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SÍNDROMES GERIÁTRICAS SÍNDROMES GERIÁTRICAS 
Síndromes GeriátricasSíndromes Geriátricas
O envelhecimento traz consigo...
 Comorbidades
 Sintomas atípicos
Omissão de sintomas
Mitos do que é normal para a idade
As sindrome geriatricas caracterizam-se por
múltiplas etiologias ( multicausal) , não tendo,
portanto, uma causa única. Geralmente, não causa
risco iminente de morte, mas comprometem, de forma
significativa, a qualidade de vida da pessoa acometida 
Idoso com qualquer síndrome geriátrica
⟶ Levar em consideração todos os aspectos:
biopsicossocioespiritual
⟶ O instrumento para essa avaliação é o que se
convencionou chamar de AVALIAÇÃO GERIÁTRICA
AMPLA (AGA).
Classificação da pessoa idosa:
60 - 69 IDOSO JOVENS
70-75 ( Ou 80) IDOSOS 
75+ MAIS IDOSOS
⟶ Multimorbidades a ocorrência em um mesmo
indivíduo de duas ou mais doenças crônicas.
Acomete principalmente os muito idosos ⟶ Um
dos maiores desafios dos sistemas de saúde, pois
resulta em aumento das hospitalizações
Múltiplas doenças crônicas ⟶ manifestam-se de
forma atípica ⟶ retarda diagnóstico e dificulta
tratamento
 Prevalência aumenta consideravelmente com a
idade ⟶ 65% dos indivíduos entre 65 e 84 anos e
82% daqueles com 85 ou mais anos têm duas ou
mais doenças crônicas
INTRODUÇÃO INTRODUÇÃO 
Condições clínicas comuns entre pacientes
idosos não se enquadram em categorias
distintas de doenças OU SEJA condições
frequentes no idoso, de origem multifatorial, que
não correspondem a uma doença específica
isolada.
Em vez de ser algo tipo:
“Diabetes” (que é uma doença bem definida)
 “Hipertensão” (também tem diagnóstico claro)
⟶ As síndromes geriátricas são mais tipo:
Um conjunto de alterações
 Que surgem por fragilidade, envelhecimento,
múltiplas doenças, medicamentos
AO TODO TEMOS 8 SINDROMES GERIÁTRICAS ( Os 8 i’s)
👵🏼 8 I’s da Geriatria
Modelo mais antigo.
 Foca nas síndromes geriátricas (problemas comuns
no idoso).
São:
Insuficiência cognitiva
Iatrogenia
Incontinência
Instabilidade postural (quedas)
Imobilidade
Incapacidade comunicativa
Insuficiência Familiar
‘’Idoso frágil’’ - fragilidade 
👉 São condições multifatoriais, 
não são doenças isoladas.
Deve ser levada em
considerações as
individualidade 
 TEMOS TAMBEM UMA NOVA ATUALIZAÇÃO QUE DE
FORMA MAIS AMPLA, CLASSIFACA COMO ‘’OS 5 m’s da
geriatria )
👴🏼 5 M’s da Geriatria
Modelo mais atual.
 Foca no cuidado integral e centrado no paciente.
São:
 1. Mind (Mente)
→ Cognição, humor, delirium, demência.
2. Medications (Medicamentos)
→ Polifarmácia, efeitos adversos.
 3. Multicomplexity
(Multicomplexidade/multicomorbidades )
→ Múltiplas doenças + contexto social.
 4. Mobility (Mobilidade)
→ Marcha, risco de quedas, funcionalidade.
 5. Matters Most ( mais importa para o idoso)
→ Valores do paciente, objetivos de vida.
A SBGG (Sociedade Brasileira de
Geriatria e Gerontologia) trás apenas 7
sidromes , entretanto novas
atualizações trazem a ‘’ sidrome do
idoso frágil’’
CARACTERÍSTICAS DAS
SÍNDROMES GERIÁTRICAS
CARACTERÍSTICAS DAS
SÍNDROMES GERIÁTRICAS
5 principais características das
síndromes geriátricas: 
1⃣ Contribuição de múltiplos fatores de risco.
