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JAQUELINE DE OLIVEIRA SILVA
 
 
 
 
 
 
 
 Relatório de Aula Prática - Microbiologia Básica
 
 
 
 
 
 
 
 RUBIATABA-GO
 2025
 
 Microbiologia Básica
 
 
 
 Relatório apresentado à Universidade Pitágoras Unopar
Anhanguera, como requisito para o aproveitamento
da Disciplina Microbiologia Básica
JAQUELINE DE OLIVEIRA SILVA
Superior Tecnologia em Radiologia
3° Semestre
 
 
 
 
 
 
 RUBIATABA-GO
 2025
 
 SUMÁRIO
INTRODUÇÃO....................................................................................1
DESENVOLVIMENTO.........................................................................2
ATIVIDADE PROPOSTA 1..................................................................2
ATIVIDADE PROPOSTA 2..................................................................5
ATIVIDADE PROPOSTA 3..................................................................7
ATIVIDADE PROPOSTA 4...................................................................8
CONCLUSÃO.......................................................................................9
REFERENCIAS....................................................................................10
INTRODUÇÃO
 Ao analisar a microbiologia básica, compreendemos que ela estuda a natureza e as propriedades dos microrganismos, enfatizando suas características morfológicas, fisiológicas e bioquímicas, além das condições especificas necessárias para seu crescimento e reprodução. A microbiologia também investiga o metabolismo dos microrganismos, suas características genéticas e ecológicas, e suas interações com outros organismos e hospedeiros, incluindo sua capacidade de causar doenças.
 Com base nesse entendimento, as aulas práticas foram divididas em quatro procedimentos, com os seguintes objetivos: refletir sobre a técnica da lavagem das mãos, compreendendo sua importância na prevenção de infecções e na prática de antissepsia nos serviços de saúde: entender a classificação morfotintorial das bactérias por meio da coloração de Gram: conhecer as características e propriedades biológicas dos principais microrganismos patogênicos; identificar macro e microscopicamente as estruturas de culturas de fungos; e realizar antibiogramas utilizando o método de difusão em disco ( método de Kirby-Bauer), destacando a importância dessa técnica para a escolha adequada de antimicrobianos no tratamento de infecções.
DESENVOLVIMENTO
ATIVIDADE PROPOSTA 1
a) Reflexão sobre a importância da lavagem das mãos nos serviços de saúde.
 A lavagem das mãos é um procedimento de assepsia indispensável para prevenir o contágio tanto do profissional quanto do paciente. Algumas considerações devem ser feitas: Se a mão estiver visivelmente suja, deve-se lavar com água e sabão, não adianta higienizar apenas com álcool em gel. Todo procedimento a ser feito, do mais simples ao mais complexo, seja ele sinais vitais, medidas antropométricas ou passagem de sonda, deve-se lavar as mãos previamente. E dependendo do procedimento, as mãos deverão ser lavadas até duas vezes, a exemplo da sonda. 
b) Pesquisa da técnica correta da lavagem das mãos de acordo com o Ministério da Saúde.
 A primeira coisa a ser feita ao chegar na pia é retirar todos os adornos (relógio, pulseira, anel) - Não se deve encostar na pia. O ideal seria torneiras de sensor ou de pedal, porém não é isso que se verifica nos hospitais. O mais comum são as torneiras tradicionais (manuais), por isso deve se tomar cuidado para não se recontaminar. - Cuidado também com a lixeira. Se for de pedal, não há risco, este é o ideal. Se for o manual, evitar tocar. O aconselhável seria deixá-la entreaberta antes de lavar as mãos. - A lixeira usada para descarte do papel toalha é a comum (preto). - Não gastar muita água no procedimento higiene. - Após a lavagem das mãos, deve-se enxugá-las com papel toalha (sempre). - Não enxugar com toalha comum, pois como ela fica úmida depois que se enxuga as mãos, é um meio propício para bactérias que podem passar para nossas mãos. - Abrir a torneira com sutileza. Certificar-se de que está escorrendo pouca água, pois a torneira permanecerá aberta durante todo o procedimento. É importante seguir um passo a passo na lavagem das mãos, para se certificar de que toda a área seja higienizada: 
1.Molha-se as mãos e deposita o detergente na palma das mãos. 
2.Fricção na palma das mãos (em torno de 10 fricções) 
3.E seguida lava-se o dorso de ambas as mãos 
4.Lava-se os polegares com movimentos únicos 
5.Unhas (através de um movimento rotatório sobre a palma das mãos)
6.E para finalizar, lava-se os pulsos (também com movimentos únicos).
 
