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c a d e r n in h o c a d e r n in h o d a c lí n ic a d a c lí n ic a Es se c ad er ni nh o pe rte nc e à: Es se c ad er ni nh o pe rte nc e à: Leia antes de acessar:Leia antes de acessar: - Esse caderno foi criado por Alice Póvoas (dradentinhos_) baseado na bibliografia das apostilas disponiveis para compra. - Esse caderno representa uma propriedade intelectual da autora, sendo assim, respaldado em direito sob garantias de PLÁGIO (Crime de Violação aos Direitos Autorias no Art. 184 – Código Penal). - Todo o conteúdo foi escrito retirado dos livros de referência, os desenhos foram feitos pela autora - É PROIBIDA a venda ou distribuição gratuita deste conteúdo por outra pessoa que não seja a autora, também se enquadrando em crime contra a propriedade intelectual an es te si o an es te si o anestésicosanestésicos Articaína 4%Articaína 4% Prilocaína 3%Prilocaína 3% Lidocaína 2%Lidocaína 2% Lidocaína 3%Lidocaína 3% Mepvacaína 2%Mepvacaína 2% Mepivacaína 3%Mepivacaína 3% Bupvacaína 0,5%Bupvacaína 0,5% 7mg/kg 6mg/kg 4,4mg/kg 4,4mg/kg 4,4mg/kg 4,4mg/kg 1,3mg/kg 500mg 400mg 300mg 300mg 300mg 300mg 90mg 6,9 7,4 8,3 5,5 8,3 5,5 10 anestesiologiaanestesiologia AnestesicoAnestesico VasoconstritorVasoconstritor [][] Tempo anestésicoTempo anestésico Lidocaína Sem vaso 3% 5-10m / não indicado Lidocaina Adren. 1:50.000 2% 40-60m / 120-150m Lidocaína Adren. 1:100.000 2% 40-60m / 120-150m Mepivacaína Sem vaso 3% 20m / 40m Mepivacaína Adren. 1:50.000 2% 40-60m / 120-150m Mepivacaina Adren. 1:100.000 2% 40-60m / 120-150m Mepivacaina Adren. 1:200.000 2% 40-60m / 120-150m Prilocaína Feliprissina 0,03 UI/ml 3% >30m / > 60m Articaína Adren. 1:100.000 4% 100-150m / 5-6h Articaina Adren 1:200.000 4% 100-150m / 5-6h Bupivacaína Adren. 1:200.000 0,5% 4h / 12h Pegamos a dose máximo em mg/kg do anestésico para descobrirmos a dose máxima que esse paciente pode receber. Significa que cada tubete de lidocaína 2% contém 36mg de anestésico. Guardamos esse valor pra depois. Se esse valor ultrapasse a dose máxima absoluta, ela seria escolhida. Pegamos o valor da dose máxima e dividimos pelo primeiro valor (quantidade do anestésico em um tubete) é Sempre aproxima para menos cálculocálculo Ex:Ex: lidocaína 2% - paciente 65kglidocaína 2% - paciente 65kg Se a concentração do anestésico é "2%", significa que existem 2g de anestésico a cada 100ml de líquido Igualamos as grandezas e fazemos uma regra de 3: Resultado: há 20mg a cada 1ml de líquido. Se um tubete tem 1,8ml, fazemos outra regra de três para descobrir quantos mg tem em um tubete vasoconstritoresvasoconstritores Adrenalina = Epinefrina 1:100.000 - ContraindicaçõesAdrenalina = Epinefrina 1:100.000 - Contraindicações - Hipertensos grau II - Historia de infarto agudo no miocardio - Periodo menor de 6 meses após AVE - Cirurgia recente de ponte arteria coronária - Angina no peito instável - Certos tipos de arritmias - Insuficiencia cardiaca não tratada/controlada - Hipertireoidismo não controlado - História de alergia a sulfitos - Usuários continuos de anfetaminas - Feocromocitoma Noradrenalina = norapenifrina - ContraindicaçõesNoradrenalina = norapenifrina - Contraindicações - Aumenta risco de necrose em áreas pouco vascularizadas, exemplo palato Feliprissina - ContraindicaçõesFeliprissina - Contraindicações Gestantes - risco de contração no utero anestesio especialanestesio especial AsmáticosAsmáticos - Lidocaina 2% com epinefrina 1:100.000 (max 2 tubetes) - Prilocaína 3% com felipressina 0,03 UI/ml Doença renalDoença renal - Lidocaína 2% com epinefrina - Usar no máximo 2 tubetes por sessão - Lembrar que a maioria são hipertensos GestantesGestantes - Lidocaína 2% com epinefrina 1:100.000 (máximo 2 tubetes) - Com hipertensão não controlada: Prilocaina 3% com felipressina 0,003 UI/ml (máx 2 tubetes) ou Mepivacaina 3% sem vaso (max 2 tubetes) DiabéticosDiabéticos - Epinefrina 1:100.000 na mínima dose possível - Descompensados: Prilocaína com felipressina HipertireoidismoHipertireoidismo - Compensados: pode-se empregar epinefrina, no máximo 2 tubetes por sessão - Descompensados: é contraindicado o próprio tratamento odontológico anestesio especialanestesio especial FeocromocitomaFeocromocitoma - Doença rara caracterizada pela presença de tumores benignos que produzem catecolaminas (epinefrina e norepinefrina), localizados principalmente na medula das glândulas suprarrenais - O tratamento odontológico não é indicado nesses casos História de alergia a sulfitosHistória de alergia a sulfitos - Prilocaína 3% com felipressina 0,03 UI/mL - Mepivacaína 3% (sem vasoconstritor) critérios decritérios de escolha da soluçãoescolha