Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Prévia do material em texto

CENTRO UNIVERSITÁRIO ESTÁCIO DO
 
MEDIDA E AVALIAÇÃO EM EDUCAÇÃO FÍSICA
 
 
 
CENTRO UNIVERSITÁRIO ESTÁCIO DO CEARÁ
CURSO DE EDUCAÇÃO FÍSICA 
 
 
 
 
 
MEDIDA E AVALIAÇÃO EM EDUCAÇÃO FÍSICA
 
2014 
2 
 
CEARÁ 
 
MEDIDA E AVALIAÇÃO EM EDUCAÇÃO FÍSICA 
3 
 
SUMÁRIO 
ANEXO 1.......................................................................................................................................110 
ANEXO 2.......................................................................................................................................121 
ANEXO 3.......................................................................................................................................124 
 INTRODUÇÃO .......................................................................................................................... 4 
 PONTOS DE REFERÊNCIA ANTROPOMÉTRICOS .......................................................... 17 
 LOCALIZAÇÃO DOS PONTOS ANTROPOMÉTRICOS .................................................... 20 
 MEDIDAS ANTROPOMÉTRICAS ........................................................................................ 32 
 Definição ............................................................................................................................. 32 
 Classificação ........................................................................................................................ 32 
 Recomendações.................................................................................................................... 33 
 Medidas lineares .................................................................................................................. 34 
 Estatura ou Altura ................................................................................................................ 34 
 Altura total ........................................................................................................................... 37 
 Envergadura .......................................................................................................................... 38 
 MEDIDAS TRANSVERSAIS OU DIÂMETROS ................................................................... 38 
Definição ............................................................................................................................. 38 
Precauções ........................................................................................................................... 40 
Locais padronizados para medições de diâmetros: ................................................................ 40 
 MEDIDAS DE CIRCUNFERÊNCIAS OU PERÍMETROS ................................................... 44 
Definição ............................................................................................................................. 44 
Material ............................................................................................................................... 44 
Precauções ......................................................................................................................... 45 
ÍNDICES ANTROPOMÉTRICOS DE SAÚDE............................................................................55 
 Índice de massa corporal (IMC) ............................................................................................ 51 
 Relação cintura quadril (RCQ) ............................................................................................. 55 
 Índice de Conicidade (IC)..................................................................................................... 58 
DOBRAS CUTÂNEAS.....................................................................................................................68 
Locais padronizados para medições de dobras cutâneas ........................................................ 64 
 Fórmulas para estimativa da densidade corporal/percentual de gordura corporal ................... 69 
 ANALISE DA POSTURA CORRETA E SUAS IMPLICAÇÕES .......................................... 81 
4 
 
1 INTRODUÇÃO 
 
 O objetivo desta apostila é discutir como um programa de medidas e avaliação 
pode assumir um papel de capital importância no processo de ensino aprendizagem, como e 
quando empregar técnicas e instrumentos para medir e avaliar determinadas características 
ou habilidades com precisão, resultando em um processo calcado em bases científicas, 
dando, desta forma, origem a um trabalho mais credível. 
Com o aumento de informação sobre atividade física, cada vez mais pessoas descobrem que 
o exercício é um meio saudável, para ajudar a evitar doenças hipocinéticas (coronarianas, 
hipertensão arterial, diabetes, osteoporose e etc.) se obter o máximo das capacidades 
mentais e se sentir bem, energético, alegre e etc. 
 A Avaliação da Aptidão Física vem sendo amplamente estudada, tanto para 
fornecer informações e/ou classificações e, como forma de desenvolver uma melhor análise 
dos efeitos de treinamento com particular atenção ao crescimento e desenvolvimento do ser 
humano através da determinação dos índices de Aptidão Física Geral. Delgado (2004), em 
sua monografia apresentada na Universidade Federal do Maranhão, procurou selecionar 
dentre os inúmeros protocolos, testes e medidas, aqueles que pelas suas características 
tivessem uma maior adequação às condições de trabalho dos profissionais de educação 
física, dados que foram compilados e colocados neste trabalho. 
Uma boa avaliação física depende da analise de muitas variáveis: antropométricas; 
composição corporal; análise postural; avaliações metabólicas e neuromusculares; 
avaliações nutricionais, psicológica e social. Estas duas últimas são essenciais para que um 
programa de treinamento tenha pleno sucesso, porque nos dão acesso aos hábitos e à 
personalidade da pessoa. 
 Delgado (2004) afirma ainda, que uma avaliação bem feita é aquela em que utiliza 
critérios e protocolos bem selecionados, fornecendo dados quantitativos e qualitativos que 
indique, através de análises e comparações, a real situação em que se encontra o avaliado. 
Em meio a tanto conhecimento técnico-científico, não se pode mais permitir a utilização do 
protocolo do "achismo", ainda empregado por alguns profissionais em suas avaliações. Só é 
5 
 
possível fazer um programa de exercícios com qualidade e segurança com uma avaliação 
física em que se utilize metodologia, protocolos e critérios de avaliação adequados. Além 
disso, as avaliações devem ser periódicas e sucessivas, permitindo uma comparação para 
que possamos acompanhar o progresso do avaliado com precisão, sabendo se houve 
evolução positiva ou negativa. Dessa forma, é possível reciclar o programa de treinamento 
e estabelecer novas metas. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
6 
 
2 MEDIDA E AVALIAÇÃO 
 
2.1 CONCEITOS BÁSICOS 
 
A seguir serão definidos alguns dos conceitos básicos, relacionados à avaliação da aptidão 
física. 
 
Testes: Marins (1998) define teste como: “...instrumento, procedimento ou técnica usada 
para se obter uma informação”. Já Carnaval (1997) diz que é “... uma pergunta ou um 
trabalho específico utilizado para aferir um conhecimento ou habilidade da pessoa que se 
mede...”. Segundo o dicionário Aurélio, “teste é o conjunto de provas que se aplicam a 
indivíduos para se apreciar o seu desenvolvimento mental, aptidão e outras, provas que se 
executam para aferir a eficiência ou os outros efeitos de determinadas substâncias”.Um 
teste pode ser considerado como tentativa para determinar o grau de certas qualidades ou 
condições que formam a base para a tomada de decisões. Na realidade, na vida diária 
constantemente testa-se ou coleta-se informações. 
 
Medidas “...É o processo utilizado para coletar as informações obtidas pelo teste, 
atribuindo um valor numérico aos resultados...” (MARINS, op cit). “É uma técnica que 
fornece, através de processos precisos e objetivos, dados quantitativos que exprimem, em 
bases numéricas, as qualidades que se deseja medir. Ela proporciona dados crus”. Carnaval 
(op cit). Medir significa determinar a quantidade, a extensão ou grau de alguma coisa, 
tendo como base um sistema de unidades convencionais. O resultado de uma medida se 
refere sempre ao aspecto quantitativo do fenômeno a ser descrito. O que medir? - Por que 
medir? - Como medir? Somente a partir destes conhecimentos poderemos delimitar com 
clareza a atuação e limitação das diversas formas de medida. 
 
Análise: São técnicas que permite visualizar a realidade do trabalho que se desenvolve, 
criando condições para que se entenda o grupo e situe-se um indivíduo dentro deste grupo. 
São exemplos de analises comparações entre as medidas de um indivíduo com as medidas 
padrões e as medidas relativas dele com ele mesmo e ocasiões diferentes. 
7 
 
 
Avaliação “É um processo pelo qual, utilizamos as medidas, se pode subjetivamente e 
objetivamente, exprimir critérios. A avaliação julga o quanto foi eficiente o sistema de 
trabalho com um indivíduo ou com um grupo de indivíduos.” (CARNAVAL, op.cit) 
“Determina a importância ou valor da informação coletada. Deve refletir a filosofia, as 
metas e os objetivos do profissional, faz comparações com algum padrão.” 
De modo geral, podemos dizer que avaliação é julgar ou fazer a apreciação de alguém ou 
alguma coisa, tendo como base uma escala de valores. Assim sendo, avaliar consiste na 
coleta de dados quantitativos e qualitativos e na interpretação desses resultados com base 
em critérios previamente definidos, fornecendo subsídios capazes de favorecer o 
desenvolvimento e a aplicação de conhecimentos. Para FARINATTI & MONTEIRO (op. 
cit, p.194) a avaliação abrange um aspecto qualitativo, podendo tomar dimensões de grande 
ou pequena complexidade em função de: - Objetivos propostos; - Condições de trabalho; - 
Seleção dos procedimentos. O investigador experiente deve avaliar um dado sob diversos 
prismas e tentar detectar qual o caminho mais aconselhado a ser colocado em prática. 
Podemos exemplificar uma avaliação quando dizemos a nota da prova é regular em 
consideração a média das notas dos alunos de uma determinada classe, ou que o percurso 
realizado pelo aluno, de acordo com o seu sexo e faixa etária é classificado como bom. 
 
2.2 TIPOS DE AVALIAÇÕES 
 
Dependendo do objetivo, o avaliador pode lançar mão de três tipos de avaliação: 
Diagnóstica, Formativa e Somativa. 
 
Avaliação diagnóstica: Nada mais é do que uma análise dos pontos fortes e fracos do 
indivíduo, ou da turma, em relação a uma determinada característica. Esse tipo de 
avaliação, comumente efetuado no início do programa, ajuda o profissional a calcular as 
necessidades dos indivíduos e, elaborar o seu planejamento de atividades, tendo como base 
essas necessidades ou, então a dividir a turma em grupos (homogêneos ou heterogêneos), 
visando facilitar o processo de assimilação de tarefas propostas. 
 
8 
 
Avaliação Formativa: Este tipo de avaliação informa sobre o progresso dos indivíduos, no 
decorrer do processo ensino aprendizagem, dando informações tanto para os indivíduos 
quanto para os profissionais, indicando aos profissionais se ele está ensinando o conteúdo 
certo, da maneira certa, para as pessoas certas e no tempo certo. A avaliação é realizada 
quase que diariamente, quando a performance do indivíduo é obtida, avaliada e em seguida 
é feita uma retroalimentação, apontando e corrigindo os pontos fracos até atingir os 
objetivos propostos. 
 
Avaliação Somativa: Refere-se aos instrumentos que pretendem avaliar o final de um 
processo de aquisição de um conteúdo. É a soma de todas as avaliações realizadas no fim 
de cada unidade do planejamento, com o objetivo de obter um quadro geral da evolução do 
indivíduo. 
 
2.3 PRINCÍPIOS DAS MEDIDAS E AVALIAÇÕES 
 
Para que um programa de medidas e avaliações tenha sucesso, deve-se ter em mente certos 
princípios que são fundamentais durante o processo de medidas e avaliações: 
A avaliação é um processo contínuo e sistemático, Portanto, ela não pode ser esporádica, 
mas, ao contrário, deve ser constante e planejada. Nessa perspectiva, a avaliação faz parte 
de um sistema mais amplo que é o processo ensino aprendizagem, nele se integrando. 
A avaliação é funcional, porque se realiza em função de objetivos, ou seja, para se avaliar, 
efetivamente, todas as medidas devem ser conduzidas com os objetivos do programa em 
mente. 
Devem ser conduzidos e supervisionados por profissionais treinados. Não é qualquer 
pessoa que pode administrar efetivamente um programa de medida e avaliação, as decisões 
poderão afetar importantes aspectos da vida de um indivíduo. 
A avaliação é integral, pois, os resultados devem ser interpretados em termos do indivíduo 
como um todo: social, mental, físico e psicológico; Se um indivíduo sai-se mal num teste, o 
profissional consciente irá verificar quais as razões que levaram a tal resultado e, na medida 
do possível e se necessário, prover assistência especial a pessoa. As razões de resultados 
"fracos" em um teste físico podem ser várias; entretanto, se a razão for física, o bom 
9 
 
profissional deverá descobrir qual o ponto fraco do indivíduo e dirigir um programa para 
que ele possa superar tal deficiência (Kirkendall et ai, 1980). 
A avaliação é orientadora, pois não visa eliminar alunos, mas orientar o seu processo de 
aprendizagem para que possam atingir os objetivos propostos. 
Tudo que existe pode ser medido, em outras palavras, qualquer assunto incluído em um 
programa de Educação Física deve ser medido. 
Nenhum teste ou medida é perfeito; os profissionais, às vezes, depositam tanta confiança 
nos testes e medidas que acabam acreditando que eles são infalíveis. Deve-se usar sempre o 
melhor teste possível, mas ter sempre em mente que podem existir erros. 
Não há teste que substitua o julgamento profissional, este talvez seja o mais importante 
princípio da avaliação. Como problema de fato, a avaliação é julgamento. Algumas vezes 
os profissionais tentam substituir medidas objetivas por julgamentos, entretanto, as 
primeiras não podem nunca tomar o lugar dos segundos. Se não houvesse lugar para o 
julgamento em medidas e avaliação, então o profissional poderia ser substituído por uma 
máquina ou por um técnico. Por outro lado, julgamentos feitos sem dados substanciais são 
sempre inaceitáveis. As medidas fornecem os dados que levam o profissional a fazer um 
melhor julgamento ou tomar uma melhor decisão 
Deve sempre existir a reavaliação para se observar o desempenho. Se a habilidade 
inicial do indivíduo não for medida, então não se terá conhecimento sobre o seu 
desempenho no programa de Educação Física. Não é possível reconhecer as necessidades 
do indivíduo sem se saber por onde começar, como, também, não se pode determinar o que 
os indivíduos aprenderam ou melhoraram, se não se souber em que nível eles estavam antes 
de começar o programa. Se a habilidade dos indivíduos for medida somente no fim da 
unidade, aula ou semestre, o teste só vai informar onde eles estão naquele espaço de tempo, 
isto é, não irá esclarecer nada sobre os efeitos que o programa exerceu nos mesmos.Em 
outras palavras, se não forem medidos tanto o começo como o final do programa, os 
métodos e materiais empregados permanecerão desconhecidos, sem que possam ser 
avaliados. 
Usar os testes que mais válidos, fidedignos e objetivos e que se aproximam da situação 
da atividade. Os testes devem refletir as situações da atividade. Por exemplo, um jogador 
de futebol chuta a gol, tendo por objetivo que a bola entre na meta. O teste deve ser 
10 
 
construído de tal maneira que, com um certo número de tentativas, o indivíduo deva chutar 
a bola a uma determinada distância e atingir um alvo. 
 
2.4 TÉCNICAS E INSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO 
 
A Educação Física é uma disciplina que visa o desenvolvimento, ou aperfeiçoamento, do 
indivíduo na sua totalidade, isto é, nos aspectos biológicos, psíquicos e sociais. Para 
determinar se os objetivos estão, ou não, sendo alcançados, diferentes técnicas e 
instrumentos de avaliação devem ser empregados, para se poder medir e avaliar o indivíduo 
como um todo. Assim, é conveniente conceituar o que é técnica e o que é instrumento. 
 
Técnica: é o método usado para se obter as informações. 
Instrumento: é o recurso usado para se obterem as informações: Basicamente há três 
técnicas para se obterem as informações: observação, inquirição e testagem. 
 
Técnicas de avaliação 
 
Observação Segundo o dicionário, observar é: olhar atentamente; examinar com minúcias; 
espreitar; estudar; cumprir, respeitar as prescrições ou preceitos de; obedecer a; praticar; 
usar; ponderar; notar. A observação é uma técnica que permite ao profissional conseguir 
informações sobre atitudes, hábitos de estudo, ajustamento social, qualidade de liderança e 
habilidades físicas, podendo ser empregada também, em menor escala, para se obter 
informações acerca de habilidades cognitivas. Quando do contato com os indivíduos, 
durante as sessões de atividades físicas, tem-se uma excelente oportunidade para observar 
os comportamentos que não são considerados como sendo normais; estes devem ser 
registrados a fim de ser estudados e, se possível, solucionados. Para se fazer uma análise 
objetiva, devem ser empregados instrumentos adequados para registrar o que foi observado. 
Entre os instrumentos de observação, os mais utilizados na Educação Física são: 
Anedotário, Lista de checagem, Escala de classificação. 
 
 
11 
 
2.5 PLANEJAMENTO E ADMINISTRAÇÃO DA AVALIAÇÃO 
 
 A construção de um programa de avaliação pressupõe que se tenha definido, 
a priori, alguns parâmetros básicos. Definir o plano de avaliação, sua filosofia, seus 
princípios, sua estrutura e sua finalidade, deve anteceder, sempre, qualquer elaboração 
programática. Para que um programa de avaliação funcione adequadamente e forneça, a 
quem o utiliza, informes verdadeiros e consistentes, capazes de produzir dados utilizáveis, 
sobretudo quando se lida com a área do movimento humano em toda a sua potencialidade 
atualmente explorada, é indispensável que haja uma administração adequada do processo. 
O êxito depende de uma série de diferentes e cuidadosas atitudes, nas quais, havendo falha 
em um segmento, o todo fica comprometido, e que podem ser grupados em três momentos 
interdependentes e seqüenciais: Fase de preparação, Fase de aplicação dos testes e Fase de 
análise. Sendo a avaliação um processo que pressupõe a aplicação de testes, a coleta dos 
resultados e o seu tratamento e interpretação analítica, em etapas periódicas, é necessária 
uma absoluta segurança de atuação durante todo o processo, mantendo-se rígidas diretrizes, 
passíveis de serem expressão fiel dos indicadores que nortearão a interpretação dos 
resultados, para que possam orientar o processo de utilização, seja num contexto formativo-
educativo, seja num de manutenção ou de recuperação ou de reeducação. 
 
Fase de preparação, geralmente os testes padronizados são organizados em baterias e 
comercialmente distribuídos. Há perguntas que não podem deixar de ser respondidas: 
Avaliar o que? Quem avaliar? Com que avaliar? Para que? Quando e onde avaliar? Como? 
e submetê-los à aprovação segundo determinado critério. 
 
Avaliar o que? Dentre as variáveis de condicionamento que podem ser treinadas na escola 
e/ou academias, podemos citar: • Variáveis Médicas - Histórico médico - Pressão arterial, 
freqüência cardíaca, temperatura; - Níveis de lipídios sanguíneos, glicose e etc • Variáveis 
Cineatropométricas - Composição corporal – Somatotipo - Proporcionalidade - Estado 
nutricional - Crescimento e desenvolvimento • Variáveis Metabólicas (cardiopulmonares) - 
Sistema energético aeróbico - Sistema energético anaeróbico alático - Sietama energético 
anaeróbico lático • Variáveis Neuromusculares - Força - Potência - Resistência muscular 
12 
 
localizada e flexibilidade • Variáveis Psicomotrizes - Velocidade - Coordenação - Ritmo - 
Agilidade - Equilíbrio - Descontração • Variáveis Técnicas - Biomecânica do movimento - 
Eficiência técnica • Variáveis Psíquicas – Ansiedade - Motivação - Inteligência - 
Personalidade 
 
Avaliar quem? Na área da ciência da motricidade humana o quem sempre será um homem 
que, pela sua situação atual, pode revelar diversas condições que, para o êxito do trabalho, 
devem ser consideradas. Há questões, nitidamente pessoais, que devem ser respondidas: se 
há atividade prévia ao teste que possa alterar a fisiologia normal; uso de medicamentos, 
álcool, fumo o outras drogas; hora e tipo da última alimentação; horas de sono normal e 
imediatamente anteriores ao teste, e outras. É fundamental, de início, saber se: - Esse 
homem apresenta ou não algum desvio da normalidade, capaz de interferir no seu agir, seja 
em que área este agir se posicione/ - Estamos diante de uma pessoa de vida ativa habitual? - 
De um sedentário? - De um paciente em recuperação de uma patologia? - De um portador 
de algum tipo de limite: sensorial, comportamental, motor, social, intelectual, cultural, ou 
de outro tipo? Com o objetivo de direcionar um trabalho mais coerente, Gomes (1995, p.6), 
realizou a seguinte analise do perfil do perfil das pessoas que praticam atividade física. 
Quanto aos motivos que o levaram a procurar a atividade física, aparece os seguintes: 
Social: muitos alunos inicialmente procuram a atividade, principalmente em academias, 
com a expectativa de um “saudável convívio social”. 
Moda: esta na moda ter corpos malhados e com o mínimo possível de gordura. 
Estético: é a busca incessante pelo corpo perfeito, valendo de tudo desde silicone, 
lipoaspiração, dietas malucas e que podem levar a estados patológicos como anorexia, 
câncer e etc. 
Lazer: muitas pessoas procuram a atividade física como um meio de ocupar o seu tempo 
livre de maneira a lhe proporcionar o tão almejado prazer. 
Clínicos: normalmente indicados pelos profissionais de saúde, enquadram-se aqui os 
portadores de vícios posturais e necessidades especiais e de reabilitação, cardíacos, 
hipertensos, diabéticos, obesos e etc. 
Preparação física: visando a melhora da condição física, neste grupo podemos definir dois 
trabalhos distintos a preparação física desportiva e o condicionamento físico para 
13 
 
sedentários. Quanto ao estado inicial de condicionamento físico, analisando o 
comportamento de indivíduos que nunca ou há muito tempo não praticam atividade física 
periodicamente, observamos que alguns deles, às vezes, podem apresentar um bom nível de 
aptidão inicial devido a sua carga genética. Portanto, para melhor compreensão, 
apresentaremos alguns aspectos que de alguma maneira, identificam um baixo nível de 
aptidão: - Baixa capacidade aeróbica (VO2MAX); - Força reduzida; - Amplitude articularreduzida (flexibilidade); - Baixo nível de coordenação. 
 
Avaliar com o que? Muitos são os fatores que irão interferir para realização de uma boa 
avaliação e o primeiro passo é fazer uma boa medida. Matsudo (1999) no CD-ROM Testes 
em ciências do esporte, lembrar alguns aspectos que ajudarão bastante nesse sentido. 
Segundo ele, para analisarmos o nível de aptidão física precisamos medir o maior número 
de suas variáveis, dentro de uma filosofia de trabalho que use: - Material não sofisticado - 
Técnicas não complexas - Métodos que possam ser aplicados a grandes grupos Entre os 
principais equipamentos utilizados na avaliação podemos citar: Esfignomanômetro e 
Estetoscópio, Balança, Estadiômetro, Fita Métrica, Paquímetro e Compasso de Dobras 
Cutâneas, Colchonete, Banco de Wells, Cronômetro, Freqüencímetro, Ergômetro (Campo, 
Banco, Bicicleta Ergométrica e Esteira Rolante), nos parece suficiente para uma avaliação 
funcional em uma academia, sabendo que se pode ainda utilizar outros instrumentos como a 
Maquina de Lactato, Bio-impedância e etc.. Os instrumentos de medida deverão merecer 
especial atenção quanto: 
Aquisição: devemos selecionar aquele equipamento que mais se ajuste às condições reais 
de trabalho. 
Manipulação: procuraremos conhecer o uso adequado do equipamento antes de iniciarmos 
a operação dos testes propriamente ditos, fato que dará melhor qualidade de medida e um 
menor tempo de execução. 
Calibração: todo instrumento de medida deverá ter sua calibração conferida antes do inicio 
dos testes. Lembre-se que uma simples balança mal calibrada poderá por todo seu trabalho 
por terra. 
Conservação: os equipamentos sempre significam um investimento financeiro e prolongar 
sua vida média de uso é um hábito que o avaliador deve cultivar. Assim, devemos ter 
14 
 
atenção com: limpeza adequada; o uso somente por pessoa habilitada ou sob supervisão; 
manutenção em local seguro, com boas condições de ventilação. 
 
Para que avaliar? (objetivos) Dentre os diversos tipos objetivos da avaliação da aptidão 
física, podemos citar: - Obter informações quanto ao estado inicial do indivíduo ao iniciar 
um programa de treinamento e ou condicionamento; - Determinar e acompanha o progresso 
do indivíduo; - Classificar e selecionar os indivíduos; - Impedir que a atividade física seja 
um fator de agressão; - Motivar no sentido de melhorar sua performance; - Manter padrões 
de performances e servir como feedback durante o processo de treinamento; - Experiência 
indivíduo/profissional e diretrizes para pesquisa; WEINECK (1999, p.44) distingue duas 
formas de avaliação: uma imediata e outra não-imediata. Segundo ele, a avaliação imediata 
examina os efeitos imediatos após cada sessão de treinamento. A avaliação não-imediata 
estuda os efeitos de um conjunto de sessões de treinamento, de um período de treinamento 
e seus efeitos globais. A correlação entre avaliação imediata (ou seja, de minúcias de uma 
sessão de treinamento) e a avaliação não-imediata (ou seja, de efeitos globais) é de grande 
importância, porque os efeitos de sessões isoladas não são tão observáveis como o são após 
algum tempo de treinamento. Os procedimentos de treinamento adotados são descritos 
objetivamente na documentação de treinamento (Carl em Rothig 1992). A avaliação 
imediata e a não-imediata do treinamento permitem esclarecer as seguintes questões: - Se 
os objetivos de uma sessão (ou bloco de sessões) de treinamento foram atingidos; - Se os 
objetivos correspondem ao potencial para desempenho do grupo ao qual se refere; - Se as 
condições locais foram utilizadas adequadamente para o treinamento; - Se os exercícios 
foram adequadamente escolhidos; - Se a abrangência e intensidade dos estímulos foram 
avaliadas corretamente; - Se o programa e o período planejados para o treinamento foram 
respeitados; - Se os métodos e o programa de uma sessão (ou bloco de sessões) de 
treinamento correspondem ao objetivo preestabelecido (adequação ao objetivo geral do 
treinamento); - Se a relação entre o estímulo e a recuperação foi adequadamente avaliada. 
 
