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Avaliação do Stress Térmico
Apresentação
1. OBJETIVO
Neste experimento, você irá avaliar a quantidade de calor presente num determinado ambiente de 
trabalho, em que se tenha a presença de um trabalhador operando um forno elétrico, através de 
uma série de medições com o Medidor de IBUTG (também conhecido como Medidor de Estresse 
Térmico), a fim de verificar se as atividades por ele realizadas poderão impactar na saúde dele, 
durante a sua jornada laboral.
 
Ao final deste experimento, você deverá ser capaz de:
montar o medidor de forma adequada;•
efetuar as medições corretamente, respeitando-se o descrito na NHO 06;•
avaliar se ocorreu uma sobrecarga térmica (estresse térmico).•
 
2. ONDE UTILIZAR ESSES CONCEITOS?
Nos processos em que tenhamos fontes artificiais geradoras de calor, temos, igualmente, a 
irradiação de uma certa quantidade de energia, sob a forma de ondas de calor, às quais dá-se o 
nome de calorimetria, uma vez que somente a temperatura, não é suficiente para descrever todos 
os fenômenos térmicos.
Portanto, a calorimetria é a unidade que vai medir a quantidade de calor no laboratório, sendo a 
“kilocaloria” (kcal), a unidade usada para se avaliar a quantidade de energia gasta na execução de 
uma determinada tarefa. Dessa forma, podemos dizer que um corpo adquire calor quando a sua 
temperatura sobe e o perde quando a sua temperatura cai. Portanto, o que é medido é a mudança 
na quantidade absoluta de calor que o corpo tem, capaz de, significativamente, alterar as taxas de 
metabolismo deste, deixando-o mais lento, desfocalizado, às vezes sonolento e trabalhando com 
baixa produtividade.
 
3. O EXPERIMENTO
Inicialmente, é importante diferenciar desconforto térmico de sobrecarga térmica, uma vez que o 
primeiro é um conceito mais subjetivo, dependendo da sensibilidade das pessoas, situações 
geográficas, climas, costumes, roupas e alimentação, enquanto a sobrecarga não, uma vez que a 
natureza humana é a mesma em qualquer parte do planeta. Portanto, o experimento consistirá em 
apurarmos, se ocorreu a sobrecarga térmica, que é a quantidade de energia que o organismo deve 
dissipar para atingir o equilíbrio térmico. Como o organismo gera calor devido à atividade celular, 
este calor é chamando de calor metabólico e é a combinação do calor gerado pelo metabolismo 
basal e o resultante da atividade física. Assim, para que o equilíbrio térmico seja mantido, a carga 
térmica metabólica deve ser dissipada.
 
4. SEGURANÇA
Esta prática não exige a utilização de EPIs, sendo, contudo, recomendável a utilização de um jaleco, 
com a finalidade de se diferenciar no ambiente que está sendo avaliado, o técnico dos eventuais 
trabalhadores. Por oportuno, ressalta-se o cuidado que se deve ter com o conjunto medidor, bem 
como com as instruções que devam ser dadas ao trabalhador objeto da avaliação, para que este não 
faça movimentos bruscos, nem que venha a tocar no equipamento.
 
5. CENÁRIO
O experimento será conduzido num ambiente fechado, sem a presença de carga solar, sendo que 
todos os componentes necessários para a sua correta execução, encontram-se na sala virtual do 
laboratório.
Bons estudos.
 