Após a lavagem das mãos, com o papel toalha, fecha-se a torneira e joga o papel utilizado na lixeira (que está entreaberta). Após a lavagem não se deve chacoalhar as mãos, pois ao fazer isso a água do local mais sujo (próximo aos punhos) escorre para o local mais limpo (Ponta dos dedos). O passo seguinte é o enxugamento das mãos que deve ser feito de cima (falanges) para baixo (pulso), que é da área que está mais limpa para a que está mais suja. A seguir, pega-se o papel toalha e com movimentos de batidas seca-se primeiramente a palma das mãos. Agora com o verso do papel (se não estiver muito molhado) seca-se o dorso. Lembrando que o movimento é de cima para baixo. Luva estéreo vêm normalmente embaladas. 
 O profissional deverá se posicionar em frente ao móvel a uma distância segura da luva para que não haja contaminação. Antes de calçar as luvas, todos os materiais estéreis a serem usados no procedimento devem ser colocados sob a embalagem de papel que também está estéreo (campo estéreo). Passo a passo: Após verificar o lado certo de cada luva, fazendo o uso das abas centrais, abre-se a parte interna da embalagem. O papel não deve voltar a tocar na luva, para evitar que isto ocorra quando se posicionar o papel na mesa deve-se esticá-lo fazendo uso das extremidades. Deve-se calçar primeiro a mão dominante, segura-se a luva com a mão não dominante pela parte externa da dobra. Ao colocar a mão dominante, deve-se alocar a luva até o punho, mantendo a dobra. Para calçar a mão não dominante, com a mão enluvada segura a luva pela parte interna da dobra. Em seguida desliza-se a mão para dentro da luva procurando alocar cada dedo no seu espaço correspondente e parar a luva quando a dobra estiver desfeita Cuidado para não encostar a parte estéril da luva no antebraço. Se algum dedo ficou fora de sua posição, deve-se corrigir o posicionamento da mão não dominante e em seguida o da mão dominante. Para descalçar as luvas deve-se começar pela mão dominante. Segurando a parte externa da luva, de forma a não encostar no antebraço, deve-se puxar totalmente a luva. Em seguida descalça a segunda mão da mesma forma. Descarte das luvas estéreis: A mão desenluvada entra por dentro da luva da mão não dominante e puxa até encobrir parte da luva que está segurando. Em seguida deve-se juntar as duas luvas e desprezar no lixo integrante. Este procedimento evita o contato com a matéria orgânica e dessa forma evita a contaminação. Luvas de procedimento Uma das técnicas utilizadas para se calçar a luva de procedimento: Lavar as mãos previamente; em seguida calça-se primeiro a mão dominante colocando primeiro o polegar, depois gira-se a luva e coloca-se os dedos restantes. Em seguida calça a outra mão da mesma forma. As luvas de procedimento não são estéreis, por isso não se faz necessário tomar tanto cuidado com seu calçamento e descarte,como se tem com a luva estéreo.
 Alternativamente, a higienização pode ser realizada com uma preparação alcoólica, especialmente em situações onde a lavagem com água e sabão não é possível. Dessa forma, a ANVISA disponibiliza orientações detalhadas sobre as duas técnicas, destacando a importância de cada passo no processo de higienização para garantir a eficácia na remoção de microrganismos.
 
