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CAVEIRA.COM
DIREITO CONSTITUCIONAL
DIREITOS E DEVERES
INDIVIDUAIS E COLETIVOS
(VOL. 2)
CAVEIRA.COM
Todo o conteúdo disponibilizado neste material é protegido 
pela Lei de Direitos Autorais (Lei nº 9.610/1998) e pela Lei de 
Software (Lei nº 9.609/1998).
A prática de rateio, compartilhamento não autorizado, 
reprodução, distribuição ou venda deste material sem a 
devida autorização constitui crime de violação de direito 
autoral, sujeito a pena de detenção de 2 a 4 anos e multa (art. 
184 do Código Penal).
Além das sanções penais, o infrator pode responder 
civilmente por perdas e danos, sendo responsabilizado 
financeiramente por cada cópia ou acesso irregular 
identificado.
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identificados individualmente por marcas d’água visíveis e 
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conteúdo é compactuar com o crime de pirataria. Proteja sua 
preparação, respeite o trabalho e os direitos de quem produz 
este material.
BASE LEGAL:
• Código Penal, art. 184
• Lei nº 9.610/1998 (Direitos Autorais)
• Lei nº 9.609/1998 (Proteção ao Software
⚠ ATENÇÃO – USO ILEGAL E PIRATARIA É CRIME ⚠
Fala, Caveiras!
 
Vamos continuar o estudo de um dos temas mais importantes e recorrentes do Direito Constitucional em
provas policiais. É de suma importância que se atenham a cada detalhe desse PDF Interativo,
principalmente, sem menosprezar a boa e velha lei seca. 
 
Por razões didáticas, dividiremos o assunto em 02 Volumes, do seguinte modo:
Volume 01 - Art. 5º, inc. I ao art. 5º, inc. XXXIV, "b";
Volume 02 - Art. 5º, inc. XXXV ao art. 5º §4º - tema do estudo atual. 
Dito isso, vamos às nossas dicas iniciais (pertinentes a ambos os Volumes):
 
Dica 01 – Decorem o artigo 5º da CF/88. É um dos que mais possui incisos e, definitivamente, é o mais
cobrado;
Dica 02 – É interessante que saibam a doutrina sobre a teoria geral dos direitos fundamentais;
Dica 03 – Jurisprudência é uma ferramenta muito valiosa dentro desse assunto e vamos explorá-la aqui;
Dica 04 – Simulados e mais simulados do Caveira que a aprovação vem!
 
Por fim, um último recado: o foco do nosso estudo sempre será a lei seca, mas aprofundaremos sempre
que necessário com doutrina e jurisprudência relacionadas.
 
Vamos lá!
 
DIREITOS E DEVERES INDIVIDUAIS E COLETIVOS (VOL. 2)
 
CONTINUAÇÃO:
1. Princípio da inafastabilidade de jurisdição (art. 5º, XXXV):
 
Art. 5º, XXXV - a lei não excluirá da apreciação do Poder Judiciário lesão ou ameaça a direito.
 
Direto ao ponto: esse postulado estabelece que, entre nós, somente o Poder Judiciário decide
definitivamente, com força de coisa julgada. É o que a doutrina constitucionalista denomina de sistema
de jurisdição una (ou Sistema Inglês).
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Material protegido por lei. Cada PDF possui marca d'água única.
O compartilhamento será rastreado e poderá resultar em responsabilização criminal (art. 184, CP).
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Sistemas administrativos:
 
⟹ Sistema Francês:
 
Poder Judiciário e Justiça Administrativa. Existem dois órgãos com capacidade de decidir com
definitividade.
 
⟹ Sistema Inglês (adotado no Brasil): 
 
Apenas o Poder Judiciário pode decidir com definitividade. Consagração do princípio da
inafastabilidade de jurisdição (art. 5º, XXXV, CF/88). 
�uestão 1 Direito Constitucional -> Direitos e Garantias Fundamentais -> Direitos e
Deveres Individuais e Coletivos
Banca: CAVEIRA (ADAPTADA) Nível: A definir
Quando a Constituição Federal de 1988 dispõe em seu art. 5º, XXXV, que a lei não
excluirá da apreciação do Poder Judiciário lesão ou ameaça a direito, temos a
consagração do Sistema Administrativo Francês.
 
C Certo
E Errado
O gabarito da questão está no final do documento.
Clique aqui e acesse a questão na plataforma para ver o comentário do professor e tirar suas dúvidas com o Charlie.
Atenção: Marcelo Alexandrino e Vicente Paulo afirmam haver certas exceções ao princípio da
inafastabilidade de jurisdição (há certa divergência, mas se cair na sua prova, provavelmente estará
nessa lista abaixo):
Ações relativas à disciplina e competições esportivas;
Ato administrativo que contrarie Súmula Vinculante (art. 7°, §1°, Lei nº 11.417/06);
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https://app.caveira.com/questions?raw_text=31745
Indeferimento do fornecimento de informação sobre dados pessoais ou omissão em atender este
pedido para que nasça o interesse de agir no habeas data;
Indeferimento de pedido perante o INSS ou omissão em atender o pedido administrativo para
obtenção de benefício previdenciário.
2. Proteção ao direito adquirido, à coisa julgada e ao ato jurídico perfeito (art. 5º, XXXVI):
 
Art. 5º, XXXVI - a lei não prejudicará o direito adquirido, o ato jurídico perfeito e a coisa julgada.
 
Segundo lições de Marcelo Novelino, temos:
Direito adquirido: segundo a Lei de Introdução às normas do Direito brasileiro "são os direitos que
o seu titular, ou alguém por ele, possa exercer, como aqueles cujo  começo do exercício tenha
termo prefixo, ou condição preestabelecida inalterável, a arbítrio de outrem" (DL nº 4.657/42, art.
6º, § 2º);
Ato jurídico perfeito: é aquele que reúne todos os elementos necessários à sua formação e que
se encontra apto a produzir seus efeitos;
Coisa julgada: não se trata de um efeito da sentença, mas como uma especial qualidade que
imuniza os efeitos substanciais desta, visando garantir a estabilidade da tutela jurisdicional.
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FRENTE DO CARD
O ato jurídico perfeito não se trata de um efeito da sentença, mas como uma
especial qualidade que imuniza os efeitos substanciais desta, visando
garantir a estabilidade da tutela jurisdicional. 
 
[Verdadeiro ou Falso]
VERSO DO CARD
Falso.
 
Essa é a descrição da coisa julgada, ok? 
 
O ato jurídico perfeito, por outro lado,  é aquele que reúne todos os
elementos necessários à sua formação e que se encontra apto a produzir seus efeitos.
3. Juízo natural (art. 5º, XXXVII e LIII):
 
Art. 5º (...)
 
XXXVII - não haverá juízo ou tribunal de exceção;
 
(...)
 
LIII - ninguém será processado nem sentenciado senão pela autoridade competente.
 
Os incisos acima materializam o princípio do juízo natural, o qual assegura ao indivíduo a atuação
imparcial do Poder Judiciário na apreciação das questões postas em juízo.
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18/03/2026 00:016
Segundo Marcelo Alexandrino e Vicente Paulo, a garantia do juiz natural "obsta que, por
arbitrariedade ou casuísmo, seja estabelecido tribunal ou juízo excepcional (tribunais instituídos ad
hoc, ou seja, para o julgamento de um caso específico, e ex post facto, isto é, criados depois do caso
que será julgado), ou que seja conferida  competência não prevista constitucionalmente a quaisquer
órgãosquando a pretensão veiculada interesse apenas a uma parte da respectiva categoria.
 
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18/03/2026 00:0142
HD 282/DF, STJ: O remédio constitucional adequado para obtenção de vista de processo
administrativo é o mandado de segurança, conforme jurisprudência do STJ: “Não se admite o emprego
do habeas data como meio para a obtenção de cópia de autos de processo administrativo disciplinar,
em que o autor figure como implicado, porquanto tal propósito não encontra abrigo no que dispõe o
art. 7º, inciso I, da Lei 9.507/1997.
 
Informativo nº 682, STJ: Veículo de imprensa jornalística possui direito líquido e certo de obter dados
públicos sobre óbitos relacionados a ocorrências policiais.
 
Informativo nº 578, STJ: Ato que SUPRIME qualquer vantagem remuneratória é ATO ÚNICO (o prazo
para o MS é contado da data em que o prejudicado tomou ciência do ato). Ato que REDUZ qualquer
vantagem remuneratória consiste em prestação de TRATO SUCESSIVO (o prazo para o MS renova-se
mês a mês, não podendo se falar em prazo decadencial).
 
Súmula nº 268, STF: Não cabe mandado de segurança contra decisão judicial com trânsito em julgado
(nem contra ato ou decisão judicial dos quais caiba recurso com efeito suspensivo,
independentemente de caução).
 
Art. 1º, § 2º, Lei nº 12.016/09: Não cabe mandado de segurança contra os atos de gestão comercial
praticados pelos administradores de empresas públicas, de sociedade de economia mista e de
concessionárias de serviço público.
 
Art. 23, Lei nº 12.016/09: O direito de requerer mandado de segurança extinguir-se-á decorridos 120
(cento e vinte) dias, contados da ciência, pelo interessado, do ato impugnado.
Súmula nº 266, STF: Não cabe mandado de segurança contra lei em tese (não cabe mandado de
segurança contra decretos do Poder Executivo, salvo aqueles que sejam materialmente atos
administrativos).
Súmula nº 101, STF: O mandado de segurança não substitui a ação popular.
 
Art. 102, I, “d”, CF/88: Compete ao STF julgar o mandado de segurança e o habeas data contra atos do
Presidente da República, Mesas da Câmara dos Deputados e Senado Federal, TCU, PGR e do próprio
STF.
Art. 5º, LXX - o mandado de segurança coletivo pode ser impetrado por:
a) partido político com representação no Congresso Nacional;
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b) organização sindical, entidade de classe ou associação legalmente constituída e em funcionamento
há pelo menos um ano, em defesa dos interesses de seus membros ou associados.
 
Sobre o mandado de segurança coletivo, temos que se aplica, no que for possível, o exposto para o
mandando de segurança individual. 
 
