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Sistema Nervoso ORGANIZAÇÃO FUNCIONAL DO CORPO HUMANO E CONTROLE DO MEIO INTERNO • “Fisiologia" tem origem grega • "physis" significa "fisio" ou "natureza das coisas" • "logos" significa "logia" ou "estudo“ • “estudo do funcionamento normal de um organismo vivo, considerando os processos químicos e físicos” ORGANIZAÇÃO FUNCIONAL DO CORPO HUMANO E CONTROLE DO MEIO INTERNO • As células interagem para manter a homeostase • Comunicação seletiva pela membrana plasmática • Homeostase • Regulação do meio interno • “um meio interno relativamente constante” ORGANIZAÇÃO FUNCIONAL DO CORPO HUMANO E CONTROLE DO MEIO INTERNO Fluido extracelular Sódio Cloreto Íons bicarbonato Nutrientes para as células Fluido intracelular Potássio Magnésio Íons fosfato • [ ] diferentes entre fluidos extra e intracelulares são mantidas de modo que a célula apresenta carga - em seu interior e + na parte externa • Por que existe essa diferença de concentrações de íons e nutrientes? • 1. Algumas substâncias que penetram nas células são utilizadas rapidamente • 2. As reações químicas que ocorrem dentro das células também produzem novas substâncias • 3. A permeabilidade seletiva de substâncias ORGANIZAÇÃO FUNCIONAL DO CORPO HUMANO E CONTROLE DO MEIO INTERNO As diferenças de [ ] entre o LIC e o LEC causam uma diferença de carga entre a membrana interna e a externa, que levam aos chamados potenciais elétricos, que são responsáveis pela transmissão dos impulsos nervosos e pelo controle da contração muscular (GUYTON E HALL, 2006). Sistema Nervoso: organização, divisão e funções • O sistema nervoso auxiliado pelo sistema endócrino é responsável pela manutenção da homeostase VISÃO GERAL Nos permite perceber e interagir com o ambiente Nos possibilita responder física e emocionalmente ao mundo Sistema Nervoso Central – Encéfalo e medula espinhal Sistema Nervoso Periférico – nervos e componentes fora do SNC COMPONENTES CELULARES • Base para a construção das funções complexas desempenhadas Neurônios • Cerca de 100 milhões • Cada um tem contato com mais de mil outros • Circuitos ou redes – informações conscientes e inconscientes Células da glia • Apoiam e protegem os neurônios • São mais numerosas (10:1) • Também participam da atividade neuronal • Reservatório de células-tronco • Propiciam a resposta imunológica a inflamações e lesões NEURÔNIOS • São as células excitáveis do sistema nervoso • Sinais são propagados por potenciais de ação • Comunicação é feita por sinapses Produção de hormônios, proteínas e neurotransmissores Halo de retículo endoplasmático, atestando a alta taxa metabólica dos neurônios TRANSPORTE ANTERÓGRADO Corpo Celular ao longo do axônio até a sinapse Neurotransmissores necessários à sinapse TRANSPORTE RETRÓGRADO Terminal sináptico até o corpo celular Ele é essencial para o vaivém dos fatores tróficos, da periferia para o soma TIPOS DE NEURÔNIOS • Classificação Tamanho Morfologia Neurotransmissores TIPOS DE NEURÔNIOS Multipolares • Encéfalo e na medula espinal • Dendritos ramificam-se diretamente do corpo celular e possui um axônio único Pseudounipolares • Encontrados nos gânglios espinhais • Apresentam um ramo periférico do axônio que recebe a informação sensorial da periferia e a envia para a medula espinal, sem passar pelo corpo celular – não modificam o sinal Bipolares • Encontrados na retina e no epitélio olfatório • Possuem um único dendrito principal, que recebe o input sináptico, que, por sua vez, é transportado para o corpo da célula e daí para a camada de células seguinte, via axônio TIPOS DE SINAPSES • Contato entre duas células neuronais para propagação do potencial de