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NTS0370 - Ver1

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Reprodução proibida - Download realizado em: 22/03/2026
 
 
 
 
Norma Técnica Sabesp 
NTS0370 – Ver 1 
 
 
SÃO PAULO 
NOVEMBRO 2025 
 
 
SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA EM OBRAS 
E SERVIÇOS 
 
PROCEDIMENTO 
 
 
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Instrumento Organizacional 
Tipo: Fase: 
Norma Técnica Sabesp Vigente 
Título: Número e Versão: 
SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA EM OBRAS E SERVIÇOS NTS0370 - V.1 
Área Emitente: Aprovador: Vigência da 1ª versão: Vigência desta versão: 
TX MARCELLO XAVIER VEIGA - MVEIGA 17/11/2023 27/11/2025 
Áreas Relacionadas (Abrangência): Processos: 
SABESP --- 
 
 
 
 
 
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S U M Á R I O 
1. OBJETIVO ............................................................................................................. 3 
2. REFERÊNCIAS NORMATIVAS ............................................................................ 3 
3. DEFINIÇÕES ......................................................................................................... 3 
4. REQUISITOS GERAIS .......................................................................................... 4 
4.1. SEGURANÇA OCUPACIONAL ............................................................................ 4 
4.2. PLANEJAMENTO ................................................................................................. 4 
4.3. CLASSIFICAÇÃO DAS VIAS URBANAS ............................................................. 5 
5. REQUISITOS ESPECÍFICOS ................................................................................ 5 
5.1. EQUIPAMENTOS DE SINALIZAÇÃO ................................................................... 5 
5.1.1. TAPUMES (ANEXO A) ...................................................................................... 6 
5.1.1.1. TAPUMES COM LONA ................................................................................ 6 
5.1.2. CAVALETES DE TRÂNSITO REFLETIVOS (ANEXO B)................................... 7 
5.1.3. CONES DE SINALIZAÇÃO E BARREIRAS DELIMITADORAS (ANEXO C E D)
 7 
5.1.4. PLACAS - PARE E SIGA (ANEXO E)................................................................ 8 
5.1.5. FITAS ZEBRADAS (ANEXO F) ......................................................................... 8 
5.1.6. CERCAS PARA ISOLAMENTO DE ÁREAS (ANEXO G) .................................. 8 
5.1.7. PLACAS DE ADVERTÊNCIA (ANEXO H) ......................................................... 8 
5.1.8. SINALIZAÇÃO NOTURNA (ANEXO I)............................................................... 9 
5.1.9. NEW JERSEY DE CONCRETO (ANEXO J)...................................................... 9 
5.2. SINALIZAÇÃO EM VIAS PÚBLICAS .................................................................... 9 
5.3. PASSAGEM DE PEDESTRES .............................................................................. 9 
5.4. DESVIO DE TRÁFEGO ....................................................................................... 10 
ANEXO A – TAPUME ................................................................................................ 13 
ANEXO B – CAVALETES DE TRÂNSITO REFLETIVO ............................................ 14 
ANEXO C – CONES DELIMITADORES DE TRÁFEGO REFLETIVOS ..................... 15 
ANEXO D – BARREIRAS DELIMITADORAS DE TRÁFEGO REFLETIVAS ............. 16 
ANEXO E – PLACAS PARE E SIGA ......................................................................... 17 
ANEXO F – FITAS ZEBRADAS ................................................................................. 18 
ANEXO G – CERCAS PARA ISOLAMENTO DA ÁREA ............................................ 19 
ANEXO H – PLACAS DE ADVERTÊNCIA ................................................................ 20 
ANEXO I – SINALIZAÇÃO NOTURNA ...................................................................... 21 
ANEXO J – NEW JERSEY DE CONCRETO .............................................................. 22 
 
 
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Sinalização de segurança em obras e serviços 
 
1. OBJETIVO 
Esta norma tem por objetivo estabelecer os procedimentos e requisitos para a 
sinalização de segurança em obras e serviços, garantindo a correta delimitação das 
áreas de trabalho, a advertência e a proteção de trabalhadores, comunidades e 
patrimônio. 
 
