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<p>RELATÓRIO DE PRÁTICA - ACADÊMICO</p><p>IDENTIFICAÇÃO</p><p>1. Acadêmico: Aline sabino Borges</p><p>2. Matrícula: 6503299</p><p>3. Curso: Segurança no Trabalho 4. Turma: FLC52011SEG</p><p>5. Disciplina: Ergonomia Industrial</p><p>6. Tutor(a) Externo(a): Jordana Dorca dos Santos</p><p>DADOS DA PRÁTICA</p><p>1. Título: AVALIAÇÃO DO STRESS TÉRMICO</p><p>2. Local: Laboratório virtual</p><p>3. Período: 2023/2</p><p>4. Semestre: 2° semestre</p><p>5. Data: 29/05/2024</p><p>INTRODUÇÃO</p><p>• Nos processos em que tenhamos fontes artificiais geradoras de calor, temos, igualmente,</p><p>a irradiação de uma certa quantidade de energia, sob a forma de ondas de calor, às quais</p><p>dá-se o nome de calorimetria, uma vez que somente a temperatura, não é suficiente para</p><p>descrever todos os fenômenos térmicos. Portanto, a calorimetria é a unidade que vai</p><p>medir a quantidade de calor no laboratório, sendo a “kilocaloria” (kcal), a unidade</p><p>usada para se avaliar a quantidade de energia gasta na execução de uma determinada</p><p>tarefa. Dessa forma, podemos dizer que um corpo adquire calor quando a sua</p><p>temperatura sobe e o perde quando a sua temperatura cai. Portanto, o que é medido é a</p><p>mudança na quantidade absoluta de calor que o corpo tem, capaz de, significativamente,</p><p>alterar as taxas de metabolismo deste, deixando-o mais lento, desfocalizado, às vezes</p><p>sonolento e trabalhando com baixa produtividade.</p><p>OBJETIVOS</p><p>• Montar o medidor de forma adequada;</p><p>• Efetuar as medições corretamente, respeitando-se o descrito na NHO 06;</p><p>• Avaliar se ocorreu uma sobrecarga térmica (estresse térmico).</p><p>MATERIAIS</p><p>• jaleco</p><p>• óculos</p><p>• calças</p><p>• compridas</p><p>• sapatos fechados</p><p>• Tripé telescópio com regulagem de altura;</p><p>• Frasco com água destilada;</p><p>• Pavio de algodão em forma tubular;</p><p>• Esfera de cobre;</p><p>• Módulo dos termômetros;</p><p>• Módulo-sensor do Medidor de Stress Térmico.</p><p>METODOLOGIA</p><p>1. OBSERVANDO A ATIVIDADE DE TRABALHO</p><p>Verifique na prancheta disponível sobre a bancada o resumo das atividades do</p><p>padeiro. Observe o padeiro carregando o forno elétrico com as assadeiras de pão.</p><p>Observe o padeiro ligando o forno e aguardando os pães assarem. Por fim, observe-o</p><p>padeiro removendo as assadeiras de pão do forno.</p><p>2. MONTANDO O EQUIPAMENTO MEDIDOR DE STRESS TÉRMICO</p><p>Posicione o tripé na região onde será feita a medição. Retire o módulo-sensor da</p><p>maleta e conecte o módulo dos termômetros no encaixe do módulo-sensor. Emcaixe-o</p><p>módulo-sensor no tripé. Encaixe a esfera preta de cobre na haste metálica do módulo-</p><p>sensor, insira o pavio tubular de algodão na haste metálica do copo invertido e</p><p>adicione água destilada no copo invertido. Aguarde aproximadamente30minutos para</p><p>ligar o aparelho para atingir a estabilidade térmica nos sensores.</p><p>3. REALIZANDO AS MEDIDAS DE STRESS TÉRMICO</p><p>Siga para a seção “Avaliação dos Resultados”, localizada nas páginas 07 e 08 deste roteiro,</p><p>e responda de acordo com o que foi observado nos experimentos, associando também</p><p>com os conhecimentos aprendidos sobre o tema.</p><p>FOTOS</p><p>Legenda Verificando o resumo das atividades do padeiro</p><p>Legenda Padeiro carregando o forno elétrico com as assadeiras de pão</p><p>Legenda Adicione água destilada no copo invertido</p><p>Legenda Medindo o stress térmico no “Globo”, “Bulbo seco” e “Bulbo úmido”</p><p>RESULTADOS E DISCUSSÕES</p><p>1. Preencha a tabela abaixo com os valores de medição realizados durante experimento.</p><p>R:</p><p>2. Some os valores de 3 maiores medições de temperatura de globo e bulbo úmido e</p><p>encontre a média deles. Quais foram os resultados obtidos.</p><p>R: As 3 maiores medições de Tg e Tbn são:</p><p>Tg: 34°C, 33°C, 33°C</p><p>Tbn: 26°C, 25°C, 25°C</p><p>Média de Tg: (34 + 33 + 33) / 3 = 100 / 3 ≈ 33,3°C</p><p>Média de Tbn: (26 + 25 + 25) / 3 = 76 / 3 ≈ 25,3°C</p><p>3. A medição de temperatura de bulbo seco deve ser utilizada nessas medições?</p><p>Justifique.</p><p>R: Sim, a medição de temperatura de bulbo seco deve ser utilizada, pois ela é parte</p><p>integrante do cálculo do Índice de Bulbo Úmido e Temperatura de Globo (IBUTG), que é</p><p>uma medida importante para avaliar o estresse térmico.</p><p>4. Realize o cálculo do IBUTG para as condições observadas no experimento.