAS E DIFERENCIADORAS 
 
 
 
 
 
 
Rio de Janeiro 
2005 
 2
UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES 
PÓS-GRADUAÇÃO “LATO SENSU” 
PROJETO VEZ DO MESTRE 
 
 
 
 
CONTRATO DE TRABALHO 
E 
CONTRATO DE ADESÃO 
 
 
CARACTERISTICAS IDENTIFICADORAS E DIFERENCIADORAS 
 
 
 
 
OBJETIVOS: 
Fixar os parâmetros existentes entre estas duas modalidades 
de contrato e, principalmente, focar o tema da inexistência 
técnico - jurídica do contrato de adesão que, no entender do 
autor, só existe por uma simples questão de semântica. 
 3
AGRADECIMENTOS 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Aos professores Ana Luiza Couto, MM Juizes Maurício 
Pizarro Drumond, nosso paraninfo, Dalva Amélia de Oliveira, 
Ricardo Miguel, Airtom Vargas, Ilustre Procuradora do INSS 
Patrícia Gomes Teixeira e a coordenadora da monografia 
professora Denise de Almeida Guimarães;. 
 
 Aos colegas da Turma 643 de Direito do Trabalho das 
5as, feiras às 19 horas. 
 
 
 
 
 4
 
 
DEDICATÓRIA 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Dedico este trabalho à minha mulher Maria da 
Glória Santos da Silva e aos meus filhos 
Ubiratan, Adilene, Emilsom, Rosilene e 
Orlando Santos da Silva. 
 
 Orlando Jacques da Silva 
 
 
 5
 
 
RESUMO 
 
 
 
 
Durante o desenrolar do nosso curso de Direito do Trabalho e Direito Processual 
do Trabalho realizamos algumas reuniões de estudos e revisão das matérias e 
em uma destas reuniões surgiu a seguinte polêmica: O Contrato de Trabalho é, 
ou não, um contrato de adesão? 
 
 Os debates foram acirrados, principalmente entre os pós graduandos 
José Elias, Orlando Santos e o autor deste trabalho. 
 
 As dúvidas foram tantas que resolvi transformar as discussões em 
estudos e resumi-los nesta monografia. 
 
 Foi quando verifiquei que grande parte dos doutrinadores, melhor 
dizendo, a maioria destes, reconhece que o Contrato de Trabalho é espécie de 
Contrato de Adesão e até a legislação, geral ou especial, reproduz nas suas 
regras a modalidade de Contrato de Adesão. 
 
 Entretanto, também foram encontrados autores de grande nomeada que 
afirmam não ser propriamente um contrato o chamado contrato de adesão. 
 
 A par desta constatação verificou o Autor da presente monografia que o 
Contrato de Adesão, embora reconhecida a sua existência, não chega a ser um 
contrato, na sua essência técnico - jurídica. 
 
 6
 Antes de apresentarmos o ponto central do nosso trabalho 
desenvolvemos algumas considerações a respeito destas duas espécies de 
contrato, seus efeitos e a natureza jurídica de ambos e, após estas 
considerações apresentamos o nosso ponto de vista a respeito da polêmica 
surgida durante os nossos estudos em grupo e a doutrina especializada que o 
Autor teve oportunidade de consultar. 
 
 O pós - graduando reconhece que o trabalho de consulta foi muito 
proveitoso para o aprimoramento pessoal, possibilitando um melhor enfoque 
sobre o tema estudado e colocando o pesquisador em condições de 
conhecimento mais aprofundadas. 
 
 Recomendo a leitura deste trabalho, por considerá-lo palpitante e, até 
certo ponto dilucidador, posto que, principalmente quanto ao contrato de adesão, 
a forma como vem sendo utilizado pelo legislador e pela Doutrina, apesar de 
correta, deixa dúvidas quanto à própria essência deste instituto jurídico. 
 
 Espero ter contribuído, de alguma forma, para o aprimoramento dos 
colegas de turma e para os operadores do Direito. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 7
 
METODOLOGIA 
 
 
 Através do método da pesquisa científica o Autor consultou a Doutrina 
indígena, tanto atual, quanto tradicional. 
 
 O tema foi investigado, também, em revistas especializadas, como a Revista 
Síntese, a LTR e Ementários Jurídicos. 
 
 As opiniões de vários doutrinadores estão reproduzidas neste trabalho com o 
propósito de demonstrar a forma como o assunto foi tratado outrora e como é 
tratado agora. 
 
