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RESUMO HANDBOL
HANDBOL: se caracteriza como um esporte coletivo de invasão, jogado com as mãos que visa à obtenção do gol. É uma modalidade que se manifesta de diferentes formas, seja como esporte escolar, seja para reabilitação, saúde, lazer e recreação, rendimento e profissional.
O esporte pode ser concebido como um fenômeno cultural, global. Ele é cultural pois, faz parte da cultura dos povos desde as mais antigas civilizações e perdura até os dias atuais, fundamenta-se pela e na cultura. É global porque se encontra nos mais distintos pontos do planeta, e por isso, apresenta significados diferentes nas diversas culturas, seja para seus praticantes, seja para seus expectadores.
PROGRESSÃO MOTORA PROPOSTA POR Gallehue: 
Movimentos reflexos: Postural do recém-nascido.
Movimentos rudimentares: Dos movimentos reflexos vai até os 2 anos de idade.
Movimentos fundamentais: De 2 a 7 anos de idade e possuem sub etapas: Estágio inicial, Estágio elementar e Estágio maduro.
Movimentos especializados: De 7 a 14 anos de idade. Especialmente relacionadas ás esportivas de alto rendimento.
Tal etapa foi nitidamente responsável por Gallahue fazer ajustes no modelo de estágios em forma de pirâmide. Em 2001, a fase de movimentos especializados passou a considerar como especializados diversos tipos de movimentos, e não apenas os esportivos. Nesse grupo entraram também as atividades de lazer e profissionais, que foram chamadas de culturalmente determinadas.
A troca do modelo de Pirâmide para Ampulheta se deu por conta da mudança no conceito de habilidades especializadas, que passou a englobar as atividades de lazer, trabalho e habilidades diárias.
MODELO DESENVOLVIMENTO MOTOR MANOEL: O modelo de Manoel incluiu os movimentos fetais que não haviam sido mencionados nos modelos de Gallahue.
ESCOLA DA BOLA: uma proposta originalmente alemã que se preocupa com a formação motora geral dos cidadãos e não com a especialização precoce e o alto rendimento. Basicamente os pilares principais dessa proposta são: • formação de um amplo repertório motor aplicável a todas as modalidades esportivas; • contrária à especialização precoce; • ensino dos esportes através dos princípios táticos inicialmente; • proposição de um período de destreinamento para o ex-atleta.
Outro diferencial da ESCOLA DA BOLA: ensino das modalidades esportivas, focando a atenção no desenvolvimento dos aspectos cognitivos através de mecanismos de tomada de decisão e compreensão aprofundada dos jogos.
• tomada de decisão e formação de conceitos por parte do aluno; • compreensão do contexto dos jogos esportivos; • trabalho da tática na iniciação.
Para que tais habilidades sejam trabalhadas, o processo de iniciação esportiva e de formação do repertório motor não pode priorizar a execução e repetição dos movimentos, mas deve oferecer a oportunidade de executar tais comportamentos em situações de jogo (seja esse jogo uma modalidade esportiva, um pré-desportivo ou ainda uma brincadeira).
Educação Infantil (2 a 5 anos) /Fase pré-escolar: vivência diversificada de movimentos sem que haja exigência de um padrão ideal. Fase da estimulação motora. Atividades básicas de deslocamento, equilíbrio, acoplamento, esquema corporal, relação espaço temporal entre outras são prioritárias.
Ensino Fundamental I (6 a 11 anos) /Fase universal e fase universal no handebol: Há dois subestagios: 
 6 a 8 anos a criança está explorando as habilidades básicas de locomoção, manipulação e estabilização/equilíbrio em um processo de refinamento progressivo, podendo assim, participar de um número maior e mais complexo de atividades motoras. 
 9 a 11 anos: além de aumentar o grau de dificuldade das combinações das habilidades motoras, pode-se começar a desenvolver jogos coletivos, através de pequenos jogos (reduzidos), jogos de iniciação, grandes jogos e em alguns casos, jogos pré-desportivos. É a fase mais ampla e rica dentro do processo de formação esportiva. Jogos de rápida movimentação pelos espaços, contrapondo com atividades mais lentas.