Causa principal geralmente difícil de ser
determinada.
 ⟶ Elas não têm uma causa única.
Normalmente surgem por vários fatores juntos
(idade, doenças crônicas, medicamentos,
fraqueza, ambiente). Por isso é difícil dizer “foi
só isso que causou”.
2⃣ Maior mortalidade e importante
comprometimento da qualidade de vida.
⟶ Essas síndromes aumentam o risco de
morte e prejudicam muito a vida do idoso,
diminuindo autonomia e bem-estar.
3⃣ Aumentam o risco de que doenças, em
especial as afecções agudas, manifestem-se de
forma atípica.
 ⟶ No idoso, as doenças podem aparecer de
forma diferente do esperado.
 Exemplo: infecção sem febre, ou confusão
mental como único sintoma.
4⃣Podem ocorrer concomitantemente e
compartilham fatores de risco entre si.
⟶ Uma síndrome pode favorecer outra, porque
elas têm fatores de risco em comum.
 Exemplo: imobilidade pode levar a úlcera por
pressão e infecção.
5⃣ Perda funcional, incapacidade,
dependência, necessidade de cuidados de
longa duração, hospitalizações e morte.
 ⟶ O maior impacto é a perda da
independência. Pode levar à dependência,
necessidade de cuidador, internações
frequentes e maior risco de morte.
A enfermagem tem o papel de
preservar :Independencia ;
Autonomia;Funcionalidade da
pessoa idosa
01 - INCAPACIDADE COGNITIVA01 - INCAPACIDADE COGNITIVA
A CAPACIDADE COGNITIVA É COMPOSTA POR: 
Memória 
Função executiva
Capacidade de compreender e expressar a linguagem
Capacidade de executar atos motores
Capacidade de reconhecer os estímulos visuais, táteis e
auditivos
Capacidade de localização no espaço e da percepção
das relações entre objetos
⟶ Falhas ⟶ Prejudicam as AVD ( Atividades de Vida
Díária
Incapacidade Cognitiva
É a perda ou alteração das funções mentais, como
memória, atenção e raciocínio. Ela é avaliada por
meio de testes cognitivos, que ajudam a identificar
possíveis alterações clínicas.
Papel da enfermagem: 
Identificar e quantificar ( nivel e número por
meio de escalas ) o declínio cognitivo
 Determinar o nível de comprometimento
que acarreta a vida do indivíduo
Possível causa e plano de cuidados ( Etapa
de planejamento) 
AVALIAÇÃO: 
⟶ Avaliação da capacidade cognitiva
⟶ É realizada por meio de testes para
verificação de alterações clínicas
TESTE DO RELÓGIO 
Teste do Relógio → avalia função executiva e
organização.
MEEM (Mini Exame do Estado Mental) → avalia
orientação, memória, atenção, cálculo e linguagem.
Fluência Verbal → avalia linguagem e função
executiva.
Teste de Trilhas → avalia atenção e velocidade de
processamento.
. Maior ou igual a 3 
MINI EXAME DO ESTADO MENTAL-MEEM
Testa funções executivas e a linguagem.
 “Vou marcar 1 minuto no relógio, e quero que nesse
tempo o/a Sr./a. me
fale o nome de todos os animais que você puder se
lembrar”.
Solicitar o comando: “Pode começar”
 O escore final corresponde ao número total de
respostas
TESTE DE FLUÊNCIA VERBAL
https://www.saudedireta.com.br/docsupload/1341144719mini_exame_do_estado_mental.pdf
Resaltando que a incapacidade cognitva é quando o idoso
passa a ter dificuldade em funções mentais importantes,
como pensar, lembrar ou tomar decisões.
Isso pode aparecer como:
História clínica: investigar quando começaram os
problemas e como evoluíram.
Dificuldade de aprender e reter novas informações:
esquece coisas recentes, recados, onde colocou
objetos.