 O leitor poderá confrontar as opiniões e tirar as conclusões que a leitura 
proporcionar, podendo, também, colaborar com o aprimoramento desta obra, 
mediante contato pessoal, por via postal ou eletrônica com o Autor. 
 
 A abundância de trabalhos sobre o tema é, também, um grande auxiliar na 
busca do aprimoramento pessoal e coletivo. 
 
 De nossa parte podemos afirmar que o principal propósito é valorizar o ensino 
universitário, principalmente a nível de pós graduação e, em complemento, 
adicionar uma pequena parcela no grande manancial de informações e 
ilustrações sobre o assunto. 
 
 Aquele debate preliminar foi, para o Autor, um grande estímulo para a 
confecção deste trabalho e para a atividade de busca em obras especializadas e 
consultas na Internet. 
 
 8
 Valeu, também, a sábia orientação da Coordenadora e os ensinamentos 
colhidos na obra: “Como Produzir uma Monografia passo a passo...” dos 
professores Marco Antonio Larosa e Fernando Arduini Ayres. 
 
 O nosso estudo, no curso da história do Direito do Trabalho e do Direito Civil 
e a análise do cotidiano nos conduziram a uma proposta de análise científica. A 
nossa proposta tuitiva tem por objetivo demonstrar a conclusão a que nos 
levaram os estudos e a busca de informações. 
 
 O Autor reconhece as dificuldades de assimilação da tese principal ora 
apresentada, isto é: a inexistência técnico – jurídica do contrato de adesão, que 
só é aceito por uma simples questão de semântica, mas o tema, pelo menos, 
deixa um pequeno ícone na página de apresentação do computador da nossa 
imaginação. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 9
SUMÁRIO 
 
 
INTRODUÇÃO 10 
 
CAPÍTULO I 12 
DO CONTRATO DE TRABALHO 13 
 
CAPÍTULO II 18 
DO CONTRATO DE ADESÃO 19 
 
CAPÍTULO III 23 
REQUISISTOS DE VALIDADE 24 
 
 
CAPÍTULO IV 26 
 
UMA SIMPLES QUESTÃO DE SEMÂNTICA 27 
 
 
 CAPÍTULO V 28 
 
CONCLUSÃO 29 
 
BIBLIOGRAFIA 30 
 
ÍNDICE 32 
 
 
 
 
 
 
 10
INTRODUÇÃO 
 
 O contrato é um instituto jurídico do Direito Moderno. 
 
 Na pré-história do Direito não existia o contrato. As relações eram 
firmadas entre escravos e os senhores da terra, sendo que o escravo não era 
titular de direitos e, portanto, não firmava contrato. 
 
 Modernamente surgiu a figura do contrato e nos nossos dias são 
conhecidasdiversas modalidades de contrato, como o contrato de compra e 
venda, o contrato de transporte, o contrato de seguro etc. 
 
 O contrato de trabalho, na moderna acepção, é aquele contrato que é 
firmado entre empregado e empregador e relativo ao vínculo empregatício, isto 
é: o liame que existe entre o prestador de serviços e aquele que recebe a sua 
força de trabalho, remunerando. 
 
 É bem verdade que toda vez que alguém, deixando de trabalhar para si, 
presta serviços para outrem existe contrato de trabalho, mas o hábito consagrou 
que o termo contrato de trabalho é referente ao contrato firmado com vínculo 
empregatício. 
 
 Alguns procuram denominá-lo de contrato de atividade. 
 
 Pela sua importância, posto que em quase a totalidade dos habitantes do 
mundo há que ter participação, nem que seja mínima, em um contrato de 
trabalho, para si ou para aqueles que estão a seu redor e também para amparar 
uma das partes da relação, o contrato de trabalho tem merecido uma 
enfatização maior da ordem pública. 
 
 Por estar calcado na ordem pública a manifestação de vontade, um dos 
principais requisitos do contrato, sofre limitações, tanto para os empregados 
quanto para os empregadores. 
 
 Daí a opinião de muitos de que o contrato de trabalho é um contrato de 
adesão. 
 
 Ora, o chamado contrato de adesão é aquele no qual a manifestação de 
vontade sofre restrições. É quando uma parte, ou ambas as partes contratantes 
não têm condições de discutir as cláusulas da avença. 
 
 Adesão vem, portanto, de aderir, aceitar, sem restrições. Esta condição a 
que está submetida uma das partes, ou ambas, até certo ponto descaracteriza a 
definição de contrato, posto que este é um acordo de vontade. 
 
