Prévia do material em texto
Metabolismo de Protéinas e Enzimas DISCIPLINA: Bioquímica e Biologia Celular Professor: Dra Maria Luiza Carneiro Moura Gonçalves Rego Barros PROTEÍNAS CARACTERÍSTICAS São macromoléculas orgânicas de alto peso molecular constituídas por unidades ou monômeros denominados aminoácidos. Os aminoácidos estão ligados entre si por ligações peptídicas. PROTEÍNAS ESTRUTURA: I) Classificação dos Aminoácidos: Existem 20 aminoácidos que constituem as proteínas dos seres vivos. Os aminoácidos podem ser classificados em dois grupos: o Aminoácidos Essenciais (8): • Não são produzidos pelo homem, e devem por isso, serem ingeridos na alimentação (vegetais). o Aminoácidos Não Essenciais (12): • São produzidos pelo organismo humano PROTEÍNAS ESTRUTURA: II) Estrutura das proteínas Primária: Linear, aminoácidos mantidos pelas ligações peptídicas Secundária: Estrutura helicoidal Terciária: Enovelamento da estrutura helicoidal Quaternária: Agregação de duas ou mais cadeias polipeptídicas enoveladas. PROTEÍNAS FUNÇÕES: A- Função Estrutural o As proteínas são as moléculas orgânicas mais abundantes do corpo humano. o Participam da composicao estrutural dos seres vivos, formando orgão e estruturas em geral. Colágeno: Proteína mais abundante da pele, cartilagem e órgãos. Proporciona resistência e elasticidade a essas estruturas. Elastina: Proteína elástica presente em órgãos como pulmões, parede de vasos sanguíneos e ligamentos. Queratina: Fibras resistentes encontradas nos cabelos, unhas, chifres e cascos. B- Função Hormonal o Vários hormônios são proteínas. o Ex: Insulina e glucagon (controle da glicemia) C. Função Respiratória o Hemoglobina e Mioglobina são pigmentos presente nas hemácias que transportam oxigênio para que as células possam realizar a respiração celular. PROTEÍNAS D. Função Contrátil o Actina e Miosina são proteínas presentes nas células musculares, onde são responsáveis pelo mecanismo de contração muscular. E. Função Carreadora o Existem várias proteínas na membrana plasmática das células, responsáveis pelo transporte de substâncias para o interior e exterior da célula. F. Função Imunológica o As moléculas de defesa do sistema imune são proteínas denominadas anticorpos ou imunoglobulinas. G. Função Catalítica o As enzimas, moléculas que aceleram reações químicas no interior das células, são todas proteínas. PROTEÍNAS ENZIMAS . São proteínas especiais que agem nas reações químicas, acelerando o processo e diminuindo a energia necessária para que ocorram. Enzimas: Diminuem a energia de ativação necessária para iniciar uma reação química. Sem enzimas Com enzimas PROTEÍNAS ENZIMAS . Mecanismo de ação enzimática: 1- Toda enzima age sobre substrato específico, pelo mecanismo de encaixe entre enzima e substrato Sítio especifico. 2- As enzimas não são desgastadas durante a reação que participam, podendo ser reutilizadas. 3- As enzimas não participam da constituição dos produtos finais da reação. A + B + ENZIMA AB + ENZIMA PROTEÍNAS DESNATURAÇÃO PROTEICA . Se dá pela modificação da forma tridimensional da proteína. A proteína modificada não exerce sua função. Principais Fatores: Temperaturas elevadas proteínas em geral e as enzimas suportam até 40º C Mudanças de pH cada proteína, principalmente enzimas suporta determinadas faixas de pH 1. Aminoácidos (AA) São as unidades fundamentais das proteínas; Caracterizados pela presença de um grupo amina e outro carboxila, além de um radical (R) que pode ser de 20 tipos distintos, 1 2 1.1 Os tipos de aminoácidos 1 3 A) AA ESSENCIAIS O organismo não produz. São obtidos pela alimentação. B) AA NATURAIS Produzidos pelo próprio organismo. ATENÇÃO!!! Dos 20 tipos de AA, o homem produz 12 AA (naturais) e não sintetiza 8 AA (essenciais) 1.2 Kwashiorkor • Deficiência grave de ingestão de aminoácidos essenciais. • É um caso de mal nutrição. • Diminuição da pressão osmótica do sangue. • Edema de abdome. 