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Colaborar - Av1 - Homeopatia

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A inserção da homeopatia no Sistema Único de Saúde (SUS), por meio da Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC), representa uma estratégia de ampliação do cuidado em saúde, incorporando abordagens que valorizam a integralidade, o vínculo terapêutico e a escuta qualificada. Essa política estabelece diretrizes que envolvem desde a organização dos serviços e financiamento até a formação profissional, produção de insumos e avaliação de resultados. Além disso, propõe a articulação entre diferentes níveis de atenção e incentiva a pesquisa científica para avaliar a efetividade das práticas. No entanto, sua implementação depende de fatores estruturais, como disponibilidade de recursos, capacitação de profissionais e integração com outras políticas de saúde. Dessa forma, a consolidação da homeopatia no SUS exige não apenas normatização, mas também monitoramento contínuo e análise crítica de sua aplicabilidade e impacto no sistema público de saúde.
Avalie criticamente as afirmativas a seguir sobre as implicações da PNPIC para a consolidação da homeopatia no SUS.
I. A implementação efetiva da homeopatia no SUS depende exclusivamente da previsão normativa estabelecida pela política.
II. A inclusão da homeopatia em políticas públicas dispensa a necessidade de avaliação de sua efetividade, uma vez que já está institucionalizada.
III. A articulação entre financiamento, formação profissional e infraestrutura é essencial para viabilizar a prática homeopática no sistema público.
IV. O monitoramento contínuo e o incentivo à pesquisa são elementos estratégicos para avaliar a qualidade e o impacto da homeopatia no SUS.
I e III
III e IV
I, III e IV
II, III e IV
I, II, III e IV

Durante a preparação de medicamentos homeopáticos em uma farmácia de manipulação vinculada ao SUS, um farmacêutico precisa orientar corretamente um estagiário sobre os procedimentos envolvidos na obtenção das diferentes dinamizações. No processo, é fundamental compreender a relação entre insumo ativo, insumo inerte e os métodos de diluição e sucussão empregados. O estagiário apresenta dúvidas sobre a diferença entre potência e escala, bem como sobre a forma correta de preparar uma dinamização inicial utilizando a escala centesimal hahnemanniana. Além disso, questiona se o aumento da potência está relacionado à maior concentração da substância ativa ou à modificação do processo de preparo. Considerando a necessidade de garantir a qualidade e a padronização dos medicamentos homeopáticos, o farmacêutico deve identificar a orientação tecnicamente correta.
Considerando a situação apresentada, assinale a orientação correta do farmacêutico ao estagiário.
As escalas indicam o número de diluições sucessivas aplicadas ao insumo ativo durante o preparo do medicamento.
A potência está diretamente relacionada ao aumento da concentração do insumo ativo na solução final.
A preparação de 1CH deve utilizar uma parte da droga para dez partes de insumo inerte.
A dinamização tem como objetivo aumentar a concentração da substância ativa para intensificar sua ação no organismo.
O preparo pode ser iniciado diretamente a partir do insumo inerte, sem necessidade de uma substância de origem.

Na farmacologia homeopática, a ação dos medicamentos é compreendida a partir da interação entre estímulo medicamentoso e resposta orgânica. Quando uma substância é administrada, ocorre inicialmente uma modificação no estado fisiológico do indivíduo. Essa alteração não representa, por si só, o processo de cura, mas sim um desencadeador de respostas internas. O organismo, dotado de mecanismos de autorregulação, tende a reagir a essa interferência, buscando restabelecer o equilíbrio funcional. Essa dinâmica é interpretada como parte essencial da terapêutica homeopática, que valoriza a capacidade adaptativa do organismo frente a estímulos específicos. Além disso, a intensidade desse estímulo é modulada por processos de diluição e dinamização, visando evitar respostas excessivas. Assim, a compreensão da interação entre estímulo inicial e resposta subsequente é central para interpretar a lógica de ação dos medicamentos nesse modelo terapêutico.
Analise as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.
I. A resposta do organismo após a administração de um estímulo pode apresentar características opostas às alterações inicialmente induzidas.
II. A intensidade do estímulo terapêutico é ajustada para evitar respostas exacerbadas do organismo.
As asserções I e II são verdadeiras, e a II justifica corretamente a I.
As asserções I e II são verdadeiras, mas a II não justifica a I.
A asserção I é verdadeira, e a II é falsa.
A asserção I é falsa, e a II é verdadeira.
As asserções I e II são falsas.

