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2
CENTRO UNIVERSITÁRIO PADRE ANCHIETA
CURSO DE PSICOLOGIA
ESTÁGIO SUPERVISIONADO BÁSICO II
Kyara Lara Castilho 2405798
Luísa Eduarda Miretzki 2408141
Rowena Kaiani Gonçalves 2407973
Jundiaí
2025
CENTRO UNIVERSITÁRIO PADRE ANCHIETA
CURSO DE PSICOLOGIA
ESTÁGIO SUPERVISIONADO BÁSICO II
Trabalho apresentado ao Centro Universitário Padre Anchieta como exigência da disciplina Estágio Supervisionado Básico II.
Orientador: Yanco Paternó de Oliveira
Kyara Lara Castilho 2405798
Luísa Eduarda Miretzki 2408141
Rowena Kaiani Gonçalves 2407973
Jundiaí
i
 
2025
21
SUMÁRIO
1. INTRODUÇÃO 										4
2. DESENVOLVIMENTO TEÓRICO 							5
2.1 O BULLYING E SEUS IMPACTOS NA EDUCAÇÃO 				5
2.2 INTERVENÇÕES 									7
3. CONSIDERAÇÕES FINAIS 								9
4. REFERÊNCIAS 										10
1. INTRODUÇÃO 
O bullying pode ser considerado um tipo de violência entre uma dupla, ou um grupo, tendo como suas principais características as agressões continuas ao longo do tempo, o sofrimento e a ideia de poder entre uma das partes envolvidas, dessa forma o termo “bully” significa valentão em inglês, idealizando uma intimidação entre a vitima e o agressor(es). Silva et al. (2022) define essa prática como um comportamento repetitivo e intencional de agressão física, verbal ou psicológica, realizado por um indivíduo ou grupo, com o objetivo de causar dor, angústia ou constrangimento à vítima.
2. DESENVOLVIMENTO TEÓRICO
2.1 O BULLYING E SEUS IMPACTOS NA EDUCAÇÃO
A escola se tornou o principal local onde ocorre diariamente o bullying, tanto na infância, como na adolescência. No Brasil, em 2015 na Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PENSE), 7,4% dos alunos do 9º ano nas capitais brasileiras relataram sofrer bullying e infelizmente este número vem crescendo em comparação aos anos anteriores. O ambiente escolar tem uma importância crucial para o desenvolvimento socioemocional de uma criança, há grandes impactos que podem ser trazidos através das vivências nessa fase e ambiente. 
O bullying escolar pode se manifestar diretamente (agressões físicas e verbais) ou indiretamente (exclusão social, boatos e indiferença). Enquanto o bullying direto é mais comum entre meninos, o indireto ocorre com maior frequência entre meninas. À medida que as crianças avançam para a adolescência, há uma tendência de diminuição do bullying direto e aumento do indireto. Entre os agressores, muitos reproduzem violências vividas no ambiente familiar e buscam aceitação ou status entre os colegas, já os espectadores, possuem um  importante papel na interrupção do bullying, mas a pressão para se sentir pertencente ao grupo leva eles á apoiarem ou a se omitir diante das agressões. 
O bullying é apontado pela Organização Mundial Da Saude (OMS) como um problema generalizado no mundo inteiro, trazendo consequências a curto e alongo prazo para a vítima no desenvolvimento, na saude e no processo de aprendizagem. A curto prazo, podemos encontrar consequências como como insônia, ansiedade, uso de substâncias, dificuldades acadêmicas. Já a longo prazo, pode ocorrer a depressão, comportamento auto-lesivo, ideação e comportamentos suicidas, sintomas de estresse pós-traumático, além de infrações à lei e envolvimento com criminalidade. 
Todas as suas práticas, sejam elas verbais, físicas, morais ou até mesmo sexuais,
podem levar o indivíduo a vivenciar sensações de medo, insegurança, angústia, ansiedade,
impotência, etc. Raramente a vítima recebe apenas um tipo de ataque (Dornelles; Sayago; Ribeiro, 2012). O desengajamento moral explica como os agressores explicam o comportamento agressivo, minimizando sua gravidade ou culpando a vítima; eles utilizam justificativas morais, distorção das verdades e desumanização, tornando-os  mais "aceitáveis”.