Um ponto que merece destaque é que para que a Associação impetre mandado de segurança, faz-se
necessário que esteja em funcionamento há, pelo menos, 01 ano. 
Possuem capacidade processual para figurar como impetrante em MS:
 
a) Pessoas físicas: em geral, inclusive o estrangeiro somente em trânsito pelo território nacional (RE
215.267/SP, STF);
 
b) Pessoas jurídicas: em geral, tanto de direito privado quanto de direito público (RMS 3.709/PR, STF);
 
c) Agentes políticos: Governadores, Prefeitos, Ministros, Secretários de Estado, parlamentares em
geral, magistrados, membros do Ministério Público, para defesa de suas prerrogativas funcionais (MS
20.452/DF, STF e MS 21.642/DF, STF - impetrado por Senadores; e MS 20.257, STF e MS 23.565/DF,
STF - impetrado por Deputados Federais);
 
d) �uase-pessoas jurídicas: gênero do qual fazem parte: 
 
(i) as entidades públicas despersonalizadas (tais como as Mesas das Casas Legislativas e os tribunais),
em defesa de suas prerrogativas administrativas; 
 
(ii) as universalidades/complexos patrimoniais reconhecidas pela lei (espólio, massa falida,
condomínios horizontais).
Vamos praticar!?
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�uestão 17 Direito Constitucional -> Direitos e Garantias Fundamentais -> Direitos e
Deveres Individuais e Coletivos
Banca: CAVEIRA (Inéditas) Ano: 2023 Nível: A definir
Analise os itens abaixo:
I. Estrangeiros.
II. Pessoas jurídicas de direito privado.
III. Mesas das Casas Legislativas.
IV. Massa falida.
Nos termos da doutrina a respeito da legitimidade ativa para a impetração de
mandado de segurança, assinale a alternativa correta.
A Todos os itens estão corretos.
B Estão corretos os itens I e II, apenas.
C Estão corretos os itens II, III e IV, apenas.
D Apenas o item II está correto.
E Estão corretos os itens II e III, apenas.
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https://app.caveira.com/questions?raw_text=56915
�uestão 18 Direito Constitucional -> Direitos e Garantias Fundamentais -> Direitos e
Deveres Individuais e Coletivos
Banca: CAVEIRA (Inéditas) Ano: 2023 Nível: A definir
O mandado de segurança é instrumento jurídico hábil para substituir a ação popular.
C Certo
E Errado
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�uestão 19 Direito Constitucional -> Direitos e Garantias Fundamentais -> Direitos e
Deveres Individuais e Coletivos
Banca: CAVEIRA (Inéditas) Ano: 2023 Nível: A definir
Ofensa ao direito à obtenção de certidões pode ser combatida através de mandado
de segurança.
C Certo
E Errado
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https://app.caveira.com/questions?raw_text=50342
�uestão 20 Direito Constitucional -> Direitos e Garantias Fundamentais -> Direitos e
Deveres Individuais e Coletivos
Banca: CAVEIRA (Inéditas) Ano: 2023 Nível: A definir
Conforme o entendimento doutrinário e jurisprudencial, o meio processual mais
adequado para se buscar efetivar normas constitucionais programáticas é o mandado
de segurança.
C Certo
E Errado
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https://app.caveira.com/questions?raw_text=49580�uestão 21 Direito Constitucional -> Direitos e Garantias Fundamentais -> Direitos e
Deveres Individuais e Coletivos
Banca: FEPESE Ano: 2018 Nível: Ensino Superior
De acordo com o artigo 5° da Constituição Federal, será concedido mandado de
segurança quando:
A For autoridade pública constituída, sendo limitado à pessoa física.
B For autoridade pública constituída, sendo limitado à pessoa jurídica.
C For qualquer pessoa, física ou jurídica, limitada ao espaço do Distrito Federal.
D Se tratar de ente público ou agente vinculado independentemente da data ou
finalidade do ato ilegal ou abuso de poder, dentro ou fora do exercício das
atribuições do cargo.
E O responsável pela ilegalidade ou abuso de poder for autoridade pública ou
agente de pessoa jurídica no exercício de atribuições do Poder Público.
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�uestão 22 Direito Constitucional -> Direitos e Garantias Fundamentais -> Direitos e
Deveres Individuais e Coletivos
Banca: CAVEIRA (ADAPTADA) Ano: 2023 Nível: A definir
Para que organização sindical impetre mandado de segurança coletivo, em defesa
dos interesses de seus membros, faz-se necessário que esteja em funcionamento há
pelo menos um ano.
C Certo
E Errado
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23. Mandado de injunção (art. 5º, LXXI):
 
Art. 5º, LXXI - conceder-se-á mandado de injunção sempre que a falta de norma regulamentadora torne
inviável o exercício dos direitos e liberdades constitucionais e das prerrogativas inerentes à
nacionalidade, à soberania e à cidadania.
 
Trata-se de um remédio constitucional colocado à disposição de qualquer pessoa que se sinta
prejudicada pela falta de norma regulamentadora, sem a qual resulte inviabilizado o exercício dos
direitos, liberdades e garantias constitucionais referidos no inciso supratranscrito. A preocupação,
portanto, é conferir efetiva aplicabilidade e eficácia ao texto constitucional, para que este não se tome
"letra morta", em razão de omissão do legislador ordinário na sua regulamentação. 
TEORIAS EM RELAÇÃO AOS EFEITOS DO MANDADO DE INJUNÇÃO
 
⟹ Concretista geral (adotada pelo STF - MI 670, 708 e 712):
 
Através de normatividade geral, o STF legisla no caso concreto, produzindo a decisão efeitos erga
omnes até que sobrevenha norma integrativa pelo Legislativo.
 
⟹ Concretista individual direta:
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A decisão implementando o direito valerá somente para o autor do mandado de injunção.
 
⟹ Concretista individual intermediária:
 
Julgando procedente o mandado de injunção, o Judiciário fixa ao Legislativo prazo para elaborar a
norma regulamentadora. Findo o prazo e permanecendo a inércia do Legislativo, o autor passa a ter
assegurado o seu direito.
 
⟹ Não concretista:
 
A decisão apenas decreta a mora do poder omisso, reconhecendo-se formalmente a sua inércia.
MI 689, STF: O mandado de injunção é ação constitutiva; não é ação condenatória, não se
presta a condenar o Congresso ao cumprimento de obrigação de fazer. Não cabe a
cominação de pena pecuniária pela continuidade da omissão legislativa.
24. Habeas data (art. 5º, LXXII, "a" e "b"):
 
Art. 5º, LXXII - conceder-se-á habeas data:
a) para assegurar o conhecimento de informações relativas à pessoa do impetrante, constantes de
registros ou bancos de dados de entidades governamentais ou de caráter público;
b) para a retificação de dados, quando não se prefira fazê-lo por processo sigiloso, judicial ou
administrativo.
 
Trata-se de ação colocada à disposição do indivíduo para que ele tenha acesso, retifique ou justifique
registros de sua pessoa, constantes de banco de dados de caráter público.
 
O habeas data é remédio constitucional, de natureza civil, submetido a rito sumário, que se destina a
garantir, em favor da pessoa interessada, o exercício de pretensão jurídica discernível em seu tríplice
aspecto:
a) direito de acesso aos registros relativos à pessoa do impetrante;
b) direito de retificação desses registros.
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A Lei nº 9.507/97, que regulamenta o habeas data, é mais ampla que a CF/88 e acrescentou uma nova
hipótese de cabimento da medida, além das previstas, qual seja: possibilidade de anotação nos
assentamentos do interessado.
 
Vejamos:
 
Art. 7° Conceder-se-á habeas data:
 
I - para assegurar o conhecimento de informações relativas à pessoa do impetrante, constantes de
registro ou banco de dados de entidades governamentais ou de caráter público;
 
II - para a retificação de dados, quando não se prefira fazê-lo por processo sigiloso, judicial ou
administrativo;
 
III - para a anotação nos assentamentos do interessado, de contestação ou explicação sobre dado
verdadeiro mas justificável e que esteja sob pendência judicial ou amigável.
O habeas data somente pode ser impetrado diante da negativa da autoridade administrativa de
fornecimento (ou de retificação ou de anotação
da contestação ou explicação) das informações solicitadas.
 
Portanto, para  que o interessado tenha interesse de agir, para o fim de impetrar o habeas  data, é
imprescindível que tenha havido o requerimento administrativo  e a negativa pela autoridade
administrativa de atendê-lo.
Vamos praticar?
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�uestão 23 Direito Constitucional -> Direitos e Garantias Fundamentais -> Direitos e
Deveres Individuais e Coletivos
Banca: IDECAN Ano: 2019 Nível: Ensino Médio
Sobre os direitos e garantias fundamentais, analise as afirmativas abaixo:
I. É direito social do trabalhador urbano a assistência gratuita aos filhos e
dependentes desde o nascimento até 7 (sete) anos de idade em creches e pré-
escolas.
II. São gratuitas as ações de habeas corpus e habeas data, e, na forma da lei, os atos
necessários ao exercício da cidadania.
III. É obrigatória a participação dos sindicatos nas negociações coletivas de trabalho.
A se somente a afirmativa I estiver correta.
B se somente a afirmativa II estiver correta.
C se somente a afirmativa III estiver correta.
D se somente as afirmativas I e II estiverem corretas.
E se somente as afirmativas II e III estiverem corretas.
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25. Ação popular (art. 5º, LXXIII):
 
Art. 5º, LXXIII - qualquer cidadão é parte legítima para propor ação popular que vise a anular ato lesivo
ao patrimônio público ou de entidade de que o Estado participe, à moralidade administrativa, ao meioambiente e ao patrimônio histórico e cultural, ficando o autor, salvo comprovada má-fé, isento de custas
judiciais e do ônus de sucumbência.
 
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Segundo Marcelo Alexandrino e Vicente Paulo, a ação popular não é ação destinada à defesa de
interesse subjetivo  individual, mas sim de natureza coletiva, visando a anular ato lesivo ao patrimônio
público, à moralidade administrativa, ao meio ambiente e ao patrimônio histórico e cultural. Destina-se,
assim, à concretização do princípio republicano, que impõe ao administrador público o dever de prestar
contas a respeito da gestão da coisa pública.
�uestão 24 Direito Constitucional -> Direitos e Garantias Fundamentais -> Direitos e
Deveres Individuais e Coletivos
Banca: CAVEIRA (Inéditas) Ano: 2023 Nível: A definir
Os inalistáveis podem figurar como legitimados ativos para a proposição de ação
popular.
C Certo
E Errado
Conteúdo de apoio 
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26. Proteção de dados pessoais (art. 5º, LXXIX):
 
Art. 5º, LXXIX - é assegurado, nos termos da lei, o direito à proteção dos dados pessoais, inclusive nos
meios digitais. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 115, de 2022).
 