Na prática clínica homeopática, a condução do tratamento depende da correta interpretação dos dados obtidos na consulta em duas fases: uma voltada às queixas físicas e exames clínicos, e outra direcionada à individualização do paciente por meio de aspectos emocionais, comportamentais e fisiológicos. Após essa coleta, realiza-se a repertorização, considerando tanto sintomas agudos quanto padrões crônicos (miasmas). A escolha do medicamento, idealmente o simillimum, baseia-se na correspondência entre o quadro do paciente e a patogenesia da substância. Durante o acompanhamento, o profissional avalia não apenas a remissão dos sintomas, mas também alterações globais no organismo. Em alguns casos, pode ocorrer agravamento inicial dos sintomas, interpretado como resposta orgânica ao estímulo medicamentoso. Além disso, pode-se recorrer a medicamentos policrestos ou complementares, conforme a abrangência ou limitação do quadro clínico apresentado.
Aplique os princípios homeopáticos no contexto da prática clínica e avalie as afirmativas a seguir:
I. A escolha de um medicamento policresto é adequada quando o paciente apresenta múltiplos sintomas inespecíficos e variados.
II. O agravamento inicial dos sintomas indica falha terapêutica e necessidade imediata de suspensão do medicamento.
III. A prescrição de um medicamento complementar pode ser indicada quando o primeiro não cobre integralmente o quadro patogenético.
IV. A avaliação do sucesso terapêutico deve considerar apenas o desaparecimento dos sintomas principais relatados inicialmente.
I e II
I e III
II e IV
I, III e IV
I, II, III e IV

A homeopatia, sistematizada por Samuel Hahnemann no final do século XVIII, fundamenta-se em princípios que reinterpretam ideias anteriores de Hipócrates e Paracelso. Entre esses princípios, destaca-se a "lei dos semelhantes", segundo a qual uma substância capaz de produzir sintomas em um indivíduo saudável pode ser utilizada para tratar sintomas semelhantes em um indivíduo doente. Esse conceito é operacionalizado por meio da experimentação em indivíduos sadios, com o objetivo de descrever a patogenesia, ou seja, o conjunto de sinais e sintomas provocados pela substância testada. Outro aspecto essencial é o uso de doses mínimas, justificadas pela ideia de evitar a intensificação dos sintomas, ao mesmo tempo em que se estimula a resposta do organismo. Além disso, a prescrição de um medicamento único busca evitar interferências na interpretação dos efeitos observados. A doença, nesse contexto, é compreendida como um desequilíbrio na interação entre o organismo e a natureza, sendo a terapêutica direcionada à restauração desse equilíbrio. Essa abordagem implica uma lógica distinta da farmacologia convencional, especialmente no que se refere à relação dose-efeito e à causalidade terapêutica.
Analise a coerência interna dos princípios homeopáticos apresentados e suas implicações metodológicas e assinale a alternativa correta.
Os princípios são coerentes entre si, pois a experimentação em indivíduos doentes valida diretamente a lei dos semelhantes.
Os princípios são incoerentes, pois o uso de medicamento único impede a identificação da patogenesia.
Existe incoerência, pois o uso de doses mínimas contradiz a necessidade de observar efeitos patogenéticos intensos.
Há coerência metodológica, pois a experimentação em indivíduos sadios fundamenta a patogenesia e sustenta a lei dos semelhantes.
Há incoerência, pois, a lei dos semelhantes exige múltiplas substâncias para reproduzir os sintomas observados.

