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AvaliaçÕES Direito Civil Reais
Direito Civil III (Universidade Estácio de Sá)
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AvaliaçÕES Direito Civil Reais
Direito Civil III (Universidade Estácio de Sá)
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DIREITO CIVIL REAIS 
 
SIMULADO 1 
Acertos: 10,0 de 10,0 16/05/2023 
 
 
 
1a 
 Questão 
Acerto: 1,0 / 1,0 
 
(FCC - 2018) São considerados direitos reais: 
 
 
As servidões, a superfície, o usufruto e o contrato de locação. 
 
O penhor, a hipoteca, a anticrese e o aval. 
 
A propriedade, a habitação, a posse e a detenção. 
 O uso, a habitação, o direito do promitente comprador do imóvel, a concessão 
real de uso e a laje. 
 
A concessão de uso especial para fins de moradia, o direito à sucessão aberta 
e a doação. 
Respondido em 16/05/2023 15:56:42 
 
Explicação: 
Trata-se da única alternativa em que todos os direitos referidos são reais. 
 
 
2a 
 Questão 
Acerto: 1,0 / 1,0 
 
(CONSULPLAN - 2017) De acordo com o Código Civil, são direitos reais, EXCETO: 
 
 
O penhor. 
 
A concessão de uso especial para fins de moradia. 
 A posse. 
 
A laje. 
 
O uso. 
Respondido em 16/05/2023 15:59:35 
 
Explicação: 
A posse não é um direito real previsto pelo Código Civil. 
 
 
3a 
 Questão 
Acerto: 1,0 / 1,0 
 
Ano: 2009 Banca: EJEF Órgão: TJ-MG (modificada) 
A doutrina classifica a posse sob diferentes aspectos, sendo certo que cada uma 
dessas características carrega consigo desdobramentos normativos que trarão 
reflexos práticos para possuidores e terceiros. Sabendo que o Código Civil trata do 
instituto da posse nos artigos 1.196 a 1.224, assinale a alternativa correta sobre o 
tema. 
 
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A posse nascida injusta não poderá se converter em posse justa. 
 A posse nascida justa pode tornar-se injusta, especialmente no que se 
refere ao vício da precariedade. 
 
A posse adquirida por ameaça, para ser considerada injusta, exige 
ajuizamento de ação. 
 
A posse do locatário e a do comodatário são consideradas posses 
precárias. 
 
A posse injusta impede que o atual possuidor reivindique sua posse perante 
terceiros. 
Respondido em 16/05/2023 16:07:39 
 
Explicação: 
É plenamente possível que a posse justa se torne injusta, como por exemplo o caso em que 
o locatário se recusa a sair do imóvel após o fim do contrato. Posse precária é aquela 
obtida em abuso de confiança, o que não é o caso do locatário e comodatário, partes 
regulares de seus respectivos contratos. Não é necessário ajuizar ação judicial para que a 
posse seja declarada injusta. Ademais, é possível em casos excepcionais que a posse 
injusta se converta em justa, como nos casos de interversão da posse. Por fim, a posse é 
injusta somente em relação àquele que perdeu a apreensão física da coisa, ao passo que 
perante terceiros, a posse será legítima e, portanto, apta a desafiar proteção jurídica. 
 
 
4a 
 Questão 
Acerto: 1,0 / 1,0 
 
A posse de um imóvel 
 
 
não se transmite aos herdeiros ou legatários do possuidor com os mesmos 
caracteres, tendo, cada novo possuidor, de provar seus requisitos para os 
efeitos legais. 
 
não se transmite de pleno direito aos herdeiros ou legatários do possuidor, 
mas eles podem, assim como a qualquer sucessor a título singular é 
facultado, unir sua posse à do antecessor, para efeitos legais. 
 
transmite-se de pleno direito aos sucessores a título universal e a título 
singular, não se permitindo a este recusar a união de sua posse à do 
antecessor, para efeitos legais. 
 
só pode ser adquirida pela própria pessoa que a pretende, mas não por 
representante ou terceiro sem mandato, sendo vedada a ratificação posterior. 
 transmite-se aos herdeiros ou legatários do possuidor com os mesmos 
caracteres, sendo que o sucessor universal continua de direito a posse do seu 
antecessor, e, ao sucessor singular, é facultado unir sua posse à do 
antecessor para os efeitos legais. 
Respondido em 16/05/2023 16:14:53 
 
Explicação: 
A posse transmite-se de pleno direito, sendo facultativo unir apenas para o sucessor 
singular; transmite-se com os mesmos caracteres; a posse pode ser adquirida por 
representante ou pela gestão de negócios, com ratificação. 
 