Sumário teórico
AVALIAÇÃO DO STRESS TÉRMICO
 
Os limites estabelecidos na NHO 06 são válidos apenas para trabalhadores sadios, com reposição 
de água e sais perdidos durante sua atividade, mediante orientação e controle médico e com o uso 
de vestimentas tradicionais, compostas por calça e camisa de manga longa ou macacão de tecido 
simples, que permitam a circulação de ar junto à superfície do corpo e viabilizem a troca de calor 
com o ambiente pelos mecanismos da convecção e evaporação do suor.
O limite de exposição ocupacional ao calor, é estabelecido com base no IBUTG médio ponderado 
(IBUTG) e na taxa metabólica média ponderada (M). Este é um limite horário e, portanto, deve ser 
respeitado em qualquer período de 60 minutos corridos ao longo da jornada de trabalho. Quando o 
trabalhador estiver exposto a uma única situação térmica, ao longo do período de 60 minutos 
considerados na avaliação, o IBUTG será o próprio IBUTG determinado para essa situação.
Uma vez determinados os parâmetros relacionados no item 2, deve ser calculado o IBUTG de cada 
situação térmica, em função da presença ou ausência de carga solar direta. Os dados a serem 
utilizados nestes cálculos são as temperaturas médias obtidas, segundo os critérios estabelecidos 
na NHO 06.
Deve ser atribuído o valor da taxa metabólica (M), para cada atividade física identificada, utilizando-
se como referência, o Quadro 1, da NHO 06 ou o Quadro nº 3, do Anexo 3, da NR15.
A partir dos IBUTGs de todas as situações térmicas, que compõem o ciclo de exposição do 
trabalhador objeto de estudo e dos valores de “M” atribuídos para todas as atividades físicas 
executadas por ele em seu ciclo de exposição, devem ser determinados o IBUTGm (IBUTG médio 
ponderado) e a Mm (M médio ponderado), representativo da exposição ao calor do referido 
trabalhador.
Os tempos de exposição a serem utilizados nas referidas equações, devem ser determinados com 
base no tempo total de duração de cada situação térmica e de cada atividade física, no período de 
60 minutos mais desfavorável da jornada de trabalho.
O IBUTGm e a Mm a serem utilizados como representativos da exposição ocupacional ao calor 
devem ser aqueles que, obtidos no mesmo período de 60 minutos corridos, resultem na condição 
mais crítica de exposição.
Os limites de exposição ocupacional ao calor para trabalhadores não aclimatizados (IBUTGMAX) 
estão apresentados na Tabela 1, da NHO 06, para os diferentes valores de M. Seus valores também 
são os adotados como NÍVEL DE AÇÃO para as exposições ocupacionais ao calor e ainda devem 
ser utilizados na avaliação de exposições eventuais, ou periódicas, em atividades nas quais os 
trabalhadores não estão expostos diariamente, tais como manutenção preventiva ou corretiva de 
fornos, forjas, caldeiras etc.
Para trabalhadores aclimatizados, os limites de exposição a serem utilizados são os apresentados na 
Tabela 2, da NHO 06. • Além dos limites estabelecidos nas Tabela 1 e 2, da NHO 06, deve ser 
observado o VALOR TETO, na Tabela 3, da NHO 06, acima do qual o trabalhador não pode ser 
exposto sem o uso de vestimentas e equipamentos de proteção adequados em nenhum momento 
da jornada de trabalho.
O IBUTG é calculado por meio das seguintes equações, para períodos de descanso no PRÓPRIO 
local de trabalho:
Para ambientes internos ou para ambientes externos SEM CARGA SOLAR direta.•
 
 
Para ambientes externos COM CARGA SOLAR direta.•
 
 
sendo:
tbn = temperatura de bulbo úmido natural (em °C)
tg = temperatura de globo (em °C)
tbs = temperatura de bulbo seco – temperatura do ar (em °C)
No entanto, se o período de descanso ocorrer em OUTRO LOCAL, que não seja o próprio local de 
trabalho, será necessário calcularmos a taxa de metabolismo média ponderada (M) e o IBUTG 
médio ponderado, tal como mostrado nas equações abaixo:
 
 
sendo:
Mt = taxa de metabolismo no local de trabalho
Tt = soma dos tempos (em minutos) que se permanece no local de trabalho
Md = taxa de metabolismo no local de descanso
Td = soma dos tempos (em minutos) que se permanece no local de descanso
As taxas de metabolismo Mt e Md serão obtidas, consultando-se o Quadro nº 3, do Anexo 3, da 
NR15 (pg. 21), alterado pela Portaria MTE Nº 1.359/2019.
Por conseguinte, teremos que, igualmente, calcular o IBUTG médio ponderado para uma hora, o 
qual será determinado pela seguinte fórmula:
 
