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Planejamento para Exodontia 3.1 Elementos Anteriores (e pré-molares) - Montagem da mesa • Clorexidina/iodopovidona degermante, enxaguatório de clorexidina/iodopovidona e pinça pean • Sindesmótomo • Fórceps 150 e 151, alavanca Seldin 2, cureta Lucas, alveolótomo e lima para osso. • Pinça Kelly, esponja absorvível e cânula. • Pinça porta-agulha e fio de sutura 3-0. - Desinfecção do Paciente: Desinfecção extraoral com degermante de clorexidina/iodopovidona seguido de um bochecho com enxaguante a base de clorexidina/iodopovidona. Caso o paciente não possa realizar bochechos, com uma pinça ou as mãos, passe gaze/algodão embebido na solução enxaguante nas estruturas nobres e não nobres do aparelho estomatognático. - Anestesia: Vide em Técnicas Anestésicas. - Diérese: Contorno do terço cervical dentário subgengival com o sindesmótomo, a fim de romper as fibras ligamentares de sustentação do elemento. - Exérese: Uso de fórceps (150 para superiores e 151 para inferiores), com foco em determinar o ponto de fulcro, exercer movimentos pendulares (direcionados com maior potência para a extremidade vestibular), seguido de uma sutil rotação para as extremidades mesial e distal (exceto em caso de dentes multirradiculados), para enfim o extruir do alvéolo. Em caso de falha, a alavanca pode ser usual em manobra de cunha. A cavidade deve ser limpa com a ajuda de uma cureta Lucas, e quaisquer espículas ósseas extirpadas por meio de alveolótomo/lima. - Hemostasia: Aplicação de esponjas absorvíveis para minimizar o extravasamento de sangue. Em caso de insistência, compressas podem ser confeccionadas com gaze ou algodão. Todo sangue residual deve ser drenado por meio da cânula. - Síntese: A suturação deve ser realizada tendo em vista as necessidades e durabilidade da mucosa; mas comumente, a cavidade alveolar será coberta por uma sutura em X. dentes multirradiculados), para enfim o extruir do alvéolo. Em caso de falha, a alavanca pode ser usual em manobra de cunha. A cavidade deve ser limpa com a ajuda de uma cureta Lucas, e quaisquer espículas ósseas extirpadas por meio de alveolótomo/lima. - Hemostasia: Aplicação de esponjas absorvíveis para minimizar o extravasamento de sangue. Em caso de insistência, compressas podem ser confeccionadas com gaze ou algodão. Todo sangue residual deve ser drenado por meio da cânula. - Síntese: A suturação deve ser realizada tendo em vista as necessidades e durabilidade da mucosa; mas comumente, a cavidade alveolar será coberta por uma sutura em X. 3.2 Molares Superiores - Montagem da mesa Clorexidina/iodopovidona degermante, enxaguatório de clorexidina/iodopovidona e pinça pean Sindesmótomo Fórceps 18R/L, 17 e 16, alavanca Seldin 1 R/L e 2, cureta Lucas, alveolótomo e lima para osso. Brocas Zekrya e 118. Pinça Kelly, esponja absorvível e cânula. Pinça porta-agulha e fio de sutura 3-0. - Desinfecção do Paciente: Desinfecção extraoral com degermante de clorexidina/iodopovidona seguido de um bochecho com enxaguante a base de clorexidina/iodopovidona. Caso o paciente não possa realizar bochechos, com uma pinça ou as mãos, passe gaze/algodão embebido na solução enxaguante nas estruturas nobres e não nobres do aparelho estomatognático. - Anestesia: Vide em Técnicas Anestésicas. - Diérese: Contorno do terço cervical dentário subgengival com o sindesmótomo, a fim de romper as fibras ligamentares de sustentação do elemento. - Exérese: Uso de fórceps (18R/L para superiores direito/esquerdo e 17 para inferiores [16 quando a furca está aparente]), com foco em determinar o ponto de fulcro, exercer movimentos pendulares (direcionados com maior potência para a extremidade vestibular), seguido da extrusão do dente do alvéolo. Em caso de falha, a alavanca pode ser usual em manobra de alavanca ou até eixo/roda. Brocas podem ser utilizadas para seccionar o dente, para facilitar a remoção, onde é feita a divisão seguindo as cristas intra-alveolar. A cavidade deve ser limpa com a ajuda de uma cureta Lucas, e quaisquer espículas ósseas extirpadas por meio de alveolótomo/lima. - Hemostasia: Aplicação de esponjas absorvíveis para minimizar o extravasamento de sangue. Em caso de insistência, compressas podem ser confeccionadas com gaze ou algodão. Todo sangue residual deve ser drenado por meio da cânula. - Síntese: A suturação deve ser realizada tendo em vista as necessidades