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TENS
• LF = baixa frequência → até 15hz → opioides → muscle pump → relaxamento
muscular→ analgesia longa→ fluxo sg
• 2hz → contração vigorosa dos mm seguida de relaxamento → ativa OTG
(promove relaxamento)
• 5hz → liberação da via opioidérgica (libera encefalina, dinorfina) → analgesia
(dor noceceptiva)
• 10hz → incremento metabólico (produz fatores de crescimento como IGF),
cicatrização (8hz) (dor neurogênica – 10hz)
• HF = alta frequência→ 100hz → pericinético → durante o movimento→ paciente
com cinesiofobia, resistência à morfina; atua em outras vias (dor crônica)→ 5’ em 5’
min→ intensidade
• LP largura de pulso→ alta→ > 300 µs→ 450 – 600 µs
• Intensidade: Paciente precisa sentir “choque”muito forte→ modulável→ sucesso
terapêutico→ ótimo nível de analgesia
• Modo pulsado/burst (pulsado/burst (tempo entre os pulsos. Necessário para repolarizar
o neurônio, para não ter efeitos deletérios, portanto a importância de ser no modo
pulsado e não no modo contínuo.
Pericinético
Tempo de pulso (µs) X Amplitude (intensidade)
• Limiares nervosos: sensitivo, motor e doloroso
• Ideal: modular no máximo do tempo de pulso (ex.: 500µs), e aumentar a intensidade
no máximo que o paciente tolerar até o nível de dor (IMT – intensidade máxima tolerada) →
deixa 5 min e pergunta para o paciente se ainda sente dor (fig 1). Provavelmente não
estará → portanto se tem um novo limiar de dor, acima da linha vermelha → aumenta
mais um pouco, ate a IMT pelo paciente, irá atingir novamente o limiar de dor→ aguarda 5
min e pergunta novamente se a dor melhorou e assim sucessivamente ...até 20min que
foi o que propus (fig 2)
• Para que se produza dor no paciente necessita de um estimulo muito mais forte pois com
essa técnica foi possível aumentar muito o limiar de dor dele → ISSO SE CHAMA
ANALGESIA
	Slide 1: TENS
	Slide 2: Pericinético