Como se vê, trata-se de conteúdo inserido na Carta Magna no ano de 2022, através da Emenda
Constitucional nº 115/22. No Brasil, o assunto é regulado por meio da Lei nº 13.709/18 - Lei Geral de
Proteção de Dados Pessois (LGPD), a qual informa:
 
Art. 1º Esta Lei dispõe sobre o tratamento de dados pessoais, inclusive nos meios digitais, por pessoa
natural ou por pessoa jurídica de direito público ou privado, com o objetivo de proteger os direitos
fundamentais de liberdade e de privacidade e o livre desenvolvimento da personalidade da pessoa
natural.
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27. Aplicação imediata das normas de direitos fundamentais (art. 5º, §1º):
 
Art. 5º, § 1º As normas definidoras dos direitos e garantias fundamentais têm aplicação imediata. 
 
Marcelo Novelino ensina que esse dispositivo apresenta  algumas dificuldades quanto à sua
interpretação. Isso porque, aparentemente, há  um conflito entre o seu comando e a exigência de lei
regulamentadora contida em vários preceitos fundamentais como, por exemplo, os que asseguram, na
forma  da lei, a proteção aos locais de culto e a suas liturgias, bem como a prestação de  assistência
religiosa nas entidades civis e militares de internação coletiva (art. 5º, VI e VII).
 
Nesse sentido, Ingo Sarlet entende que esse mandamento não deve ser compreendido como  regra
aplicável na exata medida exata de sua prescrição, mas sim como princípio ("mandamento de
otimização") a impor a aplicação imediata dos direitos fundamentais na maior medida possível, de
acordo com as possibilidades fáticas e jurídicas existentes.
 
28. Tratados e Convenções internacionais de Direitos Humanos (art. 5º, § 2º e 3º):
 
Art. 5º (...)
 
§ 2º Os direitos e garantias expressos nesta Constituição não excluem outros decorrentes do regime e
dos princípios por ela adotados, ou dos tratados internacionais em que a República Federativa do Brasil
seja parte.
 
§ 3º Os tratados e convenções internacionais sobre direitos humanos que forem aprovados, em cada
Casa do Congresso Nacional, em dois turnos, por três quintos dos votos dos respectivos membros, serão
equivalentes às emendas constitucionais.
 
Segundo Marcelo Novelino, antes havia divergência sobre a natureza jurídica dos tratados
internacionais, no entanto, atualmente, os tratados e convenções internacionais possuem três
níveis hierárquicos distintos:
 
⟹ Os de direitos humanos, se aprovados em cada casa do Congresso Nacional em dois turnos, por três
quintos dos votos dos respectivos membros são equivalentes às emendas constitucionais (art. 5º, § 3º); 
⟹ Os de direitos humanos aprovados pelo procedimento ordinário (art. 47) possuem status supralegal
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(abaixo da Constituição e acima de todas as demais Leis);
⟹ Os demais ingressam no ordenamento jurídico brasileiro com força de Lei Ordinária.
 
29. Tribunal Penal Internacional (art. 5º, § 4º):
 
Art. 5º,  § 4º O Brasil se submete à jurisdição de Tribunal Penal Internacional a cuja criação tenha
manifestado adesão. 
 
Em julho de 1998, na Conferência Diplomática de Plenipotenciários das Nações Unidas, foi aprovado o
Estatuto do Tribunal Penal Internacional (Estatuto de Roma - ER), com sede na cidade da Haia, na
Holanda. 15 De acordo com o Preâmbulo, o objetivo dos Estados-Partes foi a criação de tribunal penal
internacional com caráter permanente, com jurisdição sobre os crimes de maior gravidade que afetem a
comunidade internacional no seu conjunto. O Tribunal tem competência para julgar crimes de genocídio,
crimes contra a humanidade, crimes de guerra e crimes de agressão (art. 5º-1, ER).
Princípios do Estatuto de Roma mais cobrados em prova:
 
⟹ Princípio da complementaridade: 
 
A competência do TPI é complementar das jurisdições penais nacionais (art. 1º, ER). A atuação do
Tribunal será restrita às hipóteses nas quais os Estados - a quem cabe a responsabilidade originária
de processar e julgar os crimes cometidos por seus nacionais - não se mostrarem capazes ou não
demonstrarem vontade efetiva de punir os seus criminosos, ou seja, quando houver falha ou omissão
na defesa interna dos direitos.
 
⟹ Princípio da universalidade: 
 
Não são admitidas reservas ao Estatuto (art. 120, ER). Os Estados-Partes se submetem integralmente
à jurisdição do Tribunal, não podendo subtrair de sua apreciação determinados casos ou situações.
⟹ Princípio da responsabilidade penal individual:
 
A responsabilização pela prática de crimes abrangidos pela competência do Tribunal deve ser
individualizada. �uem cometer crime da competência do Tribunal será considerado individualmente
responsável (art. 25, ER).
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⟹ Princípio da imprescritibilidade:
 
A punibilidade dos crimes elencados no Estatuto não se extingue pelo decurso do tempo (art. 29, ER).
⟹ Princípio da anterioridade:
 
Ninguém pode ser processado e julgado por delitos praticados antes da entrada em vigor do Estatuto.
Portanto, o  Tribunal só terá competência relativamente aos crimes cometidos após 1º de julho de
2000. Caso um Estado venha a se tornar parte do Estatuto  posteriormente, o Tribunal só poderá
exercer a sua competência em relação  a crimes cometidos depois da entrada em vigor do Estatuto
naquele Estado, a menos que o próprio Estado faça declaração específica em sentido contrário (art. 11,
ER). 
�uestões:
 
Finalizada a teoria, vamos ver mais algumas questões e flashcards pertinentes!
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�uestão 25 Direito Constitucional -> Direitos e Garantias Fundamentais -> Direitos e
Deveres Individuais e Coletivos
Banca: FCC Ano: 2010 Nível: Ensino Superior
Acerca dos assuntos constitucionais relacionados aos direitos humanos, assinale as
assertivas.
I. O Brasil se submete à jurisdição de Tribunal Penal Internacional a cuja criação
tenha manifestado adesão.
II. Os tratados e convenções internacionais sobre direitos humanos que forem
aprovados, em cada Casa do Congresso Nacional, em dois turnos, por três quintos
dos votos dos respectivos membros, serão equivalentes às emendas constitucionais.
III. O Brasil não se submete à jurisdição de Tribunal Penal Internacional a cuja
criação tenha manifestado adesão.
IV. Os direitos e garantias expressos nesta Constituição não excluem outros
decorrentes do regime e dos princípios por ela adotados, ou dos tratados
internacionais em que a República Federativa do Brasil seja parte.
Está(ão) correta(s):
A I.
B II e III.
C I, II e IV.
D Todas estão corretas.
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�uestão 26 Direito Constitucional -> Direitos e Garantias Fundamentais -> Direitos e
Deveres Individuais e Coletivos
Banca: CAVEIRA (ADAPTADA) Nível: A definir
Em conformidade com a Constituição Federal de 1988, os tratados e convenções internacionais sobre
direitos humanos que forem aprovados, em cada Casa do Congresso Nacional, em dois turnos, por
três quintos dos votos dos respectivos membros, serão equivalentes às emendas constitucionais.
Acerca dessa temática, julgue o próximo item.
A sistemática concernente ao exercício do poder de celebrar tratados é deixada a
critério de cada Estado. Em matéria de direitos humanos, pela doutrina, são
estabelecidas, na CF, duas categorias de tratados internacionais: a dos
materialmente constitucionais e a dos materialmente e formalmente constitucionais.
C Certo
E Errado
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�uestão 27 Direito Constitucional -> Direitos e Garantias Fundamentais -> Direitos e
Deveres Individuais e Coletivos
Banca: CAVEIRA (ADAPTADA) Nível: A definir
Os tratados e convenções internacionais sobre direitos humanos que forem
aprovados, em cada Casa do Congresso Nacional, em dois turnos, por três quintos
dos votos dos respectivos membros, terão status de norma supralegal.
 
C Certo
E Errado
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�uestão 28 Direito Constitucional -> Direitos e Garantias Fundamentais -> Direitos e
Deveres Individuais e Coletivos
Banca: CAVEIRA (ADAPTADA) Nível: A definir
Acerca do Poder Constituinte, julgue o item a seguir.
De acordo com a CF, os tratados internacionais de direitos humanos que forem
aprovados, em cada Casa do Congresso Nacional, em dois turnos, por três quintos
dos votos dos respectivos membros, terão status de norma supralegal.
 
C Certo
E Errado
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�uestão 29 Direito Constitucional -> Direitos e Garantias Fundamentais -> Direitos e
Deveres Individuais e Coletivos
Banca: CEBRASPE Ano: 2019 Nível: Ensino Superior
A respeito do tratamento constitucional dos tratados internacionais de direitos
humanos, julgue o item que se segue.
A hierarquia constitucional dos tratados internacionais de direitos humanos depende
de sua aprovação por três quintos dos membros de cada casa do Congresso Nacional.
C Certo
E Errado
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FRENTE DO CARD
Segundo a CF/88, quais os critérios para os tratados internacionais serem
equivalentes às emendas constitucionais? 
VERSO DO CARD
Art. 5º § 3º Os tratados e convenções internacionais sobre direitos humanos que forem
aprovados, em cada Casa do Congresso Nacional, em dois turnos, por três quintos dos
votos dos respectivos membros, serão equivalentes às emendas constitucionais. 
Caveiras, finalizamos nosso material de direitos e deveres individuais e coletivos e tenho a certeza que
vocês possuem uma excelente ferramenta apta a deixar o sonho de envergar a farda ainda mais
próximo. 
 
Revisem-no constantemente e façam muitas questões.
 