ação • Sinapses axodendríticas (mais comuns) • Sinapses axossomáticas • Sinapses axoaxônicas CÉLULAS DA GLIA • São componentes essenciais da função do SNC • Oligodendroglias e as células de Schwann – bainha de mielina • Astrócitos - homeostase de íons e nas funções nutritivas • Células NG2 (polidendrócitos) - reserva de células tronco do SNC • Micróglias são as células imunológicas do encéfalo ASTRÓCITOS Fibrosos (substância branca), protoplasmáticos (substância cinzenta) e células de Müller (retina) Apoiam e estimulam os neurônios Reciclam o excesso de neurotransmissores da sinapse e mantêm a homeostase de íons ao redor dos neurônios Possuem papel na sinalização e modificação do sinal OLIGODENDROGLIA • São as células mielinizantes do SNC • Um oligodendrócito pode mielinizar múltiplos axônios • Bainha de Mielina • Camada isolante e protetora • Suporte trófico • Protege e organiza a distribuição dos canais iônicos ao longo do axônio • Nós neurofibrosos - lacunas na bainha de mielina para passagem de íons CÉLULAS DE SCHWANN • São as células mielinizadoras do SNP • Um célula de Schwann mieliniza apenas um único axônio • Na junção neuromuscular • Capta o excesso de neurotransmissores e mantém a homeostase iônica, facilitando a transdução do sinal MICROGLIA • São as células imunes do SNC • Distribuem-se por todo SNC • É ativada pela liberação de moléculas inflamatórias • São recrutadas para as áreas de lesão neuronal • Fagocitam detritos celulares • Envolvidas na apresentação do antígeno CÉLULAS NG2 (POLIDENDRITOS) • Descoberta recentemente • Atuam como células-tronco • Geração de glias e neurônios • “Promessa” para as doenças desmielinizantes • Podem receber inputs sinápticos diretos dos neurônios • Implicações funcionais não estão bem elucidadas CÉLULAS EPENDIMÁRIAS • Revestem os ventrículos e separam o líquido cerebrospinal (LCS) do tecido nervoso • Algumas têm uma função especializada como parte do plexo coroide (que produz LCS) BARREIRA HEMATENCEFÁLICA • Auxilia na manutenção da homeostase • Perfeita regulação • Isola e protege o encéfalo • Células endoteliais no SNC se ligam por junções apertadas • O transporte pela BHE • Difusão de pequenas moléculas lipofílicas, água e gás • Outras substâncias – transporte ativo SINALIZAÇÃO NEURONAL • Regula desde funções primitivas até movimentos delicados e precisos • Recepção e codificação da informação, processamento e elaboração da resposta adequada • Membranas neuronais são especializadas na geração de sinais elétricos SINALIZAÇÃO NEURONAL • Impulso nervoso ou potencial de ação por variação na permeabilidade iônica da membrana • Dependem das sinapses • Pulsos podem levar variações de potencial cuja polaridade depende do sinal da corrente aplicada • Hiperpolarização – interior da célula mais – • Despolarização – interior da célula mais + ou menos - SINALIZAÇÃO NEURONAL • Necessário se atingir o limiar de excitabilidade • Quando se atinge o limiar, os impulsos se propagam sem alteração significativa de forma e amplitude • A cada ponto gera-se um novo potencial de ação ao longo da membrana • “Lei do tudo ou nada” • Período refratário • Absoluto – membrana é inexcitável • Relativo – membrana recupera gradativamente sua excitabilidade SINALIZAÇÃO NEURONAL • Potenciais são gerados e a medida que o impulso caminha pelo axônio, seu retorno é impedido pelo período refratário absoluto SINALIZAÇÃO NEURONAL • Bainha de mielina permitiu condução mais rápida do impulso • É interrompida regularmente pelos nós de Ranvier • Corrente tende a fluir através destes segmentos • Fluxo iônico na membrana é função do gradiente eletroquímico e dependente da condutância da membrana ao íon