da solução Procedimentos de curta a media duração ( 30 minutos - Prilocaína 3% com felipressina 0,03 UI/mL Alveolar superior posterior e seus ramos: - Polpas do terceiro, segundo e primeiro molares superiores (menos raíz mésio-vestibular do 1º) + tecido periodontal vestibular e osso sobrejacente a esses dentes Altura da prega mucovestibular acima do segundo molar superior - Avançar a agulha para cima, dentro e trás num só movimento, com um ângulo de 45º Alveolar superior médio e seus ramos: - Polpas do primeiro e segundo pré-molares superiores, raíz mesio-vestibular do primeiro molar superior e tecidos periodontais vestibulares e osso sobrejacente a esses dentes Altura da prega mucovestibular acima do segundo pré-molar superior - Penetrar e avançar até que a extremidade da agulha chegue ao ápice do segundo pré-molar Alveolar superoanterior e superior médio, nervo infraorbitário - Polpas do incisivo central superior até canino superior do lado da injeção, periodonto vestibular e osso sobrejacente a esses dentes - Palpebra inferior, aspecto lateral do nariz e lábio superior Altura da prega mucovestibular em direção ao forame infraorbital, geralmente diretamente sobre o primeiro pré - Introduzir agulha e orientar a seringa ao forame, aproximadamente 16mm Palatino maior - Parte posterior do palato duro e os tecidos moles sobrejacentes, posteriormente ao primeiro pré e medialmente até a linha média. - Tecidos moles levemente anteriores ao forame palatino maior (fica entre segundo e terceiro molar) - Profundidade de penetração: aproximadamente 5mm TÉCNICAS ANESTÉSICASTÉCNICAS ANESTÉSICAS Bloqueio do nervo alveolar superior posteriorBloqueio do nervo alveolar superior posterior Bloqueio do nervo alveolar superior médioBloqueio do nervo alveolar superior médio Bloqueio do nervo alveolar superior anteriorBloqueio do nervo alveolar superior anterior Bloqueio do nervo palatino maiorBloqueio do nervo palatino maior Nervos nasopalatinos bilateralmente - Porção anterior do palato duro (tecidos moles e duros) bilateralmente desde a face mesial do primeiro pré direito à facemesial do oposto Mucosa palatina imediatamente lateral à papila incisiva - Aproximar o local de injeção com um angulo de 45º em direção à papila, penetrando 5mm TÉCNICAS ANESTÉSICASTÉCNICAS ANESTÉSICAS Bloqueio do nervo nasopalatinoBloqueio do nervo nasopalatino Alveolar inferior, nervo incisivo, nervo mentual, nervo lingual - Dentes mandibulares até a linha média - Corpo da mandibula, parte inferior do ramo - Mucoperiosteo bucal, membrana mucosa anteriormente ao forame mentual - Dois terços anteriores da lingua e assoalho da cavidade - Periósteo e tecidos moles linguais Trígono retromolar, na rafe pterigomandibular - A seringa deve partir dos pré-molares do lado antagonista, penetrando 20 a 25mm Bloqueio do nervo alveolar inferiorBloqueio do nervo alveolar inferior Mentual, ramo terminal do nervo alveolar inferior - Membrana mucosa bucal, anteriormente ao forame mentual até a linha média e pele do lábio inferior Prega mucobucal do forame mentual ou imediatamente anterior ao mesmo - Avançar agulha até chegar no forame, com profundidade de 5 a 6mm Bloqueio do nervo mentualBloqueio do nervo mentual TÉCNICAS ANESTÉSICASTÉCNICAS ANESTÉSICAS Bloqueio do nervo infraorbitário MaxilaMaxila Bloqueio do nervo alveolar superior anterior Bloqueio do nervo nasopalatino Bloqueio do nervo alveolar superior médio Bloqueio do nervo alveolar superior posterior Bloqueio do nervo palatino maior Bloqueio do nervo bucal MandibulaMandibula Bloqueio do nervo alveolar inferior Bloqueio do nervo incisivo campo cirurgicocampo cirurgico ci ru rg ia ci ru rg ia or al or al Pinça hemostática Afastador de Minessota Seringa carpule Pinça clínica Bisturi c/ cabo Descolador molt Alavancas Fórceps Cureta de Lucas Lima para Osso Pinça porta-agulha Tesoura de íris Pinça dente de rato Tu be te an es té sic o Ag ulh a g en gi va l Ga ze Cu ba m et áli ca So ro Io do Fio d e s ut ur a Se rin ga d es ca rtá ve l De acordo com a direção do terceiro molarDe acordo com a direção do terceiro molar classificação de winterclassificação de winter PELL & GREGORYPELL & GREGORY Borda anterior do ramo X posição do denteBorda anterior do ramo X posição do dente tipos de retalhotipos de retalho EnvelopeEnvelope Neumann modificadaNeumann modificada Em Y ou TEm Y ou T Semilunar (Partch)Semilunar (Partch) Em arco de PartschEm arco de Partsch Neumann (em L)Neumann (em L) retalho cirurgicoretalho cirurgico - O ápice nunca devera ser maior que a base - A extensão do retalho não deve ser maior que duas vezes a largura da base - Deve-se incluir um suprimento sanguíneo axial na base