 
5a 
 Questão 
Acerto: 1,0 / 1,0 
 
(FCC, 2010) Considera-se petitória ação 
 
 reivindicatória que não é vedada em virtude de anterior julgamento de 
improcedência de ação de reintegração de posse ajuizada pelo mesmo 
autor. 
 
de interdito proibitório, porque nela há cominação de pena pecuniária. 
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de manutenção de posse, porque nela não é expedido mandado de 
devolução do bem. 
 
reivindicatória, que fica inviabilizada se anterior ação de reintegração ou 
manutenção de posse ajuizada pelo mesmo autor houver sido julgada 
improcedente. 
 
de imissão na posse, porque não incluída entre as ações possessórias, mas 
não a ação reivindicatória, porque visa recuperar a coisa. 
Respondido em 16/05/2023 16:15:54 
 
Explicação: 
A reivindicatória é demanda petitória, isto é, fundada em título, admitida quando o autor já 
teve, em algum momento, posse pretérita. O julgamento de improcedência na ação 
possessória não obstaculiza o manejo da ação petitória, uma vez que os fundamentos se 
afiguram distintos. A ação de manutenção de posse visa repelir a turbação (perturbação) da 
posse que não impede totalmente o exercício desta. O possuidor deve, assim, ajuizar essa 
ação com o objetivo exclusivo de manter a posse. Como é uma ação que visa resguardar 
uma situação de fato (posse), não pode ser classificada como ação petitória. Na ação de 
reintegração de posse, o possuidor visa recuperar a posse, pois a ofensa exercida contra 
ele o impediu de continuar exercendo suas prerrogativas e seus direitos. São requisitos 
para essa ação a comprovação da condição de que era realmente o antigo possuidor e o 
esbulho, ou seja, a ofensa que determinou a perda da posse. O interdito proibitório é 
utilizado quando o possuidor se vê ameaçado de seu direito de posse. Trata-se de uma 
ação preventiva, pois intenta impedir a concretização de perturbação ou de esbulho à 
posse. 
 
 
6a 
 Questão 
Acerto: 1,0 / 1,0 
 
(FCC, 2014) Em relação às açõespossessórias, é correto afirmar que 
 
 
a mera ameaça à posse não justifica sua proteção judicial, havendo 
necessidade de turbação ou esbulho, a legitimar as ações de manutenção e 
de reintegração na posse, respectivamente. 
 
é essencial, se houver composse, que todos os compossuidores proponham 
a demanda de defesa da posse, em litisconsórcio necessário. 
 
são propostas somente por quem foi privado da posse, pois aquele que a 
possui não terá interesse processual na demanda possessória. 
 terá natureza possessória a ação que tiver a posse como fundamento e 
como pedido; quando o pedido for a posse, mas o fundamento for a 
propriedade, a ação terá natureza petitória. 
 
a norma processual civil não prevê a fungibilidade dos interditos 
possessórios, mas apenas destes com as ações reivindicatórias. 
Respondido em 16/05/2023 16:18:11 
 
Explicação: 
O possuidor direto ou indireto que tenha justo receio de ser molestado na posse poderá 
requerer ao juiz que o segure da turbação ou esbulho iminente, mediante mandado 
proibitório em que se comine ao réu determinada pena pecuniária caso transgrida o 
preceito (art. 567 do CPC.). O possuidor tem direito a ser mantido na posse em caso de 
turbação e reintegrado no de esbulho. Não existe na lei essa exigência que, se houver 
composse, que todos os compossuidores proponham a demanda de defesa da posse, em 
litisconsórcio necessário. Cada compossuidor tem direito subjetivo de ação possessória, em 
caso de esbulho ou turbação. Não depende da vontade dos compossuidores. O 
litisconsórcio é facultativo. O litisconsórcio necessário é sempre passivo. Não existe 
litisconsórcio necessário ativo, por ser esta uma figura que atenta contra a lógica do 
sistema processual brasileiro, segundo o art. 73 do CPC. A propositura de uma ação 
possessória em vez de outra não obstará a que o juiz conheça do pedido e outorgue a 
proteção legal correspondente àquela, cujos requisitos estejam provados (art. 554 do CPC). 
 
 
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7a 
 Questão 
Acerto: 1,0 / 1,0 
 
(VUNESP - 2019) Sobre a aquisição da propriedade imóvel por registro do título 
aquisitivo, é correto afirmar que: 
 
 
enquanto não se promover, por meio de ação própria, a decretação de 
invalidade do registro, e o respectivo cancelamento, o alienante continua a 
ser havido como dono do imóvel. 
 o registro é eficaz desde o momento em que se apresentar o título ao oficial 
do registro, e este o prenotar no protocolo. 
 
ainda que não se registre o título translativo, o alienante deixa de ser havido 
como dono do imóvel se tiver havido negócio particular válido. 
 
cancelado o registro, não poderá o proprietário reivindicar o imóvel, 
independentemente da boa-fé ou do título do terceiro adquirente. 
 
apenas se aplica para a transmissão da propriedade em decorrência de 
testamento, quando se tratar de aquisição por causa mortis. 
Respondido em 16/05/2023 16:21:34 
 
Explicação: 
O registro é eficaz desde o momento em que se apresentar o título ao oficial do registro, e 
este o prenotar no protocolo, conforme determina o art. 1.246 do CC. As demais 
alternativas não correspondem à correta definição da aquisição da propriedade imóvel por 
registro do título aquisitivo. 
 