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A inserção da homeopatia no Sistema Único de Saúde (SUS), por meio da Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC), representa uma estratégia de ampliação do cuidado em saúde, incorporando abordagens que valorizam a integralidade, o vínculo terapêutico e a escuta qualificada. Essa política estabelece diretrizes que envolvem desde a organização dos serviços e financiamento até a formação profissional, produção de insumos e avaliação de resultados. Além disso, propõe a articulação entre diferentes níveis de atenção e incentiva a pesquisa científica para avaliar a efetividade das práticas. No entanto, sua implementação depende de fatores estruturais, como disponibilidade de recursos, capacitação de profissionais e integração com outras políticas de saúde. Dessa forma, a consolidação da homeopatia no SUS exige não apenas normatização, mas também monitoramento contínuo e análise crítica de sua aplicabilidade e impacto no sistema público de saúde.
Avalie criticamente as afirmativas a seguir sobre as implicações da PNPIC para a consolidação da homeopatia no SUS.
I. A implementação efetiva da homeopatia no SUS depende exclusivamente da previsão normativa estabelecida pela política.
II. A inclusão da homeopatia em políticas públicas dispensa a necessidade de avaliação de sua efetividade, uma vez que já está institucionalizada.
III. A articulação entre financiamento, formação profissional e infraestrutura é essencial para viabilizar a prática homeopática no sistema público.
IV. O monitoramento contínuo e o incentivo à pesquisa são elementos estratégicos para avaliar a qualidade e o impacto da homeopatia no SUS.
I e III
III e IV
I, III e IV
II, III e IV
I, II, III e IV

Durante a preparação de medicamentos homeopáticos em uma farmácia de manipulação vinculada ao SUS, um farmacêutico precisa orientar corretamente um estagiário sobre os procedimentos envolvidos na obtenção das diferentes dinamizações. No processo, é fundamental compreender a relação entre insumo ativo, insumo inerte e os métodos de diluição e sucussão empregados. O estagiário apresenta dúvidas sobre a diferença entre potência e escala, bem como sobre a forma correta de preparar uma dinamização inicial utilizando a escala centesimal hahnemanniana. Além disso, questiona se o aumento da potência está relacionado à maior concentração da substância ativa ou à modificação do processo de preparo. Considerando a necessidade de garantir a qualidade e a padronização dos medicamentos homeopáticos, o farmacêutico deve identificar a orientação tecnicamente correta.
Considerando a situação apresentada, assinale a orientação correta do farmacêutico ao estagiário.
As escalas indicam o número de diluições sucessivas aplicadas ao insumo ativo durante o preparo do medicamento.
A potência está diretamente relacionada ao aumento da concentração do insumo ativo na solução final.
A preparação de 1CH deve utilizar uma parte da droga para dez partes de insumo inerte.
A dinamização tem como objetivo aumentar a concentração da substância ativa para intensificar sua ação no organismo.
O preparo pode ser iniciado diretamente a partir do insumo inerte, sem necessidade de uma substância de origem.

Na farmacologia homeopática, a ação dos medicamentos é compreendida a partir da interação entre estímulo medicamentoso e resposta orgânica. Quando uma substância é administrada, ocorre inicialmente uma modificação no estado fisiológico do indivíduo. Essa alteração não representa, por si só, o processo de cura, mas sim um desencadeador de respostas internas. O organismo, dotado de mecanismos de autorregulação, tende a reagir a essa interferência, buscando restabelecer o equilíbrio funcional. Essa dinâmica é interpretada como parte essencial da terapêutica homeopática, que valoriza a capacidade adaptativa do organismo frente a estímulos específicos. Além disso, a intensidade desse estímulo é modulada por processos de diluição e dinamização, visando evitar respostas excessivas. Assim, a compreensão da interação entre estímulo inicial e resposta subsequente é central para interpretar a lógica de ação dos medicamentos nesse modelo terapêutico.
Analise as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.
I. A resposta do organismo após a administração de um estímulo pode apresentar características opostas às alterações inicialmente induzidas.
II. A intensidade do estímulo terapêutico é ajustada para evitar respostas exacerbadas do organismo.
As asserções I e II são verdadeiras, e a II justifica corretamente a I.
As asserções I e II são verdadeiras, mas a II não justifica a I.
A asserção I é verdadeira, e a II é falsa.
A asserção I é falsa, e a II é verdadeira.
As asserções I e II são falsas.