 
 Daí a pergunta; pode haver contrato sem a livre manifestação da 
vontade? 
 11
 
 Esta indagação e outras que surgirem no curso do trabalho são as que 
pretendemos colocar na prancheta das nossas ilações. 
 
 Aqui o leitor não vai encontrar uma solução conclusiva para o impasse 
mas, certamente, vai adicionar alguns conceitos que, se bem analisados, vão 
enriquecer conhecimentos e estimular a realização de outros estudos. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 12
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
CAPÍTULO I 
 
DO CONTRATO DE TRABALHO 
 
 
 
 
 
TRABALHO É O ESFORÇO HUMANO VOLTADO À 
PRODUÇÃO DE RIQUEZAS. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 13
 
 
 
 
 
CAPÍTULO I 
 
DO CONTRATO DE TRABALHO 
 
 O contrato de trabalho é o pacto que regula as relações entre empregado 
e empregador na avença relativa à prestação de serviços subordinados e 
pagamento de salários. 
 
 É o instrumento de geração da relação de emprego. 
 
 Genericamente todo contrato de atividade suportaria a denominação de 
contrato de trabalho, entretanto, por ação consuetudinária, o termo Contrato de 
Trabalho passou a acampar o trabalho subordinado, sem autonomia e dotado de 
vínculo de emprego. 
 
 É, assim, o contrato de trabalho strictu senso, também chamado de 
contrato de trabalho subordinado, ante a existência da subordinação jurídica a 
que fica submetido o trabalhador. 
 
 Outros contratos de atividade que não comportam a existência do vínculo 
empregatício são os contratos lato sensu. 
 
 Para que um contrato de atividade seja caracterizado como contrato de 
trabalho subordinado insta que encontremos nele os seguintes elementos 
caracterizadores 
 
PESSOALIDADE: O contrato de trabalho é eminentemente pessoal, com 
relação ao empregado, isto é: o empregado não pode se fazer substituir na 
prestação dos serviços, salvo em raríssimas exceções. 
 
Já com relação ao empregador, em regra, não existe a pessoalidade. 
 
 ONEROSIDADE: Não se admite contrato gracioso. A falta de 
estipulação salarial descaracteriza o contrato de trabalho, salvo se houver 
omissão fraudulenta ou, até mesmo, se não se fixar salário para burlar direitos 
trabalhistas. 
 
 SUBORDINAÇÃO: Outro elemento caracterizador e de grande peso 
para a identificação do contrato de trabalho é a subordinação. O empregado, 
quando admitido no emprego se obriga a ficar à disposição do empregador, 
executando ou aguardando ordens. 
 
 Acrescente-se que a subordinação é a jurídica e não a técnica, econômica 
ou outra que, algumas vezes, existem nos contratos de atividade. 
 14
 
 Também é denominada de vínculo jurídico ou dependência. 
 
 CONTINUIDADE: Também denominada de não eventualidade é a 
circunstância que estabelece não poder o contrato de trabalho ser constituído de 
forma episódica. 
 
 Tratando-se de atividade contínua do empregador não pode este contratar 
trabalhadores para simples prestação de serviços sem carteira assinada. O 
máximo que se poderá fazer é admitir empregados por prazo determinado, 
trabalhadores temporários ou safristas, desde que enquadrados na legislação 
específica. 
Agindo assim estará o empregador incidindo no art. 9º da CLT pelo vício da 
fraude. 
 
 
 Apresento, a seguir, um quadro demonstrativo dos elementos 
caracterizadores do contrato de trabalho. 
 
 
CONTRATO DE TRABALHO 
 
 
 
 PESSOALIDADE 
 
 
ELEMENTOS ONEROSIDADE 
 
 CARACTERIZADORES 
 SUBORDINAÇÃO 
 
 CONTINUIDADE. 
 
 
 
 Diante dos requisitos supra resumidos podemos afirmar, preliminarmente, 
que à luz dos elementos caracterizadores do contrato de trabalho é de se 
deduzir que, neste ponto, já transparece a proximidade deste tipo de contrato 
com o chamado contrato de adesão que será estudado a seguir. 
 
 E é, também, de se acrescentar que a adesão, no exemplo acima, afeta 
somente a vontade do empregador, isto é: O empregador é que tem limitada a 
sua manifestação de vontade. 
 
 Tal limite encontra justificativa no interesse público que dita suas normas, 
com grande ênfase, nos contratos de trabalho. 
 