Quando e onde avaliar? Este aspecto relaciona-se à questão espaço-temporal como: - 
Quais as condições que serão encontradas no local da avaliação? - De que instalações e 
equipamentos se dispõem? - Adequam-se à realidade do avaliado? - Quando será efetuada: 
15 
 
dia, hora? - Quanto tempo encontra-se disponível para um procedimento de avaliação? 
Condições adequadas para avaliação física: 
Dimensão: mínima 20m² e máxima 48 m², com decoração discreta e existência de um 
telefone e de uma pia. 
Luz: de boa qualidade. 
Som: o mínimo possível 
Temperatura: 21 a 24° C 
Condições climáticas: a umidade relativa do ar, com valores oscilando entre 40 e 60%. - 
Condições do solo: é importante que o piso seja firme, antiderrapante, sem desníveis ou 
imperfeições. 
Segurança: o procedimento de segurança habitual inclui a presença de pelo menos dois 
avaliadores, sendo, preferencialmente, um deles médico e de equipamentos de emergência 
que deveram estar guardados em local discreto, para não assustar o avaliado. Dentre os 
equipamentos médicos podemos citar: luvas, gaze, algodão e materiais convencionais para 
curativos, soluções glicosadas, soluções de eletrólitos, analgésicos, antitérmicos e etc. 
Trânsito de pessoal: é importante que durante a avaliação evitar o transito de pessoas no 
local. Alguns testes, como o cicloergométrico em bicicleta eletromagnética, exigirão a 
presença de rede elétrica. Por outro lado, quando possível a medida de pressão atmosférica 
e umidade relativa do ar é uma prática recomendável. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
16 
 
3 CINEANTROPOMETRIA 
 
 3.1 CONCEITO - É uma área científica emergente que estuda a forma, dimensão, 
proporção, composição, maturação e o desenvolvimento do corpo na ontogênese humana 
em relação ao crescimento, ao desporto, à atividade física e à nutrição. 
Origem da palavra - Este neologismo deriva-se da língua grega. Onde KINES significa 
movimento. ANTROPHO genericamente identifica o homem, e metry é traduzido por 
medida. 
 
3.2 IMPORTÂNCIA DA CINEANTROPOMETRIA EM EDUCAÇÃO FÍSICA. 
 A ciência evolui quando os fenômenos estudados podem ser medidos. Ao se realizar um 
trabalho físico, aspectos importantes como a altura, peso, batimentos cardíacos só terão 
valor se puderem ser medidos, para que possamos analisar, comparar, construir tabelas, etc. 
Só pode haver ciência quando se pode medir os fenômenos. Em educação física, os 
exercícios aplicados só produzem efeitos benéficos quando bem dosados em qualidade e 
em quantidade. 
3.3 OBJETIVOS PRINCIPAIS DO TRABALHO CINEANTROPOMÉTRICO EM 
EDUCAÇÃO FÍSICA. 
• Determinar a condição física do indivíduo. 
• Determinar o valor físico do indivíduo. 
• Detectar assimetrias de forma. 
• Detectar deficiências físicas 
• Determinar o tipo constitucional. 
• Dosagem dos exercícios e avaliação dos resultados. 
 
3.4 CIÊNCIAS AFINS À CINEANTROPOMETRIA 
 Anatomia, Fisiologia, Psicologia, Bioquímica, Matemática, Estatística. 
17 
 
 
3.5 PRINCIPAIS INSTRUMENTOS UTILIZADOS NA CINENTROPOMETRIA 
Antropômetro de Martin - Medidas no sentido vertical. 
Compasso de BarrasRRAS - Diâmetros 
Compasso de Corrediça - Medidas pequenas 
Compasso de Pontas Rombas - Diâmetros 
Fita Métrica - Perímetros 
Balança - Peso 
Compasso de Lange - Dobras cutâneas 
 
4 PONTOS ANTROPOMÉTRICOS 
4.1 PONTOS DE REFERÊNCIA ANTROPOMÉTRICOS 
 
Pontos de referência antropométricos, são pontos ósseos (acidentes ósseos) 
identificáveis, os quais geralmente estão próximos a superfície corporal e são as marcas 
que irãoidentificar a exata localização dos pontos de mensuração. 
 
4.2 TÉCNICA PADRÃO PARA A LOCALIZAÇÃO DOS PONTOS DE 
REFERÊNCIA ANTROPOMÉTRICOS: 
 
• Os pontos são localizados com os dedos indicador e polegar. 
• Após localizar, exatamente o ponto, os dedos são retirados, a fim de evitar 
distorções na pele, sendo localizado novamente e marcado com a ponta fina da 
caneta ou lápis dermográfico. 
• A marca, é então, checada novamente, para garantir a exata localização do 
ponto. 
• Todos os pontos devem ser localizados e marcados, antes de se realizar qualquer 
medida. 
18 
 
• cuidado com o desconforto gerado 
� cuidado com a movimentação da pele 
� seguir a literatura 
 
 
19 
 
 
 
 
 
20 
 
4.3 LOCALIZAÇÃO DOS PONTOS ANTROPOMÉTRICOS 
 
ACROMIAL 
 
Definição: 
É o ponto superior e lateral da borda do processo acromial, na distância média 
entre as bordas do feixe anterior e posterior do músculo Deltóide, quando visto de lado. 
Protocolo: 
O avaliador deve se posicionar por trás e do lado direito do avaliado e apalpar ao 
longo da espinha da escápula até a ponta do processo acromial. Aplique a ponta de uma 
caneta ao bordo lateral do processo acromial para confirmar a localização do ponto. 
 
 
RADIAL 
Definição: 
É o ponto proximal e lateral da borda da cabeça do rádio. 
Protocolo: 
O avaliador deve apalpar, no sentido de cima para baixo na direção do dimple 
lateral do cotovelo direito. Deve ser possível sentir o espaço entre o capitulum do úmero 
21 
 
e a cabeça do rádio. Pode-se fazer uma pequena rotação do antebraço para que haja uma 
rotação da cabeça do rádio e poder perceber melhor 
 a localização exata do ponto. 
 
 
 
 
MESO-UMERAL 
Definição: 
É o ponto eqüidistante (médio) entre os pontos acromial e radial. 
Protocolo: 
O avaliador deve medir a distância entre os pontos acromial e radial, estando o 
avaliado com o braço relaxado e ao longo do corpo. O avaliador deve realizar uma 
pequena marca horizontal ao nível do ponto médio entre estes dois pontos, projetando 
esta marca nas faces posterior e anterior ao redor do braço. 
22 
 
 
 
 
ESTILÓIDE RADIAL 
 
Definição: 
É o ponto mais distal na margem lateral da região inferior da cabeça do processo 
estilóide do rádio. 
Protocolo: 
O avaliador, usando o dedo polegar, irá apalpar o espaço triangular identificado 
pelos tendões dos músculos do punho. Uma vez localizado este ponto, o avaliador irá 
apalpar o espaço entre o ponto distal do processo estilóide radial e o ponto mais 
proximal do primeiro metacarpo, para identificar com exatidão o processo estilóide 
radial. 
 
 
23 
 
 
 
MESO-ESTILÓIDE 
 
Definição: 
É o ponto médio, na face anterior do punho, ao nível do processo estilóide radial 
e ulnar. 
Protocolo: 
Com uma fita alinhada ao nível dos pontos estilóide radial e ulnar, é desenhada 
uma linha horizontal perto do ponto meso-estilóide. Uma linha vertical é desenhada, 
exatamente sobre o ponto meso-estilóide, fazendo uma interseção com a linha 
horizontal. 
 
 
DACTILÓIDE 
Definição: 
É o ponto mais distal do dedo médio da mão, quando o braço se encontra 
estendido ao longo do corpo e as mãos estendidas também. 
Protocolo: 
24 
 
Não há necessidade de se fazer marcações. As unhas não devem ser consideradas 
como ponto de referência. 
 
XIFOIDAL (XIPHOIDALE) 
Definição: 
É o ponto mais inferior do processo xifóide, no plano medial. 
Protocolo: 
O avaliador deve apalpar, com o dedo indicador, o esterno em direção a parte 
inferior, até sentir uma depressão, perto do músculo diafragma. O avaliador deve proceder 
com cuidado, pois é uma região muito sensível devido à cartilagem do processo xifóide. 
 
AXILAR MÉDIO (ILIO-AXILLA LINE) 
Definição: 
É uma linha imaginária vertical, a partir do ponto médio da axila até o bordo 
superior e lateral da crista ilíaca. 
Protocolo: 
O avaliador deve localizar o ponto mais superior e lateral da crista ilíaca com a mão 
direita, estando o avaliado com o braço levemente afastado, de modo que não altere a 
tensão na pele, e o ponto médio da axila A mão esquerda é usada para equilibrar o corpo do 
avaliado. A linha imaginária vertical é a interseção deste dois pontos. 
 
SUBESCAPULAR 
Definição: 
É o ponto mais distal do ângulo inferior da escápula, no seu bordo medial. 
Protocolo: 
 
O avaliador irá apalpar o ângulo inferior da escápula com o dedo polegar 
esquerdo. Caso haja dificuldade em localizar o ângulo inferior da escápula, o ava
deve, lentamente, tentar alcançar a região lombar da coluna vertebral com o braço 
direito. O avaliador deve, então, localizar o ponto e manter contato com a área enquanto 
o avaliado retorna com o braço para a posição correta, ou seja, braços estendid
longo do corpo. 
 
MESO-ESTERNAL 
Definição: 
É o ponto de interseção dos planos mesosagital e horizontal, no esterno, ao nível do 
4º espaço da articulação condro
Protocolo: 
Com o dedo polegar, o avaliador deverá apalpar a parte superior da clavícula e 
desliza-lo até o primeiro espaço intercostal, que se encontra entre a primeira e segunda 
costela. O dedo polegar é trocado pelo dedo indicador e o procedimento é repetido até o 
espaço intercostal. O avaliador deve, então, desenhar uma linha horizontal que irá 
interceder com o plano mesosagital, no esterno.
O avaliador irá apalpar o ângulo inferior da escápula com o dedo polegar 
esquerdo. Caso haja dificuldade em localizar o ângulo inferior da escápula, o ava
deve, lentamente, tentar alcançar a região lombar da coluna vertebral com o braço 
direito. O avaliador deve, então, localizar o ponto e manter contato com a área enquanto 
o avaliado retorna com o braço para a posição correta, ou seja, braços estendid
 
 
É o ponto de interseção dos planos mesosagital e horizontal, no esterno, ao nível do 
4º espaço da articulação condro-esternal (intercostal). 
Com o dedo polegar, o avaliador deverá apalpar a parte superior da clavícula e 
lo até o primeiro espaço intercostal, que se encontra entre a primeira e segunda 
costela. O dedo polegar é trocado pelo dedo indicador e o procedimento é repetido até o 
espaço intercostal. O avaliador deve, então, desenhar uma linha horizontal que irá 
interceder com o plano mesosagital, no esterno. 
25 
O avaliador irá apalpar o ângulo inferior da escápula com o dedo polegar 
esquerdo. Caso haja dificuldade em localizar o ângulo inferior da escápula, o avaliado 
deve, lentamente, tentar alcançar a região lombar da coluna vertebral com o braço 
direito. O avaliador deve, então, localizar o ponto e manter contato com a área enquanto 
o avaliado retorna com o braço para a posição correta, ou seja, braços estendidos ao 
É o ponto de interseção dos planos mesosagital e horizontal, no esterno, ao nível do 
Com o dedo polegar, o avaliador deverá apalpar a parte superior da clavícula e 
lo até o primeiro espaço intercostal, que se encontra entre a primeira e segunda 
costela. O dedo polegar é trocado pelo dedo indicador e o procedimento é repetido até o 4º 
espaço intercostal. O avaliador deve, então, desenhar uma linha horizontal que irá 
26 
 
 
 
ÍLEOCRISTAL 
Definição: 
É o ponto mais superior da crista ilíaca no plano frontal, seguindo a linha axilar 
média. 
Protocolo: 
O avaliador deve localizar o ponto mais superior e lateral da crista ilíaca com a mão 
direita, estando o avaliado como braço levemente afastado, de modo que não altere a 
tensão na pele. A mão esquerda é usada para equilibrar o corpo do avaliado, enquanto se 
localiza o ponto mencionado anteriormente. O ponto é marcado na interseção do ponto 
mais superior e lateral da crista ilíaca com a linha axilar média 
 
 
 
27 
 
 
ÍLEO-ESPINHAL 
Definição: 
É o ponto mais inferior do ponto ântero-superior da espinha ilíaca. 
Protocolo: 
O avaliador deve apalpar a superfície superior do osso ilíaco e seguir anteriormente 
e inferiormente ao longo da crista ilíaca até a maior proeminência do osso ilíaco começar a 
seguir uma direção posterior. A marcação, então é feita, na margem mais inferior que o 
avaliador pode sentir. Caso haja dificuldade na localização, o avaliado poderá elevar o pé 
direito e executar uma pequena rotação 
do fêmur 
. 
 
TROCANTÉRIO 
Definição: É o ponto mais superior do trocanter maior do fêmur. 
Protocolo: O avaliador deve se posicionar por trás do avaliado e irá apalpar com a palma 
da mão direita, em forma de concha, a parte lateral da região glútea, enquanto que a mão 
esquerda tentará manter o quadril equilibrado. Após a localização do trocanter maior, o 
avaliador deve apalpar a região com o dedo indicador e médio a fim de encontrar a borda 
mais superior do trocanter maior. Em indivíduos que apresentam muita quantidade de 
gordura ou de músculos nesta região, o avaliador poderá pedir ao avaliado, que este, 
28 
 
movimente a perna direita,realizando adução e abdução a fim de que possa perceber a 
localização do trocanter maior do fêmur. 
 
 
TIBIAL MEDIAL 
Definição: 
É o ponto mais superior da borda medial da cabeça da tíbia. 
Protocolo: 
O avaliado deve estar sentado, com o tornozelo direito apoiado no joelho esquerdo 
(perna cruzada), de modo que a região medial da perna fique livre, permitindo o acesso do 
avaliador. A marcação deve ser feita no bordo medial da tuberosidade da tíbia. Nesta 
posição o avaliador não encontrará dificuldade de localizar o ponto, sendo bem visível. 
 
 
 
29 
 
 
 
TIBIAL LATERAL 
Definição: 
É o ponto mais superior do bordo lateral da cabeça da tíbia. 
Protocolo: 
O avaliador deve localizar o espaço entre o côndilo femural e a cabeça da tíbia, 
pressionando com o dedo polegar. Pode-se pedir ao avaliado que faça uma flexão e 
extensão do joelho várias vezes, a fim de perceber este espaço. O ponto é identificado no 
bordo lateral da cabeça da tíbia. 
 
 
MALEOLAR TIBIAL OU MEDIAL 
Definição: 
É o ponto mais distal do maléolo medial da tíbia. 
Protocolo: 
O avaliador pode localizar visualmente, fazendo a marcação no ponto mais distal do 
maléolo medial da tíbia. É marcado com o avaliado sentado e com o pé correspondente à 
medida apoiado em uma caixa. 
 
30 
 
 
 
 
 
5 COMPRIMENTO DOS MEMBROS E SEGMENTOS 
Membro superior – Comprimento total: É a distância entre o acromial e o dactilium 
Comprimento do braço – É a distância entre o acromial e o radial 
Comprimento do ante braço – É a distância entre o radial e o stylion 
Comprimento da mão – É a distância entre o stylion e o dactilium 
Comprimento do membro inferior – É a distância entre o ponto trocanterion e a planta 
dos pés 
Comprimento da coxa – É a distância entre o ponto trocanterion e o tibial 
Comprimento da perna – É a distância entre o ponto tibial e o maleolar 
 
 6 ANTROPOMETRIA 
 
6.1 Conceito - Segundo Marins & Giannchi (2003, p. 35) a antropometria representa um 
importante recurso de assessoramento para uma analise completa de um indivíduo, seja ele 
atleta ou não, pois oferece informações ligadas ao crescimento, desenvolvimento e 
envelhecimento, sendo por isso crucial na avaliação do estado físico e no controle de 
diversas variáveis que estão envolvidas durante uma prescrição de treinamento. 
 
6.2 Histórico -De acordo com Petroski (1995, p.81) a antropometria tem sua origem não na 
medicina, nem na biologia, mas nas artes, embuídas da sua filosofia pitagórica, da 
31 
 
assimetria e da harmonia. A história da antropometria inicia na antiga civilização da Índia, 
Egito e Grécia, com uso de dimensões de certas partes do corpo como o primeiro padrão de 
medida, na tentativa de estabelecer o perfil das proporções do corpo humano. 
Segundo HITCHOCK (1886) apud KRAKOWER (1937), os matemáticos e artistas da 
Índia e Egito entendiam que se deveria adotar alguma parte do corpo do corpo (os egípcios 
antigos, adotavam o dedo médio, os gregos a altura da cabeça), como referência ou a 
dimensão padrão para todas as partes. Um tratado chamado “Silpi Sastri”, da antiga 
civilização da Índia, analisou um corpo dividido-o em 480 partes. 
No Egito, entre os séculos XXXV e XXII a.C., a unidade de medida foi o cumprimento do 
dedo médio do sacerdote ou o então chamado dedo de saturno (KROKOWER, 1937). De 
acordo com este critério a estatura de um homem adulto bem formado deveria ser 19 vezes 
esta medida. Os gregos, porém, usavam como critério, a altura da cabeça que dividia a 
estatura em oito vezes. O povo grego possivelmente tenha sido o primeiro povo a cultuar a 
forma corporal como sinônimo de beleza, estética e saúde; seus deuses eram figuras 
compostas por formas que eram consideradas perfeitas. 
QUETELET (1786-1874), considerado o pai da antropometria, é creditado como tendo 
descoberto a ciência e divulgado o termo Antropometria. Ele descobriu que a teoria da 
curva de Gauss podia ser aplicada nos modelos estatísticos para a análise dos fenômenos 
biológicos, principalmente em medidas antropométricas. Em 1835, Quelet publicou o 
trabalho “Man and the Development of his Faculties”, ou “An Essay Upon social Physics”, 
em quatro volumes, sendo que os dois primeiros são dedicados as qualidades físicas do 
homem (KROKOWER, 1937). 
O termo Antropometria parece ter sido usado pela primeira vez no seu sentido 
contemporâneo, em 1659, na tese de graduação do alemão ELSHATZ. Seu estudo, 
“Antropometria - da mútua proporção dos membros do corpo humano: questões atuais de 
harmonia” eram inspiradas nas leituras de Pitágoras e Platão, e da filosofia médica de sua 
época. O avanço da antropometria aconteceu no final do século XIX, com a definição dos 
pontos anatômicos, os quais foram estudados, discutidos e padronizados, para realizar as 
medidas antropométricas. Em 1906, no I Congresso Internacional de Antropologia, 38 
dimensões de cadáveres e 19 medidas da cabeça e face foram padronizadas. Já, por ocasião 
32 
 
da realização do II Congresso Internacional, em 1912, foram padronizadas medidas do 
corpo humano vivo (PEREIRA NETO, 1992). 
 
7 MEDIDAS ANTROPOMÉTRICAS 
 
7.1 Definição – Fernandes Filho (2003, p.33) define antropometria como: 
 
“a ciência que estuda e avalia o tamanho, o peso e as proporções do 
corpo humano, através de medidas de rápida e fácil realização, não 
necessitando equipamentos sofisticados e de alto custo financeiro”. 
 
Costa (1999) diz que, através de medidas antropométricas é possível fazer o 
acompanhamento de crescimento morfológico, bem como de alterações de medidas 
corporais decorrentes da prática de exercícios físicos e dietas, proporcionando dados de 
grande valia para os profissionais da área da saúde. 
Este acompanhamento pode ser realizado simplesmente pela observação da alteração das 
medidas em valores absolutos ou através da utilização das mesmas em modelos 
matemáticos que têm a finalidade de estimar as quantidades dos diferentes componentes 
corporais: massa muscular, massa óssea, massa gorda e massa residual. 
A grande vantagem das medidas antropométricas reside no fato que as mesmas podemser 
utilizadas em estudos com grandes amostras populacionais, que podem proporcionar 
estimativas nacionais e dados para análise de mudanças seculares. 
7.2 Classificação – Pode-se classificar as principais medidas antropométricas utilizadas em 
Educação Física em: 
 
• Medidas lineares: que incluem as medidas de caráter longitudinais (alturas e 
comprimentos) e transversais (diâmetros). 
• Medidas de circunferência ou perímetros: 
33 
 
• Medidas de dobras cutâneas; 
• Medidas de composição corporal; 
• Índices antropométricos; 
• Medidas somatotipologicas. 
 
7.3 Recomendações - Marins & GiannichiI (op. cit) apresentam algumas recomendações 
gerais sobre antropométria: 
- Antes da coleta de dados é sempre interessante que o avaliador tenha 
conhecimento sobre as razões e objetivos da medição; 
- Procure realizar a coleta de dados em um local de uso exclusivo do avaliador e 
do avaliado; 
- O avaliado deverá receber, com antecedência, um formulário com as 
orientações sobre o tipo de roupa adequada para esta avaliação; 
- Deve-se ter total atenção quanto a questão da calibração periódica dos 
instrumentos; 
- O registro de dados antropométricos deverá seguir sempre o lado direito do 
avaliado, mesmo no caso em que este lado não corresponda ao lado 
dominante do avaliado; 
- Recomenda-se a marcação dos pontos anatômicos de referência, com lápis 
dermográfico antes do registro dos dados; 
- Observar a postura do avaliado, que deverá ser compatível com o 
procedimento de registro do dado; 
- É interessante que o avaliador mantenha certa distância do avaliado, evitando, 
assim, situações constrangedoras; 
- Um auxiliar colaborando com o registro dos dados aumenta a velocidade da 
coleta; 
- Em um trabalho longitudinal é importante reproduzir o mesmo método e 
protocolo em todas as provas, permitindo, assim, uma comparação 
adequada entre os resultados. Sempre que for possível também se 
recomenda que a coleta de dados seja feita pelo mesmo avaliador. 
 
34 
 
 7.4 Medidas lineares - Podem ser subdivididas em longitudinais e transversais. As 
medidas longitudinais correspondem às medidas de alturas e comprimentos e as medidas 
transversais, também conhecidas como diâmetros, são medidas de largura ou profundidade 
entre dois pontos, usadas para mensurar o crescimento e o desenvolvimento ósseo. 
 Estatura ou Altura - O estudo da altura é muito importante porque esta medida se relaciona 
com quase todas as medidas somáticas, além de ser importante para estudos biotipológicos 
e raciais. Atletas de grandes alturas são mais indicados para esportes como corrida de meio 
fundo, natação, salto em altura e à distância e ciclismo; esportes como corrida de 
velocidade e boxe são apropriados para indivíduos de altura média, enquanto corridas de 
fundo, luta livre e arremesso de peso, por exemplo, são indicados para indivíduos de 
pequena altura. 
A altura varia fisiologicamente de acordo com os seguintes fatores: posição do corpo, hora 
do dia, fase da vida e evolução da espécie. A medida da altura na posição em pé pode 
deferir em até 3 cm da medida na posição deitada. 
A ação da gravidade, o peso do corpo e o achatamento dos discos intervertebrais são os 
responsáveis por este fenômeno. No decorrer das 24 horas do dia, a altura varia em média 
2,5 cm em média. 
Em conseqüência, deve-se usar o termo altura ou estatura para definir a medida 
longitudinal, obtida na posição em pé, quando se mede o indivíduo na posição deitada, fala-
se em distância ou comprimento. Esta posição é utilizada para medir crianças até 3 anos. 
Após os três anos, a criança cresce em média 6 cm por ano. Observa-se que os meninos 
crescem sempre mais que as meninas, na mesma raça. Na puberdade, porém, as meninas 
crescem mais que os meninos e na idade adulta estes recuperam e ultrapassam aquelas, em 
altura. Na idade adulta, a média de altura é de 130 a 199 cm. A mulher tem geralmente 10 
cm, em média, menos que o homem, de mesma idade. 
Durante a vida, a altura passa por uma fase em que há uma elevação dos valores e que vai 
do nascimento até os 25 anos aproximadamente. A seguir, os valores se mantém até os 50 
anos, quando começam a diminuir devido a processos que afetam os discos intervertebrais. 
 
35 
 
7.4.1 Altura 
Definição - A altura ou estatura é a medida da distância em linha reta entre dois planos, um 
tangente à planta dos pés e outro tangente ao ponto mais alto da cabeça (ponto vértex), 
estando o indivíduo em pé, na posição fundamental, com o corpo o mais alongado possível 
e a cabeça posicionada com o plano de FRANKFURT. 
 
Figura 1- Altura 
Fonte: CD-ROM Testes em Ciências do Esporte. Victor Matsudo. 
 
 Material - O instrumento que se utiliza para medir a altura é o estadiômetro, este 
equipamento consiste de uma prancha de madeira, ferro ou plástico vertical, presa a uma 
base horizontal, formando um ângulo de 90 graus, a esta prancha, fixa-se uma trena, cuja 
sua leitura é de ordem de 1mm, possuindo uma escala de medida vertical, instalada a partir 
de uma base lisa e rígida, com um plano horizontal adaptado, para a execução das medidas, 
utiliza-se um cursor ou esquadro, que deve formar um ângulo de 90 graus entre a escala do 
estadiômetro e o vértex do avaliado. Comumente, as balanças clínicas já apresentam um 
estadiômetro, porém, a utilização de uma peça individualizada é vantajosa, pois com esta, 
podemos medir indivíduos com valores extremos de estatura, com maior precisão. 
 