Dificuldade em tarefas mais complexas: por exemplo,
pagar contas, usar celular, organizar remédios.
Orientação: pode ficar confuso sobre tempo, lugar ou
pessoas.
Linguagem: dificuldade para encontrar palavras ou
entender conversas.
Comportamento: pode ocorrer irritação, apatia,
mudança de personalidade.
Também é importante investigar:
Quando começaram os sintomas
Se houve piora recente
Fatores associados (doenças, medicamentos,
estresse)
Impacto nas AVDs (Atividades de Vida Diária), como
banho, alimentação, vestir-se.
TESTE DE TRILHAS
Em média 4 minutos
As perdas funcionais e psicossociais que
acompanham o envelhecimento podem
frequentemente, resultar em depressão
Sem incidência precisa, a depressão é um dos
transtornos mentais mais comuns em idosos
A formulação da pergunta: Você se sente triste ou
desanimado frequentemente?
AVALIAÇÃO DO HUMOR
Escala de depressão geriantrica ( GDS-15) 
Avalia a sintomatologia depressiva 
menor ou igaul a 5 respostas negaivas 
⚠ Não são os ‘’NÃOS’’ e sim respostas
negativas 
Causas da incapacidade cognitiva os 4D’s
Habilidadee limitações no desempenho de tarefas
necessárias na vida diária
AVALIAÇÃO DA CAPACIDADE FUNCIONAL
Escala de Katz: avalia as Atividades Básicas da Vida
Diária (AVD),ou seja mais amplas como banho,
vestir-se, alimentação e ir ao banheiro.
Escala de Lawton: avalia as Atividades Instrumentais
de Vida Diária (AIVD), ou seja mais complexas e
espesificas como usar telefone (discar), fazer
compras, cuidar da casa e administrar dinheiro.
6 (independente; 4 (dependência moderada);2 ou
menos: muito dependente
02 - IATROGENIA02 - IATROGENIA
⟶ ``A palavra Iatrogenia provém do grego e se refere
a qualquer alteração patológica provocada no
paciente pela prática dos profissionais de saúde, seja
ela certa ou errada, justificada ou não, mas da qual
resultam consequências prejudicais para a saúde do
paciente.``
⟶ Resumindo: Erro de alguma prática proissional
que compromoteu a saúde do paciente 
Erro do profissional
Negligência, imprudência, imperícia
Efeitos secundários a tratamentos
Efeitos colaterais de medicações
⟶ TIPOS DE IATROGENIAS 
Situações relacionadas ao cuidado do idoso (com
exemplo):
Iatrofarmacogenia: problemas causados pelo uso
de medicamentos, principalmente polifarmácia e
interações medicamentosas.
Exemplo: idoso usa vários remédios e a interação
causa tontura e queda.
Internação hospitalar: pode gerar imobilidade,
lesão por pressão e infecção hospitalar.
Exemplo: idoso fica muito tempo acamado no hospital
e desenvolve lesão por pressão.
Subdiagnóstico: quando os sintomas do idoso são
atribuídos apenas “à idade”, atrasando o
diagnóstico de doenças.
Exemplo: idoso com falta de ar recebe a explicação de
que é “da idade”, mas depois descobre-se problema
cardíaco.
Prescrição sem comprovação científica: uso de
intervenções sem evidência, trazendo risco
desnecessário ao paciente.
Exemplo: prescrever suplementos ou vitaminas sem
necessidade clínica.
Iatrogenia da palavra: ocorre por falhas na
comunicação, como não saber dar más notícias
ou explicar adequadamente ao paciente.
Exemplo: profissional comunica o diagnóstico de
forma brusca, causando ansiedade no idoso.
03 -INCONTINÊNCIAS03 -INCONTINÊNCIASCascata propedêutica: solicitação excessiva ou
desnecessária de exames, que podem gerar
outros procedimentos ou riscos.
Exemplo: um exame simples mostra pequena
alteração e o paciente passa a fazer vários exames
desnecessários.