 
8a 
 Questão 
Acerto: 1,0 / 1,0 
 
(VUNESP - 2019) Quanto à aquisição e perda da propriedade, é correto afirmar: 
 
 
a usucapião especial urbana por abandono do lar corresponde à forma de 
aquisição derivada da propriedade do bem imóvel em sua totalidade. 
 
a propriedade móvel, por ser transmitida pela tradição, não permite sua 
aquisição pela usucapião. 
 
o imóvel urbano abandonado pelo proprietário, com a intenção de não mais o 
conservar em seu patrimônio, mesmo na posse de outra pessoa, poderá ser 
arrecadado, como bem vago, e passar, três anos depois, à propriedade do 
Município ou à do Distrito Federal, caso se encontre nas respectivas 
circunscrições. 
 
aquele que, não sendo proprietário de imóvel rural ou urbano, possua como 
sua, por cinco anos ininterruptos, sem oposição, área de terra em zona rural 
não superior a duzentos e cinquenta hectares, tornando-a produtiva por seu 
trabalho ou de sua família, tendo nela sua moradia, adquirirá a propriedade. 
 enquanto não se promover, por meio de ação própria, a decretação de 
invalidade do registro, e o respectivo cancelamento, o adquirente continua a 
ser havido como dono do imóvel. 
Respondido em 16/05/2023 16:24:54 
 
Explicação: 
Transfere-se entre vivos a propriedade mediante o registro do título translativo no Registro 
de Imóveis enquanto não se registrar o título translativo, o alienante continua a ser havido 
como dono do imóvel; enquanto não se promover, por meio de ação própria, a decretação 
de invalidade do registro, e o respectivo cancelamento, o adquirente continua a ser havido 
como dono do imóvel, conforme disposto no art. 1245 do CC. Aquele que, não sendo 
proprietário de imóvel rural ou urbano, possua como sua, por cinco anos ininterruptos, sem 
oposição, área de terra em zona rural não superior a cinquenta hectares, tornando-a 
produtiva por seu trabalho ou de sua família, tendo nela sua moradia, adquirir-lhe-á a 
propriedade. A usucapião especial urbana por abandono do lar corresponde à forma de 
aquisição ORIGINÁRIA da propriedade imóvel. O imóvel urbano que o proprietário 
abandonar, com a intenção de não mais o conservar em seu patrimônio, e que se não 
encontrar na posse de outrem, poderá ser arrecadado, como bem vago, e passar, três anos 
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depois, à propriedade do Município ou à do Distrito Federal, se se achar nas respectivas 
circunscrições. Aquele que possuir coisa móvel como sua, contínua e incontestadamente 
durante três anos, com justo título e boa-fé, adquirir-lhe-á a propriedade. 
 
 
9a 
 Questão 
Acerto: 1,0 / 1,0 
 
(FCC - 2018 - Prefeitura de Caruaru - PE - Procurador do Município) A convenção 
condominial: 
 
 
não pode prever a competência e forma de convocação das assembleias, o 
que é exclusivo da lei civil. 
 
como regra geral dirige-se somente aos proprietários, excluídos os 
cessionários de direitos e os promitentes compradores das unidades 
autônomas. 
 
é oponível contra terceiros a partir de sua aprovação, independentemente de 
quaisquer formalidades. 
 
deverá ser realizada necessariamente por escritura pública. 
 deve ser subscrita pelos titulares de, no mínimo, dois terços das frações 
ideais e torna-se, desde logo, obrigatória para os titulares de direito sobre as 
unidades, ou para quantos sobre elas tenham posse ou detenção. 
Respondido em 16/05/2023 16:25:31 
 
Explicação: 
A convenção que constitui o condomínio edilício deve ser subscrita pelos titulares de, no 
mínimo, dois terços das frações ideais e torna-se, desde logo, obrigatória para os titulares 
de direito sobre as unidades, ou para quantos sobre elas tenham posse ou detenção. As 
demais alternativas não se aplicam. 
 
 
10a 
 Questão 
Acerto: 1,0 / 1,0 
 
É direito real de garantia: 
 
 
A servidão. 
 
O usufruto. 
 A anticrese. 
 
A habitação. 
 
O direito do promitente comprador. 
Respondido em 16/05/2023 16:26:06 
 
Explicação: 
O art. 1.419 coloca a anticrese como direito de garantia, ao lado da hipoteca e do penhor: 
"Nas dívidas garantidas por penhor, anticrese ou hipoteca, o bem dado em garantia fica 
sujeito, por vínculo real, ao cumprimento da obrigação". Os direitos das alternativas II a 
V são direitos reais de fruição sobre coisa alheia, mas não de garantia. 
 
 
SIMULADO 2 
(CESPE - 2013) Com relação aos direitos reais sobre coisas alheias, assinale a 
opção correta. 
 
