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Sejam bem-
vindos !
INTRODUÇÃO À 
ELETROTERAPIA
PROF. ANDRÉ RADL
Dr.andreradl
OBJETIVOS DESSA AULA
Reconhecer a eletroterapia 
como recurso físico relevante 
na prática fisioterapêutica e 
compreender sua inserção 
histórica e científica.
Familiarizar-se com conceitos 
introdutórios relacionados à 
eletricidade aplicados ao 
contexto biológico e 
terapêutico.
Identificar os principais tipos 
de corrent |es elétricas 
utilizadas na fisioterapia, 
compreendendo suas 
diferenças gerais.
Desenvolver base conceitual 
inicial para o estudo dos 
parâmetros físicos e das 
aplicações clínicas que serão 
aprofundadas ao longo da 
disciplina.
◼ África, Europa e Oriente Médio 
(dois milênios) – peixes elétricos 
para tratar dor, epilepsia, lesões 
crônicas, ...;
◼ Descrições e relatos de autores 
como Hipócrates (60-377 a.C.) e 
Aristóteles (381-322 a.C.);
◼ Há aproximadamente 300 anos- 
mecanização da eletricidade;
◼ LUIGI GALVANI (1737-1798) – 
eletricidade intrínseca 
(contrações musculares) em 
sapos mortos dissecados;
HISTÓRICO
CAVALLIERI & BALDAN apud LIEBANO (2021)
◼ ALESSANDRO VOLTA (175-
1827) – eletricidade gerada 
por artefatos metálicos 
externos ao corpo/ pilha de 
Volta;
◼ DUCHENNE DE BOULOGNE 
(1806-1875) – eletrificação 
de movimentos humanos;
◼ 1820- primeira corrente 
pulsada da história 
(Farádica).
CAVALLIERI & BALDAN apud LIEBANO (2021)
◼ Grécia Antiga -peixes 
elétricos
◼ TORPEDO (arraia do 
Mediterrâneo
◼ Catfish (rio Nilo) 
CAVALLIERI & BALDAN apud LIEBANO (2021)
◼ CRONAXIA: “Tempo mínimo de duração de 
um pulso elétrico para produzir uma contração 
muscular. (Lapicque, 1826) 
◼ Princípio de Acomodação: se o tempo de 
elevação de um estímulo for alto, o nervo se 
acomoda e eleva o limiar de excitabilidade. (Du 
Bois Reymond,1843) 
◼ introdução de estricnina por meio de corrente 
galvânica em coelhos provocava convulsões. 
(Munck, 1873) 
“Teoria das Comportas” 
(Melzack e Wall, 1965), a 
eletroterapia voltou a ser 
objeto de pesquisas.
MITOS E 
DESCONHECIMENTO
ESTIMULAÇÃO ELÉTRICA 
TERAPÊUTICA (ELETROTERAPIA)
Utilização da corrente elétrica modificada por um 
equipamento, com objetivo terapêutico.
VERA apud LIEBANO (2021)
EFEITOS TERAPÊUTICOS
◼ Analgesia
◼ Ac ̧a ̃o Vascular / controle de 
edema
◼ Reparo Tecidual
◼ Controle de processo 
inflamatório
◼ Estimulação muscular 
(músculos/ tecido 
neuromuscular)
◼ Controle de espasticidade
CONCEITOS 
BÁSICOS 
ASPECTOS 
FÍSICOS
CARGAS ELÉTRICAS
◼ Propriedade 
básica da matéria 
◼ Dois tipos de 
carga elétrica na 
natureza: 
a) positiva, 
b) negativa
CORRENTE ELÉTRICA
Quantidade de carga (elétrons ou íons) que 
flui, por um segundo, em um condutor, com 
determinada direção e é medida em 
ampères ou miliampères.
VERA apud LIEBANO (2021)
Tipos de eletricidade
Eletricidade 
estática
◼ Quando há um 
corpo/objeto 
carregado
◼ Mas esta carga não 
se move
Eletricidade 
corrente
◼ Quando a carga se 
move através de um 
condutor
◼ OBS: 2 tipos de 
carga
• Positiva (+)
• Negativa (-)
Singh (2012)
A corrente elétrica flui de um polo 
negativo ( cátodo ), para um pólo positivo ( 
ânodo ), por um caminho de menor 
resistência.
CIRCUITO ELÉTRICO
Conjunto formado por um gerador de corrente 
elétrica, sendo um sistema fechado onde inicia e 
termina em um mesmo ponto.
Na eletroterapia, a corrente elétrica é direcionada a 
canais por onde se conectam eletrodos.
Circuitos elétricos – fluxo de elétrons em um fio 
(cobre, ouro...)
OBJETOS ELETRICAMENTE 
CARREGADOS
Cátodo
◼ Objeto carregado 
negativamente (-)
◼ Atraí cátions (+)
Ânodo
◼ Objeto carregado 
positivamente (+)
◼ Atraí ânions (-)
Quanto maior a carga do cátodo 
e/ou ânodo, maior a força de 
atração ou repulsão
OS OPOSTOS SE ATRAEM !!!
PÓLOS- sempre que houver 
concentração de elementos 
carregados pelo mesmo tipo de 
carga elétrica (positivo ou 
negativo)
CONDUTORES VS. 
NÃO CONDUTORES
Condutor
◼ Elementos que os átomos 
possuem poucos elétrons 
na camada mais externa
◼ Existe pouca resistência à 
passagem da corrente 
elétrica (em 
relação à outra
•Simétrica
•Assimétrica
Liebano (2021)
CÁLCULO
Balanço (equilíbrio)
◼ Área das fases (carga)
◼ Apenas para correntes bifásicas
• Balanceada
• Desbalanceada
◼ Sempre um pulso simétrico será balanceado!
Prentice (2014)
Formas
Mais usados
• Quadrada
• Retangular
• Triangular
• Senoidal 
(sinusóide)
Robertson et al., 2009; Prentice (2014)
FORMAS GEOMÉTRICAS (REPRESENTATIVAS) 
DA ONDA ELÉTRICA
CARACTERÍSTICAS DOS 
PULSOS ELÉTRICOS
◼ Frequência (portadora)
• Pulsos por seg (pps ou Hz)
◼ Intensidade (amplitude, amperagem)
• 0-100 mA
◼ Largura de pulso (T)
• Usualmente entre 50-600 μs
◼ Frequência de Burst
• Trens de energia por seg (Hz)
◼ Ciclo de trabalho
• Porção que o Burst flui sobre o tempo total do ciclo 
(em %)
ASPECTOS RELACIONADOS À 
PARAMETRIZAÇÃO
Robertson et al., 2009
1- Frequência portadora
◼ Quantas vezes repete o 
pulso em 1 seg (Hz)
◼ Baixa62: Tipos de Eletrodos
	Slide 63
	Slide 64: Conexões
	Slide 65: Conectores
	Slide 66: TÉCNICAS DE APLICAÇÃO
	Slide 67: TÉCNICAS DE APLICAÇÃO
	Slide 68: MÉTODOS DE APLICAÇÃO
	Slide 69
	Slide 70: Exercícios
	Slide 71: Questão 1
	Slide 72: Resposta 1
	Slide 73: Questão 2
	Slide 74: Resposta 2
	Slide 75: Questão 3
	Slide 76: Resposta 3
	Slide 77: Questão 4
	Slide 78: Resposta 4
	Slide 79: Questão 5
	Slide 80: Resposta 5
	Slide 81: QUESTÕES
	Slide 82
	Slide 83