⚠ Paciente que faz o uso concomitante ( crôrnico) de
5 ou mais medicamentos é considerado ‘’polifarmacia
‘’( polifarmaciado )
CRITÉRIOS DE BEERS (AGS 2023)
 São critérios usados para identificar medicamentos potencialmente
inapropriados para idosos, pois podem causar mais riscos do que
benefícios.
Eles são divididos em 5 categorias:
Categoria 1: medicamentos potencialmente inadequados para
todos os idosos e que devem ser evitados.
Categoria 2: medicamentos que devem ser evitados em idosos
com certas doenças, como problemas cardiovasculares,
neurológicos, Parkinson, histórico de quedas, fraturas,
problemas gastrointestinais, urinários ou renais.
Categoria 3: medicamentos que devem ser usados com cautela,
principalmente em idosos acima de 70 anos.
Categoria 4: medicamentos que podem interagir entre si,
aumentando o risco de efeitos adversos.
Categoria 5: medicamentos que precisam de ajuste de dose,
principalmente em idosos com insuficiência renal.
É a perda involuntária de urina.
Alterações que favorecem no idoso
Espessamento da bexiga, o que diminui a
capacidade de expansão e armazenamento de
urina.
Diferenças entre homens e mulheres
Homens: pode ocorrer pelo aumento do volume da
próstata, que dificulta o fluxo urinário.
Mulheres: ocorre redução da pressão de
fechamento da uretra, devido à atrofia dos tecidos
ao redor da bexiga.
Frequência
A prevalência aumenta com a idade.
Cerca de 30 a 34% dos idosos apresentam algum
tipo de incontinência urinária.
Aproximadamente 50% dos idosos que vivem em
instituições de longa permanência (ILPI)
apresentam o problema.
Causas multifatoriais da Incontinência Urinária no idoso
A incontinência pode ocorrer por vários fatores ao
mesmo tempo:
Imobilidade: dificuldade de se levantar ou chegar
ao banheiro a tempo.
Medicamentos: alguns remédios podem aumentar
a produção de urina ou relaxar a bexiga.
Demência: o idoso pode não perceber ou não
lembrar de ir ao banheiro.
Infecção do Trato Urinário (ITU): pode causar
urgência urinária e perda de urina.
AVC (Acidente Vascular Cerebral): pode afetar o
controle neurológico da micção.
Consequências da Incontinência Urinária no idoso
Institucionalização: em alguns casos o idoso
precisa ir para instituições de longa permanência
por dificuldade de cuidado em casa.
Isolamento social: o idoso pode evitar sair ou
conviver com outras pessoas por medo de perder
urina.
Vergonha
Ansiedade
Depressão
04 -INSTABILIDADE POSTURAL04 -INSTABILIDADE POSTURALDeclínio funcional: perda gradual da capacidade de
realizar atividades do dia a dia.
Lesões por pressão: a umidade constante da urina pode
lesionar a pele.
Infecção do trato urinário (ITU): maior risco de infecção.
Aumento do risco de quedas e fraturas: o idoso pode
correr ao banheiro ou escorregar, aumentando o risco
de queda.
Abordagem Comportamental na Incontinência Urinária
Diminuir ingestão de líquidos e cafeína (como café e
refrigerantes).
 ⚠ Cuidado: não reduzir demais os líquidos para evitar
desidratação.
Esvaziamento completo da bexiga: orientar o idoso a
urinar até esvaziar bem a bexiga.
Treinamento vesical:
Não ir ao banheiro em intervalos muito curtos (isso
é errado).
O ideal é aumentar gradualmente o tempo entre as
micções, treinando a bexiga a segurar mais urina.
Tratamento da Incontinência Urinária
Abordagem comportamental: mudanças de hábitos,
como controle da ingestão de líquidos( até 2 hrs antes
dormi)., treinamento vesical e ida programada ao
banheiro
Exercícios de Kegel ou pompoarismo : exercícios que
fortalecem os músculos do assoalho pélvico, ajudando
no controle da urina.