A frequência média de atividades esportivas sistemáticas não deve ultrapassar três vezes por semana, com duração de aproximadamente 1 hora/dia.
Ensino Fundamental II (11-14 anos) /Fase de orientação e fase de direção: iniciação do aperfeiçoamento técnico, porém, não deixando de se preocupar com o trabalho da tática (tomada de decisão). A técnica deve ser trabalhada em sua forma global, procurando sua automatização-estabilização, sem insistir na perfeição dos gestos. A possibilidade de variação das técnicas deve ser prioridade. As atividades em que, através do jogo, a criança seja incentivada a desenvolver, aprender a aplicar técnicas de movimento especificas do esporte, porém sem um alto nível de perfeição gestual.
Pedagogia das intenções: se caracteriza pela iniciação esportiva, evidenciando os conceitos táticos básicos (aquelas que são comuns a todos os esportes coletivos, tais como tabela, cruzamentos, bloqueios ou corta-luz, dentre outras) a cada esporte.
A frequência recomendada de atividades curriculares e extracurriculares sistemáticas deve ser por volta dos 3 encontros semanais, com duração média de 60 a 90 minutos cada.
Nos anos finais do Ensino Fundamental II, pode ser iniciada a fase de direção, na qual as técnicas são trabalhadas em situações representadas em forma de exercícios, em que a requisição da técnica seja variada, nos seus parâmetros de execução e de aplicação.
Nessa etapa, é o momento ideal, para o aluno que tenha interesse, em começar com o aperfeiçoamento e a especialização técnica em uma modalidade esportiva. Entretanto, a frequência de prática da modalidade como atividade extracurricular deverá ser de 3 ou 4 vezes por semana, sendo que cada sessão de treinamento não ultrapasse 1h30/dia. Além disso, é importante que o jovem ainda participe de duas ou três modalidades esportivas.
Ensino Médio (15 a 17 anos) /Fase de especialização: Para alunos que passaram adequadamente por todas as etapas anteriores de formação do repertório motor, nesse momento são capazes de realizar com certa destreza as habilidades de qualquer modalidade, e assim, podem concretizar a especialização em uma modalidade escolhida. Nesse período, o professor e o aluno podem procurar o aperfeiçoamento e a otimização do potencial técnico e tático, que sirvam de base para o emprego de comportamentos táticos de alto nível. Inicia-se, paralelamente, um processo de estabilização das capacidades psíquicas e pode haver um aumento na participação em competições. As sessões de prática podem ser de 3 a 4 vezes por semana com duração de 2 a 3h/dia.
Fase de aproximação/Integração – 18 aos 21 anos: Não inclui mais o período escolar, entretanto, nos clubes e escolas de iniciação esportiva o trabalho pode continuar a ser feito. E tal proposta metodológica, que não corrobora com a especialização precoce no esporte, aponta que somente aos 18 anos deveria começar a se pensar no esporte de alto rendimento. Assim, o jovem que passou por todo programa de iniciação terá seu repertório motor amplo o suficiente para promover uma especialização técnica rápida. Esse momento é considerado o mais importante na transição do jovem para uma provável carreira esportiva. Nessa fase, com o trabalho de aperfeiçoamento e otimização das capacidades técnicas, táticas e físicas, é importante conceder um grande espaço de tempo à otimização das capacidades psíquicas e sociais. A quantidade e duração das sessões de treinamento podem ser 5 vezes/semana, mais ou menos, 4h/dia.
Fase de alto nível: A estabilização e domínio técnico-tático-psíquico e social atingidos na fase anterior serão aprimorados, tendo em conta um significativo aumento da relação das cargas de treinamento, no que diz respeito ao volume/intensidade/densidade e, consequentemente, será dirigido o processo para a meta de otimização dos processos cognitivos (no que se refere à situação esportista/alto rendimento/ estilo de vida) e psicológicos (psicorregulação, motivação intrínseca). Nessa fase é possível estender assessões de treinamento para uma frequência de 5 vezes/semana com duração de 4h ou mais/dia.