1 4 1.2 Marasmo • Quantidade insuficiente de nutrientes na dieta. • É um caso de subnutrição. • Perda de peso. • Atrofia muscular, pele frouxa e aparência envelhecida . 1 5 2. Ligação Peptídica 1 6 AA + AA = dipeptídeo + H2O 3. Os tipos de proteínas e suas estruturas 1 7 • • • Quantidade de AA do polipeptídio Tipos de AA Sequência dos AA ATENÇÃO!!! É a forma da proteína quem determina a sua função; Mudanças de temperatura e pH (acidez) podem alterar a forma da proteína (desnaturação). 3.1 Primária (sequência linear de AA) • Dada pela sequência de aminoácidos e ligações peptídicas da molécula. • É o nível estrutural mais simples e mais importante, pois dele deriva todo o arranjo espacial da molécula. • Pode ser alterada a partir de mutações que venham a ocorrer no DNA 3.2 Secundária (enrolamento helicoidal) → É dada aminoácidos pelo arranjo próximos espacial de entre si na da proteína, a de pontes de sequência primária partir de ligações hidrogênio. 3.3 Terciária → É a forma tridimensional como a proteína se "enrola". → Ocorre nas proteínas globulares, mais complexas estrutural e funcionalmente. São mantidas por ligações de ponte de hidrogênio, dissulfeto, dentre outras. POSSUI A FORMA DEFINITIVA, EXERCENDO UMA FUNÇÃO EM NOSSO ORGANISMO. 3.4 Quaternária (união de cadeias terciárias) → Dada pela distribuição espacial de mais de uma cadeia polipeptídica no espaço, as subunidades da molécula. → Estas subunidades se mantém unidas por forças covalentes, como pontes dissulfeto, e ligações não covalentes, como pontes de hidrogênio, interações hidrofóbicas, etc. → São específicas para o substrato → São sensíveis a variação de temperatura (termolábeis) e de pH 4. ENZIMAS 4. ENZIMAS → São biocatalizadores enzimáticos: - aceleram a velocidade da reação química; - diminuem a energia de ativação; - não são consumidas (não se desgastam durante a reação) 21 4.1 Fatores que agem sobre a atividade enzimática A) Temperatura 4.1 Fatores que agem sobre a atividade enzimática B) Ph (acidez) 4.1 Fatores que agem sobre a atividade enzimática C) Concentração enzimática 4.1 Fatores que agem sobre a atividade enzimática D) Concentração do substrato 25 4.1 Fatores que agem sobre a atividade enzimática E) Inibidores 26 4.1 Fatores que agem sobre a atividade enzimática E) Inibidores 4.1 Fatores que agem sobre a atividade enzimática E) Inibidores •Inibição competitiva – os inibidores competitivos são substâncias que concorrem diretamente com o substrato específico da enzima. As moléculas desses inibidores têm uma estrutura muito parecida com a do substrato da enzima e, por isso, se unem reversivelmente às enzimas, formando um complexo enzima-inibidor muito semelhante ao complexo enzima-substrato, que inativa a catálise da enzima. Por não haver a formação do complexo-substrato, a atividade catalítica da enzima é inibida enquanto existir o complexo enzima-inibidor. 4.1 Fatores que agem sobre a atividade enzimática E) Inibidores •Inibição não competitiva – a substância inibidora pode ligar-se tanto à enzima quanto ao complexo enzima-substrato, mas num sítio de ligação diferente. Nesse caso, a ligação do inibidor com a enzima não atrapalha a ligação do substrato, mas gera uma alteração que impede a formação do produto da reação 4.1 Fatores que agem sobre a atividade enzimática E) Inibidores • A inibição enzimática incompetitiva caracateriza-se pela interação de uma determinada molécula inibidora com o complexo enzima-substrato, impedido que ocorra a formação de produtos e, portanto, diminuindo a velocidade da reação. • Os aminoácidos e pequenos peptídeos são absorvidos pelos enterócitos através de transportadores específicos. • Alguns di ou tripeptídeos são degradados a aminoácidos pelas aminopeptidases intracelulares. • Os aminoácidos são transferidos para corrente