2. REFERÊNCIAS NORMATIVAS 
Os documentos relacionados a seguir são indispensáveis à aplicação deste documento. 
Para referências datadas, aplicam-se somente as edições citadas e para as não 
datadas, aplicam-se as edições mais recentes do referido documento (incluindo 
emendas): 
FE-SS0001: Análise Preliminar de Risco 
NR 6: Equipamento de proteção individual – EPI 
NR 9: Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA) 
NR 18: Segurança e saúde no trabalho na indústria da construção 
 
DEFINIÇÕES 
Para os efeitos desta Norma são adotadas as seguintes definições: 
APR: 
Análise Preliminar de Riscos. 
 
CALÇADA: 
parte da via, normalmente segregada e em nível diferente, não destinada à circulação 
de veículos, reservada ao trânsito de pedestres e, quando possível, à implantação de 
mobiliário urbano, sinalização, vegetação e outros fins. 
 
CTB: 
Código de Trânsito Brasileiro. 
 
DESVIO DE TRÁFEGO: 
esquema de circulação que transfere parte ou todo o fluxo de uma via para outras, 
estabelecendo-se um novo itinerário. 
 
FAIXAS DE TRÂNSITO: 
qualquer uma das áreas longitudinais em que a pista pode ser subdividida, sinalizada 
ou não por marcas viárias longitudinais, que tenham uma largura suficiente para permitir 
a circulação de veículos automotores. 
 
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PISTA: 
parte da via normalmente utilizada para a circulação de veículos, identificada por 
elementos separadores ou por diferença de nível em relação às calçadas, ilhas ou aos 
canteiros centrais. 
 
VIA: 
superfície por onde transitam veículos, pessoas e animais, compreendendo a pista, a 
calçada, o acostamento, ilha e canteiro central. 
 
OBRA: 
toda construção, reforma, fabricação, recuperação ou ampliação, instalação, na qual 
seja necessária a utilização de conhecimentos técnicos específicos envolvendo a 
participação de profissionais habilitados, realizada por mão de obra direta ou indireta. 
 
SERVIÇO: 
toda atividade destinada a obter determinada utilidade de interesse para a 
administração, tais como: demolição, conserto, instalação, montagem, operação, 
conservação, reparação, adaptação, manutenção, transporte, locação de bens, 
sinalização, entre outros. 
 
CANALIZAÇÃO: 
ordenação dos fluxos de tráfego, direcionamento do movimento de veículos em faixas 
específicas. 
 
POÇO DE VISITA (PV): 
câmara visitável através de abertura existente em sua parte superior, destinada à 
execução de trabalhos de manutenção e inspeção. 
 
3. REQUISITOS GERAIS 
3.1. Segurança ocupacional 
Na execução dos trabalhos deve haver plena proteção contra o risco de acidentes com 
os empregados envolvidos nas atividades. 
Para isso deve-se cumprir fielmente o estabelecido na legislação vigente, concernente 
à segurança, higiene e medicina do trabalho, bem como atender a todas as 
normas específicaspara cada tipo de atividade. 
É obrigatório o uso correto dos equipamentos de proteção individual (EPI – NR 6) e dos 
equipamentos de proteção coletiva (EPC – NR 9), necessários à preservação da 
integridade física de seus empregados, terceiros, e ao patrimônio da Sabesp. 
Devem ser preservados os materiais e equipamentos das obras e/ou serviços, em 
atendimento às normas regulamentadoras vigentes. 
3.2. Planejamento 
Deve ser elaborada a APR conforme Formulário Empresarial (FE-SS0001). As 
informações apresentadas devem compor a APR, e as ações mitigadoras dos riscos e 
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medidas de controle, devem ser descritas, informadas, e exigida sua prática pelos 
trabalhadores. 
3.3. Classificação das vias urbanas 
De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), as vias urbanas são classificadas 
conforme Tabela 1. 
 