 
Aquele que exercero direito de excussão tem o direito de receber primeiro, 
independentemente da ordem dos registros da hipoteca. 
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O penhor tem por objeto, exclusivamente, bens móveis e a hipoteca, bens 
imóveis. 
 Os direitos reais de garantia são acessórios, ao passo que os direitos reais 
de gozo são autônomos. 
 
Dado determinado bem em garantia, executada a hipoteca, caso o produto 
não baste para pagamento da dívida e das despesas judiciais, o devedor 
ficará desobrigado do restante, já que se trata de garantia real. 
 
A lei proíbe tanto aos cônjuges quanto aos conviventes gravar de ônus reais 
os bens imóveis sem autorização do outro. 
Respondido em 16/05/2023 16:31:30 
 
Explicação: 
Trata-se da única alternativa correta, haja vista a classificação doutrinária. A noção de 
garantia está ligada à ideia de patrimônio. As garantias reais colocam o credor fora do 
alcance da insolvência do devedor. A coisa dada como garantia sujeita-se por vínculo real 
ao cumprimento da obrigação. Desta sujeição resulta a prelação (do latim praelatio: direito 
de preferência duma pessoa, colocando-a sempre em primeiro lugar na satisfação de seus 
direitos, frente a outras que pretendam disputar-lhe a primazia ou prioridade), uma das mais 
importantes características do direito real de garantia. Daí dizer-se princípio basilar de 
direito, em muitas legislações contemplado, que o patrimônio do devedor garante o credor. 
Por fim, a doutrina, alude, ainda, a uma subdivisão dos direitos reais na coisa alheia, que 
poderiam ser classificados em direitos principais e direitos acessórios. Nessa direção, 
seriam direitos acessórios o penhor, a hipoteca e a anticrese. Por outro lado, seriam 
principais, por exemplo, a enfiteuse ou aforamento, as servidões, o usufruto, o uso, a 
habitação e a promessa de compra e venda. 
 
 
 
2a 
 Questão 
Acerto: 1,0 / 1,0 
 
(ACEP - 2018) Considerando a teoria do "numerus clausus" e o Código Civil 
brasileiro, atualmente vigente, assinale a alternativa que não constitui direito real. 
 
 
O penhor. 
 
A laje. 
 
A anticrese. 
 A locação imobiliária urbana com cláusula de vigência no cartório de registro 
de imóveis. 
 
A concessão de uso especial para fins de moradia. 
Respondido em 16/05/2023 16:32:11 
 
Explicação: 
Não é um direito real justamente porque o Código Civil adota a teoria do ¿numerus 
clausus¿, é dizer, caso não esteja disposto no Código como sendo um direito real, assim 
não o é. 
 
 
3a 
 Questão 
Acerto: 0,0 / 1,0 
 
Sobre a posse: 
I - A acessão possessória pode-se dar de modo facultativo ou por continuidade do 
direito recebido do antecessor. 
II - Admite-se o convalescimento da posse violenta e da posse clandestina. 
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III - A posse de boa-fé só perde este caráter no caso e desde o momento em que as 
circunstâncias façam presumir que o possuidor não ignora que possui 
indevidamente. 
IV - O reivindicante, quando obrigado, indenizará as benfeitorias ao possuidor de má-
fé pelo valor atual. 
V - Sérgio emprestou, a título gratuito, imóvel de sua propriedade a Maurício, para 
que este lá residisse durante doze meses. Ultrapassado o prazo convencionado para 
o comodato, Maurício recusou-se a restituir o bem a Sérgio. Nessa situação, como 
Maurício tem posse clandestina do imóvel, Sérgio poderá retomar o bem utilizando-
se de ação de reintegração de posse. 
Estão corretas as afirmativas: 
 
 
I e V 
 I, II, III e IV 
 I, II, III e V 
 
II e III 
 
II, III e V 
Respondido em 16/05/2023 16:37:02 
 
Explicação: 
A acessão possessória admite o modo facultativo ou por continuidade do direito. É admitido 
também o convalescimento da posse violenta e da posse clandestina. A boa-fé na posse 
presume que o possuidor não ignorou que possui indevidamente. O reivindicante indenizará 
as benfeitorias não necessariamente pelo valor atual. 
 
 
4a 
 Questão 
Acerto: 1,0 / 1,0 
 
Em virtude de viagem, Adriano solicitou de Sérgio que guardasse, durante o período 
em que estivesse viajando, alguns pertences seus, entre os quais um automóvel, 
uma motocicleta e um computador. Convencionaram um valor fixo que seria pago 
por Adriano pela guarda dos bens. Dez dias depois, aproximadamente, Priscila, irmã 
de Adriano, esteve na residência de Sérgio e exigiu a entrega do computador, pois 
este lhe pertencia. Diante da negativa de Sérgio em entregar o computador, Priscila 
tentou usar de violência para pegar o bem. Pode-se afirmar que, neste caso: 
 
 
Sérgio somente pode solucionar a questão, ajuizando uma ação de 
manutenção de posse; 
 
Sérgio nada pode fazer, pois é mero detentor do bem. 
 