do retalho - A base não deve ser excessivamente torcida ou distendida - Deve ser realizado em osso sadio - Evitar dilaceração Principios:Principios: numeros de lâminasnumeros de lâminas 1: incisivos e caninos superiores 18R: molares superiores do lado direito 18L: molares superiores do lado esquerdo 150: incisivos, pré-molares e raizes superiores nº dos fórcepsnº dos fórceps Dentes superiores:Dentes superiores: Dentes inferiores:Dentes inferiores: 16: molares inferiores com destruição coronária 17: molares inferiores 151: incisivos, pré-molares e raízes inferiores Raizes residuaisRaizes residuais 68 e 69 - Medir sinais vitais do paciente para prosseguir - Fazer cálculo anestésico - Previamente, pegar todos os instrumentais necessários, gaze, tubetes anestésicos, fio de sutura, lâmina de bisturi, etc - Lavagem das mãos - Vestir a luva estéril - Abrir o campo cirurgico, vestir avental e preparar o campo da mesa, foco e sugador - Posicionar instrumentais na mesa seguindo as etapas cirurgicas - Preparar a alta rotação com broca 702 - Soro fisiológico e iodo nas cubas metálicas - Pedir para o paciente bochechar clorexidina - Passar iodo nos tecidos do paciente exodontia - passo aexodontia - passo a passopasso Pré-cirurgicoPré-cirurgico - Anestesia de acordo com o posicionamento do dente e nervos adjacentes, sempre afastando com minnesota e visão indireta com espelho clínico - Fazer incisão com bisturi acoplado ao cabo (se necessário) - Descolar a gengiva com descolador de Molt - Se necessário, realizar osteotomia e odontosecção - Fazer luxação com elevadores, com movimento de alavanca - Se preciso, terminar de luxar o dente com os movimentos do fórceps - Irrigar o alveolo com soro fisiológico - Curetar o alvéolo com cureta de Lucas - Com a lima para osso ou alveolótomo, remover espículas osseas - Suturar CirurgicoCirurgico - Processo inflamatório de caráter agudo ou crônico, purulenta, que se desenvolve nos tecidos gengivais que recobrem as coroas dentais - Dor constante e aguda, trismo, celulite, febre - Dor irradiada para ouvido e garganta - Doloroso à palpação PericoronaritePericoronarite Sinais e sintomasSinais e sintomas -Anestesia local com bloqueio regional e infiltração - Remover cálculos e placas + drenagem - Irrigar com solução fisiológica estéril, e em seguida, com digluconato de clorexidina 0,12% - Desgaste oclusal do antagonista - Prescrever bochechos com 15mL de uma solução de digluconato de clorexidina 0,12%, não diluída, a cada 12h, por uma semana - Prescrever dipirona (500mg a 1g) com intervalos de 4h, pelo período de 24h ProtocoloProtocolo Manobra deManobra de valsavavalsava Utilizada na extração de molares superiores, para verificar se houve comunicação bucosinuval TecnicaTecnica - O paciente deve fechar o nariz e fazer força para assoar - Se houver comunicação, irá ocorrer saída de ar, pus ou sangue do alvéolo pós operatóriopós operatório Ficar em repouso, evitando esforço ou atividades físicas Preferir alimentos pastosos ou líquidos, frios ou mornos Evitar bebidas alcoolicas Evitar fumar Evitar exposição solar prolongada Evitar usar canudos, pois sucção pode fazer a ferida sangrar Tomar os remédios nos horários e periodo indicados pelo dentista Evitar ter relações sexuais por conta do esforço Tem como objetivos reduzir as irregularidades alveolares, arredondar bordos e septos e eliminar papila e mucosas excedentes, ALVEOLOPLASTIAALVEOLOPLASTIA ProtocoloProtocolo - Incisão e descolamento - Regularização do rebordo com pinça goiva (alveolótomo) e/ou brocas maxicut/minicut, regularizando o rebordo removendo saliências ósseas alveolares e interdentais (o osso entre um dente e outro é removido) - Pode usar também uma lima para osso para dar um acabamento final - A papila também deve ser cortada para ficar com a incisão linear, em seguida é fechada com suturas. Alvéolos que passarão por reabilitação com implante e pacientes idosos (risco de fratura da tábua óssea e reabsorção) manobra demanobra de chompretchompret Contra-indicaçõesContra-indicações - Após exodontia, limagem e curetagem: - Comprimir tábuas vestibular e palatina/lingual com os dedos indicador e polegar - Com cuidado, sem usar força ProtocoloProtocolo tórustórus mandibularmandibular ProtocoloProtocolo - Anestesia do nervo alveolar inferior e lingual - Incisão intrasulcular (se houver dentes) OU - Incisão retilínea sob rebordo (se não houver dentes) - Não fazer relaxantes para lingual por conta do nervo e a artéria lingual - Descolamento com cuidado (mucosa fina) - Ostectomia e osteoplastia: confeccionar canaletas com broca tronco cônica e retirar o osso em pedaços - Regularização com a broca maxicut