Tabela 1 – Classificação das vias urbanas. 
Tipo de Via Característica 
Velocidade 
Máxima 
Via local 
Possui interseções em nível não semaforizada, destinada apenas 
ao acesso local. 
30 Km/h 
Via coletora 
Destinada a coletar e distribuir o trânsito que tenha necessidade 
de entrar ou sair de vias arteriais ou de trânsito rápido 
40 km/h 
Via arterial 
Possui interseções em nível, controladas por semáforo. Acesso a 
lotes lindeiros e vias secundárias e locais. 
60 Km/h 
Via de trânsito 
rápido 
Acessos especiais com trânsito livre, sem interseções em nível. 80 km/h 
 
4. REQUISITOS ESPECÍFICOS 
4.1. Equipamentos de sinalização 
Os equipamentos de sinalização e isolamento de obras devem ser produzidos conforme 
o orientativo de identidade visual atualizado da Sabesp. Após criar os arquivos com as 
artes de sinalização, é necessário o envio à Diretoria de Comunicação para avaliação 
antes de iniciar a produção. A manutenção destes equipamentos deve ser executada 
permanentemente. A sinalização deve atender à NR18. 
Os principais equipamentos de sinalização estão descritos a seguir e os detalhes estão 
nos anexos desta norma. 
a) Tapumes (Anexo A); 
b) Cavaletes de trânsito refletivo (Anexo B); 
c) Cones e barreiras delimitadoras de tráfego refletivos (Anexo C e D); 
d) Placas - Pare e Siga (Anexo E); 
e) Fitas zebradas (Anexo F); 
f) Cercas para isolamento da área (anexo G) 
g) Placas de advertência (Anexo H); 
h) Sinalização Noturna (Anexo I); 
i) New Jersey (anexo J) 
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4.1.1. Tapumes (Anexo A) 
Os tapumes devem ser utilizados para cercar o perímetro de todas as obras urbanas, 
(NR 18). Devem ser dispostos de forma contínua, de modo a impedir completamente a 
passagem de pessoas não autorizadas e animais às áreas de serviço. 
Os tapumes devem ser constituídos por placas sustentadas na posição vertical por 
elementos de madeira, metal, plástico ou outro material, desde que apresente 
resistência e desempenho adequados, com uma base interna que assegure a 
estabilidade do conjunto. 
Os tapumes devem possuir isolamento contínuo de material resistente até a altura de 
1,20m e possuir proteção com tela até a altura de 2,20m, conforme anexo A. Os tapumes 
devem ser instalados de forma a resistir ao vento gerado pela movimentação de 
veículos. 
A função principal dos tapumes, sejam eles de lona ou outro material, é garantir a 
segurança do local, proteger contra acidentes e cercar o canteiro para evitar a entrada 
de pessoas alheias à obra. 
Para os pirulitos com base de concreto, esta deve apresentar formato retangular, com 
comprimento mínimo de 30 cm, e ser instalada perpendicularmente ao tapume. Bases 
circulares não são permitidas. Já os pirulitos com base metálica ou de madeira em 
formato de cruz devem possuir comprimento mínimo de 30 cm. Em todos os casos, a 
haste deve estar firmemente fixada à base, evitando qualquer risco de soltura. 
Os tapumes não podem apresentar saliências ou pregos expostos. 
O uso de tapumes é permitido nos seguintes casos: 
• Valas abertas durante o período de atividades; 
• Valas fechadas durante o período sem atividades. 
Não é permitido o uso de tapumes para isolamento de shafts e poços, sendo obrigatória, 
nesses casos, a utilização de barreiras do tipo New Jersey de concreto ou estruturas 
equivalentes, que sejam totalmente inacessíveis a transeuntes e intransponíveis por 
veículos. 
Nos casos de obras localizadas em vias de tráfego intenso, é necessária a avaliação 
prévia quanto à necessidade de sistemas complementares de segurança. 
As valas devem ser devidamente fechadas ao final de cada jornada de trabalho, 
evitando que permaneçam expostas durante o período noturno. Em situações 
excepcionais, quando não for possível realizar o fechamento, a proteção deve ser feita 
com chapa metálica ou material equivalente, garantindo a segurança de transeuntes 
que eventualmente ultrapassem o perímetro de isolamento. 
O USO DE TAPUMES NÃO É PERMITIDO PARA CASOS DE VALAS ABERTAS 
ONDE NÃO ESTEJAM SENDO REALIZADAS ATIVIDADES. 
4.1.1.1. Tapumes com lona 
O material utilizado no tapume deve ser resistente e estar bem fixado para garantir 
sua estabilidade e segurança. 
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Para os tapumes executados com lona deve-se obedecer a seguinte especificação 
mínima: 
Tabela 2 – Especificação para tapumes em lona. 
Especificação Características Método de Teste 
Gramatura 440 g/m² DIN53352 BS3424 Method54 
Tecido 3000 x 5000 - 
Trama 18 x 12 - 
Resistência à tração 850 / 450 - N/5cm DIN53352 BS3424 
Resistência ao rasgo 75 / 65 DIN53356 BS3424 
Durabilidade 12 meses - 
 