 
36 
 
 
 
Figura 2 Altura ou estatura. 
Fonte: CD-ROM Avaliação da Composição Corporal. Prof° Roberto Fernandes da Costa 
 
Protocolo - O avaliado deve estar na posição ortostática (em pé), pés unidos, procurando 
pôr em contato com o instrumento de medida as superfícies posteriores do calcanhar, 
cintura pélvica, cintura escapular e região occipital. A medida é feita com o indivíduo em 
apnéia inspiratória, de modo a minimizar possíveis variações sobre esta variável 
antropométrica. A cabeça deve estar orientada no plano de Frankfurt, paralela ao solo. A 
Medida será feita com o cursor em ângulo de 90 graus em relação à escala. Permite-se ao 
avaliado usar calção e camiseta, exigindo-se que esteja descalço. São feitas três medidas 
considerando-se a média como valor real da altura. 
Cuidados durante as medidas das alturas 
Ao efetuar as medidas de altura, determinados cuidados devem ser levados em 
consideração, para diminuir a margem de erros. Os principais cuidados são: 
1) O avaliador deve preferivelmente se posicionar à direita do avaliado. 
37 
 
2) Devemos registrar a hora em que foi feita a medida, sendo que em trabalhos 
longitudinais devemos procurar efetuar as medidas em um mesmo horário 
ou período do dia. 
3) Evitar que o indivíduo se encolha quando o cursor tocar sua cabeça. 
4) Observar que entre as medidas o avaliado troque de posição no instrumento 
de medida. 
7.4.2 Altura total 
Definição - É à distância do ponto dactylion até a região plantar, estando o avaliado com o 
membro superior direito na vertical elevado a 180°, por sobre a cabeça e com o cotovelo 
estendido. 
 
 
 
 
Figura 3 Altura total. 
Fonte: CD-ROM Testes em Ciências do Esporte. Victor Matsudo. 
 
 Material - Uma tábua, 30 centímetros de largura por 2 metros de comprimento, graduada 
em centímetros e milímetros e fixada a partir de 2 metros de altura. Para crianças a tabua 
deve ser fixada, a partir de 1 metro de altura, pó de giz ou magnésio, 1 cadeira (45 cm) e 
material para anotação. 
38 
 
Procedimento - O avaliado deve sujar as pontas dos dedos com giz ou pó de magnésio, 
posicionar-sede pé, lateralmente à superfície graduada, e com braço estendido acima da 
cabeça, o mais alto possível, tocar na tábua próxima a graduação. 
 
7.4.3 Envergadura 
Definição - É a distancia entre o dactylion (dedo médio) direito e o esquerdo. 
Material - Fita métrica graduada em centímetros, fixada em uma parede lisa. 
Protocolo - Medir a distancia do dactylion direito ao esquerdo, com o avaliado em pé e os 
braços em abdução de 90° com o tronco; os cotovelos devem estar estendidos e os 
antebraços supinados. Deverão ser feitas três medidas, considerando-se a média das 
mesmas. 
Precauções: 
- O avaliado deverá estar em pé; 
- Braços supinados e mãos espalmadas com os dedos unidos; 
- A Medida será feita com o avaliado em apnéia insiratória. 
 
7.5 Medidas transversais ou diâmetros 
Definição - São medidas biométricas, realizadas em projeção entre dois pontos 
considerados, que podem ser simétricos ou não, situados em planos geralmente 
perpendiculares ao eixo longitudinal do corpo. As medidas podem ser realizadas em ambos 
os lados do corpo, mas quando o fator tempo para aplicação for considerado, o lado direito 
deverá ser o escolhido por convenção internacional. 
Entre os principais tipos de antropômetros podemos citar: o Paquímetro Ósseo, o Compasso 
de Pontas Rombas e o Antropômetro de Delizamento. 
 
39 
 
Paquímetro ósseo 
 
Figura 4 Paquímetro ou antropômetro. 
Fonte: CD-ROM Avaliação da Composição Corporal. Prof° Roberto Fernandes da Costa. 
 
É o aparelho usado para medir pequenos perímetros ósseos como: Biestilóide do Punho, 
Biepicondiliano do Úmero e Biepicondiliano do Fêmur. É importante que as hastes dos 
aparelhos sejam longos o suficiente para permitir a medida sem limitação de acesso aos 
pontos anatômicos. 
Compasso de pontas rombas - É um aparelho utilizado para a medida dos diâmetros do 
tronco. 
 
 
Figura 5 Compasso de pontas rombas. 
Fonte: CD-ROM Avaliação da Composição Corporal. Prof° Roberto Fernandes da Costa. 
 
Antropômetro de delizamento - É utilizado para a medida dos diâmetros do tronco, além de 
também poder ser utilizado para medidas de comprimento. 
 
40 
 
 
Figura 6 Antropômetro de delizamento. 
Fonte: CD-ROM Avaliação da Composição Corporal. Prof° Roberto Fernandes da Costa. 
 
Precauções - Entre as principais precauções podemos citar que: 
- O antropômetro não deve ficar frouxo, nem fazer pressão excessiva; 
- O resultado é dado em cm com precisão de 0.1 cm. 
 
Locais padronizados para medições de diâmetros: 
As principais medidas transversais usadas na avaliação da composição corporal são: 
- Diâmetro Biestilóide do Punho; 
- Diâmetro Biepicondiliano do Úmero; 
- Diâmetro Biespicondiliano do Fêmur; 
- Diâmetro Biacromial; 
- Diâmetro Torácico Transverso; 
Diâmetro biestilóide rádio-ulnar do punho 
 
Figura 7 Diâmetro biestilóide do punho. 
Fonte: CD-ROM Avaliação da Composição Corporal. Prof° Roberto Fernandes da Costa. 
 
• Objetivo: determinar a distância entre os processos estilóides do rádio e da 
ulna. 
41 
 
• Procedimento: o cotovelo do avaliado é estendido em supinação com o punho 
em flexão dorsal. 
 Diâmetro biepicôndiliano umeral (cotovelo) 
 
 
 
Figura 8 Diâmetro biepicôndiliano do úmero. 
Fonte: CD-ROM Testes em Ciências do Esporte. Victor Matsudo. 
 
 Objetivo: determinar a distância entre as bordas externas dos epicôndilos medial e lateral 
do úmero. 
Procedimento: o avaliado deve estar em pé com o cotovelo e ombro em flexão a 90 graus. 
As hastes do paquímetro devem estar a 45 graus em relação à articulação do cotovelo. O 
avaliador deve posicionar-se à frente do avaliado, devendo delimitar o diâmetro bi 
epicondilar com auxilio dos dedos médios enquanto os indicadores controlam as hastes do 
paquímetro. 
 
Precauções: 
 1) Ao se medir o diâmetro o aparelho não deve ficar frouxo nem fazer 
pressão excessiva. 
 2) Observar a colocação do aparelho em relação ao diâmetro a ser medido. 
42 
 
 
 
Figura 9 Diâmetro biepicôndiliano do fêmur. 
Fonte: CD-ROM Testes em Ciências do Esporte. Victor Matsudo. 
 
Objetivo: determinar a distância entre as bordas externas dos côndilos medial e lateral do 
fêmur. 
Procedimento: o avaliado deve estar sentado com a perna e a coxa formando um ângulo de 
90 graus e os pés livres. As hastes do paquímetro são ajustados à altura dos côndilos em um 
ângulo de 45 graus em relação a articulação do joelho, os côndilos são delimitados pelos 
dedos médios, enquanto os indicadores controlam as hastes do paquímetro. 
Precauções: ao se medir, o aparelho não deve ficar frouxo nem fazer pressão excessiva. 
Observar a colocação do aparelho em relação ao diâmetro a ser medido. 
 Diâmetro biacromial - É à distância das bordas súpero-lateral dos acrômios direito e 
esquerdo, estando a avaliado em pé, na posição anatômica, pois com o indivíduo sentado há 
interferência na postura requerida para a medida. Preferencialmente o avaliador deve 
posicionar-se atrás do avaliado para a execução da medida. 
 
43 
 
 
Figura 10 Diâmetro biacromial . 
Fonte: CD-ROM Avaliação da Composição Corporal. Prof° Roberto Fernandes da Costa. 
 
 Diâmetro torácico transverso - A medida é realizada com o avaliado em pé, com abdução 
de membros superiores, a fim de permitir a introdução do aparelho, na altura da sexta 
costela, sobre a linha axilar medial. 
 
 
 
Figura 11 Diâmetro torácico transverso. 
Fonte: CD-ROM Avaliação da Composição Corporal. Prof° Roberto Fernandes da Costa. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
44 
 
7.6 Medidas de circunferência ou perímetro 
Definição - As medidas antropométricas de circunferência correspondem aos chamados 
perímetros que podem ser definidos como perímetro máximo de um segmento corporal 
quando medido em ângulo reto em relação ao seu maior eixo. 
 Material 
 
 
Figura 12 Fita métrica metálica flexível. 
Fonte: CD-ROM Avaliação da Composição Corporal. Prof° Roberto Fernandes da Costa. 
 
Para medir circunferências, usa-se uma fita métrica antropométrica, que deve ser feita de 
um material flexível (de preferência metálica), que não se estique com o uso com precisão 
de 0,1 cm. 
Precauções - Antes de iniciarmos a descrição das medidas antropométricas é importante 
citar algumas precauções como: 
1) Medir sempre sobre a pele nua. 
2) Nunca utilizar uma fita elástica ou de baixa flexibilidade. 
3) Cuidado com a compressão exagerada, colocar a fita levemente na maior 
circunferência. 
4) Não deixar o dedo entre a fita e a pele. 
5) São feitas três medidas calculando-se a média. 
6) Não utilizar fita muito larga 
7) Recomenda-se marcar o ponto da medida com caneta, pois auxiliará no 
momento da medida de dobra cutânea de panturrilha medial. 
8) Para algumas circunferências (ex.: ombro, peitoral, cintura, abdômen e 
quadril) a fita deve ser alinhada com o plano horizontal; 
45 
 
9) A precisão das circunferências devem ser de: (a) 1cm para ombro, peito, 
abdômen, cintura e quadril; (b) 0,5cm para coxa e (c) 0,2cm para perna, 
tornozelo, pulso, braço e antebraço. 
Locais padronizados para medições de circunferências 
 Pescoço - A medida é realizada com o avaliado sentado ou em pé, desde que esteja com a 
coluna ereta e a cabeça no plano horizontal de Frankfurt. A trena deve ser aplicada na 
menor circunferência do pescoço logo acima da proeminência laríngea (pomo de Adão). 
 
Figura 13 Medidas da circunferência do pescoço. 
Fonte: CD-ROM Avaliação da Composição Corporal. Prof° Roberto Fernandes da Costa. 
 
Ombros - A medida é realizada com o avaliado em posição ortostática,posicionado a trena 
na maior saliência do deltóide abaixo de cada acrômio. A leitura da medida deve ser 
realizada após uma expiração normal. 
 
Figura 14 Medida da circunferência dos ombros. 
Fonte: CD-ROM Avaliação da Composição Corporal. Prof° Roberto Fernandes da Costa. 
Tórax - O perímetro torácico pode ser medido em três pontos de referência. A nível 
mesoesternal ou longo abaixo da axila, ao nível da prega axilar, na altura dos mamilos, ou a 
nível do ponto xifoidal do esterno. 
46 
 
 
 
 
 
 Figura 15 medida da circunferência do tórax. 
 Fonte: CD-ROM Avaliação da Composição Corporal. Prof° Roberto 
Fernandes da Costa. 
 
Cintura - Parte mais estreita do tronco, no nível da cintura “natural” entre as costelas e a 
crista ilíaca. Tomada em um plano horizontal ao redor da cintura no nível da parte mais 
estreita do tronco. 
 
 
Figura 16 Medida da circunferência da cintura. 
Fonte: CD-ROM Avaliação da Composição Corporal. Prof. Roberto Fernandes da Costa. 
47 
 
Abdome - A medida é realizada no plano horizontal na protuberância anterior máxima do 
abdome, usualmente no nível da cicatriz umbilical, com avaliado em pé em posição 
ortostática. 
 
 
Figura 17 Medida da circunferência do abdome. 
Fonte: CD-ROM Avaliação da Composição Corporal. Prof° Roberto Fernandes da Costa. 
 
Quadril - Extensão posterior máxima dos glúteos. Tomada ao nível dos pontos trocantéricos 
direito e esquerdo. Deve ser realizada paralelamente ao solo, estando o avaliado com os pés 
unidos. 
 
 
Figura 18 Medida da circunferência do quadril. 
Fonte: CD-ROM Avaliação da Composição Corporal. Prof° Roberto Fernandes da Costa. 
48 
 
 
Braço relaxado - A medida do perímetro braquial relaxado pode ser realizada de três formas 
diferentes, na primeira a medida é tomada na área de maior circunferência, estando o braço 
posicionado no plano horizontal e cotovelo em extensão. Na segunda o avaliado fica com o 
braço relaxado e ao longo do corpo e a medida é realizada no ponto de maior perímetro 
aparente e a terceira, o avaliado deve ficar com a articulação do cotovelo a 90 graus, no 
plano sagital, e com o braço relaxado. 
 
 
 Figura 19 Medida da circunferência do braço relaxado. 
 Fonte: CD-ROM Avaliação da Composição Corporal. Prof° Roberto Fernandes da 
Costa. 
 Braço contraído - Medida tomada na área de maior circunferência com o braço 
posicionado no plano horizontal e antebraço fletido em supino num ângulo de 90°. Neste 
caso podemos utilizar o braço oposto para trazer oposições à contração. 
 
 
Figura 20 Medida da circunferência do braço contraído. 
Fonte: CD-ROM Avaliação da Composição Corporal. Prof° Roberto Fernandes da Costa. 
 
49 
 
 Antebraço - Tomada no plano perpendicular ao eixo longo do antebraço, ponto de maior 
circunferência, devendo o cotovelo estar em extensão. 
 
Figura 21 medida da circunferência do antebraço. 
Fonte: CD-ROM Avaliação da Composição Corporal. Prof° Roberto Fernandes da Costa. 
 
 Punho - É a circunferência medida transversalmente sobre os processos estilóides do rádio 
e da ulna. 
Figura 22 Medida da circunferência do punho. 
Fonte: CD-ROM Avaliação da Composição Corporal. Prof. Roberto Fernandes da Costa. 
 
 Coxa glútea - Tomada no plano horizontal abaixo da dobra glútea, estando o peso corporal 
igualmente distribuído nos membros. 
 
 
Figura 23 Medida da circunferência da coxa glútea. 
50 
 
Fonte: CD-ROM Avaliação da Composição Corporal. Prof. Roberto Fernandes da Costa. 
Coxa medial - Para tomar esta medida circunda-se a fita no plano paralelo ao solo, na 
metade da distância entre a língua inguinal e a borda superior da patela. 
 
Figura 24 Medida da circunferência da coxa medial. 
Fonte: CD-ROM Avaliação da Composição Corporal. Prof. Roberto Fernandes da Costa. 
 
Perna - Tomada no plano horizontal, na área de maior circunferência da panturrilha, 
estando o peso corporal igualmente distribuído nos membros inferiores. 
 
 
Figura 25 Medida da circunferência da perna. 
Fonte: CD-ROM Testes em Ciências do Esporte. Victor Matsudo. 
Tornozelo - O avaliado deverá estar em pé, de frente para o avaliador, com os pés 
ligeiramente afastados, distribuindo o peso do corpo em ambas as pernas. Circundar a fita 
no plano paralelo ao solo ao nível dos pontos sphyrions tibiale e fibulare. 
 
Figura 26 Medida da circunferência do tornozelo. 
Fonte: CD-ROM Avaliação da Composição Corporal. Prof° Roberto Fernandes da Costa. 
51 
 
 
 
8 ÍNDICES ANTROPOMÉTRICOS DE SAÚDE (MODELOS PREDITORES DE 
DOENÇAS CARDIOVASCULARES) 
 
 Pesquisas indicam que a maneira pela qual a gordura está distribuída pelo corpo, 
é mais importante que a gordura corporal total, na determinação do risco individual de 
doenças (ASHWELL, McCALL, COLE & DIXON, 1985) apud HEYWARD (op.cit, p.87). 
Dentre os principais índices antropométricos que podemos dispor citaremos: índice de 
massa corporal (IMC), a relação entre circunferências da cintura e do quadril (RCQ) e o 
índice de conicidade. 
 
8.1 Índice de massa corporal (IMC) 
 
O IMC (Body Mass Index, BMI), termo proposto por KEYS e associados em 1972 
(WEIGHELEY, 1989, apud FERNANDES 2003, p.99), tem sido referido também como 
Índice Quetelet (LEE et al., 1981), que leva o nome de seu criador, após 1800, que é 
considerado o pai da antropométria. O IMC é considerado o mais popular índice de estatura 
e peso, ou mais precisamente, da proporção do peso do corpo para altura ao quadrado; IMC 
(kg/m²) = PC (kg)/ AL² (m). Sua utilização se baseia no conceito de excesso de peso que 
segundo POLLOCK (1993, p.47) é simplesmente definido como aquela condição onde o 
peso do indivíduo excede ao da média da população, determinada segundo o sexo, altura e 
o tipo de sua compleição física. O termo pesado segundo McARDLE (1992, p.387) se 
refere somente ao peso corporal em excesso de algum padrão, em geral o peso médio para 
determinada estatura. WEINECK (1991, p.393) diz que se partindo do chamado “Peso 
Normal”, o excesso de peso é calculado a partir da altura e equivale à altura menos 100 
(Equação de BROCA). BROCA considera como valor normal os que se colocam para mais 
10 ou menos 10 do peso ideal calculado. 
52 
 
Durante muito tempo às tabelas de peso/estatura foram e ainda são utilizadas como forma 
de classificação do excesso de massa corporal ou para a avaliação dos efeitos dos 
programas de exercícios físicos sobre o organismo, a sua grande limitação está no fato que 
a mesma não fornece informação fidedigna acerca da composição relativa ou da qualidade 
do peso corporal do indivíduo, pois o IMC não diferencia peso de gordura de peso livre de 
gordura. Elas se baseiam, essencialmente, nas estatísticas das variações médias do peso 
corporal para pessoas de 25 a 59 anos de idade, quando a taxa de mortalidade é mais baixa, 
sem levar em consideração as causas específicas da morte ou a qualidade da saúde antes da 
morte. Segundo FERNANDES (op.cit) o IMC possui uma moderada correlação (r=0,70) 
com o percentual de gordura predito a partir de pesagem hidroestática (KEYS et al, 1972). 
O erro padrão da predição de percentual de gordura do IMC foi aproximadamente de 5-6% 
(POLLOCK 1995, p.88). 
A equação para estimar o percentual de gordura de adultos com idade inferior a 83 anos, a 
partir do IMC é a seguinte: 
GC = (1.2 x IMC) + (0.23 x Idade) - (10.8 x Sexo) - 5.4 
Onde: 
IMC = Índice de Massa Corporal em kg/m
3 
 
Idade= Idade em anos 
Sexo: Mulher =0; Homem =1 
Logo concluímos que, embora o IMC possa serum índice rudimentar de obesidade e sua 
utilização seja questionável na avaliação de indivíduos, para estudos populacionais, sendo 
que o mesmo não pode ser utilizado para estimar a gordura corporal, este índice constitui 
uma alternativa bastante válida, pois além de ser o método mais simples e de baixo custo, 
requer apenas as medidas de peso e estatura, e segundo (SICHIERI, 1998) apud COSTA 
(2001, p.39) se uma população apresenta valores elevados de IMC podemos afirmar que 
isso ocorre em função do excesso de componente gordura corporal, já que na maioria das 
pessoas que apresentam excesso de massa isso não ocorre por excesso de massa magra. 
 
53 
 
 
 
Classificação do percentual de gordura. 
Classificação Homem Mulher 
a Em risco para desenvolvimento de doenças relacionadas a má nutrição. 
b Em risco para desenvolvimento de doenças relacionadas a obesidade. 
Em risco a <= 5% <= 8% 
Abaixo da média 6-14% 9-22% 
Média 15% 23% 
Acima da média 16-24% 24-31% 
Em risco b >= 25 >= 32% 
 
 
 
 
 
As tabelas abaixo apresentam os valores para classificação do sobrepeso por meio do IMC 
 
 
 
 
 
54 
 
Tabela 1 Padrões de aptidão saudáveis para IMC em meninos e meninas entre as idades de 
5 a 18 anos. 
Idade IMC (Meninos) IMC (Meninas) 
7 13-20 14-20 
8 14-20 14-21 
9 14-20 14-20 
10 14-20 14-21 
11 15-21 14-21 
12 15-22 15-22 
13 16-23 15-23 
14 16-24 17-24 
15 17-24 17-24 
16 18-24 17-24 
17 18-25 17-25 
18 18-26 18-26 
Fonte: FERNANDES (2003, p.100) 
 
 
Tabela 2 Classificação do sobrepeso e obesidade pelo IMC, adaptado de WHRO (1997) e 
OMS(1995) 
Classificação de Obesidade IMC (kg/m²) 
Baixo Peso 3 (grave) Risco Grave <16 
Baixo Peso 2 (moderado) Risco Moderado 16-17 
Baixo Peso 1 (leve) Abaixo da Média 17-18,5 
Normal Ideal 18,5-24,9 
Sobrepeso Excesso de Peso 25,0-29,9 
Obesidade I Risco Moderado 30,0-34,9 
Obesidade II Risco Grave 35,0-39,9 
Obesidade Mórbida Risco Muito grave >40 
Fonte: FERNANDES (2003, p.100) 
 
 
 
 
Tabela 3 Classificação de obesidade segundo o Physical Test 3.1 for Windows 1998 
Classificação 
Abaixo da Média 
Normal 
Excesso de Peso 
Moderadamente Obeso 
Severamente Obeso 
Fonte: FERNANDES (2003, p.100) 
 
Há evidências, na literatura especializada, de que valores baixos de IMC estão relacionados 
com as doenças pulmonares obstrutivas, câncer pulmonar e tuberculose, e de que valores 
altos de IMC estão associados com as doenças cardiovasculares, hipertensão ar
diabetes e outras. 
Valores que estão associados a maior incidência de hipertensão arterial, diabetes, 
coronariopatias são maiores que 34,3 kg/m² para mulheres e maiores que 28 kg/m² para 
homens. 
 
 
 
Cálculos 
Determinando o IMC
 
 8.2 Relação Cintura Quadril (RCQ) 
 A proporção da cintura para o quadril (RCQ) é fortemente associada à gordura 
visceral e parece ser um índice aceitável de gordura intra
Classificação de obesidade segundo o Physical Test 3.1 for Windows 1998 
Homens Mulheres 
Abaixo da Média <19 
20,0-25,0 
Excesso de Peso 25,1-30,0 25,0
Moderadamente Obeso 30,1-39,9 30,0
Severamente Obeso > 40,0 
: FERNANDES (2003, p.100) 
Há evidências, na literatura especializada, de que valores baixos de IMC estão relacionados 
com as doenças pulmonares obstrutivas, câncer pulmonar e tuberculose, e de que valores 
altos de IMC estão associados com as doenças cardiovasculares, hipertensão ar
Valores que estão associados a maior incidência de hipertensão arterial, diabetes, 
coronariopatias são maiores que 34,3 kg/m² para mulheres e maiores que 28 kg/m² para 
Determinando o IMC 
uadril (RCQ) 
A proporção da cintura para o quadril (RCQ) é fortemente associada à gordura 
visceral e parece ser um índice aceitável de gordura intra-abdominal. Entretanto alguns 
55 
Classificação de obesidade segundo o Physical Test 3.1 for Windows 1998 
Mulheres 
<18 
19-24,9 
25,0-29,9 
30,0-39,9 
> 40 
Há evidências, na literatura especializada, de que valores baixos de IMC estão relacionados 
com as doenças pulmonares obstrutivas, câncer pulmonar e tuberculose, e de que valores 
altos de IMC estão associados com as doenças cardiovasculares, hipertensão arterial, 
Valores que estão associados a maior incidência de hipertensão arterial, diabetes, 
coronariopatias são maiores que 34,3 kg/m² para mulheres e maiores que 28 kg/m² para 
 
A proporção da cintura para o quadril (RCQ) é fortemente associada à gordura 
abdominal. Entretanto alguns 
56 
 
pesquisadores mostram que a circunferência da cintura, sozinha, é um melhor preditor de 
depósito da gordura visceral que a RCQ. 
Esses achados sustentam a hipótese de que a deposição de gordura abdominal poderia 
aumentar a circunferência da cintura a despeito de o tecido se acumular em pontos 
profundos ou superficiais. A circunferência do quadril, porém, é influenciada apenas pela 
deposição de gordura subcutânea; assim, a precisão da RCQ em avaliar a gordura visceral 
diminui com o aumento dos níveis de gordura. 
A RCQ pode mudar na mulher, dependendo do estágio de menopausa no qual ela se 
encontra, ou seja, mulheres na pós-menopausa apresentam um padrão mais masculino de 
distribuição de gordura do que as que estão na pré-menopausa. 
Com essas discrepâncias, nenhuma norma foi estabelecida para a circunferência da cintura. 
Portanto, nós recomendamos que classifique-se os indivíduos nas categorias de alto risco 
ou baixo risco utilizando a RCQ. 
A RCQ é simplesmente calculada dividindo a circunferência da cintura (medida em cm) 
pela do quadril (medida em cm), quanto a classificação dos valores podemos utilizar a 
tabela abaixo. 
Tabela 4 Normas para a proporção entre Circunferência da Cintura e do Quadril (RCQ) 
para Homens e Mulheres. 
Sexo 
Risco Estimado 
Idade Baixo Moderado Alto Muito Alto 
Homens 
20-29 <0,83 0,83-0,88 0,89-0,94 >0,94 
30-39 <0,84 0,84-0,91 0,92-0,96 >0,96 
40-49 <0,88 0,88-0,95 0,96-1,00 >1,00 
50-59 <0,90 0,90-0,96 0,97-1,02 >1,02 
60-69 <0,91 0,91-0,98 0,99-1,03 >1,03 
Mulheres 20-29 <0,71 0,71-0,77 0,78-0,82 >0,82 
 
30-39 <0,72 
40-49 <0,73 
50-59 <0,74 
60-69 <0,75 
Fonte: HEYWARD & STOLARCYK (op.cit, 91)
 
 
CÁLCULOS DA RELAÇÃO CINTURA QUADRIL
Relação Cintura/Quadril (
RCQ = CCT/CQD 
Onde: 
• RCQ = relação cintura/quadril; 
• CCT = circunferência da cintura (cm); 
• CQD = circunferência do quadril 
 
 
 
Determinando a RCQ
 
 
 
 
<0,72 0,72-0,78 0,79-0,84 
<0,73 0,73-0,79 0,80-0,87 
<0,74 0,74-0,81 0,82-0,88 
<0,75 0,76-0,83 0,84-0,90 
HEYWARD & STOLARCYK (op.cit, 91) 
RELAÇÃO CINTURA QUADRIL 
Relação Cintura/Quadril (RCQ) 
= relação cintura/quadril; 
= circunferência da cintura (cm); 
= circunferência do quadril (cm). 
Determinando a RCQ 
57 
>0,84 
>0,87 
>0,88 
>0,90 
 
58 
 
8.3 Índice de Conicidade (IC) 
 
 Medida antropométrica para estimar o valor clínico quando se tenta medir a 
distribuição de gordura e o risco de doenças. O IC é baseado na idéia de que o corpo 
humano muda de formato de um cilindro (IC=1) para o de um cone duplo, com o acúmulo 
de gordura ao redor da cintura (IC=1,73). É calculado pela formula: 
IC = Cintura/0,109 x √(MC/H) 
Onde: 
MC: massa corporal (kg) e 
H: estatura (m). 
As vantagens deste índice em relação ao RCQ são: 
- Possui um faixa teórica esperada de valores (1,00 a 1,73); 
- Compara a CCT do avaliado coma circunferência de um cilindro com o 
mesmo volume corporal, provendo uma medida relativa de obesidade 
relativa; 
- Os índices-C de sujeitos que diferem de MC e H podem ser comparados; 
- Não requer a mensuração da circunferência do quadril. 
 