Sérgio somente pode solucionar a questão, ajuizando uma ação de 
reintegração de posse; 
 Sérgio pode fazer uso da autodefesa da posse, pois é possuidor do bem; 
 
Sérgio somente pode solucionar a questão, ajuizando uma ação de interdito 
proibitório; 
Respondido em 16/05/2023 16:37:49 
 
Explicação: 
Como possuidor direto do bem, ante a presença de contrato de depósito, é possível 
manejar ação possessória 
 
 
5a 
 Questão 
Acerto: 1,0 / 1,0 
 
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(PUC-PR, 2019) É sabido que o direito de posse é disciplinado e consagrado pelo 
Direito Civil, no entanto, o possuidor pode encontrar resistência de terceiros ao gozo 
de sua posse, e nessas hipóteses, a legislação civil prevê para cada tipo de 
incômodo uma medida jurídica para salvaguardar a sua posse, e quando o possuidor 
vê sua posse ''esbulhada'', nessa hipótese, segundo o que disciplina o a legislação 
civil, o possuidor deve socorrer-se do judiciário para ser 
 
 
segurado de uma violência iminente. 
 
conservado na posse. 
 
salvaguardado em sua posse. 
 restituído na posse. 
 
mantido de posse. 
Respondido em 16/05/2023 16:38:24 
 
Explicação: 
A turbação enseja o manejo da reintegração de posse. Isso porque trata-se a turbação de 
efetiva privação do exercício da posse. As demais alternativas não se amoldam 
corretamente no caso concreto apresentado no enunciado da questão. 
 
 
6a 
 Questão 
Acerto: 1,0 / 1,0 
 
(VUNESP, 2014) Assinale a alternativa correta acerca da ação reivindicatória e de 
suas peculiaridades. 
 
 Pode o réu, em contestação, alegar exceção de domínio com fundamento 
na usucapião. 
 
Tem natureza de interdito possessório, objetivando a reintegração de posse 
de bem imóvel. 
 
O autor deve demonstrar a posse anterior, mas não se exige a 
comprovação da propriedade do bem. 
 
A ação segue rito especial, definido no vigente Código de Processo Civil. 
 
Presta-se à expedição de mandado proibitório àquele que ameaça praticar 
turbação ou esbulho ao possuidor. 
Respondido em 16/05/2023 16:38:59 
 
Explicação: 
A ação reivindicatória é espécie de ação petitória, devendo ser ajuizada pelo proprietário 
desprovido de posse contra o possuidor sem propriedade (art.1.228, do Código Civil). A 
ação reivindicatória tem natureza real e eficácia erga omnes, sedimentada no direito de 
sequela. O autor deverá provar dois requisitos para o êxito da ação reivindicatória: (i) 
domínio sobre a coisa; (ii) posse injusta do réu (violenta, clandestina ou precária). O rito é 
comum, segundo o CPC. e) art. 932. O possuidor direto ou indireto, que tenha justo receio 
de ser molestado na posse, poderá impetrar ao juiz que o segure da turbação ou esbulho 
iminente, mediante mandado proibitório, em que se comine ao réu determinadapena 
pecuniária, caso transgrida o preceito. 
 
 
7a 
 Questão 
Acerto: 0,0 / 1,0 
 
(TRF 4ª Região - 2012). Além da desapropriação por necessidade ou utilidade 
pública ou interesse social, poderá ocorrer a desapropriação judicial da coisa se o 
imóvel reivindicado consistir em extensa área e estiver na posse ininterrupta, por 
mais de cinco anos e de boa-fé, de considerável número de pessoas, e estas nela 
houverem realizado, em conjunto ou separadamente, obras e serviços considerados 
pelo juiz de interesse social e econômico relevante. Qual o nome desta modalidade 
de desapropriação? 
 
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Desapropriação pública. 
 Desapropriação privada. 
 
Desapropriação regulamentar. 
 
Desapropriação extraordinária. 
 Desapropriação administrativa. 
Respondido em 16/05/2023 16:47:54 
 
Explicação: 
o enunciado descreve a desapropriação do artigo 1.228, parágrafos 4º e 5º. As demais 
alternativas não se amoldam ao caso concreto trazido no enunciado da questão. 
 
