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PORTFÓLIO DA PRÁTICA PEDAGÓGICA 
 
I. IDENTIFICAÇÃO DO GRUPO 
Curso: PEDAGOGIA 
Disciplina: Prática Pedagógica: Infância e suas Linguagens 
Nome do acadêmico 1: Thaís dos Santos Barros Matrícula: 6439208 
Nome do Acadêmico 2: Matrícula: 
Nome do Acadêmico 3: Matrícula: 
II. ATIVIDADES DA PRÁTICA PEDAGÓGICA DO 4° MÓDULO (DESCRIÇÃO) 
Reunir em grupos de 3 a 5 integrantes. Elaborar Roteiro de Observação [em grupo]. 
Observar aulas na Educação Infantil e nos Anos Inciais do Ensino Fundamental e outros 
espaços do ambiente escolar [individual], elaborando um Texto Síntese de suas 
observações [individual]. Elaborar duas sequências didáticas com produtos educacionais 
(5h/a cada uma), que podem ser físicos (mapa, jogo etc) ou virtuais/digitais (e-book, game, 
quiz, podcast, vídeo etc.) [em grupo]. Elaborar um texto reflexivo com a síntese das 
atividades realizadas e impressões sobre a prática docente com foco no tema da prática 
[em grupo]. Organizar o Portfólio [em grupo]. Organizar e apresentar a Socialização das 
atividades realizadas [em grupo]. 
 
Este portfólio deve conter: 
 Introdução (do grupo) 
 Roteiro de Observação (do grupo) 
 Sequências Didáticas com Produtos educacionais (do grupo) 
 Texto Reflexivo da Prática Pedagógica (do grupo) 
 Texto Síntese das observações ou Síntese da Experiência Docente (de cada integrante 
do grupo) 
 
 
 
III. INTRODUÇÃO (elaborado pelo grupo) 
 
 
 
 
 
 
O relato a seguir refere-se às atividades realizadas durante a observação das aulas e demais 
espaços escolares no contexto da disciplina de Prática Pedagógica: Infância e suas 
Linguagens. 
A Prática Pedagógica desenvolvida pelo acadêmico Thaís dos Santos Barros foi realizada na 
escola Umbelina Pires de Freitas, na disciplina de Prática Pedagógica Infância e suas 
Linguagens. Consistiu na observação de 20 aulas na turma do 5º Ano, além de outros espaços 
escolares, incluindo pátio, biblioteca e sala de leitura, totalizando 20 horas de observação. O 
item que mais chamou atenção nas observações foi a forma como o professor promoveu a 
interação entre as crianças durante atividades lúdicas. 
A partir das observações realizadas e considerando o tema da Prática Pedagógica, o 
acadêmico escolheu os seguintes temas para abordar no planejamento das sequências 
didáticas: “[tema da sequência didática 1]” e “[tema da sequência didática 2]”, propostas 
para serem aplicadas com turmas do 5º ano. 
IV. ROTEIRO DE OBSERVAÇÃO (elaborado pelo grupo) 
 
ROTEIRO DE OBSERVAÇÃO 
 
ITENS A SEREM ANALISADOS: 
 
1. Clima e ambiente da sala de aula 
 Como é o ambiente físico da sala de aula? 
Sala de madeira, localizada na zona rural de sena madureira, às margens do rio Iaco... 
 Qual o tipo de organização, decoração ou recursos pedagógicos disponíveis? 
 Como é organizado e distribuído o espaço da sala de aula (carteiras, mobiliário etc.)? 
 As salas de aula são adequadas (limpeza, barulho, estrutura, temperatura)? 
O ambiente físico da sala de aula observada é simples e rústico, construída em madeira, como 
é comum em escolas rurais da região amazônica. A sala está localizada às margens do rio 
Iaco, o que torna o acesso à escola mais desafiador, especialmente em períodos chuvosos. 
A organização da sala é básica. As carteiras são dispostas em fileiras e há um quadro negro ao 
fundo. Não há decoração pedagógica expressiva, apenas alguns cartazes fixados nas paredes 
com conteúdo relacionado à alfabetização e datas comemorativas. Os recursos pedagógicos 
 
 
 
 
 
 
disponíveis são limitados, com uso eventual de livros didáticos e materiais concretos simples, 
como papel, lápis e cartolina. 
A estrutura da sala atende minimamente às necessidades dos alunos, mas a limpeza é 
comprometida pela dificuldade de acesso à água potável e saneamento. A ventilação é natural, 
e o barulho externo, devido à natureza rural, é quase inexistente, o que favorece a 
concentração. 
 
2. Dinâmica de interação entre os estudantes 
 Quem e quantos são esses estudantes? 
 Qual o perfil etário, étnico e de gênero da turma? 
 Como se organizam durante a aula? 
 Como é o comportamento deles? 
 Como se dá a interação entre os estudantes? 
 Você notou alguma hierarquia entre eles? 
 Existem estudantes que são mais populares ou excluídos? 
 Você observou conflitos ou cooperação entre os estudantes? 
A turma observada é composta por cerca de 15 alunos, com idades entre 6 e 11 anos. O grupo 
é misto em gênero e etnicamente diverso, com forte presença de crianças ribeirinhas e 
indígenas. Durante a aula, os estudantes se organizam de maneira espontânea, sentando-se 
próximos a colegas com quem têm mais afinidade. 
O comportamento dos alunos é, em geral, respeitoso, embora alguns demonstrem maior 
agitação e dispersão. A interação entre eles é marcada por companheirismo, com práticas de 
ajuda mútua, mas também ocorrem pequenos conflitos, rapidamente mediados pela professora. 
Há uma leve hierarquização social entre os estudantes, com alguns sendo mais procurados 
para atividades em grupo e outros mais retraídos. 
 
3. Dinâmica de interação entre os estudantes e o professor 
 Como o professor organiza o tempo entre motivação, explanação, atividades práticas e 
avaliação dos objetivos propostos? 
 Como o professor apresenta o conteúdo? 
 O professor fomenta a participação dos estudantes? 
 
 
 
 
 
 
 Como os estudantes interagem com o professor? 
 O professor usa diferentes estratégias de ensino? 
 A comunicação do professor é clara e eficaz? 
A professora demonstrou domínio do conteúdo e boa organização do tempo didático, 
equilibrando momentos de explicação, questionamento, atividades práticas e breves revisões. 
O conteúdo foi apresentado de forma clara, com linguagem acessível à realidade dos 
estudantes. 
Ela incentivou a participação ativa, fazendo perguntas e ouvindo as respostas com atenção. A 
interação é cordial e respeitosa, e os alunos parecem se sentir à vontade para perguntar e 
compartilhar ideias. A docente utiliza estratégias variadas, como leitura em voz alta, 
dramatizações simples e uso de objetos concretos, o que torna sua comunicação eficaz e 
inclusiva. 
 
4. Atividades realizadas em sala de aula 
 O professor propôs atividades em grupo? Quais atividades? 
 Como foram formadas as equipes? 
 As atividades promovidas pelo professor estavam estruturadas, apresentando uma 
sequência lógica e progressão gradual de complexidade? 
 Que recursos utilizou? 
 O professor possuía planejamento e estava preparado para a aula? 
 Observou diferentes tipos de participação e de motivação apresentados pelos 
estudantes? 
 Os estudantes tiveram dúvidas e elas foram sanadas? 
 Os estudantes comentaram sobre os assuntos estudados com o professor? 
Durante a observação, foram realizadas atividades em grupo, como leitura coletiva e produção 
de frases em duplas. As equipes foram formadas de maneira espontânea, respeitando os 
vínculos dos alunos. 
As atividades propostas seguiram uma sequência lógica, partindo da leitura de um pequeno 
texto para a interpretação e produção escrita. Os recursos utilizados foram o livro didático, 
cadernos, cartazes e materiais recicláveis. 
A professora mostrou estar bem preparada, com plano de aula definido. Observou-se diferentes 
 
 
 
 
 
 
níveis de participação e motivação: alguns alunos se engajaram de forma espontânea, 
enquanto outros necessitaram de estímulo extra. As dúvidas foram acolhidas e esclarecidas 
com paciência. Ao final, os alunos interagiram com a professora comentando sobre a história 
lida. 
 
5. Infância e suas Linguagens na Educação Infantil e nos Anos Inciais do Ensino 
Fundamental 
 Em relação as linguagens o que você observou? 
 Quais temáticas você observou ou abordou em suas aulas? 
 A abordagem utilizada pelo professor estava mais relacionada com metodologias 
tradicionais ou inovadoras/ativas? E Em momentos de transição ou fechamento da sequência didática; 
 Em pequenos grupos ou em rodízio por estações de brincadeiras. 
Nota: O produto é físico. Imagens do jogo montado, cartas de desafios e o 
modelo da trilha podem ser adicionadas em anexo ao portfólio impresso ou 
digitalizado (ver seção abaixo). 
REFERÊNCIAS 
BRASIL. Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil. 
MEC/SEB, 2010. 
 
VYGOTSKY, L. S. A formação social da mente. São Paulo: Martins Fontes, 
1989. 
 
FRÖBEL, F. A educação do homem. São Paulo: WMF Martins Fontes, 2012. 
 