tipo pêra. - Sutura tórustórus palatinopalatino ProtocoloProtocolo - Anestesia dos nervos nasopalatino, palatino maior bilateral e alveolar superior posterior e médio. - Incisão para tórus pequenos e medianos: Winter ou Avellanal - Incisão para tórus grandes e medianos: em Y ou de Dorrance (duplo Y) - Intrasulcular para torus laterais. - Lembrar de ter cuidado com a artéria palatina maior quando for realizar procedimento na região posterior do palato - Divulsão e afastamento cuidadosos - Ostectomia e osteoplastia com broca tronco cônica, confeccionarcanaletas com broca tronco cônica e retirar o osso em pedaços - Regularização com a broca maxicut tipo pêra - Sutura complicaçõescomplicações pós-cirugicaspós-cirugicas AlveoliteAlveolite - Anestesia local por meio de bloqueio regional, evitando-se infiltrar a solução anestésica ao redor do alvéolo dentário - Irrigar o alvéolo abundantemente com solução fisiológica estéril - Com uma cureta de Lucas, inspecionar cuidadosamente o alvéolo, removendo corpos estranhos - Fazer nova irrigação com solução fisiológica e, em seguida, com uma solução de digluconato de clorexidina 0,12% - Não usar sutura - Prescrever dipirona (500mg a 1g) a cada 4h, pelo período de 24h - Prescrever lavagem (sem bochecho) de digluconato de clorexidina 0,12%, a cada 12h por 2 dias complicaçõescomplicações pós-cirugicaspós-cirugicas HemorragiaHemorragia - Anestesiar, preferencialmente por meio de bloqueio regional, empregando solução de lidocaína 2% ou mepivacaína 2% com epinefrina 1:100.000 - Limpar a área por meio de irrigação com soro fisiológico - Remover a sutura quando presente - Tentar localizar o ponto de sangramento ou avaliar se a hemorragia é difusa - Comprimir, tamponando o local com auxílio de uma gaze estéril e aguardar por 5min - Conter o sangramento com medidas locais: compressão de vasos intraósseos, correção de lacerações de tecido mole e suturas oclusivas. Tamponar o alvéolo com esponja de gelatina absorvível (Gelfoam®) ou cera óssea - Em caso de melhora do sangramento, orientar o paciente a “morder” uma gaze sobre o local, mantendo-o sob observação por 15min ParestesiaParestesia Prevenção - Se o paciente sentir um “choque elétrico” durante a anestesia, movimentar a agulha para fora do local onde o anestésico estava sendo injetado - Não imergir os tubetes anestésicos em soluções desinfetantes - Evitar o uso da articaína 4% nas técnicas anestésicas de bloqueio regional Cuidados - Informar ao paciente antes do procedimento que a parestesia é uma complicação em geral temporária, embora, raramente, possa ser definitiva - Por meio de estímulos mecânicos, avaliar a extensão e a profundidade da parestesia a cada 15-20 dias, anotando no prontuário clínico, para acompanhar a evolução e resolução do problema, que pode levar semanas ou meses retalhosretalhos terceiro molarterceiro molar inferiorinferior Esmalte Mancha branca Ativa Opaca e porosa Inativa Lisa e brilhante Dentina Cavitação Ativa Clara, macia e dor Inativa Escura, dura e sem dor Primária: é de natureza fisiológica, formada desde a primeira camada até a raiz estar formada Secundária: depositada fisiologicamente após a formação da raíz, ao longo da vida Terciária: resposta da polpa à agentes externos, podendo ser reacional (quando o agente é agudo) ou reparadora (quando o agente é crônico) Esclerosada: resposta da dentina à agentes externos, como a cárie. d en tí st ic a d en tí st ic a DiagnósticoDiagnóstico CÁRIE DENTÁRIACÁRIE DENTÁRIA Tipos de dentinaTipos de dentina 0 Após secagem por 5 segundos - hígido 1 Após secagem por 5 segundos, opacidade ou sulco enegrecido 2 Mesmo molhado com saliva, opacidade ou sulco enegrecido 3 Microcavidade em esmalte 4 Sombreamento da dentina 5 Exposição da dentina 6 Destruição coronária icdasicdas Sistema Internacional de Detecção e Avaliação de CárieSistema Internacional de Detecção e Avaliação de Cárie Desgaste das bordas incisais e oclusais dos dentes, causada principalmente pelo ranger dos dentes. lesões não cariosaslesões não cariosas AtriçãoAtrição AbrasãoAbrasão Desgaste da estrutura dental através de força mecânica, como escovação com força excessiva ou uso de palitos de dente. Provoca desgaste na superfície cervical com recessão gengival AbfraçãoAbfração Perda da estrutura dentaria associada ao estresse oclusal. A força mastigatória leva a perda de tecido na cervical do dente ErosãoErosão Desgaste químico causado por ácidos (refrigerante, limão, vinho...) CLASSES DE BLACKCLASSES DE BLACK Classe IClasse I - Regiões de má coalescência de esmalte: cicatrículas e fissuras sem envolver faces proximais - Face oclusal de pré- molares e molares - 2/3 oclusais