Essas características indicam que a lona pode ser estruturalmente viável, desde 
que bem tensionada e fixada em estrutura metálica ou de madeira. 
Detalhes da Fixação e montagem do tapume: 
• Estrutura: composta por “pirulitos” de madeira, fixados em base de bloco de 
concreto. Nas extremidades devem ser instaladas cantoneiras parafusadas, 
destinadas ao encaixe dos vergalhões. 
• Lona: possuem vergalhões na extremidade superior e inferior, cujas pontas são 
dobradas a 90° para possibilitar o encaixe nas cantoneiras. 
Quando necessário, a critério da Fiscalização, deve ser utilizado tapume com iluminação 
de segurança. 
4.1.2. Cavaletes de trânsito refletivos (Anexo B) 
Devem ser instalados cavaletes de trânsito refletivos antes e após o local de execução 
dos serviços, respeitando uma distância mínima de 10 metros. Esses dispositivos 
devem garantir alta visibilidade, especialmente à noite ou em condições climáticas 
adversas, sendo confeccionados com materiais resistentes e dotados de faixas 
refletivas. 
4.1.3. Cones de sinalização e barreiras delimitadoras (Anexo C e D) 
Devem ser instalados cones de sinalização e barreiras delimitadoras ao longo de toda 
a extensão da obra, de forma visível, com o objetivo de garantir a sinalização adequada,orientar o fluxo de veículos e pedestres, e aumentar a segurança no entorno da área de 
intervenção. Os cones devem apresentar condições íntegras, e contendo refletivos. 
Os cones são utilizados nas seguintes condições: 
• Canalização do fluxo de veículos 
• Direcionamento do fluxo de pedestres 
• Sinalização complementar 
Para vias de tráfego mais intenso e para obras de longa duração devem-se utilizar as 
barreiras delimitadoras. 
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OS CONES NÃO PODEM SER UTILIZADOS EM SUBSTITUIÇÃO AOS TAPUMES 
COMO FORMA DE ISOLAMENTO DA OBRA. 
4.1.4. Placas - Pare e Siga (Anexo E) 
Nas situações em que houver bloqueio parcial de faixas de trânsito, deve ser adotado o 
sistema de “Pare e Siga” para orientar o tráfego local. Utiliza-se uma única placa com 
as faces “PARE” e “SIGA”, operada manualmente por um funcionário da obra 
devidamente treinado. Esse profissional controla o fluxo alternado de veículos, 
garantindo a segurança viária enquanto apenas uma das faixas permanece liberada 
para circulação podendo-se utilizar de equipamentos auxiliares tais como apitos e 
rádios. 
4.1.5. Fitas zebradas (Anexo F) 
As fitas zebradas são soluções temporárias que não podem ser usadas como sistema 
de isolamento definitivo. As fitas zebradas devem ser utilizadas somente com a 
finalidade de isolamento de emergência e sinalização complementar. 
• Isolamento e sinalização de emergência 
Em casos de eventos extraordinários tais como acidentes, solapamentos de vias ou 
situações de risco não previstas, deve-se realizar o isolamento imediato da área com o 
uso de fitas zebradas. Seu uso será provisório e temporário. Tempestivamente e antes 
do início de qualquer obra de reparo, devem-se providenciar o isolamento e a 
sinalização adequados. 
• Isolamento e sinalização complementar. 
A fita poderá ser utilizada como barreira complementar a outro sistema de isolamento. 
A título de exemplificação, é permitido que em uma obra ou serviço localizado, além do 
uso da cerca, adicione-se mais uma barreira com fitas zebradas a fim de aumentar a 
segurança do local. Vide figura no anexo F. 
O uso das fitas é permitido em situações provisórias até que se tenha o isolamento 
adequado. 
É VEDADO O USO DE FITAS COMO ISOLAMENTO DE OBRAS DE ABERTURA DE 
VALAS. 
4.1.6. Cercas para isolamento de áreas (Anexo G) 
Devem ser utilizadas para serviços localizados e de execução rápida tais como, acesso 
de PVs, caixas e estruturas onde possa haver a queda de transeuntes. Todo perímetro 
deve ser isolado ou complementado com fita zebrada. 
4.1.7. Placas de advertência (Anexo H) 
Devem ser instaladas placas de advertência e de desvios de via em número e 
posicionamento adequados. A sinalização deve ser clara, visível e compatível com as 
condições da via e da obra. 
