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lOMoARcPSD|48462398 40 lOMoARcPSD|48462398 40 lOMoARcPSD|48462398 40 FACULDADE ANHAGUERA FORMAÇÃO PEDAGÔGICA EM PEDADOGIA RELATÓRIO DO ESTÁGIO ENSINO FUNDAMENTAL ANOS INICIAIS GUARULHOS 2024 RELATÓRIO DO 1 RELATO DAS LEITURAS OBRIGATÓRIAS 7 2 RELATO DA ANÁLISE DO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO (PPP) 9 3 RELATO DA ANÁLISE DE MATERIAIS DIDÁTICOS DA ESCOLA 13 4 RELATO DA ENTREVISTA COM O PROFESSOR REGENTE 15 5 RELATO DO LEVANTAMENTO DE MATERIAIS DE APOIO ESPECÍFICOS PARA ABORDAGEM DOS TEMAS TRANSVERSAIS CONTEMPORÂNEOS 17 6 RELATO DO PROCESSO DE IMPLANTAÇÃO DA BNCC NA ESCOLA 18 7 RELATO DA ANÁLISE DOS INSTRUMENTOS AVALIATIVOS UTILIZADOS PELO PROFESSOR 20 8 RELATO DA ANÁLISE DA ATUAÇÃO DA EQUIPE PEDAGÓGICA NO ACOMPANHAMENTO DA DISCIPLINA 22 9 RELATO DA OBSERVAÇÃO 24 10 PLANOS DE AULA 26 ESTÁGIO ENSINO FUNDAMENTAL ANOS INICIAIS Relatório apresentado à [inserir nome da universidade], como requisito parcial para o aproveitamento da disciplina de ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO II do curso de Pedagogia. Cidade 2023 SUMÁRIO 11 RELATO DA APRESENTAÇÃO DOS PLANOS DE aula AO PROFESSOR....32 12 RELATO DA REGÊNCIA...................................................................................34 13 VALIDAÇÃO DO RELATÓRIO..........................................................................37 CONSIDERAÇÕES FINAIS......................................................................................38 REFERÊNCIAS........................................................................................................39 INTRODUÇÃO O estágio é o primeiro contato do estudante com o mercado de trabalho dentro da sua área de atuação escolhida. Essa experiência é uma importante aliada ao curso de graduação, auxiliando no processo de desenvolvimento e aprendizagem do aluno, fazendo com que ele confira a rotina que provavelmente terá após sua formação. Na minha observação participativa, busquei conhecer os alunos e ajudá-los quando precisavam, auxiliando a professora nas atividades durante as aulas. O estágio supervisionado no curso de Pedagogia tem como finalidade impulsionar o desenvolvimento de habilidades e competências, integrando a teoria com a prática. É o meio pelo qual o graduando observa e intervém no cotidiano escolar, o que viabilizará a ampliação de suas potencialidades.Houve envolvimento de todos os alunos, pois busquei chamar a atenção dos alunos durante a minha regência, com aulas utilizando um pouco do lúdico, para ensinar e transmitir valores. Sendo assim apresento nesse arquivo meu relatório de estágio supervisionado de pedagogia. 1 RELATO DAS LEITURAS OBRIGATÓRIAS A autora destaca a importância da interdisciplinaridade na educação e na produção de conhecimento. Ela ressalta que a escola precisa acompanhar as transformações da ciência contemporânea e adotar as exigências interdisciplinares na construção de novos conhecimentos. No entanto, ela aponta que ainda é incipiente o desenvolvimento de experiências verdadeiramente interdisciplinares, devido ao modelo disciplinar e fragmentado de formação presente nas universidades, à estrutura fragmentária dos currículos escolares e à resistência dos educadores. A autora destaca a importância de superar o referencial dicotomizador e parcelado na reconstrução e socialização do conhecimento na educação, especialmente nos anos iniciais do ensino fundamental. Há duas abordagens principais na discussão sobre a interdisciplinaridade: a epistemológica e a pedagógica, que tratam de conceitos diferentes e complementares. No âmbito da epistemologia, são utilizadas categorias como produção, reconstrução e socialização do conhecimento, ciência e paradigmas, e método como mediação entre o sujeito e a realidade. Já na abordagem pedagógica, são discutidas questões curriculares, de ensino e aprendizagem. A interdisciplinaridade na educação faz parte de um movimento histórico ligado a um contexto mais amplo de mudanças em vários setores da vida social. Maria Cândida Moraes destaca que a realidade complexa requer um pensamento multidimensional capaz de compreender a complexidade do real. Vários autores discutem a necessidade da interdisciplinaridade na produção e socialização do conhecimento na educação, visando superar a visão fragmentada. Essa busca por novas formas de organização e sistema de produção, difusão e transferência do conhecimento é proposta por Michael Gibbons e outros. A interdisciplinaridade surgiu como uma resposta à necessidade de superar a fragmentação e especialização do conhecimento, causados pela epistemologia positivista que tem suas raízes no empirismo, naturalismo e mecanicismo científico do início da modernidade. A influência de grandes pensadores modernos, como Galileu, Bacon, Descartes, Newton, Darwin e outros, levou as ciências a se dividirem e se especializarem cada vez mais. Desde a Renascença, buscava-se construir uma concepção mais científica do mundo, sob a influência das correntes naturalistas e mecanicistas de pensamento. A interdisciplinaridade, como um movimento contemporâneo, surge na perspectiva da dialogicidade e da integração das ciências e do conhecimento, buscando romper com a hiperespecialização e fragmentação dos saberes. No texto, a autora defende a importância da interdisciplinaridade tanto em seu aspecto epistemológico quanto pedagógico. Ela destaca que a interdisciplinaridade está fundamentada em princípios teóricos que buscam resgatar o caráter de totalidade do conhecimento, superando o modelo positivista das ciências. Essa abordagem sustenta um movimento que produz mudanças profundas nas ciências e na educação, recuperando a visão de contexto da realidade, demonstrando a interdependência e interatividade existente entre as coisas e as ideias. Além disso, a interdisciplinaridade ajuda a compreender que os indivíduos não aprendem apenas usando a razão, mas também a intuição, as sensações, as emoções e os sentimentos. A autora enfatiza que a interdisciplinaridade é importante para a ressignificação do trabalho pedagógico em termos de currículo, métodos, conteúdos, avaliação e formas de organização dos ambientes para a aprendizagem. 