 
 
C) Preparo do etanol 70%.
 Para preparar o álcool 70%, utiliza-se cálculos matemáticos para misturar as substâncias corretamente. Um exemplo simples é o preparo de 1 litro de solução de cloreto de sódio a 1g/L, a partir de uma solução estoque a 10g/L. Nesse caso, seriam necessários 100 Ml da solução estoque, diluídos com 900 ml de solvente. Esse mesmo raciocínio pode ser aplicado à produção de etanol 70%, partindo de uma solução estoque com concentração de 96%.
 A solução de álcool etílico 70% é amplamente utilizada na higienização das mãos e na desinfecção de superfícies e objetos. Sua eficácia é maior quando diluído em água, pois essa diluição evita a evaporação rápida, permitindo que o álcool atue de forma eficiente sobre os microrganismos. Dessa forma, o etanol age desnaturando as proteínas dos microrganismos, ou seja, ele altera sua estrutura tridimensional, impedindo que as proteínas desempenhem suas funções.
ATIVIDADE PROPOSTA 2
a) Pesquisa da técnica da Coloração de Gram.
 Coloração de Gram É chamado de coloração de Gram o método de coloração utilizado para diferenciar espécies bacterianas em dois grupos, bactérias gram-positivas e gram-negativas. Entre os fatores que irão diferenciar gram-positivos de gram-negativos, está a coloração das bactérias, a composição e propriedades químicas e físicas das paredes celulares. O método consiste no tratamento de uma amostra de uma cultura bacteriana crescida em meio sólido ou líquido, com um corante primário, o cristal violeta, seguido de tratamento com um fixador, o lugol. Tanto bactérias Gram-positivas quanto Gram negativas absorvem de maneira idêntica o corante primário e o fixador, adquirindo uma coloração violeta devido à formação de um complexo cristal violeta-iodo, insolúvel, em seus citoplasmas. Segue-se um tratamento com um solvente orgânico, o etanol-acetona. O solvente dissolve a porção lipídica das membranas externas das bactérias Gram negativas e o complexo cristal violeta-iodo é removido, descorando as células. Por outro lado, o solvente desidrata as espessas paredes celulares das bactérias Gram-positivas e provoca a contração dos poros do peptidoglicano, tornando-as impermeáveis ao complexo; o corante primário é retido e as células permanecem coradas. A etapa da descoloração é crítica, pois a exposição prolongada ao solvente provoca a remoção do cristal violeta dos dois tipos de bactérias, podendo produzir resultados falsos. A retenção ou não do corante primário é, portanto, dependente das propriedades físicas e químicas das paredes celulares bacterianas tais como espessura, densidade, porosidade e integridade. Em seguida, a amostra é tratada com um corante secundário, a fucsina básica. Ao microscópio, as células Gram-positivas aparecerão coradas em violeta escuro e as Gram-negativas em vermelho ou rosa escuro. Células de bactérias Gram-positivas, células velhas, mortas ou com envelopes danificados por agentes físicos ou químicos, tendem a perder o cristal violeta e uma mesma amostra bacteriana pode exibir parte ou todas as células coradas como Gram-negativas. Portanto, o uso de material fresco é importante. Por outro lado, resultados do tipo "falso Gram-positivo" só são obtidos se o tratamento com etanol-acetona for omitido. Procedimento Confeccionar o esfregaço; corar com violeta de cristal por 60 segundos; lavar com esguicho de água destilada; cobrir com Iodo de Gram ou Lugol por 60 segundos; lavar com esguicho de água destilada; descorar com álcool a 95%, ou acetona, 10-20 segundos; lavar com esguicho de água destilada; corar com safranina por 60 segundos lavar com água destilada, secar e observar ao microscópio. 
b) Quais são as diferenças entre as bactérias Gram-positivas e Gram negativas? 
 As bactérias Gram-negativas apresentam uma estrutura mais complexa, com uma parede celular mais fina, porém envolta por uma membrana lipídica externa e um espaço periplasmático. As bactérias Gram-negativas são classificadas pela cor que adquirem depois de submetidas a um processo químico denominado coloração de Gram. As bactérias Gram negativas adquirem coloração vermelha quando se usa esse processo. As outras bactérias adquirem coloração azul. Elas são chamadas bactérias Gram-positivas. As bactérias gram-positivas destacam-se pelas várias camadas de peptidoglicano em sua parede. Já a parede da bactéria gram-negativa é mais complexa e apresenta uma camada mais estreita de peptidoglicano, mas com uma membrana externa de lipopolissacarídeo e outras macromoléculas complexas.