sanguínea e transportados para o fígado para a síntese de novasproteínas. Metabolismo de aminoácidos • Transaminação – transferência reversível do grupamento amino de um aminoácido para um cetoácido por ação de transaminases • (distribuídas em bactérias, plantas e animais) • Desaminação: retirada do grupamento amino pelas desaminases e produção de amônia • Ciclo da ureia (fígado): conversão da amônia em ureia • Degradados a produtos mais simples • Retirada do nitrogênio • Cadeia carbônica reutilizada para fins energéticos Degradação de aminoácidos Amino- transferases Transaminação Glutamato desidrogenase Em vez de transferências de grupos aminos, um aminoácido pode perder diretamente seu grupo amino desaminação Glutamato-transaminase => ácido glutâmico => principal dador de grupos amina, participndo em 2 reações importantes que originam: - ácido aspártico (cetoglutárico) - alanina Desaminação Pode ocorrer por um processo geral – desaminação oxidante – ou por processos particulares e específicos de determinados aminoácidos. Serina, treonina e cisteína (desaminadas diretamente) => amoníaco Por desaminação forma-se o ácido pirúvico Outro produto final da desaminação para além do amoníaco é o ácido alfa- Cetobutírico => aminocatenona => ácido pirúvico Desaminação oxidante Fenômeno irreversível que decorre em várias etapas: 1º desidrogenação 2º redução FAD a FADH2 3º hidrolização em alfa cetoácido e amoníaco Desaminação direta da serina e cisteína Desaminação reversível do ácido aspártico Processo particular de desaminação, pois ocorre conversão de ácido aspártico em ácido fumárico e permite a fixação de NH3 em um composto orgânico. Ponto de entrada no ciclo de Krebs de metade dos átomos de carbono da tirosina e da fenilalanina Desaminação oxidante do ácido glutâmico e formação de amoníaco O ácido glutâmico é desaminado por uma enzima com NAD ou NADP, conforme os organismos, que cataliza a reação reversível Esta interconversão entre ácido glutâmico e o ácido alfa- cetoglutárico por desaminação oxidante ou por aminação redutora constitui um importante ponto de contato entre metabolismos glucídico e proteico Catabolismo – Destino do grupo amina Os aminoácidos que os organismos não utilizam na biossíntese das proteínas ou de outras biomoléculas => combustível metabólico. Uma grande parte desses grupos amina é convertida, nos vertebrados, em ureia. Em todos os organismos o esqueleto carbonado resultante da desaminação é transformado em acetil-coA, acetoacetil-coA, ácido pirúvico ou em intermediários do Ciclo de Krebs. O amoníaco resultante da degradação dos aminoácidos e que não é utilizado na biossíntese de compostos azotados vai ser excretado na forma de NH4, na forma de ácido úrico e na forma de ureia. Ciclo da Ureia, ureogênese ou ciclo de Krebs-Henseleit A ornitina é o transportador dos átomos de azoto e de carbono no ciclo A arginina é o percursor imediato da ureia, sendo hidrolisada pela arginase Síntese da arginina a partir da ornitina 1ª etapa – formação da citrulina 2ª etapa – Condensação da citrulina com o ácido aspártico 3ª etapa – ácido arginosuccínico cinde-se em arginina e ácido fumárico O ácido oxalacético(oxaloacetato) pode seguir 3 vias: - ser transaminado a ácido aspártico; - ser convertido em glucose pela via da neoglucogênese; - condensar-se com o acetil-coA e formar ácido cítrico. Todas estas reações têm lugar na matriz mitocondrial Aminoácidos essenciais Histidina Lisina Valina Metionina Leucina Treonina Isoleucina Fenialanina Triptofano Ciclo de Krebs OxaloacetatoOxaloacetatoOxaloacetato FumaratoFumaratoFumarato AspartatoAspartatoAspartato CitrulinaCitrulinaCitrulina ArgininaArgininaArginina OrnitinaOrnitinaOrnitina ArgininossuccinatoArgininosuccinato Citrato - Isocitrato a-cetoglutarato Succinil-CoA Succinato Glutamatoa-Cetoglutarato H2O ATP PPi + AMP H2OUréiaUréiaUréia Carbamil