2 RELATO DA ANÁLISE DO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO (PPP) Baseado na leitura reflexiva acerca da estrutura do PPP o currículo pretende ultrapassar a estrutura linear e compartimentalizada das disciplinas isoladas e desarticuladas. Assim, busca relações de reciprocidade e colaboração entre diversas áreas em uma atitude dialógica e cooperativa permanente, necessária a compreensão das múltiplasrelações que constituem o mundo da vida no qual os sujeitos mediados pela comunicação organizam-se e interagem construindo saber, cultura e condições necessária à existência. A instituição tem seu planejamento de estudo que tem uma rotina todos os dias de segunda-feira a sexta-feira, e funciona no período diurno de forma parcial e integral nos dois períodos, tendo tolerância de atraso de 15 (quinze) minutos. A pontualidade é uma questão de respeito a coletividade e condição essencial para organização e bom funcionamento de qualquer instituição. A escola é um espaço de ensino, aprendizagem e vivência de valores. Nela, os indivíduos se socializam, brincam e experimentam a convivência na diversidade humana. No ambiente escolar, o respeito, a alegria e solidariedade, a disciplina, o combate à discriminação e o exercício dos direitos e deveres são práticas que garantem a socialização e convivência, desenvolve e fortalecem a noção de cidadania e de igualdade entre todos. Á igualdade de todo o conhecimento, cultura, valores, memórias e identidades sem hierarquias, segmentações e silenciamentos, olhar o ser humano em sua totalidade: sujeitos cognitivos, éticos, estéticos, corpóreo, sociais, políticos, culturais de memória, sentimento, emoção e identidade. Para ela pensar na reorientação curricular significa incorporar no currículo as interrogações dos educandos (Lima,2008). A autora nos diz que para um currículo democráticonele deve visar a humanização de todos, provendo e facilitando o acesso de tudo o que não está acessível ás pessoas: bens culturais, equipamentos instrumentos das ciência se das artes. Seguindo dessa teoria o currículo do colégio está diretamente relacionada ao contexto sócio-político-cultural e assim, é construído de forma dinâmica e participativa através de uma abordagem interdisciplinar tendo em vista prioritariamente, a formação do cidadão comprometido eticamente com a transformação da sociedade Diante das novas mudanças educacionais, sejam elas no âmbito federal, estadual ou municipal, através da implementação, do Plano Nacional de Educação (PNE) e com ele a adequação do Plano Estadual(PEE) e Municipal (PME), além da necessidade de adequar-se à Base Nacional Comum Curricular (BNCC), se faz necessário uma reestruturação do PPP (Projeto Politico Pedagógico). Haja visto que o número de funcionários e professores mudaram, além da necessidade de adequar-se. Para isso é necessário compreender como ocorrem no interior da instituição e das salas de aula as relações pedagógicas, como é concebido, executado e avaliado o currículo escolar, quais conhecimentos, atitudes e valores são almejados e quais as formas de organização do trabalho pedagógico. O Projeto Politico Pedagógico (PPP) da instituição é um documento que define as diretrizes, metas e métodos para que a instituição consiga atingir os seus objetivos. O PPP visa melhorar a sua capacidade de ensino como uma entidade inserida em uma sociedade democrática e de interações politicas. Este documento tem elaboração participativa e democrática, sendo revisto conforme a necessidade da instituição. De acordo com a Lei de Diretrizes e Bases n. 9.394/96, em seu art.14: Os sistemas de ensino devem estabelecer normas para o desenvolvimento da gestão democrática nas escolas públicas de educação básica e essas normas devem, primeiro, estar de acordo com as peculiaridades de cada sistema e, segundo, garantir a "participação dos profissionais da educação na elaboração do projeto pedagógico da escola", além da participação das comunidades escolar e local em conselhos escolares ou equivalentes. Quando pensamos em "projeto", nos referimos a um documento escrito que registre de maneira formal ações, objetivos, estratégias e métodos que a Escola, CEIS, Prefeituras e Secretarias de Educação devem estabelecer. A avaliação da aprendizagem é realizada de forma contínua, sistemática e integral, ao longo de todo o processo ensino-aprendizagem, observando-se o comportamento dos estudantes nos domínios cognitivo, afetivo e psicomotor, através de diferentes técnicas e instrumentos. A recuperação da aprendizagem é parte integrante do processo educativo e visa oferecer oportunidade ao estudante de identificar sua necessidade e de assumir responsabilidade pessoal com sua própria aprendizagem além de propiciar ao estudante o alcance dos requisitos considerados indispensáveis à sua aprovação e ainda, diminuir o índice de evasão e repetência, sendo feita à medida em que forem detectadas deficiências no processo de aprendizagem e no rendimento do estudante e consistirá na retomada de conteúdos curriculares visando a apropriação de conhecimentos não adquiridos ou insuficientemente apropriados pelo estudante. A organização curricular será constituída pela base nacional comum, prevista na LDB obedecendo, inclusive, as diretrizes gerais expressas pelo Conselho Nacional e Estadual de Educação e Secretaria Municipal de Educação, acrescida de outros componentes curriculares ou disciplinas que constituirão a parte diversificada, sendo todos eles expressos nas Matrizes Curriculares, anexos a esta. O Conselho de Classe, tem como função, estudar o aproveitamento global das turmas e individual dos estudantes, verificando as causas de alto e baixo rendimento; estudar e sugerir medidas tendo em vista intensificar o aproveitamento dos estudantes e melhorar suas atividades e ainda, analisar a metodologia e os critérios de avaliação adotados pelos professores. Os projetos desenvolvidos pela escola são: Educação para o trânsito; Palestras sobre DST/AIDS; Reciclagem de lixo e Meio Ambiente; Combate ao tabagismo; Palestras para incentivo de combate às drogas; Jogos Municipais; Festa Junina Cultural; Comemorações de datas como dia das mães, dia dos pais e páscoa; Folclore; Dia da Consciência Negra; Feira de Ciências; Dia da Família na escola; Projeto de Esporte Educacional com futsal, judô, apresentação grupos de capoeira. Entendendo a necessidade de uma Educação Inclusiva, a escola entende que é importante que sejam disponibilizados aos educandos com alguma deficiência, atenção diferenciada, estratégias e práticas que viabilizem o seu maior desenvolvimento. Disponibilizando auxiliares em sala de aulas e que seja garantido também o número adequado de estudantes por turma, respeitada a Legislação vigente, de forma a promover a aprendizagem e o desenvolvimento pessoal de todos. Nesse contexto, evitar que a diferença se torne motivo de exclusão ou evasão escolar. A concretização do Projeto Político Pedagógico colhido na escola é de responsabilidade de todos os profissionais que compõem a estrutura da escola (direção, coordenadores, orientadores, professores e funcionários), cabendo ao professor a tarefa substantiva de conduzir o processo de aprendizagem, cujo cerne está no arranjo do novo material de aprendizagem de modo a relacionar-se, de forma não arbitrária, com aquilo que o estudante já sabe, sempre procurando atingir o nível máximo de globalização, o que impõe o estabelecimento de relações complexas com o maior número possível de esquemas de conhecimento, alcançando assim, maior significatividade e um maior grau de retenção e funcionalidade. 