ATIVIDADE PROPOSTA 3
a) Pesquisa das diferenças estruturas dos fungos filamentosos e leveduriformes.
 Existem três classificações utilizadas para os tipos de fungos: filamentosos (possuem suas células em forma de filamentos tubulares denominados de hifas, e o seu conjunto é chamado de micélio), leveduriformes (apresentam suas células em um formato arredondado ou ovalado e são chamadas de leveduras) e dimórficos (a depender da temperatura podem se apresentar como fungo filamentoso ou leveduriforme). Os fungos filamentosos podem ter hifas septadas ou cenocíticas. A maioria dos fungos apresenta hifas septadas, ou seja, que são divididas pelos chamados septos. Os septos são paredes transversais perfuradas por um poro que permite a comunicação entre as células, garantindo a passagem até mesmo de organelas celulares. Já os fungos de leveduriformes são eucariontes, possuindo apenas um núcleo. Esse grupo de colônia, em aspecto físico, se caracteriza por ser pastoso ou cremoso, sendo formado por organismos unicelulares de funções reprodutivas e vegetativas. Os fungos fazem parte da vida e rotina da maioria das pessoas. Eles estão presentes em alimentos, medicamentos e no nosso próprio organismo. Sua presença pode ser encontrada em qualquer tipo de ambiente e variam em forma e tamanho.
b) Compreender a importância das práticas de laboratório no reconhecimento dos fungos, especialmente aqueles de importância médica pelo potencial prejuízo à saúde do homem.
 Os fungos são organismos que desempenham tanto papéis benéficos quanto prejudiciais. Eles são essenciais na produção de alimentos, como cogumelos comestíveis, pães e bebidas alcoólicas, e na criação de medicamentos, como a penicilina e a ciclosporina. No entanto, também são capazes de causar doenças em humanos, animais e plantas, provocando alergias, infecções e afetando a produtividade agrícola.
 Apesar de existirem cerca de 250 mil espécies de fungos, menos de 150 são patogênicas para humanos. No campo medico, a identificação precisa dos fungos é fundamental, pois eles podem se apresentar como leveduras (unicelulares), bolores(multicelulares) ou fungos dimórficos, que alternam entre formas dependendo das condições ambientais. A realização de práticas laboratoriais é crucial para o reconhecimento desses fungos, especialmente aqueles de importância médica, devido ao seu potencial de causar sérios prejuízos à saúde humana.
 ATIVIDADE PROPOSTA 4
a) Pesquisa do método de disco difusão (Método de Kirby Bauer).
 Este método baseia-se na inibição do crescimento de um microrganismo semeado na superfície de um meio de cultura, onde se colocou discos de papel de filtro impregnado com um antimicrobiano de concentração padronizada. A leitura é feita 18 a 24 horas após a incubação e se baseia na presença ou não de um halo de inibiçãoao redor do disco. Os halos são medidos em milímetros com auxílio de uma régua, paquímetro ou dispositivo semelhante. A presença de halos de inibição do crescimento em torno dos discos de antibióticos (zona clara) é indicativa de sensibilidade da bactéria ao antibiótico analisado, enquanto sua ausência é indicativa de resistência. O simples aparecimento do halo não significa dizer, que o agente é sensível àquele antibiótico. Sendo assim, devemos levar em consideração a dificuldade destes exames laboratoriais serem adequados à identificação de novos mecanismos de resistência bacteriana, um exemplo, é o uso indiscriminado de antibióticos que pode alterar a resistência das bactérias que causam doenças e tornar o medicamento ineficaz no seu combate. Além de dificultar o tratamento, isso também pode afetar outras bactérias que ajudam o nosso organismo a funcionar corretamente.
b) Compreender a técnica de disco de difusão e a importância sobre as práticas de laboratório no reconhecimento da sensibilidade de um antimicrobiano que possa ser uma estratégia terapêutica efetiva no tratamento de infecções.