INSTITUTO ALANA. Território do Brincar. Disponível em: 
https://territoriodobrincar.alana.org.br. Acesso em: 28 jun. 2025. 
ANOTAÇÕES, OBSERVAÇÕES E/OU ANEXOS 
 O jogo pode ser adaptado para crianças com deficiência visual (incluir 
texturas e sons), auditiva (cartas com imagens) ou com mobilidade 
reduzida (atividades mais acessíveis). 
 Possibilidade de transformar o produto em versão digital com roleta e 
comandos interativos, usando plataformas como Genially ou Wordwall. 
 Sugere-se que as cartas de desafio sejam plastificadas para maior 
durabilidade e higienização. 
 As crianças podem ser convidadas a criar novos desafios, ampliando a 
autoria e a participação. 
Anexo 1 – Exemplos de cartas de desafio: 
1. “Mostre com seu corpo como está se sentindo hoje.” 
2. “Cante a sua música preferida para os colegas.” 
3. “Desenhe a sua família.” 
4. “Brinque de preparar uma comida imaginária.” 
5. “Conte uma história com um boneco.” 
 
https://territoriodobrincar.alana.org.br/a sua proposta foi fundamentada em qual 
perspectiva de abordagem metodológica? 
 A escola possui espaços para a relaização de atividades relaciondas as diversas 
linguagens? 
 Quais são os conceitos que você identificou no planejamento do professor ou no 
currículo previsto pela escola quanot as linguagens? 
 É utilizado livro didático durante as aulas? E, nesse livro possui abordagem de conceitos 
relacionados as linguagens como prevê a BNCC? E, possui sugestões de atividades 
relacionadas as linguagens? 
 As interações dos estudantes trazem conceitos e curiosidades que envolvem as 
linguagens no seu cotidiano? Foi realizada alguma atividade relacionada as diferenets 
linguagens? 
Durante a observação, foi notável o uso de diversas linguagens: oral, escrita, corporal e visual. 
A temática abordada girou em torno de meio ambiente e cotidiano ribeirinho. 
A abordagem da professora mesclou práticas tradicionais (como cópia no caderno) e 
metodologias mais ativas, como rodas de conversa e dramatizações, alinhadas à perspectiva 
da BNCC. A proposta pedagógica se fundamenta numa abordagem interdisciplinar, respeitando 
o ritmo e o contexto dos estudantes. 
A escola não possui espaços estruturados específicos para atividades de linguagens (como 
sala de leitura ou auditório), mas adapta o espaço da sala e do pátio para essa finalidade. O 
livro didático utilizado contempla conteúdos sobre linguagens e sugere atividades 
diversificadas. 
 
 
 
 
 
 
Os estudantes trazem para a aula suas experiências com linguagem por meio de histórias 
orais, expressões corporais e desenhos. Foi realizada uma atividade de reconto de história, 
promovendo oralidade e criatividade. 
 
6. Comportamentos e reações dos estudantes 
 Como é o comportamento dos alunos em relação as propostas do professor? 
 São atentos ao professor e ao conteúdo? Existe alguma dificuldade de aprendizagem? 
 Você observou alunos que se destacam ou têm necessidades especiais? 
 Você percebeu alguma situação de conflito na aula (entre os próprios estudantes e entre 
os estudantes e o professor)? Como o docente tratou essas questões ou conflitos? 
 Ao longo da observação, houve alguma penalização? Foram impostas pelo professor, 
pela própria turma ou por outro agente pedagógico? 
A maior parte dos alunos demonstra interesse pelas propostas da professora. Contudo, alguns 
apresentam dificuldade de concentração e aprendizagem, o que exige constante mediação 
docente. 
Durante a aula, um aluno se destacou por sua oralidade, enquanto outro revelou dificuldades 
de leitura. Não foi identificada a presença de alunos com deficiência na turma observada. 
Houve pequenos conflitos verbais entre estudantes, tratados com diálogo pela professora, sem 
uso de punições. Não foram impostas penalizações durante o período de observação, e a 
condução da disciplina foi baseada em combinados e reforço positivo. 
 
7. Observação em outros espaços escolares 
 Quais as características do perfil da escola e dos estudantes atendidos? 
 Quais atividades costumam ser realizadas? 
 Quais são as metodologias propostas/utilizadas pelos docentes? 
 Como são realizadas as práticas de inclusão de Pessoas com Deficiência (PcD)? 
 O acesso à biblioteca e aos laboratórios é livre para os estudantes? E para os 
professores? Como ocorre o agendamento? 
A escola atende majoritariamente filhos de agricultores e ribeirinhos. As atividades 
extracurriculares são escassas, devido à limitação de espaço físico e recursos. O calendário 
escolar é adaptado ao ciclo das águas da região. 
 
 
 
 
 
 
As metodologias docentes variam entre a tradicional e a participativa, dependendo do nível de 
formação dos professores. Quanto à inclusão, não há profissionais especializados na escola, o 
que dificulta a plena integração de PcDs. 
O acesso à biblioteca é limitado, pois o espaço é pequeno e com acervo restrito. Os 
professores utilizam o material mediante solicitação prévia e muitas vezes improvisam com 
livros próprios. 
 
 
V. SEQUÊNCIA DIDÁTICA 1 
 
SEQUÊNCIA DIDÁTICA 1 
 
Tema Geral: Gêneros Textuais e sua Função Social 
 
Componente Curricular: Português 
Unidade temática: Leitura e compreensão de textos 
Objeto de conhecimento: Gêneros textuais orais e escritos; estratégias de 
leitura e compreensão; função social do texto. 
 
Turma: 5º ano Duração: 5 
horas/aula 
Período: 
De: 16/06/2025 
até: 20/06/2025 
 
OBJETIVOS 
 
Promover o conhecimento, a leitura e a produção de diferentes gêneros 
textuais, enfatizando sua função social e a adequação à situação de 
comunicação. Estimular a compreensão leitora, a oralidade e a escrita, 
valorizando o uso da linguagem como forma de interação e expressão no 
cotidiano. 
COMPETÊNCIAS 
 (EF15LP01) Utilizar a linguagem oral e escrita como forma de 
interação social, respeitando as normas da convivência. 
 (EF15LP04) Ler, compreender e analisar textos de diferentes gêneros, 
 
 
 
 
 
 
identificando suas características principais e a função social que 
desempenham. 
 (EF15LP14) Produzir textos adequados a diferentes finalidades, 
considerando os interlocutores, os gêneros e as situações 
comunicativas. 
HABILIDADES 
 EF15LP02: Identificar as diferentes finalidades dos textos lidos. 
 EF15LP05: Localizar informações explícitas nos textos lidos. 
 EF15LP13: Planejar, produzir, revisar e editar textos de diferentes 
gêneros, adequando o uso da linguagem à situação comunicativa. 
 EF15LP16: Utilizar estratégias de leitura (antecipação, inferência, 
confirmação) para compreender e interpretar textos. 
AVALIAÇÃO GERAL 
A avaliação será diagnóstica, formativa e somativa, baseada no 
acompanhamento contínuo da participação dos alunos nas atividades 
propostas. Serão utilizados os seguintes instrumentos: 
 Registro das observações do professor; 
 Produção escrita de diferentes gêneros (bilhete, carta, notícia, 
convite); 
 Leitura oral e interpretação de textos; 
 Participação em rodas de conversa e debates; 
 Autoavaliação e coavaliação. 
A avaliação considerará o progresso individual, a participação nas atividades, 
o desenvolvimento da leitura e da escrita, bem como a capacidade de aplicar 
os conhecimentos em diferentes situações de comunicação. 
REFERÊNCIAS 
BRASIL. Base Nacional Comum Curricular. Ministério da Educação, 2018. 
Disponível em: https://basenacionalcomum.mec.gov.br/. 
 
ANTUNES, Irandé. Linguagem e ensino: perspectivas para a sala de 
aula. São Paulo: Parábola Editorial, 2003. 
 
 
 
 
 
 
 
ROJO, Roxane. Gêneros do discurso e ensino. Campinas: Mercado de 
Letras, 2000.DOLZ, Joaquim; SCHNEUWLY, Bernard. Gêneros orais e 
escritos na escola. Campinas: Mercado de Letras, 2004. 
 
CADERNO DO PROFESSOR – Língua Portuguesa – 5º ano – São Paulo: 
SEE, 2020. 
OBS.: Os recursos/materiais didáticos e procedimentos metodológicos, são descritos em cada 
um dos planos de aula (total de 5h/a). 
 
PLANO DE AULA 1 
Tempo Estimado (nº de aula): 01 aula 
RECURSOS/MATERIAIS DIDÁTICOS 
 Quadro branco e pincel atômico 
 Cartazes com exemplos de diferentes gêneros textuais (bilhete, 
convite, notícia, receita, anúncio) 
 Cópias de textos variados para leitura e análise (1 para cada aluno) 
 Projetor multimídia (se disponível) 
 Lápis, borracha, caderno 
 Cartolina e canetinhas (para atividade em grupo) 
PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS 
1. Acolhimento e contextualização (10 minutos) 
 Recepção dos alunos com uma breve conversa sobre a importância 
da linguagem em nosso dia a dia. 
 Perguntas geradoras: 
o "Você já escreveu um bilhete ou recebeu um convite?" 
o "Por que as pessoas escrevem textos diferentes para situações 
diferentes?" 
2. Apresentação do tema (10 minutos) 
 Apresentar o conceito de gênero textual e sua função social, utilizando 
 
 
 
 
 
 
uma linguagem simples e exemplos do cotidiano. 
 Explicar que existem diversos tipos de textos e que cada um temum 
objetivo específico. 
3. Leitura e exploração de exemplos (15 minutos) 
 Distribuir cópias com diferentes tipos de textos curtos (bilhete, receita, 
notícia, propaganda). 
 Em grupo, os alunos deverão identificar: 
o O tipo de texto 
o Quem escreveu e para quem 
o A finalidade da mensagem 
4. Socialização e debate (10 minutos) 
 Cada grupo compartilha com a turma as características do texto 
analisado. 
 O professor complementa, fazendo intervenções para esclarecer 
dúvidas e destacar aspectos da linguagem, estrutura e função de cada 
gênero. 
5. Conclusão (5 minutos) 
 Recapitular os principais aprendizados da aula. 
 Solicitar como tarefa que os alunos tragam, na próxima aula, um texto 
que considerem importante no seu dia a dia (recorte de jornal, 
embalagem com instruções, folheto, etc.). 
AVALIAÇÃO DA AULA 
Critérios: 
 Participação ativa nas discussões e nas atividades em grupo; 
 Capacidade de identificar o gênero textual e sua função social; 
 Clareza ao expor ideias durante a socialização. 
Instrumentos: 
 Observação direta e anotações do professor; 
 Registros escritos no caderno; 
 Análise do desempenho na atividade em grupo. 
REFERÊNCIAS 
BRASIL. Base Nacional Comum Curricular. Ministério da Educação, 2018. 
 
 
 
 
 
 
Disponível em: https://basenacionalcomum.mec.gov.br/. 
 
ANTUNES, Irandé. Linguagem e ensino: perspectivas para a sala de 
aula. São Paulo: Parábola Editorial, 2003. 
 
ROJO, Roxane. Gêneros do discurso e ensino. Campinas: Mercado de 
Letras, 2000. 
 