 
 
Índice de Conicidade (IC) 
Determinando o IC 
 
Onde: (a) CCT: circunferência da cintura (m); (b) RAIZ: determinar a raiz quadrada 
do termo; (c) MC: massa corporal (kg) e (d) 
As vantagens deste índice em relação ao 
• Possui um faixa teórica esperada de valores (1,00 a 1,73); 
• Compara a CCT do avaliado com a circunferência de um cilindro com o 
mesmo volume corporal, provendo uma medida relativa de obesid
• Os índices-C de sujeitos que diferem de 
• Não requer a mensuração 
Contudo este cálculo não apresenta normas, tornando sua aplicação limitada. 
 
8.4 ANAMNESE 
Anamnese é uma palavra de origem grega e significa recordar. Ocorre em forma de 
entrevista e representa um importante elemento na etap
obter maior segurança na avaliação e prescrição de exercícios (MONTEIRO e 
LOPES, 2009). 
: circunferência da cintura (m); (b) RAIZ: determinar a raiz quadrada 
: massa corporal (kg) e (d) H: estatura (m). 
As vantagens deste índice em relação ao RCQ são: 
aixa teórica esperada de valores (1,00 a 1,73); 
do avaliado com a circunferência de um cilindro com o 
mesmo volume corporal, provendo uma medida relativa de obesid
C de sujeitos que diferem de MC e H podem ser comparados; 
Não requer a mensuração da circunferência do quadril. 
Contudo este cálculo não apresenta normas, tornando sua aplicação limitada. 
Anamnese é uma palavra de origem grega e significa recordar. Ocorre em forma de 
entrevista e representa um importante elemento na etapa de coleta de dados para se 
obter maior segurança na avaliação e prescrição de exercícios (MONTEIRO e 
59 
 
: circunferência da cintura (m); (b) RAIZ: determinar a raiz quadrada 
do avaliado com a circunferência de um cilindro com o 
mesmo volume corporal, provendo uma medida relativa de obesidade relativa; 
podem ser comparados; 
Contudo este cálculo não apresenta normas, tornando sua aplicação limitada. 
Anamnese é uma palavra de origem grega e significa recordar. Ocorre em forma de 
a de coleta de dados para se 
obter maior segurança na avaliação e prescrição de exercícios (MONTEIRO e 
60 
 
 
Hábitos de atividade física, ingestão de álcool, fumo 
Profissão 
Histórico de sintomas 
Exames físicos e clínicos anteriores 
Histórico familiar de doenças importantes 
Problemas Posturais 
 
Tipos de Anamnese - PAR Q 
Physical Activity Readiness Questionnarie 
Por favor, assinale “sim” ou “não” as seguintes perguntas: 
Alguma vez seu médico disse que você possui algum problema de coração e 
recomendou que você só praticasse atividade física sob prescrição médica? 
 sim não 
Você sente dor no peito causada pela prática de atividade física? 
 sim não 
Você sentiu dor no peito no último mês? 
sim não 
Você tende a perder a consciência ou cair como resultado do treinamento? 
 sim não 
Você tem algum problema ósseo ou muscular que poderia ser agravado com a prática 
de atividades físicas? 
 sim não 
Seu médico já recomendou o uso de medicamentos para controle de sua pressão 
arterial ou condição cardiovascular? 
 sim não 
Você tem consciência, através de sua própria experiência e/ou de aconselhamento 
 médico, de alguma outra razão física que impeça a realização de atividades 
físicas ? 
 sim não 
 
61 
 
8.5 FATORES DE RISCO 
 
 São condições que predispõem uma pessoa a maior risco de desenvolver 
doenças do coração e dos vasos. 
Existem diversos fatores de risco para doenças cardiovasculares, os quais podem ser 
divididos em imutáveis e mutáveis. 
 
 Fatores imutáveis 
Hereditários, Idade, Sexo 
 
Fatores mutáveis 
Fumo: O risco de um ataque cardíaco num fumante é duas vezes maior do que num 
não fumante. O fumante de cigarros tem uma chance duas a quatro vezes maior de 
morrer subitamente do que um não fumante. Os fumantes passivos também tem o 
risco de um ataque cardíaco aumentado. Colesterol elevado: Os riscos de doença do 
coração aumentam na medida que os níveis de colesterol estão mais elevados no 
sangue. Junto a outros fatores de risco como pressão arterial elevada e fumo esse 
risco é ainda maior. Esse fator de risco é agravado pela idade, sexo e dieta. Pressão 
arterial elevada: Para manter a pressão elevada, o coração realiza um trabalho maior, 
com isso vai hipertrofiando o músculo cardíaco, que se dilata e fica mais fraco com 
o tempo, aumentando os riscos de um ataque. A elevação da pressão também 
aumenta o risco de um acidente vascular cerebral, de lesão nos rins e de insuficiência 
cardíaca. O risco de um ataque num hipertenso aumenta várias vezes, junto com o 
cigarro, o diabete, a obesidade e o colesterol elevado. 
Sedentarismo : A falta de atividade física é outro fator de risco para doença das 
coronárias. Exercícios físicos regulares, moderados a vigorosos tem um importante 
papel em evitar doenças cardiovasculares. Mesmo os exercícios moderados, desde 
que feitos com regularidade são benéficos, contudo os mais intensos são mais 
indicados. A atividade física também previne a obesidade, a hipertensão, o diabete e 
abaixa o colesterol. 
62 
 
Obesidade: O excesso de peso tem uma maior probabilidade de provocar um 
acidente vascular cerebral ou doença cardíaca, mesmo na ausência de outros fatores 
de risco. A obesidade exige um maior esforço do coração além de estar relacionada 
com doença das coronárias, pressão arterial, colesterol elevado e diabete. Diminuir 
de 5 a 10 quilos no peso já reduz o risco de doença cardiovascular. 
Diabete melito: O diabete é um sério fator de risco para doença cardiovascular. 
Mesmo se o açúcar no sangue estiver sob controle, o diabete aumenta 
significativamente o risco de doença cardiovascular e cerebral. Dois terços das 
pessoas com diabete morrem das complicações cardíacas ou cerebrais provocadas. 
Na presença do diabete, os outros fatores de risco se tornam mais significativos e 
ameaçadores. 
Anticoncepcionais orais: Os atuais ACOs têm pequenas doses de hormônios e os 
riscos de doenças cardiovasculares são praticamente nulos para a maioria das 
mulheres. Fumantes, hipertensas ou diabéticas não devem usar anticoncepcionais 
orais por aumentar em muito o risco de doenças cardiovasculares. 
Existem outros fatores que são citados como podendo influenciar negativamente os 
fatores já citados. Por exemplo, estar constantemente sob tensão emocional 
(estresse) pode fazer com que uma pessoa coma mais, fume mais e tenha a sua 
pressão elevada. Certos medicamentos podem ter efeitos semelhantes, por exemplo, 
a cortisona, os antiinflamatórios e os hormônios sexuais masculinos e seus derivados 
 
 
Figura 27 – evolução da Obesidade 
 Fonte - Internet 
 
63 
 
 
 
9 DOBRAS CUTÂNEAS 
 
 Defini-se a medida de DC como: Medida indireta da espessura do tecido 
adiposo subcutâneo. Sendo considerada uma boa medida da gordura subcutânea. 
 
9.1 Princípios fisiológicos e suposições 
Para a utilização das DC são necessárias algumas suposições, entre elas é possível 
destacar: 
A distribuição da gordura corporal subcutânea e da gordura interna é semelhanteem 
todos os indivíduos, em um mesmo sexo; 
Existe relação entre gordura subcutânea e a gordura total. 
Funcionalmente, podemos classificar as dobras cutâneas em axiais e apendiculares. 
9.2 Dobras Cutâneas Axiais 
São compostas pelas DC tomadas no tronco. Sendo subdivididas em: 
Torácicas -São as DC determinadas na região torácica. 
Abdominais - São as DC determinadas na região abdominal. 
9.3 Dobras Cutâneas Apendiculares 
Definimos as DC apendiculares, como sendo aquelas DC tomadas nos membros 
superiores e inferiores. 
Protocolo 
• Todas as medidas devem ser realizadas no lado direito do corpo. 
• Cuidadosamente identifique, mensure e marque os locais das DC, 
especialmente se você for um avaliador novato. 
• Comprima a DC firmemente entre o polegar e o indicador da sua mão 
esquerda. A DC é destacada 1cm acima do local a ser mensurado. 
64 
 
• Destaque a DC deixando o polegar e o indicador 8cm separados em uma linha 
perpendicular ao eixo longitudinal da DC. O eixo longitudinal é paralelo ao 
segmento de linha natural da pele. Contudo, para indivíduos com DC mais 
largas, o polegar e o indicador precisam ser separados por mais de 8 cm para 
que se consiga destacar a dobra. 
• Mantenha a DC elevada enquanto a mensuração é feita. 
• Coloque as garras do compasso perpendicular à dobra, aproximadamente 1cm 
abaixo do polegar e do indicador e solte libere a pressão das garras de forma 
devagar. 
• Faça a mensuração da DC 4 segundos após a pressão ter sido liberada. 
• Abra as garras do compasso e retire-o do local. Feche as garras de forma 
devagar para evitar danos ou perda de calibração. 
 
9.4 Locais padronizados para medições de dobras cutâneas 
 
EDWARDS (1950), citado por GUEDES (1987), refere que a literatura especializada 
menciona a existência de aproximadamente 93 possíveis locais anatômicos onde uma dobra 
cutânea pode ser destacada. 
Os locais padronizados para medições de dobras cutâneas, descritos no Anthropometric 
Standardization refernce Manual, são as seguintes: 
Peitoral, Supra espinhal, Subescapular, Axilar Medial, Suprailíaca, Abdominal, Tríceps, 
Bíceps (Biciptal), Coxa e Panturrilha medial. 
Dobra cutânea peitoral (PT) 
• Direção: diagonal, oblíqua em relação ao eixo longitudinal. 
• Referência Anatômica: axila e mamilo 
• Medida: na metade da distância entre a linha axilar anterior e o mamilo, para 
homens, e a um terço da linha axilar anterior, para mulheres. 
 
65 
 
 
 
Figura 28 Dobra torácica ou peitoral axilar 
Fonte: site da Sanny 
 
 Dobra cutânea subescapular (SB) 
• Direção: diagonal. 
• Referência Anatômica: ângulo inferior da escápula. 
• Medida: o indivíduo deve estar em pé (com os ombros descontraídos), com os 
braços ao longo do corpo. Determinamos a dobra, seguindo a orientação dos 
arcos costais, 2 (dois) cm abaixo do ângulo inferior da escápula. 
 
Figura 29 Dobra subescapular. 
Fonte: CD-ROM Testes em Ciências do Esporte. Victor Matsudo. 
 
66 
 
 Dobra cutânea axilar média (AM) 
• Direção: horizontal. 
• Referência Anatômica: junção xifo-esternal (ponto onde as cartilagens costal 
das costelas 5-6 articulam-se com o esterno, levemente acima da borda 
inferior do processo xifóide). 
 • Medida: é localizada no ponto de intersecção entre a linha axilar média e 
uma linha imaginária transversal na altura do apêndice xifóide do esterno. A 
medida é realizada obliquamente ao eixo longitudinal, com o braço do 
avaliado deslocado para trás, a fim de facilitar a obtenção da medida. 
 
Figura 30 Dobra cutânea axilar média. 
Fonte: CD-ROM Testes em Ciências do Esporte. Victor Matsudo. 
Dobra cutânea supra-ilíaca (SI) 
• Direção: oblíqua em relação ao eixo longitudinal. 
• Referência Anatômica: crista Ilíaca. 
• Medida: metade da distância entre o último arco costal e a crista ilíaca, sobre a 
linha axilar medial. É necessário que o avaliado afaste o braço para trás para 
permitir a execução da medida. 
 
 
Figura 31 Dobra supra-ilíaca. 
Fonte: CD-ROM Testes em Ciências do Esporte. Victor Matsudo. 
 
67 
 
Dobra cutânea abdominal (AB) 
• Direção: vertical, paralelamente ao eixo longitudinal. 
• Referência Anatômica: Cicatriz umbilical. 
• Medida: É media aproximadamente de 3cm a 1cm à direita da cicatriz 
umbilical. 
 
 
Figura 32 Dobra abdominal. 
Fonte: CD-ROM Testes em Ciências do Esporte. Victor Matsudo. 
 
 Dobra cutânea triciptal (TR) 
• Direção: Vertical, paralelamente ao eixo longitudinal. 
• Referência Anatômica: processo acromial da escápula e processo olecraniano 
da ulna. 
• Medida: com o indivíduo em pé, com braços relaxados ao longo do corpo, 
medimos a dobra na face posterior do braço, na distância média entre a borda 
súpero-lateral do acrômio e o bordo inferior do olécrano. Sua determinação é 
realizada seguindo o eixo longitudinal do membro. 
 
 
Figura 33 Dobra cutânea triciptal. 
Fonte: CD-ROM Testes em Ciências do Esporte. Victor Matsudo. 
 
68 
 
 Dobra cutânea biciptal (BI) 
• Direção: vertical, paralelamente ao eixo longitudinal. 
• Referência Anatômica: bíceps braquial. 
• Medida: é medida no sentido do eixo longitudinal do braço, na sua face 
anterior, no ponto de maior circunferência aparente do ventre muscular do 
bíceps. 
 
 
 
Figura 34Dobra biciptal. 
Fonte: CD-ROM Testes em Ciências do Esporte. Victor Matsudo. 
 
Dobra cutânea da coxa (CX) 
• Direção: vertical linha média. 
• Referência Anatômica: linha inguinal e a patela. 
• Medida: sobre o músculo reto femoral a um terço da distância do ligamento 
inguinal e a borda superior da patela, segundo proposta por GUEDES (1985) 
e na metade desta distância segundo POLLOCK & WILMORE (1993). Para 
facilitar o pinçamento desta dobra o avaliado deverá deslocar o membro 
inferior direito à frente, com uma semi-flexão do joelho, e manter o peso do 
corpo no membro inferior esquerdo. 
 
 
Figura 35 Dobra da coxa. 
Fonte: site da Sanny 
 
69 
 
 
 Dobra cutânea panturrilha medial (PM) 
• Direção: vertical, paralelamente ao eixo longitudinal. 
• Referência Anatômica: circunferência máxima da panturrilha. 
• Medida: para a execução desta medida, o avaliado deve estar sentado, com a 
articulação do joelho em flexão de 90 graus, o tornozelo em posição 
anatômica e o pé sem apoio. A dobra é pinçada no ponto de maior perímetro 
da perna, com o polegar da mão esquerda apoiado na borda medial da tíbia. 
 
Figura 36 Panturrilha medial. 
Fonte: CD-ROM Testes em Ciências do Esporte. Victor Matsudo. 
 
 
 
9.5 Fórmulas para estimativa da densidade corporal/percentual de gordura 
corporal 
 
Dobras cutâneas 
Equações geneneralizadas de PETROSKI (1995) para a estimativa da densidade 
corporal em mulheres com idade entre 18 e 51 anos. 
Variáveis Regressão 
Onde: ID = idade (anos); MC = massa corporal (kg); H = estatura corporal 
(cm); CAB = circunferência do abdômen (cm); CCX = circunferência da coxa 
(cm); DC = dobra cutânea (mm); X9 = S9DC, DCSE, DCTR, DCBI, DCPT, 
DCAM, DCSI, DCAB, DCCX e DCPM; X7 = S7DC, DCSE, DCTR, DCAM, 
DCSI, DCAB, DCCX e DCPM; Y7 = S7DC, DCSE, DCTR, DCAM, DCPT, 
DCSI, DCAB e DCCX; X5 = S5DC, DCSE, DCTR, DCSI, DCAB e DCPM; X4 
70 
 
Equações geneneralizadas de PETROSKI (1995) para a estimativa da densidade 
corporal em mulheres com idade entre 18 e 51 anos. 
Variáveis Regressão 
= S4DC, DCSE, DCTR, DCSI e DCPM; Y4 = S4DC, DCAM, DCSI, DCCX e 
DCPM; X3 = S3DC, DCSE, DCSI e DCCX; Y3 = S3DC, DCAM, DCSI e 
DCCX. 
Nove dobras cutâneas 
DC2,ID,MC,H 
dc = 1,03987298 - 0,00031853(X9) + 0,00000047(X9)
2 - 
0,00025486(ID)- 0,00047358(MC) + 0,00046897(H) 
Log0,DC,ID dc = 1,21630958 - 0,07522765Log0(X9) - 0,00032901(ID) 
Log0,DC,ID,C 
dc = 1,22219652 - 0,06681170Log0(X9) - 0,00035407(ID) - 
0,00041834(CCX) 
Sete dobras cutâneas 
DC2,ID,MC,H 
dc = 1,03992377 - 0,00036083(X7) + 0,00000058(X7)
2 - 
0,00027099(ID) - 0,00046621(MC) + 0,00047136(H) 
Log0,DC,ID dc = 1,20670046 - 0,07395778Log0(Y7) - 0,0003086(ID) 
Log0,DC,ID,C 
dc = 1,21527404 - 0,06432107Log0(Y7) - 0,0033650(ID) - 
0,00049553(CCX) 
Cinco dobras cutâneas 
DC2,ID,MC,H 
dc = 1,03091919 - 0,00048584(X5) + 0,00000131(X5)
2 - 
0,00026016(ID) - 0,00056484(MC) + 0,00053716(H) 
Log0,DC,ID,C 
dc = 1,20263859 - 0,05941591Log0(X5) - 0,00037947(ID) - 
0,00058310(CCX) 
Quatro dobras cutâneas 
71 
 
Equações geneneralizadas de PETROSKI (1995) para a estimativa da densidade 
corporal em mulheres com idade entre 18 e 51 anos. 
Variáveis Regressão 
DC2,ID,MC,H 
dc = 1,02902361 - 0,00067159(X4) + 0,00000242(X4)
2 - 
0,00026073(ID) - 0,00056009(MC) + 0,00054649(H) 
DC2,ID,MC,H 
dc = 1,03465850 - 0,00063129(Y4) + 0,00000187(Y4)
2 - 
0,00031165(ID) - 0,00048890(MC) + 0,00051345(H) 
Log0,DC,ID dc = 1,19547130 - 0,07513507Log0(Y4) - 0,00041072(ID) 
Log0,DC,ID,C 
dc = 1,19762048 - 0,06503676Log0(Y4) - 0,00032730(ID) - 
0,00033622(CAB) 
Três dobras cutâneas 
DC2,ID,MC,H 
dc = 1,04127059 - 0,00087756(X3) + 0,00000380(X3)
2 - 
0,00025821(ID) - 0,00059076(MC) + 0,00051050(H) 
DC2,ID,MC,H 
dc = 1,04279001 - 0,00086587(Y3) + 0,00000378(Y3)
2 - 
0,00028831(ID) - 0,00053501(MC) + 0,00047533(H) 
Log0,DC,ID dc = 1,18187115 - 0,07320426Log0(Y3) - 0,00037317(ID) 
Log0,DC,ID,C 
dc = 1,18483723 - 0,06461929Log0(Y3) - 0,00030703(ID) - 
0,00028509(CAB) 
Equações genereralizadas de PETROSKI (1995) para a estimativa da densidade 
corporal em homens com idade entre 18 e 66 anos. 
Variáveis Regressão 
Onde: DC = dobras cutâneas (mm); ID = idade (anos); CAT = circunferência do 
antebraço (cm); CAB = circunferência do abdômen (cm); X9 = S9DC, DCSE, 
DCTR, DCBI, DCAM, DCPT, DCSI, DCAB, DCCX e DCPM; X7 = S7DC, 
DCSE, DCTR, DCPT, AM, DCSI, DCAB e DCCX; X6 = S6DC, DCSE, DCTR, 
DCBI, DCPT, DCAM e DCSI; X4 = S4DC, DCSE, DCTR, DCSI e DCPM; Z4 = 
72 
 
Equações genereralizadas de PETROSKI (1995) para a estimativa da densidade 
corporal em homens com idade entre 18 e 66 anos. 
Variáveis Regressão 
S4DC, DCSE, DCTR, DCBI e DCSI; X3 = DCSE, DCTR e DCSI; Z3 = S3DC, 
DCSE, DCTR, e DCPT; X2 = DCTR e DCAM. 
Nove dobras cutâneas 
DC2,ID 
dc = 1,10194032 - 0,00031836(X9) + 0,00000029(X9)
2 - 
0,00029542(ID) 
DC2,ID,C 
dc = 1,08516305 - 0,00028465(X9) + 0,00000026(X9)
2 - 
0,00021018(ID) + 0,00173856(CAT) - 0,00043254(CAB) 
Sete dobras cutâneas 
DC2,ID 
dc = 1,10038145 - 0,00035804(X7) + 0,00000036(X7)
2 - 
0,00025154(ID) 
DC2,ID,C 
dc = 1,08566598 - 0,00032750(X7) + 0,00000036(X7)
2 - 
0,00017521(ID) + 0,00161816(CAT) - 0,00041043(CAB) 
Seis dobras cutâneas 
DC2,ID 
dc = 1,09995680 - 0,00055475(X6) + 0,00000107(X6)
2 - 
0,00023367(ID) 
DC2,ID,C 
dc = 1,08555470 - 0,00050212(X6) + 0,00000104(X6)
2 - 
0,00015217(ID) + 0,00169842(CAT) - 0,00044620(CAB) 
Quatro dobras cutâneas 
DC2,ID 
dc = 1,10726863 - 0,00081201(X4) + 0,00000212(X4)
2 - 
0,00041761(ID) 
DC2,ID,C dc = 1,09255357 - 0,00067980(X4) + 0,00000182(X4)
2 - 
73 
 
Equações genereralizadas de PETROSKI (1995) para a estimativa da densidade 
corporal em homens com idade entre 18 e 66 anos. 
Variáveis Regressão 
0,00027287(ID) + 0,00204435(CAT) - 0,00060405(CAB) 
DC2,ID 
dc = 1,10539106 - 0,00089839(Z4) + 0,00000278(Z4)
2 - 
0,00035250(ID) 
DC2,ID,C 
dc = 1,09158117 - 0,00077719(Z4) + 0,00000257(Z4)
2 - 
0,00022634(ID) + 0,00195027(CAT) - 0,00057011(CAB) 
Três dobras cutâneas 
DC2,ID 
dc = 1,10491700 - 0,00099061(X3) + 0,00000327(X3)
2 - 
0,00034527(ID) 
DC2,ID,C 
dc = 1,09360757 - 0,00086876(X3) + 0,00000327(X3)
2 - 
0,00021422(ID) + 0,00191721(CAT) - 0,00059091(CAB) 
DC2,ID 
dc = 1,10404686 - 0,00111938(Z3) + 0,00000391(Z3)
2 - 
0,00027884(ID) 
DC2,ID,C 
dc = 1,08974189 - 0,00098446(Z3) + 0,00000376(Z3)
2 - 
0,00017218(ID) + 0,00191020(CAT) - 0,00054056(CAB) 
Duas dobras cutâneas 
DC2,ID 
dc = 1,10098229 - 0,00145899(X2) + 0,00000701(X2)
2 - 
0,00032770(ID) 
DC2,ID,C 
dc = 1,08843264 - 0,00130623(X2) + 0,00000710(X2)
2 - 
0,00021414(ID) + 0,00182587(CAT) - 0,00052569(CAB) 
Equações genereralizadas de JACKSON, POLLOCK & WARD (1980) para a 
estimativa da densidade corporal em mulheres com idade entre 18 e 55 anos. 
74 
 