3 RELATO DA ANÁLISE DE MATERIAIS DIDÁTICOS DA ESCOLA As salas de aulas da escola atendem a clientela apresentando um espaço físico suficiente, embora necessitem melhor climatização. A organização do espaço físico, a utilização dos equipamentos e materiais pedagógicos será de responsabilidade de toda a comunidade escolar, lembrando que todas as ações devem remeter à melhoria da qualidade do ensino ofertado, em ações conjuntas com a Secretaria Municipal de Educação e comunidade. Recursos de aprendizagem são textos, vídeos, software e outros materiais que os professores usam para ajudar os alunos a atender às expectativas de aprendizagem definidas pelos currículos provinciais ou locais. Antes de um recurso de aprendizado ser usado na sala de aula, ele deve ser avaliado e aprovado no nível provincial ou local. Utilizam ainda livros e jogos pedagógicos com origem dos materiais (governo federal e secretaria municipal), onde a frequência do uso desses materiais são todos os dias), bem como sulfites giz, papel pardo etc. O conteúdo e elaborado conforme o grau de desenvolvimento e necessidade de cada aluno, as habilidades cognitivas afetivas e psquimotoros e feita as atividades conforme a adequação atração e o despertar da curiosidade de cada aluno. Na instituição há uma sala de recurso para crianças com necessidade especiais, contém somente sala dos professore. Para guardar os materiais, cada professor tem seu armário, com pátio e bem amplo para fazer atividades. A equipe multidisciplinar constituída e responsável pelo uso de recursos e organização. Coordenador, diretor e secretaria são responsável por todo andamento e funcionamento da escola. Foi possível entender que a biblioteca também é um recurso de aprendizado porque há livros na biblioteca que ajudam a aprender coisas como livros de matemática e ciências e muitos outros livros. Os materiais de aprendizagem são importantes porque podem aumentar significativamente o desempenho do aluno, apoiando a aprendizagem do aluno. Por exemplo, uma planilha pode fornecer ao aluno oportunidades importantes para praticar uma nova habilidade adquirida nas aulas. Além de apoiar a aprendizagem de maneira mais geral, os materiais de aprendizagem podem ajudar os professores em um importantedever profissional: a diferenciação da instrução. Diferenciação de instrução é a adaptação de lições e instruções aos diferentes estilos e capacidades de aprendizagem da sala de aula. Todos os materiais de aprendizagem, como planilhas, instruções de atividades em grupo, jogos ou tarefas de casa, permitem modificar as tarefas para melhor ativar o estilo de aprendizagem de cada aluno. 4 RELATO DA ENTREVISTA COM O PROFESSOR REGENTE A entrevista realizada com o professor regente teve o objetivo de conhecer e apresentar o perfil do profissional que acompanhou o estagiário em sua jornada na escola, destacando pontos importantes para inspiração do futuro pedagogo. A professora regente acredita que as técnicas de ensino estão sempre evoluindo e se desenvolvendo. Nos últimos dez anos, houve um aumento dramático no uso da tecnologia na sala de aula e abordagens alternativas de ensino. No entanto, minha visão para o futuro da pedagogia é que o aprendizado irá além do que nunca, através de uma transformação no ensino. Embora a pedagogia tenha evoluído nos últimos dez anos, imagino que ainda mais mudanças nos encontrarão no caminho a seguir. À medida que a tecnologia dos tutores artificiais e dos sistemas inteligentes de aprendizado continuarem a se desenvolver, os professores receberão com agrado essas ferramentas tecnológicas para ajudar os alunos a ter sucesso. “Eu acho que os professores de educação especial incentivarão a expansão da IA para dar ajuda individual aos alunos que precisam de assistência.”, disse a professora. Além disso, acredito que todos os professores receberão bem o avanço da IA na sala de aula. Embora já existam alguns sistemas inteligentes de aprendizado disponíveis para os professores, acho que a tecnologia continuará a crescer junto com a aceitação da comunidade educacional nos próximos anos. A professora trabalha utilizando sulfites, xerox, filmes desenhos músicas livros didáticos computadores, e uso de internet, DVD histórias infantis livros de fabulas e contos. Faz uso de temas especifico em sala história voltada para os temas e sua importância. Os temas contemporâneos e feito por pesquisas e livros. Os materiais são enviados pelos pais conforme sua condição financeira e do governo estadual e secretaria municipal. A rotina está em conformidade com a proposta política pedagógica do referido CMEI, sendo também flexível quando necessário. O educar e cuidar não indissociável da práxis pedagógica. São utilizados diversos recursos didáticos durante o processo ensino-aprendizagem tais como: vídeos, lápis de cor, CDs, giz de cêra, papel pardo, crepom, sulfite, cola branca, livros, jornais, revistas para faixa etária, jogos pedagógicos, legos, quebros-cabeça, alinhavos, etc). São realizadas atividades em sala e extraclasse levando em consideração o planejamento de ensino. A professora regente informou que a rotina durante as aulas dela é bem sistemática, porém dinâmica, envolvendo sempre todos os alunos, sempre iniciam se cumprimentando e realizando atividades musicais, só então depois são realizadas as atividades de escrita e leitura. 5 RELATO DO LEVANTAMENTO DE MATERIAIS DE APOIO ESPECÍFICOS PARA ABORDAGEM DOS TEMAS TRANSVERSAIS CONTEMPORÂNEOS Observei uma análise do levantamento realizado, para compilação dos materiais de apoio específicos para abordagem dos temas transversais contemporâneos, conforme estipulado no Plano de Trabalho. A avaliação da aprendizagem é realizada de forma continua, sistemática e integral, ao longo de todo processo de ensino e de aprendizagem, observando-se o comportamento da criança nos domínios afetivo, cognitivo e psicomotor. A avaliação será adequada à faixa etária de cada criança e considerará o desempenho quanto a capacidade em solucionar problemas propostos, diagnósticos dos avanços e dificuldades, características inerentes ao processo de aprendizagem. Na observação sistemática e constante do desempenho da criança, considera-se além do conhecimento, as habilidades, a participação na realização de atividades. A avaliação basear-se-á em dois pressupostos: Observação atenta sobre a aprendizagem e desenvolvimento de cada criança; Não haverá avaliação quantitativa para efeitos de promoção ou reprovação, nem para ingresso no Ensino Fundamental. Os Níveis I, II, III, Pré Escolas de quatro e cinco anos terá o registro de uma ficha avaliativa como avaliação, realizada por meio de parecer descritivo mediante acompanhamento, relatando as atividades desenvolvidas. Logo, com esses materiais e recursos, evidências, fatos e dados concretos são combinados com a exploração de diferenças culturais de outras pessoas para expandir ainda mais o conhecimento, permitindo que o aluno reflita mais objetivamente sobre novos conceitos e abra sua mente para diferentes abordagens. Através do seu processo pedagógico, os alunos também podem aprender quais abordagens funcionam melhor para eles, para quais atividades