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4.1.8. Sinalização Noturna (Anexo I) 
As frentes de obras e serviços devem possuir sinalização noturna adequada para 
garantir que motoristas e pedestres consigam identificar a intervenção à distância e com 
segurança durante a noite. Essa sinalização deve incluir elementos refletivos e/ou 
iluminados, conforme ilustrado no Anexo I correspondente, visando a prevenção de 
acidentes em condições de baixa visibilidade. Em caso de danos, furtos ou vandalismos 
deve-se providenciar a reposição. 
4.1.9. New Jersey de concreto (Anexo J) 
O New Jersey serve como barreira física para proteção dos trabalhadores e pedestres 
e para mitigar impactos de veículos em frentes de serviço com valas, poços de serviço 
e outras situações que requeiram maior nível de proteção em função do fluxo de tráfego. 
Deve-se utilizar em frentes de obras de longa duração, vias de médio e alto fluxo e onde 
a equipe de segurança indicar. O posicionamento do New Jersey deve ser sempre à 
frente do tapume, garantindo a função de contenção e segurança. 
NÃO É PERMITIDO O ISOLAMENTO DE OBRAS DE VALA SOMENTE COM O USO 
DE TELAS, FITAS OU QUALQUER OUTRO MATERIAL INADEQUADO. 
4.2. Sinalização em vias públicas 
A sinalização em vias públicas deve executada ser de acordo com as condições físicas 
locais, utilizando adequadamente os materiais de sinalização e atendendo as Normas 
Técnicas de Segurança e o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), legislação municipal, e 
exigências dos órgãos responsáveis, ou concessionárias de serviços, incluindo o projeto 
de sinalização, anexando-se a solicitação de interdição, quando pertinente, 
independentemente do que for exigido. 
Toda atividade que interfira nas condições de normalidade das vias, na circulação de 
pedestres, veículos ou coloque em risco a segurança de pessoas e bens, deve ser 
autorizada previamente pelos órgãos competentes. 
As distâncias mínimas para o posicionamento inicial da sinalização de trânsito em vias 
públicas devem ser seguidas conforme órgão de trânsito local. 
A via pública somente deve ser interditada em casos estritamente necessários. Quando 
houver necessidade de desviar o trânsito, solicitar essa interferência às autoridades 
competentes, para que sejam tomadas as medidas pertinentes. 
Por medida de segurança, é obrigatório o uso de colete, uniformes ou tiras refletivas. 
Deve-se utilizar, no mínimo, a sinalização preventiva com placas indicativas, cones de 
sinalização, cavaletes, dispositivos de barragem, dispositivos de sinalização refletiva e 
iluminação de segurança no entorno da obra. 
Deve ser dirigida para alertar os motoristas, pedestres e em conformidade com as 
determinações do órgão competente 
4.3. Passagem de pedestres 
Para a passagem de pedestres são destacadas as seguintes principais ações: 
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a) As passagens provisórias devem ter separação física entre pedestres e veículos, 
bem como entre pedestres e a obra ou serviço. Essa separação deve ser feita 
por tapumes ou outros dispositivos auxiliares de sinalização; 
b) A circulação de pedestres deve ser mantida limpa e livre de obstáculos. 
(buracos, entulhos, entre outros); 
c) Os sinais, equipamentos de controle de tráfego e os mobiliários urbanos não 
devem constituir obstáculos aos pedestres; 
d) Deve ser implantada iluminação temporária artificial noturna; 
e) Em situações em que a obra ou os serviços a serem executados impeçam, 
dificultem ou ofereçam riscos à passagem de pedestres no local, devem ser 
instalados desvios temporários de tráfego para a passagem de pedestres. Esses 
desvios constituem-se em corredores destinados à passagem de pedestres, 
delimitados por cercas para isolamento da área, com, no mínimo, 1,2 metros de 
largura e 2,20 metros de altura, livre de obstáculos; 
Obs: não havendo espaço na via que permita a passagem segura para o pedestre, o mesmo 
deve ser orientado a utilizar outro caminho (ex: calçada oposta) por sinalizaçãoe 
equipamentos apropriados; 
f) Nos casos em que o ponto de embarque e desembarque de passageiros de 