da face vestibular dos molares - Face lingual de incisivos superiores - Face palatina de molares superiores Classe IIClasse II - Quando há envolvimento das faces proximais de pré- molares e molares. - Faces proximais dos incisivos e caninos, com envolvimento do angulo incisal Classe IVClasse IV Classe VClasse V - Terço cervical, não de cicatriculas, das faces vestibular e lingual de todos os dentes classes de blackclasses de black Classe IIIClasse III - Faces proximais dos incisivos e caninos, sem envolvimento do ângulo incisal tipos de manchatipos de mancha brancabranca Lesão de cárie ativaLesão de cárie ativa - Mancha branca opaca, rugosa e porosa localizada nas cervicais dos dentes, oclusais ou proximais Lesão de cárie inativaLesão de cárie inativa - Mancha branca lisa e brilhante localizada nas cervicais dos dentes, oclusais e proximais Fluorose dentáriaFluorose dentária - Manchas brancas ou brancas-acastanhadas nas faces livres dos dentes, geralmente localizadas no meio ou na incisal/cúspides - São bilaterais (dentes homólogos apresentam as mesmas manchas) Mancha (lesão fundamental)Mancha (lesão fundamental) - Pontos brancos únicos em dentes não homólogos, localizados no meio ou na incisal dos dentes diagnósticodiagnóstico fluorosefluorose NormalNormal - Esmalte com superficie lisa, brilhante, branca ou bege palida QuestionávelQuestionável - Pequena translucidez - Poucas manchas esbranquiçadas, ocasionais Muito leveMuito leve - Áreas pequenas opacas de cor branca e porosas - Irregulares sobre o dente - Envolve menos de 25% da superficie vestibular LeveLeve - Opacas de cor branca - Envolve mais de 25% e menos de 50% da superficie ModeradaModerada - Desgaste evidente do esmalte, manchas acastanhadas - Alteração da anatomia SeveraSevera - Superficie bastante afetada, hipoplasia evidente, manchas acastanhadas generalizadas com corrosão cores das pontascores das pontas VermelhaVermelha Acabamentos e situações mais delicadas AmarelaAmarela Pré-polimento em resina, não realiza cortes AzulAzul Versátil para diversas situações clínicas VerdeVerde Corte rápido e mais agressivo remoção de tecidoremoção de tecido cariadocariado ObjetivoObjetivo Remover seletivamente a dentina infectada (mole e com bactérias) da dentina afetada (dura e passível de remineralização) ProtocoloProtocolo - Profilaxia - Seleção do tipo e cores do material restaurador - Anestesia (se necessário) - Isolamento absoluto - Colocação de matriz e cunha, caso necessário - Acesso à lesão (se necessário) - Remoção seletiva do tecido cariado e preparo minimamente invasivo: nas paredes circundantes remover toda a dentina necrótica e desmineralizada. Nas paredes de fundo (pulpar/axial) com escavadores manuais, remover a dentina necrótica e manter a dentina mineralizada - Acabamento das margens em esmalte - Seleção do tipo e cores da resina composta - Determinação dos contatos oclusais e proximais - Anestesia e isolamento, colocação de matriz - Acesso à lesão, remoção e preparo minimamente invasivo - Acabamento das margens em esmalte - Se for Classe III ou IV, confecção de bisel - Proteção do complexo - Aplicação do sistema adesivo Condicionamento acido - 15s em dentina e 30s em esmalte Lavar 15s e secar com bolinha de algodão Aplicar o sistema adesivo Fotopolimerizar - Inserção incremental da resina (incrementos de 2mm) - Fotopolimerização - Ajuste oclusal - Acabamento e polimento restauração comrestauração com resina compostaresina composta Protocolo - Classes I, II, III e IVProtocolo - Classes I, II, III e IV sistemas adesivossistemas adesivos - Condicionamento total prévio - Pode ser de três ou dois passos Sistemas convencionaisSistemas convencionais- Não é preciso condicionamento acido, pois o primer é ácido - Pode ser de 2 ou 1 passo Sistemas autocondicionantesSistemas autocondicionantes Sistema universalSistema universal - Tem na forma convencional e na autocondicionante - É feito um condicionamento ácido coletivo do esmalte e adesivo no esmalte e dentina - Seleção do tipo e cores da resina composta - Anestesia e isolamento, colocação de matriz e fio retrator - Acesso à lesão, remoção e preparo minimamente invasivo - Acabamento das margens em esmalte - Proteção do complexo - Aplicação do sistema adesivo - Condicionamento acido - 15s em dentina e 30s em esmalte Lavar 15s e secar com bolinha de algodão Aplicar o sistema adesivo Fotopolimerizar - Acabamento e polimento restauração comrestauração com resina compostaresina composta Protocolo - Classe VProtocolo - Classe V clareamento declareamento de consultórioconsultório Agentes clareadoresAgentes clareadores Peróxido de hidrogênio 30 a 37% ProtocoloProtocolo - Profilaxia