Variáveis Regressão 
Onde: DC = dobra cutânea (mm); ID = idade (anos), CQD = circunferência do 
quadril (cm); X7 = S7DC, DCSE, DCTR, DCPT, DCAM, DCAB, DCSI e 
DCCX; X4 = S4DC, DCTR, DCSI, DCAB e DCCX; X3 = S3DC, DCTR, DCSI e 
DCCX. 
Sete dobras cutâneas 
DC2,ID 
dc = 1,0970000 - 0,00046971(X7) + 0,00000056(X7)
2 - 
0,00012828(ID) 
LogN,ID dc = 1,2317300 - 0,03841LogN(X7) - 0,00015(ID) 
DC2,C 
dc = 1,1470000 - 0,00042359(X7) + 0,00000061(X7)
2 - 
0,000652000(CQD) 
LogN,C dc = 1,2547500 - 0,03100LogN(X7) - 0,00068(CQD) 
DC2,ID,C 
dc = 1,1470000 - 0,00042930(X70 + 0,00000065(X7)
2 - 
0,00009975(ID) - 0,00062415(CQD) 
LogN,ID,C dc = 1,2518600 - 0,03048LogN(X7) - 0,00011(ID) - 0,00064(CQD) 
Quatro dobras cutâneas 
DC2,ID dc = 1,0960950 - 0,0006952(X4) + 0,0000011(X4)
2 - 0,0000714(ID) 
LogN,ID dc = 1,2199300 - 0,03936LogN(X4) - 0,00011(ID) 
DC2,C 
dc = 1,1443913 - 0,0006523(X4) + 0,0000014(X4)
2 - 
0,0006053(CQD) 
LogN,C dc = 1,2437400 - 0,03162LogN(X4) - 0,00066(CQD) 
DC2,ID,C 
dc = 1,1454464 - 0,0006558(X4) + 0,0000015(X4)
2 - 0,0000604(ID) 
- 0,0005981(CQD) 
75 
 
Equações genereralizadas de JACKSON, POLLOCK & WARD (1980) para a 
estimativa da densidade corporal em mulheres com idade entre 18 e 55 anos. 
Variáveis Regressão 
LogN,ID,C 
dc = 1,2417210 - 0,031069LogN(X4) - 0,000077(ID) - 
0,000635(CQD) 
Três dobras cutâneas 
DC2,ID dc = 1,0994921 - 0,0009929(X3) + 0,0000023(X3)
2 - 0,0001392(ID) 
LogN,ID dc = 1,21389 - 0,04057LogN(X3) - 0,00016(ID) 
DC2,C 
dc = 1,1466399 - 0,0009300(X3) + 0,0000028(X3)
2 - 
0,0006171(CQD) 
LogN,C dc = 1,23824 - 0,03248LogN(X3) - 0,00067(CQD) 
DC2,ID,C 
dc = 1,1470292 - 0,0009376(X3) + 0,0000030(X3)
2 - 0,0001156(ID) 
- 0,0005839(CQD) 
LogN,ID,C dc = 1,23530 - 0,03192LogN(X3) - 0,00013(ID) - 0,00062(CQD) 
Equações genereralizadas de JACKSON & POLLOCK (1978) para a estimativa da 
densidade corporal em homens com idade entre 18 e 61 anos. 
Variáveis Regressão 
Onde: DC = dobra cutânea (mm); ID = idade (anos), CCT = circunferência da 
cintura (cm); CAT = circunferência do antebraço (cm); X7 = S7DC, DCSE, 
DCTR, DCPT, DCAM, DCAB, DCSI e DCCX; X3 = S3DC, DCPT, DCAB e 
DCCX. 
Sete dobras cutâneas 
DC2,ID 
dc = 1,11200000 - 0,00043499(X7) + 0,00000055(X7)
2 - 
0,00028826(ID) 
76 
 
Equações genereralizadas de JACKSON & POLLOCK (1978) para a estimativa da 
densidade corporal em homens com idade entre 18 e 61 anos. 
Variáveis Regressão 
DC2,ID,C 
dc = 1,10100000 - 0,00041150(X7) + 0,00000069(X7)
2 - 
0,00022631(ID) - 0,0059239(CCT) + 0,0190632(CAT) 
LogN,ID dc = 1,21394 - 0,03101LogN(X7) - 0,00029(ID) 
LogN,ID,C 
dc = 1,17615 - 0,02394LogN(X7) - 0,00022(ID) - 0,0070(CCT) + 
0,02120(CAT) 
Três dobras cutâneas 
DC2,ID dc = 1,1093800 - 0,0008267(X3) + 0,0000016(X3)
2 - 0,0002574(ID) 
DC2,ID,C 
dc = 1,0990750 - 0,0008209(X3) + 0,0000026(X3)
2 - 0,0002017(ID) - 
0,005675(CCT) + 0,018586(CAT) 
LogN,ID dc = 1,18860 - 0,03049LogN(X3) - 0,00027(ID) 
LogN,ID,C 
dc = 1,15737 - 0,02288LogN(X3) - 0,00019(ID) - 0,0075(CCT) + 
0,0223(CAT)77 
 
 
Padrões de porcentagem de gordura em homens e mulheres 
Tabela 4. Classificação do percentual de gordura. 
Classificação Homem Mulher 
a Em risco para desenvolvimento de doenças relacionadas a má nutrição. 
b Em risco para desenvolvimento de doenças relacionadas a obesidade. 
Em risco a <= 5% <= 8% 
Abaixo da média 6-14% 9-22% 
Média 15% 23% 
Acima da média 16-24% 24-31% 
Em risco b >= 25 >= 32% 
 
 
 
Estimativa da densidade corporal em homens 
Equação de Jackson & Pollock (1978) 
Idade (anos) 23 
Massa (kg) 72 
DCPT (mm) 5 
DCAB (mm) 10 
DCCX (mm) 8 
Soma (S3DC) 23 
 
Estimativa da densidade corporal em mulheres
Equação de Jackson, Pollock & Ward (1980)
Idade (anos)
Massa (kg)
DCPT (mm)
DCAB (mm)
DCCX (mm)
Soma (S3DC)
Predizendo o percentual de gordura
Masculino
Idade (anos)
%GC (%)
GC (kg)
%MIG (%)
MIG (kg)
 
Estimativa da densidade corporal em mulheres 
Equação de Jackson, Pollock & Ward (1980) 
Idade (anos) 32 
Massa (kg) 57 
DCPT (mm) 10 
DCAB (mm) 18 
DCCX (mm) 22 
Soma (S3DC) 50 
 
Predizendo o percentual de gordura 
Masculino 
Idade (anos) 23 
%GC (%) 6,1 
GC (kg) 4,39 
%MIG (%) 93,9 
MIG (kg) 67,61 
78 
 
Idade (anos)
%GC (%)
GC (kg)
%MIG (%)
MIG (kg)
 
 
10 AVALIAÇÃO POSTURAL
 
10.1 Definição de Postura / Postura Padrão
 
 Postura é uma composto das posições das diferentes articulações do corpo num dado 
momento. 
 
 A postura correta é a posição na qual um mínimo de estresse é aplicado em cada 
articulação” (Magee, 2002).
 
 
Feminino 
Idade (anos) 32 
%GC (%) 21 
GC (kg) 11,97 
%MIG (%) 79 
MIG (kg) 45,03 
 
AVALIAÇÃO POSTURAL 
Definição de Postura / Postura Padrão 
Postura é uma composto das posições das diferentes articulações do corpo num dado 
A postura correta é a posição na qual um mínimo de estresse é aplicado em cada 
articulação” (Magee, 2002). 
79 
Postura é uma composto das posições das diferentes articulações do corpo num dado 
A postura correta é a posição na qual um mínimo de estresse é aplicado em cada 
80 
 
 A postura correta consiste no alinhamento do corpo com eficiências fisiológica e 
biomecânicas máximas, o que minimiza os estresses e as sobrecargas sofridas ao 
sistema de apoio pelos efeitos da gravidade (Palmer & Apler, 2000). 
 A “Postura Padrão” refere-se a uma postura “ideal” ao invés de uma postura média; 
 
 O alinhamento esquelético ideal utilizado como padrão é consiste com princípios 
científicos válidos, envolve uma quantidade mínima de esforço e sobrecarga, e conduz à 
eficiência máxima do corpo. 
 
 
Figura 37 – Equilibrio do Corpo 
Fonte - Internet 
 
 
 
81 
 
10.2 ANÁLISE POSTURAL 
 
 A analise postural é um dos componentes da avaliação da aptidão física, pois a 
postura tem importantes implicações na saúde e no bem-estar geral de grande parte do 
corpo. 
A analise postural se faz importante para que possamos mensurar os desequilíbrios e 
adequarmos a melhor postura a cada indivíduo, possibilitando a reestruturação completa 
de cadeias musculares e seus posicionamentos no movimento e/ou na estática. 
Podemos definir como defeito de postura toda condição que implique quebra do 
alinhamento corporal considerado estaticamente como normal. Para a avaliação postural 
são comumente utilizadas duas metodologias: 
a. Metodologia objetiva: uso de radiografia (solicitada pelo médico que 
acompanha o programa), fotografias em pelos menos três posições. 
b. Metodologia subjetiva: uso do tato e da visão, observando o aluno de 
costas, perfil direito, perfil esquerdo, frente e ântero-flexão, à frente do 
simetrógrafo. 
 
 
10.3 ANALISE DA POSTURA CORRETA E SUAS IMPLICAÇÕES 
 
Os professores de educação cada vez mais dirigem sua atenção para as repercussões 
da má postura nos gestos cotidianos e na capacidade de realizar movimentos 
harmoniosos usando parâmetros de biomecânica e anatomia funcional. 
De acordo com CARNAVAL (1997, p. 77) em primeiro lugar, para se caracterizar 
um desvio postural, deve-se ter conhecimento do que é postura correta. 
COURY, (1994), define postura como a posição que o indivíduo assume no espaço 
em função de um equilíbrio estático ou dinâmico usando para isso seu arcabouço 
osteomusculoesquelético no desempenho de funções. 
82 
 
Já Kendall (1995), conceitua o termo postura como o arranjo característico que cada 
indivíduo encontra para sustentar o seu corpo e utilizá-lo na vida diária. Ambos os 
autores deixam evidente a interação entre o que se pode chamar de postura estática e 
dinâmica. 
Logo, pode ser definida postura, como a posição que um corpo adota no espaço, não 
apenas na posição ereta, como também quando caminhamos, corremos, sentamos, 
agachamos, ajoelhamos ou deitamos, bem como a relação direta de suas partes com a 
linha do centro de gravidade. De forma geral podemos dizer que uma “boa postura” 
mantém o esforço total sobre os vários ossos, músculos, tendões, ligamentos e discos 
em seu mínimo, distribuindo-o para as estruturas mais aptas a suportá-lo. 
Todos os tipos de boa postura caracterizam-se principalmente por um aspecto essencial: 
o alinhamento correto da coluna vertebral. Uma coluna vertebral bem alinhada passa 
pelo centro do corpo, desde a parte de trás da cabeça até o cóccix. 
A postura dinâmica costuma ser associada à execução de tarefas configurando uma 
combinação de gestos em cadeia que na verdade são a soma de vários movimentos 
articulares que permitem no seu conjunto realizar atividades no trabalho. 
Em qualquer atividade realizada haverá sempre a combinação de músculos estáticos e 
dinâmicos sendo os primeiros solicitados na manutenção do tônus de base necessário à 
estabilização das estruturas centrais do corpo (escapula, coluna e pelve), e os segundos 
utilizados em gestos de maior coeficiente de velocidade e repetitividade o que 
caracteriza trabalho anaeróbico. 
 Postura em pé 
 
 A postura correta na posição em pé, apresenta o alinhamento vertical do corpo, desde a 
parte de cima da cabeça, passando pelo centro do corpo, até a sola dos pés. 
Lateralmente, a coluna vertebral apresenta três curvaturas naturais, com o pescoço 
formando na parte superior uma delicada curva em “C” com abertura voltada para trás, 
a parte superior das costas uma curva delicada em “C” com abertura voltada para frente, 
e a parte lombar; outra curva em “C”, com abertura para trás. 
 
 
83 
 
 
 
 
Figura 38 Postura normal plano sagital 
 
 
A postura ideal no plano sagital o ângulo sacral é de 32°, o disco L3/L4 está 
estritamente horizontal, a lordose lombar é harmoniosa, as articulações vertebrais 
posteriores relacionam-se harmoniosamente, não existe qualquer força anormal, os 
istmos articulares estão livres e a mobilidade é normal. 
 Postura sentada 
 
Muitos dos princípios que se aplicam à postura de pé também se aplicam à postura 
sentada: sentar de maneira que permita manter as curvaturas delicadas das costas, com a 
cabeça ereta e o queixo puxado um pouco para trás. 
84 
 
 
Figura 39 Postura sentada correta 
 
A maneira correta de se sentar é com a cabeça ereta, sentado sobre a musculatura 
isquiática, costas apoiadas no encosto da cadeira, estendendo delicadamente as partes 
posteriores das costas, levantando o tórax, os ombros devem ser levados para trás e para 
baixo, de encontro ao encosto da cadeira. Deve-se evitar o colapso-caracterizado por 
uma curvatura torácica exagerada e queda da cabeça. 
 Postura deitada 
 
Para manter a coluna em posição neutra enquantoestiver deitado, para dormir ou 
simplesmente para repousar, é necessário não apenas adotar uma posição correta como 
também fazer uma escolha da superfície e do apoio da cabeça. Assim como nas 
posições ereta e sentada, o objetivo é o apoio para a cabeça. Assim como nas posições 
ereta e sentada, o objetivo é manter a coluna vertebral em posição neutra, porém 
horizontal. 
 Marcha 
 
A marcha é um movimento de grande importância para seu bem-estar, pois, assim como 
a postura, ela determina, em grande parte, a distribuição do esforço do caminhar pelas 
diversas partes das pernas e dos pés. Uma "marcha adequada" canaliza esse esforço de 
maneira que os músculos, as articulações e as outras estruturas estejam bem equipados 
para suportá-lo. 
Em geral uma boa macha apresenta as seguintes características: 
- Em cada passo, o calcanhar é o primeiro a entrar em contato com o solo, 
seguido em um movimento de rotação pela planta do pé e pelo metatarso 
falangiano, impulsionando o corpo para o próximo passo. 
85 
 
 
- Quando no chão, a planta do pé não se inclina nem para dentro 
(superpronação) nem para fora (supersupinação). 
- As pernas movem-se de maneira ritmada, sem "mancar". 
- As pernas movem-se simetricamente, com passadas de comprimento 
uniforme. 
- Os dois joelhos apontam para frente, sem se virarem nem para dentro nem 
para fora. 
- A pelve continua nivelada, rotando suavemente a cada passo, sem subir, 
descer ou mover-se demais para os lados. 
- Os braços balançam ritmicamente para frente e para trás, contrabalançando 
os movimentos das pernas. 
- O corpo mantém uma boa postura. 
 
Não é preciso dizer que, mesmo se a marcha for correta, a pessoa não apresentará todas 
essas qualidades em todos os passos que der. Se caminhar em uma praia ou em outra 
superfície irregular ou escalar um campo rochoso, certamente sua marcha será um 
pouco canhestra; de fato, será desajeitai para poder lidar com esses desafios. 
 
 
Pontos anatômicos da vista anterior (plano frontal) 
 
 
86 
 
Figura 40- Vista Anterior 
Fonte – Leonardo de arruda Delgado(2009) 
 
De acordo com o nosso levantamento bibliográfico, na vista anterior (plano frontal), 
estando o testado em posição ortostática natural, de frente para o avaliador, observam-se 
os seguintes pontos anatômicos: 
 
- Linha entre as pupilas; 
 
- Linha entre os dois tragus (alinhamento da cabeça); 
- Linha labial; 
- Linha dos ombros (pontos mais laterais do acrômio direito e esquerdo); 
- Linha mamilar; 
- Alinhamento do tronco; 
- Linha radial; 
- Linha da cintura; 
- Linha entre os dois processos estilóides do rádio; 
- Ponta do dedo medial; 
- Cicatriz umbilical; 
- Cristas ilíacas; 
- Porção central da patela; 
- Região dos joelhos e pernas; 
- Pernas e pés. 
 
Alinhamento da cabeça 
 
As alterações no alinhamento da cabeça podem ser inclinações à direita ou à esquerda e 
rotações à direita ou à esquerda. 
 
 
Figura 41- Vista Anterior 
Fonte – Leonardo de arruda Delgado (2009) 
 
 
 
 
87 
 
Linha dos Ombros 
 
 
Figura 42- Vista Anterior 
Fonte – Leonardo de arruda Delgado(2009) 
 
 
A linha dos ombros pode apresentar as seguintes alterações no seu alinhamento, 
elevação direita ou esquerda e predominância muscular à direita ou à esquerda. 
 
Linha do Quadril 
 
 
Figura 43- Vista Anterior 
Fonte – Leonardo de arruda Delgado(2009) 
 
Na linha do quadril pode ser normal, com elevação da asa ilíaca direita ou esquerda e a 
rotação à direita ou à esquerda. 
 
Linha dos Joelhos 
As alterações na linha dos joelhos são a nível rotacional lateral ou medial. 
 
 
88 
 
 
Figura 44- Vista Anterior 
Fonte – Leonardo de arruda Delgado(2009) 
 
 
A rotação lateral do joelho causa: 
- Geno varo nas pernas; 
- No joelho uma hiperpressão patelar; 
- No quadril uma insuficiência de cobertura das cabeças femorais; 
- Aumento da pressão anterior sobre o acetábulo, que levará à extensão do 
osso ilíaco; 
- Verticalização do osso sacro; 
- Dorso e nádegas planas. 
 
A rotação medial do joelho causa: 
- Geno valgo nas pernas; 
- Rotação medial do quadril; 
- Uma flexão anterior da asa ilíaca, 
- Extensão do osso sacro, 
- Aumento do ângulo sacral e hiperlordose. 
 
 
89 
 
Geno varo 
 É uma anormalidade do alinhamento da perna em que os joelhos são 
sobremaneira separados (rotação lateral), para fora da linha média do corpo, causada 
geralmente, pela hipertrofia da musculatura medial da coxa e/ou hipotonia da 
musculatura lateral da coxa. Esta condição é comumente chamada de pernas em aro (ou 
em O). 
 
Figura 44- Vista Anterior dos Joelhos 
Fonte – Leonardo de arruda Delgado(2009) 
 
 
Geno valgo 
É uma deformidade angular da perna, também denominada pernas em x, na qual os 
tornozelos são separados quando os joelhos se tocam. Esta condição é freqüentemente 
notada na infância, havendo uma ampla tendência hereditária. Pode ser conseqüência de 
raquitismo ou de fraturas do fêmur causadas por traumatismo da placa epifisária, 
paralisia por enfermidade do neurônio motor inferior, paralisia cerebral, ou defeito dos 
quadris, ou pode ser idiopátia. 
 
 
 
90 
 
Figura 45- Vista Anterior dos Joelhos 
Fonte – Leonardo de arruda Delgado(2009) 
 
 
Verderi (2001) considera que no Geno valgo, nos casos mais estruturados, pode ocorrer 
desequilíbrio do arco plantar, ocasionando o pé pronado e plano. 
É possível encontrar em pernas com geno valgo, entorse, inflamação muscular, tendinite 
e distensões dos ligamentos. O impacto acumulativo de anos de caminhar e correr com 
deformidade valga, com esforço colocado nas estruturas a ao redor da articulação 
poderá ter, em longo prazo, graves implicações sobre o joelho. Em alguns casos, pode 
ocorrer até mesmo estreitamento do lado interno do espaço articular ou lado externo do 
joelho e degeneração articular generalizada. 
 
 
Alterações ao nível dos pés 
As alterações ao nível dos pés são o quanto à cavidade pé plano ou curvo e quanto à 
abdução pé abduto ou pé aduto. 
 
 
Pé abduto 
É a projeção dos pés para fora da linha média do corpo, causado pela hipertrofia da 
musculatura abdutora do tornozelo. 
 
 
Figura 46- Vista Anterior dos Pés 
Fonte – Leonardo de arruda Delgado(2009) 
 
 
91 
 
 
 
Pé aduto 
É a projeção dos pés para dentro da linha média do corpo, causado pela hipertrofia da 
musculatura adutora do tornozelo. 
 
 
Figura 47- Vista dos pés 
Fonte – Leonardo de arruda Delgado(2009) 
 
 
Pé plano 
 
É a perda parcial ou total da curvatura plantar do pé. Pode causar desequilíbrio e dor nos 
pés e joelhos. Recomenda-se a utilização de palmilhas completas com suportes 
incorporados ao arco anterior e longitudinal. 
 
Figura 48- Vista Planor 
Fonte – Leonardo de arruda Delgado(2009) 
 
92 
 
 
 Vista lateral ou plano sagital 
 
No plano sagital, devemos considerar o corpo como duas metades simétricas anterior e 
posteriormente em relação à linha da gravidade, esta deve passar anterior ao ouvido 
externo, face anterior da coluna cervical, anterior a coluna dorsal, cruzar a coluna 
vertebral em L1, L2 e L3, porção média do osso sacro, posteriormente à articulação 
coxofemoral, posterior ao longo do eixo femural, nível médio da articulação do joelho, 
cruze a tíbia em quase toda a extensão, anterior a articulação do tornozelo, pela 
articulação de Chopart (calcâneo-cubóide e talonavicular) e finalmente atinja o solo. 
Neste plano, estaremos observando se há acentuação das curvaturas fisiológicas, joelhos 
em hiperextensão ou em semiflexão,projeção dos ombros à frente, projeção da cabeça à 
frente, proeminência abdominal, se ocorre anteversão ou retroversão da pelve e se o 
corpo apresenta alguma rotação para a direita ou para a esquerda. 
 
Figura 49 Vista Lateral 
Fonte – Leonardo de arruda Delgado (2009) 
 
Na vista lateral são observados: 
- Meato auditivo; 
 
- Projeção do queixo (projeção da cabeça); 
- Ponto acromial (projeções do ombro); 
- As curvaturas da coluna vertebral; 
- Assa ilíaca (quadril) 
93 
 
- A proeminência abdominal 
- Face lateral da linha poplítea (joelhos); 
- Ponto maleolar. 
 
 
 
 
94 
 
Observado a figura 50 a seguir apenas à ocorrência A é normal, as outras são os 
principais problemas observados na posição estática. 
Na ocorrência B o plano escapular e das nádegas estão alinhados, porém com aumento 
dos posicionamentos cervical e lombar. Na C o plano escapular está posteriorizado. Na 
D o plano escapular anteriorizado e na E o plano escapular e das nádegas alinhados com 
diminuição da curvatura lordótica. 
Estas alterações estáticas no sentido antero-posterior (plano sagital) estão estreitamente 
ligadas às deformidades do retropé e ao desenvolvimento do passo. As conseqüências 
são o aparecimento de forças anormais em diferentes níveis. 
 
O alinhamento da cabeça 
 
Quanto ao alinhamento da cabeça na vista lateral, há dois desequilíbrios específicos e 
freqüentes a antepulsão ou retropulsão. 
 
Figura 51- Vista Lateral da cabeça 
Fonte – Leonardo de arruda Delgado(2009) 
 
 Projeções do ombro 
 
Quanto às projeções dos ombros podemos observar se o avaliado possui projeção para 
frente ou para trás 
95 
 
. 
 
Figura 52- Vista Lateral da cabeça 
Fonte – Leonardo de arruda Delgado(2009) 
 Alterações na região dorsal 
 
Dentre as alterações da região dorsal da coluna podemos citar hipercifose dorsal que 
apresenta-se como uma acentuação da curvatura da coluna dorsal, causada geralmente, 
pela hipertrofia da musculatura anterior do tórax, colocando o ponto acromial fora da 
linha de gravidade. 
 
Figura 53- Vista Lateral 
Fonte – Leonardo de arruda Delgado(2009) 
 
 Hipercifose dorsal 
A hipercifose pode ser flexível ou rígida, é flexível quando pode ser corrigida com uma 
simples contração muscular voluntária, que colocará a coluna torácica na sua posição 
normal, caso contrário será classificada como rígida, ou seja, não pode ser corrigida 
com uma simples contração muscular voluntária. 
96 
 
Geralmente a hipercifose vem acompanhada de protusão da cintura escapular e projeção 
do queixo. Os exercícios de correção devem alongar a musculatura anterior do tórax e 
hipertrofia a musculatura posterior do tórax, bem como trabalhos que visem o 
desbloqueio torácico para compensar o abaixamento das costelas. 
 
Figura 54- Vista Lateral da região torácica 
Fonte – Leonardo de arruda Delgado(2009) 
 
 Alterações na região lombar 
 
As alterações da coluna na região lombar são a hiperlordose lombar e as costas planas. 
A hiperlordose lombar é caracterizada pela acentuação da curvatura da coluna lombar, 
causada geralmente pela hipertrofia da musculatura lombar, colocando a cavidade fora 
da linha de gravidade. 
 