Membrana em repouso – potencial – 70 mV [ ] sódio maiorextracelular – favorável à sua entrada na célula Permeabilidade da membrana ao sódio é extremamente baixa em repouso Potencial de ação produz aumento da condutância ao sódio Ocorre a despolarização e a inversão de polaridade da membrana Entrada do sódio cria um gradiente eletroquímico favorável à saída de potássio Repolarização SINALIZAÇÃO NEURONAL • Canais de sódio voltagem dependentes • Pode existir em 3 estados: fechado, aberto e inativado SINALIZAÇÃO NEURONAL • A manutenção dos gradientes de concentração destes íons depende da atividade da Sódio/Potássio-ATPase, comumente chamada de bomba de sódio e potássio TRANSMISSÃO SINÁPTICA SINAPSES ELÉTRICAS E QUÍMICAS • Zonas de comunicação entre uma célula nervosa e a célula seguinte • Elétricas e químicas • Sinapses elétricas • Passagem direta de corrente elétrica de uma célula para outra • Regiões especializadas – junções comunicantes TRANSMISSÃO SINÁPTICA • Sinapses químicas – liberação de um mediador químico • Terminação pré-sináptica • Mitocôndrias e vesículas Despolarização - liberação de neurotransmissores na fenda sináptica Receptores pós- sinapticos reconhecem um neurotransmissor e elaboram uma resposta específica Reciclagem ou remoção e degradação dos neurotransmissores TRANSMISSÃO SINÁPTICA • Não há prejuízos de houverem diferenças entre os elementos pré e pós-sinápticos • Liberação de neurotransmissores, abertura de canais iônicos na membrana pós-sináptica e a cascata de ações gerada produzem a amplificação dos sinais transmitidos ao longo da cadeia neural • Mais plástica e versátil Vantagens da sinapse química TRANSMISSÃO SINÁPTICA TRANSMISSÃO SINÁPTICA SINAPSES CENTRAIS • A transmissão do SNC se dá por sinapses químicas • A estimulação elétrica de diferentes nervos produz variações de potencial de membrana de pequena amplitude • Despolarizantes/Excitadoras • Geralmente a ativação é por abertura dos canais de sódio e potássio • Hiperpolarizantes/Inibidoras • Abertura dos canais de cloro TRANSMISSÃO SINÁPTICA • Somação temporal é definida como a soma de potenciais pós-sinápticos sucessivos gerados pela estimulação repetitiva de uma única sinapse TRANSMISSÃO SINÁPTICA • A chamada somação espacial é definida como a soma de efeitos de duas ou mais sinapses distintas ativadas simultaneamente TRANSMISSÃO SINÁPTICA NEUROQUÍMICA SINÁPTICA • Diversas moléculas foram identificadas como neurotransmissores em diversos tipos de sinapses centrais • São responsáveis pelos efeitos eletrofisiológicos excitatórios e inibidores • Peptídeos neuroativos também podem ter efeito modulador importante na atividade neural TRANSMISSÃO SINÁPTICA TRANSMISSÃO SINÁPTICA • Liberação do neurotransmissor envolve etapas • Mobilização das vesículas • Fusão com a membrana • Exocitose do conteúdo vesicular • Cálcio parece ter múltiplas funções no processo TRANSMISSÃO SINÁPTICA • Liberação do neurotransmissor e geração da resposta • Potencial de ação próximo a terminação pré-sináptica produz uma despo- larização que abre canais de cálcio voltagem-dependentes • Influxo de cálcio mobiliza as vesículas contendo neurotransmissor • Neurotransmissor é liberado por exocitose, atravessa a fenda sináptica e combina-se com receptores pós-sinápticos POTENCIAL DE AÇÃO ORGANIZAÇÃO GERAL DOS SISTEMAS SENSORIAIS • Organismos buscam adaptar-se ao ambiente em que vive – integração de múltiplas ações • Organização de respostas - informações corporais ou ambientais • Conjunto formado pelos sensores capazes de detectar os diferentes tipos de informação, vias por onde trafegarão as informações e circuitos responsáveis pelo processamento – Sistema