2.2 INTERVENÇÕES
É visto que todos envolvidos na interação do bullying são afetados de maneiras negativas, seja ele o agressor, a vítima ou o espectador, visando as intervenções que tenham como objetivo entender e resolver as questões de ambos os indivíduos presentes na situação.
A Organização Mundial da Saúde recomenda ações preventivas e é observado um apoio do poder legislativo em relação a esse tópico, criando leis que auxiliam essa causa, como por exemplo a Lei nº 13.185 (Brasil, 2015), que exige que cada escola tenha obtido uma forma de lidar com o bullying dentro da própria instituição, implementando intervenções com maior probabilidade de sucesso em determinada unidade escolar. 
Art. 5º É dever do estabelecimento de ensino, dos clubes e das agremiações recreativas assegurar medidas de conscientização, prevenção, diagnose e combate à violência e à intimidação sistemática ( bullying ).
A Lei nº 14.811 (Brasil, 2014), que institui medidas de proteção à criança e ao adolescente contra a violência nos estabelecimentos educacionais ou similares. Esses passos envolvendo a legislação são cruciais para darem mais visibilidade ao quão frequente são essas vivências no espaço educativo colegial.
Art. 1º  Esta Lei institui medidas de proteção à criança e ao adolescente contra a violência nos estabelecimentos educacionais ou similares, prevê a Política Nacional de Prevenção e Combate ao Abuso e Exploração Sexual da Criança e do Adolescente e altera o Decreto-Lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940 (Código Penal), e as Leis nºs 8.072, de 25 de julho de 1990 (Lei dos Crimes Hediondos), e 8.069, de 13 de julho de 1990 (Estatuto da Criança e do Adolescente).
Art. 2º As medidas de prevenção e combate à violência contra a criança e o adolescente em estabelecimentos educacionais ou similares, públicos ou privados, devem ser implementadas pelo Poder Executivo municipal e do Distrito Federal, em cooperação federativa com os Estados e a União.
Programas como o KiVa, na Finlândia, obtiveram bons resultados ao incentivar atitudes de defesa entre os alunos e fortalecer normas de respeito e apoio no ambiente escolar. Diante disso, foram vistos e pesquisados alguns programas anti bullying para produzir um maior efeito e nos próprios destacam-se a inclusão dos alunos em atividades em grupo, participação dos pais, formação de professores e gestão, criação de regras claras de convivência e estratégias para mediação de conflitos. Tem sido analisado que os programas devam incluir questões individuais, como trabalhos que envolvam a empatia, a ajuda, a valorização positiva do outro, solidariedade e engajamento moral. Deve-se prosseguir com a divulgação e conscientização da seriedade das situações de bullying em todo o Brasil, apresentando palestras que têm como objetivo orientar, sensibilizar e mobilizar cada vez mais essa dinâmica, que como dito anteriormente, é prejudicial para a sociedade e crianças como um todo. 
Del Prette e Del Prette (2009) advertem que fatores como impulsividade, manipulação, ansiedade, agressividade e incoerência entre sentimentos, ações e pensamentos podem provocar consequências negativas e prejudicar a qualidade dos relacionamentos. Assim, alguns elementos podem interferir no desempenho social competente, desfavorecendo um relacionamento satisfatório com as pessoas, podendo envolver problemas para toda a sociedade no futuro, vendo que é algo frequente e que afeta muitas crianças no nosso país. 
Na rotina educacional deve-se incentivar a presença de responsáveis que estariam no ambiente escolar para orientação, como professores que trazem a tona o assunto, entendimento, acompanhamento e uma supervisão, podendo ser feita por psicólogos que atuam na unidade escolar e também monitores para auxiliar e intervir diretamente caso haja intrigas nesse âmbito. Manter uma prevenção a longo prazo através de rodas de conversa, visando compreender a situação social e emocional de cada criança, treinamentos capacitados para funcionários do ambiente colegial, aprendizado direcionado à inclusão e resolução desses equívocos, e como último recurso, introduzir esse tema nas aulas, fazendo com que sejade fácil acesso e natural para os alunos, através de filmes, brincadeiras, livros e dinâmicas de aula, deixando claro que o objetivo principal é melhorar as relações interpessoais dos alunos e trazer uma transparência a par do assunto abordado, além, é claro, de entender a situação de cada aluno, ajudá-los a se entenderem e a entender o próximo também.
