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RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS - EaD 
 
AULA 01 
DATA: 
 
______/______/______ 
VERSÃO:01 
 
RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS: Podopediatria e Podogeriatria II 
 
DADOS DO(A) ALUNO(A): 
 
NOME: ORILENE VIANA BARBOZA MATRÍCULA: 03252365 
CURSO: PODOLOGIA POLO: MANAUS AM 
 
ORIENTAÇÕES GERAIS: 
 
• O relatório deve ser elaborado individualmente e deve ser escrito de forma clara e 
• concisa; 
• O relatório deve conter apenas 01 (uma) lauda por tema; 
• Fonte: Arial ou Times New Roman (Normal e Justificado); 
• Tamanho: 12; 
Margens: Superior 3 cm; Inferior: 2 cm; Esquerda: 3 cm; Direita: 2 cm; 
• Espaçamento entre linhas: simples; 
• Título: Arial ou Times New Roman (Negrito e Centralizado). 
 
 
TEMA DA AULA: ONICOTOMIA 
 
 
RELATÓRIO: 
 
1. Conceitue onicotomia, qual a importância da técnica e cuidados necessários 
com idoso e quais os instrumentos são utilizados. 
 
A onicotomia é o nome que se dá ao procedimento de corte da lâmina ungueal. Caso o corte 
seja incorreto, pode se gerar varias outras patologias ungueais. Os principais instrumentos 
utilizados no procedimento são alicates de cortes, alicates de cutícula, pares de luvas 
descartáveis, álcool 70%, pacote de algodão, tesouras de unha e cortadores de unha. 
Esse procedimento é um método de proteção e prevenção dos pés. Embora pareça um 
tratamento comum e aparentemente sem muita importância, este é o único que previne um 
grande número de problemas podológicos como unhas encravadas, infeccionadas, calosidades 
plantar, onicomicose entre muitos outros. 
 
 
 
 
TEMA DA AULA: HELOMAS, CALOSIDADES E ONICOGRIFOSE 
 
 
 
RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS - EaD 
 
AULA 01 
DATA: 
 
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VERSÃO:01 
 
2. Discorrer sobre a importância da avaliação de calos e calosidade, forma de 
remoção, bem como instrumentos utilizados definindo a característica de cada 
um. 
 
Calos e calosidades são áreas circunscritas de hiperqueratose em locais de pressão intermitente 
ou atrito. Calos são mais superficiais, abrangem áreas maiores da pele e geralmente são 
assintomáticos. Calosidades são mais profundas e focais e geralmente dolorosas. O diagnóstico 
se baseia na aparência clínica. O tratamento é feito por abrasão manual com ou sem agentes 
queratolíticos. A prevenção envolve alteração da biomecânica, como mudança de calçados. A 
cirurgia raramente é indicada. 
Calos e calosidades são causados por pressão ou atrito intermitentes, geralmente sobre uma 
superfície óssea. 
Calosidades consistem em um tampão queratótico bem delimitado, do tamanho de uma ervilha 
ou ligeiramente maior, que se estende através da maior parte da derme subjacente. Pode se 
desenvolver bursite da adventícia subjacente. Calosidades duras ocorrem sobre protuberâncias 
ósseas proeminentes, especialmente nos pés e superfície plantar. Calosidades macias correm 
entre os dedos dos pés. A maioria das calosidades é resultantes de calçados mal ajustados, mas 
calosidades de pequeno tamanho em regiões que não sofrem pressão pelo peso, nas regiões 
plantares e até palmares, podem representar uma genodermatose hereditária. 
Os calos não tem tampão central nem alterações dérmicas e sua aparência é mais regular. Em 
geral, ocorrem nas mãos e nos pés, mas também são observados em outras regiões, 
especialmente em pessoas cuja profissão esteja sujeita a traumas repetitivos em uma área 
especifica. 
Normalmente, os calos são assintomáticos, mas, se o atrito for muito intenso, podem se tornar 
espessos e irritados, causando desconforto e queimação local. Algumas vezes, o desconforto 
dos calos perto do pododáctilo pode mimetizar aqueles da neuralgia interdigital. As calosidades 
podem ser dolorosas ou brandas à pressão, algumas vezes, se forma uma bolsa contendo liquido 
sob uma calosidade. 
A calosidade deve ser diferenciada da verruga plantar ou o calo pela remoção da camada 
espessa. Após aparar o calo, pode-se observar as linhas da pele preservadas, ao passo que a 
verruga aparece bem delimitada, as vezes com tecido brando macerado ou com pontos negros 
centrais representando capilares trombosados. A calosidade quando desbastada, revela um 
núcleo amarelado a translucido, bem delimitado que interrompe a arquitetura normal da derme 
papilar. 
Para fazer a remoção manual, uma lixa de unha, esmeril ou pedra-pomes são usados 
imediatamente após o banho, geralmente são um modo pratico de remover manualmente a 
hiperqueratose. 
Agentes queratolíticos podem também ser usados, tomando-se o cuidado de evitar o contato 
com a pele normal. Esta deve ser protegida cobrindo com vaselina antes da aplicação do 
queratolítico. 
 