de aprendizagem e estilos de aprendizagem eles tendem a gravitar e como desenvolver conceitos e construir modelos mentais para promover seu aprendizado. No geral, o aprendizado ativo aumenta o envolvimento dos alunos. Os alunos participam de estratégias de ensino personalizadas, em vez de serem meros espectadores na sala de aula. 6 RELATO DO PROCESSO DE IMPLANTAÇÃO DA BNCC NA ESCOLA A escola ainda não realizo por completo o processo de implantação da BNCC na escola, porém alguns tópicos já foram concluídos. Com relação à Equipe gestora, é composta pelo diretor, coordenadora, diretor adjunto, e sub-coordenador. A equipe gestora tem como proposta garantir aos professores que estejam preparados para trabalhar de acordo com que se disponibiliza documentos. Entrega de regimentos internos da escola aos pais e retorno imediatos em questões disciplinares. Documentos dos professores; através de calendários anuais monitoramentos constantes. A frequência as formações para o conhecimento dos documentos têm ocorrido pelo menos duas vezes por mês. Os materiais; são atualizados conforme as normas da BNCC. O primeiro passo para a implementação da Base Nacional Curricular é a reformulação dos currículos das escolas, para que estes contemplem as aprendizagens previstas na BNCC e nos documentos oficiais locais. Além de compreender tudo aquilo que é Base comum, os novos currículos escolares podem incluir práticas e conteúdos que estejam alinhados à realidade local da instituição – a chamada parte diversificada. Para isso, é importante envolver professores, pais e alunos durante a etapa de reelaboração curricular. Com a homologação da Base Nacional Curricular, outro documento que precisa passar por revisão nas escolas é o Projeto Político Pedagógico (PPP). Essa revisão tem o objetivo de garantir que o projeto esteja de acordo com as competências, conhecimentos e habilidades estabelecidas pela Base. Este é o momento ideal para engajar a comunidade escolar na construção de um PPP real, capaz de refletir a realidade e as ambições da escola. Talvez o passo mais importante na implantação da Base seja a formação do corpo docente, que deve ser prioridade em todas as instituições de ensino desde o momento presente. Os professores serão os responsáveis por transportar as definições da BNCC para a realidade das turmas e salas de aula. Para tanto, é preciso garantir que estejam preparados e seguros para empreender essa missão. Deles será a responsabilidade de ensinar conforme as orientações dos documentos oficiais, logo precisam conhecer a fundo a natureza e a importância das mudanças propostas, bem como a forma como esses documentos se traduzem em suas práticas pedagógicas. Assim como as práticas pedagógicas, os materiais e recursos didáticos utilizados em sala de aula também deverão ser atualizados para que atendam às expectativas da Base Nacional Curricular. As escolas precisam garantir que o material disponibilizado aos estudantes esteja de acordo com a BNCC e os novos currículos locais. Neste ponto, é importante o diálogo com o sistema de ensino utilizado pela escola, para que esta, alémde ter um material atualizado, consiga extrair dele as práticas mais adequadas e com maior potencial para essa nova realidade de ensino. Todas as transformações decorrentes da implementação da Base Nacional Curricular devem ser comunicadas com clareza e transparência a toda a comunidade escolar, em especial aos pais dos estudantes. É preciso que todos estejam cientes da importância do documento para elevar a qualidade da Educação Básica no país, assim como também é importante que estejam cientes do próprio papel nesse processo. É necessário engajar a comunidade escolar na transição para um modelo de ensino que deve formar estudantes com habilidades e conhecimentos essenciais para uma realidade que, assim como alunos, professores e o processo de ensino e aprendizagem, está em constante transformação. 7 RELATO DA ANÁLISE DOS INSTRUMENTOS AVALIATIVOS UTILIZADOS PELO PROFESSOR Em relação à predileção às ciências exatas, a BNCC objetiva fortalecer isso em relação às ciências humanas, uma vez que os estudantes são estimulados a estudar mais tabelas e gráficos, e a criar bancos de dados. Bem como, o ensinamento sobre história ocorre com base na ordem cronológica dos acontecimentos, no lugar de ocorrer como se fossem episódios sociais interconectados. Enquanto isso, o ensino religioso tornou-se matéria optativa no currículo para as escolas. Outro ponto alterado foi sobre as questões de gênero, abordada pelo professor regente, em que debates sobre conceitos como identidade de gênero e orientação sexual foram retirados da matriz curricular. Mas o MEC se manteve disposto a debater sobre as pluralidades e alteridades identitárias. Por outro lado, a BNCC realizou uma mudança conceitual no currículo infantil, pois as crianças deixaram de ser somente receptoras de conhecimento e tornaram-se produtoras de cultura. Assim, tais propostas são a base estrutural pedagógica que orienta as escolas em relação aos fundamentos indispensáveis para cada fase. A organização curricular foi estruturada com base em cinco campos de experiência, que estão ligados às Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil (DCNEI). São eles: O eu, o outro e o nós; Corpo, gestos e movimentos; Traços, sons, cores e formas; Escuta, fala, pensamento e imaginação; Espaços, tempos, quantidades, relações e transformações. No que diz respeito à experiência “o eu, o outro e o nós”, o contato e a relação com outras crianças faz o aluno criar sua própria forma de pensar, agir e sentir, entendendo a existência dos variados pontos de vista e modos de vida. Aliado a isso, as crianças estabelecem seu senso de reciprocidade, autonomia, interdependência do meio e autocuidado. Para que isso aconteça, a escola deve facilitar o contato dos alunos com os demais grupos sociais e culturais. Ao longo dessa familiaridade com o diferente, as crianças tornam-se capazes de produzir uma forma mais tranquila de perceber o outro e a si mesmo. O que é ótimo, pois elas passam a apreciar sua identidade própria sem desprezar o próximo, identificando os contrastes que constitui os seres humanos. Já sobre a experiência “corpo, gestos e movimentos”, desde pequenas as pessoas são capazes de conhecer e entender o mundo, e seus espaços e objetos, através do corpo, com os movimentos, sentidos e gestos. Isso as torna capaz de criar laços, brincar, se expressar e produzir saberes sobre si mesmo, o outro e o mundo, tanto em âmbito cultural quanto social. Mediante as atividades que exercitam variados modos de se expressar, como teatro, danças, brincadeiras e músicas, os estudantes se comunicam e se expressam por meio da linguagem, corpo e emoções. Por isso a escola deve fornecer meios para a criança se explorar e vivenciar vastas e diferentes possibilidades, para que no campo da experiência, o corpo do jovem ganhe centralidade. Nesse contexto, o professor ainda não utiliza métodos de