DOLZ, Joaquim; SCHNEUWLY, Bernard. Gêneros orais e escritos na 
escola. Campinas: Mercado de Letras, 2004. 
ANEXOS PLANO DE AULA 1 
 Cópias de textos diversos (bilhete, receita, anúncio etc.) 
 Cartazes ilustrativos com definição e exemplos de gêneros textuais 
 Roteiro para análise textual em grupo 
 
 
 
 
PLANO DE AULA 2 
Tempo Estimado (nº de aulas): 01 
RECURSOS/MATERIAIS DIDÁTICOS 
 Quadro branco e pincel atômico 
 Textos impressos de bilhetes e recados variados (1 por aluno) 
 Lápis, borracha, caderno 
 Cartolinas e canetinhas coloridas 
 Cartazes com as características do gênero “bilhete” 
 Fichas com perguntas interpretativas 
PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS 
 
 
 
 
 
 
1. Início da aula – Ativação do conhecimento prévio (10 minutos) 
 Relembrar a aula anterior com uma conversa guiada: 
o "Quem trouxe um texto do seu dia a dia?" 
o "Alguém trouxe um bilhete ou recado?" 
 Apresentar rapidamente os textos trazidos pelos alunos, destacando 
os bilhetes. 
2. Apresentação do gênero “bilhete” (10 minutos) 
 Explicar o que é um bilhete e sua finalidade: comunicação rápida e 
direta. 
 Apresentar um cartaz com as características do gênero (linguagem 
informal, data, destinatário, corpo do texto, assinatura). 
3. Leitura coletiva e análise (15 minutos) 
 Distribuir um bilhete impresso para cada aluno. 
 Leitura em voz alta (pelo professor ou alunos voluntários). 
 Orientar a análise por meio de perguntas: 
o Quem escreveu? Para quem? 
o Qual é a mensagem principal? 
o Qual é a intenção do bilhete? 
o Quais elementos aparecem (data, assinatura, etc.)? 
4. Produção textual guiada (10 minutos) 
 Em duplas, os alunos produzem um bilhete com base em uma 
situação proposta pelo professor (ex: avisar à mãe que vai chegar 
mais tarde; pedir ao colega para devolver um livro; etc.). 
 Os bilhetes serão ilustrados e escritos em cartolina. 
5. Socialização e fechamento (5 minutos) 
 Alguns alunos leem seus bilhetes para a turma. 
 O professor encerra reforçando os elementos estruturais e a função do 
bilhete como forma de comunicação prática e cotidiana. 
AVALIAÇÃO DA AULA 
Critérios: 
 Identificação correta dos elementos do bilhete; 
 Participação nas atividades de leitura, análise e produção; 
 
 
 
 
 
 
 Clareza na escrita e adequação à situação comunicativa. 
Instrumentos: 
 Observação direta e registro do professor; 
 Produção escrita do bilhete em duplas; 
 Participação oral durante a socialização. 
REFERÊNCIAS 
 BRASIL. Base Nacional Comum Curricular. Ministério da Educação, 
2018. Disponível em: https://basenacionalcomum.mec.gov.br/. 
 ANTUNES, Irandé. Linguagem e ensino: perspectivas para a sala 
de aula. São Paulo: Parábola Editorial, 2003. 
 DOLZ, Joaquim; SCHNEUWLY, Bernard. Gêneros orais e escritos 
na escola. Campinas: Mercado de Letras, 2004. 
 SÃO PAULO (Estado). Caderno do Professor – Língua Portuguesa 
– 5º ano. São Paulo: SEE, 2020. 
ANEXOS PLANO DE AULA 2 
 Cópias de bilhetes e recados 
 Cartaz com estrutura e características do bilhete 
 Fichas de interpretação (com perguntas sobre os textos) 
 Cartolinas e canetinhas para produção dos bilhetes 
 
PLANO DE AULA 3 
Tempo Estimado (nº de aulas): 01 
RECURSOS/MATERIAIS DIDÁTICOS 
 Quadro branco e pincel atômico 
 Textos-modelo de convite (festas, reuniões escolares, eventos 
comunitários) 
 Cartazes explicativos com estrutura do convite 
 Lápis, borracha, caderno 
 Cartolina, papel colorido, canetinhas, cola e tesoura 
 Produto Educacional: Roteiro de Produção de Convite Criativo 
(Anexo) 
 
 
 
 
 
 
 Celular ou câmera digital (opcional – registro da atividade) 
 Caixa organizadora para exposição dos convites 
PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS 
1. Acolhimento e contextualização (10 minutos) 
 Iniciar a aula com uma conversa interativa: 
o “Você já recebeu ou entregou um convite? Como ele era?” 
 Apresentar diferentes modelos de convite, explorando visualmente os 
elementos: título, local, data, horário, quem convida e linguagem 
utilizada. 
2. Estudo da estrutura textual (10 minutos) 
 Utilizar cartazes e exemplares de convites para destacar os elementos 
obrigatórios e o propósito do texto. 
 Discutir sobre a linguagem usada (objetiva, informal, com foco em 
informar e atrair). 
3. Apresentação do Produto Educacional (5 minutos) 
 Apresentar o Roteiro de Produção de Convite Criativo, que servirá 
como guia de elaboração. 
 Explicar que cada aluno criará um convite fictício para um evento à 
sua escolha (festa de aniversário, feira cultural, cinema em casa, entre 
outros). 
 Mostrar o exemplo pronto como inspiração (modelo produzido 
previamente pelo professor). 
4. Produção textual (20 minutos) 
 Os alunos utilizarão o roteiro (Produto Educacional) para planejar, 
redigir e ilustrar seus próprios convites. 
 Os convites serão feitos em papel criativo e decorados com liberdade, 
conforme o tipo de evento. 
5. Socialização e conclusão (5 minutos) 
 Alguns alunos compartilharão seus convites com a turma. 
 Os convites serão organizados em uma “Caixa de Convites”, que 
ficará disponível na sala para consulta. 
 
 
 
 
 
 
AVALIAÇÃO DA AULA 
Critérios: 
 Compreensão da estrutura do gênero textual “convite”; 
 Coerência, clareza e criatividade na produção textual; 
 Participação nas discussões e interesse durante a atividade. 
Instrumentos: 
 Observação direta do professor; 
 Análise do convite produzido com base no roteiro; 
 Participação oral na socialização dos textos. 
REFERÊNCIAS 
 BRASIL. Base Nacional Comum Curricular. Ministério da Educação, 
2018. Disponível em: https://basenacionalcomum.mec.gov.br/. 
 ANTUNES, Irandé. Linguagem e ensino: perspectivas para a sala 
de aula. São Paulo: Parábola Editorial, 2003. 
 DOLZ, Joaquim; SCHNEUWLY, Bernard. Gêneros orais e escritos 
na escola. Campinas: Mercado de Letras, 2004. 
 SÃO PAULO (Estado). Caderno do Professor – Língua Portuguesa 
– 5º ano. São Paulo: SEE, 2020. 
ANEXOS PLANO DE AULA 3 
ROTEIRO DE PRODUÇÃO DE CONVITE CRIATIVO 
1. Título do evento: _______________________ 
2. Quem está convidando? ___________________ 
3. Para que tipo de evento? ________________ 
4. Onde acontecerá? ________________________ 
5. Quando (data e horário)? ________________ 
6. Há algum traje, item ou regra especial? __ 
7. Deseja incluir alguma frase de impacto, slogan oudesenho? 
( ) Sim ( ) Não 
 
Agora, passe a limpo seu convite de forma organizada e criativa! 
Capriche na apresentação e nos detalhes visuais. 
 
 
 
 
 
 
 
ROTEIRO DESCRITIVO DO PRODUTO EDUCACIONAL 
Título: Convite Criativo: Explorando a Linguagem dos Gêneros Textuais 
OBJETO DO CONHECIMENTO 
 Gêneros textuais orais e escritos 
 Produção de textos com finalidade social 
 Elementos estruturais e linguagem dos convites 
 Escrita formal e informal 
 Estratégias de planejamento textual 
OBJETIVO DIDÁTICO DO PRODUTO EDUCACIONAL 
 Compreender a estrutura e a função social do gênero textual 
"convite". 
 Desenvolver a capacidade de produção escrita com coerência, 
coesão e criatividade. 
 Estimular o planejamento textual e o uso de linguagem adequada ao 
contexto comunicativo. 
 Promover a autonomia dos alunos na elaboração de textos com 
finalidade real ou simulada. 
DESCRIÇÃO DO PRODUTO EDUCACIONAL E FORMAS DE UTILIZAR 
Descrição: 
O Produto Educacional consiste em um roteiro impresso e ilustrado que 
orienta os alunos na produção de convites criativos, a partir de situações 
reais ou simuladas. O roteiro é composto por perguntas norteadoras que 
ajudam a estruturar o texto de maneira coesa e adequada à situação 
comunicativa. 
 
 
 
 
 
 
Estrutura do roteiro: 
 Título do evento 
 Nome de quem convida 
 Finalidade do convite 
 Data, horário e local do evento 
 Observações adicionais (traje, materiais, etc.) 
 Espaço para frase de impacto ou slogan 
 Orientação para reescrita e capricho visual 
Formas de utilização: 
 O roteiro pode ser utilizado em sala de aula como atividade de 
produção textual dirigida, com fins pedagógicos e criativos. 
 Pode ser aplicado de forma individual, em duplas ou em pequenos 
grupos. 
 Os convites produzidos podem ser organizados em uma “Caixa de 
Convites” ou expostos em murais temáticos. 
 Também pode ser adaptado para uso em aulas virtuais com 
ferramentas de texto digital ou editores gráficos online (ex: Canva, 
Google Slides). 
Formato: 
Produto físico (roteiro impresso + produção manual dos convites). 
 