 
sendo:
IBUTGt = valor do IBUTG no local de trabalho
Tt = soma dos tempos (em minutos) que se permanece no local de trabalho
IBUTGd = valor do IBUTG no local de descanso
Td = soma dos tempos (em minutos) que se permanece no local de descanso
No tocante à aclimatização, esta requer a realização de atividades físicas e exposições sucessivas e 
graduais ao calor, dentro de um plano, que deve ser estruturado e implementado sob supervisão 
médica, paraque, de forma progressiva, o trabalhador atinja as condições de sobrecarga térmica 
similares àquelas previstas para a sua rotina normal de trabalho. A aclimatização deve ser específica 
para o nível de sobrecarga térmica a que o trabalhador será submetido e, consequentemente, para 
a qual deverá estar adaptado.
São considerados não aclimatizados os trabalhadores:
I) que iniciarem atividades que impliquem exposição ocupacional ao calor;
II) que passarem a exercer atividades que impliquem exposição ocupacional ao calor mais críticas 
do que aquelas a que estavam expostos anteriormente;
III) que, mesmo já anteriormente aclimatizados, tenham se afastado da condição de exposição por 
mais de 7 (sete) dias;
IV) que tiverem exposições eventuais ou periódicas em atividades nas quais não estão expostos 
diariamente.
Para exposições ocupacionais abaixo ou igual ao nível de ação, não é necessária a aclimatização. 
Neste caso, o trabalhador não aclimatizado pode assumir de imediato a rotina normal de trabalho. • 
Para exposições acima do nível de ação, deve ser realizado um plano de aclimatização gradual. 
Neste caso, o trabalhador inicia suas atividades cumprindo um regime de trabalho mais ameno, que 
deve ter como ponto de partida os valores do nível de ação, sendo a sua exposição elevada, de 
forma progressiva, até atingir a condição da exposição ocupacional existente na rotina de trabalho 
(condição real).
Trabalhadores já aclimatizados, que passarem a exercer atividades que impliquem condições de 
exposição mais severas deverão ser submetidos à aclimatização adicional, sendo que o plano de 
aclimatização deverá ser elaborado a critério médico, em função das condições ambientais, 
individuais e da taxa de metabolismo relativa à rotina de trabalho.
As vestimentas utilizadas podem influenciar nas trocas de calor do corpo com o ambiente, devendo, 
portanto, ser consideradas na avaliação da exposição ocupacional ao calor. Assim, a correção para 
vestimentas deve ser realizada sempre que o trabalhador utilizar vestimentas ou EPIs diferentes 
dos uniformes tradicionais (compostos por calça e camisa de manga comprida) que prejudiquem a 
livre circulação do ar sobre a superfície do corpo, dificultando essas trocas de calor com o 
ambiente. Nestes casos, o IBUTG deve ser previamente corrigido, para depois ser comparado com 
os limites de exposição estabelecidos no Quadro 2, da NHO 06. Este Quadro apresenta 
incrementos para alguns tipos de vestimentas, que devem ser acrescidos ao IBUTG determinado, 
como representativo da exposição ocupacional do trabalhador avaliado. Nas situações em que o 
trabalhador utilizar EPIs ou roupas especiais diferentes dos citados no Quadro 2 acima, poderá 
ocorrer uma contribuição (positiva ou negativa), na condição de sobrecarga térmica do trabalhador. 
A quantificação desta variável é de caráter complexo, devendo ser analisada, caso a caso, pelo 
Higienista Ocupacional.
Quanto ao critério de julgamento e tomada de decisão, o Quadro 3, da NHO 06, apresenta 
considerações técnicas e a atuação recomendada para trabalhadores aclimatizados, em função dos 
valores de IBUTG e de M, determinados para a condição de exposição avaliada.
No tocante às medidas preventivas e corretivas, deve ser ressaltado que, mesmo que as exposições 
sejam consideradas aceitáveis, a adoção de medidas corretivas, que reduzam os níveis de 
exposição, se disponíveis ou viáveis, deve ser considerada prática positiva, uma vez que melhora as 
condições de trabalho e minimiza os riscos de danos à saúde.
Baseado nas informações anteriormente descritas, no laboratório virtual você irá avaliar as 
condições ambientais de determinados postos de trabalho, concluindo se há desconforto térmico 
ou sobrecarga térmica.
 
 
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
 
FERENCE Jr, Michael; LEMON, Harvey B; STEPHENSON, Reginald J. Curso de Física - CALOR. 1. 
ed. São Paulo: Ed. Edgard Blucher, 1974.
 