 15
 DEFINIÇÃO: A Consolidação das Leis do Trabalho, no seu artigo 442, 
define contrato de trabalho do seguinte modo: 
 
Art. 442. Contrato Individual de Trabalho é o acordo tácito ou 
expresso correspondente à relação de emprego. 
 
 Esta definição encontra grande crítica da Doutrina, considerando uns que 
o contrato de trabalho não corresponde à relação de emprego e sim gera a 
relação de emprego. 
 
 A CLT, após definir contrato de trabalho, apresenta, no seu artigo 444, o 
seu complemento, normatizando assim: 
 
 Art. 444. As relações contratuais de trabalho podem ser 
objeto de livre estipulação das partes interessadas em tudo 
quanto não contravenha às disposições de proteção do 
trabalho, aos contratos coletivos (atualmente convenções 
coletivas) que lhes sejam aplicáveis e às decisões das 
autoridades competentes. 
 
 Avulta nestas disposições o conteúdo da intervenção do Estado nas 
relações de trabalho e, por via de conseqüência, nos contratos de trabalho. 
 
 Aqui se vê o quanto a autonomia da vontade é restringida no contrato de 
trabalho, motivado pela grande ingerência estatal. 
 
 Cotejando estes dois artigos da CLT podemos concluir que o estado 
impõe regras limitadoras da ação do empregador, procurando amparar a 
dignidade da pessoa humana do empregado. 
 
 Tudo porque é o empregado quem sofre a maior restrição, devido ás suas 
condições econômicas e é em razão desta coação sofrida que os adeptos da 
existência do contrato de adesão afirmam que o contrato de trabalho é um 
contrato de adesão. 
 
 Outra definição mais completa é a oferecida por Délio Maranhão 
apresentada na magnífica obra Instituições de Direito do Trabalho que é 
assim apresentada: 
 
 “Contratoindividual de trabalho é o negócio jurídico de 
direito privado através do qual uma pessoa física, o 
empregado, se obriga à prestação pessoal, subordinada e 
não eventual de serviços, colocando a sua força de trabalho à 
disposição de outra pessoa, física ou jurídica, que, 
assumindo os riscos do empreendimento econômico, dirige e 
assalaria a prestação pessoal de serviços” 
 
 Assim definido o contrato de trabalho tem demonstrado os elementos de 
validade das avenças, como o objeto e os sujeitos: empregado em empregador. 
 16
 
Quanto ao requisito forma temos que este pode ser escrito ou verbal, admitido 
até o contrato firmado tacitamente. 
 
 Se a manifestação de vontade, em razão do dirigismo estatal, sofre 
restrições, não há descaracterização e o contrato em estudos não se transmuda 
em contrato de adesão, podendo ser firmado sem a ampla liberdade de 
contratar, posto que não houve alteração do seu objeto. 
 
 Modernamente procura-se denominar o contrato de trabalho como 
contrato de atividade, considerando que, em certas circunstâncias, as partes 
podem não estar bem caracterizadas como empregado ou empregador, como 
nos casos de contrato de trabalho doméstico e trabalho avulso. 
 
 Entretanto, mesmo nestes casos, não há mudança do objeto. 
 
 
 As transformações do Mundo Moderno repercutem, de forma muito 
intensa, nas relações jurídicas e, consequentemente, também apresentam outra 
dimensão nos seus institutos que, submetidos à bitola do social, procuram se 
amoldar às novas contingências. 
 
 Daí a aparente crise que se observa na formulação das regras , como 
também no trabalho da doutrina e na ação dos operadores do Direito. 
 
 Maurício Godinho Delgado é de opinião que a liberdade apregoada para 
os nossos dias não é uma liberdade completa ou que não suporte exceções. 
 
 Na sua opinião a liberdade, mesmo nos nossos dias, é utópica, posto que 
houve apenas modificação de comando e o domínio de uns sobre os outros 
ainda existe. 
 
 Diz o grande mestre e magistrado do trabalho do TRT de Minas Gerais o 
seguinte: 
 
 “...A relevância assumida pela noção e prática do 
contrato, nos últimos séculos, deriva da circunstância de as 
relações interindividuais e sociais contemporâneas - à 
diferença dos períodos históricos anteriores – vincularem 
seres juridicamente livres, isto é, seres desprendidos de 
relações institucionalizadas de posse, domínio ou qualquer 
relação extravolitiva a outrem (como era próprio da 
escravidão ou servidão). Ainda que se saiba que tal liberdade 
muitas vezes tem dimensão extremamente volátil ou 
enganosa (basta lembrar-se dos contratos de adesão)...” 
 