Fase de recuperação/Readaptação: Visa-se a readaptação do ex-atleta à sociedade, bem como a aplicação de atividades físicas e programas adequados, que contribuam para o destreinamento de maneira gradativa, conduzindo-o ao esporte recreativo como forma de benefício à saúde. Sendo assim, a frequência e duração recomendada das sessões de treinamento podem ser de 2 a 3 vezes/semana com duração de 1h/dia.
Fase de recreação e saúde: O conhecimento das experiências passadas e presentes em atividades físicas e uma avaliação cuidadosa da adaptabilidade individual em realizar esforços devem proporcionar a estrutura básica da formulação inteligente, de programas de atividade física que assegurem os efeitos positivos na manutenção da função fisiológica. A frequência e duração das atividades físicas podem ser iguais as da etapa anterior.
 CONCEITOS BÁSICOS PARA A ELABORAÇÃO DE ESTRATÉGIAS DE ENSINO – APRENDIZAGEM EM HANDEBOL:
As propostas da Iniciação Esportiva Universal, a Escola da Bola preconiza o trabalho inicial da capacidade de jogo (desenvolvimento da tática/capacidade de tomada de decisão e compreensão do jogo) e posteriormente o trabalho das capacidades coordenativas incidental (proposital), privilegiando fatores de pressão (tempo, precisão, complexidade, organização, variabilidade e carga) condicionantes da motricidade, também o desenvolvimento das habilidades com bola e da construção de movimentos específicos ao esporte (técnicas do handebol).
A proposta da Escola da Bola é uma das várias correntes de Pedagogia do Esporte existentes.
ESRTRUTURA DA AULA: 
• jogos situacionais (tática) (também funciona como aquecimento): objetiva-se a aprender a jogar com liberdade: 
• desenvolvimento das capacidades coordenativas/coordenação (básica e fundamentos esportivos): trata-se do desenvolvimento das capacidades motoras básicas que permitirão uma transferência para as técnicas específicas de uma modalidade esportiva orientada para melhora da coordenação com bola, uma inteligência sensório motriz; 
• desenvolvimento de habilidades específicas (simulação de situações do jogo): trata-se do desenvolvimento de uma variada gama de habilidades técnicas e elementos comuns em vários esportes, permitindo desenvolver maiores possibilidades técnicas a partir da exercitação de elementos técnicos básicos dos diferentes esportes.
AULAS PARA Educação Infantil (2 a 5 anos): teríamos apenas o trabalho de Coordenação Motora Básica, pois, o nível de desenvolvimento motor dessa faixa etária ainda não permite que os aprendizes sejam capazes de participar de jogos com regras ou de realizar comportamentos mais complexos.
AULAS PARA Ensino Fundamental I (6 a 11 anos): podemos trabalhar as 4 partes sugeridas anteriormente, porém, com maior enfoque no trabalho da tática, em que devem ser usados diversos tipos de jogos para o aprendiz ir se acostumando a solucionar os problemas do jogo tomando decisões.
AULAS PARA Ensino Fundamental II (11 a 14 anos): podemos trabalhar as 4 partes supracitadas, porém, com maior enfoque no trabalho da técnica (coordenação), contudo com alguns elementos da modalidade handebol, já que esses alunos passaram os anos do Ensino Fundamental I exercitando a coordenação motora básica, agora já estarão aptos a transferir essas competências e para a aplicação de alguns elementos da modalidade.
Nos ciclos finais do Ensino Fundamental II, o ideal é o professor oferecer atividades com combinação de técnicas, progredindo para níveis cada vez mais complexos, que poderão ser aproveitadas na modalidade handebol e também em outras.
AULAS PARA Ensino Médio (15 a 17 anos): o professor deve trabalhar as 4 partes da aula com ênfase nas habilidades específicas. Esse é o momento no qual deve ser enfocado tanto trabalho da técnica (execução aperfeiçoada dos fundamentos) quanto da tática (tomada de decisão em situação de jogo de handebol).