MORAES DE ARAÚJO, Giovanni; FNormas Regulamentadoras Comentadas. Rio de Janeiro: 
Gerenciamento Verde Consultoria, 4 ed, vol 1, 2003.
 
http://www.guiatrabalhista.com.br/legislacao/nr/nr15_anexoIII.htm
 
https://alextinoco.com/downloads/nho-06-avaliacao-da-exposicao-ocupacional-ao-calor/
 
https://alextinoco.com/downloads/nho-06-avaliacao-da-exposicao-ocupacional-ao-calor/
Roteiro
 
INSTRUÇÕES GERAIS
 
1. Neste experimento, você irá realizar a montagem de um medidor de stress térmico e a coleta de 
dados necessária para que sejam obtidas conclusões sobre o regime de trabalho analisado.
2. Utilize a seção “Recomendações de Acesso” para melhor aproveitamento da experiência virtual e 
para respostas às perguntas frequentes a respeito do Laboratório Virtual.
3. Caso não saiba como manipular o Laboratório Virtual, utilize o “Tutorial” presente neste Roteiro.
4. Caso já possua familiaridade com o Laboratório Virtual, você encontrará as instruções para 
realização desta prática na subseção “Procedimentos”.
5. Ao finalizar o experimento, responda aos questionamentos da seção “Avaliação dos Resultados”.
 
RECOMENDAÇÕES DE ACESSO
 
DICAS DE DESEMPENHO
 
Para otimizar a sua experiência no acesso aos laboratórios virtuais, siga as seguintes dicas de 
desempenho:
Feche outros aplicativos e abas: Certifique-se de fechar quaisquer outros aplicativos ou abas 
que possam estar consumindo recursos do seu computador, garantindo um desempenho mais 
eficiente.
•
Navegador Mozilla Firefox: Recomendamos o uso do navegador
Mozilla Firefox, conhecido por seu baixo consumo de recursos em comparação com outros 
navegadores, proporcionando uma navegação mais fluida.
•
Aceleração de hardware: Experimente habilitar ou desabilitar a aceleração de hardware no 
seu navegador para otimizar o desempenho durante o acesso aos laboratórios virtuais.
•
Requisitos mínimos do sistema: Certifique-se de que seu computador atenda aos requisitos 
mínimos para acessar os laboratórios virtuais. Essa informação está disponível em nossa 
Central de Suporte.
•
Monitoramento do sistema: Utilize o Gerenciador de Tarefas (Ctrl + Shift + Esc) para verificar o 
uso do disco, memória e CPU. Se estiverem em 100%, considere fechar outros aplicativos ou 
•
https://www.mozilla.org/pt-BR/firefox/new/
https://suporte-virtual.algetec.com.br/
reiniciar a máquina para otimizar o desempenho.
Teste de velocidade de internet: Antes de acessar, realize um teste de velocidade de internet 
para garantir uma conexão estável e rápida durante o uso dos laboratórios virtuais.
•
Atualizações do navegador e sistema operacional: Mantenha seu navegador e sistema 
operacional atualizados para garantir compatibilidade e segurança durante o acesso aos 
laboratórios.
•
 
PRECISA DE AJUDA?
 
Em caso de dúvidas ou dificuldades técnicas, visite nossa Central de Suporte para encontrar artigos 
de ajuda e informações para usuários. Acesse a Central de Suporte através do link: https://suporte-
virtual.algetec.com.br
Se preferir, utilize os QR Codes abaixo para entrar em contato via WhatsApp ou ser direcionado 
para a Central de Soporte. Estamos aqui para ajudar! Conte conosco!
 
 
 
DESCRIÇÃO DO LABORATÓRIO
 
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https://suporte-contato.algetec.com.br/
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MATERIAIS NECESSÁRIOS
Esfera de cobre;•
Frasco com água destilada;•
Módulo dos termômetros;•
Módulo-sensor do Medidor de Stress Térmico;•
Pavio de algodão em forma tubular;•
Tripé telescópio com regulagem de altura.•
 
PROCEDIMENTOS
 
OBSERVANDO A ATIVIDADE DE TRABALHO
Verifique na prancheta disponível sobre a bancada o resumo das atividades do padeiro. Observe o 
padeiro carregando o forno elétrico com as assadeiras de pão. Observe o padeiro ligando o forno e 
aguardando os pães assarem. Por fim, observe o padeiro removendo as assadeiras.
 