Polícia e nada mais!
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Gabarito das questões:
�uestão 1 : E
�uestão 2 : A
�uestão 3 : C
�uestão 4 : D
�uestão 5 : B
�uestão 6 : E
�uestão 7 : D
�uestão 8 : D
�uestão 9 : C
�uestão 10 : E
�uestão 11 : E
�uestão 12 : E
�uestão 13 : E
�uestão 14 : E
�uestão 15 : B
�uestão 16 : E
�uestão 17 : A
�uestão 18 : E
�uestão 19 : C
�uestão 20 : E
�uestão 21 : E
�uestão 22 : E
�uestão 23 : E
�uestão 24 : E
�uestão 25 : C
�uestão 26 : C
�uestão 27 : E
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�uestão 28 : E
�uestão 29 : C
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Por fim, cabe destacar ainda que Marcelo Novelino afirma existir também o princípio do promotor
natural. Argumenta-se que a garantia constitucional de que ninguém será processado nem sentenciado
senão pela autoridade competente (art. 5º, LIII) deve ser interpretada no sentido de compreender não
apenas a autoridade judicial, mas também os membros do Ministério Público. O principal argumento
desse posicionamento é o art. 127, §1º, da CF/88, que assegura a independência funcional do Parquet.
�uestão 2 Direito Constitucional -> Direitos e Garantias Fundamentais -> Direitos e
Deveres Individuais e Coletivos
Banca: CAVEIRA (Inéditas) Ano: 2023 Nível: A definir
O princípio do juiz natural determina que:
A Ninguém será processado nem sentenciado senão pela autoridade competente.
B A lei não excluirá da apreciação do Poder Judiciário lesão ou ameaça a direito.
C Não há crime sem lei anterior que o defina, nem pena sem prévia cominação
legal.
D Nenhuma pena passará da pessoa do condenado, podendo a obrigação de
reparar o dano e a decretação do perdimento de bens ser, nos termos da lei,
estendidas aos sucessores e contra eles executadas, até o limite do valor do
patrimônio transferido.
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4. Júri popular (art. 5º, XXXVIII):
 
Art. 5º, XXXVIII - é reconhecida a instituição do júri, com a organização que lhe der a lei, assegurados:
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18/03/2026 00:017
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a) a plenitude de defesa;
b) o sigilo das votações;
c) a soberania dos veredictos;
d) a competência para o julgamento dos crimes dolosos contra a vida.
 
O Tribunal do Júri é fruto do princípio democrático, tendo vista que assegura ao cidadão o direito de ser
julgado por seus semelhantes, os quais são escolhidos aleatoriamente entre os cidadãos da localidade.
 
Conforme o Código de Processo Penal brasileiro, em seu art. 447, "o Tribunal do Júri é composto por 1
(um) juiz togado, seu presidente e por 25 (vinte e cinco) jurados que serão sorteados dentre os alistados,
7 (sete) dos quais constituirão o Conselho de Sentença em cada sessão de julgamento". 
 
A plenitude de defesa tem a ver com a ampla defesa a que o réu faz jus. O sigilo das votações permite
que os jurados sejam imparciais e que decidam conforme sua convicção. A soberania dos veredictos
determina que, em regra, a decisão do Júri não pode ser substituída por outra (isso não exclui a
recorribilidade de suas decisões).
 
Por fim, é importante entendermos o que seriam os crimes dolosos contra a vida. Dolo é quando o
agente quer o resultado ou assume o risco de produzi-lo (art. 18, I, CP). 
E quais são os crimes abrangidos pelo Tribunal do Júri?
Homicídio (art. 121, CP);
Induzimento, instigação ou auxílio ao suicídio ou à automutilação (art. 122, CP);
Infanticídio (art. 123, CP);
Aborto (arts. 124 a 126, CP).
Atenção: somente entram no rol os crimes dolosos (figuras culposas estão excluídas).
Súmula nº 45, STF: A competência constitucional do tribunal do júri prevalece sobre o foro por
prerrogativa de função estabelecido exclusivamente pela Constituição Estadual.
 
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18/03/2026 00:018
Súmula nº 603, STF: A competência para o processo e julgamento de latrocínio é do Juiz singular e
não do Tribunal do Júri.
�uestão 3 Direito Constitucional -> Direitos e Garantias Fundamentais -> Direitos e
Deveres Individuais e Coletivos
Banca: CAVEIRA (Inéditas) Ano: 2023 Nível: A definir
De acordo com a CF, é reconhecida a instituição do júri, com a organização que lhe
der a lei, assegurados:
I. A plenitude da defesa.
II. A publicidade das votações.
III. A soberania dos veredictos.
IV. A competência para o julgamento dos crimes dolosos e culposos contra a vida.
Assinale a alternativa correta.
A Todos os itens estão corretos.
B Apenas os itens I e II estão corretos.
C Apenas os itens II e IV estão errados.
D Apenas os itens III está errado.
E Apenas os itens I e IV estão corretos.
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5. Princípio da legalidade penal e da retroatividade da lei penal mais favorável (art. 5º,
XXXIX e XL):
 
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Art. 5º, XXXIX - não há crime sem lei anterior que o defina, nem pena sem prévia cominação legal.
 
Marcelo Alexandrino e Vicente Paulo afirmam que, além da exigência expressa de lei formal para
tipificar crimes e cominar sanções penais, deflui do dispositivo que a lei somente se aplicará, para
qualificar como crime, aos atos praticados depois que ela tenha sido publicada. Da mesma forma, a
previsão legal abstrata da pena (cominação da pena) deve existir, estar publicada, antes da conduta que
será apenada. Trata-se do denominado princípio da anterioridade penal, aplicável aos delitos e às penas.
Com vistas ao princípio da legalidade, proíbe-se a edição de medidas provisórias sobre matéria
relativa a Direito Penal e Processual Penal (art. 62, §1º, I, "b", CF/88).
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FRENTE DO CARD
Embora seja necessária lei em sentido estrito, para definir condutas
criminosas e as respectivas penas, o STF entende que pode a medida
provisória tratar sobre matéria penal, desde que seja para beneficiar o réu.
Verdadeiro ou falso?
VERSO DO CARD
Verdadeiro.
Isso mesmo, caveira,  Supremo Tribunal Federal, no julgamento do RE 254.818/PR,
sinalizou ser possível a edição de medida provisória sobre Direito Penal não
incriminador, ou seja, a favor do réu. Veja abaixo uma parte do julgado.
“Medida provisória: sua inadmissibilidade em matéria penal - extraída pela doutrina
consensual - da interpretação sistemática da Constituição -, não compreende a de
normas penais benéficas, assim, as que abolem crimes ou lhes restringem o alcance,
extingam ou abrandem penas ou ampliam os casos de isenção de pena ou de extinção
de punibilidade. (...)” (RE 254.818, Relator Ministro Sepúlveda Pertence, Órgão Julgador:
Tribunal Pleno, Julgamento em 08/11/2000)
Art. 5º, XL - a lei penal não retroagirá, salvo para beneficiar o réu.
 
O inciso acima consagra, como regra, a irretroatividade da lei pena. Como toda boa regra, existe uma
exceção: a lei penal que seja favorável ao réu será retroativa.
 
Ou seja, se a nova lei penal for favorável (lex mitior), ela sempre retroagirá para beneficiar o réu, ainda
que já tenha ocorrido a sua condenação definitiva, transitada em julgado, com base na lei antiga, mesmo
que ele já esteja
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cumprindo a pena. Lei penal benigna é sempre lei retroativa. Se a lei nova reduzir a pena cominada a
determinado crime, ou deixar de tratar o fato como crime (abolitio criminis), será retroativa, beneficiando
o réu, ainda que  já em fase de cumprimento da pena. A lei nova desfavorável ao réu (lex gravior) não
será retroativa, somente alcançando delitos praticados após o início da sua vigência. 
É possível combinar a lei nova com a lei antiga para "criar" uma regra mais favorável ao réu, não
prevista em nenhuma das duas leis?
 
Não é possível.
 
Adota-se a teoria da ponderação unitária, ou global, de modo a repelir a combinação de leis penais,
em homenagem aos princípios da reserva legal e da separação dos Poderes do Estado, sob o
argumento de ser vedada ao Poder Judiciário a criação de uma terceira pena.
 
Súmula nº 501, STJ: É cabível a aplicação retroativa da Lei nº 11.343/06, desde que o resultado da
incidência das suas disposições, na íntegra, seja mais favorável ao réu do que o advindo da aplicação
da Lei n. 6.368/1976, sendo vedada a combinação de leis. 
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�uestão 4 Direito Constitucional -> Direitos e Garantias Fundamentais -> Direitos e
Deveres Individuais e Coletivos
Banca: CAVEIRA (Inéditas) Ano: 2023 Nível: A definir
Julgue os itens abaixo de acordo com os direitos e garantias.
I. A pequena propriedade rural, assim definida em lei, ainda que não trabalhada pela
família, não será objeto de penhora para pagamento de débitos decorrentes de sua
atividade produtiva, dispondo a lei sobre os meios de financiar o seu
desenvolvimento.
II. Todos têm direito a receber dos órgãos públicos informações de seu interesse
particular, ou de interesse coletivo ou geral, que serão prestadas no prazo da lei, sob
pena de responsabilidade, ressalvadas aquelas cujo sigilo seja imprescindível à
segurança da sociedade e do Estado.
III. É direito do defensor, no interesse do representado, ter acesso amplo aos
elementos de prova que, ainda que não documentados em procedimento
investigatório realizado por órgão com competência de polícia judiciária, digam
respeito ao exercício do direito de defesa.
Está(ão) correto(s) o(s) item(ns):
A I e II, apenas.
B II e III, apenas.
C I e III, apenas.
D II, apenas.
E III, apenas.
O gabarito da questão está no final do documento.
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Por fim, vale destacar a Súmula nº 711, STF, a qual prega que "a lei penal mais grave aplica-se ao crime
continuado ou ao crime permanente se sua vigência é anterior à cessação da continuidade ou da
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permanência".
 
Nesse sentido, vamos reforçar tais conceitos segundo Rogério Sanches:
Crime continuado: é aquele em que o agente, mediante mais de uma ação ou omissão, pratica
dois ou mais crimes da mesma espécie, os quais, pelas semelhantes condições de tempo, lugar,
modo de execução e outras, são considerados pela lei um como extensão do outro, ou seja, um
contínuo ato delitivo;
Crime permanente: é o ato delituoso unitário que se prolonga no tempo atingindo continuamente
o bem jurídico. O exemplo típico é o crime de sequestro, em que a vítima pode permanecer dias, ou
meses, em poder dos criminosos.  
6. Racismo, tortura, tráfico de entorpecentes, terrorismo, crimes hediondos e ação de grupos
armados contra a ordem constitucional (art. 5º, XLII, XLIII e XLIV):
 
Art. 5º (...)
 
XLII - a prática do racismo constitui crime inafiançável e imprescritível, sujeito à pena de reclusão, nos
termos da lei;
 XLIII - a lei considerará crimes inafiançáveis e insuscetíveis de graça ou anistia a prática da tortura, o
tráfico ilícito de entorpecentes e drogas afins, o terrorismo e os definidos como crimes hediondos, por
eles respondendo os mandantes, os executores e os que, podendo evitá-los, se omitirem; 
XLIV - constitui crime inafiançável e imprescritível a ação de grupos armados, civis ou militares, contra a
ordem constitucional e o Estado Democrático.
 