transporte coletivo tenha sido remanejado para local “não visível”, o local 
provisório deve ser indicado por meio de sinalização. 
4.4. Desvio de tráfego 
Para o desvio de tráfego são destacadas as seguintes principais ações: 
a) Para itinerários alternativos, utilização de percursos curtos e próximos da rota 
original; 
b) Preservação, sempre que possível, das áreas residenciais e das vias que 
contêm escolas e outros polos de atração de pedestres; 
c) Garantia de acesso às edificações lindeiras; 
d) Alteração mínima do esquema de circulação das vias envolvidas e suas 
transversais; 
e) Avaliação das interferências que exigem providências junto a outros órgãos 
públicos tais como: ponto de táxi, de lotação, de ônibus, feira livre, redes de 
iluminação pública, de energia elétrica, de trólebus, de telefone, de TV a cabo, 
etc., bem como as interferências subterrâneas; 
f) Preservação, sempre que possível, do itinerário original dos ônibus e de seus 
pontos de embarque e desembarque, ou ao menos, o não afastamento 
demasiado; 
g) A iluminação da via, deve ser mantida em todas as fases da obra ou serviços. 
Nos casos de retirada ou desligamento, deve ser providenciada iluminação 
provisória da via. 
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h) No caso do desvio de tráfego ser de grande abrangência ou podendo causar 
transtornos aos moradores, comerciantes e usuários, é necessário que se 
estabeleça um plano de comunicação social e de divulgação. 
É indispensável ter cautela e adequação constante, tanto no período diurno como 
noturno. 
Cada obra ou serviço deve ser sinalizada obedecendo a seguinte disposição: 
a) Devem ser colocadas placas de “início de obras”, com o distanciamento 
estabelecido pela legislação local. 
b) Devem ser colocadas placas de alerta “Estreitamento de Pista”. 
c) Iniciar o desvio com os equipamentos adequados (cones, new jerseys, etc) 
sendo o espaçamento entre os mesmos estabelecido legislação local. 
d) Evitar a permanência de veículos estacionados no lado oposto ao local da obra. 
e) Do local da obra ou serviços até a sinalização, deixar uma distância suficiente 
para não atrapalhar as atividades. 
f) Sinalizar e providenciar área de tráfego de pedestres. 
g) Quando necessário, modificar o tipo de sinalização de acordo com o andamento 
da obra. 
h) Para atividades de maior duração, sinalizar de maneira que fiquem isoladas as 
máquinas e equipamentos. 
i) Quando a obra for em período noturno, seguir as mesmas orientações da 
sinalização diurna, acrescida de sinalização elétrica refletiva. Utilizar, 
obrigatoriamente, colete refletivo e sinais luminosos. 
j) As vias de tráfego de duplo sentido necessitam de sinalização em ambos os 
extremos do local da obra. 
k) Ao terminar o serviço, recolher o material de sinalização contra o sentido do 
tráfego. 
l) Lembrar os trabalhadores que somente podem executar suas funções dentro da 
área protegida (sinalizada). 
m) Para interdição de vias no centro da cidade (ou bairros próximos) ou de tráfego 
intenso, atender às regras e procedimentos do órgão competente e, se 
necessário, solicitar apoio. 
n) Quando a obra/serviço tiver a duração de um dia para o outro, é necessário o 
uso barreiras que restrinjam o acesso de terceiros, tais como tapumes, cones e 
cavaletes, além de sinalização refletiva. 
o) Em todo serviço em via pública devem ser utilizados, no mínimo, os seguintes 
EPIs: capacete, calçado de segurança ou bota de PVC, uniforme ou colete 
refletivo. Demais EPIs devem ser utilizados para a execução da atividade 
específica, conforme PGR (Programa de gerenciamento de riscos). 
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Instrumento Organizacional 
Tipo: Fase: 
Norma Técnica Sabesp Vigente 
Título: Número e Versão: 
SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA EM OBRAS E SERVIÇOS NTS0370 - V.1 
Área Emitente: Aprovador: Vigência da 1ª versão: Vigência desta versão: 
TX MARCELLO XAVIER VEIGA - MVEIGA 17/11/2023 27/11/2025 
Áreas Relacionadas (Abrangência): Processos: 
SABESP --- 
 