com pedra polmes - Registro da cor inicial - Secar a gengiva e aplicar barreira gengival (cobrir 4mm da gengiva - fotopolimerizar a cada 3 dentes) - Preparar a mistura do agente clareador de acordo com as intruções do fabricante - Ao final do tempo, remover o gel com sugador (sem lavar) - Repetir o processo 3x - Aplicação topica de fluor durante 4 semanas - Para diminuir porosidades do esmalte, fazer polimento na ultima sessão - Anestesia, isolamento e colocação de matriz e cunha - Acesso à lesão e preparo minimamente invasivo - Remoção de tecido cariado em duas fases separadas (4 a 6 semanas), realizada em lesões profundas em dentina, na maioria sob risco de exposição, sem sintomas de patologia pulpar 1ª fase: - Remoção da cárie nas paredes circundantes removendo toda a dentina necrótica e desmineralizada. - Nas paredes de fundo, axial, remover a dentina necrótica apenas em extensão suficiente para possibilitar espessura para o material provisório - Proteção do complexo - Inserção do cimento provisório (CIV convencional) - Ajuste oclusal tratamentotratamento expectanteexpectante ProtocoloProtocolo 2ª fase (4 a 6 semanas após) - Remover o cimento provis´rio e a dentina residual da parede de fundo da cavidade, mantendo a dentina desmineralizada - Proteção do complexo - Sistema adesivo - Inserção incremental de resina - Fotopolimerização cimento decimento de ionômero de vidroionômero de vidro - Adesividade - Efeito bacteriostático - Biotolerância - Liberação de fluor PropriedadesPropriedades ClassificaçãoClassificação CIV convencional CIV reforçado por metais CIV resinomodificado Tipo I - cimentação Tipo II - restauração Tipo III - forramento ProtocoloProtocolo - Condicionar com acido poliacrílico a 10% por 10 a 20 segundos, e depois lavar por 30 segundos para obter redução da smear layer - No caso de restauração ou selamento de fissuras, depois de inserido no dente, proteger a superficie contra a perda/ganho de agua com verniz, resina fluida ou esmalte de unha incolor proteção do complexoproteção do complexo Dependendo da extensão da cavidadeDependendo da extensão da cavidade isolamentoisolamento absolutoabsoluto Regra do isolamentoRegra do isolamento - Dentes posteriores: o dique deve incluir no mínimo dois dentes a distal daquele que vai ser tratado e o restante para mesial, até o canino do hemiarco do lado oposto - Dentes anteriores: deve-se isolar sempre uma extensão que vai de prémolar de um hemiarco ao pré-molar do lado oposto Sequencia clínica (tecnica de marcar na boca)Sequencia clínica (tecnica de marcar na boca) - Com a borracha presa pelo arco, marca-se com caneta esferográfica diretamente na boca a posição dos dentes a serem isolados de acordo com a regra geral - Perfurar no lençol de acordo com os dentes correspondentes aos orificios na perfuradora - Vaselinar dentes para facilitar a entrada do lençol - Colocação do dique - Confecção de amarrias com fio dental para invaginação da borracha 200 a 205: molares 206 a 209: pré-molares 210 e 211: dentes anteriores ISOLAMENTO ABS.ISOLAMENTO ABS. GramposGrampos Perfurador de AinsworthPerfurador de Ainsworth Regra do isolamentoRegra do isolamento - Dentes posteriores: o dique deve incluir no mínimo dois dentes a distal daquele que vai ser tratado e o restante para mesial, até o canino do hemi- arco oposto - Dentes anteriores: deve-se isolar sempre uma extensão que vá de pré-molar de um hemiarco ao pré-molar do lado oposto prof. e aplicaçãoprof. e aplicação de fluorde fluor ProfilaxiaProfilaxia - Posicionar sugador da bochecha do paciente OPCIONAL: utilizar evidenciador de placa - Fazer uso do fio dental em todas as interproximais - Para a profilaxia, é utilizada pasta profilática profissional - Com escova de Robinson, escovar oclusais e interproximais - Com taça de borracha, escovar faces livres Aplicação de fluorAplicação de fluor - Uma arcada por vez - Isolar com rolinhos de algodão e posicionar sugador - Com o dedo ou rolinho de algodão, passar o flúor em todas as superficies dentárias - Esperar o tempo de aplicação do fabricante, geralmente 1 minuto - Retirar excesso com rolinho de algodão ou gaze - Lavar os dentes com seringa triplice - Pedir para o paciente cuspir abundantemente paredes daparedes da cavidadecavidade Distal Axial Lingual Pulpar Gengival Vestibular cúspide vestibular cúspide lingual/palatina cúspide mésio-vestibular cúspide disto-vestibular cúspide médio-palatina/lingual cúspide disto-palatina/lingual cúspide médio-vestibular cúspides posteriorescúspides posteriores AmarelaAmarela VermelhaVermelha LaranjaLaranja VerdeVerde RoxoRoxo coroa clínica xcoroa clínica x anatômicaanatômica Coroa anatômicaCoroa