 
 
 
 
 
 
REFERÊNCIAS 
 BRASIL. Base Nacional Comum Curricular. Ministério da 
Educação, 2018. Disponível em: 
https://basenacionalcomum.mec.gov.br/. 
 ANTUNES, Irandé. Linguagem e ensino: perspectivas para a sala de 
aula. São Paulo: Parábola Editorial, 2003. 
 DOLZ, Joaquim; SCHNEUWLY, Bernard. Gêneros orais e escritos 
na escola. Campinas: Mercado de Letras, 2004. 
 SÃO PAULO (Estado). Caderno do Professor – Língua Portuguesa – 
5º ano. São Paulo: SEE, 2020. 
ANOTAÇÕES, OBSERVAÇÕES E/OU ANEXOS 
ANOTAÇÕES, OBSERVAÇÕES E/OU ANEXOS 
 O Produto Educacional pode ser replicado em outros anos 
escolares, com a devida adaptação da linguagem. 
 Pode ser vinculado a outras disciplinas (ex: Artes, História, 
Matemática - ao trabalhar eventos, aniversários, datas 
 
 
 
 
 
 
comemorativas, etc.). 
 Este recurso pode ser complementado com um momento de 
apresentação oral dos convites ou simulação de entrega e 
recebimento. 
Anexo: Roteiro Impresso do Produto Educacional 
(repetido aqui para facilitar o uso) 
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ROTEIRO DE PRODUÇÃO DE CONVITE CRIATIVO 
 
1. Título do evento: _______________________ 
2. Quem está convidando? ___________________ 
3. Para que tipo de evento? ________________ 
4. Onde acontecerá? ________________________ 
5. Quando (data e horário)? ________________ 
6. Há algum traje, item ou regra especial? __ 
7. Deseja incluir alguma frase de impacto, slogan ou desenho? 
( ) Sim ( ) Não 
 
Agora, passe a limpo seu convite de forma organizada e criativa! 
Capriche na apresentação e nos detalhes visuais. 
 
 
 
PLANO DE AULA 4 
Tempo Estimado (nº de aulas): 01 
 
 
 
 
 
 
RECURSOS/MATERIAIS DIDÁTICOS 
 Textos impressos de notícias curtas e adaptadas ao público infantil (1 
por aluno ou por grupo) 
 Quadro branco e pincel atômico 
 Fichas com perguntas de interpretação e análise textual 
 Jornal infantil (impresso ou digital) 
 Caderno, lápis, borracha 
 Cartaz com estrutura básica de uma notícia (título, lead, corpo) 
PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS 
1. Introdução e contextualização (10 minutos) 
 Iniciar a aula perguntando aos alunos: 
o “Você já leu ou ouviu uma notícia na TV, rádio ou celular?” 
o “Qual foi a última notícia que te chamou atenção?” 
 Explicar o que é o gênero “notícia” e sua função social: informar o 
leitor sobre fatos importantes da realidade. 
2. Apresentação da estrutura da notícia (10 minutos) 
 Exibir um cartaz ou slide com os elementos estruturais: 
o Título (chama a atenção) 
o Lead (responde às perguntas: o quê? quem? onde? quando? 
como? por quê?) 
o Corpo do texto (detalha as informações principais) 
 Mostrar um exemplo curto no quadro ou projetor, lendo com a turma. 
3. Leitura e interpretação (20 minutos) 
 Dividir a turma em grupos e entregar uma notícia infantil para cada 
grupo. 
 Solicitar a leitura em grupo, com apoio mútuo, e a resposta das 
perguntas: 
o Qual é o título da notícia? 
o Que fato foi noticiado? 
o Quem está envolvido? 
o Onde e quando aconteceu? 
o Como aconteceu? 
 
 
 
 
 
 
 Cada grupo registra suas respostas nas fichas entregues. 
4. Socialização e fechamento (10 minutos) 
 Os grupos compartilham oralmente as informações extraídas da 
notícia. 
 O professor complementa e esclarece, reforçando a função 
informativa do gênero. 
 Concluir com uma pergunta instigadora: “Se vocês fossem repórteres, 
sobre o que gostariam de escrever uma notícia?” 
AVALIAÇÃO DA AULA 
Critérios: 
 Participação na leitura e discussão em grupo 
 Capacidade de identificar as partes da notícia 
 Clareza e coerência nas respostas às perguntas de interpretação 
Instrumentos: 
 Fichas de respostas dos grupos 
 Observação direta do professor 
 Registro no caderno (resumo da estrutura do gênero notícia) 
REFERÊNCIAS 
 BRASIL. Base Nacional Comum Curricular. Ministério da Educação, 
2018. Disponível em: https://basenacionalcomum.mec.gov.br/. 
 ANTUNES, Irandé. Linguagem e ensino: perspectivas para a sala de 
aula. São Paulo: Parábola Editorial, 2003. 
 ROJO, Roxane. Gêneros do discurso e ensino. Campinas: Mercado 
de Letras, 2000. 
 DOLZ, Joaquim; SCHNEUWLY, Bernard. Gêneros orais e escritos na 
escola. Campinas: Mercado de Letras, 2004. 
 JORNAL Joca – Notícias para jovens leitores. Disponível em: 
https://www.jornaljoca.com.br/. Acesso em: 18 jun. 2025. 
ANEXOS PLANO DE AULA 4 
 Cópias de notícias adaptadas 
 Cartaz com estrutura da notícia 
 Fichas com perguntas interpretativas 
https://www.jornaljoca.com.br/
 
 
 
 
 
 
 Modelo preenchido de análise de notícia (exemplo para os alunos) 
 
PLANO DE AULA 5 
Tempo Estimado (nº de aulas): 01 
RECURSOS/MATERIAIS DIDÁTICOS 
 Quadro branco e pincel atômico 
 Caderno e lápis dos alunos 
 Cartolinas, canetinhas, cola, tesoura 
 Exemplos dos gêneros textuais já estudados: bilhete, convite, notícia 
 Roteiros de produção utilizados nas aulas anteriores 
 Cópias com instruções para grupos 
 Pasta ou mural para exposição dos textos produzidos 
PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS 
1. Introdução e retomada (10 minutos) 
 Iniciar a aula com um momento de revisão interativa: 
o “Quais gêneros textuais nós estudamos?” 
o “Para que servem esses textos?” 
 Registrar no quadro um esquema com os nomes e funções dos 
gêneros (bilhete, convite e notícia). 
2. Proposta da atividade final (5 minutos) 
 Explicar que a turma será dividida em três grupos, cada um 
responsável por produzir um gênero textual já estudado: 
o Grupo 1: bilhete 
o Grupo 2: convite 
o Grupo 3: notícia 
 Entregar a cada grupo um roteiro de orientação semelhante aos 
usados nas aulas anteriores. 
3. Produção coletiva dos textos (20 minutos) 
 Os grupos irão: 
o Planejar a escrita a partir da situação comunicativa proposta 
pelo professoro Redigir o texto em rascunho 
o Passar a limpo e ilustrar em cartolina 
 O professor acompanha os grupos, orientando o uso adequado da 
linguagem e da estrutura. 
4. Apresentação dos textos (10 minutos) 
 Cada grupo apresenta oralmente o texto produzido, explicando a 
escolha do tema e os elementos utilizados. 
 O professor faz observações positivas, reforçando os objetivos 
alcançados. 
5. Encerramento (5 minutos) 
 Refletir com a turma: 
o “O que aprendemos sobre os textos que usamos no nosso dia a 
dia?” 
o “Qual gênero você mais gostou de produzir? Por quê?” 
 Organizar os textos produzidos em uma pasta ou mural temático da 
sala: “Gêneros Textuais na Prática”. 
AVALIAÇÃO DA AULA 
Critérios: 
 Participação ativa nas atividades em grupo 
 Respeito à estrutura e à função social do gênero proposto 
 Clareza, criatividade e coerência textual 
 Colaboração e organização no trabalho coletivo 
Instrumentos: 
 Observação direta do professor 
 Produções escritas dos grupos 
 Autoavaliação oral (comentários finais dos alunos) 
REFERÊNCIAS 
 BRASIL. Base Nacional Comum Curricular. Ministério da Educação, 
2018. Disponível em: https://basenacionalcomum.mec.gov.br/. 
 ANTUNES, Irandé. Linguagem e ensino: perspectivas para a sala de 
aula. São Paulo: Parábola Editorial, 2003. 
 DOLZ, Joaquim; SCHNEUWLY, Bernard. Gêneros orais e escritos na 
 
 
 
 
 
 
escola. Campinas: Mercado de Letras, 2004. 
 SÃO PAULO (Estado). Caderno do Professor – Língua Portuguesa – 
5º ano. São Paulo: SEE, 2020. 
ANEXOS PLANO DE AULA 5 
 Roteiros de produção para bilhete, convite e notícia 
 Cartolinas com os textos produzidos 
 Fichas com instruções para os grupos 
 Imagens dos trabalhos finais (caso digitalizados) 
 Modelo de organização do mural: “Gêneros Textuais na Prática” 
 
 
VI. SEQUÊNCIA DIDÁTICA 2 
 
SEQUÊNCIA DIDÁTICA 2 
 
Tema Geral: Sistema Monetário Brasileiro: resolvendo situações do cotidiano 
com reais e centavos 
 
Componente Curricular: Matemática 
Unidade temática: Números 
Objeto de conhecimento: Sistema monetário brasileiro; resolução de 
problemas com adição, subtração, multiplicação e divisão envolvendo valores 
monetários 
 
Turma: 5º ano Duração: 5 
horas/aula 
Período: 
De: 23/06/2025 
até: 28/06/2025 
 
 
OBJETIVOS 
Compreender e utilizar o sistema monetário brasileiro por meio da 
identificação, leitura, escrita e resolução de situações-problema que 
envolvam valores em reais e centavos. Desenvolver a capacidade de aplicar 
as quatro operações fundamentais em contextos de compra, venda, troco e 
comparação de preços. 
 