 
8a 
 Questão 
Acerto: 1,0 / 1,0 
 
(COPS - 2011) No que se refere às descrições do Código Civil acerca da 
Desapropriação, assinale a alternativa incorreta: 
 
 
o proprietário pode ser privado da coisa se o imóvel de sua propriedade 
consistir em extensa área, na posse ininterrupta e de boa-fé, por mais de 
cinco anos, de considerável número de pessoas, e estas nela houverem 
realizado obras e serviços considerados pelo juiz de interesse social e 
econômico relevante; 
 
o proprietário pode ser privado da coisa em casos de interesse social; 
 
a sentença é o título para o registro de imóveis, em casos de desapropriação 
declarada pelo juiz como de interesse coletivo relevante, a partir de obras 
realizadas por esta mesma coletividade, em imóvel de terceiro; 
 
o proprietário pode ser privado da coisa na hipótese de necessidade ou 
utilidade pública; 
 o proprietário pode ser privado da coisa, nos casos de desapropriação, na 
hipótese de perigo público iminente. 
Respondido em 16/05/2023 16:48:45 
 
Explicação: 
O proprietário pode ser privado da coisa, nos casos de desapropriação, por necessidade ou 
utilidade pública ou interesse social, bem como no de requisição, em caso de perigo público 
iminente, conforme art. 1.228 do CC. O proprietário também pode ser privado da coisa se o 
imóvel reivindicado consistir em extensa área, na posse ininterrupta e de boa-fé, por mais 
de cinco anos, de considerável número de pessoas, e estas nela houverem realizado, em 
conjunto ou separadamente, obras e serviços considerados pelo juiz de interesse social e 
econômico relevante. O juiz fixará a justa indenização devida ao proprietário; pago o preço, 
valerá a sentença como título para o registro do imóvel em nome dos possuidores. 
 
 
9a 
 Questão 
Acerto: 1,0 / 1,0 
 
(VUNESP - 2019 - Câmara de Mauá - SP - Procurador Legislativo) Sobre o direito de 
vizinhança, assinale a alternativa correta. 
 
 
Quando a lei civil faz menção a prédio vizinho, ela abrange imóveis rurais ou 
urbanos, mesmo que não sejam contíguos ou confinantes, desde que haja 
construções. 
 Pode o proprietário ou o possuidor de um imóvel ingressar com ação 
demolitória ao argumento de que a construção do vizinho interfere na 
ventilação e na iluminação de seu terreno, em razão do descumprimento de 
posturas municipais. 
 
Tanto o proprietário como o possuidor podem fazer cessar as interferências 
que prejudiquem a saúde ou a segurança dos que habitam o imóvel, 
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provocadas pelo uso anormal da propriedade vizinha, assim entendida como 
imóveis confinantes ou contíguos. 
 
As interferências prejudiciais à segurança, à saúde ou à segurança 
provocadas pelo uso anormal da propriedade vizinha devem ser intoleráveis, 
mesmo justificado por interesse público, como por exemplo um hospital 
localizado em zona estritamente residencial, hipótese em que se deve 
determinar a cessação da atividade lesiva. 
 
O proprietário ou possuidor de um prédio pode ingressar com ação 
cominatória contra estabelecimento comercial vizinho, fundado em 
perturbações sonoras, comprovando a inexistência de alvará de 
funcionamento. 
Respondido em 16/05/2023 16:49:35 
 
Explicação: 
Atos ilegais ¿ como por exemplo, um vizinho que estraga a plantação de tomates de seu 
confinante. Este ato é ilegal e sujeita o agente à obrigação de ressarcir o prejuízo causado. 
Atos abusivos ¿ são os atos praticados com abuso de direito, pois, embora, o vizinho esteja 
nos limites de sua propriedade, mesmo assim vêm a prejudicar seu confinante. Como 
exemplo, podemos pensar no barulho excessivo. Atos lesivos ¿ nesta espécie, o causador 
do incômodo age nos limites de sua propriedade, e muitas vezes, a atividade prejudicial foi 
até autorizada, mediante alvará pelo poder público. Como no caso de uma fábrica, cuja 
fuligem esteja prejudicando o ambiente. A atividade da fábrica é lícita e regular, mas causa 
danos aos vizinhos. 
 
 
10a 
 Questão 
Acerto: 0,0 / 1,0 
 
Não é hipótese de extinção da hipoteca: 
 
 A arrematação em hasta pública. 
 
A quitação da dívida. 
 
A destruição da coisa. 
 A constituição de uma segunda hipoteca sobre o imóvel. 
 
A resilição unilateral pelo credor. 
Respondido em 16/05/2023 16:50:15 
 
Explicação: 
Não se proíbe a constituição de duas hipotecas sobre um imóvel. Mesmo nos casos em que 
ela é impossível de ocorrer, a consequência jurídica é a nulidade da 2ª hipoteca, e não a 
extinção da 1ª hipoteca. Quanto às outras hipóteses, estão todas previstas no rol do art. 
1.499. Obs.: lembrando que a quitação da dívida é uma forma de extinção da obrigação 
principal. 
 
 
AV 
 1a Questão (Ref.: 202110316416) 
(PGR - 2015) De acordo com a jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça. 
A dívida condominial constitui uma obrigação propter rem, cuja prestação não deriva 
da vontade do devedor, mas de sua condição de titular do direito real. 
 
II - O dever de pagar pelo serviço de fornecimento de água tem a natureza jurídica 
de obrigação propter rem, uma vez que se vincula a titularidade do bem. 
 
III - A necessidade de reparação integral da lesão causada ao meio ambiente permite 
a cumulação de obrigações de fazer, não fazer e indenizar, que tem natureza propter 
rem. 
 