anatômica Parte do dente revestida por esmalte, até a junção amelo-cementaria Coroa clínicaCoroa clínica Parte do dente que fica exposta à cavidade oral, limitada pela margem gengival dentes posterioresdentes posteriores Pré-molares superioresPré-molares superiores Pré-molares inferioresPré-molares inferiores Molares superioresMolares superiores Molares inferioresMolares inferiores anatomia oclusalanatomia oclusal paredes daparedes da cavidadecavidade CircundantesCircundantes Paredes laterais da cavidade e recebem o nome da face que correspondem De fundoDe fundo Corresponde ao assoalho da cavidade, sendo chamada de axial (A) quando paralela ao eixo e longitudinal do dente e pulpar (P), quando perpendicular ao eixo class. dasclass. das cavidadescavidades SimplesSimples Uma face (exemplo: oclusal) CompostaComposta Duas faces (exemplo: oclusal + mesial) ComplexaComplexa A partir de três faces (exemplo: distal + oclusal + mesial) microabrasãomicroabrasão ProtocoloProtocolo - Isolamento absoluto envolvendo os dentes que passarão pelo procedimento - Profilaxia profissional com pedra polmes - Aplicar o produto com taça de borracha, um dente por vez - Friccionar o produto por cerca de 10 segundos, como se tivesse lixando - Lavar abundantemente com agua e repetir os passos 3 e 4 cerca de 12 vezes por sessão restauraçãorestauração amálgamaamálgama ProtocoloProtocolo - Anestesiar o paciente - Realizar profilaxia da unidade a ser restaurada - Realizar isolamento absoluto - Realizar o preparo cavitário com brocas cilíndricas (ex: 56,556) ou pontas diamantadas tronco cônicas (ex: 1090,1092) ou brocas de baixa rotação para remoção do tecido cariado - Acabamento do preparo com instrumentos cortantes manuais - Inserção do amalgama com porta amálgama - Calcar o material contra as paredes do preparo, iniciando com calcador de menor tamanho e finalizando com calcador de maior tamanho - Brunidura pré‐escultura - Esculpir com esculpidor de Hollemback e de Fran - Brunidura pós‐escultura - Remoção do isolamento - Checar a oclusão com papel carbono e pinça de Muller e fazer os ajustes necessários com esculpidor - Realizar o polimento após as primeiras 24hs.polimentopolimento - Realizar isolamento relativo - Realizar o polimento das restaurações de acordo com a seguinte sequência: • Brocas multilaminadas para polimento de amálgama em baixa rotação no sentido anti‐horário. • Borrachas para polimento de amálgama juntamente com gel lubrificante ou vaselina. Utilizar da maior para a menor abrasividade (marrom,verde e azul). • Taça de borracha + pasta de pedra-pomes e água polimento depolimento de resina compostaresina composta - Realizar isolamento relativo. - Realizar o acabamento e polimento das restaurações de acordo com a seguinte sequência: • Lâminas de bisturi para remoção de excessos mais grosseiros • Utilizar as pontas diamantadas de granulação fina e ultrafina ou as brocas multilaminadas em alta rotação. • Utilizar os discos flexíveis de óxido de alumínio (Soft‐Lex ou TDV) em ordem decrescente de abrasividade ou utilizar as pontas siliconadas abrasivas • Para o polimento final utilizar o disco de feltro com pasta de polimento notação dentárianotação dentária 18 17 16 15 14 13 12 11 21 22 23 24 25 26 27 28 3837363534 333231414243 4445464748 Superior direitoSuperior direito Superior esquerdoSuperior esquerdo Inferior direitoInferior direito Inferior esquerdoInferior esquerdo - Linhas rosa = divisão em quadrantes - Linhas lilás = divisão em sextantes en d od on ti a en d od on ti a testes de vitalidadetestes de vitalidade Pulpite reversívelPulpite reversível Pulpite irreversívelPulpite irreversível Necrose pulparNecrose pulpar + + + + - - - -- -Igual ao normal + em altas correntes - Depende Depende diagnóstico pulpardiagnóstico pulpar Pulpite reversívelPulpite reversível Pulpite hiperplásicaPulpite hiperplásica Dor de curta duração, provocada, causa aparente (trauma, estresse oclusal). Pulpite irreversívelPulpite irreversível Dor prolongada e irradiada, espontânea ou provocada, piora com calor, quando muito intensa o frio alivia. Geralmente assintomática, dentes jovens, dor na mastigação, presença de pólipo pulpar (tecido parecido com gengiva saindo do dente) - Endodôntica: primária; Periodontal: secundária - Também chamada de "Periodontite retrógrada Classe I" ou "Lesão endodôntica com envolvimento periodontal" - A necrose pulpar procede mudanças periodontais - Uma lesão periapical aguda pode drenar para cavidade bucal (pelo ligamento periodontal) e causar destruição do osso e LP. Pode ocasionar bolsa periodontal profunda e localizada. Teste de vitalidade negativo, presença de cárie, profundidade