Os incisos acima tratam dos denominados mandados de criminalização, que refletem um dever imposto
pela Constituinte ao legislador ordinário, para criminalizar determinadas condutas em razão de sua
relevância.
 
O inciso XLII trata do crime de racismo, o que, atualmente, é regulado pela Lei nº 7.716/89 (Lei de
Preconceito Racial).
 
O inciso XLIII trata dos crimes de tortura (Lei nº 9.455/97), tráfico (Lei nº 11.343/06), terrorismo (Lei nº
13.260/16) e dos hediondos (Lei nº 8.072/90). 
 
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Por fim, temos os crimes contra a ordem constitucional e o Estado Democrático, regulados em parte no
Código Penal (art. 359-I a 359-T).
Menmônico:
⟹  RAÇÃO (Racismo + AÇÃO de grupos contra o Estado Democrático) = inafiançável + imprescritível;
⟹ 3T + H (Tortura / Tráfico / Terrorismo + Hediondos) = inafiançável + insuscetível de graça ou anistia.
 
Diante do exposto acima, notamos que TODOS os crimes narrados são inafiançáveis, ok? 
 
A diferença é que alguns são imprescritíveis e outros são insuscetíveis de graça ou anistia.
 
Conclusões lógicas para a sua prova:
�. Se alguma questão afirmar que algum desses crimes, por exemplo, o racismo, é imprescritível e
insuscetível de graça ou anistia, ela estará incorreta;
�. Se alguma questão afirmar que algum desses crimes, por exemplo, a tortura, é afiançável, ela
estará incorreta.
Vamos praticar com algumas questões?
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�uestão 5 Direito Constitucional -> Direitos e Garantias Fundamentais -> Direitos e
Deveres Individuais e Coletivos
Banca: CAVEIRA (Inéditas) Ano: 2023 Nível: A definir
Analise os itens abaixo:
I. Não há crime sem lei anterior que o defina, nem pena sem prévia cominação legal.
II. Lei penal retroagirá, salvo para beneficiar o réu.
III. A lei punirá qualquer discriminação atentatória dos direitos e liberdades
fundamentais.
IV. A prática do racismo constitui crime inafiançável e imprescritível, sujeito à pena
de detenção, nos termos da lei.
Estão incorretos os itens:
A I e III, apenas.
B II e IV, apenas.
C I, II e III, apenas.
D III e IV, apenas.
E I e IV, apenas.
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�uestão 6 Direito Constitucional -> Direitos e GarantiasFundamentais -> Direitos e
Deveres Individuais e Coletivos
Banca: CAVEIRA (Inéditas) Ano: 2023 Nível: A definir
A prática do racismo constitui crime inafiançável, sujeito à pena de reclusão, sendo a
sua prescrição prevista em lei.
C Certo
E Errado
Conteúdo de apoio 
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�uestão 7 Direito Constitucional -> Direitos e Garantias Fundamentais -> Direitos e
Deveres Individuais e Coletivos
Banca: CAVEIRA (Inéditas) Nível: A definir
Nos termos da Constituição Federal de 1988, a prática do racismo constitui crime:
A Afiançável e imprescritível.
B Inafiançável e insuscetível de graça ou anistia
C Afiançável e insuscetível de graça ou anistia.
D Inafiançável e imprescritível.
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�uestão 8 Direito Constitucional -> Direitos e Garantias Fundamentais -> Direitos e
Deveres Individuais e Coletivos
Banca: CAVEIRA (Inéditas) Ano: 2023 Nível: A definir
Acerca dos direitos e garantias fundamentais, julgue os itens abaixo:
1. A sucessão de bens de estrangeiros situados no País será regulada pela lei
brasileira em benefício do cônjuge ou dos filhos brasileiros, sempre que não lhes seja
mais favorável a lei pessoal do "de cujus".
2. A prática do racismo constitui crime afiançável e imprescritível, sujeito à pena de
reclusão, nos termos da lei.
3. Não haverá pena de morte em qualquer circunstância.
Assinale a alternativa correta.
A São corretas apenas as afirmativas 1 e 2.
B São corretas apenas as afirmativas 2 e 3.
C São corretas apenas as afirmativas 1 e 3.
D É correta apenas a afirmativa 1.
E É correta apena a afirmativa 3.
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�uestão 9 Direito Constitucional -> Defesa do Estado e das Instituições Democráticas
Banca: CAVEIRA (Inéditas) Nível: A definir
Analise os itens abaixo:
Item I - Racismo.
Item II - Ação de grupos armados, civis ou militares, contra a ordem constitucional e
o Estado Democrático.
Item III - A prática da tortura, o tráfico ilícito de entorpecentes e drogas afins, o
terrorismo e os definidos como crimes hediondos.
São inafiançáveis, nos termos da Constituição Federal de 1988:
 
São inafiançáveis, nos termos da Constituição Federal de 1988:
A Apenas o item III está correto.
B Estão corretos os itens II e III, apenas.
C Todos os itens estão corretos.
D Apenas o item II está correto.
E Estão corretos os itens I e II, apenas.
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�uestão 10 Direito Constitucional -> Direitos e Garantias Fundamentais -> Direitos e
Deveres Individuais e Coletivos
Banca: CEBRASPE Ano: 2014 Nível: Ensino Médio
O terrorismo, o racismo, a tortura e o tráfico ilícito de entorpecentes são crimes
hediondos, inafiançáveis e insuscetíveis de graça e anistia.
C Certo
E Errado
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7. Pessoalidade da pena (art. 5º, XLV):
 
Art. 5º, XLV - nenhuma pena passará da pessoa do condenado, podendo a obrigação de reparar o dano e
a decretação do perdimento de bens ser, nos termos da lei, estendidas aos sucessores e contra eles
executadas, até o limite do valor do patrimônio transferido.
 
Doutrina constitucionalista também denomina esse inciso de princípio da intranscendência da pena. 
 
Por meio desse instituto, a condenação penal não poderá ser estendida a amigos ou sucessores do
condenado. No entanto, não se exclui a possibilidade de a obrigação de reparar o dano e o perdimento
de bens alcançarem os sucessores, desde que a execução não ultrapasse o valor do patrimônio
transferido pela sucessão.
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FRENTE DO CARD
O princípio da individualização da pena determina que  nenhuma pena
passará da pessoa do condenado, podendo a obrigação de reparar o dano e
a decretação do perdimento de bens ser, nos termos da lei, estendidas aos
sucessores e contra eles executadas, até o limite do valor do patrimônio
transferido.
[Verdadeiro ou Falso]
VERSO DO CARD
Falso.
A descrição remete ao princípio da pessoalidade da pena (também denominado de
intransmissibilidade da pena). 
Por outro lado, o princípio da individualização da pena, contido no art. 5º, XLVI, da
CF/88, regulamenta, entre outras, a adoção da penas privativas de liberdade e de
multa.
8. Princípio da individualização da pena e princípio da limitação da pena (art. 5º, XLVI e
XLVII):
 
Art. 5º (...)
 
XLVI - a lei regulará a individualização da pena e adotará, entre outras, as seguintes (princípio da
individualização da pena):
a) privação ou restrição da liberdade;
b) perda de bens;
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c) multa;
d) prestação social alternativa;
e) suspensão ou interdição de direitos;
XLVII - não haverá penas (princípio da limitação da pena):
a) de morte, salvo em caso de guerra declarada, nos termos do art. 84, XIX;
b) de caráter perpétuo;
c) de trabalhos forçados;
d) de banimento;
e) cruéis.
 
Segundo Marcelo Novelino, o princípio da individualização da pena (art. 5º, XLVI) impõe que as sanções
penais sejam fixadas, aplicadas e executadas de modo justo e proporcional, tendo em conta aspectos
objetivos (natureza e circunstâncias do delito) e subjetivos (características pessoais do infrator) do crime.
 
Segundo o autor, a aplicação desse princípio ocorre em três âmbitos distintos, posição dessa assentada
no próprio Supremo Tribunal Federal (HC 97.256, STF):
No plano legislativo: dirige-se ao legislador no momento da fixação dos limites  mínimos e
máximos da pena, do regime de cumprimento e dos benefícios concedíveis ao infrator;
No plano judicial: direciona-se ao magistrado no momento da aplicação da pena  em concreto,
quando deverá definir, de maneira adequadamente fundamentada,a sua quantidade conforme os
parâmetros fixados por lei, o regime inicial de seu cumprimento (aberto, semiaberto e fechado) e
verificar a possibilidade de o condenado gozar de algum tipo de benefício (e.g., substituição da
pena privativa de liberdade por uma restritiva de direitos ou suspensão condicional da pena);
No plano executório: impõe-se no momento da execução penal quando, após  o trânsito em
julgado da condenação, será definido o estabelecimento prisional do  cumprimento, tendo em
conta a natureza do delito, a idade e o sexo do apenado  (art. 5º, XLVIII), assim como seu
comportamento. 
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Por outro lado, o princípio da limitação da pena (art. 5º, XLVII), considera as penas vedadas em nosso
ordenamento jurídico.   Tal vedação decorre diretamente do princípio da dignidade da pessoa humana
(art. 1º, III), harmonizando-se com a proibição de tratamentos desumanos e degradantes (art. 5º, III) e
com o dever de respeito à integridade física e moral dos presos.
Penas vedadas em nosso ordenamento:
 
⟹ Pena de morte: em regra é proibida em nosso ordenamento. A exceção é nos casos de guerra
declarada (art. 84, XIX), sendo esse tipo de pena executado por fuzilamento, nos moldes do Código
Penal Militar (art. 56).
 
⟹ Pena de caráter perpétuo: contraria uma das finalidades das sanções penais, qual seja, a
ressocialização. Segundo a Lei de Execuções Penais - LEP (art. 10, Lei nº 7.210/84), o Estado tem o
dever de adotar medidas de assistência ao apenado, objetivando orientar o retorno à convivência em
sociedade.
 
⟹ Pena de trabalhos forçados: nenhum preso pode ser obrigado a cumprir pena mediante trabalhos
forçados. Essa pena proibida não se confunde, de modo algum, com o trabalho estabelecido na Lei de
Execução Penal (Lei nº 7.210/84), que, embora seja obrigatório (art. 31) e constitua dever do preso (art.
38, V), não é pena, mas tem finalidade educativa e produtiva (art. 28), é remunerado (art. 29) e serve
inclusive para abreviar, por meio da remição, o cumprimento da pena privativa de liberdade.
 