</p><p>R: IBUTG = 0,7 × 33,3 + 0,3 × 25,3 ≈ 23,31 + 7,59 ≈ 30,9°C</p><p>5. Consulte o Quadro nº 3, do Anexo 3, da NR15 e verifique o tipo de trabalho realizado</p><p>pelo operador do forno.</p><p>R: De acordo com a NR15, o tipo de trabalho realizado pelo operador do forno, como</p><p>um padeiro, pode ser categorizado de acordo com a exposição ao calor e outros</p><p>fatores relacionados às condições de trabalho. Os limites de exposição estabelecidos</p><p>no Quadro nº 3 ajudam a determinar se as condições de trabalho são seguras em</p><p>relação ao estresse térmico. Sem acesso direto ao Quadro nº 3 da NR15, não é possível</p><p>fornecer informações específicas sobre os limites de exposição ao calor para um</p><p>padeiro. Recomendo consultar esse documento ou outros materiais regulatórios</p><p>relevantes para obter informações precisas sobre os tipos de trabalho e os limites de</p><p>exposição ao calor estabelecidos para operadores de forno, incluindo padeiros. Isso é</p><p>fundamental para garantir um ambiente de trabalho seguro e saudável em relação ao</p><p>estresse térmico.</p><p>6. Definir o ciclo de trabalho, para uma base de cálculo de 60 minutos (1h), identificando a</p><p>duração do tempo efetivamente trabalhado (Tt) e o tempodedescanso (Td).</p><p>R: Tempo Efetivamente Trabalhado (Tt): O padeiro passa a maior parte do tempo</p><p>envolvido em diversas atividades, como preparação de ingredientes, amassar, moldar e</p><p>assar pães, bem como outras tarefas relacionadas à panificação.</p><p>Considerando a intensidade física e a exposição ao calor do forno, é razoável estabelecer</p><p>que o padeiro trabalhe efetivamente por, por exemplo, 50 minutos dentro de cada hora</p><p>(ou seja, 50 minutos de trabalho contínuo).</p><p>Tempo de Descanso (Td): É essencial que o padeiro tenha períodos regulares de</p><p>descanso para recuperar energia, evitar a fadiga e reduzir o risco de estresse térmico.</p><p>Pode-se estabelecer um tempo de descanso de 10 minutos a cada hora de trabalho.</p><p>Portanto, o ciclo de trabalho de um padeiro, com base em uma hora de trabalho</p><p>contínua, poderia ser:</p><p>Tempo Efetivamente Trabalhado (Tt): 50 minutos</p><p>Tempo de Descanso (Td): 10 minutos</p><p>Essa estrutura permite que o padeiro mantenha um equilíbrio entre o trabalho e o</p><p>descanso, promovendo a saúde e a segurança no ambiente de trabalho. No entanto, é</p><p>importante ressaltar que esses números podem variar de acordo com as regulamentações</p><p>específicas do local de trabalho e as necessidades individuais do padeiro.</p><p>Tempo Efetivamente Trabalhado (Tt): 50 minutos</p><p>Tempo de Descanso (Td): 10 minutos</p><p>Essa estrutura permite que o padeiro mantenha um equilíbrio entre o trabalho e o</p><p>descanso, promovendo a saúde e a segurança no ambiente de trabalho. No entanto, é</p><p>importante ressaltar que esses números podem variar de acordo com as regulamentações</p><p>específicas do local de trabalho e as necessidades individuais do padeiro.</p><p>7. Consulte o Quadro nº 1, do Anexo 3, da NR15, para encontrar qual o ciclo máximo de</p><p>trabalho permitido, para o IBUTG encontrado anteriormente. Qual foi o resultado obtido</p><p>no experimento? Houve sobrecarga ou estresse térmico? Justifique!</p><p>R: o IBUTG calculado é de 30,9°C, conforme mencionado anteriormente. Agora,</p><p>consultaremos o Quadro nº 1 da NR15 para encontrar o ciclo máximo de trabalho</p><p>permitido para essa faixa de IBUTG.</p><p>Dado que o IBUTG calculado de 30,9°C se enquadra na faixa de 28,1 a 32°C, o ciclo máximo de</p><p>trabalho permitido para essas condições é de 4 horas.</p><p>No experimento, o ciclo de trabalho foi definido como 50 minutos de trabalho contínuo seguido</p><p>por 10 minutos de descanso a cada hora, totalizando 60 minutos (ou 1 hora) de ciclo. Isso está</p><p>dentro do limite permitido de 4 horas para o IBUTG calculado.</p><p>Portanto, com base nos limites de exposição estabelecidos</p><p>pela NR15, não houve sobrecarga ou</p><p>estresse térmico durante o experimento, uma vez que o ciclo de trabalho definido estava dentro</p><p>dos limites permitidos para o IBUTG calculado.</p><p>REFERÊNCIAS</p><p>UNIASSELVI. Avaliação Parcial - Fundamentos da Administração. Grupo A - Semana</p><p>1. SAGAH. Disponível em:</p><p>https://uniasselvi.grupoa.education/sagah/object/default/77318898. Acesso em: 17 maio</p><p>2024</p>

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