 
Figura 55- Vista Lateral da cabeça 
Fonte – Leonardo de arruda Delgado(2009) 
 
 As costas planas caracterizam-se pela diminuição ou a inversão de quaisquer das 
curvaturas dos seguimentos da coluna vertebral. Em geral, esse desvio é encontrado na 
região lombar, causado geralmente pela hipetrofia da musculatura abdominal, que 
coloca também a cavidade cotilóide fora da linha de gravidade. 
97 
 
 
Figura 56- Vista Lateral costas planas 
Fonte – Leonardo de arruda Delgado(2009) 
 
Alterações na região do quadril 
 
As alterações na região do quadril são a anterversão e retroversão. 
 
 
Figura 57- Vista Lateral do quadril 
Fonte – Leonardo de arruda Delgado(2009) 
 
 
 
Proeminências abdominais 
 
 Corresponde ao grau da proeminência abdominal que geralmente é acompanhado de 
uma hiperlordose lombar. 
98 
 
 
Figura 58- Vista Lateral do quadril 
Fonte – Leonardo de arruda Delgado (2009) 
 
 
 Alterações ao nível de joelhos 
 
 
Na vista lateral observamos se o avaliado possui genu recurvato ou geno flexo, de 
acordo com o nível de arqueação do joelho. 
 
Figura 59- Vista Lateral do quadril 
Fonte – Leonardo de arruda Delgado (2009) 
 
 
 
 
 
99 
 
Genu recurvato 
 
É a projeção do(s) joelho(s) para trás da linha de gravidade, causando pela hipertrofia da 
musculatura extensora do joelho. Recomenda-se o alongamento da musculatura anterior 
da coxa e exercícios de hipertrofia da musculatura posterior da coxa 
 
Figura 60- Genu Recurvato 
Fonte – Leonardo de arruda Delgado(2009) 
 
 
Genu flexo 
 
È a projeção do(s) joelho(s) à frente da linha de gravidade, causado pela hipertrofia da 
musculatura flexora do joelho. Recomenda-se o alongamento da musculatura posterior 
da coxa e fortalecimento da musculatura anterior. 
 
Figura 60 - Genu Flexo 
Fonte – Leonardo de arruda Delgado(2009) 
 
 
100 
 
Vista posterior 
 
Em posição ortostática, de costas para o avaliador, analisar e confirmar o que foi 
observado na vista anterior com relação a escoliose e encurtamento de membros. 
 
Figura 61- Vista Posterior: indivíduo normal 
 
São observados os seguintes pontos anatômicos: 
- Parte média mais protuberante do osso occipital equilibrada; 
- Pontos acromiais projetados no mesmo nível; 
- Ângulo inferior das escápulas, alinhados; 
- Olecranos do cotovelo; 
- Linha espondiléia (onde todos os processos espinhosos das vértebras 
formam uma linha reta); 
- Linha interglútea; 
- Linha poplítea; 
- Tendão calcâneo. 
 
Escolioses 
 
 De acordo com CARNAVAL (1995,77-80 & 1997,80-82) as escolioses são 
deformidades ou desvios laterais da coluna vertebral, mínimos graus de escoliose 
101 
 
(deformidade bidimensional da coluna com desvio menor que 10 graus) são 
considerados variação de normal. 
A magnitude, curva compensatória, a localização e a direção da curvatura, a faixa etária, 
etiologia e morfologia são aspectos a serem considerados ao classificarmos as 
deformidades vertebrais. 
Quanto à magnitude 
Podem ser chamadas de: 
- Leves; 
- Moderadas; 
- Severas, dependendo do grau de acometimento. 
 
 
Quanto à curva compensatória 
Curva compensatória é aquela que ocorre acima ou abaixo da curva maior, tentando 
manter o equilíbrio do tronco; pode-se tornar estruturada com o tempo, pois os tecidos 
moles vão tendo um certo grau de adaptação à curva. O termo secundária é o mesmo 
que compensatória. 
A curva primária é a primeira a ocorrer, mas, muitas vezes, frente a um paciente com 
dupla curva, fica difícil de ter-se a certeza de qual é a curva primária, devido à 
estruturação da curva compensatória, parecendo-se com uma curva primária dupla. 
Como regra geral as primárias são as de maior amplitude, as que apresentam alterações 
estruturais como rotação dos corpos vertebrais ao raio X e as mais rigidez à tentativa de 
retificação. 
102 
 
Quanto à localização e direção da curva 
Quanto à localização, a terminologia da curvatura é feita à custa do local onde se 
encontra o ápice da curvatura. A direção da curvatura é aquela da convexidade da 
curva, portanto, basta mencionar que uma curvatura é torácica direita para entendermos 
que ela é convexa para o lado direito, sendo desaconselhável usarmos curva convexa 
torácica direita. 
Logo, de acordo com a localização podemos classificar as escolioses como: 
- Cervical: quando se localizamentre C1-C6 
- Cervicotorácica: entre C7-T1 
- Torácica: mais comum, entre T2-T11 
- Toracolombar: entre T12-L1 
- Lombar: entre L2-L4 
- Lombossacra: entre L5-S1 
Quanto à etiologia (origem) 
- Escolioses estruturais: é aquela que não se corrige nas radiografias de 
lateralização forçada na posição deitada, portanto, sem flexibilidade, 
sendo o oposto para as curvas não estruturadas. Ex: Idiopática, 
Neuromuscular, Congênita, Neurofibromatose, Doenças 
mesenquimáticas, Doenças reumáticas, Trauma, Contraturas extra-
espinhais, Osteocondrodistrofias, Infecções ósseas, Doenças 
metabólicas, Relacionadas à articulação lombossacra, Tumores. 
- Escolioses não estruturais: seria aquela causada pela assimetria de 
comprimento dos membros inferiores, que se corrige totalmente ao se 
compensar com um salto o encurtamento. Postural, Histérica, Irritação 
nervosa, Inflamatórias, Assimetria de comprimento dos membros 
inferiores, Contraturas ao redor do quadril, 
 
Quanto à faixa etária 
Podem ser classificadas com relação à época em que foram diagnosticadas e não 
necessariamente a época em que iniciou, em: 
- Escoliose infantil: idiopática com o diagnóstico entre o nascimento e os 3 
anos de idade. 
- Escoliose juvenil: idiopática com o diagnóstico entre os 3 e 10 anos. 
103 
 
- Escoliose adolescente - idiopática com o diagnóstico entre 10 anos até o 
final do crescimento esquelético. 
- Escoliose adulta - idiopática de início após o término do crescimento 
esquelético. 
 
Cada tipo apresenta algumas peculiaridades: as infantis têm incidência igual ao sexo e 
na grande maioria apresenta correção espontânea sem tratamento; as juvenis têm 
incidência levemente maior no sexo feminino (5:1), sendo que muitas apresentam 
progressão; e as adolescentes têm incidência predominantemente no sexo feminino 
(10:1), sendo que a maioria será progressiva. 
Quanto à morfologia (forma) 
Podem ser classificadas como: 
- Simples: apresentam uma única curvatura em uma das regiões da coluna 
vertebral causada pela hipertrofia da musculatura lateral da respectiva 
região. 
- Total: apresentam uma única curvatura ocupando mais de uma região da 
coluna vertebral causada pela hipertrofia da musculatura lateral da 
coluna. 
- Dupla e Tripla: apresentam respectivamente duas ou três curvaturas, uma 
em cada região da coluna vertebral, com as suas respectivas curvas 
opostas entre si. Causada pela compensação de uma escoliose simples, 
que geralmente se localiza na região inferior. Na sua correção, devemos 
atuar inicialmente no desvio primário. 
 
Pontos acromiais 
 
Confirma-se a elevação do ombro direito ou esquerdo e a predominância muscular 
direita ou esquerda 
 
. 
Figura 62 – Vista Posterior dos Ombros 
104 
 
Fonte – Leonardo de arruda Delgado(2009) 
 
Ângulo Inferior da escapula 
 
Pode apresentar-se elevada direita ou a esquerda, aduzidas, abduzidas, elevadas e 
deprimidas. 
 
Figura 63 – Vista Posterior da Cintura Escapular 
Fonte – Leonardo de arruda Delgado(2009) 
Linha Espondilea 
 
Nessa linha procuraremos algum desvio de lateralidade das vértebras o que, virá a 
confirmar a instalação de uma escoliose com curvatura aparente em “C” ou “S”; 
Figura 62 – Vista Posterior dos Ombros 
Fonte – Leonardo de arruda Delgado(2009) 
 
Figura 64 – Vista Posterior da Coluna 
Fonte – Leonardo de arruda Delgado(2009) 
 
Olecrano 
 
Confirmação de encurtamento de membro superior ou da curva escoliótica. 
105 
 
Quadril 
 Observar se há inclinação ou rotação 
. 
 Linha Glútea 
 
Procurar desnível que possa indicar encurtamento de membros inferior. 
 
Figura 65 – Vista Posterior dos Glúteos 
Fonte – Leonardo de arruda Delgado (2009) 
Linha Poplítea 
Quando comparada com a linha glútea pode indicar encurtamento de membro inferior. 
Tendão calcâneo 
Verificar se o indivíduo tem o tendão calcâneo varo ou valgo. 
 
Figura 66 – Vista Posterior dos Pés 
Fonte – Leonardo de arruda Delgado (2009) 
106 
 
Teste de antero-flexão de tronco 
 
 Estando o testado em posição ortostática, de frente para o avaliador, fará uma antero-
flexão de tronco e, nesta posição, caso possua uma escoliose e suas vértebras já tiverem 
feito uma rotação, aparecerá uma gibosidade no local da curvatura escoliótica. 
 
Figura 67 – Ântero-flexão de Tronco 
Fonte – Leonardo de arruda Delgado(2009) 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
107 
 
REFERENCIAS BIBLIOGRAFICAS 
 
COSTA, R. F. Composição corporal: teoria e prática da avaliação. São Paulo: 
Manole, 2000. 
 
DE ROSE, E. H.; PIGATTO, E.; DE ROSE, R. C. F. Cineantropometria, 
Educação Física e Treinamento. Rio de Janeiro: FAE; Brasília: SEED, 1984. 
 
DELGADO, L. A. AVALIAÇÃO DA APTIDÃO FÍSICA: Projeto de elaboração 
de sistema de informações, 
 
DUBAS, J. P.; SILVA JR, J. I.; OLIVEIRA, L. S.; PIRES, K. S.; OTAGURO, L. 
H; GUEDES JR, D. P. A utilização da velocidade e freqüência cardíaca do limiar 
anaeróbio como parâmetros de treinamento de endurance em não-atletas: um 
estudo de caso. Trabalho apresentado na FIEP, 2000. 
 
FARINATTI, P. T. V.; MONTEIRO, W. D. Concepções iniciais para a realização 
da avaliação funcional. In: ------. Fisiologia e avaliação funcional. 4ª ed. Rio de 
Janeiro: Sprint, 2000; p. 193-200. 
 
 
GOMES, P. S. C.; ARAÚJO, C. G. S. Metodologia do somatotipo antropométrico 
de Heath-Carter. Caderno Artus de Medicina Desportiva, v. 1, n.1, p. 11-20, 
1978. 
 
 
HEYWARD, V. H. Assessing body composition. In: ------. Advanced Fitness 
Assessment & Exercise Prescription. Champaign: Human Kinetics, 3rded., 1997, 
p. 145-176. 
 
HEYWARD, V. H.; STOLARCZYK, L. M. Método Antropométrico. In: ------. 
Avaliação da Composição Corporal Aplicada. São Paulo: Manole, 2000. 
 
HEYWARD, V. H.; STOLARCZYK, L. M. Avaliação da composição corporal 
aplicada. São Paulo: Manole, 2000. 
 
KISS, M. A. P. D.; BÖHME, M. T.; REGAZZINI, M. Cineantropometria. In: 
GHORAYEB, N.; BARROS, T. O exercício: Preparação fisiológica, avaliação 
médica; aspectos especiais e preventivos. São Paulo: Atheneu, 1999, p. 117-130. 
 
MATHEWS, D. K. Medida e avaliação em educação física. 5ª ed. Rio de Janeiro: 
Interamericana, 1980. 
 
MALINA, R. M. Anthropometry. In: MAUD, P. J.; FOSTER, C. Physiological 
assessment of human fitness. Champaign: Human Kinetics, 1995, p. 205-219. 
108 
 
 
OLIVEIRA, P. R.; ARRUDA, M. Crescimento, desenvolvimento e aptidão física. 
Campinas: CODESP, 2000. 
 
POLLOCK, M. L.; GRAVES, J. E.; GARZARELLA, L. The measurement of 
body composition. In: MAUD, P. J.; FOSTER, C. Physiological assessment of 
human fitness. Champaign: Human Kinetics, 1995, p. 167-204. 
 
POLLOCK, M. L.; GRAVES, J. E.; GARZARELLA, L. The measurement of 
body composition. In: MAUD, P. J.; FOSTER, C. Physiological assessment of 
human fitness. Champaign: Human Kinetics, 1995, p. 167-204. 
 
ROBERGS, R. A.; ROBERTS, S. O. Estimating body composition. In: ------. 
Exercise physiology: exercise, performance, and clinical applications. Dubuque: 
McGraw-Hill, 1997, p. 520-544. 
 
ROBERGS, R. A.; ROBERTS, S. O. Exercise physiology: exercise, performance, 
and clinical applications. St. Louis: Mosby, 1997 
 
SÁ, S. A. G. Biometria em educação física. São Paulo: McGraw-Hill do Brasil, 
1975. 
 
VICENT, W. J. Statistcs in kinesiology. 2ded. Champaign: Human Kinetics, 
1999. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
109 
 
ANEXOS 
Anexo 1 – Bibliografia completa da disciplina Medida e 
Avaliação em Educação Física 
Anexo 2 – Ficha de Análise Postural 
Anexo 3 - Ficha de Avaliação FuncionalANEXO 1 
CENTRO UNIVERSITÁRIO ESTÁCIO DO CEARÁ
Curso de Educação Física
Medida e Avaliação Física
 Avaliação Morfofuncional
 
 
Teste de Esforço e 
 
Título: Manual de Pesquisa das Diretrizes do ACSM para os Testes de 
Esforço e sua Prescrição
Autor: ACMS - Colégio Americano de Medicina do Esporte 
(editor) 
Editora: Guanabara Koogan 
Assunto: Avaliação da saúde, estratificação de risco, avaliação pré
de aptidão física, avaliação clínica em esforço e critérios para prescrição de 
exercícios. 
 
Título: Diretrizes do ACSM para os Testes de Esforço e sua Prescrição 
Sexta Edição 
Autor: ACMS - Colégio Americano de Medicina do Esporte
Editora: Guanabara Koogan 
Assunto: Avaliação da saúde, estratificação de risco, avaliação pré
de aptidão física, avaliação clínica em esforço e critérios para prescrição de 
exercícios. 
 
Título: Manual do ACSM para Teste de Esforço e Prescrição de Exercício 
Quinta Edição 
Autor: ACMS - Colégio Americano de Medicina do Esporte
Editora: Revinter - 2000
Assunto: Avaliação da saúde, estratificação de risco, avaliação pré
de aptidão física, avaliação clínica em esforço e critérios para prescrição de 
exercícios. 
 
 
CENTRO UNIVERSITÁRIO ESTÁCIO DO CEARÁ
Curso de Educação Física 
Medida e Avaliação Física 
Avaliação Morfofuncional 
Teste de Esforço e prescrição de Exercícios 
Manual de Pesquisa das Diretrizes do ACSM para os Testes de 
Esforço e sua Prescrição 
Colégio Americano de Medicina do Esporte - Roitman, Jeffrey L. 
Guanabara Koogan - 2002 
Avaliação da saúde, estratificação de risco, avaliação pré
de aptidão física, avaliação clínica em esforço e critérios para prescrição de 
Diretrizes do ACSM para os Testes de Esforço e sua Prescrição 
Colégio Americano de Medicina do Esporte 
Guanabara Koogan - 2002 
Avaliação da saúde, estratificação de risco, avaliação pré
de aptidão física, avaliação clínica em esforço e critérios para prescrição de 
Manual do ACSM para Teste de Esforço e Prescrição de Exercício 
Colégio Americano de Medicina do Esporte 
2000 
Avaliação da saúde, estratificação de risco, avaliação pré
de aptidão física, avaliação clínica em esforço e critérios para prescrição de 
110 
CENTRO UNIVERSITÁRIO ESTÁCIO DO CEARÁ 
Manual de Pesquisa das Diretrizes do ACSM para os Testes de 
Roitman, Jeffrey L. 
Avaliação da saúde, estratificação de risco, avaliação pré-teste, testes 
de aptidão física, avaliação clínica em esforço e critérios para prescrição de 
Diretrizes do ACSM para os Testes de Esforço e sua Prescrição - 
Avaliação da saúde, estratificação de risco, avaliação pré-teste, testes 
de aptidão física, avaliação clínica em esforço e critérios para prescrição de 
Manual do ACSM para Teste de Esforço e Prescrição de Exercício - 
Avaliação da saúde, estratificação de risco, avaliação pré-teste, testes 
de aptidão física, avaliação clínica em esforço e critérios para prescrição de 
 
Título: Manual para Teste de Esforço e Prescrição de Exercício 
Edição 
Autor: ACMS - Colégio Americano de Medicina do Esporte
Editora: Revinter - 1996
Assunto: Avaliação da saúde, avaliação de risco e segurança do exercício, 
fisiologia clínica do exercício, testes de aptidão física, indicações clínicas e 
utilizações do teste de esforço, fundamentos da prescrição de exercícios, prescrição 
de exercícios para pacientes cardiopatas, prescrição de exercícios para populações 
especiais, métodos para alterar os hábitos de saúde, administração de um 
programa, profissionais envolvidos no programa, pré
para a obtenção dos diplomas do ACMS, objetivos gerais e objetivos específicos de 
aprendizado para a obtenção dos certificados relacionados a programas de 
exercícios. 
 
Título: Prova de Esforço e Prescrição de Exercícios
Autor: ACMS - Colégio Americano de Medicina do Esporte
Editora: Revinter - 1994
Assunto: Anatomia aplicada, fisiologia do exercício, fisiopatologia, avaliação da 
saúde e teste de esforço, programação do exercício, segurança, traumatismo e 
procedimentos de emergência, desenvolvimento e envelhecimento humanos, 
psicologia do comportamento humano e referências administrativas.
 
Título: Guia para Teste de esforço e prescrição de exercício 
Autor: ACMS - Colégio Americano de Medicina do Esporte
Editora: MEDSI - 1987 
Assunto: Guia para avaliação do estado de saú
prescrição, diretrizes para administração do teste de esforço, fundamentos da 
prescrição de exercícios, prescrição de exercícios para pacientes cardíacos, 
prescrição de exercícios para grupos de pessoas especiais, mudanç
comportamento na adesão ao exercício, fumo, dieta, composição corporal e o 
stress, administração de programas, o papel dos médicos nos programas de 
exercícios, o certificado pessoal para o programa de exercício preventivo e de 
reabilitação. 
 
Título:Prova de Esforço e Prescrição de Exercícios para casos específicos
Autor:James S. Skinner
Editora:REVINTER 
Assunto: Princípios Gerais da Prova de Esforço e da prescrição de exercícios, 
diferenças entre homens mulheres, crianças na avaliação e pre
importância da idade e a influência dos fatores ambientais, e a relação com os 
casos específicos ligados a artrite reumatóide, diabetes, dislipoproteinemia, 
obesidade, distúrbios respiratórios obstrutivos crônicos, fibrose císitca, 
coronariopatias, hipertensão, crianças com cardiopatia, cardiopatias valvulares e 
congênitas nos adultos, baixa capacidade funcional e gravidez.
Manual para Teste de Esforço e Prescrição de Exercício 
Colégio Americano de Medicina do Esporte 
1996 
Avaliação da saúde, avaliação de risco e segurança do exercício, 
fisiologia clínica do exercício, testes de aptidão física, indicações clínicas e 
utilizações do teste de esforço, fundamentos da prescrição de exercícios, prescrição 
ícios para pacientes cardiopatas, prescrição de exercícios para populações 
especiais, métodos para alterar os hábitos de saúde, administração de um 
programa, profissionais envolvidos no programa, pré-requisitos teóricos e práticos 
mas do ACMS, objetivos gerais e objetivos específicos de 
aprendizado para a obtenção dos certificados relacionados a programas de 
Prova de Esforço e Prescrição de Exercícios 
Colégio Americano de Medicina do Esporte 
1994 
Anatomia aplicada, fisiologia do exercício, fisiopatologia, avaliação da 
saúde e teste de esforço, programação do exercício, segurança, traumatismo e 
procedimentos de emergência, desenvolvimento e envelhecimento humanos, 
sicologia do comportamento humano e referências administrativas. 
Guia para Teste de esforço e prescrição de exercício 
Colégio Americano de Medicina do Esporte 
 
Guia para avaliação do estado de saúde anterior ao teste de exercício e 
prescrição, diretrizes para administração do teste de esforço, fundamentos da 
prescrição de exercícios, prescrição de exercícios para pacientes cardíacos, 
prescrição de exercícios para grupos de pessoas especiais, mudança de 
comportamento na adesão ao exercício, fumo, dieta, composição corporal e o 
stress, administração de programas, o papel dos médicos nos programas de 
exercícios, o certificado pessoal para o programa de exercício preventivo e de 
Prova de Esforço e Prescrição de Exercícios para casos específicos
James S. Skinner 
Princípios Gerais da Prova de Esforço e da prescrição de exercícios, 
diferenças entre homens mulheres, crianças na avaliação e prescrição e a 
importância da idade e a influência dos fatores ambientais, e a relação com os 
casos específicos ligados a artrite reumatóide, diabetes, dislipoproteinemia, 
obesidade, distúrbios respiratórios obstrutivos crônicos, fibrose císitca, 
ias, hipertensão, crianças com cardiopatia, cardiopatias valvulares e 
congênitas nos adultos, baixa capacidade funcional e gravidez. 
111 
Manual para Teste de Esforço e Prescrição de Exercício- Quarta 
Avaliação da saúde, avaliação de risco e segurança do exercício, 
fisiologia clínica do exercício, testes de aptidão física, indicações clínicas e 
utilizações do teste de esforço, fundamentos da prescrição de exercícios, prescrição 
ícios para pacientes cardiopatas, prescrição de exercícios para populações 
especiais, métodos para alterar os hábitos de saúde, administração de um 
requisitos teóricos e práticos 
mas do ACMS, objetivos gerais e objetivos específicos de 
aprendizado para a obtenção dos certificados relacionados a programas de 
Anatomia aplicada, fisiologia do exercício, fisiopatologia, avaliação da 
saúde e teste de esforço, programação do exercício, segurança, traumatismo e 
procedimentos de emergência, desenvolvimento e envelhecimento humanos, 
 
 
de anterior ao teste de exercício e 
prescrição, diretrizes para administração do teste de esforço, fundamentos da 
prescrição de exercícios, prescrição de exercícios para pacientes cardíacos, 
a de 
comportamento na adesão ao exercício, fumo, dieta, composição corporal e o 
stress, administração de programas, o papel dos médicos nos programas de 
exercícios, o certificado pessoal para o programa de exercício preventivo e de 
Prova de Esforço e Prescrição de Exercícios para casos específicos 
Princípios Gerais da Prova de Esforço e da prescrição de exercícios, 
scrição e a 
importância da idade e a influência dos fatores ambientais, e a relação com os 
casos específicos ligados a artrite reumatóide, diabetes, dislipoproteinemia, 
obesidade, distúrbios respiratórios obstrutivos crônicos, fibrose císitca, 
ias, hipertensão, crianças com cardiopatia, cardiopatias valvulares e 
 
 
Título: Avaliação Aeróbia 
sangüíneo 
Autor: Benedito Sérgio Denadai
Editora: Motrix - 2000 
Assunto:Avaliação aeróbia, limiar ventilatório, limiar de conconi e percentual da 
freqüência cardíaca máxima, limiar glicêmico, potência e velocidade critítica, 
regressão linear e limiar de fadiga eletromiográfica
 
Título:Limiar Anaeróbio (Apostila)
Autor: Prof. Alex Oliveira Silva
Editora: Cefise - Centro de Estudos da Fisiologia do Esporte
Assunto:Conceitos, instrumentos, procedimentos, pesquisas e coletânea de 
artigos sobre limar anaeróbio.
 
Título:Índices Fisiológicos de
Autor:Benedito Sérgio Denadai
Assunto:Consumo máximo de oxigênio:fatores determinantes e limitantes, 
respostas do lactato sangüíneo ao exercício físico, índices fisiológicos determinantes 
do desempenho aeróbios 
 
 
Avaliação Física 
 
Título: Manual de Cineantropometria
Autor: Fernando Pompeu
Editora: Sprint 
Assunto: Conceitos e definições empregados e os cuidados administrativos para 
condução de testes. A seguir desen
verticais e perpendiculares, perímetros e circunferências, medidas de massa e 
técnicas de interferências da composição corporal. No capítulo 2, escreve sobre 
somatótipo. No capítulo 3 e 4, desenvolve o tema Avaliaçã
Crescimento. No capítulo 5, escreve sobre teste ergonometricos, ergoespirometria, 
principais testes ergométricos em cicloergometria, esteira rolante, campo e banco. 
Ainda no capítulo 5, conclui e faz considerações metodológicas sobr
anaeróbio, métodos e principais variáveis metodológica, encerrando a obra,com 
testes de aptidão física e questionamentos para estratificação do risco 
cardiovascular e da atividade física habitual. 
 