AS HABILIDADES BÁSICAS DO HANDEBOL E A CONSTRUÇÃO DO JOGO:
RECEPÇÃO: a ação de tomada de contato com a bola com o objetivo de apoderar-se dela, controlando-a para realizar na continuação outra ação”. É importante se posicionar em local adequado (desmarcado), oferecendo-se como opção para receber e posicionar o corpo com estabilidade e controle para que a tomada de contato seja segura e efetiva, além disso deve-se estar atento a alguns princípios para receber:
• posicionamento das duas mãos; • posicionamento do corpo sempre atrás da bola; • contato inicial com a bola o mais longe do corpo possível e, após esse contato, traga a bola próxima ao corpo para mantê-la segura; • manutenção do contato visual com a bola; • após a recepção, preparo rápido para a ação seguinte, quer seja arremessar, passar, driblar ou progredir.
A recepção frontal pode ser classificada em diversas categorias (de acordo com a trajetória da bola): • recepção alta; • recepção intermediária; • recepção baixa, e; • recepção da bola rolando.
PASSE ação de enviar a bola de um indivíduo a outro. É a maneira mais utilizada no handebol para deslocamento da bola, por ser mais rápida do que a condução através do drible. Assim, com a recepção, é um dos fundamentos mais realizados nessa modalidade. Geralmente, no handebol os passes são executados com uma das mãos pela liberdade e velocidade de manejo da bola
Passe parado: acontece quando um ou os dois pés estão em contato com o chão.
Passe em deslocamento: querem que o indivíduo esteja andando ou correndo durante a execução.
Passe em suspensão: ocorrem quando o indivíduo se encontra na fase aérea de um salto.
Os passes também podem ser classificados de acordo com a trajetória da bola: Parabólico; Quicado; Reto/ Rasteiro.
Com relação à técnica ou mecânica de execução:
Passe de ombro (frontal ou lateral);
Passe de pronação;
Passe por trás das costas
DRIBLE: refere-se à ação de lançar a bola contra o chão e retomar o seu contato vinda do chão. Apesar de pouco utilizado no handebol, é um recurso importante em algumas situações, como, por exemplo: • quando o jogador quiser se deslocar rapidamente em uma distância relativamente longa com posse de bola. Essa circunstância ocorre frequentemente em situações de contra-ataque; • após o jogador ter executado três passos e ainda ter intenção de se deslocar pelo espaço com posse de bola; • quando não for possível realizar o passe, esperar um melhor posicionamento dos companheiros ou, então, necessitar fugir de alguma situação difícil, imposta pela marcação de algum adversário.
• desmarcar com posse de bola (esquivar-se da marcação); • fintar o adversário com posse de bola; • buscar espaços livres para arremesso ao gol.
Com relação ao posicionamento corporal, pode-se realizar a ação estando: em pé, sentado, deitado, parado, em deslocamento, com uma ou duas mãos alternadas.
Execução do drible: 1) mãos abertas em cima da bola, 2) flexão do cotovelo, 3) extensão do cotovelo, 4) movimentação de punho, 5) dedos voltados para o chão, depois de empurrar a bola, 6) cabeça erguida, 7) flexão cotovelo, 8) mão em cima da bola
ARREMESSO: é definido como a ação de enviar a bola em direção ao gol, vencendo o goleiro. As características essenciais que o diferem do passe são: a força de execução, que geralmente é maior do que a empregada para um passe, e o objetivo, que no passe é alcançar o companheiro e no arremesso é vencer o goleiro e chegar ao gol.
Eficiência eficácia do arremessador: • arremessar em movimento: Isto faz com que a velocidade e força do arremesso sejam aumentadas (momentum do corpo); • levar em consideração a posição/movimento do goleiro: arremessar em uma área do gol na qual o goleiro não esteja cobrindo; • precisão no arremesso: muitas vezes, apenas arremessar com força não é suficiente para vencer o goleiro; o local onde a bola é arremessada é essencial. Os pontos mais vulneráveis são os cantos inferiores e superiores da área delimitada pelas traves; • levar em consideração a distância e ângulo de arremesso: aqueles realizadosna área central da quadra, tem maior possibilidade de ser convertidos em gols; • arremessar fora do alcance do defensor: executar os arremessos quando os defensores propiciarem espaço; por sobre os defensores, ao redor ou entre eles.
Com relação à posição do gol, os arremessos podem ser: altos, intermediários (de altura média) ou baixos.