3. CONSIDERAÇÕES FINAIS 
4. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
BRASIL. Lei nº 13.185, de 6 de novembro de 2015. Institui o Programa de Combate à Intimidação Sistemática (bullying). Diário Oficial da União, Brasília, DF, 2015. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2015/lei/l13185.htm. Acesso em: 10 abr. 2025.
BRASIL. Lei nº 14.811, de 12 de janeiro de 2024. Institui medidas de proteção à criança e ao adolescente contra a violência nos estabelecimentos educacionais ou similares, prevê a Política Nacional de Prevenção e Combate ao Abuso e Exploração Sexual da Criança e do Adolescente e altera o Decreto-Lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940 (Código Penal)  e as Leis nºs 8.072, de 25 de julho de 1990 (Lei dos Crimes Hediondos), e 8.069, de 13 de julho de 1990 (Estatuto da Criança e do Adolescente). . Diário Oficial da União. Brasília, DF, 2024. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2023-2026/2024/lei/l14811.htm. Acesso em: 10 abr. 2025.
LÜDTKE, C. et al. Intervenções anti-bullying: uma revisão de literatura. Revista Debates em Psiquiatria, v. 13, p. 1–9, 2023.
Vista do IMPACTOS E DESAFIOS DO BULLYING NO CONTEXTO ESCOLAR: UMA REVISÃO INTEGRATIVA DA LITERATURA NO CAMPO DA EDUCAÇÃO. Disponível em: https://ojs.focopublicacoes.com.br/foco/article/view/5130/3776. Acesso em: 10 abr. 2025.
SILVA, et al. cc (PR), v.17, n.5, e5130, p.01-22, 20241.
MARTINS, Fabiane Silveira; FAUST, Giane Inês. Prevenção ao bullying: intervenção baseada na abordagem cognitivo-comportamental. Revista Foco, v. 17, n. 5, e5130, p. 1-22, 2018. Disponível em: https://ojs.focopublicacoes.com.br/foco/article/view/5130/3776. Acesso em: 10 abr. 2025.
DORNELLES, S. L.; SAYAGO, D. S.; RIBEIRO, J. S. Bullying nas escolas: da identificação à prevenção. São Paulo: Cortez, 2012.
Almir Del Prette, and Del Prette. Psicologia Das Habilidades Sociais Na Infância. Editora Vozes Limitada, 3 Oct. 2017.
MINHAS ANOTAÇÕES:
https://www.mprj.mp.br/documents/20184/3677447/Violencinescol_umreflexasobrbullyinpraticeducativa.pdf
https://prceu.usp.br/wp-content/uploads/2020/10/2018-UNESCO-Relatorio-Violencia-Escolar-e-Bullying.pdf
https://www.redalyc.org/pdf/2730/273023568100.pdf
https://sguweb.unicentro.br/app/webroot/arquivos/atsubmissao/VERS_O_final_TCC.pdf
https://www.ifpb.edu.br/princesaisabel/ensino/copae/materiais-com-temas-diversos/bullying-na-escola.pdf
https://pdfs.semanticscholar.org/58fa/91d3aeb07d788fd5ca1edd7126cd0360d956.pdf?_gl=1*cbk0q7*_gcl_au*MTE5NzY5NzI0Mi4xNzQ2MTMwNTI4*_ga*MTg4ODYzMzA1Ny4xNzQ2MTMwNTMw*_ga_H7P4ZT52H5*MTc0NjEzMDUyOS4xLjAuMTc0NjEzMDUzMS41OC4wLjA.
file:///C:/Users/Usuario/Downloads/BULLYING.pdf
https://www.cnj.jus.br/wp-content/uploads/2011/02/bullying_escola_imprimir.pdf
https://repositorio.ufmg.br/bitstream/1843/BUOS-AEDL88/1/renata_pereira_rocha_garcia_de_souza.pdf
https://www.ce.ufpb.br/eebas/contents/noticias/bullying-no-contexto-escolar/cartilha-final-bullying-no-ambiente-escolar.pdf
https://multivix.edu.br/wp-content/uploads/2018/06/revista-espaco-academico-v05-n10-artigo-6.pdf
https://www.periodicos.rc.biblioteca.unesp.br/index.php/educacao/article/view/15690/12396
https://educa.campinas.sp.gov.br/sites/educa.campinas.sp.gov.br/files/2022-10/Cartilha%20Prevencao%20Bullying.pdf

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