 
 
 
 
 
COMPETÊNCIAS 
 Utilizar o conhecimento matemático para resolver situações do 
cotidiano, interpretar e representar valores monetários. 
 Desenvolver o pensamento lógico e a capacidade de argumentação 
ao resolver problemas financeiros simples. 
 Compreender e aplicar as operações fundamentais em diferentes 
contextos, especialmente aqueles relacionados ao uso do dinheiro. 
HABILIDADES 
 EF05MA03: Resolver e elaborar problemas com as operações 
fundamentais, com números naturais e com números racionais na 
representação decimal, utilizando estratégias pessoais e 
convencionais. 
 EF05MA07: Estimar, calcular e comparar valores monetários em 
situações cotidianas, com registros em reais e centavos, usando 
cédulas e moedas do sistema monetário brasileiro. 
 EF05MA12: Utilizar diferentes estratégias de cálculo, incluindo cálculo 
mental, para resolver problemas envolvendo adição, subtração, 
multiplicação e divisão com valores monetários. 
AVALIAÇÃO GERAL 
A avaliação será contínua, diagnóstica e formativa, observando o 
desenvolvimento dos alunos na resolução de problemas, compreensão dos 
conceitos e participação nas atividades. Serão utilizados os seguintes 
instrumentos: 
 Registro das observações do professor (participação, raciocínio lógico 
e cooperação em atividades em grupo) 
 Produções individuais e coletivas (resolução de problemas, jogos 
matemáticos, situações simuladas de compra e venda) 
 Autoavaliação (oral ou escrita) 
 Atividades escritas (exercícios, tarefas e desafios matemáticos 
contextualizados) 
A avaliação valorizará o progresso do aluno, sua capacidade de aplicar 
 
 
 
 
 
 
conhecimentos em situações reais e a construção de soluções com 
justificativas coerentes. 
REFERÊNCIAS 
 BRASIL. Base Nacional Comum Curricular. Ministério da Educação, 
2018. Disponível em: https://basenacionalcomum.mec.gov.br/. 
 SMOLE, Kátia; DINIZ, Maria Ignez. Matemática: conceitos e práticas 
para os anos iniciais do ensino fundamental. São Paulo: Saraiva, 
2015. 
 LOPES, Eliane Marta Teixeira. Ensinar matemática no ensino 
fundamental. Porto Alegre: Penso, 2014. 
 PARANÁ. Secretaria da Educação. Caderno Pedagógico de 
Matemática – 5º ano. Curitiba: SEED, 2021. 
OBS.: Os recursos/materiais didáticos e procedimentos metodológicos, são descritos em cada 
um dos planos de aula (total de 5h/a). 
 
PLANO DE AULA 1 
Tempo Estimado (nº de aulas): 01 
RECURSOS/MATERIAIS DIDÁTICOS 
 Quadro branco e pincel atômico 
 Cartaz com imagens das moedas e cédulas brasileiras 
 Cartões ilustrados com valores monetários (moedas e cédulas 
fictícias) 
 Quadro valorativo (representando cédulas e moedas reais) 
 Vídeo educativo curto sobre o real (opcional) 
 Lápis, borracha e caderno 
 Folha de atividade impressa com exercícios de associação e 
composição de valores 
PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS 
1. Acolhimento e introdução (10 minutos) 
 Iniciar com uma conversa informal: 
 
 
 
 
 
 
o “Qual foi a última vez que você usou dinheiro?” 
o “Quais moedas e cédulas você conhece?” 
 Apresentar, com o apoio do cartaz, as moedas (R$ 0,01 a R$ 1,00) e 
cédulas (R$ 2,00 a R$ 200,00) do Brasil. 
2. Exploração do conteúdo (15 minutos) 
 Exibir as imagens ampliadas das cédulas e moedas, explicando cores, 
tamanhos e figuras. 
 Com apoio visual, discutir a equivalência entre moedas e cédulas (ex: 
R$ 1,00 = 2 moedas de R$ 0,50, etc.) 
 Se possível, exibir um vídeo curto sobre o real, produzido pelo Banco 
Central ou disponível em canais educativos confiáveis. 
3. Atividade prática (20 minutos) 
 Entregar cartões com valores fictícios e propor desafios em grupo: 
o "Monte R$ 5,00 usando apenas moedas" 
o "Que troco você daria para uma compra de R$ 8,00 com uma 
nota de R$ 10,00?" 
 Aplicar folha de exercícios com situações de reconhecimento e 
composição de valores monetários. 
 Circular entre os grupos para auxiliar nas dúvidas e observar 
estratégias de resolução. 
4. Encerramento e sistematização (5 minutos) 
 Recapitular os conceitos aprendidos com perguntas rápidas: 
o “Quantos centavos tem 1 real?” 
o “Quais cédulas usamos para pagar uma conta de R$ 22,00?” 
 Propor como tarefa de casa: observar e anotar os valores das 
moedas/cédulas que tiverem contato durante o dia. 
AVALIAÇÃO DA AULA 
Critérios: 
 Reconhecimento das cédulas e moedas do sistema monetário 
brasileiro 
 Participação nas atividades práticas 
 Compreensão de equivalência entre valores 
 
 
 
 
 
 
 Resolução correta das questões propostas 
Instrumentos: 
 Observação direta da participação e cooperação em grupo 
 Correção das atividades escritas individuais 
 Registros no caderno 
REFERÊNCIAS 
 BRASIL. Base Nacional Comum Curricular. Ministério da Educação, 
2018. Disponível em: https://basenacionalcomum.mec.gov.br/. 
 BANCO CENTRAL DO BRASIL. Conhecendo o Dinheiro. Disponível 
em: https://www.bcb.gov.br/ 
 SMOLE, Kátia; DINIZ, Maria Ignez. Matemática: conceitos e práticas 
para os anos iniciais do ensino fundamental. São Paulo: Saraiva, 
2015. 
 PARANÁ. Secretaria da Educação. Caderno Pedagógico de 
Matemática – 5º ano. Curitiba: SEED, 2021. 
ANEXOS PLANO DE AULA 1 
 Cartaz com imagens das moedas e cédulas do Brasil 
 Cartões ilustrados com valores monetários (moedas e cédulas fictícias 
paraatividades) 
 Folha de atividades com composição de valores e troco 
 Roteiro das perguntas de sistematização oral 
 
PLANO DE AULA 2 
Tempo Estimado (nº de aulas): 01 
RECURSOS/MATERIAIS DIDÁTICOS 
 Quadro branco e pincel atômico 
 Conjunto de cédulas e moedas fictícias impressas (cartão ou papel-
cartão) 
 Caderno, lápis, borracha 
 Folhas de atividades com problemas de composição de valores 
 Cartaz com exemplos de decomposição (ex: R$ 10,00 = R$ 5,00 + R$ 
https://www.bcb.gov.br/
 
 
 
 
 
 
2,00 + R$ 2,00 + R$ 1,00) 
 Tabela de comparação de preços (opcional) 
PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS 
1. Retomada e problematização (10 minutos) 
 Iniciar com uma breve revisão da aula anterior, relembrando os nomes 
e valores das moedas e cédulas. 
 Propor a seguinte situação problema: 
o “Se você tem R$ 20,00 e quer comprar algo que custa R$ 
13,00, como pode pagar e quanto receberá de troco?” 
2. Exploração do conteúdo – composição e decomposição (15 minutos) 
 Apresentar no quadro diferentes formas de montar um mesmo valor 
(ex: R$ 5,00 pode ser 5 moedas de R$ 1,00 ou 2 de R$ 2,00 + 1 de 
R$ 1,00). 
 Mostrar como decompor valores em múltiplas combinações. 
 Envolver os alunos em perguntas práticas: 
o “Como posso montar R$ 7,00 usando apenas cédulas?” 
o “E usando apenas moedas?” 
3. Atividade prática em dupla (20 minutos) 
 Entregar conjuntos de moedas e cédulas fictícias e propor os 
seguintes desafios: 
o Montar valores a partir de combinações sugeridas. 
o Resolver pequenos problemas de compra e troco usando os 
materiais. 
 Utilizar a folha de atividade com exercícios de: 
o Composição de valores 
o Decomposição de valores 
o Situações de troco simples 
4. Socialização e sistematização (5 minutos) 
 Solicitar que algumas duplas compartilhem como resolveram os 
desafios. 
 Finalizar com um breve resumo sobre a importância de saber montar e 
 
 
 
 
 
 
decompor valores em situações cotidianas (mercado, transporte, etc.). 
AVALIAÇÃO DA AULA 
Critérios: 
 Capacidade de compor e decompor valores corretamente 
 Participação nas atividades em dupla 
 Aplicação de raciocínio lógico na resolução dos problemas propostos 
 Clareza no registro das resoluções no caderno 
Instrumentos: 
 Folha de atividade com questões resolvidas 
 Observação direta da participação e cooperação entre os colegas 
 Registros individuais no caderno 
REFERÊNCIAS 
 BRASIL. Base Nacional Comum Curricular. Ministério da Educação, 
2018. Disponível em: https://basenacionalcomum.mec.gov.br/. 
 SMOLE, Kátia; DINIZ, Maria Ignez. Matemática: conceitos e práticas 
para os anos iniciais do ensino fundamental. São Paulo: Saraiva, 
2015. 
 PARANÁ. Secretaria da Educação. Caderno Pedagógico de 
Matemática – 5º ano. Curitiba: SEED, 2021. 
 BANCO CENTRAL DO BRASIL. Conhecendo o Dinheiro. Disponível 
em: https://www.bcb.gov.br/ 
ANEXOS PLANO DE AULA 2 
 Conjunto de cédulas e moedas fictícias para recorte e uso 
 Cartaz com exemplos de decomposição de valores 
 Folha de atividades com desafios e problemas matemáticos 
 Tabela de apoio para composição de valores 
 
 
 
PLANO DE AULA 3 
Tempo Estimado (nº de aulas): 01 
https://www.bcb.gov.br/
 
 
 
 
 
 
RECURSOS/MATERIAIS DIDÁTICOS 
 Quadro branco e pincel atômico 
 Caderno, lápis, borracha 
 Folha impressa do Produto Educacional: Jogo de Problemas Monetários (anexo) 
 Cartas ou fichas com situações-problema (impressas e recortadas) 
 Material manipulado: moedas e cédulas fictícias (cartão) 
 Calculadora simples (opcional, para conferência) 
PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS 
1. Acolhida e revisão breve (10 minutos) 
 Relembrar os valores das moedas e cédulas brasileiros. 
 Dialogar com a turma sobre a importância de resolver problemas que envolvem 
dinheiro no dia a dia. 
2. Apresentação do Produto Educacional (5 minutos) 
 Apresentar o Jogo de Problemas Monetários, que consiste em cartas com situações 
reais de compra, venda, troco e cálculo de despesas. 
 Explicar as regras: os alunos, em grupos, devem escolher cartas e resolver os 
problemas usando o material manipulado e os cálculos. 
3. Desenvolvimento da atividade (25 minutos) 
 Dividir a turma em pequenos grupos (3 ou 4 alunos). 
 Cada grupo receberá um conjunto de cartas e o material manipulado. 
 Os grupos devem analisar cada problema, discutir estratégias e registrar as soluções 
no caderno. 
 O professor circula pela sala, auxiliando, mediando discussões e promovendo o 
raciocínio. 
4. Socialização e conclusão (10 minutos) 
 Cada grupo apresenta um problema resolvido para a turma, explicando o raciocínio 
adotado. 
 Finalizar ressaltando as estratégias utilizadas para resolver os problemas e a 
importância da matemática no cotidiano. 
AVALIAÇÃO DA AULA 
Critérios: 
 