Anticolinérgicos: medicamentos que reduzem as
contrações da bexiga, diminuindo a urgência urinária.
Exemplos:
Oxibutinina
Tolterodina
Imipramina
As quedas em idosos são um problema frequente e
grave.
São a 6ª causa de morte em idosos.
São responsáveis por cerca de 40% das
internações e 40% das admissões em casas de
repouso.
Incidência de quedas
A frequência aumenta com a idade:
70 anos: cerca de 25% dos idosos sofrem quedas
75 anos: cerca de 35%
Acima de 80 anos: cerca de 40%
Idosos institucionalizados: cerca de 50%
apresentam quedas
QUEDAS
⟶ Entre os idosos que sofrem uma queda, cerca
de 2/3 terão outra queda no ano seguinte.
⟶ A complicação mais comum é o medo de cair
novamente.
⟶ Isso faz com que o idoso evite andar, ficando
mais restrito ao leito ou à cadeira, o que leva ao
descondicionamento físico (perda de força e
mobilidade).
Outras consequências
Fraturas: ocorrem em cerca de 20 a 30% dos
casos.
Morte: aproximadamente 2,2% dos casos.
Quedas em idosos – causas e complicações
Causas das quedas
1. Causas intrínsecas (do próprio idoso):
Condições médicas: doenças como AVC, Parkinson,
hipotensão, etc.
Alterações sensoriais: problemas de visão, audição ou
equilíbrio.
Alterações fisiológicas do envelhecimento: perda de
força muscular, equilíbrio e mobilidade.
2. Causas extrínsecas (do ambiente):
Medicamentos: alguns podem causar tontura ou
sonolência.
Ajuda inadequada ao idoso: falta de apoio ao caminhar
ou uso incorreto de dispositivos.
Perigos do ambiente: tapetes soltos, piso escorregadio,
pouca iluminação.
Possíveis complicações da queda
Fraturas e imobilidade → podendo levar à
institucionalização ou morte.
Hematomas, traumas e feridas.
Perda da autoconfiança e medo de cair novamente.
Diminuição da qualidade de vida.
Em alguns casos, pode não haver consequência grave.
CASCATA : INCONTINÊNCIA ⟶ QUEDA ⟶ FRATURA ⟶
IMOBILIDADE 
 VISÃO
Com o envelhecimento, é comum ocorrer diminuição da
acuidade visual, porque acontecem alterações nas lentes
dos olhos, no campo visual e na retina.
Cerca de 60% das pessoas entre 75 e 84 anos têm algum
problema visual.
Cerca de 27% dos idosos com mais de 85 anos podem
estar cegos ou não conseguir ler, mesmo usando
óculos.
🔎 Relação com quedas:
 Quando o idoso enxerga mal, ele pode não perceber
obstáculos, degraus ou objetos no chão, aumentando o risco
de queda.
AVALIAÇÃO DA VISÃO – CARTÃO DE JAEGER
É um teste simples para avaliar visão de perto.
O cartão fica a 35 cm de distância.
Testa-se um olho de cada vez e depois os dois juntos.
O valor considerado normal é até20/40.
AUDIÇÃO
Cerca de 1/3 dos idosos relata algum grau de perda
auditiva.
A causa mais comum é a presbiacusia, que é a perda
progressiva da audição causada pelo envelhecimento.
O uso de aparelho auditivo pode melhorar:
comunicação
interação social
bem-estar emocional
cognição
🔎 Relação com quedas:
 Problemas auditivos podem estar associados a alterações
de equilíbrio e menor percepção do ambiente,
contribuindo para instabilidade postural.
AVALIAÇÃO DA AUDIÇÃO – TESTE DO SUSSURRO
É um teste simples:
O examinador fica fora do campo visual do idoso, a
cerca de 33 cm.
Ele sussurra perguntas simples (ex.: “Qual seu
nome?”) em cada ouvido.
Se o idoso não responder:
1. Deve-se examinar o conduto auditivo para ver se há
cerume (cera).