Sensorial Recepção Transdução Transmissão Processamento ORGANIZAÇÃO GERAL DOS SISTEMAS SENSORIAIS • Temos que perceber o mundo para que possamos agir sobre ele • Importante interação entre percepção e ação ORGANIZAÇÃO GERAL DOS SISTEMAS SENSORIAIS • Sensibilidades - interoceptiva e exteroceptiva • Cada modalidade sensorial destina-se à detecção de um determinado tipo de energia • Surgimento das modalidades sensoriais e suas modificações evolutivas são determinadas por pressões adaptativas impostas ao organismo pelo ambiente • Percepção do estímulo pode ser consciente ou não • Visão e audição • Pressão de oxigênio no sangue Diferentes níveis de organização no processamento da informação sensorial Receptores sensoriais - interface que vincula os estímulos sensoriais ao sistema nervoso Vias e circuitos sensoriais, que transmitem e iniciam o processamento dessa informação Centros superiores de integração, responsáveis pela construção perceptiva ORGANIZAÇÃO GERAL DOS SISTEMAS SENSORIAIS ORGANIZAÇÃO GERAL DOS SISTEMAS SENSORIAIS RECEPTORES SENSORIAIS • São responsáveis pela transdução dos sinais • Possuem características morfológicas e funcionais distintas • Detecção de diferentes estímulos • Especificidade para um estímulo reside nos mecanismos moleculares envolvidos no processo de transdução ORGANIZAÇÃO GERAL DOS SISTEMAS SENSORIAIS • Transdução - inicia pela detecção de um estímulo • Inicia-se um potencial gerador, por alteração do potencial elétrico da membrana • Sinal elétrico alcança as regiões do receptor onde um impulso nervoso poderá ser iniciado direção ao SNC • O impulso é gerado na fibra nervosa aferente que conduzirá a informação sensorial até o SNC ORGANIZAÇÃO GERAL DOS SISTEMAS SENSORIAIS • Na fibra nervosa aferente, a descarga de potenciais de ação • Frequência proporcional à amplitude do potencial gerador • Intensidade de um estímulo é codificada pela quantidade de receptores recrutados naquele estímulo • Receptor pode apresentar um potencial gerador cuja amplitude declina com o tempo, mesmo na presença de um estímulo sensorial contínuo e de intensidade constante – adaptação sensorial ORGANIZAÇÃO GERAL DOS SISTEMAS SENSORIAIS • Neurônio sensorial primário associado ao receptor sensorial • Divergência – projeta-se para vários outro neurônios • Convergência – um mesmo neurônio recebe projeções de diferentes unidades sensoriais ORGANIZAÇÃO GERAL DOS SISTEMAS SENSORIAIS • Propriedades da percepção são estreitamente relacionadas aos mecanismos neurais envolvidos na codificação da informação sensorial Detecção • Habilidade de detectar se um estímulo ocorreu ou não. • Limiar perceptivo Mensuração • Além da detecção, sua intensidade também deverá ser medida Resolução • A distinção entre dois estímulos depende do limiar diferencial ORGANIZAÇÃO GERAL DOS SISTEMAS SENSORIAIS CENTROS SUPERIORES DE INTEGRAÇÃO • Detectados e percebidos apenas os aspectos de um estímulo que podem ser identificados e processados • Após a recepção e transdução, a informação sensorial se propaga por uma fibra nervosa aferente primária para o SNC • Informação é transferida para outros estágios de processamento • À medida que o processamento sensorial vai envolvendo vias e circuitos mais complexos, aumenta muito a diversidade e a complexidade do repertório de possíveis respostas do organismo ORGANIZAÇÃO GERAL DOS SISTEMAS SENSORIAIS • A geração da percepção também depende de outros fatores: Contexto sensorial em que ocorre Memórias disponíveis pelo indivíduo Maior ou menor alocação atencional destinada à tarefa em execução Componentes motivacional e afetivo que caracterizam o momento em que ocorre aquela particular construção perceptiva