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IV - As contribuições criadas por Associações de Moradores podem ser equiparadas, 
para fins de direito, a despesas condominiais, tendo a dívida natureza propter rem. 
 
Das proposições acima: 
 
 
I e II são corretas. 
 
I e III são corretas. 
 
Todas são incorretas. 
 
Todas são corretas. 
 
I e IV são corretas. 
 
 
 
 2a Questão (Ref.: 202110316418) 
(MPDFT - 2013) Com referência aos direitos sobre coisa alheia, sob a ótica do 
Código Civil, assinale a opção CORRETA. 
 
 
Constituído o usufruto simultâneo e sucessivo em favor de dois ou mais 
usufrutuários, aos usufrutuários sobreviventes serão acrescidas as parcelas dos 
que vierem a falecer, só retornando a propriedade desonerada ao nu-proprietário 
no instante que todos os beneficiários falecerem. 
 
A servidão, que consiste na obrigação de possibilitar a utilização mais cômoda do 
prédio dominante, tem como pressuposto a existência de prédios contíguos, 
pertencentes ao mesmo dono e constitui-se mediante declaração expressa dos 
proprietários ou por testamento. 
 
O usufrutuário tem o direito de administrar a coisa, podendo alterar a sua 
substância ou a sua destinação econômica, bem como perceber os frutosnaturais, industriais ou civis da coisa, e os produtos, ou seja, as utilidades que 
diminuem a quantidade da coisa, à medida que são retiradas. 
 
Direito real de habitação assegura moradia vitalícia ao cônjuge sobrevivente, 
casado sob regime da comunhão universal de bens, no imóvel em que residia o 
casal, desde que seja o único dessa natureza e que integre o patrimônio comum 
ou o particular de cada cônjuge no momento da abertura da sucessão. 
 
No usufruto os poderes de uso e fruição da coisa são transferidos ao usufrutuário, 
surgindo um direito real, oponível erga omnes. Assim, ocorrendo a alienação da 
nua- propriedade, o usufrutuário manterá a posse direta sobre o bem até o 
advento do termo ou condição ajustados com o proprietário primitivo. 
 
 
 
 3a Questão (Ref.: 202110338686) 
(VUNESP - 2019) Caroline é proprietária de um terreno localizado em área urbana, 
em zona periférica e muito violenta da cidade. Caroline não consegue alienar o 
imóvel para terceiros, de modo que o bem apenas lhe traz ônus, tais como despesas 
para evitar a invasão e tributos imobiliários. Desse modo, não deseja mais preservar 
o imóvel em seu patrimônio. Nesse cenário, Caroline procurou um advogado que a 
orientou a renunciar à propriedade. Os efeitos da renúncia à propriedade do terreno 
estão subordinados 
 
 
à lavratura do ato renunciativo ao direito de propriedade. 
 
à comprovação, por qualquer ato ou documento inequívoco, de que Caroline 
tentou alienar o imóvel. 
 
à apresentação do ato renunciativo perante a municipalidade, em se tratando de 
imóvel urbano. 
 
ao registro do ato renunciativo no Cartório de Registro de Imóveis. 
 
à cessação dos atos de posse, deixando Caroline de satisfazer os ônus fiscais. 
 
 
 
 4a Questão (Ref.: 202110338579) 
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(FCC - 2019) São defesos os atos que não trazem ao proprietário qualquer 
comodidade, ou utilidade, e sejam animados pela intenção de prejudicar outrem. 
Essa norma, prevista no Código Civil: 
 
 
diz respeito à vedação do abuso do direito, considerado ato ilícito pela legislação 
civil, e interpreta-se em harmonia com o princípio da função social da propriedade. 
 
diz respeito ao abuso do direito como ato emulativo, mas não se harmoniza com a 
função social da propriedade nem gera a invalidade do ato, somente possibilitando 
perdas e danos ao ofendido. 
 
tem a ver com a função social da propriedade, somente, vedando atos 
impregnados de ilegalidade. 
 
veda o abuso do direito, que embora lícito em sua literalidade desvia-se da 
finalidade social da norma e gera a ineficácia do ato. 
 
concerne ao direito à propriedade e defende a plena possibilidade de uso, fruição 
e disponibilidade do bem, direito real que é. 
 
 
 
 5a Questão (Ref.: 202110353791) 
(UFPR - 2018 - COREN-PR - Advogado) A moradia é um direito fundamental social. 
As regras relativas aos direitos de vizinhança estão previstas no Código Civil de 
2002. Com relação ao assunto, identifique como verdadeiros (V) ou falsos (F) as 
seguintes afirmativas: 
( ) O proprietário ou o possuidor tem direito a exigir do dono do prédio vizinho a 
demolição, ou a reparação deste, quando ameace ruína, bem como que lhe preste 
caução pelo dano iminente. 
( ) A árvore, cujo tronco estiver na linha divisória entre dois imóveis confinantes, 
presume-se pertencer ao proprietário do terreno onde as raízes da árvore estiverem 
fincadas. 
( ) Os frutos caídos de árvore do terreno vizinho pertencem ao dono do solo onde 
caíram, se este for de propriedade particular. 
( ) A construção de tapumes especiais para impedir a passagem de animais de 
pequeno porte deve ter suas despesas repartidas proporcionalmente entre os 
proprietários dos prédios confinantes. 
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo. 
 