2. Se não houver obstrução, o idoso deve ser
encaminhado para audiometria.
Avaliação após uma queda
Quando um idoso cai, é importante investigar o que
aconteceu. Algumas perguntas importantes são:
Onde ocorreu a queda?
O que o idoso estava fazendo no momento?
Alguém viu a queda?
Quais medicamentos ele usa?
Ele consumiu bebida alcoólica?
Houve perda de consciência ou convulsão?
Já teve outras quedas nos últimos 3 meses?
Essas perguntas ajudam a descobrir a causa da queda e
prevenir novos episódios.
TESTE SENTAR E LEVANTAR EM 30 SEGUNDOS
Avaliar RISCO DE QUEDAS
05 -IMOBILIDADE05 -IMOBILIDADE
⟶ Incapacidade de se deslocar sem o auxílio de outra pessoa,
com finalidade de atender às necessidades de vida diária. Pode o
paciente estar restrito a uma poltrona ou ao leito.
⟶ Entende-se qualquer limitação do movimento:
Fatores Predisponentes: 
Osteoartrose
 Doenças reumáticas
 Sequelas de fraturas
 ICC, AVC e infecções
Desnutrição e Desidratação
Parkinson, Demência e Depressão
Consequências:
Depressão
Confusão mental
Hipotensão e Constipação intestinal
Incontinência e Infecção urinária
Trombose venosa
Lesões por pressão
Atrofia muscular - sarcopenia
Imobilidade - intervenções
 Comprometimento da mobilidade - Passos a seguir
 A) Quantificar a imobilidade (Escala de KATZ) - Avaliar o
nível de dependência usando a Escala de Katz, que analisa a
capacidade do idoso de realizar atividades básicas da vida
diária (banho, vestir-se, alimentação, etc.).
⟶ Exame clínico
⟶ Exames complementares, de acordo com as suspeitas
levantadas no exame clínico
Desnutrição: albumina
Distúrbio metabólico: Na, k, TSH, T4, Ca, Glicemia em
jejum
 Anemia: hemograma e ferritina
Síndromes infecciosas: Hemograma, Urina (
urocultura)
⚠ Para solicitar o exames deve levar em consideração as
portarias do municipio, para ser respaldado a solicitar 
⚠ Pode se realizado a suplmetação de proteina ( para
auxuliar na cictrização - whey e nutren )
06 -INCAPACIDADE
COMUNICATIVA
06 -INCAPACIDADE
COMUNICATIVA
Problemas de comunicação podem fazer o idoso perder autonomia
e sentir-se desconectado do mundo, dificultando a interação com
outras pessoas. ( perda da independencia e sentimentos) 
1⃣ Deficiência auditiva
Pode dificultar a comunicação.
 Por isso é importante verificar o aparelho auditivo:
se está limpo,
se a bateria está funcionando,
e se está bem posicionado.
Como falar com o idoso com perda auditiva
Ficar de frente para a pessoa.
Não comer ou beber enquanto fala.
Não cobrir o rosto com as mãos.
Repetir a informação de outra forma se ele não entender.
Falar devagar e um pouco mais alto.
Evitar exagerar nos movimentos da boca.
2⃣ Afasia
É a perda total ou parcial da capacidade de falar ou compreender
palavras.
Pode ocorrer por:
AVC
lesões na cabeça
demência
Estratégias para melhorar a comunicação
Usar frases simples e claras.
Usar comunicação não verbal (gestos, expressões).
Utilizar recursos visuais (imagens, apontar objetos).
Fazer perguntas específicas.
Evitar corrigir ou criticar os erros do idoso, para não
gerar frustração.
07-INSUFICIÊNCIA FAMILIAR07-INSUFICIÊNCIA FAMILIAR
A dimensão sociofamiliar é muito importante na avaliação do
idoso, porque a família geralmente é quem oferece apoio,
cuidado e ajuda nas atividades do dia a dia.