 
RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS - EaD 
 
AULA 01 
DATA: 
 
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VERSÃO:01 
Para o amortecimento e biomecânica dos pés é necessário colocar coxins e alterar a 
biomecânica dos pés pode prevenir os calos e auxiliar em seu tratamento. Apesar da 
dificuldade de eliminar a pressão nas superfícies afetadas, ela deve ser reduzida e 
redistribuída. Para as lesões dos pés, sapatos macios que se ajustem bem aos pés são 
importantes; estes devem ter uma ponta larga para que os artelhos possam se mover 
livremente no calçado. Sapatos elegantes geralmente impedem a liberdade de movimento. 
Calçados que aumentam o desconforto devem ser eliminados do armário. Coxins ou anéis de 
tamanhos e dimensões adequados, ataduras protetoras feitas de tecido de algodão ou espuma 
de borracha, suportes de arco (ortóticos), placas ou bandas para o metatarso podem auxiliar 
na redistribuição da pressão. Para as calosidades e calos no arco do pé, uma órtese não deverá 
abranger toda a extensão, mas estender-se somente até o arco ou terminar no calçado 
imediatamente atrás do calo ou calosidade. Remoção cirúrgica do osso acometido raramente 
é necessária. 
Os pacientes com tendencia a desenvolver calosidades e calos recalcitrantes dolorosos devem 
ser atendidos regularmente por podólogos. Pacientes que também tem circulação periférica 
prejudicada, especialmente se também tiverem diabetes, exigem cuidados intensivos dos pés. 
 
 
3. Descrever o passo a passo da onicotomia em unhas com onicogrifose, e 
orientações ao paciente. 
 
A onicogrifose (unhas grossas) é uma patologia ungueal que se caracteriza por um 
espessamento excessivo das lâminas ungueais. Esta patologia consiste num distúrbio de 
crescimento da lâmina ungueal fazendo com que esta se torne espessa, com possibilidade de 
ficar mais alongada e/ou mais curvada, possuindo uma cor opaca e mais amarelada do que o 
habitual. 
Inicialmente, a lâmina ungueal espessa e ‘’cresce para cima’’, podendo desviar lateralmente 
em direção aos outros dedos. Em alguns casos, a doença piora ao ponto de fazer as unhas 
enrolar, sendo quase impossível o corte das mesmas, uma vez que a textura destas é muito 
grossa. 
A sua incidência é maior em idosos, podendo, no entanto, afetar pessoas em qualquer tipo de 
idade (ver tipos de onicogrifose). 
O primeiro dedo do pé é a lâmina ungueal mais frequentemente afetada, seguida do quinto 
dedo dos pés, é de referir que a onicogrifose nas mãos é rara e encontra-se normalmente 
associada a onicogrifoses congénitas. 
Quando não tratada a onicogrifose pode estar associada a constrangimentos, além do aspeto 
estético e da dor causada, outras complicações podem estar associadas. 
A onicogrifose, em fases iniciais, muitas vezes não apresenta qualquer tipo de sinal 
perceptível contudo com a progressão da patologia, podem surgir diversos sinais e sintomas 
como unhas amareladas ou acastanhadas, unhas excessivamente espessas ou “grossas”, que 
podem ser também longas ou curvas, dor, infeções frequentes nas unhas ou na pele 
 
 
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envolvente, prurido (comichão) na área à volta das unhas, superfície das unhas irregular com 
marcas, geralmente, transversais, entre outros. 
A onicogrifose pode serclassificada em dois tipos principais: 
Onicogrifose congénita: este tipo de onicogrifose está presente no nascimento, ou seja, é uma 
doença hereditária, sendo de referir que existem poucos relatos da sua incidência. Pode ser 
herdada como um traço autossômico dominante, isto significa que se qualquer um dos pais 
desenvolver esta patologia, a probabilidade de a criança nascer com a doença é mais elevada 
(onicogrifose infantil). 
O início de aparecimento desta patologia encontra-se descrito em alguns estudos com o 
aparecimento a ocorrer ao longo do primeiro ano de vida, como em outros estudos encontra-se 
descrito como de aparecimento mais perceptível durante a puberdade, altura em que começam 
a aparecer os vários sinais e sintomas da doença. 
Existem também vários estudos que referem a onicogrifose congénita como característica em 
algumas síndromes congênitas, como por exemplo: síndrome de Haim-Munk ou síndrome de 
Papillon- Lefèvre. 
Onicogrifose adquirida: a onicogrifose adquirida pode ter inúmeros fatores causais, podendo 
estar associada a causas locais, distúrbios patológicos, doenças infeciosas, doenças 
dermatológicas ou até auto cuidado deficiente. 
Historial de cirurgia ungueal, trauma (por exemplo queda de algo em cima das unhas), 
deformidades ósseas como Hallux valgus ou até micro traumas causados pelo calçado podem 
ser algumas das diversas causas locais que estão na origem do aparecimento de uma 
onicogrifose adquirida. Devido à escolha de calçado incorreto (mais frequente em mulheres) 
podem ocorrer frequentemente micro traumas que não causam algia quando acontecem, mas 
que acometem o normal crescimento ungueal. 
Muitos estudos descrevem que a onicogrifose é observada comumente em pacientes com 
comprometimento da circulação sanguínea periférica. Distúrbios patológicos como varizes, 
tromboflebite, hiperuricemia, dermatite de estase ou até o desenvolvimento de úlceras estão 
descritas como fatores causais do aparecimento de onicogrifose. 
Psoríase, onicomicose ou sífilis são alguns dos exemplos de doenças infeciosas ou 
dermatológicas onde o aparecimento de onicogrifose se encontra frequentemente associado. 
Devido a uma tendência para negligenciar o cuidado das unhas, esta patologia ungueal 
encontra-se frequentemente associada com pessoas que sofrem de demência ou idosos que 
tendem a ser esquecidos em relação ao autocuidado e higiene. 
 
https://www.saudebemestar.pt/pt/clinica/dermatologia/psoriase/

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