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Platão 11.1. Crise político-cultural] 11 Decadénciada "" democracia ateniense ” 121 Primazia epistemológica sobre * " questões ser ou ética-política 1.1.2. Condenação e morte de Sócrates] 7 Conhecimento como posse da 1.2.2. " representação correta do real Enfase na epistemologia 1.2.3.1. Possibilidade do conhecimento] " 1.2.3.2. Método do conhecimento) 123 Questões * centrais 1.2.3.3. Instrumento do conhecimentoJ 1.2.3.4. Objeto do conhecimento) 1.3.1. Superação do senso comum] 1.3.2. Crítica aos sofistas 1.3. Filosofia 1.3.3. Discurso legitimador do conhecimento] 1.3.4. Dialética como processo crítico-negativo ' 14.11. Intervencao sobre decadéncia democrética] r-[l.l».l. Projeto politico integrado à epistemologia e à ética 1412 Proposição de alternativa **"* governamental fundada no saber 1421 Critérios e princípios que justifiquem — * " racionalmente as ações humanas Finalidade Fundamento da 14. " 14.2. = ; prática ação racional —— 1422 Formas/ideias servem como normas """ universais orientadoras e legitimadoras 1.4.3.1. Reflexão precede e legitima a prátícaJ 1.4.3. Ciclo teoria-prática 1.4.3.2. Transformação da vida públíca) 1.5.1.1. Enfase na definição de conceitos] 15.1. Sócrates 15.12. Exame étíco-prático] 1.5. Sócrates x Platão A filosofia torna-se teórica, 15.2.1. : Py contemplativa e ontologica 15.2. Platao A ética e a politica como 1522 P : consequências do conhecimento 7 á ejas / 7 / 211 Fundamento para o método """ dialético e para o critério de verdade 21. Caracteristicas 2.1.2. Postula essénciasimutéveis] . Explicam o mundo sensível) Platão 22 Mitoda Linha * Dividida Superior Inferior Mundo das Ideias/Formas Mundo das sombras Mundo inteligivel Mundo material Mundo suprassensivel Mundo sensivel Metafisica Fisica Invisivel Visivel 2311. Como procurar algo que não se conhece e reconhecer que se encontrou o que não se sabia? 2.3.1. Paradoxo de Ménon 231.2. Problema sobre o início da investigação cognitiva Alma possui conhecimento 2.3.21. inato das formas 2.3.2.2. Aprender é recordar ' 3.1.1. Recurso discursivo simbólico] —[3.1. Características 3.1.2.1. Alegoria: imagem simbólica específíca] 3.1.2. Distinção 3.1.2.2. Mito: discurso simbólico geral ' f(3.2.1.1. Homem comum e ígnorante) ,-[3,2.1.2. Prisioneiro de hábitos, preconceitos e costumes f(3.2.1.3. Se encontra acorrentado ou condicionado) Alegoria —[3.2. da Caverna]_[3'2']' 1* parte: o estado ilusério 3.2.14. Estado sombrio 32141 Conhecimento parcial, limitado, %" incompleto e distorcido 32142 As sombras não são falsas m"" nemirreais, mas ilusorias sofistas (produtores das ilusdes) *—[3.2.1.5. Sujeitos as influéncias dos ] Platão f-[3.2.2,1, Processo doloroso e gradual] p 3222 Aparente contradição entre o '-_ * =" libertar-se e ser forçado a se levantar r 7 3.2.2.3.1. Força do hábito (acomodação)] Libertação como resultado 3223 de um conflito interno 2% parte: a libertação i ’_[3‘2'2. P L = J_ S 3.2.2.3.2. Forçado eros (1mpulso)] e a ascensão %3,2.2.4. O conflito representa o motor dialétíco] 7 3225 O sol representa o grau maximo * darealidade,a ideia do Bem ” U 3226. O prisioneiro se torna filósofo ] ao contemplar a verdade L 3.23.1. Representa adialética descendente) 3.232. O conhecimento leva o filósofo a agir ética ] e politicamente para libertar os demais 323 3% parte: o retorno Y "" eamissão 32331 Visa conduzir a verdade, =" endo ensinar a verdade 3.2.33. Oprocesso 3233.2. Eigualmente doloroso e desafíador] 3.2.3.3.3. Representa a missão política do fílósofoJ 4,' Referências/ Á Á TA MARCONDES, Danilo. Iniciação à História da Filosofia. Zahar: Rio de Janeiro, 2007. ] 2026-02-18T22:08:02-0300