Os principais arremessos simples são: • de frente parado; • de frente em suspensão, que pode ser suspensão horizontal ou vertical; • de frente com passada cruzada; com inclinação lateral, que pode ser do mesmo lado ou do lado contrário ao braço de arremesso; • da extremidade;
Os arremessos especiais: são aqueles que apresentam giros, quedas e rolamentos em sua execução.
• com queda para frente: pode ser combinado com giro e/ou salto;
PREGRESSÃO: A progressão pode ser definida como a movimentação em que o jogador realiza até 3 passos com a posse de bola, sem a necessidade de realizar o drible. Deve ser finalizada com a realização de um arremesso, passe ou drible. 
Sua utilização ocorre principalmente: • na preparação de arremesso, facilitando a infiltração; • com a intenção de deslocar com maior liberdade e segurança da bola durante a execução da movimentação; • com a finalidade de ganhar velocidade na realização da movimentação.
 Pode ocorrer a partir de diversas combinações das passadas: As principais delas são: • três passos normais; • sobrepasso • cruzada por trás • cruzada pela frente 
A realização da progressão também pode ser associada com um drible. Novamente, várias combinações podem ser formadas. As três mais importantes são: • três passos, um drible mais um passo; • um passo, salto com um drible e três passos; • duplo ritmo trifásico.
FINTAS: definida como “ação de mudança rápida de direção com a intenção de ludibriar o adversário”. Ela pode ser realizada com ou sem a posse de bola, entretanto, quando de posse de bola, o jogador deve respeitar o limite de até 3 passos.
A finta de passe é o ato de simular o envio da bola em uma determinada direção e rapidamente mandar o passe em outra direção, ainda, ela pode ser o ato de simular um passe e somente executá-lo no momento seguinte, em uma segunda execução. A finta de braço é geralmente realizada durante o arremesso, no qual o atacante tem posse de bola.
 UNIDADE II
TÉCNICA: é o conjunto de ações motoras próprias do handebol, podendo ser ofensiva ou defensiva.
TÁTICA INDIVIDUAL: é a aplicação inteligente da técnica em situações concretas, mediante princípios de atuação (princípios táticos individuais), podendo ser ofensiva e defensiva.
TÁTICA DE GRUPO (base da tática coletiva): que nada mais é do que a relação entre dois ou mais jogadores que atuam coordenadamente, aplicando a técnico-tática individual, podendo ser defensiva e ofensiva.
TÁTICA COLETIVA: inclui as formas de relação entre dois ou mais jogadores para coordenar entre eles a técnico-tática individual, utilizando meios táticos coletivos, podendo ser ofensiva e defensiva.
SISTEMA DE JOGO: é a ordenação inicial no espaço dos jogadores.
As situações especiais: ocorrem em momentos de duração variável, nos quais existe desigualdade numérica. São elas: • superioridade numérica, ao menos de um jogador a mais; • inferioridade numérica, ao menos de um jogador a menos
TÁTICAS DE GRUPO: Ritmo de bola e fixação do oponente; Equilíbrio ofensivo; Engajamento; Cruzamento; Bloqueio ofensivo; Cortina; Quebra de ritmo; Passa e vai (tabela);
Táticas de grupo ofensivas em superioridade numérica: jogador de posse de bola em sua movimentação conseguir fixar o seu oponente direto e chamar a atenção do seu marcador indireto.
Táticas de grupo defensivas em inferioridade numérica: Tais situações podem acontecer corriqueiramente durante a partida nas movimentações equivocadas de defesa, e principalmente no momento de exclusão de algum jogador da partida.
TÁTICA DEFENSIVA: É a distribuição organizada dos jogadores na zona defensiva, objetivando neutralizar as ações ofensivas adversárias. Tem como principal função evitar que a equipe adversária crie situações favoráveis à finalização para o gol, tais como: superioridade numérica e infiltrações.
Utiliza-se de conceitos técnicos individuais, como: posição básica defensiva, deslocamentos, bloqueio defensivo, marcação, cobertura, trocas de marcação e ajuda reciproca.
PRINCÍPIOS COMUNS NO ESPORTE COLETIVO:
 ATAQUE: Conservação da bola; Progressão dos jogadores e da bola até a meta adversária; atacar a meta adversária.
DEFESA: Recuperação da bola; impedir a progressão dos jogadores e da bola até minha meta, proteger a minha meta.