 
F - F - V - F. 
 
V - V - F - V. 
 
V - F - V - F. 
 
V - F - F - V. 
 
F - V - F - V. 
 
 
 
 6a Questão (Ref.: 202110353704) 
(VUNESP - 2014 - TJ-RJ - Juiz Leigo) O proprietário ou o possuidor de um prédio 
tem o direito de fazer cessar as interferências prejudiciais à segurança, ao sossego e 
à saúde dos que o habitam, provocadas pela utilização de propriedade vizinha. Esse 
direito não prevalece quando as interferências forem justificadas por interesse 
público. Nesse caso, o proprietário ou o possuidor, causador delas: 
 
 
deverá desfazê-la assim que possível, apenas. 
 
não necessitará pagar qualquer indenização. 
 
pagará ao vizinho indenização cabal, apenas. 
 
pagará ao vizinho indenização cabal e se comprometerá a desfazer as 
interferências assim que possível, caso exigido pelo vizinho. 
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pagará ao vizinho indenização pelos danos morais e materiais provocados. 
 
 
 
 7a Questão (Ref.: 202110337995) 
(CS-UFG, 2015) A posse, como situação de fato correlacionada, surge como 
aparência dos poderes proprietários, amparando-se na intenção de ser dono ou na 
provável propriedade. De acordo com a legislação vigente e os precedentes relativos 
ao tema. 
 
 
A tutela possessória é dita de cognição sumária de corte vertical, porque a 
alegação e discussão do domínio não são questões irrelevantes para a 
procedência da ação possessória 
 
os objetos das ações demarcatória e possessória são distintos, sendo 
desnecessário o aguardo da correta delimitação da área para que a reintegração 
de posse seja cumprida. 
 
o particular que ocupa terra pública tem posse sobre ela. 
 
a posse advinda do compromisso de compra e venda, quando desprovida do 
registro, impossibilita a oposição de embargos de terceiro. 
 
a exceptio proprietaris, como defesa oponível às ações possessórias típicas, foi 
mantida pelo Código Civil de 2002, que estabeleceu absoluta separação entre os 
juízos possessórios e petitórios. 
 
 
 
 8a Questão (Ref.: 202110338318) 
(CONSULPLAN, 2017) A lesão à posse pode se dar pela turbação ou pelo esbulho, a 
que correspondem as ações de manutenção e ou reintegração, respectivamente. A 
esse respeito, é correto afirmar: 
 
 
A ação de manutenção de posse é cabível em caso de esbulho, que pressupõe a 
perda da posse. 
 
O possuidor tem direito a ser mantido na posse em caso de esbulho, restituído no 
de turbação, e segurado de violência iminente, se tiver justo receio de ser 
molestado. 
 
No esbulho há mais que mera ameaça, o que justificaria o interdito proibitório, mas 
não há a perda da posse. 
 
As ações possessórias visam à tutela jurisdicional da posse, sendo classificadas 
conforme a intensidade da agressão: a ação de reintegração de posse é cabível 
em caso de turbação, entendida como incômodo ao exercício da posse. 
 
A ação de interdito proibitório é cabível em caso de ameaça de lesão à posse, 
seja por esbulho ou por turbação. 
 
 
 
 9a Questão (Ref.: 202110318789) 
Assinale a alternativa correta: 
 
 
O credor anticrético não terá preferência sobre a indenização do seguro quando o 
prédio seja destruído. 
 
O imóvel hipotecado não poderá ser dado em anticrese. 
 
O credor anticrético não pode arrendar o bem dado em anticrese a terceiro, pois 
deve ele próprio exercer a posse direta. 
 
O credoranticrético terá preferência sobre a indenização da desapropriação do 
imóvel. 
 
Quando a anticrese recair sobre bem imóvel, este não poderá ser hipotecado pelo 
devedor em favor de terceiro. 
 
 
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 10a Questão (Ref.: 202110324355) 
É sabido que o direito de posse é disciplinado e consagrado pelo Direito Civil, no 
entanto, o possuidor pode encontrar resistência de terceiros ao gozo de sua posse, e 
nessas hipóteses, a legislação civil prevê para cada tipo de incômodo uma medida 
jurídica para salvaguardar a sua posse, e quando o possuidor vê sua posse 
"esbulhada", nessa hipótese, segundo o que disciplina o a legislação civil, o 
possuidor deve socorrer-se do judiciário para ser 
 
 
restituído na posse. 
 
mantido de posse. 
 
conservado na posse. 
 
segurado de uma violência iminente. 
 
salvaguardado em sua posse. 
 
 
AVS 
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