Na prática clínica homeopática, a condução do tratamento depende da correta interpretação dos dados obtidos na consulta em duas fases: uma voltada às queixas físicas e exames clínicos, e outra direcionada à individualização do paciente por meio de aspectos emocionais, comportamentais e fisiológicos. Após essa coleta, realiza-se a repertorização, considerando tanto sintomas agudos quanto padrões crônicos (miasmas). A escolha do medicamento, idealmente o simillimum, baseia-se na correspondência entre o quadro do paciente e a patogenesia da substância. Durante o acompanhamento, o profissional avalia não apenas a remissão dos sintomas, mas também alterações globais no organismo. Em alguns casos, pode ocorrer agravamento inicial dos sintomas, interpretado como resposta orgânica ao estímulo medicamentoso. Além disso, pode-se recorrer a medicamentos policrestos ou complementares, conforme a abrangência ou limitação do quadro clínico apresentado.
Aplique os princípios homeopáticos no contexto da prática clínica e avalie as afirmativas a seguir:
I. A escolha de um medicamento policresto é adequada quando o paciente apresenta múltiplos sintomas inespecíficos e variados.
II. O agravamento inicial dos sintomas indica falha terapêutica e necessidade imediata de suspensão do medicamento.
III. A prescrição de um medicamento complementar pode ser indicada quando o primeiro não cobre integralmente o quadro patogenético.
IV. A avaliação do sucesso terapêutico deve considerar apenas o desaparecimento dos sintomas principais relatados inicialmente.
I e II
I e III
II e IV
I, III e IV
I, II, III e IV

A homeopatia, sistematizada por Samuel Hahnemann no final do século XVIII, fundamenta-se em princípios que reinterpretam ideias anteriores de Hipócrates e Paracelso. Entre esses princípios, destaca-se a "lei dos semelhantes", segundo a qual uma substância capaz de produzir sintomas em um indivíduo saudável pode ser utilizada para tratar sintomas semelhantes em um indivíduo doente. Esse conceito é operacionalizado por meio da experimentação em indivíduos sadios, com o objetivo de descrever a patogenesia, ou seja, o conjunto de sinais e sintomas provocados pela substância testada. Outro aspecto essencial é o uso de doses mínimas, justificadas pela ideia de evitar a intensificação dos sintomas, ao mesmo tempo em que se estimula a resposta do organismo. Além disso, a prescrição de um medicamento único busca evitar interferências na interpretação dos efeitos observados. A doença, nesse contexto, é compreendida como um desequilíbrio na interação entre o organismo e a natureza, sendo a terapêutica direcionada à restauração desse equilíbrio. Essa abordagem implica uma lógica distinta da farmacologia convencional, especialmente no que se refere à relação dose-efeito e à causalidade terapêutica.
Analise a coerência interna dos princípios homeopáticos apresentados e suas implicações metodológicas e assinale a alternativa correta.
Os princípios são coerentes entre si, pois a experimentação em indivíduos doentes valida diretamente a lei dos semelhantes.
Os princípios são incoerentes, pois o uso de medicamento único impede a identificação da patogenesia.
Existe incoerência, pois o uso de doses mínimas contradiz a necessidade de observar efeitos patogenéticos intensos.
Há coerência metodológica, pois a experimentação em indivíduos sadios fundamenta a patogenesia e sustenta a lei dos semelhantes.
Há incoerência, pois, a lei dos semelhantes exige múltiplas substâncias para reproduzir os sintomas observados.