Título: Esporte e Exercício 
Autora: Maria Augusta P. Dal`Molin Kiss
Editora: ROCA 
Assunto: Índice Avaliação de Treinamento Esportivo; Critérios de Seleção de 
Testes; Utilização de Escores Padronizados e Escalonados na Avaliação em Espo
e na Detecção de Talentos Esportivos; Bases Biológicas de Testes Funcionais; 
Avaliação Aeróbia - determinação indireta da resposta do lactato 
Benedito Sérgio Denadai 
 
Avaliação aeróbia, limiar ventilatório, limiar de conconi e percentual da 
freqüência cardíaca máxima, limiar glicêmico, potência e velocidade critítica, 
regressão linear e limiar de fadiga eletromiográfica. 
Anaeróbio (Apostila) 
Prof. Alex Oliveira Silva 
Centro de Estudos da Fisiologia do Esporte 
Conceitos, instrumentos, procedimentos, pesquisas e coletânea de 
artigos sobre limar anaeróbio. 
Índices Fisiológicos de Avaliação Aeróbia - Conceitos e Aplicações
Benedito Sérgio Denadai 
Consumo máximo de oxigênio:fatores determinantes e limitantes, 
respostas do lactato sangüíneo ao exercício físico, índices fisiológicos determinantes 
 
Avaliação Física - Análise de diversas Aptidões Físicas
Manual de Cineantropometria 
Fernando Pompeu 
Conceitos e definições empregados e os cuidados administrativos para 
condução de testes. A seguir desenvolve uma análise sobre medidas lineares 
verticais e perpendiculares, perímetros e circunferências, medidas de massa e 
técnicas de interferências da composição corporal. No capítulo 2, escreve sobre 
somatótipo. No capítulo 3 e 4, desenvolve o tema Avaliação Postural, Maturação e 
Crescimento. No capítulo 5, escreve sobre teste ergonometricos, ergoespirometria, 
principais testes ergométricos em cicloergometria, esteira rolante, campo e banco. 
Ainda no capítulo 5, conclui e faz considerações metodológicas sobre limiar 
anaeróbio, métodos e principais variáveis metodológica, encerrando a obra,com 
testes de aptidão física e questionamentos para estratificação do risco 
cardiovascular e da atividade física habitual. 
Esporte e Exercício - Avaliação e Prescrição 
Maria Augusta P. Dal`Molin Kiss 
Índice Avaliação de Treinamento Esportivo; Critérios de Seleção de 
Testes; Utilização de Escores Padronizados e Escalonados na Avaliação em Espo
e na Detecção de Talentos Esportivos; Bases Biológicas de Testes Funcionais; 
112 
determinação indireta da resposta do lactato 
Avaliação aeróbia, limiar ventilatório, limiar de conconi e percentual da 
freqüência cardíaca máxima, limiar glicêmico, potência e velocidade critítica, 
Conceitos, instrumentos, procedimentos, pesquisas e coletânea de 
Conceitos e Aplicações 
Consumo máximo de oxigênio:fatores determinantes e limitantes, 
respostas do lactato sangüíneo ao exercício físico, índices fisiológicos determinantes 
Análise de diversas Aptidões Físicas 
Conceitos e definições empregados e os cuidados administrativos para 
volve uma análise sobre medidas lineares 
verticais e perpendiculares, perímetros e circunferências, medidas de massa e 
técnicas de interferências da composição corporal. No capítulo 2, escreve sobre 
o Postural, Maturação e 
Crescimento. No capítulo 5, escreve sobre teste ergonometricos, ergoespirometria, 
principais testes ergométricos em cicloergometria, esteira rolante, campo e banco. 
e limiar 
anaeróbio, métodos e principais variáveis metodológica, encerrando a obra,com 
testes de aptidão física e questionamentos para estratificação do risco 
Índice Avaliação de Treinamento Esportivo; Critérios de Seleção de 
Testes; Utilização de Escores Padronizados e Escalonados na Avaliação em Esporte 
e na Detecção de Talentos Esportivos; Bases Biológicas de Testes Funcionais; 
 
CINEANTROPOMETRIA MORFOLÓGICA; Proporcionalidade e Somatotipo; 
Composição CorporaL; CINEANTROPOMETRIA FUNCIONAL; Variável Aeróbia; 
Potência e Capacidade Anaeróbias; Avaliácão 
ASPECTOS CLÍNICOS; Aspectos da Avaliação Cardiológica; ASPECTOS 
PSICOSSOCIOCULTURAIS; Esporte de Performance; Stress Esportivo Pré
competitivo; Especialidades em Crianças e Adolescentes; Aspectos Morfológicos do 
Crescimento; Aspectos Médicos e Funcionais; Testes de Campo em Jovens Atletas; 
Exercícios e Condições Especiais de Treinamento; Prescrição de Treinamento para 
Sedentários e Grupos Especiais; Avaliação em Esporte para portadores de 
Deficiência. 
 
Título: Testes, Medidas e Avaliação em Educação Física e Esportes
Autor: Francisco Jose Gondim Pitanga 
Editora: Phorte 
Assunto: Conceitos e Definições,Critériospara Validação de Testes,Objetivos e 
Procedimentos para Avaliação da Aptidão Física, fatores de Ri
Avaliação dos Níveis de prática da Atividade Física, Antropometria, Avaliação da 
Aptidão Física, Propostas para Avaliação de Aptidão Física em Escolas, Atletas de 
Performance e Programas de Condicionamento Físico individualizado.
 
 
Título: A Prática da Avaliação Física
Autor: José Fernandes Filho
Editora: SHAPE 
Assunto: Avaliação antropométrico, avaliação da aptidão cardiorrespiratória, 
avaliação neuromuscular, avaliação da flexibilidade e critérios de autenticidade 
científica. 
 
Título: Medida e Avaliação em Educação Física e Esportes de Barrow & 
McGee 
Autor: Kathleen Trischler
Editora: Manole 
Assunto: Incluindo descrições completas de testes e informações sobre os 
resultados,apresenta várias formas de testagem, obra para tod
todas as idades, de crianças da pré
Abrangendo assuntos como: 
Avaliação da imagem corporal, avaliação nutricional, avaliação de lesões em 
atividades físicas, testes de conhecimento por escrito, avaliação de pop
necessidades especiais. 
 
Título: Medida e Avaliação do Desempenho Humano
Autor: James R. Morrow; Allen W. Jackson; James G. Disch; Dale P. Mood 
Editora: ArtMed 
Assunto: Introdução a testes e medidas,Utilização da tecnologia em medida e 
avaliação,Estatística descritiva e distribuição normal, Correlação e 
regressão,Estatística inferencial, Medida de norma de referência, Medida de critério 
CINEANTROPOMETRIA MORFOLÓGICA; Proporcionalidade e Somatotipo; 
Composição CorporaL; CINEANTROPOMETRIA FUNCIONAL; Variável Aeróbia; 
Potência e Capacidade Anaeróbias; Avaliácão da Força Motora; Flexibilidade; 
ASPECTOS CLÍNICOS; Aspectos da Avaliação Cardiológica; ASPECTOS 
PSICOSSOCIOCULTURAIS; Esporte de Performance; Stress Esportivo Pré
competitivo; Especialidades em Crianças e Adolescentes; Aspectos Morfológicos do 
Aspectos Médicos e Funcionais; Testes de Campo em Jovens Atletas; 
Exercícios e Condições Especiais de Treinamento; Prescrição de Treinamento para 
Sedentários e Grupos Especiais; Avaliação em Esporte para portadores de 
Testes, Medidas e Avaliação em Educação Física e Esportes
Francisco Jose Gondim Pitanga 
Conceitos e Definições,Critérios para Validação de Testes,Objetivos e 
Procedimentos para Avaliação da Aptidão Física, fatores de Risco,Métodos para 
Avaliação dos Níveis de prática da Atividade Física, Antropometria, Avaliação da 
Aptidão Física, Propostas para Avaliação de Aptidão Física em Escolas, Atletas de 
Performance e Programas de Condicionamento Físico individualizado.
A Prática da Avaliação Física 
José Fernandes Filho 
Avaliação antropométrico, avaliação da aptidão cardiorrespiratória, 
avaliação neuromuscular, avaliação da flexibilidade e critérios de autenticidade 
Medida e Avaliação em Educação Física e Esportes de Barrow & 
Kathleen Trischler 
ncluindo descrições completas de testes e informações sobre os 
resultados,apresenta várias formas de testagem, obra para todas as pessoas de 
todas as idades, de crianças da pré-escola até adultos idosos. 
Abrangendo assuntos como: 
Avaliação da imagem corporal, avaliação nutricional, avaliação de lesões em 
atividades físicas, testes de conhecimento por escrito, avaliação de pop
Medida e Avaliação do Desempenho Humano 
James R. Morrow; Allen W. Jackson; James G. Disch; Dale P. Mood 
Introdução a testes e medidas,Utilização da tecnologia em medida e 
avaliação,Estatística descritiva e distribuição normal, Correlação e 
regressão,Estatística inferencial, Medida de norma de referência, Medida de critério 
113 
CINEANTROPOMETRIA MORFOLÓGICA; Proporcionalidade e Somatotipo; 
Composição CorporaL; CINEANTROPOMETRIA FUNCIONAL; Variável Aeróbia; 
da Força Motora; Flexibilidade; 
ASPECTOS CLÍNICOS; Aspectos da Avaliação Cardiológica; ASPECTOS 
PSICOSSOCIOCULTURAIS; Esporte de Performance; Stress Esportivo Pré-
competitivo; Especialidades em Crianças e Adolescentes; Aspectos Morfológicos do 
Aspectos Médicos e Funcionais; Testes de Campo em Jovens Atletas; 
Exercícios e Condições Especiais de Treinamento; Prescrição de Treinamento para 
Sedentários e Grupos Especiais; Avaliação em Esporte para portadores de 
Testes, Medidas e Avaliação em Educação Física e Esportes 
Conceitos e Definições,Critérios para Validação de Testes,Objetivos e 
sco,Métodos para 
Avaliação dos Níveis de prática da Atividade Física, Antropometria, Avaliação da 
Aptidão Física, Propostas para Avaliação de Aptidão Física em Escolas, Atletas de 
Performance e Programas de Condicionamento Físico individualizado. 
Avaliação antropométrico, avaliação da aptidão cardiorrespiratória, 
avaliação neuromuscular, avaliação da flexibilidade e critérios de autenticidade 
Medida e Avaliação em Educação Física e Esportes de Barrow & 
ncluindo descrições completas de testes e informações sobre os 
as as pessoas de 
Avaliação da imagem corporal, avaliação nutricional, avaliação de lesões em 
atividades físicas, testes de conhecimento por escrito, avaliação de populações com 
James R. Morrow; Allen W. Jackson; James G. Disch; Dale P. Mood 
Introdução a testes e medidas,Utilização da tecnologia em medida e 
regressão,Estatística inferencial, Medida de norma de referência, Medida de critério 
 
de referência, Classificação: uma a
medida dos objetivos cognitivos por meio de testes escritos, Avaliação da atividade 
física e da aptidão física em adultos Avaliação da atividade física e da aptidão física 
em jovens, Avaliação das habilidades esp
esporte e no exercício. 
 
Título: Avaliação Funcional 
Autor: Carlos Eduardo 
Editora: Sprint 
Assunto: Benefícios da Atividade Física para saúde, Avaliação Funcional, 
Avaliação de Composição Corporal, Aptidã
Resistência Muscular, Avaliação Cardiorespiratória, Dobras Cutâneas, Metodologia 
de Avaliação da Flexibilidade, Interpretação de teste ergonométrico, Bioimpedância.
 
Título: Avaliação & Prescrição de Atividade Física 
Autor: João Bouzas Marins e Ronaldo S. Giannichi
Editora: SHAPE 
Assunto: Conceitos, antropometria, medidas motoras e físicas, avaliação do 
componente cardiorrespiratório, prescrição de exercícios, bateria de testes e noções 
básicas de estatística. 
 
Título: Avaliação Física 
Autor: Fundação de Pesquisas Vida Plus
Assunto: Conceitos, como montar laboratório de avaliação física, como definir 
uma bateria de testes, avaliação antropometrica, somatotipia
avaliação postural, avaliação espirometrica, flexibilidade, potência aerobia, potência 
anaeróbia, resistência muscular localizada, agilidade, força e procedimentos e 
rotinas administrativas. 
 
Título:Avaliação Médica e Física 
Físicas 
Autor:Bruno Molinari 
Editora:ROCA 
Assunto:Esporte e atividades físicas na atualidade, esporte e atividades físicas 
em clubes e academias, importância das avaliações médicas e físicas, implantanção 
de serviços, aspectos administrativos e legais, projetos e plantas, avaliação médica, 
anamnese, avaliação física, testes de avaliação física, testes de força muscular, 
testes de resistência muscular localizada, testes de flexibilidade, testes de 
exercícios submáximos, composição corporal, avaliação postural, testes médicos, 
primeiros socorros, teste de medida de consumo máximo de oxigênio.
 
de referência, Classificação: uma avaliação somativa, Avaliação alternativa, A 
medida dos objetivos cognitivos por meio de testes escritos, Avaliação da atividade 
física e da aptidão física em adultos Avaliação da atividade física e da aptidão física 
em jovens, Avaliação das habilidades esportivas e motoras, Medidas psicológicas no 
Avaliação Funcional 
 
Benefícios da Atividade Física para saúde, Avaliação Funcional, 
Avaliação de Composição Corporal, Aptidão Muscular, Avaliação de Força e de 
Resistência Muscular, Avaliação Cardiorespiratória, DobrasCutâneas, Metodologia 
de Avaliação da Flexibilidade, Interpretação de teste ergonométrico, Bioimpedância.
Avaliação & Prescrição de Atividade Física - Guia Prático
João Bouzas Marins e Ronaldo S. Giannichi 
Conceitos, antropometria, medidas motoras e físicas, avaliação do 
componente cardiorrespiratório, prescrição de exercícios, bateria de testes e noções 
Avaliação Física - Guia Prático - Edição Especial 
Fundação de Pesquisas Vida Plus 
Conceitos, como montar laboratório de avaliação física, como definir 
uma bateria de testes, avaliação antropometrica, somatotipia, composição corporal, 
avaliação postural, avaliação espirometrica, flexibilidade, potência aerobia, potência 
anaeróbia, resistência muscular localizada, agilidade, força e procedimentos e 
Avaliação Médica e Física - para Atletas e Praticantes de Atividades 
Esporte e atividades físicas na atualidade, esporte e atividades físicas 
em clubes e academias, importância das avaliações médicas e físicas, implantanção 
os, aspectos administrativos e legais, projetos e plantas, avaliação médica, 
anamnese, avaliação física, testes de avaliação física, testes de força muscular, 
testes de resistência muscular localizada, testes de flexibilidade, testes de 
os, composição corporal, avaliação postural, testes médicos, 
primeiros socorros, teste de medida de consumo máximo de oxigênio.
114 
valiação somativa, Avaliação alternativa, A 
medida dos objetivos cognitivos por meio de testes escritos, Avaliação da atividade 
física e da aptidão física em adultos Avaliação da atividade física e da aptidão física 
ortivas e motoras, Medidas psicológicas no 
Benefícios da Atividade Física para saúde, Avaliação Funcional, 
o Muscular, Avaliação de Força e de 
Resistência Muscular, Avaliação Cardiorespiratória, Dobras Cutâneas, Metodologia 
de Avaliação da Flexibilidade, Interpretação de teste ergonométrico, Bioimpedância. 
Guia Prático 
Conceitos, antropometria, medidas motoras e físicas, avaliação do 
componente cardiorrespiratório, prescrição de exercícios, bateria de testes e noções 
Conceitos, como montar laboratório de avaliação física, como definir 
, composição corporal, 
avaliação postural, avaliação espirometrica, flexibilidade, potência aerobia, potência 
anaeróbia, resistência muscular localizada, agilidade, força e procedimentos e 
ra Atletas e Praticantes de Atividades 
Esporte e atividades físicas na atualidade, esporte e atividades físicas 
em clubes e academias, importância das avaliações médicas e físicas, implantanção 
os, aspectos administrativos e legais, projetos e plantas, avaliação médica, 
anamnese, avaliação física, testes de avaliação física, testes de força muscular, 
testes de resistência muscular localizada, testes de flexibilidade, testes de 
os, composição corporal, avaliação postural, testes médicos, 
primeiros socorros, teste de medida de consumo máximo de oxigênio. 
 
 
Título:Medidas e Avaliação em Ciências do Esporte
Autor:Paulo Eduardo Carnaval
Editora:Sprint 
Assunto:Avaliação Antropom
postural, avaliação das valências físicas, baterias de testes de habilidade motora e 
avaliação ventilatória. 
 
Título:Avaliação Física
Autor:Roberto Fernandes da Costa
Editora:Fitness Brasil - 
Assunto:Montagem do departamento de avaliação física, procedimentos para a 
realização da avaliação, avaliação de aspectos posturais, avaliação da composição 
corporal, avaliação de aspectos neuromusculares, avaliação de aspectos 
neuromusculares, avaliação d
laudos. 
 
Título:Testes em Ciência do Esporte 
Autor:Centro de Estudos do Laboratório de Aptidão Física de São Caetano do Sul 
- CELAFISCS 
Editora:Gráficos Buriti 
Assunto:Aspectos gerais, medidas antropométricas, medidas da potência 
anaeróbica, medidas da potência aeróbica, medidas da velocidade, medidas da 
agilidade, medidas da maturação biológica, estatísica, flexibilidade e anamnese 
geral. 
 
Título:Manual para os teste
Autor:Comissão de peritos sobre a pesquisa em matéria de desporto
Editora:Ministério da Educação 
Assunto:Recomendação n r(87) 9 Eurofit, com os fatores, resistência 
cardiorrespiratória, força estática, força explosiva, força funcional, força de tronco, 
velocidade-coordenação, velocidade dos membros, agilidade, eqüilibro, medidas 
antropométricas e dados de identificação.
 
Título:Testes, Medidas e Avaliação em Educação Física e Esportes 
Autor:Francisco José Gondim Pitanga
Editora:Gráfica da Universidade Federal da Bahia
Assunto:Conceitos e definições, critérios para avaliação de testes de aptidão 
física, objetivos e procedimentos para avaliação da aptidão física, fatores de risco 
para doenças coronarianas,métodos para avaliação dos níveis de prática de 
atividade física, antropometria, avaliação da aptidão física e propostas de medida e 
avaliação em educação física.
Medidas e Avaliação em Ciências do Esporte 
Paulo Eduardo Carnaval 
Avaliação Antropométrica, avaliação Somatotipológica, avaliação 
postural, avaliação das valências físicas, baterias de testes de habilidade motora e 
Avaliação Física 
Roberto Fernandes da Costa 
 Collection 
Montagem do departamento de avaliação física, procedimentos para a 
realização da avaliação, avaliação de aspectos posturais, avaliação da composição 
corporal, avaliação de aspectos neuromusculares, avaliação de aspectos 
neuromusculares, avaliação de aspectos metabólicos e softwares para emissão de 
Testes em Ciência do Esporte 
Centro de Estudos do Laboratório de Aptidão Física de São Caetano do Sul 
 
Aspectos gerais, medidas antropométricas, medidas da potência 
anaeróbica, medidas da potência aeróbica, medidas da velocidade, medidas da 
agilidade, medidas da maturação biológica, estatísica, flexibilidade e anamnese 
Manual para os testes Eurofit 
Comissão de peritos sobre a pesquisa em matéria de desporto
Ministério da Educação - Direção-Geral dos Desportos - Lisboa 
Recomendação n r(87) 9 Eurofit, com os fatores, resistência 
estática, força explosiva, força funcional, força de tronco, 
coordenação, velocidade dos membros, agilidade, eqüilibro, medidas 
antropométricas e dados de identificação. 
Testes, Medidas e Avaliação em Educação Física e Esportes 
Francisco José Gondim Pitanga 
Gráfica da Universidade Federal da Bahia 
Conceitos e definições, critérios para avaliação de testes de aptidão 
física, objetivos e procedimentos para avaliação da aptidão física, fatores de risco 
as coronarianas,métodos para avaliação dos níveis de prática de 
atividade física, antropometria, avaliação da aptidão física e propostas de medida e 
avaliação em educação física. 
115 
étrica, avaliação Somatotipológica, avaliação 
postural, avaliação das valências físicas, baterias de testes de habilidade motora e 
Montagem do departamento de avaliação física, procedimentos para a 
realização da avaliação, avaliação de aspectos posturais, avaliação da composição 
corporal, avaliação de aspectos neuromusculares, avaliação de aspectos 
e aspectos metabólicos e softwares para emissão de 
Centro de Estudos do Laboratório de Aptidão Física de São Caetano do Sul 
Aspectos gerais, medidas antropométricas, medidas da potência 
anaeróbica, medidas da potência aeróbica, medidas da velocidade, medidas da 
agilidade, medidas da maturação biológica, estatísica, flexibilidade e anamnese 
Comissão de peritos sobre a pesquisa em matéria de desporto 
Lisboa - Portugal 
Recomendação n r(87) 9 Eurofit, com os fatores, resistência 
estática, força explosiva, força funcional, força de tronco, 
coordenação, velocidade dos membros, agilidade, eqüilibro, medidas 
Testes, Medidas e Avaliação em Educação Física e Esportes 
Conceitos e definições, critérios para avaliação de testes de aptidão 
física, objetivos e procedimentos para avaliação da aptidão física, fatores de risco 
as coronarianas,métodospara avaliação dos níveis de prática de 
atividade física, antropometria, avaliação da aptidão física e propostas de medida e 
 
 
Título:Fisiologia e Avaliação Funcional 
Autores:Paulo de Tarso V. 
Editora:Sprint 
Assunto:Concepções para a realização da Avaliação Funcional, conceito de e 
avaliação, aptidão física e seus componentes, critérios de autenticidade cientifica, 
seleção e apuração de testes, estrutura sistê
composição da avaliação funcional, anamnese, avaliação cineatropométrica, 
avaliação da flexibilidade, avaliação da força e resistência muscular, avaliação da 
aptidão cardiorespiratória.
 
Título:Manual de Avaliação Física
Autor:José Fernandes Filho
Editora:Editora Vermelhinho
Assunto:recomendações para avaliação, como avaliar, peso, altura, 
circunferências, diâmetros, composição corporal, teste abdominal, flexão de braços, 
teste de salto vertical, teste de dinamômetro manua
de wingate, ergometria, tipos de prova de esforço, protocolos de Astrand, Fox e 
Balke, Nowaki, Bruce, Ellestad, Balke e prescrição de treinamento e conclusões.
 
Título:Avaliação em Educação Física 
Autor:Maria Augusta Peduti Dal"molin Kiss
Editora:Editora Manole Ltda
Assunto:Conceitos, tipos de avaliação, critérios de seleção de testes e provas, 
metabolismo energético e treinamento, respostas cardiovaculares, aplicações 
praticas, avaliação da endurace e resistência, disposição de baterias de testes 
físicos,baterias para crianças e adolescentes, baterias AAHPER, CAHPER, ICSPFT.
 
Título:Medidas e Avaliação em Educação Física
Autor:Donald K. Mathews
Editora:Interamericana
Assunto:Introdução a medição e avaliação, seleção do teste, análise escores de 
um teste, medição da força, teste de aptidão motora, aptidão motora geral, testes 
para habilidades desportivas, testes cardiovasculares, medição da nutrição e 
somatótipo, avaliação do m
social. 
 
Título:Aptidão Física e Desempenho Atlético
Autor:Watson 
Editora:Guanabara Koogan 
Assunto:Fatores do desempenho físico, fatores de aptidão física, características 
do treinamento, aquecimento, tipos de unidade motora, métodos de treinamento e 
Fisiologia e Avaliação Funcional 
Paulo de Tarso V. Farinatti & Walace David Monteiro 
Concepções para a realização da Avaliação Funcional, conceito de e 
avaliação, aptidão física e seus componentes, critérios de autenticidade cientifica, 
seleção e apuração de testes, estrutura sistêmica da avaliação funcional, 
composição da avaliação funcional, anamnese, avaliação cineatropométrica, 
avaliação da flexibilidade, avaliação da força e resistência muscular, avaliação da 
aptidão cardiorespiratória. 
Manual de Avaliação Física 
José Fernandes Filho 
Editora Vermelhinho 
recomendações para avaliação, como avaliar, peso, altura, 
circunferências, diâmetros, composição corporal, teste abdominal, flexão de braços, 
teste de salto vertical, teste de dinamômetro manual, teste de flexibilidade, teste 
de wingate, ergometria, tipos de prova de esforço, protocolos de Astrand, Fox e 
Balke, Nowaki, Bruce, Ellestad, Balke e prescrição de treinamento e conclusões.
Avaliação em Educação Física - Aspectos Biológicos e 
Maria Augusta Peduti Dal"molin Kiss 
Editora Manole Ltda 
Conceitos, tipos de avaliação, critérios de seleção de testes e provas, 
metabolismo energético e treinamento, respostas cardiovaculares, aplicações 
liação da endurace e resistência, disposição de baterias de testes 
físicos,baterias para crianças e adolescentes, baterias AAHPER, CAHPER, ICSPFT.
Medidas e Avaliação em Educação Física 
Donald K. Mathews 
Interamericana 
Introdução a medição e avaliação, seleção do teste, análise escores de 
um teste, medição da força, teste de aptidão motora, aptidão motora geral, testes 
para habilidades desportivas, testes cardiovasculares, medição da nutrição e 
somatótipo, avaliação do mecanismo do corpo, avaliação do desenvolvimento 
Aptidão Física e Desempenho Atlético 
Guanabara Koogan - 1986 
Fatores do desempenho físico, fatores de aptidão física, características 
do treinamento, aquecimento, tipos de unidade motora, métodos de treinamento e 
116 
Concepções para a realização da Avaliação Funcional, conceito de e 
avaliação, aptidão física e seus componentes, critérios de autenticidade cientifica, 
mica da avaliação funcional, 
composição da avaliação funcional, anamnese, avaliação cineatropométrica, 
avaliação da flexibilidade, avaliação da força e resistência muscular, avaliação da 
recomendações para avaliação, como avaliar, peso, altura, 
circunferências, diâmetros, composição corporal, teste abdominal, flexão de braços, 
l, teste de flexibilidade, teste 
de wingate, ergometria, tipos de prova de esforço, protocolos de Astrand, Fox e 
Balke, Nowaki, Bruce, Ellestad, Balke e prescrição de treinamento e conclusões. 
 Educacionais 
Conceitos, tipos de avaliação, critérios de seleção de testes e provas, 
metabolismo energético e treinamento, respostas cardiovaculares, aplicações 
liação da endurace e resistência, disposição de baterias de testes 
físicos,baterias para crianças e adolescentes, baterias AAHPER, CAHPER, ICSPFT. 
Introdução a medição e avaliação, seleção do teste, análise escores de 
um teste, medição da força, teste de aptidão motora, aptidão motora geral, testes 
para habilidades desportivas, testes cardiovasculares, medição da nutrição e 
ecanismo do corpo, avaliação do desenvolvimento 
Fatores do desempenho físico, fatores de aptidão física, características 
do treinamento, aquecimento, tipos de unidade motora, métodos de treinamento e 
 
avaliação dos níveis de aptidão.
 