Fragilidade familiar ( O aumenoto dos idoso e diminuição de
filhos dna sociedade pode levare a essa Insuficiência
Familiar)
Algumas mudanças na sociedade podem diminuir esse apoio:
Redução da taxa de fecundidade: famílias menores →
menos pessoas para cuidar do idoso.
Maior participação das mulheres no mercado de
trabalho: historicamente elas eram as principais
cuidadoras, então pode haver menos disponibilidade
para cuidar.
Consequências
Isolamento social do idoso
Menor apoio familiar
Maior chance de institucionalização (idosos que passam
a viver em instituições de longa permanência)
08- IDOSO FRÁGIL - FRAGILIDADE08- IDOSO FRÁGIL - FRAGILIDADE
1. O que é a Síndrome do Idoso Frágil (Fragilidade)
A fragilidade é uma condição clínica do idoso caracterizada
pela redução das reservas fisiológicas do organismo, o que
faz com que ele tenha maior vulnerabilidade a estressores
(doenças, quedas, infecções, hospitalização).
Ou seja, o organismo do idoso perde a capacidade de se
adaptar e recuperar de situações que antes seriam toleradas.
➡ Pequenos problemas podem gerar grandes
consequências, como:
perda da autonomia
hospitalizações frequentes
incapacidade funcional
maior risco de morte
2. Componentes principais da fragilidade (mostrados no
slide)
O slide mostra três fatores principais que contribuem para a
fragilidade:
1⃣ Sarcopenia
É a perda progressiva de massa e força muscular que ocorre
com o envelhecimento.
Consequências:
fraqueza
dificuldade para caminhar
maior risco de quedas
diminuição da mobilidade
A sarcopenia é considerada um dos principais pilares da
fragilidade.
2⃣ Disfunção imunológica
O sistema imunológico do idoso sofre alterações chamadas
de imunossenescência. Devido diminuição dos Linfocitos T (
algo comum enre os idosos- fisiologico do envelhecimento )
Isso leva a:
maior risco de infecções
resposta inflamatória crônica
recuperação mais lenta de doenças
3⃣ Desregulação neuroendócrina
Ocorrem alterações hormonais e do sistema nervoso que
afetam o equilíbrio do organismo.
Exemplos:
alterações hormonais
pior controle metabólico
redução da capacidade de adaptação ao estresse
fisiológico
A fragilidade ocorre devido a:
redução significativa da massa muscular
estado inflamatório crônico
redução da ingestão alimentar
inatividade física
Esses fatores levam a um declínio acumulativo dos sistemas
fisiológicos, o que dificulta a homeostase.
📌 Homeostase = capacidade do organismo de manter o
equilíbrio interno.
⟶ IMPACTO DAS SÍNDROMES GERIÁTRICAS 
Em resumo essas sidromes:
✔ Estão frequentemente associadas à incapacidade
funcional
 ✔ Reduzem a qualidade de vida do idoso e da família
 ✔ Geram alto custo para o sistema de saúde
IMPORTANTE LEMBRAR QUE ...
Mesmo com fragilidade, é possível melhorar a condição do
idoso quando:
o problema é identificado cedo
há intervenção adequada
Intervenções comuns:
atividade física
nutrição adequada
controle de doenças
reabilitação
acompanhamento multiprofissional
Isso ajuda a recuperar parte da capacidade funcional e
melhorar a qualidade de vida.
08- IDOSO FRÁGIL - FRAGILIDADE08- IDOSO FRÁGIL - FRAGILIDADE
1. O que é a Síndrome do Idoso Frágil (Fragilidade)
A fragilidade é uma condição clínica do idoso caracterizada
pela redução das reservas fisiológicas do organismo, o que
faz com que ele tenha maior vulnerabilidade a estressores
(doenças, quedas, infecções, hospitalização).
Ou seja, o organismo do idoso perde a capacidade de se
adaptar e recuperar de situações que antes seriam toleradas.
➡ Pequenos problemas podem gerar grandes
consequências, como:
perda da autonomia
hospitalizações frequentes
incapacidade funcional
maior risco de morte

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