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Av1 - Homeopatia
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Informações Adicionais
Período: 13/04/2026 00:00 à 25/05/2026 23:59
Situação: Cadastrado
Tentativas: 1 / 3
Pontuação: 2500
Protocolo: 1169355255
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1)
a)
b)
c)
A inserção da homeopatia no Sistema Único de Saúde (SUS), por meio da Política Nacional de Práticas
Integrativas e Complementares (PNPIC), representa uma estratégia de ampliação do cuidado em saúde,
incorporando abordagens que valorizam a integralidade, o vínculo terapêutico e a escuta qualificada. Essa política
estabelece diretrizes que envolvem desde a organização dos serviços e financiamento até a formação profissional,
produção de insumos e avaliação de resultados. Além disso, propõe a articulação entre diferentes níveis de atenção
e incentiva a pesquisa científica para avaliar a efetividade das práticas. No entanto, sua implementação depende de
fatores estruturais, como disponibilidade de recursos, capacitação de profissionais e integração com outras políticas
de saúde. Dessa forma, a consolidação da homeopatia no SUS exige não apenas normatização, mas também
monitoramento contínuo e análise crítica de sua aplicabilidade e impacto no sistema público de saúde.
Avalie criticamente as afirmativas a seguir sobre as implicações da PNPIC para a consolidação da homeopatia no
SUS.
I. A implementação efetiva da homeopatia no SUS depende exclusivamente da previsão normativa estabelecida pela
política.
II. A inclusão da homeopatia em políticas públicas dispensa a necessidade de avaliação de sua efetividade, uma vez
que já está institucionalizada.
III. A articulação entre financiamento, formação profissional e infraestrutura é essencial para viabilizar a prática
homeopática no sistema público.
IV. O monitoramento contínuo e o incentivo à pesquisa são elementos estratégicos para avaliar a qualidade e o
impacto da homeopatia no SUS.
É correto apenas o que se afirma em:
Alternativas:
I e III
III e IV Alternativa assinalada
I, III e IV
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conteúdo?
22/04/2026, 20:46 Colaborar - Av1 - Homeopatia
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javascript:void(0);
d)
e)
2)
a)
b)
c)
d)
e)
3)
a)
b)
c)
II, III e IV
I, II, III e IV
Durante a preparação de medicamentos homeopáticos em uma farmácia de manipulação vinculada ao SUS, um
farmacêutico precisa orientar corretamente um estagiário sobre os procedimentos envolvidos na obtenção das
diferentes dinamizações. No processo, é fundamental compreender a relação entre insumo ativo, insumo inerte e os
métodos de diluição e sucussão empregados. O estagiário apresenta dúvidas sobre a diferença entre potência e
escala, bem como sobre a forma correta de preparar uma dinamização inicial utilizando a escala centesimal
hahnemanniana. Além disso, questiona se o aumento da potência está relacionado à maior concentração da
substância ativa ou à modificação do processo de preparo. Considerando a necessidade de garantir a qualidade e a
padronização dos medicamentos homeopáticos, o farmacêutico deve identificar a orientação tecnicamente correta.
Considerando a situação apresentada, assinale a orientação correta do farmacêutico ao estagiário.
Alternativas:
As escalas indicam o número de diluições sucessivas aplicadas ao insumo ativo durante o
preparo do medicamento.
Alternativa assinalada
A potência está diretamente relacionada ao aumento da concentração do insumo ativo na solução final.
A preparação de 1CH deve utilizar uma parte da droga para dez partes de insumo inerte.
A dinamização tem como objetivo aumentar a concentração da substância ativa para intensificar sua ação no
organismo.
O preparo pode ser iniciado diretamente a partir do insumo inerte, sem necessidade de uma substância de
origem.
Na farmacologia homeopática, a ação dos medicamentos é compreendida a partir da interação entre estímulo
medicamentoso e resposta orgânica. Quando uma substância é administrada, ocorre inicialmente uma modificação
no estado fisiológico do indivíduo. Essa alteração não representa, por si só, o processo de cura, mas sim um
desencadeador de respostas internas. O organismo, dotado de mecanismos de autorregulação, tende a reagir a
essa interferência, buscando restabelecer o equilíbrio funcional. Essa dinâmica é interpretada como parte essencial
da terapêutica homeopática, que valoriza a capacidade adaptativa do organismo frente a estímulos específicos.
Além disso, a intensidade desse estímulo é modulada por processos de diluição e dinamização, visando evitar
respostas excessivas. Assim, a compreensão da interação entre estímulo inicial e resposta subsequente é central
para interpretar a lógica de ação dos medicamentos nesse modelo terapêutico.