avaliação Como método adotado pelo professor na correção dos instrumentos avaliativos tem-se a coesão e coerência, a legitimidade, o capricho do trabalho, e a forma de se expressar nas apresentações. Já o processo de validação pela equipe pedagógica ocorre semestralmente através de uma comissão que reúne todos os professores, discorrendo sobre os principais tópicos da disciplina e as atividades propostas, havendo compartilhamento ou elaboração colaborativa de instrumentos avaliativos utilizados pelos professores de uma mesma área na escola 8 RELATO DA ANÁLISE DA ATUAÇÃO DA EQUIPE PEDAGÓGICA NO ACOMPANHAMENTO DA DISCIPLINA As crianças são tratadas com carinho desde a entrada até a prática de atividade, todos da mesma maneira, com paciência e atenção. Nas rodas de conversa são todos dinâmicos e educados. Na hora das atividades, cada um com sua capacidade, sempre motivando cada um para que todos participem. Nas brincadeiras todas se divertem aprendendo, enquanto brinca ela desenvolve a autonomia, criatividade e identidade. Nos jogos cria -se uma socialização, convivência e respeito ao próximo a cooperação e cumprimento de regras, esperam a vez de jogar. Enquanto a criança brinca percebe-se a necessidade do coleguinha e passa a preferir companhia de várias crianças. Este estágio é muito importante pois através deste percebe-se a realidade de rotina diária de uma sala de aula, saindo da teoria para a prática, sendo muito benéfico por parte do estagiário está realidade, podendo assim realizar seu aprendizado. Foi muito maravilhoso contemplar a cada criança, observar e ver o seu comportamento, sua evolução passo a passo, como é bom ver a cada dia os seus sentimentos sendo compartilhado com sinceridade. Percebendo que toda criança adora brincar e enquanto brinca desenvolve tantas aprendizagens que vale a pena refletir sobre a importância das brincadeiras dentro do processo de ensino e aprendizagem. Durante a vivencia deste estágio percebi que a criança que fala e é ouvida pelos colegas e professores se sente importante, ampliando sua leitura de mundo, apropriando-se de novos conceitos e aumentando sua capacidade de argumentação, com base nessa vivencia contribui muito para a minha formação, conclui que estou sim muito satisfeita com minha escolha de profissão, e vivendo assim com a possibilidade de realização de muitos sonhos e projetos. Como observamos, o aprendizado acadêmico está intimamente entrelaçado com habilidades sociais e emocionais, mentalidades e decisões. Alguns deles são reforçados por abordagens instrucionais que reduzem a ansiedade e apoiam uma mentalidade de crescimento, por exemplo. No entanto, é necessário mais para garantir que os alunos desenvolvam totalmente essas habilidades para gerenciar suas emoções e foco mental, trabalhar bem com os outros, perseverar diante de obstáculos e tomar decisões produtivas e socialmente responsáveis. Nesta seção, tratamos do desenvolvimento intencional das habilidades sociais, emocionais e cognitivas, crenças e mentalidades que apoiam o sucesso acadêmico e da vida. O conhecimento fornecido pelas ciências da aprendizagem e desenvolvimento, juntamente com décadas de insights da pesquisa educacional, fornece uma estrutura para apoiar o bem-estar das crianças em toda a ampla gama de contextos que elas experimentam. Essa base de conhecimento indica a importância de repensar as instituições criadas há um século com base nas concepções de modelo de fábrica de organizações que privilegiavam a padronização e minimizavam os relacionamentos. Indica como as escolas podem ser organizadas em torno de relacionamentos favoráveis ao desenvolvimento; abordagens coerentes e bem integradas aos apoios, incluindo conexões em casa e na escola; instrução bem estruturada que intencionalmente apoia o desenvolvimento de habilidades, hábitos e mentalidades sociais, emocionais e acadêmicas; e culturalmente competente, respostas personalizadas aos bens e necessidades que cada criança apresenta. Nesse contexto, o acompanhamento do professo no decorrer da disciplina foi pelo diretor da escola e o recebimento e avaliação dos planejamentos do professor, é o coordenadorde instrui os professores, bem como a observação de aulas. O processo de avaliação dos instrumentos avaliativos encaminhados ao professor, também é de responsabilidade do coordenador. Os registros pedagógicos ficam sob a gestão do Coordenador e secretarias que é responsável em instruí-los. Toda equipe gestora e responsável pelos alunos quando a contritos interno entre alunos e professor, professor e alunos. A equipe chama os responsáveis para conversar e relatar os acontecimentos. Ex: As faltas a partir de 75 %, deve ser informado ao diretor. 9 RELATO DA OBSERVAÇÃO ATENÇÃO: Identificação das aulas: especificar o nome da escola, data em que ocorreram as aulas. Após fazer isso, exclua essa linha O objetivo era observar a forma de abordagem do conteúdo pelos professores, sua postura e como se dava a participação dos alunos em sala, entre outros aspectos relevantes. Na primeira turma observada, de terceiro ano, o professor de Matemática utilizou uma metodologia bastante lúdica e interativa, com jogos e desafios que envolviam as operações matemáticas. Isso favoreceu bastante o aprendizado dos alunos, que se mostraram bastante participativos e interessados nas atividades propostas. O professor tinha uma postura bastante ativa em sala, caminhando entre as carteiras para auxiliar os alunos e esclarecer suas dúvidas. Os alunos se mostraram respeitosos e atentos às explicações do professor, fazendo perguntas e colaborando com seus conhecimentos. Na segunda turma, de quarto ano, a aula de História foi bastante expositiva, com o professor falando sobre o conteúdo sem interagir muito com os alunos. Isso acabou inibindo a participação dos alunos, que se mostraram menos interessados e mais dispersos. O espaço reservado ao livro didático foi bastante utilizado, mas os outros materiais utilizados na aula foram apenas uma lousa e giz. Alguns alunos com laudo/necessidades especiais estavam presentes na turma, mas o professor não demonstrou uma abordagem específica para lidar com suas necessidades. Na terceira turma, de quinto ano, a aula de Geografia foi bastante interessante e interativa. O professor utilizou mapas e globos terrestres para explicar o conteúdo e fez perguntas para os alunos, que colaboraram com seus conhecimentos. A participação dos alunos foi bastante positiva, mostrando-se bastante engajados e interessados no tema abordado. O professor teve uma postura bastante participativa, interagindo com os alunos e esclarecendo suas dúvidas de forma clara e objetiva. Havia apenas um aluno com laudo/necessidades especiais na turma, mas o professor demonstrou bastante atenção e cuidado com suas necessidades. No geral, pode-se perceber que a forma de abordagem do conteúdo pelos professores é bastante importante para favorecer o aprendizado dos alunos. A postura assumida pelo professor também é um fator