fosfato CarbamilCarbamil fosfatofosfato CO2 + NH4 + Pi + H2O Ornitina transcarbamilase Arginase Arginino- succinato sintase Argininosuccinase P Malato Eliminação pela urina Matriz mitocondrial Citoplasma Carbamilase fosfato sintase 2 ATP 2 ADP + Pi Transaminação Aminoácidos Síntese de proteínas hepáticas e plasmáticas Transporte a tecidos periféricos Piruvato Intermediários do ciclo de Krebs Glicose Acetil-CoA Síntese de porfirinas Síntese de ácidos graxos CO2 + O2 Ciclo de Krebs e fosforilação oxidativa ADP ATP LEMBRETE • Aminoácidos em excesso não são armazenados para utilização futura e tampouco excretados.São convertidos em intermediários metabólicos, como piruvato, oxalacetato, acetil- coenzima A(Acetil-CoA) e alfa-cetoglutarato. • Degradação da cadeia carbônica dos aminoácidos • Rende 10-15% da energia extraída pelo organismo • Removido o grupo NH 3, resta o esqueleto carbônico do aminoácido na forma de α - cetoácido. • As 20 cadeias carbônicas são oxidadas por vias próprias, porém convergem para 6 componentes do metabolismo: piruvato, acetil CoA, oxaloacetato, fumarato, α - cetoglutarato e succinato (4 últimos são intermediários do ciclo de Krebs). LEMBRETE • A partir desse ponto o metabolismo da cadeia carbônica dos aminoácidos confunde-se com o dos carboidratos ou ácidos graxos. • Um mesmo aminoácido pode contribuir para diferentes componentes do metabolismo. • O destino final do α-cetoácido depende do tecido e do estado fisiológico podendo ser: - Oxidado pelo ciclo de Krebs - Utilizado na Gliconeogênese - Conversão em triacilglicerol É hora de praticar 59 1. Chama-se aminoácido essencial ao aminoácido que: A) não é sintetizado pelo organismo. B) é sintetizado em qualquer organismo animal. C) só existe nos vegetais. D) tem função semelhante à das vitaminas. E) é indispensável ao metabolismo energético. Exercitando 1. Chama-se aminoácido essencial ao aminoácido que: A) não é sintetizado pelo organismo. B) é sintetizado em qualquer organismo animal. C) só existe nos vegetais. D) tem função semelhante à das vitaminas. E) é indispensável ao metabolismo energético. 61 Exercitando 02. Atletas devem 62 ter uma alimentação rica em proteínas e carboidratos. Assim devem consumir preferencialmente os seguintes tipos de alimentos, respectivamente: A) verduras e legumes pobres em amido B) óleos vegetais e verduras C) massas e derivados de leite D) farináceos e carnes magras E) carnes magras e massas Exercitando 02. Atletas devem 63 ter uma alimentação rica em proteínas e carboidratos. Assim devem consumir preferencialmente os seguintes tipos de alimentos, respectivamente: A) verduras e legumes pobres em amido B) óleos vegetais e verduras C) massas e derivados de leite D) farináceos e carnes magras E) carnes magras e massas Exercitando 03. As proteínas são compostos: A) formados por carboidratos e lipídios 64 unidos por pontes de hidrogênio. B) de tamanho muito pequeno (micromoléculas) e que ocorrem em baixa concentração dentro da célula. C) que não fazem parte da constituição química dos cromossomos. D) formados por aminoácidos unidos por ligações peptídicas. E) responsáveis pela transmissão da informação genética. Exercitando 03. As proteínas são compostos: A) formados por carboidratos e lipídios unidos por pontes de hidrogênio. B) de tamanho muito pequeno (micromoléculas) e que ocorrem em baixa concentração dentro da célula. C) que não fazem parte da constituição química dos cromossomos. D) formados por aminoácidos unidos por ligações peptídicas. E) responsáveis pela transmissão da informação genética. 65 Exercitando 04. Quando hidrolisadas (quebra da molécula em ambiente aquoso) as proteínas produzem: A) monossacarídeos. B) íons de sais minerais. C) álcool e ácidos graxos. D) aminoácidos. E) polipeptídios. 