⟹ Pena de banimento: consiste na consistente na retirada forçada do condenado da comunidade a
qual pertence. Não se confunde com a pena de expulsão, cuja previsão consta na Lei de Migração - Lei
nº 13.445/17, devendo haver condenação com sentença transitada em julgado por determinados
crimes graves, a exemplo do genocídio (art. 54, § 1º, I).
 
⟹ Penas cruéis: segundo Marcelo Novelino a vedação de determinadas práticas punitivas, uma das
principais conquistas do direito penal liberal, está presente no ordenamento jurídico brasileiro, em
diferentes amplitudes, desde a Constituição imperial de 1824, quando "abolidos os açoites, a tortura, a
marca de ferro quente, e todas as mais penas cruéis" (art. 179, XIX). 
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�uestão 11 Direito Constitucional -> Direitos e Garantias Fundamentais -> Direitos e
Deveres Individuais e Coletivos
Banca: CAVEIRA (Inéditas) Ano: 2023 Nível: A definir
Analise os itens abaixo:
I. Privação ou restrição da liberdade.
II. De caráter perpétuo.
III. Perda de Bens.
IV. De trabalhos forçados.
V. Multa.
VI. De banimento.
VII. Cruéis.
VIII. Prestação social alternativa.
IX. Suspensão ou interdição de direitos.
X. Morte, em caso de guerra declarada.
São penas permitidas pela Constituição Federal:
A II, III, IV, VI, VII, X, apenas.
B I, II, III, V, VI, VII, apenas.
C II, V, VII, VIII, IX, apenas.
D III, IV, V, VII, VII, apenas.
E I, III, V, VIII, IX, X, apenas.
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9. Extradição (art. 5º, LI e LII):
 
Art. 5º (...)
 
LI - nenhum brasileiro será extraditado, salvo o naturalizado, em caso de crime comum, praticado antes
da naturalização, ou de comprovado envolvimento em tráfico ilícito de entorpecentes e drogas afins, na
forma da lei;
 
LII - não será concedida extradição de estrangeiro por crime político ou de opinião.
 
De acordo com Marcelo Alexandrino e Vicente Paulo, extraditar é entregar um indivíduo a outro país, no
qual praticou determinado crime, para que seja lá julgado, com a aplicação das leis desse país. Por
exemplo, um canadense pratica um crime no Canadá e foge para o Brasil; o governo canadense, então,
pede ao governo brasileiro a extradição do indivíduo, para que ele seja julgado no Canadá, com a
aplicação das leis canadenses.
A competência para processar e julgar o pedido de extradição feito  por Estado estrangeiro é do
Supremo Tribunal Federal (CF, art. 102, I, "g"), mas a entrega do extraditando ao Estado requerente é
atribuição do Presidente da República, na condição de chefe de Estado (CF, art. 84, VII).
10. Devido processo legal (art. 5º, LIV):
 
Art. 5º, LIV - ninguém será privado da liberdade ou de seus bens sem o devido processo legal.
 
O princípio do devido processo legal ou due process of law deve ser entendido como garantia material
de proteção ao direito de liberdade do indivíduo, roas também é garantia de índole formal, num dado
processo restritivo de direito.
 
Significa dizer que deve ser assegurada ao indivíduo paridade de condições em face do Estado, quando
este intentar restringir a liberdade ou o direito aos bens jurídicos constitucionalmente protegidos
daquele.
 
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11. Contraditório e ampla defesa (art. 5º, LV):
 
Art. 5º, LV - aos litigantes, em processo judicial ou administrativo, e aos acusados em geral são
assegurados o contraditório e ampla defesa, com os meios e recursos a ela inerentes.
 
Por ampla defesa entende-se o direito que é dado ao indivíduo de trazer ao processo, administrativo ou
judicial, todos os elementos de prova licitamente obtidos para provar a verdade, ou até mesmo de omitir-
se ou calar-se, se assim entender, para evitar sua autoincriminação.
 
Por contraditório entende-se o direito que tem o indivíduo de tomar conhecimento e contraditar tudo o
que é levado pela parte adversa ao processo. É o princípio constitucional do contraditório que impõe a
condução  dialética do processo (par conditio), significando que, a todo ato produzido  pela acusação,
caberá igual direito da defesa de opor-se, de apresentar suas  contrarrazões, de levar ao juiz do feito
uma versão ou uma interpretação diversa daquela apontada inicialmente pelo autor.
 
Sobre esse importante tema, vejamos as jurisprudências correlatas:
Súmula Vinculante nº 14, STF: É direito do defensor, no interesse do representado, ter acesso amplo
aos elementos de prova que, já documentados em procedimento investigatório realizado por órgão
com competência de polícia judiciária, digam respeito ao exercício do direito de defesa.
 
Art. 7º, XIV, Estatuto da OAB (Lei nº 8.906/94): Sãodireitos do advogado, dentre outros, examinar,
em qualquer instituição responsável por conduzir investigação, mesmo sem procuração, autos de
flagrante e de investigações de qualquer natureza, findos ou em andamento, ainda que conclusos à
autoridade, podendo copiar peças e tomar apontamentos, em meio físico ou digital.
 
Informativo nº 964, 2019, STF: Mesmo que a investigação criminal tramite em segredo de justiça será
possível que o investigado tenha acesso amplo autos, inclusive a eventual relatório de inteligência
financeira do COAF, sendo permitido, contudo, que se negue o acesso a peças que digam respeito a
dados de terceiros protegidos pelo segredo de justiça. Essa restrição parcial não viola a súmula
vinculante 14. Isso porque é excessivo o acesso de um dos investigados a informações, de caráter
privado de diversas pessoas, que não dizem respeito ao direito de defesa dele.
12. Vedação à prova ilícita (art. 5º, LVI): 
 
Art. 5º, LVI - são inadmissíveis, no processo, as provas obtidas por meios ilícitos.
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Primeiramente precisamos entender essa distinção doutrinária: as provas ilegais são um gênero, o qual
comporta as provas ilícitas e as provas ilegítimas, segundo lições de Renato Brasileiro:
 
⟹ Prova ilícita:
 
É aquela obtida com violação ao direito material. 
 
Ex.: escuta telefônica clandestina (em desacordo com a Lei nº 9.296/96, que trata da interceptação
telefônica).
 
⟹ Prova ilegítima: 
 
É aquela que se obtém em afronta ao direito processual. Ou seja, qualquer elemento trazido ao processo
que contrarie determinada norma processual.
 
Ex.: exame de corpo de delito não realizado por perito oficial (em desacordo com o art. 159, do CPP).
 
Feita essa consideração, cabe destacar que a prova ilícita nos autos não invalida, necessariamente, o
processo se existirem nele outras provas lícitas e autônomas, isto é, colhidas sem necessidade dos
elementos informativos revelados pela prova ilícita.
A prova ilícita originária contamina todas as demais provas obtidas a partir dela. Todas as provas
decorrentes da ilícita são também ilícitas. 
 
É a aplicação da denominada teoria dos frutos da árvore envenenada (fruits of the poisonous tree).
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�uestão 12 Direito Constitucional -> Direitos e Garantias Fundamentais -> Direitos e
Deveres Individuais e Coletivos
Banca: CAVEIRA (Inéditas) Ano: 2023 Nível: A definir
Segundo entendimento do Superior Tribunal de Justiça, são ilícitas as provas
provenientes do compartilhamento de dados de movimentações financeiras da
própria instituição bancária ao Ministério Público, por violação ao sigilo de dados
bancários.
C Certo
E Errado
Conteúdo de apoio 
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FRENTE DO CARD
�ual a diferença entre provas ilícitas e provas ilegítimas?
VERSO DO CARD
Caveira, muita atenção, de acordo com Rogério Sanches, as provas ilegais atuam como
gênero, das quais são espécies a prova obtida de forma ilegítima (que atenta contra
norma processual) e a prova obtida por meio ilícito (violando norma penal ou princípio
constitucional). 
Exemplo de Prova ilícita: confissão mediante tortura.
Exemplo de Prova ilegítima: busca e apreensão de documento sem mandado.
13. Princípio da presunção da inocência (art. 5º, LVII):
 
Art. 5º, LVII - ninguém será considerado culpado até o trânsito em julgado de sentença penal
condenatória.
 
Essa garantia processual tem por finalidade tutelar a liberdade do indivíduo, que é presumido inocente,
cabendo ao Estado comprovar sua culpabilidade.
 
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Da presunção de inocência decorre o princípio do in dubio pro reo, segundo o qual, existindo dúvida na
interpretação da lei ou na capitulação do fato, adota-se a posição que for mais favorável ao réu. 
AP nº 470/MG, STF: Em matéria criminal, havendo empate na votação, a decisão beneficiará o réu. 
Segundo Renato Brasileiro, o princípio da presunção de inocência (ou da não culpabilidade) se desdobra
em duas regras fundamentais: a regra probatória (ou regra de juízo) e a regra de tratamento:
 
Por força da regra probatória (in dubio pro reo) cabe o órgão acusatório provar a culpabilidade do
agente, e não este de provar a sua inocência. Ou seja, recai, exclusivamente, o ônus de provar a autoria e
a materialidade do delito ao Ministério Público, nos crimes de ação penal pública incondicionada, e ao
querelante nos crimes de ação penal privada.
 
Da regra de tratamento desmembram duas dimensões: interna ao processo e externa a processo. Na
dimensão interna, cabe ao juiz tratar o réu como inocente. As prisões e medidas cautelares devem ser
utilizadas somente em casos excepcionais, desde que preenchidos todos os requisitos. E na dimensão
externa, as garantias constitucionais da imagem, dignidade e privacidade demandam uma proteção
contra a publicidade abusiva e a estigmatização do acusado, funcionando como limites democráticos à
abusiva exploração midiática em torno do fato criminoso e do próprio processo judicial.
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�uestão 13 Direito Constitucional -> Direitos e Garantias Fundamentais -> Direitos e
Deveres Individuais e Coletivos
Banca: CAVEIRA (Inéditas) Ano: 2023 Nível: A definir
Acerca da presunção da inocência, prevista na Constituição Federal, assinale a
alternativa correta.
A A depender da gravidade do caso, o Estado pode tratar como culpado qualquer
indivíduo mesmo antes da condenação criminal irrecorrível.
B A presunção da inocência afasta a possibilidade de execução da pena privativa
de liberdade antes do trânsito em julgado da sentença condenatória, e obsta,
também, a decretação de prisão cautelar.
C Ninguém será considerado culpado até a decisão do Juiz de primeiro grau.
D Será considerado culpado o agente que cometer crime hediondo, mesmo que
ainda caiba recurso da decisão penal que o condenou.
E Ninguém será considerado culpado até o trânsito em julgado de sentença penal
condenatória.
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FRENTE DO CARD
Devido ao princípio da presunção de inocência, prevalece que inquéritos
policiais, arquivados ou em curso, não são considerados como maus
antecedentes.
Verdadeiro ou falso?
VERSO DO CARD
Verdadeiro.
Caveira, o princípio da presunção de inocência ou de não culpabilidade informa que
ninguém será considerado culpado até o trânsito em julgado da sentença penal
condenatória. Além de inquéritos, em curso ou arquivados, as ações penais, com
absolvição ou em curso, também não servem para caracterizar maus antecedentes.
14. Identificação criminal do civilmente identificado (art. 5], LVIII):
 
Art. 5º, LVIII - o civilmente identificado não será submetido a identificação criminal, salvo nas hipóteses
previstas em lei.
 