relevante, podendo incentivar ou inibir a participação dos alunos em sala. A interação entre professor e alunos e o espaço reservado ao livro didático nas aulas também são aspectos relevantes a serem observados. Além disso, a presença de alunos com laudo/necessidades especiais na turma requer uma atenção especial por parte dos professores, para que possam ser incluídos no processo de aprendizagem de forma adequada e efetiva 10 PLANOS DE AULA Plano de Aula 1 Identificação Escola Professor regente Professor estagiário Disciplina Língua Portuguesa Série 2º ano Turma A Período Vespertino Conteúdo Identificação de vogais e consoantes Objetivos Objetivo geral · Identificar vogais e consoantes nas palavras. Objetivos específicos · Reconhecer as vogais nas palavras. · Reconhecer as consoantes nas palavras. · Associar as vogais e consoantes aos seus respectivos sons. · Formar palavras com as vogais e consoantes identificadas. Metodologia Apresentação de um vídeo educativo sobre vogais e consoantes; Identificação de vogais e consoantes em palavras previamente selecionadas; Produção de palavras com as vogais e consoantes identificadas; Atividade prática em grupo para formar palavras com as vogais e consoantes identificadas. Recursos Vídeo educativo; Palavras impressas em cartões. Avaliação Atividades práticas em grupo; Observação do desenvolvimento dos alunos durante as atividades. BECHARA, Evanildo. Moderna Gramática Portuguesa. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2009. Referências Vídeo educativo "Vogais e Consoantes" disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=4YH-pqfypFY. Acesso em: 25 de fevereiro de 2023. Plano de Aula 2 Identificação Escola Professor regente Professor estagiário Disciplina Matemática Série 3º ano Turma B Período Vespertino Conteúdo Adição e subtração de números naturais Objetivos Objetivo geral · Realizar operações de adição e subtração de números naturais. Objetivos específicos · Identificar a adição e subtração em situações cotidianas; · Resolver problemas de adição e subtração com números naturais; · Identificar as propriedades da adição e subtração; Verificar as soluções das operações realizadas. Metodologia Exposição dialogada sobre adição e subtração; Resolução de problemas de adição e subtração; Identificação das propriedades da adição e subtração; Verificação das soluções das operações realizadas. Recursos Livro didático; Quadro branco e giz. Avaliação Resolução de problemas em grupo; Observação do desenvolvimento dos alunos durante as atividades. Referências DANTE, Luiz Roberto. Matemática: contexto e aplicações. São Paulo: Ática, 2011.. Plano de Aula 3 Identificação Escola Professor regente Professor estagiário Disciplina Ciências Série 3º ano Turma D Período Vespertino Conteúdo A importância da água para a vida humana e animal; · Os diferentes estados físicos da água (sólido, líquido e gasoso); · A água como recurso natural limitado; Objetivos Objetivo geral · Compreender a importância da água para a vida humana e animal, bem como refletir sobre a sua preservação e o uso consciente. Objetivos específicos · Identificar os diferentes estados físicos da água; · Conscientizar-se sobre o uso consciente da água; Compreender a importância da preservação da água; · Conhecer as principais formas de preservação da água.. Metodologia Apresentação de um vídeo sobre a importância da água para a vida humana e animal; Exposição dialogada sobre os diferentes estados físicos da água; Atividade prática para observação dos diferentes estados físicos da água; Discussão em grupo sobre as formas de preservação da água; Exposição de um painel com dicas de uso consciente e preservação da água. Recursos Vídeo sobre a importância da água; Água em diferentes estados físicos (sólido, líquido e gasoso); Recipientes para armazenar e observar a água em diferentes estados; Painel com dicas de uso consciente e preservação da água.. Avaliação Atividades: Observação e descrição dos diferentes estados físicos da água; Participação na discussão em grupo sobre a preservação da água; Criação de uma lista de ações para preservação da água. Critérios: Capacidade de identificar e descrever os diferentes estados físicos da água; Participação ativa na discussão em grupo; Criação de uma lista de ações coerente e relevante para a preservação da água. Referências SANTOS, Marcelo. A importância da água. Disponível em: http://educarparacrescer.abril.com.br/comportamento/importancia-agua437206.shtml. Acesso em: 26 fev. 2023. Plano de Aula 4 Identificação Escola Professor regente Professor estagiário Disciplina História Série 2º ano Turma C Período Vespertino Conteúdo A história da minha família; O tempo passa: dia, noite, manhã, tarde e noite; Os brinquedos antigos e os brinquedos de hoje. Objetivos Objetivo geral · Identificar e compreender algumas noções históricas e temporais presentes em sua vida cotidiana.Objetivos específicos · Identificar os membros de sua família e suas histórias; · Compreender a noção de tempo, identificando as diferentes partes do dia; · Comparar brinquedos antigos e brinquedos de hoje, identificando suas características e semelhanças; · Reconhecer a importância da preservação de objetos e histórias como forma de valorização da cultura e da memória. Metodologia Inicialmente, o professor fará uma roda de conversa com os alunos, perguntando sobre suas famílias e incentivando-os a contar histórias de seus avós, pais ou tios. Em seguida, o professor trabalhará a noção de tempo, apresentando um relógio e perguntando aos alunos as diferentes partes do dia. Para a comparação dos brinquedos antigos e atuais, o professor irá apresentar fotos e objetos de brinquedos antigos e promoverá uma discussão com os alunos, questionando sobre as semelhanças e diferenças entre eles. Os alunos serão incentivados a trazer objetos antigos de suas famílias, para serem compartilhados e analisados em sala de aula. Para a atividade com recurso digital, será utilizado um vídeo sobre a história dos brinquedos, seguido de uma discussão com os alunos sobre as mudanças e inovações na produção dos brinquedos ao longo do tempo. Recursos Relógio; Fotos e objetos de brinquedos antigos; Objetos trazidos pelos alunos; Vídeo sobre a história dos brinquedos. Avaliação Atividade em grupo de identificação dos membros da família e suas histórias; Atividade individual de desenho do relógio e identificação das diferentes partes do dia; Participação na discussão sobre os brinquedos antigos e atuais; Participação na atividade de compartilhamento de objetos antigos; Atividade individual de produção de texto ou desenho sobre a importância da preservação da cultura e da memória. Critérios: Identificação correta dos membros da família; Identificação correta das diferentes partes do dia; Participação ativa na discussão sobre os brinquedos; Participação ativa na atividade de compartilhamento de objetos antigos; Produção de texto ou desenho com coerência e coesão. Referências FERREIRA, Luiz. A história dos brinquedos. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=6OWKjvBC8do. Acesso em: 20 fev. 2023. Plano de Aula 5 Identificação Escola Professor regente Professor estagiário Disciplina Português Série 3º ano Turma C Período Vespertino Conteúdo Alfabetização Leitura e interpretação de textos Ortografi a: vogais e consoantes, sílabas, encontros vocálicos e consonantais Produção textual: tipos de texto, gêneros textuais, organização textual e paragrafação.. Objetivos Objetivo geral · Ao final da aula, os alunos deverão ser capazes de produzir um texto de gênero narrativo, utilizando corretamente os conhecimentos adquiridos sobre ortografia, leitura e interpretação de texto, organização textual e paragrafação. Objetivos específicos · Identificar as vogais e consoantes em palavras e textos. · Identificar sílabas em palavras. · Reconhecer e utilizar corretamente encontros vocálicos e consonantais. · Ler e interpretar um texto curto. · Identificar os elementos de um texto narrativo (personagens, tempo, espaço, ação). · Identificar a organização textual do texto narrativo. · Utilizar adequadamente a pontuação e paragrafação em um texto narrativo. Metodologia Aula expositiva dialogada para apresentação dos conceitos de vogais e consoantes, sílabas, encontros vocálicos e consonantais. Leitura compartilhada de um texto narrativo curto e discussão em grupo sobre os elementos presentes na narrativa. Atividade prática em que os alunos produzirão uma narrativa, utilizando a estrutura do texto compartilhado e os conhecimentos adquiridos sobre ortografia, organização textual e paragrafação. Os alunos serão divididos em grupos para produção do texto. Revisão coletiva dos textos produzidos, com ênfase na correção ortográfica, organização textual e paragrafação. Apresentação dos textos produzidos pelos grupos para toda a turma. Recursos Lousa e giz para exposição dos conceitos. Texto narrativo curto para leitura compartilhada. Papel sulfite e lápis para produção textual. Dispositivos móveis para pesquisa e uso de recursos digitais. Avaliação Atividades: Produção de texto narrativo em grupo. Critérios: Utilização correta de vogais e consoantes. Utilização correta de sílabas e encontros vocálicos e consonantais. Identificação e utilização correta dos elementos do texto narrativo. Utilização correta de pontuação e paragrafação. Referências FERREIRO, Emília; TEBEROSKY, Ana. Psicogênese da língua escrita. Porto Alegre: Artes Médicas, 1985. BECHARA, Evanildo. Moderna gramática portuguesa. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2016. TUFANO, Douglas; SAMPAIO, Pedro. Gramática fácil e divertida para o ensino fundamental. São Paulo: Ciranda Cultural, 2021. Plano de Aula 6 Escola Professor regente Identificação Professor estagiário Disciplina Matemática Série 4º ano Turma B Período Vespertino Conteúdo Números pares e ímpares Adição e subtração de números de até três algarismos Multiplicação por números de um algarismo Resolução de problemas matemáticos simples envolvendo as operações citadas acima. Objetivos Objetivo geral · Compreender e aplicar os conceitos de números pares e ímpares, adição e subtração de números de até três algarismos, multiplicação por números de um algarismo e resolução de problemas simples envolvendo essas operações matemáticas. Objetivos específicos · Identificar os números pares e ímpares · Realizar operações de adição e subtração com números de até três algarismos · Realizar operações de multiplicação por números de um algarismo · Resolver problemas matemáticos simples envolvendo as operações acima. Metodologia Apresentação do conceito de números pares e ímpares por meio de exemplos e questionamentos Exercícios em sala de aula para identificação de números pares e ímpares Exercícios de adição e subtração de números de até três algarismos, com auxílio de materiais manipuláveis Resolução de problemas matemáticos simples envolvendo adição e subtração de números de até três algarismos Exercícios de multiplicação por números de um algarismo, com auxílio de materiais manipuláveis Resolução de problemas matemáticos simples envolvendo multiplicação por números de um algarismo. Recursos Quadro branco e giz ou caneta para quadro Materiais manipuláveis (blocos de montar, palitos de dente, etc.) Atividades impressas com exercícios para realização em sala de aula Projetor e apresentação de slides para introdução do conteúdo e resolução de problemas em grupo. Avaliação Atividades: Exercícios escritos para identificação de números pares e ímpares Exercícios escritos de adição e subtração de números de até três algarismos Exercícios escritos de multiplicação por números de um algarismo Resolução de problemas matemáticos simples em grupo. Critérios: Correção das respostas dos exercícios Participação em atividades em grupo Referências BIANCHINI, Edwaldo. Matemática 4º ano: Coleção Novo Olhar. São Paulo: FTD, 2017. BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Brasília: MEC, 2018.. 11 RELATO DA APRESENTAÇÃO DOS PLANOS DE AULA AO PROFESSOR A professora titular me deixou bem à vontade. Lembro-me que as professoras do estágio iam me visitar e, no fundo da sala de aula, elas se sentavam e tinham um caderno no qual cada uma anotava o que achavam bom ou ruim no decorrer da aula. Ia uma professora de cada vez. Os planos de aula eram feitos de acordo com o conteúdo que a professora me passava. Eu ficava fazendo os planos de aula e os trabalhos até três ou quatro horas da manhã. Eram todos escritos à mão e tudo que aplicávamos na aula tinha que estar no relatório. Na sala de aula, eu fiz o cantinho da leitura, com um tapete e almofadas para as crianças sentarem. Toda a vez que era o dia da leitura, sentávamos todos em roda para mudar um pouquinho a rotina da aula, não ficando os alunos somentesentados na classe. As crianças adoravam. O plano de aula previa o como conteúdo as regras de acentuação dos monossílabos tônicos, das oxítonas, das paroxítonas e das proparoxítonas. O professor só conseguiu apresentar as regras das oxítonas e proparoxítonas dentro do tempo previsto, tendo de deixar o restante das regras para uma próxima aula. Em seguida foi realizada uma atividade de treino ortográfico, um ditado composto por 10 palavras – proparoxítonas e oxítonas – retiradas das cartas produzidas pelos alunos. Após a realização da atividade, o professor estagiário recolheu os ditados e iniciou a última atividade da aula. Enquanto os alunos reescreviam as cartas, o professor estagiário corrigiu os treinos ortográficos. Próximo do fim da aula, foram recolhidas as cartas reescritas e feita a correção dos treinos ortográficos. O balanço geral da aula foi bom, com as atividades correndo muito bem. O único contratempo foi não se ter conseguido passar todo o conteúdo de acentuação gráfica previsto no plano de aula. O desenvolvimento do planejamento da aula teve como foco principal a promoção de práticas de leitura que tenham sentido para o aluno. Para que se compreendam outras histórias, outros espaços e tempos são necessário primeiro conhecer a sua própria história e a constituição da sua própria identidade, e para desenvolver estes aspectos as áreas das disciplinas irão enfatizar a construção da cidadania, trabalhando com as noções de identidade, respeito, valores e visão de sujeito crítico. O planejamento foi elaborado a partir da realidade e das experiências de vida dos alunos. No desenrolar do planejamento, faz-se necessário que aconteçam, além de reflexões constantes a respeito da nossa prática, também devem ocorrer avaliações, permitindo assim que aconteçam mudanças e ajustes no decorrer do processo educacional. Para que se obtenha uma avaliação justa foi necessário que se respeite o tempo e a individualidade de cada aluno, pois sabemos que cada um aprende a seu tempo. 