 
 
 
 
 
 Capacidade de interpretar e resolver problemas envolvendo dinheiro 
 Trabalho colaborativo e participação ativa 
 Clareza na apresentação e justificativa das respostas 
 Uso adequado do material manipulado para a resolução 
Instrumentos: 
 Observação direta do professor durante a atividade em grupo 
 Análise das respostas escritas nos cadernos 
 Apresentação oral dos grupos 
REFERÊNCIAS 
 BRASIL. Base Nacional Comum Curricular. Ministério da Educação, 2018. 
Disponível em: https://basenacionalcomum.mec.gov.br/. 
 SMOLE, Kátia; DINIZ, Maria Ignez. Matemática: conceitos e práticas para os anos 
iniciais do ensino fundamental. São Paulo: Saraiva, 2015. 
 BANCO CENTRAL DO BRASIL. Conhecendo o Dinheiro. Disponível em: 
https://www.bcb.gov.br/. 
 PARANÁ. Secretaria da Educação. Caderno Pedagógico de Matemática – 5º ano. 
Curitiba: SEED, 2021. 
ANEXOS PLANO DE AULA 3 
 Roteiro descritivo do Produto Educacional: Jogo de Problemas Monetários 
 Cartas/fichas com situações-problema para recorte e uso 
 Imagens do material manipulado (moedas e cédulas fictícias) 
 Folha para registro das soluções pelos alunos 
 
ROTEIRO DESCRITIVO DO PRODUTO EDUCACIONAL 
Título: Jogo de Problemas Monetários: Explorando o Uso do Dinheiro no Cotidiano 
OBJETO DO CONHECIMENTO 
 Sistema monetário brasileiro: reconhecimento e uso de moedas e cédulas 
 Resolução de problemas envolvendo adição, subtração, multiplicação e divisão com 
valores em reais e centavos 
 Raciocínio lógico-matemático aplicado a situações práticas do dia a dia 
 Estratégias de cálculo mental e utilização de material manipulado para compreensão 
do valor monetário 
OBJETIVO DIDÁTICO DO PRODUTO EDUCACIONAL 
 Desenvolver a habilidade dos alunos em resolver problemas matemáticos 
https://www.bcb.gov.br/
 
 
 
 
 
 
relacionados ao uso do dinheiro. 
 Estimular o pensamento crítico e colaborativo por meio de atividades em grupo. 
 Consolidar o entendimento do sistema monetário brasileiro e sua aplicação em 
contextos cotidianos. 
 Incentivar a autonomia na elaboração de estratégias para cálculo e troco. 
DESCRIÇÃO DO PRODUTO EDUCACIONAL E FORMAS DE UTILIZAR 
Descrição: 
O produto é um jogo educativo físico, composto por um conjunto de cartas ou fichas 
com situações-problema que envolvem compra, venda, cálculo de troco e comparação de 
preços, além de material manipulado (moedas e cédulas fictícias em papel-cartão) para 
auxiliar na resolução. 
Os alunos, organizados em grupos, escolhem cartas contendo problemas matemáticos que 
devem ser solucionados utilizando as moedas e cédulas fictícias e estratégias de cálculo. A 
dinâmica propicia a interação, a discussão e a prática efetiva do uso do sistema monetário. 
Formas de utilizar: 
 Em aulas presenciais, como atividade de matemática lúdica e colaborativa. 
 Pode ser adaptado para grupos de diferentes níveis de aprendizagem, ajustando a 
complexidade das situações. 
 É possível ampliar o jogo para ambiente virtual, com fichas digitais e simuladores de 
moedas (não incluídos neste produto). 
 
REFERÊNCIAS 
 BRASIL. Base Nacional Comum Curricular.Ministério da Educação, 2018. 
Disponível em: https://basenacionalcomum.mec.gov.br/. 
 BANCO CENTRAL DO BRASIL. Conhecendo o Dinheiro. Disponível em: 
https://www.bcb.gov.br/. 
 SMOLE, Kátia; DINIZ, Maria Ignez. Matemática: conceitos e práticas para os anos 
iniciais do ensino fundamental. São Paulo: Saraiva, 2015. 
ANOTAÇÕES, OBSERVAÇÕES E/OU ANEXOS 
 As situações-problema foram elaboradas para contemplar diferentes operações 
matemáticas, estimulando o cálculo mental e o uso do material manipulado. 
 Recomenda-se a organização dos grupos de forma heterogênea para favorecer a 
troca de saberes. 
 Anexo: lista das cartas/fichas com os problemas e suas respectivas soluções 
https://www.bcb.gov.br/
 
 
 
 
 
 
detalhadas. 
 Anexo: folha para registro das respostas e estratégias adotadas pelos alunos 
durante a atividade. 
Anexo: Exemplos de Cartas/Fichas com Situações-Problema 
1. Você quer comprar um brinquedo que custa R$ 15,00. Você tem uma nota de R$ 
20,00. Quanto receberá de troco? 
Resposta: R$ 5,00 
2. Ana comprou 3 sorvetes que custam R$ 4,50 cada. Quanto Ana gastou no total? 
Resposta: R$ 13,50 
3. João tem R$ 10,00 em moedas de R$ 1,00. Ele quer trocar por cédulas. Quantas 
cédulas ele receberá? 
Resposta: 1 nota de R$ 10,00 
4. Maria comprou um lanche por R$ 7,25 e pagou com uma nota de R$ 10,00. Quanto 
ela deve receber de troco? 
Resposta: R$ 2,75 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
PLANO DE AULA 4 
Tempo Estimado (nº de aulas): 01 
RECURSOS/MATERIAIS DIDÁTICOS 
 Quadro branco e pincel atômico 
 Cartões com situações-problema envolvendo compra de múltiplos 
itens (multiplicação) e divisão de valores 
 Caderno, lápis, borracha 
 Calculadora simples (opcional – para verificação das operações) 
 Tabela com preços de produtos diversos 
 
 
 
 
 
 
 Folha de atividades com enunciados para resolução individual e em 
grupo 
PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS 
1. Início e contextualização (10 minutos) 
 Iniciar a aula com perguntas como: 
o “Se um picolé custa R$ 2,00, quanto gastamos para comprar 
5?” 
o “Se temos R$ 18,00 e vamos dividir igualmente entre 3 
pessoas, quanto cada uma recebe?” 
 Escrever os exemplos no quadro e perguntar quais operações seriam 
utilizadas: multiplicação e divisão. 
2. Exploração do conteúdo (15 minutos) 
 Explicar como aplicar a multiplicação para descobrir o valor de vários 
itens iguais. 
 Explicar a divisão para repartir valores em partes iguais (situações de 
troco ou divisão de despesas). 
 Usar uma tabela de preços simulada para praticar: 
o Ex: “Um ingresso custa R$ 12,00. Quanto custa para uma 
família de 4 pessoas?” 
o “Se 6 amigos compraram juntos um presente de R$ 60,00, 
quanto cada um pagou?” 
3. Atividade prática (20 minutos) 
 Entregar folha com exercícios variados: 
o Multiplicação: preço unitário × quantidade 
o Divisão: dividir valor total entre número de pessoas 
 Propor resolução em duplas e, depois, correção coletiva. 
 Estimular que os alunos expliquem os passos dos cálculos no 
caderno. 
4. Encerramento e reflexão (5 minutos) 
 Finalizar com um breve jogo oral: o professor fala um problema e os 
alunos respondem rapidamente em voz alta. 
 
 
 
 
 
 
 Exemplo: “Se uma pizza custa R$ 36,00 e será dividida entre 6 
pessoas, quanto cada um pagará?” 
 Reforçar a utilidade dessas operações para o cotidiano. 
AVALIAÇÃO DA AULA 
Critérios: 
 Aplicação correta da multiplicação e divisão em problemas com 
dinheiro 
 Participação ativa nas discussões e nas resoluções em dupla 
 Clareza nos registros escritos 
 Desenvolvimento de estratégias matemáticas adequadas 
Instrumentos: 
 Correção das atividades escritas 
 Observação direta do professor 
 Participação oral e cooperação com colegas 
REFERÊNCIAS 
 BRASIL. Base Nacional Comum Curricular. Ministério da Educação, 
2018. Disponível em: https://basenacionalcomum.mec.gov.br/. 
 SMOLE, Kátia; DINIZ, Maria Ignez. Matemática: conceitos e práticas 
para os anos iniciais do ensino fundamental. São Paulo: Saraiva, 
2015. 
 LOPES, Eliane Marta Teixeira. Ensinar matemática no ensino 
fundamental. Porto Alegre: Penso, 2014. 
 PARANÁ. Secretaria da Educação. Caderno Pedagógico de 
Matemática – 5º ano. Curitiba: SEED, 2021. 
 