Analise as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.
I. A resposta do organismo após a administração de um estímulo pode apresentar características opostas às
alterações inicialmente induzidas.
PORQUE
II. A intensidade do estímulo terapêutico é ajustada para evitar respostas exacerbadas do organismo.
Assinale a alternativa correta:
Alternativas:
As asserções I e II são verdadeiras, e a II justifica corretamente a I.
As asserções I e II são verdadeiras, mas a II não justifica a I. Alternativa assinalada
A asserção I é verdadeira, e a II é falsa.
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22/04/2026, 20:46 Colaborar - Av1 - Homeopatia
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d)
e)
4)
a)
b)
c)
d)
e)
5)
A asserção I é falsa, e a II é verdadeira.
As asserções I e II são falsas.
Na prática clínica homeopática, a condução do tratamento depende da correta interpretação dos dados obtidos
na consulta em duas fases: uma voltada às queixas físicas e exames clínicos, e outra direcionada à individualização
do paciente por meio de aspectos emocionais, comportamentais e fisiológicos. Após essa coleta, realiza-se a
repertorização, considerando tanto sintomas agudos quanto padrões crônicos (miasmas). A escolha do
medicamento, idealmente o simillimum, baseia-se na correspondência entre o quadro do paciente e a patogenesia
da substância. Durante o acompanhamento, o profissional avalia não apenas a remissão dos sintomas, mas também
alterações globais no organismo. Em alguns casos, pode ocorrer agravamento inicial dos sintomas, interpretado
como resposta orgânica ao estímulo medicamentoso. Além disso, pode-se recorrer a medicamentos policrestos ou
complementares, conforme a abrangência ou limitação do quadro clínico apresentado. Aplique os princípios
homeopáticos no contexto da prática clínica e avalie as afirmativas a seguir:
I. A escolha de um medicamento policresto é adequada quando o paciente apresenta múltiplos sintomas
inespecíficos e variados.
II. O agravamento inicial dos sintomas indica falha terapêutica e necessidade imediata de suspensão do
medicamento.
III. A prescrição de um medicamento complementar pode ser indicada quando o primeiro não cobre integralmente o
quadro patogenético.
IV. A avaliação do sucesso terapêutico deve considerar apenas o desaparecimento dos sintomas principais relatados
inicialmente.
É correto apenas o que se afirma em:
Alternativas:
I e II
I e III Alternativa assinalada
II e IV
I, III e IV
I, II, III e IV
A homeopatia, sistematizada por Samuel Hahnemann no final do século XVIII, fundamenta-se em princípios que
reinterpretam ideias anteriores de Hipócrates e Paracelso. Entre esses princípios, destaca-se a "lei dos semelhantes",
segundo a qual uma substância capaz de produzir sintomas em um indivíduo saudávelpode ser utilizada para tratar
sintomas semelhantes em um indivíduo doente. Esse conceito é operacionalizado por meio da experimentação em
indivíduos sadios, com o objetivo de descrever a patogenesia, ou seja, o conjunto de sinais e sintomas provocados
pela substância testada. Outro aspecto essencial é o uso de doses mínimas, justificadas pela ideia de evitar a
intensificação dos sintomas, ao mesmo tempo em que se estimula a resposta do organismo. Além disso, a
prescrição de um medicamento único busca evitar interferências na interpretação dos efeitos observados. A doença,
nesse contexto, é compreendida como um desequilíbrio na interação entre o organismo e a natureza, sendo a
terapêutica direcionada à restauração desse equilíbrio. Essa abordagem implica uma lógica distinta da farmacologia
convencional, especialmente no que se refere à relação dose-efeito e à causalidade terapêutica.
Analise a coerência interna dos princípios homeopáticos apresentados e suas implicações metodológicas e assinale
a alternativa correta.
Alternativas:
Que tal salvar esse
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22/04/2026, 20:46 Colaborar - Av1 - Homeopatia
https://www.colaboraread.com.br/aluno/avaliacao/index/3505607307?atividadeDisciplinaId=20130826 3/4
a)
b)
c)
d)
e)
Os princípios são coerentes entre si, pois a experimentação em indivíduos doentes valida diretamente a lei dos
semelhantes.
Os princípios são incoerentes, pois o uso de medicamento único impede a identificação da patogenesia.
Existe incoerência, pois o uso de doses mínimas contradiz a necessidade de observar efeitos patogenéticos
intensos.
Há coerência metodológica, pois a experimentação em indivíduos sadios fundamenta a
patogenesia e sustenta a lei dos semelhantes.
Alternativa assinalada
Há incoerência, pois, a lei dos semelhantes exige múltiplas substâncias para reproduzir os sintomas observados.
Que tal salvar esse
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22/04/2026, 20:46 Colaborar - Av1 - Homeopatia
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