Fases da defesa: Retorno e equilíbrio defensivo; Defesa temporária; Organização da defesa; Defesa em sistema (6:0, 5:1, 4:2, 3:3, 3:2:1)
TIPOS DE SISTEMAS DEFENSIVOS: 
Defesa individual: Na defesa individual, podemos optar por três formas de distribuição dos jogadores: quadra toda, meia quadra e 1/3 de quadra (próximo à linha de 9 m).
Defesa por zona: São sistemas defensivos nos quais os jogadores marcam em um determinado setor, há os seguintes sistemas: 6:0, 5:1, 4:2, 3:3 e 3:2:1.
A ordenação dos jogadores nos sistemas defensivos: defesas fechadas 6:0 e 5:1, defesas abertas ou semiabertas 4:2, 3:3 e 3:2:1.
Sistemas defensivos combinados ou mistos: São sistemas defensivos que se utilizam da combinação do sistema defensivo individual com o defensivo por zona, ou seja, no mesmo sistema teremos jogadores atuando por zona e outros individualmente.
Defesa combinada ou mista 5+1: Nesse sistema, a distribuição básica é com cinco jogadores marcando por zona junto à linha de 6 m e um jogador marcando individualmente
Sistema defensivo combinado ou misto 4+2: Esse sistema é uma variação do 5+1, nele teremos quatro jogadores atuando por zona, próximos à linha de 6 m, e dois jogadores marcando individualmente os dois jogadores de destaque da equipe adversária.
TÁTICA OFENSIVA: É a distribuição ordenada dos jogadores na zona de ataque, considerando-se seu potencial técnico individual, com o propósito da aplicação das táticas individuais, de grupo e coletivas.
Os postos específicos ofensivos: São as zonas de ocupação dos jogadores no ataque, os locais que eles irão se posicionar de acordo com suas características físicas, técnicas e táticas.
ARMADORES: Jogadores que atuam na zona central do ataque, porém ficam mais distantes em relação ao gol adversário, aproximadamente 10 a 12 m. Os responsáveis pela armação, organização e a distribuição do jogo na zona de ataque.
OS PONTAS: Jogadores que atuam nas laterais da quadra, praticamente na intersecção da linha lateral com a linha de 9 m, ficam a aproximadamente 6 a 9 m de distância do gol.
OS PIVÔS: atuam entre os defensores da equipe adversária, junto à linha de 6 m; nessa posição, muitas vezes criam mais possibilidades de arremessos a seus companheiros de equipe do que para si.
LINHAS OFENSIVAS: Na 1ª linha, os jogadores se encontram entre o centro do campo e a linha de 9 m da equipe defensora. Já na 2ª linha, eles ficam posicionados entre as linhas de 6 e 9 m da equipe defensora.
Fases do ataque: Contra-ataque; Organização; Ataque em sistema.
SISTEMAS DE ATAQUE: Posicional (engajamento); Circulação (em desuso por sua previsibilidade); Combinado (posicional e circulação juntos).
Sistemas de ataque posicional: Sistema de ataque com um pivô – 5x1/Sistema de ataque com dois pivôs – 4x2
O GOLEIRO: é considerado o último jogador da defesa e o primeiro do ataque, tendo como funções principais: a defesa da meta, a orientação de seus companheiros e a participação das ações ofensivas de seu time. Além do caráter defensivo, podemos atribuir ao goleiro outras funções relevantes, das suas ações de reposição deve partir a mais estimada manobra ofensiva da equipe, aquela que favorece se chegar à meta adversária com mais rapidez e que se denomina contra-ataque.
Características físicas dos goleiros: a estatura como sendo responsável por 50%, a relação altura/peso contribuindo com 25%e a envergadura com os 25% restantes.
Na preparação física dos goleiros: devemos dar ênfase aos exercícios de agilidade, flexibilidade, força, resistência muscular localizada, coordenação, velocidade (de reação), potência muscular, noções espaciais e temporal perfeitas.
Posições defensivas básicas: Posição de base; posicionamento para arremesso de ponta
Formas de defesa: Com relação à altura do arremesso, podemos classificar em defesas altas, médias e baixas

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