Trata-se de norma constitucional de eficácia contida, conforme a classificação do Prof. José Afonso da
Silva. Significa dizer que a lei pode estabelecer hipóteses em que será exigida a identificação criminal do
indivíduo que já foi civilmente identificado, mas, se não houver lei que assim disponha, tal exigência não
será admissível.
 
O dispositivo constitucional ora em comento foi regulamentado pela Lei nº 12.037/2009, a qual, em seu
art. 2º, estabelece que a identificação civil é  atestada por carteira de identidade, carteira de trabalho,
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carteira profissional,  passaporte, carteira de identificação funcional ou outro documento público  que
permita a identificação do indiciado.
 
No seu art. 3º há uma série de situações em que o civilmente identificado poderá ser submetido,
também, à identificação criminal. A identificação criminal inclui o processo datiloscópico ("tocar piano") e
o fotográfico, podendo, ainda, em hipóteses específicas, incluir a coleta de material biológico para a
obtenção do perfil genético.
ADI 4.007/SP. STF: O Supremo Tribunal Federal considerou válida lei estadual que tornou obrigatória
a inclusão na carteira de identidade, pelo órgão responsável pela sua emissão, dos dados sanguíneos -
tipo sanguíneo e fator RH -, desde que requerido pelo interessado.
15. Ação penal privada subsidiária da pública (art. 5º, LIX):
 
Art. 5º, LIX - será admitida ação privada nos crimes de ação pública, se esta não for intentada no prazo
legal.
 
Para Marcelo Alexandrino e Vicente Paulo, como regra, é o Ministério Público quem ingressa em juízo
exercendo o direito de ação para obter do Estado-juiz, não a condenação do réu, mas sim o julgamento
da pretensão punitiva.
 
Nesses casos, diz-se que o Ministério Público exerce o jus persequendi (direito de persecução criminal)
ou jus accusationis.
 
Embora a regra geral seja a legitimação do Ministério Público para o ajuizamento da ação penal, há
casos em que o particular poderá diretamente exercer o jus accusationis.
 
Por esse critério subjetivo, as ações penais são públicas, quando a  titularidade de seu exercício é do
Ministério Público, ou privadas (mais  adequadamente ações penais de iniciativa privada), quando seu
titular é o particular ofendido ou seu representante legal. 
 
Esse dispositivo garante aos particulares a ação privada nos crimes de  ação pública, se esta não for
intentada no prazo legal. Essa possibilidade de  iniciativa do particular, decorrente da inércia do
Ministério Público em ação  de iniciativa originalmente pública, consubstancia a denominada ação
penal privada subsidiária. 
 
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Na ação penal privada subsidiária, portanto, a titularidade do direito de persecução criminal
originariamente pertencia ao Ministério Público. Por isso, após o oferecimento da queixa (o particular
oferece queixa-crime; quem oferece denúncia é somente o Ministério Público) e instauração da ação
penal privada subsidiária, o Ministério Público atuará no processo com as mesmas prerrogativas que
possui relativamente às ações penais públicas, conforme explicita o art. 29 do CPP, transcrito: 
 
Art. 29.  Será admitida ação privada nos crimes de ação pública, se esta não for intentada no prazo legal,
cabendo ao Ministério Público aditar a queixa, repudiá-la e oferecer denúncia substitutiva, intervir em
todos os termos do processo, fornecer elementos de prova, interpor recurso e, a todo tempo, no caso de
negligência do querelante, retomar a ação como parte principal.
A jurisprudência é pacífica quanto à impossibilidade de propositura de ação penal privada subsidiária
da pública nos casos em que o Ministério  Público deixa de oferecer a denúncia em razão de haver
requerido ao juiz o arquivamento do inquérito policial por entender inexistentes elementos indiciários
suficientes para a persecução in judicio.
 
Em resumo, quando o  inquérito é arquivado por requerimento do Ministério Público não cabe
ação  penal privada subsidiária. Esta somente é cabível quando o não oferecimento  da denúncia
decorre de inércia injustificada do Ministério Público
16. Garantias relacionadas à prisão (art. 5º, LXI, LXII, LXIII, LXIV, LXV, LXVI e LXVII):
 
Art. 5º (...)
 
LXI - ninguém será preso senão em flagrante delito ou por ordem escrita e fundamentada de autoridade
judiciária competente, salvo nos casos de transgressão militar ou crime propriamente militar, definidos
em lei;
LXII - a prisão de qualquer pessoa e o local onde se encontre serão comunicados imediatamente ao juiz
competente e à família do preso ou à pessoa por ele indicada;
 
LXIII - o preso será informado de seus direitos, entre os quais o de permanecer calado, sendo-lhe
assegurada a assistência da família e de advogado;
LXIV - o preso tem direito à identificação dos responsáveis por sua prisão ou por seu interrogatório
policial;
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LXV - a prisão ilegal será imediatamente relaxada pela autoridade judiciária;
LXVI - ninguém será levado à prisão ou nela mantido, quando a lei admitir a liberdade provisória, com ou
sem fiança;
LXVII - não haverá prisão civil por dívida, salvo a do responsável pelo inadimplemento voluntário e
inescusável de obrigação alimentícia e a do depositário infiel.
 
Segundo Marcelo Novelino, com a finalidade de proteger direitos fundamentais básicos, especialmente
a liberdade de locomoção, contra eventuais arbitrariedades de autoridades públicas, foram consagrados
diversos dispositivos referentes à prisão (art. 5º, incisos LXI a LXVIII). Em qualquer hipótese na qual seja
constatada sua ilegalidade, a prisão deverá ser imediatamente relaxada pela autoridade judiciária
competente (art. 5º, LXV).
O instrumento destinado a proteger a liberdade individual de locomoção contra qualquer ilegalidade
ou abuso de poder é o habeas corpus (art. 5º, LXVIII).
Ainda sobre o tema, Marcelo Alexandrino e Vicente Paulo ensinam que as prisões em flagrante delito
podem ser efetuadas por qualquer pessoa, sendo uma faculdade para o popular e um dever para a
autoridade policial (art. 301, CPP).
 
Vale lembrar que até mesmo a inviolabilidade do domicílio é afastada no caso de flagrante delito,
conforme preceitua o inciso XI, do art. 5º, da Carta Magna.
 
As prisões militares podem ser disciplinares, caso em que são decretadas administrativamente,pela
autoridade militar de hierarquia superior à do infrator, ou decorrerem de crimes militares, caso em que a
prisão deve ser  decretada pela Justiça Militar. Deve-se notar que, embora as prisões disciplinares
militares obedeçam normas próprias, não se tem, de modo nenhum, autorização para prisões arbitrárias,
cabendo, desde que haja provocação, o  controle judicial da medida, que será declarada ilegal sempre
que tenha sido contrária ao Direito.  
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�uestão 14 Direito Constitucional -> Direitos e Garantias Fundamentais -> Direitos e
Deveres Individuais e Coletivos
Banca: CAVEIRA (ADAPTADA) Ano: 2020 Nível: A definir
A prisão em flagrante deve ser imediatamente relaxada pela autoridade judiciária,
devido ao fato de ser vedado levar pessoas à prisão ou mantê-las na prisão nas
situações em que a lei admitir a liberdade provisória.
 
C Certo
E Errado
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17. Assistência jurídica gratuita (art. 5º, LXXIV):
 
Art. 5º, LXXIV - o Estado prestará assistência jurídica integral e gratuita aos que comprovarem
insuficiência de recursos.
 
Trata-se de instrumento com vistas a garantir a todos o acesso à Justiça, em especial, aos que
comprovadamente não possuem condições de arcar com honorários advocatícios. 
 
Segundo Marcelo Alexandrino e Vicente Paulo, "essa assistência jurídica integral e gratuita aos que
comprovarem insuficiência de recursos será prestada, em todos os graus, pela Defensoria Pública,
instituição permanente, essencial à função jurisdicional do Estado,  à qual incumbe, como expressão e
instrumento do regime democrático, fundamentalmente, a orientação jurídica, a promoção dos direitos
humanos e a defesa, em todos os graus, judicial e extrajudicial, dos direitos individuais e coletivos, de
forma integral e gratuita, aos necessitados (art. 134, CF/88)". 
 
18. Indenização por erro judiciário e excesso na prisão (art. 5º, LXXV):
 
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Art. 5º, LXXV - o Estado indenizará o condenado por erro judiciário, assim como o que ficar preso além
do tempo fixado na sentença.
 
A doutrina entende que responsabilidade civil, genericamente, traduz-se em uma obrigação de indenizar
e, em regra, surge quando uma pessoa, atuando com culpa ou dolo, ocasiona um dano, patrimonial ou
moral, a outra pessoa.
 
Segundo Marcelo Alexandrino e Vicente Paulo, em sua primeira parte, o inciso LXXV do art. 5º, ora em
comento, traz uma importante exceção à irresponsabilidade por atos jurisdicionais. Com efeito, no caso
de erro judiciário (o erro judiciário a que se refere o dispositivo é exclusivo da esfera penal, ou seja, é a
condenação  penal indevida), há responsabilidade civil do Estado, podendo a pessoa que  foi
injustamente condenada pleitear judicialmente indenização pelos danos morais e materiais decorrentes
dessa condenação. 
 
Por outro lado, na hipótese de um indivíduo ficar preso além do tempo fixado na sentença (parte final do
inciso LXXV, do art. 5º), a responsabilidade civil do Estado não decorre de algum ato jurisdicional,
mas sim de atuação administrativa. A pessoa que tenha sofrido o dano, patrimonial e moral, decorrente
dessa atuação (ou omissão) indevida do Estado deverá  pleitear a indenização diretamente mediante
ação cível específica. 
 