CONTRATO DE TRABALHO – Caracterização, Distinções, efeitos 
– Maurício Godinho Delgado, Ed. LTR. 1999 – Pg. 15. 
 
 17
 Trata-se, como podemos observar, que é mais um adepto do corrente que 
admite a existência do contrato de adesão, com restrições 
 
Vejamos em, seqüência, os comentários a respeito do contrato de adesão... 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 18
CAPÍTULO II 
 
DO CONTRATO DE ADESÃO 
 
 
 
 
 
 “No Direito do Trabalho, a figura do contrato 
desponta com toda a sua faceta enigmática. ´E que, 
de um lado, está-se diante talvez do mais eloqüente 
exemplo de contrato de adesão fornecido pelo 
mundo contemporâneo, onde o exercício da 
liberdade e vontade por uma das partes contratuais 
– o empregado – encontra-se em polo extremado de 
contingencia- mento...”. 
 
Maurício Godinho Delgado. CONTRATO DE 
TRABALHO caracterização, distinções, efeitos; Ed. LTR. 
1999. Pg. 16 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 19
CAPÍTULO II 
 
DO CONTRATO DE ADESÃO 
 
 O contrato de adesão apresenta uma nova característica na classificação 
dos contratos. 
 
 Eis que, tradicionalmente, a livre manifestação da vontade era requisito de 
validade dos contratos. 
 
 O Estado não podia exercer influência diante da liberdade que se atribuía 
ao cidadão. Mas com o advento dos direitos de terceira dimensão a 
conceituação de liberdade contratual entrou em crise. 
 
 Ocorre que, nos chamados contratos de adesão, por influência da ordem 
pública, a vontade dos contratantes sofre limitações. 
 
 Os que admitem a existência dos contratos de adesão costumam 
contraditar seus opositores com a seguinte afirmativa: Aqueles que não aceitam 
a existência dos contratos de adesão, por não existir liberdade na contratação 
estão confundindo liberdade com independência. 
 
 E completam com a seguinte assertiva: No contrato de adesão o aderente 
tem liberdade para contratar, o que não tem é independência. 
 
 
 Martinho Garcez Neto assim disserta a respeito do contrato de adesão: 
 
 
 
 “...Discrepando do tipo tradicional dos contratos, cuja 
característica essencial era a livre discussão das condições 
em que se formava o negócio jurídico, o contrato de adesão, 
assim denominado pela primeira vez por Saleilles, distingue-
se, exatamente pela ausência total de qualquer discussão 
prévia sôbre as cláusulas contratuais que são, por assim 
dizer, impostas por um dos contratantes, ao outro, que se 
limita a dar a sua adesão, concordando com o modêlo 
impresso que subscreve, depois de preenchidos os espaços 
em branco que lhe dizem respeito. 
 
 Martinho Garcez Neto. In Repertório Enciclopédico do 
Direito Brasileiro. Por J. M. Carvalho Santos. Editor Borsoi. Rio 
de Janeiro. 1947 – Vol. 12 pg.268 
 
 
 Parte considerável do Doutrina reconhece o contrato de adesão como 
contrato. 
 20
 
 Washington de Barros Monteiro, sem assumir com bases sólidas a sua 
posição enciclopédica, assim se manifesta: 
 
 Contratos de adesão:- No tipo tradicional de contrato, as 
partes discutem ampla e livremente suas cláusulas, 
aceitando-as ou não. Existe, porém, outra categoria 
contratual, em que não ocorre tal liberdade, devido à 
preponderância de um dos contratantes, que, por assim 
dizer, impõe ao outro sua vontade. Compreende essa 
categoria os chamados contratos de adesão. 
 
 Pergunta-se, por isso, se neles haveria realmente 
contrato, não faltando quem o contestasse; mas, tal 
concepção, como adverte Josserand, foi geralmente repelida; 
os contratos de adesão são, e fato, verdadeiros contratos. 
 
 Washington de Barros Monteiro – Curso de Direito Civil. 
Direito das Obrigações, 2ª Parte, Pg.31. 13ª Ed. 1978. 
 
 O Novo Código Civil de 2.002 também demonstra o reconhecimento da 
existência do contrato de adesão posto que até apresenta normas regulando a 
sua aplicação, como nos artigos 423 e 424, que assim dizem: 
 
 Art. 423. Quando houver no contrato de adesão 
cláusulas ambíguas ou contraditórias, dever-se-á adotar a 
interpretação mais favorável ao aderente. 
 