 A técnica de disco de difusão é fundamental para avaliar a eficácia dos antibióticos no tratamento de infecções bacterianas. Esse método testa a sensibilidade ou resistência dos microrganismos a diferença antimicrobianos, ajudando a escolher o antibiótico mais eficaz e a dose adequada para cada caso.
 Os testes de sensibilidade aos antimicrobianos são realizados com amostras microbiológicas coletadas em ambientes laboratoriais e hospitalares. A técnica é particularmente importante quando há suspeita de que o agente infeccioso possa ter resistência a antibióticos comuns. Essa abordagem ajuda a selecionar o antibiótico mais eficaz e a determinar a dosagem correta, além de auxiliar no monitoramento da resistência antimicrobiana e na avaliação de novos medicamentos.
 Assim, os antibióticos podem ser bactericidas, que eliminam os microrganismos, ou bacteriostáticos, que apenas inibem a multiplicação dos microrganismos.
c) Debata a dificuldade destes exames laboratoriais serem adequados à identificação de novos mecanismos de resistência bacteriana, um fenômeno biológico cada vez mais frequente.
 A identificação de novos mecanismos de resistência bacteriana é um desafio crescente para os exames laboratoriais, exacerbado pelo uso indiscriminado de antibióticos e pela complexidade dos mecanismos de resistência. Em ambientes hospitalares, onde o uso intenso de antimicrobianos é comum, cepas resistentes se tornam predominantes, dificultando a detecção e a caracterização de novas formas de resistência (SILVA E NEUFELD, 2006).
 Os métodos tradicionais de teste de sensibilidade, como o disco de difusão e a diluição em ágar, podem não ser adequados para identificar novas resistências. Esses métodos frequentemente detectam apenas resistência baseada na atividade metabólica das bactérias, como aquelas que ocorrem em microrganismos metabolicamente inativos (OPLUSTIL et al., 2010).
CONCLUSÃO
 A realização das atividades práticas em microbiologia permitiu a aplicação dos conceitos teóricos estudados, proporcionando um aprendizado mais dinâmico e aprofundado. Durante as experiências no laboratório, foi possível compreender a importância das técnicas de assepsia, cultivo e identificação de microrganismos, fundamentais para a segurança e precisão dos resultados. 
 Além disso áreas, como a saúde, a indústria e o meio ambiente. O
manuseio correto dos materiais e o cumprimento das normas de biossegurança
foram essenciais para garantir um ambiente controlado e seguro. Dessa forma,
a aula prática contribuiu significativamente para o desenvolvimento das habilidades técnicas e do pensamento crítico, preparando os estudantes para futuras aplicações profissionais e pesquisas na área da microbiologia.
REFERÊNCIAS
Materiais – Aula Prática. Disponível em:
https://www.colaboraread.com.br/aluno/timeline/index/3250278802?
ofertaDisciplinaId=1844861. 
https://www.anvisa.gov.br/servicosaude/manuais/paciente_hig_maos.pdf. Acesso em: 14/09/2022.
https://www.infoescola.com/bioquimica/coloracao-de-gram/. Acesso em: 16/09/2022.
TORTORA, G. J.; FUNKE, B. R.; CASE, C. L. Microbiologia. 12. ed. Porto 
Alegre: Artmed, 2017.
MADIGAN, M. T.; BENDER, K. S.; BUCKLEY, D. H.; STAHL, D. A. Brock – 
Biologia dos Microrganismos. 15. ed. São Paulo: Pearson, 2019.
AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA. Como fazer higiene das mãos com preparação alcoólica e com sabonete liquido e água. Anvisa, [s.d.]. disponível em:
https://www20.anvisa.gov.br/segurancadopaciente/indes.php/publicacoes/category/higienizacao-das-maos.
BROOKS,G.F.;CARROLL, K.C.; BUTEL, J.S.; MORSE, S.A.; MIETZNER, T. A.; SENNA, J. P.M.; ROCHA-DE-SOUZA, C. M. Microbiologia médica de Jawetz, Melnick e Adelberg. 26. Ed. Porto Alegre: AMGH, 2014.
ANVISA, AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA. Segurança e Controle de Qualidade no laboratório de Microbiologia Clínica.
TORTORA, G. J.; CASE, C. L.; FUNKE, B. R. Microbiologia. 12. ed. Porto Alegre: Artmed, 2016.
https://brasilescola.uol.com.br/biologia/fungi.htm Acesso em: 16/09/2022.
https://www.anvisa.gov.br/servicosaude/controle/rede_rm/cursos/boas_praticas/
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