MONTANDO O EQUIPAMENTO MEDIDOR DE STRESS TÉRMICO
Posicione o tripéna região onde será feita a medição. Retire o módulo-sensor da maleta e conecte 
o módulo dos termômetros no encaixe do módulo-sensor. Encaixe o módulo-sensor no tripé. 
Encaixe a esfera preta de cobre na haste metálica do módulo-sensor, insira o pavio tubular de 
algodão na haste metálica do copo invertido e adicione água destilada no copo invertido. Aguarde 
aproximadamente 30 minutos para ligar o aparelho para atingir a estabilidade térmica nos sensores.
 
REALIZANDO AS MEDIDAS DE STRESS TÉRMICO
Ligue o aparelho indicador apertando o botão L/D, abaixo do visor, e aguarde a medição. Utilize o 
medidor de stress térmico para realizar medições da temperatura de Globo e Bulbo úmido a cada 
minuto do ciclo de trabalho do operador.
 
AVALIANDO OS RESULTADOS
Siga para a seção “Avaliação dos Resultados” e responda de acordo com o que foi observado nos 
experimentos, associando também com os conhecimentos aprendidos sobre o tema.
 
 
AVALIAÇÃO DOS RESULTADOS
 
1. Preencha a tabela abaixo com os valores de medição realizados durante o experimento.
 
2. Some os valores de 3 maiores medições de temperatura de globo e bulbo úmido e encontre a 
média deles. Quais foram os resultados obtidos?
3. A medição de temperatura de bulbo seco deve ser utilizada nessas medições? Justifique.
4. Realize o cálculo do IBUTG para as condições observadas no experimento.
5. Consulte o Quadro nº 3, do Anexo 3, da NR15 e verifique o tipo de trabalho realizado pelo 
operador do forno.
6. Definir o ciclo de trabalho, para uma base de cálculo de 60 minutos (1h), identificando a duração 
do tempo efetivamente trabalhado (Tt) e o tempo de descanso (Td).
7. Consulte o Quadro nº 1, do Anexo 3, da NR15, para encontrar qual o ciclo máximo de trabalho 
permitido, para o IBUTG encontrado anteriormente. Qual foi o resultado obtido no experimento? 
Houve sobrecarga ou estresse térmico? Justifique!
 
 
TUTORIAL
 
 
OBSERVANDO A ATIVIDADE DE TRABALHO
Visualize a prancheta clicando com o botão esquerdo do mouse na câmera com o nome 
“Prancheta” localizada dentro do painel de visualização no canto superior esquerdo da tela.
 
 
Verifique o resumo das atividades do padeiro e retorne à visualização do forno clicando com o 
botão esquerdo do mouse na câmera com o nome “Forno elétrico”.
 
 
Observe o padeiro carregando o forno elétrico com as assadeiras de pão, ligando o forno, 
aguardando os pães assarem e removendo as assadeiras de pão do forno. Caso queira, adiante 1 
minuto clicando com o botão esquerdo do mouse em “Aguardar 1 minuto”.
 
 
MONTANDO O EQUIPAMENTO MEDIDOR DE STRESS 
TÉRMICO
Visualize o tripé clicando com o botão esquerdo do mouse na câmera com o nome “Tripé”.
 
 
Posicione o tripé na região onde será feita a medição clicando com botão o esquerdo do mouse 
sobre o tripé.
 
 
Se aproxime da maleta clicando com o botão esquerdo do mouse na câmera com o nome “Maleta”.
 
 
Abra a maleta clicando com o botão esquerdo do mouse sobre ela.
 
 
Retire o módulo-sensor da maleta clicando com o botão direito do mouse sobre o sensor e 
selecione a opção “Posicionar sobre a bancada”.
 
 
Conecte o módulo dos termômetros no encaixe do módulo-sensor clicando com o botão esquerdo 
do mouse sobre o módulo dos termômetros.
 
 
Encaixe o módulo-sensor no tripé clicando com o botão direito do mouse sobre o módulo e 
selecione a opção “Conectar ao tripé”.
 
 
Encaixe a esfera preta de cobre na haste metálica do módulo-sensor clicando com o botão 
esquerdo do mouse sobre a esfera.
 
 
Insira o pavio tubular de algodão na haste metálica do copo invertido clicando com o botão 
esquerdo do mouse sobre o pavio.
 
 
Adicione água destilada no copo invertido clicando com o botão esquerdo do mouse sobre o frasco.
 