 Art. 424. Nos contratos de adesão são nulas as 
cláusulas que estipulem a renúncia antecipada do aderente a 
direito resultante da natureza do negócio. 
 
 Também no Código de Defesa do Consumidor (Lei No. 8.078, de 
11/09/90) vamos encontrar regulado o contrato de adesão, inclusive com sua 
definição, do seguinte modo: 
 
“Art. 54. O contrato de adesão é aquele cujas cláusulas 
tenham sido aprovadas pela autoridade competente ou 
estabelecidas unilateralmente pelo fornecedor de produtos 
ou serviços, sem que o consumidor possa discutir ou 
modificar o seu conteúdo” 
 
 Mais adiante vamos verificar que considerada esta definição, de logo 
podemos concluir que não se ajusta o denominado contrato de adesão com o 
contrato de trabalho, posto que, as relações entre empregado e empregador não 
se confundem com as relações de consumo tituladas na definição supra e no 
Código de Defesa do Consumidor. 
 
 21
 Trata-se, assim, de mais um argumento que favorece a tese de que o 
contrato de trabalhonão é contrato de adesão. 
 
 É de se reconhecer, entretanto, que o nosso trabalho é uma gota de água 
fria no caldeirão de opiniões contrárias, uma palavra quase isolada no discurso 
da existência do contrato de adesão. 
 
 Tolerada a existência do contrato de adesão, tese majoritária na Doutrina 
e reconhecida pelo legislador, podemos indicar como exemplos desta 
modalidade contratual, os seguintes contratos: 
 
 1 – Contrato de Trabalho 
 
 Neste contrato os ditames da ordem pública interferem na vontade 
de ambos os contratantes, aliás é como ocorre nas demais modalidades 
contratuais desta natureza. 
 
 As disposições legais inseridas na Consolidação das Leis do Trabalho e 
na legislação extravagante, sediadas no dirigismo estatal já estabelecem normas 
que vão compor as cláusulas contratuais firmadas entre empregados e 
empregadores. Estes pouco ou quase nada apresentam em termos de vontade 
pessoal, tanto do empregado como do empregador. 
 
 2 – Contrato de seguro 
 
 Semelhante ao contrato de trabalho poucas são as cláusulas 
discutidas ou propostas relativas à vontade dos contratantes. 
 
 3 – Contrato de transporte 
 
 No mesmo sentido, passageiro e empresário dos transportes pouco 
ou quase nada apresentam em termos de pactuação. Tudo já vem imposto pelas 
agências reguladoras ou pelos órgãos estatais de transportes. 
 
 4 – Outros contratos 
 
 Resumindo podemos ainda relacionar os serviços de água, luz, 
telefone, informática, bancários, combustíveis e outros mais. 
 
 Apresentamos, a seguir, um quadro demonstrativo dos diversos exemplos 
de contrato de adesão. 
 
 Os caracteres abaixo são de grande importancia para se identificar em um 
contrato de atividade se ele um contrato de trabalho subordinado. 
 
 A falta de qualquer um destes elementos descaracteriza o contrato de 
trabalho com vínculo empregatício. 
 
 
 22
 
 
 
 
 CONTRATO DE TRABALHO 
 
 CONTRATO DE SEGURO 
CONTRATO 
DE CONTRATO DE TRANSPORTE 
ADESÃO 
 PLANO DE SAÚDE 
 
 ÁGUA 
 SERVIÇOS DE TELEFONE 
 LUZ 
 OUTROS 
 
 
 
 Observe-se, deste modo, que a incidência dos chamados contratos de 
adesão é imensa, nos dias atuais, a ponto de o próprio legislador, suplantando 
as discussões da existência, ou não, destes, estabelecer regras disciplinadoras 
da vontade dos contratantes. 
 
 Vê-se, assim, que o contrato de adesão, pelo menos aparentemente, 
existe, entretanto, mais adiante, o leitor poderá constatar que é uma existência 
aparente. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 23
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
CAPÍTULO III 
 
REQUISITOS DE VALIDADE 
 
 
 
 Uma lei para ser idealmente reconhecida há que ser: justa, 
válida e eficaz. 
 
 O mesmo se deve dizer quanto aos negócios jurídicos 
regulados por lei. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 24
CAPÍTULO III 
 
REQUISITOS DE VALIDADE 
 
 Perplexos estamos pelo fato de que nenhum doutrinador, tanto nacional 
quanto internacional, tenha apresentado qualquer observação para os fatos que 
vamos, a seguir, demonstrar. 
 