 
ANEXOS PLANO DE AULA 4 
 Tabela de preços fictícios (itens de supermercado, brinquedos, 
lanches, etc.) 
 Cartões com enunciados de problemas 
 Folha de atividades com situações de multiplicação e divisão 
 Gabarito das atividades para correção coletiva 
 
 
 
 
 
 
 
 
PLANO DE AULA 5 
Tempo Estimado (nº de aulas): 01 
RECURSOS/MATERIAIS DIDÁTICOS 
 Mesas organizadas em formato de bancas de feira ou loja fictícia 
 Etiquetas de preços (impressas com valores diversos) 
 Dinheiro fictício (moedas e cédulas de papel-cartão) 
 Bloco de anotações ou fichas de controle de “vendas” e “compras” 
 Crachás de identificação para alunos (cliente ou vendedor) 
 Calculadora simples (opcional, para conferência) 
 Quadro branco e pincel atômico para organização inicial 
 Caderno e lápis 
PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS 
1. Introdução (10 minutos) 
 Apresentar a proposta da aula: realização de uma simulação de feira 
escolar, onde os alunos poderão praticar o uso do dinheiro em 
situações reais de compra e venda. 
 Explicar as regras: os alunos serão divididos entre clientes e 
vendedores, com troca de papéis na metade do tempo. 
 Cada vendedor receberá itens fictícios com etiquetas de preços. 
Clientes terão uma quantia de dinheiro fictício e uma lista com itens a 
serem comprados. 
2. Desenvolvimento (30 minutos) 
 Início da simulação: 
o Metade da turma atua como vendedores, e a outra metade 
como clientes. 
o Após 15 minutos, os papéis se invertem. 
o Durante a atividade, alunos devem calcular os valores das 
compras, conceder troco, fazer anotações das transações e 
simular o uso de cédulas e moedas reais. 
 O professor acompanha o andamento, orientando e observando as 
estratégias utilizadas pelos alunos. 
 
 
 
 
 
 
3. Encerramento e socialização (10 minutos) 
 Reunir a turma e debater sobre a experiência: 
o O que foi fácil ou difícil na hora de calcular o troco? 
o Alguém recebeu ou deu troco errado? Por quê? 
o Como podemos aplicar isso no nosso dia a dia? 
 Registrar no quadro as aprendizagens construídas coletivamente. 
AVALIAÇÃO DA AULA 
Critérios: 
 Aplicação correta das operações matemáticas (adição, subtração, 
multiplicação) 
 Participação ativa na atividade simulada 
 Capacidade de usar o sistema monetário de forma funcional 
 Organização nos registros e na comunicação com os colegas 
Instrumentos: 
 Observação direta do professor 
 Fichas de controle de vendas e anotações feitas pelos alunos 
 Participação oral durante a socialização 
 Registro individual no caderno ao final da aula (o que aprendeu e o 
que achou da atividade) 
REFERÊNCIAS 
 BRASIL. Base Nacional Comum Curricular. Ministério da Educação, 
2018. Disponível em: https://basenacionalcomum.mec.gov.br/. 
 SMOLE, Kátia; DINIZ, Maria Ignez. Matemática: conceitos e práticas 
para os anos iniciais do ensino fundamental. São Paulo: Saraiva, 
2015. 
 PARANÁ. Secretaria da Educação. Caderno Pedagógico de 
Matemática – 5º ano. Curitiba: SEED, 2021. 
ANEXOS PLANO DE AULA 5 
 Modelos de etiquetas com preços para os produtos simulados 
 Cédulas e moedas fictícias para impressão 
 Fichas de anotações de vendas e compras 
 Lista de compras simulada para cada grupo de clientes 
 Crachás de papel para identificação de papéis (cliente/vendedor) 
 
 
 
 
 
 
 
VII. TEXTO REFLEXIVO ELABORADO PELO GRUPO ACERCA DAS ATIVIDADES 
DESENVOLVIDAS AO LONGO DA PRÁTICA PEDAGÓGICA DO 4° MÓDULO 
 
DESAFIOS E DESCOBERTAS NA PRÁTICA PEDAGÓGICA: INFÂNCIA E SUAS 
LINGUAGENS 
 
A partir das observações realizadas por mim, o tópico que mais chamou atenção 
está relacionado à limitação de recursos pedagógicos e às condições estruturaisda 
escola observada, situada em uma área rural de difícil acesso. Apesar das dificuldades, 
foi possível perceber o esforço e a dedicação da professora em desenvolver atividades 
significativas com os poucos materiais disponíveis. Em relação à temática da Prática 
Pedagógica: Infância e suas Linguagens, observei que a diversidade de linguagens — 
oral, escrita, corporal e visual — está presente no cotidiano dos estudantes, mesmo que 
de forma espontânea e não sistematizada. 
Durante a vivência, um dos principais desafios foi a realização das observações 
em uma escola de zona rural, com deslocamento limitado, infraestrutura precária e 
dificuldade de comunicação com os docentes. Ainda assim, consegui realizar diálogos 
produtivos com a professora responsável, que me permitiram refletir sobre a realidade 
do ensino em contextos mais vulneráveis. A escassez de recursos e espaços 
apropriados para atividades específicas com as linguagens revelou a importância da 
criatividade e do planejamento na prática docente. 
Observar e experimentar o papel de professor foi uma experiência enriquecedora. 
Elaborar e aplicar as sequências didáticas me proporcionou compreender a 
complexidade de ensinar em um ambiente onde nem sempre o ideal é possível. Senti-
me desafiado a buscar alternativas para tornar as atividades mais envolventes, 
respeitando o contexto social, cultural e afetivo dos alunos. A pesquisa de materiais para 
a criação das sequências didáticas me levou a refletir sobre a importância do 
protagonismo infantil e sobre como proporcionar experiências que valorizem o saber 
prévio dos estudantes. 
Com relação às metodologias utilizadas, percebi que a professora se apoia 
majoritariamente em abordagens tradicionais, com uso do livro didático como principal 
 
 
 
 
 
 
instrumento. No entanto, identifiquei momentos de inovação por meio de atividades 
como dramatizações, rodas de conversa e uso de recursos naturais, que favorecem a 
participação ativa dos alunos. Meu planejamento foi fundamentado em metodologias 
ativas e lúdicas, buscando atender às diferentes linguagens propostas pela BNCC. 
Durante a intervenção, atividades com desenho, reconto oral e jogos educativos se 
mostraram eficazes na mediação do conhecimento. 
Em síntese, essa experiência foi transformadora para minha formação docente. 
Ampliei meu olhar sobre a infância e suas linguagens e compreendi que, mesmo diante 
de adversidades, é possível proporcionar uma educação significativa e humanizada. 
Reafirmei a importância de se pensar em práticas pedagógicas que considerem a 
realidade dos alunos, utilizando metodologias criativas, afetivas e interativas. A Prática 
Pedagógica do 4º módulo me fez perceber que ser professor exige sensibilidade, 
preparo, flexibilidade e, acima de tudo, compromisso com a formação integral das 
crianças. 
VIII. DOCUMENTOS, PRODUÇÃO E EVIDÊNCIAS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA (anexar o 
que está sendo solicitado) 
 
 
 
 
 
 
ANEXO 1 – Registros do Acadêmico 1 
1.1 Registro do texto Síntese das observações realizadas pelo Acadêmico 1 
 
A atividade de observação foi realizada na Escola Umbelina Pires de Freitas, 
com turmas de 1º a 5 ano (multisseriado), pertencente à etapa da Educação 
Infantil/Ensino Fundamental – Anos Iniciais. As observações ocorreram durante o 
período de 02 a 30 de junho de 2025, sendo possível acompanhar diferentes 
momentos da rotina escolar, como a entrada dos alunos, atividades em sala de aula, 
recreio e interações no ambiente externo, como pátio e biblioteca. 
Durante as observações, buscou-se compreender as metodologias utilizadas 
pelos professores, a organização do espaço pedagógico, bem como as interações 
entre os alunos, docentes e demais profissionais da escola. Notou-se que o 
planejamento das aulas priorizava atividades lúdicas e interativas, especialmente 
nas propostas voltadas ao desenvolvimento das linguagens da infância, promovendo 
a participação ativa das crianças e a construção do conhecimento de forma 
significativa. 
Foi possível perceber a importância do acolhimento e do vínculo afetivo 
estabelecido entre professor e aluno, elemento fundamental para o desenvolvimento 
da aprendizagem. As práticas observadas demonstraram coerência com os 
princípios da Base Nacional Comum Curricular (BNCC), respeitando os direitos de 
aprendizagem e os campos de experiência propostos para a faixa etária observada. 
Outro aspecto relevante foi a atenção à diversidade no contexto escolar. Em 
diversos momentos, o professor adaptou as atividades de forma inclusiva, 
garantindo que todos os alunos pudessem participar, independentemente de suas 
particularidades. A gestão do tempo e dos recursos também chamou atenção, 
mostrando um ambiente organizado e propício ao aprendizado. 
Em síntese, a experiência de observação contribuiu significativamente para a 
compreensão da prática pedagógica na educação infantil/ensino fundamental, 
evidenciando a importância da intencionalidade educativa, do planejamento e da 
escuta atenta às necessidades dos alunos. A vivência trouxe reflexões importantes 
sobre o papel do educador na mediação das aprendizagens e no desenvolvimento 
integral das crianças. 
 
 
 
 
 
 
1.2 Declaração de Comparecimento do Acadêmico 1 
 
 
 
 
 
 
 
 
PORTFÓLIO DA PRÁTICA PEDAGÓGICA: INFÂNCIA E SUAS 
LINGUAGENS 
 
I. IDENTIFICAÇÃO 
1. Nome do curso: Licenciatura em Pedagogia 
2. Nome do acadêmico/matrícula: Thaís dos Santos Barros, 6439208 
II. TEXTO AUTORAL SOBRE AS ATIVIDADES DESENVOLVIDAS AO LONGO DA PRÁTICA 
PEDAGÓGICA 
Durante a disciplina Infância e suas Linguagens, tive a oportunidade de vivenciar 
experiências pedagógicas que ampliaram minha percepção sobre o universo da criança e 
suas múltiplas formas de expressão. Ao longo da prática, compreendi que a infância é um 
período rico em significados, onde a criança se comunica não apenas por palavras, mas 
também por meio do corpo, do brincar, da arte, da música, das histórias e do faz de conta. 
Uma das maiores aprendizagens foi perceber a importância do planejamento 
sensível, que valoriza o protagonismo infantil e respeita o tempo de cada criança. As 
atividades desenvolvidas priorizaram a escuta ativa e a observação atenta, elementos 
fundamentais para compreender as necessidades e interesses do grupo infantil. Foi 
enriquecedor perceber como as linguagens infantis se manifestam de forma espontânea e 
autêntica quando o ambiente é acolhedor, desafiador e instigante. 
Entre os desafios enfrentados, destaco a necessidade de desconstruir práticas 
engessadas, muitas vezes focadas apenas no conteúdo, para dar lugar a uma abordagem 
mais lúdica e significativa. Além disso, houve limitações quanto ao tempo de convivência 
com as crianças, o que nos impôs o desafio de criar vínculos em um curto espaço de tempo, 
mas também nos ensinou a ser mais sensíveis e atentos aos pequenos detalhes do 
cotidiano escolar. 
A prática pedagógica evidenciou que, apesar das limitações, a escuta, o afeto e o 
respeito são ferramentas essenciais na relação com a criança. Compreendi que cada gesto 
infantil é uma forma de linguagem e que o educador precisa ter sensibilidade para 
interpretá-los. Essa vivência reforçou a importância de reconhecer a criança como sujeito de 
direitos, criativa e capaz de construir conhecimento, fortalecendo meu compromisso com 
uma atuação sensível, mediadora e provocadora das múltiplas linguagens da infância. 
 
