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Carla Bertelli – 6° Perí odo Ciclo Menstrual Fase Lútea – Dura 14 dias fixos Distúrbio Menstrual – Inúmeras causas de alterações (fluxo, dias do ciclo, ausência, encurtamento) • Dias: 24 a 38 dias um ciclo considerado normal • Sangue: 20 a 80ml de sangue perdido durante o ciclo (isso se quantifica por quantidade de absorventes trocados no dia) Fases do Ciclo Hormonal Feminino 1 – Menarca 2 – Menacme: Hormônios flutuam de uma forma menor que na menarca. 3 – Climatério: Varia entre 40 a 55 anos (no mínimo 15 anos de climatério) • Hormônios decrescentes = Ritmos irregulares • Ausência de Estrogênio • Fluxo intenso de sangue porque o endométrio cresceu e se espessou devido ao estrogênio • Se eu não tenho progesterona o ciclo alarga Menopausa = 1 Ano inteiro sem menstruar • Decresce progesterona • Decresce Estrogênio • Decresce Testosterona Principais Causas dos Distú rbios Menstruais: Endometrioma, Câncer, Prolactinoma, Tecoma, Anorexia, Bulimia, SOP, Miomas, Insuficiência Ovariana Prematura A definição de Amenorreia de acordo com os 3 ciclos consecutivos deve ser individualizada: 1 – Pacientes que costumam menstruar a cada 24 dias apresentarão amenorreia quando a menstruação faltar por 2 meses e 12 dias ou se estiverem sem menstruar há 6 meses 2 – Se a ausência de menstruação não preencher um dos critérios definidores de amenorreia, caracteriza-se como atraso menstrual. A Amenorreia Primária ocorre quando a mulher nunca menstruou. Ausência de Menarca e caracteres sexuais secundários aos 14 anos ou ausência de Menarca aos 16, mesmo com o desenvolvimento normal dos caracteres sexuais. A falha da menarca, isto é, ausência da primeira menstruação espontânea, deve ser investigada quando: • A menarca não ocorreu aos 15 anos de idade em meninas com caracteres sexuais secundários presentes; Carla Bertelli – 6° Perí odo • A menarca não ocorreu cinco anos após o início do desenvolvimento das mamas, se isso se deu antes dos 10 anos de idade; • Meninas em que, aos 13 anos de idade, se verifique completa ausência de caracteres sexuais secundários. Algumas situaçõ es devem ser particularizadas: • Meninas com características sexuais secundárias presentes antes dos 15 anos, sem menstruar, porém, com dor pélvica cíclica. Nessa situação, deve-se iniciar a investigação devido ao risco de obstrução do trato genital; • Na presença de estigmas genéticos sugestivos, por exemplo, da síndrome de Turner, a investigação é iniciada independentemente da idade Ausê ncia de Menarca. • 14 anos sem caracteres sexuais • 16 anos, com caracteres sexuais • Hipogonadismo/Hipergonadotrõ fico • Com Caractere Sexual Secundá rio • Sem Caractere Sexual Secundá rio Sd. de Turner – É uma disgenesia gonadal. 46 XY. Formação incompleta ou defeituosa das gônadas. Sd. de Swyer – 46 XY. Tem testículo, tem útero e genitália externa feminina. Sd. de Savage Sd. de Kalmann – É uma forma rara de hipogonadismo hipogonadotrófico e caracteriza-se pela sua associação a anosmia ou hiposmia. É causada por um defeito na migração dos neurónios que produzem a GnRH e dos que formam os nervos olfativos, cuja origem embriológica é comum. Sí ndrome de Rokitonoky – 46 XX. Agenesia dos ductos de muller (ausência de útero). Vagina Curta + Amenorreia. Tem ovários e caracteres sexuais presentes, o que significa que o eixo funciona. Porém, não tem útero. Sd. de Morris – 46 XY. A menina tem como gônada o testículo, mas a testosterona presente não tem ação periférica. A genitália é feminina, porém, sem útero. O fenótipo dessa paciente é uma menina alta, magra, quadril estreito, mamas pequenas. O tratamento envolve reposição com estrogênio e retirada da gônada (devido malignidade). Hímen imperfurado, septo vaginal transverso, atraso constitucional Deficiê ncia Isolada de GnRH – Não menstrua e não desenvolve os caracteres sexuais secundários. Insuficiê ncia Ovariana Prematura Disgenesia Gonadal Pura – Sem caracteres sexuais Carla Bertelli – 6° Perí odo SOP é diferente de Ovário Policístico. A síndrome é um conjunto de sinais e sintomas que segue os critérios de Rotterdam 1 – Hiperandrogenismo Clínico (hirsutismo/acne) e/ou laboratorial 2 – Anovulação Crônica (irregularidade menstrual/amenorreia) 3 – Alterações USG (ovários policísticos) São necessários pelo menos 2 dos 3 critérios acima e a exclusão de outras causas de hiperandrogenismo e anovulação. • Critê rios USG – 20 ou + folí culos com diá metro de 2 a 9mm em distribuiçá o perifê rica e/ou volume ovariano aumentado > 10cm3 O que acontece é que há uma amplitude diferente na secreção pulsátil de GnRH, fazendo com que o folículo fica estacionado nesse tamanho máximo de 9mm. Relação LH/FSH: 3:1 Não há uma atuação do FSH, mas sim do LH nos folículos da periferia, fazendo se depositar. Hormõ nio Antimulleariano – Quantifica a reversa folicular. O ruim é o valor estar