 
Aguarde aproximadamente 30 minutos para o aparelho atingir estabilidade térmica nos sensores. 
Caso queira, adiante esse processo clicando com o botão esquerdo do mouse em “Aguardar 
estabilidade".
 
 
REALIZANDO AS MEDIDAS DE STRESS TÉRMICO
Ligue o aparelho clicando com o botão esquerdo do mouse no botão “L/D” do equipamento e 
aguarde a medição.
 
 
Utilize o medidor de stress térmico para realizar medições da temperatura clicando com o botão 
direito do mouse sobre o local indicado e selecione a opção em que deseja realizar a medição no 
momento.
 
 
Meça o stress térmico no “Globo”, “Bulbo seco” e “Bulbo úmido” a cada minuto do ciclo de trabalho 
do operador e anote os valores encontrados de forma a se ter uma análise detalhada.
 
 
AVALIANDO OS RESULTADOS
Siga para a seção “Avaliação dos Resultados” e responda de acordo com o que foi observado nos 
experimentos, associando também com os conhecimentos aprendidos sobre o tema.
 
Pré-teste
1) 
Em que situações se utiliza o IBUTG externo?
A) Nas medições em que haja a presença de carga solar; 
B) Quando não houver necessidade de se efetuar medições ao ar livre; 
C) Nas situações em que se tenha que efetuar, tanto medições internas, quanto externas; 
2) 
Há algum procedimento de ordem prática, a ser feito no medidor, considerando-se que ele já 
esteja com a bateria carregada?
A) Não, nada precisa ser feito, se a bateria já estiver carregada; 
B) Deve-se ligar o equipamento e aguardar a aclimatação deste com o ambiente, por cerca de 30 
minutos, antes de se iniciar o trabalho de medição; 
C) Deve-se deixar o equipamento desligado, se aclimatando, por cerca de 25 minutos, antes de 
se dar início às medições. 
3) 
Em que parte do corpo do trabalhador deverá ser posicionado o medidor?
A) Próximo ao umbigo; 
B) Na lateral do corpo, próximo à faixa abdominal; 
C) Próxima à região toráxica.
4) 
Na sua opinião, qual o acessório indispensável, para se utilizar corretamente o medidor?
A) Uma escada; 
B) Uma cadeira; 
C) Um tripé telescópico. 
5) 
O que é desconforto térmico?
A) É uma alta temperatura que gera um mal-estar temporário; 
B) É o desconforto gerado pela radiação UVB, presente nos raios solares; 
C) É o mesmo que sobrecarga térmica; 
Experimento
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Pós-teste
1) Por que motivo deve ser informado ao equipamento, se a medição a ser efetuada faz 
referência ao IBUTG interno ou externo?
A) Não há o que ser informado nada, já que o medidor faz essa leitura internamente.
B) Isso é importante, pois o medidor sabendo dessa opção, as medições serão feitas 
distintamente, com ou sem a presença de carga solar.
C) Nada precisa ser feito, já que o IBUTG interno e externo são a mesma coisa.
2) Ainda com relação à questão do item anterior, o que acontecerá, se você fizer essa escolha 
equivocadamente?
A) Nada.
B) Você só terá problemas com a medição do tg.
C) Você terá que refazer todas as medições. 
3) O que acontecerá, se não for bem definido o ciclo de trabalho?
A) Nada, uma vez que o ciclo de trabalho é irrelevante para a avaliação de calor.
B) O valor final apurado estará errado.
C) Preocupante, pois o ciclo de trabalho deve ser definido sempre com base no lapso temporal 
de 30 minutos.
4) Qual a razão de ter-se que fazer uma avaliação criteriosa de todas as atividades realizadas 
pelo trabalhador na sua jornada laboral?
A) Para se identificar a correta taxa de metabolismo, referente às atividades realizadas pelo 
trabalhador.
B) Nenhuma, pois não temos com o que nos preocupar.
C) Para encontrarmos a taxa de metabolismo a ser utilizada, apenas para o cálculo do IBUTG 
externo.
5) Em havendo estresse térmico, que providência deverá ser tomada pela empresa?
A) Nenhuma.
B) O pagamento do adicional de insalubridade.
C) Efetuar o pagamento do adicional de periculosidade.
Atividade
Responda as questões da seção “Avaliação dos Resultados” do “Roteiro” e anexe aqui o seu 
relatório.

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