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PORTUGUÊS FIGURAS DE LINGUAGEM EUFEMISMO O eufemismo é a figura de linguagem usada para tornar um enunciado mais brando ou agradável e menos agressivo. “Ele morreu.” Eufemismo: “Ele faleceu.” PERSONIFICAÇÃO A personificação, também chamada de prosopopeia ou animismo, é uma figura de linguagem, mais precisamente, uma figura de pensamento muito utilizada nos textos literários. Ela está diretamente relacionada com o significado (campo semântico) das palavras e corresponde ao efeito de “personificar”, ou seja, dar vida aos seres inanimados. A personificação é utilizada para atribuir sensações, sentimentos, comportamentos, características e/ou qualidades essencialmente humanas (seres animados) aos objetos inanimados ou seres irracionais, por exemplo: Segue abaixo alguns exemplos em que a personificação é empregada: 1. O dia acordou feliz e o sol sorria para mim. 2. O vento assobiava esta manhã em que o céu chorava. 3. Naquela noite, a lua beijava o céu. 4. Após a erupção do vulcão, o fogo dançava por entre as casas. PLEONASMO O pleonasmo lexical ocorre quando há repetição de palavras que possuem o mesmo sentido. · “E rir meu riso e derramar meu pranto” (Vinícius de Morais) · “Me sorri um sorriso pontual” (Chico Buarque) ANTITESE · A Antítese é uma figura de pensamento que acontece por meio da aproximação de palavras com sentidos opostos, por exemplo: O ódio e a amor andam de mãos dadas. VOCATIVO O vocativo é um termo que indica o “chamamento”, “invocação”, “interpelação” de uma pessoa (interlocutor) real ou fictícia. geralmente, ele é isolado por vírgulas quando a pausa for curta, ou com o ponto de exclamação, interrogação ou reticências, quando for uma pausa longa. · Professora, queremos saber as notas. (início da frase) · Não diga dessa forma, Manuela! (final da frase) · Oh, meu amor, isso não se faz. (acompanha interjeições) · Veja, meu querido, que lindo lugar. (após o verbo no imperativo) O que é o discurso direto? O discurso direto é caracterizado por ser uma transcrição exata da fala das personagens, sem participação do narrador. O que é o discurso indireto? O discurso indireto é caracterizado por ser uma intervenção do narrador no discurso ao utilizar as suas próprias palavras para reproduzir as falas das personagens. Exemplo de discurso direto: A aluna afirmou: — Preciso estudar muito para o teste. Exemplo de discurso indireto: A aluna afirmara que precisava estudar muito para o teste. Características do discurso direto e do discurso indireto O discurso direto: · é introduzido por um verbo de elocução, seguido de dois-pontos e mudança de linha para um novo parágrafo; · é iniciado por um travessão, que indica a mudança da voz do narrador para a voz da personagem; · é feito na 1.ª pessoa do discurso (eu ou nós). O discurso indireto: · é introduzido por um verbo de elocução, seguido de uma preposição que marca a mudança da voz do narrador para a reprodução da voz da personagem feita também pelo narrador. · é construído na mesma frase, não havendo mudança de linha ou de parágrafo; · é feito na 3.ª pessoa do discurso (ele, ela, eles, elas). Passagem de discurso direto para discurso indireto Quando é feita a passagem do discurso direto para o discurso indireto, ocorrem diversas transformações para que a voz da personagem possa ser reproduzida pela voz do narrador. Exemplos de passagem do discurso direto para o discurso indireto Discurso direto: — Eu comecei minha dieta ontem. Discurso indireto: Ela disse que começara sua dieta no dia anterior. Discurso direto: — Vou ali agora e volto rápido. Discurso indireto: Ele disse que ia lá naquele momento e que voltava rápido. Discurso direto: — Nós viajaremos amanhã. Discurso indireto: Eles disseram que viajariam no dia seguinte. REGIMENTO INTERNO DO TRT 17 Atualmente, o TRT 17ª Região é composto de 12 Desembargadores do Trabalho. Sendo assim, o quórum mínimo é de 7 Desembargadores Além disso, o Regimento Interno exige quórum de 2/3 (dois terços) dos membros efetivos do Tribunal (maioria qualificada), quando a deliberação tratar de aprovação de emenda regimental. Art. 31. Cada Turma funcionará, obrigatoriamente, com o quorum mínimo de três membros votantes. Art. 28. Cada Turma do Tribunal compor-se-á de quatro Desembargadores. Parágrafo único. Na composição de novas Turmas, terão preferência os Desembargadores das Turmas existentes, observada a ordem de antiguidade. image1.png image2.png image3.png