 
 
 
 
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p) Havendo necessidade de fazer desvios de passagens de pedestres, 
providenciar alternativas seguras e sinalizadas. 
q) Não deve ser permitida a entrada/aproximação de terceiros (pedestres e 
curiosos) no interior da área demarcada 
r) É necessário manter a sinalização durante todo o período de execução dos 
serviços ou obras. 
s) É obrigatório garantir a integridade da sinalização independentemente da 
duração do serviço ou obra. 
t) Durante toda a vigência da obra ou serviço, a área operacional e equipe de 
segurança deve realizar vistorias periódicas, “in loco”, verificando se os 
equipamentos de sinalização não foram retirados do local por outrem que não 
os empregados da SABESP, ou empresa contratada para executar o serviço. 
 
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Instrumento Organizacional 
Tipo: Fase: 
Norma Técnica Sabesp Vigente 
Título: Número e Versão: 
SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA EM OBRAS E SERVIÇOS NTS0370 - V.1 
Área Emitente: Aprovador: Vigência da 1ª versão: Vigência desta versão: 
TX MARCELLO XAVIER VEIGA - MVEIGA 17/11/2023 27/11/2025 
Áreas Relacionadas (Abrangência): Processos: 
SABESP --- 
 
 
 
 
 
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ANEXO A – TAPUME 
 
 
 
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Instrumento Organizacional 
Tipo: Fase: 
Norma Técnica Sabesp Vigente 
Título: Número e Versão: 
SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA EM OBRAS E SERVIÇOS NTS0370 - V.1 
Área Emitente: Aprovador: Vigência da 1ª versão: Vigência desta versão: 
TX MARCELLO XAVIER VEIGA - MVEIGA 17/11/2023 27/11/2025 
Áreas Relacionadas (Abrangência): Processos: 
SABESP --- 
 
 
 
 
 
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ANEXO B – CAVALETES DE TRÂNSITO REFLETIVO 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA EM OBRAS E SERVIÇOS NTS0370 - V.1 
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Áreas Relacionadas (Abrangência): Processos: 
SABESP --- 
 
 
 
 
 
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ANEXO C – CONES DELIMITADORES DE TRÁFEGO REFLETIVOS 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Áreas Relacionadas (Abrangência): Processos: 
SABESP --- 
 
 
 
 
 