66 Exercitando 04. Quando hidrolisadas (quebrada molécula em ambiente aquoso) as proteínas produzem: A) monossacarídeos. B) íons de sais minerais. C) álcool e ácidos graxos. D) aminoácidos. E) polipeptídios. 67 Exercitando 05. A união de um grupamento amina de um aminoácido com o grupamento ácido de outro produz: A) um monopeptídio, com uma ligação peptídica. B) um dipeptídio, com uma ligação peptídica. C) um polipeptídio, com várias ligações peptídicas. D) um dipeptídio, com duas ligações peptídicas. E) um oligopeptídio, com duas ligações peptídicas. 68 Exercitando 05. A união de um grupamento amina de um aminoácido com o grupamento ácido de outro produz: A) um monopeptídio, com uma ligação peptídica. B) um dipeptídio, com uma ligação peptídica. C) um polipeptídio, com várias ligações peptídicas. D) um dipeptídio, com duas ligações peptídicas. E) um oligopeptídio, com duas ligações peptídicas. 69 Exercitando 06) O perigo das febres altas se associa principalmente a inativação das proteínas do sistema nervoso, podendo ser fatal para o organismo. Nessa condição, conclui-se que as proteínas A) rompem as ligações internas entre os lipídios. B) ganham átomos que se agregam a sua molécula. C) separam os aminoácidos e suas ligações peptídicas. D) alteram sua estrutura, prejudicando sua função biológica. E) sofrem uma desnaturação que promove sua reestruturação espacial. 70 Exercitando 06) O perigo das febres altas se associa principalmente a inativação das proteínas do sistema nervoso, podendo ser fatal para o organismo. Nessa condição, conclui-se que as proteínas A) rompem as ligações internas entre os lipídios. B) ganham átomos que se agregam a sua molécula. C) separam os aminoácidos e suas ligações peptídicas. D) alteram sua estrutura, prejudicando sua função biológica. E) sofrem uma desnaturação que promove sua reestruturação espacial. 71 Exercitando 07) 72 Exercitando Considerando - se a análise das informações contidas no gráfico, conclui - se que A) as enzimas representadas participam de reações distintas e em locais distintos, ao longo do trato digestivo humano. B) a enzima B é característica de um indivíduo humano em estado febril, com temperatura corpórea acima de 40oC. C) a capacidade de manutenção da estrutura terciária da enzima A é maior do que se comparada à enzima B. D) variações de temperatura a partir da faixa ótima interferem mais na velocidade de reação da enzima A do que na velocidade de reação da enzima B. E) a enzima B indica uma alta resistência ao calor, como as que ocorrem, por exemplo, em bactérias termófilas. 73 Exercitando Considerando - se a análise das informações contidas no gráfico, conclui - se que A) as enzimas representadas participam de reações distintas e em locais distintos, ao longo do trato digestivo humano. B) a enzima B é característica de um indivíduo humano em estado febril, com temperatura corpórea acima de 40oC. C) a capacidade de manutenção da estrutura terciária da enzima A é maior do que se comparada à enzima B. D) variações de temperatura a partir da faixa ótima interferem mais na velocidade de reação da enzima A do que na velocidade de reação da enzima B. E) a enzima B indica uma alta resistência ao calor, como as que ocorrem, por exemplo, em bactérias termófilas. 74 Exercitando Referências Científicas Nelson DL, Cox MM. Lehninger Principles of Biochemistry. 8th ed. New York: W. H. Freeman; 2021. Murray RK, Bender DA, Botham KM, Kennelly PJ, Rodwell VW, Weil PA. Harper’s Illustrated Biochemistry. 32nd ed. New York: McGraw-Hill Education; 2021. Gropper SS, Smith JL. Advanced Nutrition and Human Metabolism. 8th ed. Boston: Cengage Learning; 2022. Devlin TM. Textbook of Biochemistry with Clinical Correlations. 8th ed. Hoboken: Wiley-Liss; 2010. Feingold KR, Anawalt B, Boyce A, et al. (Eds). Endotext [Internet]. South Dartmouth (MA): MDText.com, Inc.; 2000 OBRIGADA! @dramalubarros (81)9.9661-3096 marialuizacarneiro@faculdadeide.edu.br