e durabilidade da mucosa; mas comumente, a cavidade alveolar será coberta por uma sutura em X. 3.3 Raízes Residuais - Montagem da mesa Clorexidina/iodopovidona degermante, enxaguatório de clorexidina/iodopovidona e pinça pean Sindesmótomo, bisturi Nº15, pinça Adson e descolador Molt. Fórceps 18R/L, 17 e 16, alavanca Seldin 1 R/L e 2, cureta Lucas, alveolótomo e lima para osso. Brocas Zekrya e 118 Pinça Kelly, esponja absorvível e cânula. Pinça porta-agulha e fio de sutura 3-0. - Desinfecção do Paciente: Desinfecção extraoral com degermante de clorexidina/iodopovidona seguido de um bochecho com enxaguante a base de clorexidina/iodopovidona. Caso o paciente não possa realizar bochechos, com uma pinça ou as mãos, passe gaze/algodão embebido na solução enxaguante nas estruturas nobres e não nobres do aparelho estomatognático. - Anestesia: Vide em Técnicas Anestésicas. - Diérese: Contorno do terço cervical dentário subgengival com o sindesmótomo, a fim de romper as fibras ligamentares de sustentação do elemento. Caso a visualização do resíduo não esteja favorável, é possível fazer uma incisão Neumann, Widman (caso a mucosa tenha muita resistência) ou um retalho de Maurel/Mead (para posteriores, onde a de Mead é recomendada caso a mucosa tenha muita resistência). O retalho deve ser levantado pelo descolador. - Exérese: Uso de fórceps (65 para anteriores superiores e 69 para o resto), com foco em determinar o ponto de fulcro, exercer movimentos pendulares (direcionados com maior potência para a extremidade vestibular), seguido de uma sutil rotação para as extremidades mesial e distal (em caso de dentes multirradiculados, pode-se fazer uma odontossecção), para enfim o extruir do alvéolo. Em caso de falha, a alavanca pode ser usual em manobra de cunha. Brocas podem ser utilizadas para seccionar a raiz, para facilitar a remoção. A cavidade deve ser limpa com a ajuda de uma cureta Lucas, e quaisquer espículas ósseas extirpadas por meio de alveolótomo/lima. - Hemostasia: Aplicação de esponjas absorvíveis para minimizar o extravasamento de sangue. Em caso de insistência, compressas podem ser confeccionadas com gaze ou algodão. Todo sangue residual deve ser drenado por meio da cânula. - Síntese: A suturação deve ser realizada tendo em vista as necessidades e durabilidade da mucosa; mas comumente, a cavidade alveolar será coberta por uma sutura em X ou ponto simples; em caso de retalho, pode-se fazer o simples contínuo ou festonado. 3.4 Elementos Submucosos/Semi-Inclusos - Montagem da mesa Clorexidina/iodopovidona degermante, enxaguatório de clorexidina/iodopovidona e pinça pean Sindesmótomo, bisturi Nº15, pinça Adson e descolador Molt. Fórceps 18R/L, 17 e 16, alavanca Seldin 1 R/L e 2, cureta Lucas, alveolótomo e lima para osso. Brocas Zekrya e 118 Pinça Kelly, esponja absorvível e cânula. Pinça porta-agulha e fio de sutura 3-0. - Desinfecção do Paciente: Desinfecção extraoral com degermante de clorexidina/iodopovidona seguido de um bochecho com enxaguante a base de clorexidina/iodopovidona. Caso o paciente não possa realizar bochechos, com uma pinça ou as mãos, passe gaze/algodão embebido na solução enxaguante nas estruturas nobres e não nobres do aparelho estomatognático. - Anestesia: Vide em Técnicas Anestésicas. - Diérese: Faz-se uma incisão Neumann, Widman (caso a mucosa tenha muita resistência) ou um retalho de Maurel/Mead (para posteriores, ondea de Mead é recomendada caso a mucosa tenha muita resistência). O retalho deve ser levantado pelo descolador. - Exérese: A alavanca pode ser usual em manobra de cunha. No entanto, a maior probabilidade de êxito está na realização de ostectomia do rebordo alveolar que abriga o elemento, onde ele deve ser seccionado para facilitar a remoção, tanto com alavanca ou com fórceps. A cavidade deve ser limpa com a ajuda de uma cureta Lucas, e quaisquer espículas ósseas extirpadas por meio de alveolótomo/lima. - Hemostasia: Aplicação de esponjas absorvíveis para minimizar o extravasamento de sangue. Em caso de insistência, compressas podem ser confeccionadas com gaze ou algodão. Todo sangue residual deve ser drenado por meio da cânula. - Síntese: A suturação deve ser realizada tendo em vista as necessidades e durabilidade da mucosa; mas comumente, a cavidade alveolar será coberta por uma sutura em X ou ponto simples; em caso de retalho, pode-se fazer o simples contínuo ou festonado.