O NEGÓCIO JURÍDICO 
E SEUS REQUISITOS DE VALIDADE 
 
 O artigo 104 do Código Civil indica os requisitos de validade do negócio 
jurídico, que são: 
 
 Art. 104. A validade do negócio jurídico requer: 
 
 1 – agente capaz. 
 
 2 – Objeto lícito, possível, determinado e determinável. 
 
 3 – Forma prescrita, ou não defesa em lei. 
 
 O requisito da forma, na maioria dos casos, resta liberado, quando dentro 
dos parâmetros legais. Restam, portanto, dois requisitos basilares, que são: A 
capacidade do agente e o objeto. 
 
 O contrato de trabalho, quanto à forma, é de natureza liberal, podendo ser 
admitido o contrato verbal e até tácito, mas quanto às parte e o objeto comporta 
regramento sólido. 
 
 As partes somente podem ser, por exemplo no contrato de trabalho 
subordinado: o prestador de serviços, o empregado e o dador de trabalho, o 
empregador. 
 
 O objeto há que ser a prestação de serviços mediante salário. 
 
 Eis aqui, portanto, os requisitos de validade do contrato de trabalho. 
 
 Entretanto, o mesmo não se pode assegurar quanto ao chamado contrato 
de adesão, posto que, data venia, não se pode asseverar que exista objeto. 
 
 Qual seria, portanto, o objeto do contrato de adesão? Existe algo que 
possa comportar o fato de aderir a um contrato o colorido de objeto de um 
contrato, isto é: de um acordo de vontades? 
 
 Claro que não! 
 
 25
 Podemos, assim, afirmar que falta ao contrato de adesão um forte 
requisito de validade, o objeto lícito, possível, determinado ou determinável. 
 
 Para reforço do nosso ponto de vista basta a transcrição parcial do artigo 
166 do Código Civil de 2002 que assim estipula: 
 
 Art. 166. É nulo o negócio jurídico quando: 
 
 I - ..... 
 
 II – For ilícito, impossível ou indeterminável o seu objeto. 
 
 III - ...... 
 
 IV - ...... 
 
 V - ....... 
 
 VI - ...... 
 
 VII - ...... 
; 
 Não há como se determinar o objeto do contrato de adesão e, não 
havendo objeto determinável não há validade do negócio jurídico e o que não é 
válido não é direito, logo... 
 
 O contrato de adesão não é contrato na acepção técnico- jurídica. Esta é 
a nossa tese. 
 
 Não são desprovidos de razão aqueles que adotam a teoria 
acontratualista com referência a este tipo de manifestação de vontade. 
 
 Inexistindo soberania plena de vontade, quando da fixação do pacto, 
consubstanciado na condição de pegar ou largar e estando desprovido de um 
requisito sagrado de validade do negócio jurídico, o objeto, é muito cristalina a 
tese de que o contrato de adesão não se inclui no grupo dos contratos nem 
nominados e, muito menos, inominados. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 26
 
 
 
 
 
CAPÍTULO IV 
 
UMA SIMPLES QUESTÃO DE SEMÂNTICA 
 
 
 
 
 
SEMÂNTICA. Estudo da significação das palavras 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 27
CAPÍTULO IV 
 
UMA SIMPLES QUESTÃO DE SEMÂNTICA 
 
 Semântica é o estudo da significação das palavras que nos explica a 
origem e as variações da significação vocabular. 
 
 Quando queremos beber água pedimos a alguém do seguinte modo: ”Dá-
me um copo d’água”. 
 
 Todos nós sabemos que a expressão não é muito correta, entretanto, foi 
consagrada pelo uso e todas, ou quase todas, as pessoas falam assim. 
 
 O certo seria pedir: “Dá-me um copo com água”. 
 
 O mesmo ocorrem com outras expressões que, embora errôneas, são 
reconhecidas pelo uso, como: “Quero uma xícara de café” “Quero um litro 
d’água”. 
 
 Ora, esta convalidação pelo uso também ocorreu relativamente ao 
contrato de adesão, pois o certo seria dizer: Contrato firmado com adesão, ou 
Contrato firmado por adesão. 
 
 Assim, o contrato de seguro, firmado com adesão, não deixa de ser de 
seguro para ser de adesão, posto que este contrato, o de adesão, do ponto de 
vista técnico – jurídico, não existe. 
 