Título: Avaliação Biométrica em Educação Física
Autor: MEC - Ministério da Educação e Cultura 
Editora: MEC 
Assunto:Generalidades sobre medição e avaliação, ficha biométrica, seleção de 
medidas, noções de estatísticas, avaliação das dimensões e proporções do corpo, 
avaliação do estado nutritivo, medida da capacidade vital, avaliação do 
crescimento, biotipologia, diferenciação sexual e a importância da avaliação 
Biotipológica em Educação Física.
 
Título: Physical Test -
Autor: Terrazul informática ltda
Assunto: Anamnese, risco coronariano, medidas antropométricas, índice de 
relação cintura-quadril, composição corporal, avaliação cardiorespiratória, avaliação 
neuromotora, avaliação postural.
 
 
Título:Antropometria 
Autor:Edio Luiz Petroski (organizador)
Editora:Gráfica Editora 
Assunto:História da Antropometria, alturas e comprimetria, dobras cutâneas, 
perímetros, diâmetros ósseos e equações antropométricas: 
estudo da composição corporal.
 
Título:Avaliação da Composição ao Corporal Aplicada
Autor:Vivian H. Heyward & Lisa M. Stolarczyk
Editora:Manole 
Assunto:Metodologia da composição corporal, fundamentos da composição 
corporal, método de dobras cutâneas, métodos de impedância bioelétrica, métodos 
de interactância de infravermelho, métodos de composição corporal e equações 
para populações específicas (crianças, idosos, grupos étnicos diferentes, patologias, 
atletas) coletânea de equaç
 
Título:Composição Corporal 
Autor:Roberto Fernandes da Costa
Editora:Manole - Coleção Fitness Brasil
Assunto:Composição corporal, aptidão e saúde, técnicas de avaliação da 
composição corporal,recursos da informát
avaliação dos níveis de aptidão. 
Avaliação Biométrica em Educação Física 
tério da Educação e Cultura - Prof. Romeu Rodrigues de Souza
Generalidades sobre medição e avaliação, ficha biométrica, seleção de 
medidas, noções de estatísticas, avaliação das dimensões e proporções do corpo, 
tritivo, medida da capacidade vital, avaliação do 
crescimento, biotipologia, diferenciação sexual e a importância da avaliação 
Biotipológica em Educação Física. 
- Sistema de Avaliação Física - Manual de utilização
informática ltda 
Anamnese, risco coronariano, medidasantropométricas, índice de 
quadril, composição corporal, avaliação cardiorespiratória, avaliação 
neuromotora, avaliação postural. 
Composição Corporal 
Antropometria - Técnicas e Padronizações 
Edio Luiz Petroski (organizador) 
Gráfica Editora - Pallotti 
História da Antropometria, alturas e comprimetria, dobras cutâneas, 
perímetros, diâmetros ósseos e equações antropométricas: subsídios para uso no 
estudo da composição corporal. 
Avaliação da Composição ao Corporal Aplicada 
Vivian H. Heyward & Lisa M. Stolarczyk 
Metodologia da composição corporal, fundamentos da composição 
do de dobras cutâneas, métodos de impedância bioelétrica, métodos 
de interactância de infravermelho, métodos de composição corporal e equações 
para populações específicas (crianças, idosos, grupos étnicos diferentes, patologias, 
atletas) coletânea de equações. 
Composição Corporal - Teoria e Prática da Avaliação 
Roberto Fernandes da Costa 
Coleção Fitness Brasil 
Composição corporal, aptidão e saúde, técnicas de avaliação da 
corporal,recursos da informática aplicados da composição, equações de 
117 
Prof. Romeu Rodrigues de Souza 
Generalidades sobre medição e avaliação, ficha biométrica, seleção de 
medidas, noções de estatísticas, avaliação das dimensões e proporções do corpo, 
tritivo, medida da capacidade vital, avaliação do 
crescimento, biotipologia, diferenciação sexual e a importância da avaliação 
Manual de utilização 
Anamnese, risco coronariano, medidas antropométricas, índice de 
quadril, composição corporal, avaliação cardiorespiratória, avaliação 
História da Antropometria, alturas e comprimetria, dobras cutâneas, 
subsídios para uso no 
Metodologia da composição corporal, fundamentos da composição 
do de dobras cutâneas, métodos de impedância bioelétrica, métodos 
de interactância de infravermelho, métodos de composição corporal e equações 
para populações específicas (crianças, idosos, grupos étnicos diferentes, patologias, 
 
Composição corporal, aptidão e saúde, técnicas de avaliação da 
ica aplicados da composição, equações de 
 
predição de densidade e gordura corporal.
 
Título:Controle do Peso Corporal 
nutrição 
Autor:Dartagnan Pinto Guedes & Joana Elisabete Ribeiro Pinto Guedes
Editora:Shape - 2003 
Assunto:Composição corporal, princípios, técnicas e aplicações, estrutura dos 
programas de controle do peso corporal, aspectos associados à orientação dietética, 
aspectos associados à prática da atividade física, controle do peso corporal em 
populações jovens, estimativas do consumo energético e das proporções de 
nutrientes, estimativas da demanda energética, estimativas dos parâmetros de 
composição corporal, sistemas computacionais utilizados nos programas de controle 
de peso corporal. 
 
 
Título:Controle do Peso Corporal 
nutrição 
Autor:Dartagnan Pinto Guedes & Joana Elisabete Ribeiro Pinto Guedes
Editora:Editora Midiograf
Assunto:Composição corporal, princípios, técnicas e aplicações, estrutura dos 
programas de controle do peso corporal, aspectos associados à orientação dietética, 
aspectos associados à prática da atividade física, controle do peso corporal em 
populações jovens, estimativas do consumo energético e das proporções de 
nutrientes, estimativas da demanda energética, estimativas dos parâmetros de 
composição corporal, sistemas computacionais utilizados nos programas de controle 
de peso corporal. 
 
Título:Crescimento Composição Corporal e Desempenho Motor de 
Crianças e Adolescentes
Autor:Dartagnan Pinto Guedes & Joana Elisabete Ribeiro Pinto Guedes
Editora:Balieiro 
Assunto:Importância de estudos sobre crescimento , composição corporal e o 
desempenho motor em crianças e adolescentes, implicações do crescimento e do 
desenvolvimento de crianças e adolescentes, crescimento e desenvolvimento dos 
tecidos e dos sistemas orgânicas, recursos utilizados no estudo do crescimento e da 
composição corporal, recursos utilizados no estudo do desempenho motor, 
influência da maturação biológica, influência
ambiente, associação entre prática da atividade física e aspectos morfológicos e 
funcionais, estudos populacionais envolvendo variáveis de crescimento, composição 
corporal e desempenho motor, aspectos metodológicos, curvas
relação à idade e ao sexo, proposição de indicadores referencias, comparações com 
outros estudos, atendimento dos critérios de saúde.
 
predição de densidade e gordura corporal. 
Controle do Peso Corporal - Composição corporal atividade física e 
Dartagnan Pinto Guedes & Joana Elisabete Ribeiro Pinto Guedes
 
Composição corporal, princípios, técnicas e aplicações, estrutura dos 
programas de controle do peso corporal, aspectos associados à orientação dietética, 
aspectos associados à prática da atividade física, controle do peso corporal em 
es jovens, estimativas do consumo energético e das proporções de 
nutrientes, estimativas da demanda energética, estimativas dos parâmetros de 
composição corporal, sistemas computacionais utilizados nos programas de controle 
ontrole do Peso Corporal - Composição corporal atividade física e 
Dartagnan Pinto Guedes & Joana Elisabete Ribeiro Pinto Guedes
Editora Midiograf 
Composição corporal, princípios, técnicas e aplicações, estrutura dos 
programas de controle do peso corporal, aspectos associados à orientação dietética, 
aspectos associados à prática da atividade física, controle do peso corporal em 
populações jovens, estimativas do consumo energético e das proporções de 
ivas da demanda energética, estimativas dos parâmetros de 
composição corporal, sistemas computacionais utilizados nos programas de controle 
Crescimento Composição Corporal e Desempenho Motor de 
Crianças e Adolescentes 
Dartagnan Pinto Guedes & Joana Elisabete Ribeiro Pinto Guedes
Importância de estudos sobre crescimento , composição corporal e o 
desempenho motor em crianças e adolescentes, implicações do crescimento e do 
nças e adolescentes, crescimento e desenvolvimento dos 
tecidos e dos sistemas orgânicas, recursos utilizados no estudo do crescimento e da 
composição corporal, recursos utilizados no estudo do desempenho motor, 
influência da maturação biológica, influência dos aspectos genéticos e do meio 
ambiente, associação entre prática da atividade física e aspectos morfológicos e 
funcionais, estudos populacionais envolvendo variáveis de crescimento, composição 
corporal e desempenho motor, aspectos metodológicos, curvas de distância em 
relação à idade e ao sexo, proposição de indicadores referencias, comparações com 
outros estudos, atendimento dos critérios de saúde. 
118 
Composição corporal atividade física e 
Dartagnan Pinto Guedes & Joana Elisabete Ribeiro Pinto Guedes 
Composição corporal, princípios, técnicas e aplicações, estrutura dos 
programas de controle do peso corporal, aspectos associados à orientação dietética, 
aspectos associados à prática da atividade física, controle do peso corporal em 
es jovens, estimativas do consumo energético e das proporções de 
nutrientes, estimativas da demanda energética, estimativas dos parâmetros de 
composição corporal, sistemas computacionais utilizados nos programas de controle 
Composição corporal atividade física e 
Dartagnan Pinto Guedes & Joana Elisabete Ribeiro Pinto Guedes 
Composição corporal, princípios, técnicas e aplicações, estrutura dos 
programas de controle do peso corporal, aspectos associados à orientação dietética, 
aspectos associados à prática da atividade física, controle do peso corporal em 
populações jovens, estimativas do consumo energético e das proporções de 
ivas da demanda energética, estimativas dos parâmetros de 
composição corporal, sistemas computacionais utilizados nos programas de controle 
Crescimento Composição Corporal e Desempenho Motor de 
Dartagnan Pinto Guedes & Joana Elisabete RibeiroPinto Guedes 
Importância de estudos sobre crescimento , composição corporal e o 
desempenho motor em crianças e adolescentes, implicações do crescimento e do 
nças e adolescentes, crescimento e desenvolvimento dos 
tecidos e dos sistemas orgânicas, recursos utilizados no estudo do crescimento e da 
composição corporal, recursos utilizados no estudo do desempenho motor, 
dos aspectos genéticos e do meio 
ambiente, associação entre prática da atividade física e aspectos morfológicos e 
funcionais, estudos populacionais envolvendo variáveis de crescimento, composição 
de distância em 
relação à idade e ao sexo, proposição de indicadores referencias, comparações com 
 
Título:Composição Corporal 
Autor:Dartagnan Pinto Guedes
Editora:APEF - 1994 
Assunto:Importância do estudo da composição corporal, técnicas empregadas no 
estudo da composição, técnica densiométrica, técnica de espessura do tecido 
subcutâneo, emprego de equações para a predição dos parâmetros da composição 
corporal. 
 
 
Título:Avaliação da Flexibilidade 
Sanny 
Autor:Gizele de Assis Monteiro
Editora:Sanny 
Assunto:Conceito da flexibilidade, como medir a flexibilidade, articulações e 
movimentos para serem avaliados,
idade, com desportos e exemplos de ficha de anamnese e ficha de avaliação.
 
Título:Manual de Goniometria 
Autor:Cynthia C. Norkin e D. Joyce White
Editora:Artes Medicas 
Assunto:Conceito básicos, procedimentos de avaliação da extremidades 
superiores, ombro, cotovelo e antebraço, punho e mão e extremidades inferiores 
como quadril, joelho, tornozelo e pé.
 
Título:Manual de Instruções 
Autor:Abdalla Achour Júnior 
Editora:Editora Midiograf
Assunto:Porque avaliar a flexibilidade, como utilizar o fleximeter, tabelas de 
avaliação angulares de Leighton, padrões de avaliação, model
avaliação e sugestões de leitura.
 
Título:Manual de Goniometria
Autora:Amélia Pasqual Marques
Editora:Editora Manole 
Assunto:Princípios do método, normas para medir os ângulos articulares dos 
membros superiores, inferiores e coluna vert
 
Composição Corporal - princípios, técnicos e aplicações
Dartagnan Pinto Guedes 
Importância do estudo da composição corporal, técnicas empregadas no 
estudo da composição, técnica densiométrica, técnica de espessura do tecido 
subcutâneo, emprego de equações para a predição dos parâmetros da composição 
 
Flexibilidade 
Avaliação da Flexibilidade - Manual de utilização do Flexímetro 
Gizele de Assis Monteiro 
Conceito da flexibilidade, como medir a flexibilidade, articulações e 
movimentos para serem avaliados, níveis de flexibilidade para saúde,relação com a 
idade, com desportos e exemplos de ficha de anamnese e ficha de avaliação.
Manual de Goniometria - Medida do Movimento Articular
Cynthia C. Norkin e D. Joyce White 
 
Conceito básicos, procedimentos de avaliação da extremidades 
superiores, ombro, cotovelo e antebraço, punho e mão e extremidades inferiores 
como quadril, joelho, tornozelo e pé. 
Manual de Instruções - Fleximeter - Avaliando a Flexibilidade
Abdalla Achour Júnior - (Instituto Code de Pesquisa) 
Editora Midiograf 
Porque avaliar a flexibilidade, como utilizar o fleximeter, tabelas de 
avaliação angulares de Leighton, padrões de avaliação, modelo de ficha de 
avaliação e sugestões de leitura. 
Manual de Goniometria 
Amélia Pasqual Marques 
 
Princípios do método, normas para medir os ângulos articulares dos 
membros superiores, inferiores e coluna vertebral. 
Populações Especiais 
119 
princípios, técnicos e aplicações 
Importância do estudo da composição corporal, técnicas empregadas no 
estudo da composição, técnica densiométrica, técnica de espessura do tecido 
subcutâneo, emprego de equações para a predição dos parâmetros da composição 
Manual de utilização do Flexímetro 
Conceito da flexibilidade, como medir a flexibilidade, articulações e 
níveis de flexibilidade para saúde,relação com a 
idade, com desportos e exemplos de ficha de anamnese e ficha de avaliação. 
Medida do Movimento Articular 
Conceito básicos, procedimentos de avaliação da extremidades 
superiores, ombro, cotovelo e antebraço, punho e mão e extremidades inferiores 
Avaliando a Flexibilidade 
Porque avaliar a flexibilidade, como utilizar o fleximeter, tabelas de 
o de ficha de 
Princípios do método, normas para medir os ângulos articulares dos 
 
 
Título:Teste de Aptidão Física para Jovens com Necessidades Especiais 
Manual Brockport de Testes
Autor:Joseph P. Winnick & Francis X. Short
Editora:Manole 
Assunto:Construção do teste, populações
de Brockport de aptidão física, perfis, roteiros para seleção de testes e padrões, 
aplicação dos testes e seus itens, testando crianças com deficiências severas, 
tabelas de índices de massa corporal, como construir e adquirir materiais para 
testes especiais. 
 
Título: Avaliação do Idoso 
Autora: Sandra Marcela Mahecha Matsudo
Editora: Editora Midiograf 
Assunto: Aspectos gerais da avaliação, critérios da a
da aptidão física, avaliação da capacidade funcional, avaliação psico
avaliação do consumo alimentar e avaliação do nível de atividade física.
 
 
Fita de Vídeo: Antropometria 
Autor: João Carlos Bouzas Marins 
Produtora: Canal 4 Video Comunicação 
 
 
 
Cd-ron: Testes em Ciências do Esporte 
Autor: Celafiscs - Victor K. R. Matsudo
Produtora: FGA multimidia
 
Cd-ron: Avaliação da Composição Corporal 
Autor: Roberto Fernandes da Costa
Produtora: FGA multimidia
 
* Este material está disponível no site www.saudetotal.com.br
 
Teste de Aptidão Física para Jovens com Necessidades Especiais 
Manual Brockport de Testes 
Joseph P. Winnick & Francis X. Short 
Construção do teste, populações-alvo, conceitos, utilização dos testes 
de Brockport de aptidão física, perfis, roteiros para seleção de testes e padrões, 
aplicação dos testes e seus itens, testando crianças com deficiências severas, 
assa corporal, como construir e adquirir materiais para 
Avaliação do Idoso - Física & Funcional 
Sandra Marcela Mahecha Matsudo 
Editora Midiograf - 2000 
Aspectos gerais da avaliação, critérios da avaliação do idoso, avaliação 
da aptidão física, avaliação da capacidade funcional, avaliação psico-
avaliação do consumo alimentar e avaliação do nível de atividade física.
Meio de Multimidia 
Antropometria - Medidas e Avaliação no Esporte 
João Carlos Bouzas Marins 
Canal 4 Video Comunicação 
Testes em Ciências do Esporte 
Victor K. R. Matsudo 
FGA multimidia 
ão da Composição Corporal 
Roberto Fernandes da Costa 
FGA multimidia 
* Este material está disponível no site www.saudetotal.com.br 
120 
Teste de Aptidão Física para Jovens com Necessidades Especiais - 
alvo, conceitos, utilização dos testes 
de Brockport de aptidão física, perfis, roteiros para seleção de testes e padrões, 
aplicação dos testes e seus itens, testando crianças com deficiências severas, 
assa corporal, como construir e adquirir materiais para 
valiação do idoso, avaliação 
-social, 
avaliação do consumo alimentar e avaliação do nível de atividade física. 
Medidas e Avaliação no Esporte 
121 
 
 
 
ANEXO 2 
 
 
ANÁLISE POSTURAL 
 
Nome: Idade: 
Sexo: ( )Mas.( )Fem. Lateralidade: ( )Dir. ( )Esq. ( )Cruzada 
Tel.: Peso: kg Altura: m IMC: kg/m² 
 
VISTA ANTERIOR 
Alinhamento dos olhos 
( ) Normal ( ) Elev. Olho Dir. ( )Elev. Olho Esq. 
Distúrbios de refração 
( ) Normal ( )Miopia ( )Astigmatismo ( )Hipermetropia 
Teste de convergência 
( ) normal ( )Divergência do olho direito ( )Divergência do olho esquerdo 
Alinhamentoda Cabeça 
( ) Normal ( ) Rotação à Direita ( ) Rotação à Esquerda 
( ) Inclinada à Direita ( ) Inclinação à Esquerda 
Alinhamento dos Ombros 
( )Normal ( ) Elevação Direita ( ) Elevação Esquerda 
( ) Predominância Muscular Direita ( ) Predominância Muscular Esquerda 
Alinhamento da Linha Mamilar 
( ) Mamilos Alinhados ( ) Elevação Direita ( ) Elevação Esquerda 
( ) Predominância Muscular Direita ( ) Predominância Muscular Esquerda 
Tronco 
122 
 
( ) Alinhado ( ) Inclinação Direita ( ) Inclinação Esquerda 
( ) Rotação Direita ( ) Rotação Esquerda 
Altura das mãos 
( )Normal ( ) Elevação Direita ( ) Elevação Esquerda 
Quadril 
( ) Alinhado ( ) Inclinação Direita ( ) Inclinação Esquerda 
( ) Rotação Direita ( ) Rotação Esquerda 
Joelhos 
( ) Normais ( ) Rotação Interna Direita ( ) Rotação Interna Esquerda 
( ) Rotação Externa Direita ( ) Rotação Externa Esquerda 
Pernas 
( ) Normal ( ) Geno Varo ( ) Geno Valgo 
Pé 
( ) Normal ( ) Levemente Plano ( ) Acentuadamente Plano 
( ) Pé abduto ( ) Pé adulto 
Pé de Apoio 
( ) Apoio Normal ( ) Apoio Medial ( ) Apoio Lateral 
 
VISTA LATERAL 
Alinhamento da Cabeça 
( ) Normal ( ) Anterpulsão Leve ( ) Anterpulsão Acentuada ( ) Retropulsão 
Projeções dos Ombros 
( ) Normal ( ) Projeção Leve ( ) Projeção Acentuada ( ) Retração 
Curvaturas da Coluna Vertebral 
( ) Normal ( ) Hiper-Cifose ( ) Costas Planas ( ) Hiper-Lordose ( ) Dorso Plano 
Alinhamento do Quadril 
( ) Normal ( ) Anteversão ( ) Retroversão 
123 
 
Alinhamento dos Joelhos 
( ) Normal ( ) Geno Recurvato ( ) Geno Flexo 
 
 
VISTA POSTERIOR 
Alinhamento dos Ombros 
( ) Alinhados ( ) Elevação Direita ( ) Elevação Esquerda 
( ) Predominância Muscular Direita ( ) Predominância Muscular Esquerda 
Alinhamento das Escápulas 
( ) Normas ( ) Aduzidas ( ) Abduzidas 
( ) Elevadas ( ) Deprimidas 
Linha Espondiléa Coluna 
( ) Alinhada ( ) Curva em “C” Direita ( ) Curva em “C” Esquerda 
( ) Curva em “S” 
Quadril 
( ) Alinhado ( ) Inclinação Direita ( ) Inclinação Esquerda 
( ) Rotação Direita ( ) Rotação Esquerda 
Glúteo 
( ) Alinhados ( ) Direito Mais Alto ( ) Esquerdo Mais Alto 
Linha Poplítea 
( ) Alinhada ( ) Elevação do Lado Direito ( ) Elevação do Lado Esquerdo 
Tendão Calcâneo 
( ) Normal ( ) Abduto ( ) Adulto 
VISTA ANTERIOR COM FLEXÃO DE TRONCO 
( ) Gibosidade Dorsal Direita ( ) Gibosidade Dorsal Esquerda ( ) Gibosidade Lombar 
Direita 
( ) Gibosidade Lombar Esquerda 
 
124 
 
 
 
ANEXO 3 
Ficha de Avaliação Funcional 
 
Nome: Idade: Estatura (m) 
Telefone: Peso (kg) 
Profissão: Índice Ponderal 
Data da Avaliação: Ind. de Conicidade 
Data de Nascimento: Ind. de Massa Corporal 
Perímetros (cm) Dobras Cutâneas (mm) Diâmetros ósseos (cm) 
Ante-braço (dir) Tricipital Biestilóide 
Braço (dir) Subescapular Biepicondiliano 
Ante-braço (esq) Suprailíaca Bicondiliano 
Braço (esq) Abdominal Bimaleolar 
Coxa prox. (dir) Supraespinhal 
Coxa prox. (esq) Coxa Guedes 
Coxa medial (dir) Coxa Pollock 
Coxa medial (esq) Panturrilha 
 Coxa distal (dir) Peitoral 
 Coxa distal (esq) Axilar Média 
Panturrilha (dir) Biceps 
Panturrilha (esq) 
Abdome Somatório Pollock 3 dobras 
Cintura (m) Somatório Pollock 7 dobras 
 
Tórax 
Somatório Guedes 3 
dobras 
Pescoço 
Composição Corporal Faulkner Comp. Corporal Pollock (3Dobras) Comp. Corporal Pollock (7Dobras) 
%Gordura %Gordura %Gordura 
Peso de gordura Peso de gordura Peso de gordura 
LBM (massa magra) LBM (massa magra) LBM (massa magra) 
Peso Ósseo Peso Ósseo Peso Ósseo 
Peso Muscular Peso Muscular Peso Muscular 
Peso Residual Peso Residual Peso Residual 
 Composição Corporal Guedes Composição Corporal Futrex Composição Corporal Omrom 
%Gordura %Gordura %Gordura 
Peso de gordura Peso de gordura Peso de gordura 
LBM (massa magra) LBM (massa magra) LBM (massa magra) 
Peso Ósseo Peso Ósseo Peso Ósseo 
Peso Muscular Peso Muscular Peso Muscular 
Peso Residual Peso Residual Peso Residual 
Somatotipo 
Endomorfia Mesomorfia Ectomorfia 
125

Mais conteúdos dessa disciplina