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Resumo políticas Unidade II

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DIREITOS DA CRIANÇA, DO ADOLESCEMTE E DA PESSOA IDOSA
 Resumo
Na segunda unidade dialogamos sobre a importância da ação conjunta 
entre as políticas públicas, reconhecida como intersetorialidade.
Foi apresentada a conceituação da intersetorialidade, considerando 
a rede de proteção social e como essa se estabelece para a garantia de 
direitos fundamentais e sociais de seus usuários, com foco na criança, no 
adolescente e na pessoa idosa.
Detalhou‑se como se estabelece o Sistema de Garantia de Direitos (SGD), 
considerando a rede de relação entre as políticas públicas, o sistema de 
justiça e o sistema de defesa e controle social, legalmente instituídos pela 
Constituição Federal, pelo Estatuto da Criança e do Adolescente e pelo 
Estatuto da Pessoa Idosa.
Considerando que a proteção social se estabelece pela materialidade 
das políticas públicas e que essas se efetivam a partir de uma rede de 
atores, que são os profissionais tanto da gestão pública quanto da gestão 
privada (OSC – Organização da Sociedade Civil). Sua intervenção, além 
de intersetorial, apresenta‑se como interdisciplinar, garantindo diversos 
olhares e saberes para a leitura da realidade na qual os sujeitos sociais 
– crianças, adolescentes e pessoas idosas – se encontram inseridos, pelos 
rebatimentos objetivos e subjetivos de sua vivência e convivência.
Identificaram‑se as políticas públicas setoriais da assistência social, 
com enfoque na educação e na saúde, apresentando os serviços 
essenciais para a proteção social desse universo de usuários; no caso da 
assistência social, pelas proteções sociais básica e especial, de média e 
alta complexidade. Em relação à educação, é direito universal a educação 
básica, que compreende educação infantil, ensino fundamental e ensino 
médio. Quanto à saúde, abordamos as atenções primária, secundária e 
terciária, ampliando para situações que envolvem a RAP, Rede Atenção 
Psicossocial, e a Rede de Cuidados da Pessoa com Deficiência (RCPD). Os 
serviços se dialogam, para a proteção e a intersetorialidade da atenção, de 
modo a lograr sua não duplicidade e a otimização do atendimento com 
qualidade, de acordo com suas funções, atentando para sua totalidade, 
sem fragmentar o sujeito social de direito.
A interdisciplinaridade das várias áreas profissionais, em especial as áreas 
profissionais de serviço social e de psicologia, promove a construção de 
um olhar de complementariedade de saberes específicos, para uma leitura 
ampliada com conexão das áreas. Dessa forma, é efetivada uma  atenção 
dialogada e continuada para uma intervenção comprometida com a 
garantia de direitos e de proteção social.

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