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ANEXO D – BARREIRAS DELIMITADORAS DE TRÁFEGO REFLETIVAS 
 
 
 
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Áreas Relacionadas (Abrangência): Processos: 
SABESP --- 
 
 
 
 
 
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ANEXO E – PLACAS PARE E SIGA 
 
 
 
 
 
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Norma Técnica Sabesp Vigente 
Título:Número e Versão: 
SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA EM OBRAS E SERVIÇOS NTS0370 - V.1 
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TX MARCELLO XAVIER VEIGA - MVEIGA 17/11/2023 27/11/2025 
Áreas Relacionadas (Abrangência): Processos: 
SABESP --- 
 
 
 
 
 
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ANEXO F – FITAS ZEBRADAS 
 
 
 
 
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Título: Número e Versão: 
SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA EM OBRAS E SERVIÇOS NTS0370 - V.1 
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TX MARCELLO XAVIER VEIGA - MVEIGA 17/11/2023 27/11/2025 
Áreas Relacionadas (Abrangência): Processos: 
SABESP --- 
 
 
 
 
 
Página 19/23 
ANEXO G – CERCAS PARA ISOLAMENTO DA ÁREA 
 
 
 
 
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SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA EM OBRAS E SERVIÇOS NTS0370 - V.1 
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TX MARCELLO XAVIER VEIGA - MVEIGA 17/11/2023 27/11/2025 
Áreas Relacionadas (Abrangência): Processos: 
SABESP --- 
 
 
 
 
 
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ANEXO H – PLACAS DE ADVERTÊNCIA 
 
 
 
 
 
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Título: Número e Versão: 
SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA EM OBRAS E SERVIÇOS NTS0370 - V.1 
Área Emitente: Aprovador: Vigência da 1ª versão: Vigência desta versão: 
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Áreas Relacionadas (Abrangência): Processos: 
SABESP --- 
 
 
 
 
 
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ANEXO I – SINALIZAÇÃO NOTURNA 
 
 
 
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Norma Técnica Sabesp Vigente 
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Áreas Relacionadas (Abrangência): Processos: 
SABESP --- 
 
 
 
 
 
Página 22/23 
ANEXO J – NEW JERSEY DE CONCRETO 
 
 
 
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Tipo: Fase: 
Norma Técnica Sabesp Vigente 
Título: Número e Versão: 
SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA EM OBRAS E SERVIÇOS NTS0370 - V.1 
Área Emitente: Aprovador: Vigência da 1ª versão: Vigência desta versão: 
TX MARCELLO XAVIER VEIGA - MVEIGA 17/11/2023 27/11/2025 
Áreas Relacionadas (Abrangência): Processos: 
SABESP --- 
 
 
 
 
 
Página 23/23 
 
Sinalização de segurança em obras e serviços 
 
 
Considerações finais: 
 
A presente Norma é titularidade exclusiva da Companhia de Saneamento Básico do 
Estado de São Paulo – Sabesp, de aplicação interna na Sabesp, devendo ser usada 
pelos seus fornecedores de bens e serviços, conveniados ou similares conforme as 
condições estabelecidas em Licitação, Contrato, Convênio ou similar. 
A utilização desta Norma por outras empresas/entidades/órgãos governamentais e 
pessoas físicas é de responsabilidade exclusiva dos próprios usuários. 
Esta norma técnica pode ser revisada ou cancelada sempre que a Sabesp julgar 
necessário. Sugestões e comentários devem ser enviados ao Departamento de Acervo 
e Normalização Técnica da Sabesp (nts@sabesp.com.br). 
 
 
 
Sabesp - Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo 
Diretoria de Engenharia e Inovação – E 
Gerência de Acervo e Normalização Técnica – EIN 
 
Rua Costa Carvalho, 300 - CEP 05429-900 - Pinheiros. 
São Paulo - SP - Brasil 
E-MAIL: nts@sabesp.com.br 
 
 
- Palavras-chave: sinalização viária; segurança do trabalho; trânsito; vias públicas; 
obras. 
 
- 23 páginas.

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