 
 
 
 
 
III. DOCUMENTOS, PRODUÇÃO E EVIDÊNCIAS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA 
1. Registros fotográficos. 
 
 
 
 
 
 
 
 
2. Termo de Consentimento Livre e Esclarecido. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
3. Roteiro da entrevista. 
ROTEIRO DE ENTREVISTA 
 
1. IDENTIFICAÇÃO 
 
1.1 IDENTIFICAÇÃO ACADÊMICA 
Nome do(a) acadêmico(a): Thaís dos Santos Barros 
Curso: Licenciatura em Pedagogia 
Disciplina: Prática Pedagógica 
Nome do Professor: Débora Cristina Sterlig 
 
1.2 DADOSRELACIONADOS À ENTREVISTA 
 
Escola selecionada: Escola de Ensino Fundamental Umbilina Pires Freitas 
Entrevistado: Maria Cristina Paula de Almeida 
Função do entrevistado: Professora 
Data: 02/06/2025 
 
2. ROTEIRO DE ENTREVISTA 
 
QUESTÃO 1: Qual é a sua formação acadêmica e como se deu sua escolha pela área 
da Educação? 
 
QUESTÃO 2: Há quanto tempo atua na área educacional e quais foram os principais 
desafios enfrentados ao longo de sua carreira? 
QUESTÃO 3: Quais são os recursos didáticos que você mais utiliza em suas aulas e por 
que os considera eficazes? 
QUESTÃO 4: Você utiliza tecnologias digitais ou metodologias ativas em sua prática 
pedagógica? Poderia citar exemplos e relatar como elas impactam o processo de 
ensino-aprendizagem? 
 
QUESTÃO 5: Já aplicou alguma estratégia inovadora ou projeto interdisciplinar com 
seus alunos? Como foi a aceitação e os resultados obtidos? 
 
QUESTÃO 6: Quais habilidades e competências você considera essenciais para o 
exercício da docência nos dias atuais? 
 
QUESTÃO 7: Como você busca se manter atualizado(a) profissionalmente e quais são 
os principais caminhos que recomenda para outros educadores? 
 
QUESTÃO 8: Quais foram os maiores desafios e também as maiores conquistas da sua 
trajetória como educador(a)? 
 
Questão 9: Como você enxerga o futuro da educação nos próximos anos, considerando 
as mudanças tecnológicas e sociais? 
QUESTÃO 10: Na sua visão, quais aspectos devem ser priorizados na formação dos 
novos professores para que estejam preparados para os desafios da educação 
contemporânea? 
 
 
 
 
 
 
 
4. Transcrição da resposta da entrevista ou link da gravação. 
 
2. ROTEIRO DE ENTREVISTA 
QUESTÃO 1: 
Resposta: Sou graduada em Pedagogia pela Universidade Federal do Acre e pós-graduada em 
Psicopedagogia. Desde muito jovem, sempre gostei de ensinar e ajudar meus colegas na escola. 
Com o tempo, percebi que a Educação era o meu verdadeiro propósito de vida. Escolhi a Pedagogia 
por acreditar que é por meio dela que podemos transformar realidades. 
QUESTÃO 2: 
Resposta: Atuo há cerca de 18 anos na Educação. Um dos maiores desafios foi trabalhar com 
turmas heterogêneas, com diferentes níveis de aprendizagem e realidades socioeconômicas. Outro 
desafio constante é a escassez de recursos e a desvalorização profissional, que infelizmente ainda 
fazem parte da nossa realidade. 
QUESTÃO 3: 
Resposta: Utilizo bastante materiais concretos, jogos pedagógicos, livros de literatura infantil, vídeos 
educativos e cartazes. Esses recursos tornam as aulas mais atrativas, favorecem a aprendizagem 
significativa e despertam o interesse dos alunos, especialmente nas séries iniciais. 
QUESTÃO 4: 
Resposta: Sim. Sempre que possível, utilizo vídeos, apresentações em slides e jogos interativos. Já 
trabalhei com a metodologia de rotação por estações, onde os alunos circulam entre diferentes 
atividades. Isso promove maior autonomia, participação e colaboração entre eles. 
QUESTÃO 5: 
Resposta: Sim. Desenvolvemos um projeto interdisciplinar sobre alimentação saudável, envolvendo 
Ciências, Matemática, Português e Artes. Os alunos fizeram pesquisas, prepararam cartazes, 
calcularam receitas e apresentaram um seminário. A aceitação foi excelente, e percebi um real 
envolvimento da turma. 
QUESTÃO 6: 
Resposta: Acredito que o professor precisa ser empático, criativo, flexível e ter capacidade de 
trabalhar com diferentes tecnologias. Além disso, é essencial saber ouvir, dialogar e estar aberto às 
mudanças. 
QUESTÃO 7: 
Resposta: Participo de cursos de formação continuada, leio bastante e troco experiências com 
colegas. Também acompanho blogs e canais educativos na internet. Recomendo que os educadores 
nunca parem de estudar e busquem sempre inovar suas práticas. 
QUESTÃO 8: 
Resposta: Um grande desafio foi ensinar em tempos de pandemia, com todas as limitações do 
ensino remoto. Já a maior conquista é ver meus alunos aprendendo, superando dificuldades e tendo 
gosto pelo estudo. Isso não tem preço! 
 
 
 
 
 
 
QUESTÃO 9: Como você enxerga o futuro da educação nos próximos anos, considerando as 
mudanças tecnológicas e sociais? 
Resposta: Acredito que a educação será cada vez mais híbrida e personalizada. As tecnologias 
continuarão sendo aliadas importantes, mas sem substituir o papel do professor, que continuará 
sendo essencial no processo formativo. 
QUESTÃO 10: Na sua visão, quais aspectos devem ser priorizados na formação dos novos 
professores para que estejam preparados para os desafios da educação contemporânea? 
Resposta: É fundamental que os cursos de formação valorizem a prática desde o início, abordem as 
novas metodologias de ensino e preparem os futuros professores para lidar com a diversidade, com a 
inclusão e com o uso crítico das tecnologias. 
5. Mapa conceitual. 
[INFÂNCIA] 
 ↓ 
 ┌──────────────────────────────────┐ 
 ↓ ↓ 
 [Múltiplas Linguagens] [Direitos da Criança] 
 ↓ ↓ 
 ┌────────────┬──────────────┬─────────────┐ [Protagonismo] 
 ↓ ↓ ↓ ↓ ↓ 
[Brincar] [Expressão Corporal] [Arte] [Música] [Autonomia Infantil] 
 ↓ ↓ ↓ ↓ 
[Aprendizagem] [Identidade] [Imaginação] [Sensibilidade] 
 ↓ 
 [Ambiente Acolhedor] 
 ↓ 
 [Planejamento Sensível] 
 ↓ 
 [Escuta Ativa e Observação] 
 ↓ 
 [Prática Pedagógica] 
 ↓ 
 ┌────────────┬───────────────┬─────────────┐ 
 ↓ ↓ ↓ ↓ 
[Desafios] [Ludicidade] [Tempo Reduzido] [Vínculo Afetivo] 
 ↓ 
[Transformação da Prática] 
 ↓ 
 [Educação Humanizada e Inclusiva] 
 
 
 
 
 
 
6. Declaração de Comparecimento na Unidade Escolar. 
 
 
 
ROTEIRO DESCRITIVO DO PRODUTO EDUCACIONAL 
Título: Jogo das Linguagens: Descobrindo e Expressando com o Corpo, Som, 
Imagem e Palavra 
OBJETO DO CONHECIMENTO 
 Linguagens expressivas da infância: linguagem oral, corporal, musical, 
visual, simbólica e artística; 
 Brincadeiras e interações na Educação Infantil; 
 Expressão de sentimentos, ideias e vivências por meio de diferentes formas 
de linguagem; 
 Desenvolvimento da escuta, da oralidade, da criatividade e da expressão 
corporal. 
OBJETIVO DIDÁTICO DO PRODUTO EDUCACIONAL 
 Promover o desenvolvimento das múltiplas linguagens da criança, 
valorizando suas formas de expressão e comunicação; 
 Estimular o uso da oralidade, do corpo, do som, da arte e da imaginação 
de forma integrada e lúdica; 
 Favorecer a socialização, a criatividade e o protagonismo infantil no 
processo de ensino e aprendizagem. 
DESCRIÇÃO DO PRODUTO EDUCACIONAL E FORMAS DE UTILIZAR 
O Jogo das Linguagens é um jogo de tabuleiro interativo em tamanho ampliado 
(podendo ser montado no chão com cartolina, lona ou TNT), no qual as 
crianças percorrem casas coloridas que representam diferentes linguagens: 
corporal, oral, musical, visual/artística e simbólica. 
Cada casa contém um desafio simples e divertido. O jogo é mediado pelo(a) 
professor(a), que ajuda as crianças a compreenderem os comandos e estimula 
a participação ativa. Um dado gigante define a quantidade de casas que a 
criança deve avançar. 
Exemplos de desafios incluídos no jogo: 
 Linguagem corporal: "Imite um animal com seu corpo"; 
 Linguagem oral: "Conte uma história que inventou agora"; 
 Linguagem musical: "Toque um ritmo no tambor"; 
 Linguagem visual/artística: "Desenhe algo que você viu hoje"; 
 Linguagem simbólica: "Finja que está cozinhando para seus colegas". 
O jogo pode ser utilizado: 
 Como atividade principal da aula de integração das linguagens;

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