 Esta a tese central das nossas razões. 
 
 O contrato de trabalho não deixa de ser de trabalho para passar a ser de 
adesão e nem o contrato de transportes deixa de ser de transportes para ser de 
adesão. Todos continuam a ser de trabalho ou de transportes, posto que o 
objeto de ambos está bem definido. Neste o objeto é a prestação dos serviços 
de transportes com pagamento do preço da passagem e naquele o objeto é a 
prestação do trabalho subordinado com o pagamento de salários. 
 
 Em nenhum deles existe o objeto adesão. Aliás a adesão nunca será 
objeto de contrato e sim a forma como os contratos são pactuados. 
 
 Eis, data venia, mais um dos motivos pelos quais nos filiamos à corrente 
que nega a existência do contrato de adesão. 
 
 
 
 
 
 
 
 28CAPÍTULO V 
 
 
CONCLUSÃO 
 
 
 
 
 
 “... Minha ambição é dizer em dez frases o que outro qualquer 
diz num livro...” 
 
 (Frederich nietzche) 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 29
CAPÍTULO V 
 
 
CONCLUSÃO 
 
 `Reconhecemos que o nosso ponto de vista é muito ousado, 
considerando o elevado conhecimento de grandes doutrinadores que afirmam, 
de modo contrário ao nosso, que existe o contrato de adesão. 
 
 A estes, inclusive aos meus ilustres professores, peço venia para cometer 
o pecado de discordar, mesmo reconhecendo que, com lucidez e clarividência, 
muito fizeram pela minha formação intelectual. 
 
 Entretanto, seguindo os ensinamentos de Mme. Maitenon, em sua carta 
ao Cardeal de Noailles, ouso afirmar que “prefiro o pecador ao hipócrita. 
 
 Deste modo, entre manter o silêncio com a falsa impressão de que aceito 
tudo, no meu entender, seria maior ousadia silenciar o meu ponto de vista que 
do que colocar sob censura a minha opinião, dando azo a que tudo seja melhor 
esclarecido. 
 
 É o que pretende o autor da presente monografia. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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BIBLIOGRAFIA 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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BIBLIOGRAFIA 
 
DELGADO, Maurício Godinho. Contrato de Trabalho. Caracterização, distinções, 
efeitos: Editora LTR. 1999. 
 
DELGADO, Maurício Godinho, Direito do Trabalho. Ed. LTR 
 
DELGADO, Maurício Godinho, Democracia e Justiça, LTR São Paulo, 1993. 
 
DELGADO, Maurício Godinho, Jornada de Trabalho e Descansos Trabalhistas, 
2ª Ed. LTR, São Paulo, 1998. 
 
FIUZA, César. SÁ, Maria de Fátima Freire de. e Naves, Bruno Torquato de 
Oliveira. Direito Civil – Atualidades. Editora Del Rey. 2003. 
 
LAROSA, Marco Antonio e AYRES, Fernando Arduini Ayres. Como produzir uma 
Monografia passo a passo, Universidade Cândido Mendes, Rio de Janeiro, Pós-
Graduação “Lato Sensu”, Projeto Vez do Mestre, 2003 
 
PEREIRA, Caio Mário da Silva. Instituições de Direito Civil, Vol. III – 
CONTRATOS, 11ª Ed. Forense.2004, 
 
REVISTA LTR, São Paulo 
 
REVISTA SÍNTESE, Rio Grande do Sul, Tompsom Editora. 
 
REVISTA JUSTIÇA DO TRABALHO, H. S. Editora 
 
SANTOS, J. X. Carvalho. Repertório Enciclopédido do Direito Brasileiro. Editor 
Borsoi, Rio de Janeiro. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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ÍNDICE 
 
 
 
INTRODUÇÃO 10 
 
CAPÍTULO I 12 
DO CONTRATO DE TRABALHO 13 
1.1 Definições...................................................................... 14 
1.2 Caracteres..................................................................... 15 
 
CAPÍTULO II 18 
DO CONTRATO DE ADESÃO ............................................... 19 
 
CAPÍTULO III 23 
REQUISITOS DE VALIDADE ................................................. 24 
 
 
CAPÍTULO IV 26 
 
UMA SIMPLES QUESTÃO DE SEMÂNTICA ........................ 27 
 
 
CAPÍTULO V 28 
 
CONCLUSÃO ....................................................................... 29 
 
BIBLIOGRAFIA 30 
 
ÍNDICE ................................................................................... 32

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