12 RELATO DA REGÊNCIA Relato de Regência Identificação da aula Escola Datas Turno Vespertino Série e turma Número de alunos Conteúdo Adição de números naturais Professor regente Descrição da aula Durante a aula que ministrei para o ensino fundamental anos iniciais, abordei o conteúdo de matemática referente à adição. Utilizei a metodologia expositiva-dialogada para apresentar a teoria e, em seguida, utilizei recursos visuais, como cartazes e fichas com números, para exemplificar a resolução de problemas. A aula teve início com uma breve revisão do conteúdo anterior, seguida da apresentação da nova matéria. Procurei manter uma postura ativa e dinâmica, fazendo perguntas aos alunos e incentivando-os a participar, a fim de estimular a sua aprendizagem. Na sequência, dividi a turma em grupos e propus uma atividade prática para fixar o conteúdo. Utilizei um jogo de cartas com problemas de adição, onde cada grupo deveria resolvê-los e registrar as respostas em uma ficha. Durante a atividade, circulei pela sala para acompanhar o desenvolvimento dos grupos e sanar possíveis dúvidas. Para finalizar, fiz uma avaliação informal, por meio de perguntas e respostas, para verificar se os alunos haviam compreendido o conteúdo. A postura dos alunos foi bastante participativa e demonstraram interesse pelo tema abordado. Como recurso, utilizei cartazes, fichas com números, jogos de cartas e um quadro branco. Também foi utilizada a lousa digital para apresentar algumas informações. Reflexão sobre a aula Minha aula foi uma experiência desafiadora e enriquecedora para mim como estagiário de pedagogia. Tive a oportunidade de ministrar aulas para o ensino fundamental anos iniciais, e isso me possibilitou colocar em prática o conhecimento adquirido no curso e aprimorar minha atuação metodológica. Inicialmente, planejei objetivos que visavam ao desenvolvimento de habilidades de raciocínio dos alunos, através de uma atividade lúdica e interativa. A metodologia prevista no plano de aula se mostrou satisfatória, pois pude utilizar recursos diversos, como livros didáticos, materiais impressos e audiovisuais, além de jogos e brincadeiras que contribuíram para o envolvimento dos alunos. Embora meus conhecimentos sobre o conteúdo aplicado tenham sido suficientes, percebi que precisei me adaptar às particularidades da turma e às demandas específicas dos alunos, adequando meu vocabulário e minha linguagem para garantir a compreensão das explicações. Tive dificuldades em utilizar tecnologias, o que pode ter limitado a efetividade de alguns recursos pedagógicos. A participação dos alunos nas aulas foi satisfatória, embora tenha sido necessário um esforço maior para controlar a disciplina e resolver questões que surgiram durante a aula. Nesse sentido, a intervenção do professor regente foi fundamental para auxiliar no gerenciamento da turma e garantir um ambiente de aprendizagem propício. Os exercícios propostos foram suficientes para a fixação do conteúdo, e a sequência lógica da aula foi planejada de forma coerente e adequada. Os alunos demonstraram interesse pelo tema e a participação deles nas atividades foi positiva, o que contribuiu para a efetividade da aula. Em relação às dificuldades enfrentadas, percebi que poderia ter me preparado melhor para lidar com questões comportamentais da turma e aprimorado minha habilidade em utilizar tecnologias. Para minimizar essas dificuldades, pretendo buscar capacitação adicional e me dedicar mais ao planejamento e à preparação das aulas. No geral, acredito que a aula ministrada foi uma experiência valiosa para o meu desenvolvimento profissional e pedagógico, e sinto-me motivado a continuar buscando aprimoramento e novas experiências no campo da educação. lOMoARcPSD|48462398 lOMoARcPSD|48462398 lOMoARcPSD|48462398 Baixado por Leandro Trancozo (leandrotrancozo@gmail.com) 13 VALIDAÇÃO DO RELATÓRIO Incluir o termo de validação digitalizado, conforme estipulado no Plano de Trabalho. Eu, [Inserir nome do Acadêmico], RA [Inserir RA do Acadêmico], matriculado no [Inserir o semestre] semestre do Curso de [Inserir nome do curso] da modalidade a Distância da [Inserir nome da Universidade], realizei as atividades de estágio [Inserir nome do Estágio] na escola [Inserir nome da escola], cumprindo as atividades e a carga horária previstas no respectivo Plano de Trabalho. ___________________________ ___________________________ Assinatura do(a) Estagiário(a) Assinatura Supervisor de Campo CONSIDERAÇÕES FINAIS O estágio supervisionado enriquece o currículo e é uma ótima oportunidade para complementar a experiência acadêmica, além de preparar o estudante para conquistar novas posições no mercado. A atividade permite fazer contatos na sua área profissional, aumentando as chances de conseguir efetivação no futuro. O estagiário consegue fazer as suas observações e reflexões dentro do que a teoria ensina. E é maravilhoso quando se tem muito apoio da escola para desenvolver o seu trabalho, dar sugestões, aprender com os profissionais mais experientes e também com as crianças que nos passam muito conhecimento. Percebi que um dos propósitos do Estágio Supervisionado no ensino fundamental é possibilitar ao graduando conhecer e vivenciar na prática a experiência de ser professor, momento enriquecedor, pois é nessa fase da formação acadêmica que surge a oportunidade de interagir os conhecimentos teóricos com a prática. REFERÊNCIAS BARCELOS, Valdo. Formação de professores para educação. 5ª ed. Vozes, Petrópolis, Rio de Janeiro, 2012. BEISIEGEL, Celso de Rui. Coleção Educadores - Paulo Freire. Recife: Massangana, 2010. FARIA, Wendell Fiori de. Educação de pedagogia. São Paulo: Person Education do Brasil, 2009. SOEK, Ana Maria. Mediação pedagógica na alfabetização nas escolas / Ana Maria Soek, Sonia Maria Chaves Haracemiv, Tânia Stoltz. Curitiba: Ed. Positivo, 2009. STRELHOW, Thyeles Borcarte. Breve História Sobre a Educação no Brasil. HISTEDBR on-line. Campinas, n. 38, p. 49-59,jun. 2010 - ISSN: 1676- 258449. Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS). Baixado por Leandro Trancozo (leandrotrancozo@gmail.com) Baixado por Leandro Trancozo (leandrotrancozo@gmail.com) image1.png