Sistema Nervoso Autônomo Introdução Sistema Nervoso Autônomo • Transmite todas as informaçõesdo SNC para o resto do corpo com exceção do músculo esquelético • Encontra-se, em grande parte, fora da influência do controle voluntário Sistema Nervoso Autônomo Sistema nervoso autônomo Contração e relaxamento da musculatura lisa Secreções exógenas e algumas endógenas Batimentos cardíacos Metabolismo energético no fígado e no músculo Contração voluntária de músculo esquelético SNA - •Diferenças morfológicas entre o Simpático e o Parassimpático 1. posição do neurônio pré-ganglionar 2. posição do neurônio pós-ganglionar 3. tamanho das fibras pré-ganglionares 4. tamanho das fibras pós-ganglionares Sistema Nervoso Autônomo Diferenças entre o Simpático e Parassimpático: Posição dos neurônios pré-ganglionares: Simpático - localizam-se na medula torácica e lombar; Parassimpático – Tronco encefálico e na medula sacral Posição dos neurônios pós – ganglionares: Simpático – localizam-se longe das vísceras e próximo da coluna vertebral; Parassimpático – Localizam-se próximos ou dentro das vísceras Tamanho das fibras pré e pós - ganglionares: Simpático – pre-ganglionar é curta e pós – ganglionar é longa; Parassimpático – pré-ganglionar é longa e a pós-ganglionar é curta Sistema Nervoso Autônomo MÚSCULO ESQUELÉTICO Ach Sistema motor somático ÓRGÃOS VISCERAIS Músculo liso Músculo cardíaco Glândulas Tecido adiposo Nor e Adr Ach Ach SNA Parassimpático Ach Nor Ach SNA Simpático Gl. sudoríparas NT pós-ganglionar é a Ach NEUROTRANSMISSÃO DO SNA •Diferenças farmacológicas entre o Simpático e Parassimpático F. pré-ganglionares simpáticas – acetilcolina F. pós-ganglionares simpáticas – noradrenalina (maioria) F. pós-ganglionares parassimpaticas - acetilcolina Sistema Nervoso Autônomo • O SNA controla: - musculatura lisa (visceral e vascular) - secreções exócrinas (e algumas endócrinas) - a FC - alguns processos metabólicos ( utilização de glicose) • As ações do sistema simpático e parassimpático são opostas em algumas situações - controle da FC - músculo liso gastrointestinal Sistema Nervoso Autônomo • As ações do sistema simpático e parassimpático NÃO são opostas em algumas situações - glândulas salivares - músculo ciliar • A atividade simpática aumenta no estresse (comportamento de “luta-ou-fuga”) • A atividade parassimpática predomina durante a saciedade e repouso. • Ambos os sistemas exercem um controle fisiológico contínuo de órgãos específicos em condições normais. Sistema Nervoso Autônomo ÓRGÃO ESTIMULAÇÃO PARASSIMPÁTICA ESTIMULAÇÃO SIMPÁTICA ÍRIS Miose (m. circular) Midríase (m. radial) CRISTALINO Acomodação para perto (m. ciliar ) Acomodação para longe (m. ciliar) GLÂNDULAS -Salivares -Digestivas -Lacrimais -Sudoríparas Salivação copiosa (+) Estimulação da secreção Diminuição do lacrimejamento não tem inervação Salivação viscosa (+) Diminuição da secreção Lacrimejamento (vasodilataçâo e secreção) Sudorese * T. GASTROINTESTINAL -Esfíncteres -Parede -Vesícula biliar Abertura ( relaxamento) Aumento da motilidade Contraída Fechamento (contração) Diminuição da motilidade Relaxada PÂNCREAS ENDÓCRINO Aumenta a secreção de insulina Reduz a secreção de insulina FÍGADO Síntese de glicogênio Liberação de glicose TECIDO ADIPOSO não tem inervação Lipólise e liberação de acido graxo BEXIGA URINÁRIA -Parede -Esfíncter Contraído (esvaziamento) Relaxado Relaxado (enchimento) Contraído CORAÇÃO Bradicardia Taquicardia e aumento da força de contração BRÔNQUIOS Broncoconstrição (contração) Broncodilatação (relaxamento) VASOS SANGUINEOS não tem inervação vasoconstrição PÊNIS Ereção Ejaculação * O NT pós-ganglionar é a Ach NEUROTRANSMISSÃO DO SNA