19. Gratuidade do registro civil de nascimento e da certidão de óbito (art. 5º, LXXVI):
 
Art. 5º, LXXVI - são gratuitos para os reconhecidamente pobres, na forma da lei:  
 
a) o registro civil de nascimento;
b) a certidão de óbito.
 
Os serviços notariais e de registro são exercidos em caráter privado, porém, mediante delegação do
Poder Público (art. 236).  Em decorrência do caráter privado dos serviços, admite-se a cobrança
de  emolumentos pela sua prestação, os quais reverterão em benefício do próprio titular da serventia,
cujo ingresso depende de concurso público de provas e títulos,  não se permitindo que qualquer
serventia fique vaga, sem abertura de concurso de provimento ou de remoção, por mais de seis meses
(art. 236, § 3.º).
 
Não obstante, os titulares da serventia fazerem jus aos emolumentos pela prestação dos respectivos
serviços, determina a Constituição que são gratuitos para os reconhecidamente pobres, na forma da lei,
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o registro civil de nascimento e a certidão de óbito (art. 5º, LXXVI).
 
20. Celeridade processual (art. 5º, LXXVIII):
 
Art. 5º, LXXVIII - a todos, no âmbito judicial e administrativo, são assegurados a razoável duração do
processo e os meios que garantam a celeridade de sua tramitação. 
 
Pedro Lenza afirma que “em algumas situações, contudo, a demora, causada pela duração do processo e
sistemática dos procedimentos, pode gerar total inutilidade ou ineficácia do provimento requerido".
 
Nesse sentido, a Emenda Constitucional nº 45/2004, ampliando os direitos e garantias fundamentais,
estabeleceu, no art. 5º, LXXVIII, que a todos, no âmbito  judicial e administrativo, são assegurados a
razoável duração do processo e os meios que garantam a celeridade de sua tramitação.
 
Por fim, destaque-se que a prestação jurisdicional dentro de um prazo razoável e efetivo já  vinha
prevista, como direito fundamental do ser humano, dentre outros
dispositivos, nos arts. 8º-I, da Convenção Americana sobre Direitos Humanos (Pacto de São José da
Costa Rica).
 
21. Habeas corpus (art. 5º, LXVIII):
 
Art. 5º, LXVIII - conceder-se-á habeas corpus sempre que alguém sofrer ou se achar ameaçado de sofrer
violência ou coação em sua liberdade de locomoção, por ilegalidade ou abuso de poder.
 
Caveiras, agora vamos adentrar no estudo dos remédios constitucionais. É um tema estritamente
importante e vamos focar bastante na lei seca, alinhada à jurisprudência.
 
Na vigente Constituição, temos remédios administrativos (direito de petição e direito de certidão) e
remédios judiciais (habeas data, habeas corpus, mandado de segurança, mandado de injunção e ação
popular). 
 
Dito isso, vamos começar!!!
 
O habeas corpus é o remédio a ser utilizado contra ilegalidade ou abuso de poder no tocante ao direito
de locomoção, que alberga o direito de ir,  vir e permanecer do indivíduo. Trata-se de remédio
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constitucional destinado a proteger o direito  de locomoção de pessoa natural, não podendo ser
impetrado em favor de pessoa jurídica (HC 92.921/BA, STF).
 
Segundo a doutrina, o habeas corpus pode ser:
Repressivo (liberatório): quando o indivíduo já teve desrespeitado o seu direito de locomoção já
foi ilegalmente preso, por exemplo);
Preventivo (salvo-conduto): quando há apenas uma ameaça de que o seu direito de locomoção
venha a ser desrespeitado (o indivíduo está na iminênciade ser preso, por exemplo). 
Vejamos a jurisprudência correlata:
RHC 97.876/SP, STJ: Cabe a impetração de habeas corpus no caso de retenção de passaporte, porque
a medida limita efetivamente a locomoção do titular do documento.
 
RHC 97.876/SP, STJ: A suspensão da CNH não configura ameaça ao direito de ir e vir do titular. Isso
porque mesmo com a decretação da medida, o sujeito continua com a liberdade de ir e vir, para todo e
qualquer lugar, desde que não o faça como condutor do veículo. Logo, não cabe habeas corpus contra
decisão que determina a apreensão de CNH.
 
Súmula nº 395, STF: Não se conhece de recurso de habeas corpus cujo objeto seja resolver sobre o
ônus das custas, por não estar mais em causa a liberdade de locomoção.
Súmula nº 606, STF: Não cabe habeas corpus originário para o Tribunal Pleno de decisão de Turma,
ou do Plenário, proferida em habeas corpus ou no respectivo recurso.
 
Súmula nº 691, STF: Não compete ao Supremo Tribunal Federal conhecer de habeas corpus impetrado
contra decisão do relator que, em habeas corpus requerido a tribunal superior, indefere a liminar.
 
Súmula nº 693, STF: Não cabe habeas corpus contra decisão condenatória a pena de multa, ou
relativo a processo em curso por infração penal a que a pena pecuniária seja a única cominada.
Segundo Pedro Lenza, caracterizando exceção expressa ao art. 5.º, LXVIII, com base no princípio da
hierarquia, não caberá habeas corpus em relação a eventuais punições disciplinares militares (art. 142,
§2.º), vedação essa permitida, visto  que introduzida pelo poder constituinte originário, que, como já
referimos, do  ponto de vista jurídico, é incondicionado, ilimitado e soberano na tomada de  suas
decisões, podendo, inclusive, trazer exceções às regras gerais.
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Cabe observar, contudo, seguindo a jurisprudência do Supremo Tribunal Federal, a possibilidade  de
impetração de habeas corpus para análise, pelo Judiciário, dos pressupostos de legalidade (hierarquia,
poder disciplinar, ato ligado à função e pena suscetível de ser aplicada disciplinarmente — HC 70.648,
STF), excluídas as questões do mérito da sanção administrativa (RE 338.840/RS, STF).
Agora vejamos como o tema é cobrado:
�uestão 15 Direito Constitucional -> Direitos e Garantias Fundamentais -> Direitos e
Deveres Individuais e Coletivos
Banca: CAVEIRA (Inéditas) Ano: 2023 Nível: A definir
Julgue os itens abaixo de acordo com os direitos e garantias.
I. Ninguém será preso senão em flagrante delito ou por ordem escrita e
fundamentada de autoridade judiciária competente, ainda que nos casos de
transgressão militar ou crime propriamente militar, definidos em lei.
II. De acordo com o STF, é ilícita a prisão civil de depositário infiel, qualquer que seja
a modalidade de depósito.
III. Não cabe habeas corpus contra a imposição da pena de exclusão de militar ou de
perda de patente ou de função pública.
Está(ão) correto(s) o(s) item(ns):
A I e II, apenas.
B II e III, apenas.
C I e III, apenas.
D I, apenas.
E I, II e III.
O gabarito da questão está no final do documento.
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�uestão 16 Direito Constitucional -> Direitos e Garantias Fundamentais -> Direitos e
Deveres Individuais e Coletivos
Banca: FCC Ano: 2017 Nível: Ensino Superior
O artigo 5°, inciso LXVIII, da Constituição Federal, garante o direito individual de
locomoção à pessoa física por meio do habeas corpus, da seguinte forma:
“LXVIII − conceder-se-á habeas corpus sempre que alguém sofrer ou se achar
ameaçado de sofrer violência ou coação em sua liberdade de locomoção, por
ilegalidade ou abuso de poder.”
A norma que o garante, no que se refere à classificação quanto a aplicabilidade, que
propõe serem (I) de eficácia plena; (II) de eficácia contida; ou (III) de eficácia
limitada:
 
A é considerada de eficácia plena, porque vigente desde sua entrada em vigor,
apenas deixando margem para que a lei possa estabelecer as restrições de
aplicabilidade e regulamentações cabíveis.
B pode ser considerada de eficácia limitada, pois depende da edição de norma
infraconstitucional para regular o procedimento de aplicação.
C é considerada de eficácia limitada, porque dela não se extraem todos os
elementos necessários à operacionalização da garantia nas situações
individuais de violação do direito tutelado.
D pode ser considerada de eficácia contida, pois depende de atuação do
legislador, com margem de discricionariedade, para disciplinar as hipóteses e
situações em que será admissível o remédio constitucional.
E é considerada de eficácia plena, pois dela se retiram todos os elementos
necessários a imediata aplicabilidade, a fim de que, desde a imediata entrada
em vigor, possa produzir os efeitos que pretendeu alcançar, não admitindo
restrições posteriores.
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202147.18/03/2026
Evandro Cleber Patrício de Sena Cleber
010.582.332-54
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18/03/2026 00:0141
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22. Mandado de segurança (art. 5º, LXIX e LXX):
 
Art. 5º (...) LXIX - conceder-se-á mandado de segurança para proteger direito líquido e certo, não
amparado por habeas corpus ou habeas data, quando o responsável pela ilegalidade ou abuso de poder
for autoridade pública ou agente de pessoa jurídica no exercício de atribuições do Poder Público.
 
Inicialmente vamos tratar do mandado de segurança individual, ok?
 
Para Marcelo Alexandrino e Vicente Paulo, o mandado de segurança é ação judicial, de rito sumário
especial, a ser  utilizada quando direito líquido e certo do indivíduo for violado por ato de  autoridade
governamental ou de agente de pessoa jurídica privada que esteja no exercício de atribuição do Poder
Público.
 
Trata-se de ação de natureza residual, subsidiária, pois  somente é cabível quando o direito líquido e
certo a ser protegido não for  amparado por outros remédios judiciais (habeas corpus ou habeas
data,  ação popular etc). É sempre ação de natureza civil, ainda quando impetrado contra ato de  juiz
criminal, praticado em processo penal.
 
Além disso, Pedro Lenza entende que o direito líquido e certo é aquele que pode ser demonstrado de
plano  mediante prova pré-constituída, sem a necessidade de dilação probatória.  Trata-se de direito
“manifesto na sua existência, delimitado na sua extensão e  apto a ser exercitado no momento da
impetração”.
Controvérsia sobre matéria de direito NÃO impede concessão de mandado de segurança:
 
Os atributos de certeza e liquidez referem-se à matéria de fato, e não à matéria de direito. Significa
dizer que o direito deve resultar de fato certo, com prova inequívoca, prova documental. Assim, não há
óbice para se impetrar mandado de segurança em assuntos juridicamente controvertidos, desde que
haja prova material a suportar a pretensão do autor do mandamus.
Vejamos a jurisprudência sobre o assunto:
Súmula nº 630, STF: A entidade de classe tem legitimação para o mandado de segurança ainda

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