de sondagem aumentada e bem localizada diagnóstico pulpardiagnóstico pulpar Necrose pulparNecrose pulpar Testes de vitalidade negativos, ausência de dor e dente pode estar escurecido. Calcificação pulparCalcificação pulpar Assintomático, nódulo pulpar radiopaco, coroa amarelada lesões endo+periolesões endo+perio Lesão endodôntica periodontalLesão endodôntica periodontal Lesão periodontal endodônticaLesão periodontal endodôntica - Periodontal: primária; Endodontica: secundária - Tambem chamada de "Pulpite retrograda classe II" ou "Lesão periodontal com envolvimento endodôntico" - Bactérias da bolsa periodontal penetram canais acessórios ou forame apical, resultando em necrose pulpar - Perda de inserção, bolsas profundas em vários dentes, presença de biofilme, necrose pulpar ou pulpite Lesão endo-perioLesão endo-perio - Lesão periodontal e endodôntica com etiologia independente, levando a uma lesão conjunta - Necrose pulpar, perda de inserção periodontal generalizada, presença de biofilme, cárie ou restaurações extensas ABSCESSO ENDO X PERIOABSCESSO ENDO X PERIO DorDor PercussãoPercussão RadiografiaRadiografia Teste de vitalidadeTeste de vitalidade Pulsátil, constante e localizada Pouca dor. Difusa ou irradiada Percussão vertical Percussão horizontal Espessamento apical do espaço do ligamento periodontal e/ou area de reabsorção óssea no periápice Perda óssea angular se estendendo ao longo da parede radicular em direção ao ápice Negativa Positiva dor após obturaçãodor após obturação Preparo biomecânico adequadoPreparo biomecânico adequado + Obturação adequada = analgésico e anti-inflamatório + Sobreobturação = analgésico e anti-inflamatório Preparo biomecânico inadequadoPreparo biomecânico inadequado + Sobreobturação = retratamento acesso endodônticoacesso endodôntico Ponto de eleição: fossa central do sulco principal Direção de trepanação: paralela Forma de contorno: ovóide (v-p) Ponto de eleição: cíngulo Direção de trepanação: perpendicular Forma de contorno: triângular acesso endodônticoacesso endodôntico IncisivosIncisivos CaninosCaninos Ponto de eleição: cíngulo Direção de trepanação: perpendicular Forma de contorno: losangular Primeiro pré superiorPrimeiro pré superior Ponto de eleição: fossa do sulco principal Direção de trepanação: paralela Forma de contorno: ovóide (v-p) Primeiro pré inferiorPrimeiro pré inferior Ponto de eleição: fossa mesial do sulco principal Direção de trepanação: paralela Forma de contorno: ovóide ou circular Segundos pré-molaresSegundos pré-molares Ponto de eleição: centro da fossa do sulco mesial Direção de trepanação: paralelo (inclinação palatina) Forma de contorno: triângular com base para V ou trapezoidal Primeiro molar superiorPrimeiro molar superior Ponto de eleição: centro da fossa central Direção de trepanação: paralelo (inclinação palatina) Forma de contorno: triângular com base para V Segundo molar superiorSegundo molar superior Ponto de eleição: centro da fossa central Direção de trepanação: paralelo (inclinação distal) Forma de contorno: triângular com base para M Primeiro molar inferiorPrimeiro molar inferior Ponto de eleição: centro da fossa central Direção de trepanação: paralelo (inclinação distal) Forma de contorno: triângular com base para M Segundo molar inferiorSegundo molar inferior canais radicularescanais radiculares canais radicularescanais radiculares canais radicularescanais radiculares canais radicularescanais radiculares canais radicularescanais radiculares anatomia do apiceanatomia do apice - Com o CRD, indica-se o Comprimento de Trabalho (CT), diminuindo 1 a 2mm por conta do forâme - De posse a uma radiografia periapical e utilizando uma régua escolar, toma-se o Comprimento Aparente do Dente (CAD), traçando uma reta do vértice do ápice à incisal/oclusal - Utiliza-se o valor do CAD para transferir em uma lima, denominado Comprimento Real do Instrumento (CRI) OdontometriaOdontometria passo a passo: endopasso a passo: endo Coroa-apiceCoroa-apice - Transferir o valor do CRI para o instrumento que fique justo no canal, sem forçar - Avançar com o instrumento com movimentos de limagem, diminuindo o calibre até que o cursor encoste na incisal/oclusal e radiografar - Após processamento da radiografia, pode haver um espaço entre a ponta da lima e o ápice, denominado X, que usaremos para descobrir o Comprimento Real do Dente (CRD) - Começa de uma lima fina calibrada no CT, aumentando o calibre - Caso a polpa esteja viva, usa-se 4 limas e caso o dente seja necro, 5 limas. A ultima utilizada é chamada de lima memória Ex: polpa viva - Calibrar as limas no CT e fazer um aumento progressivo do calibre da lima, diminuindo 1mm no comprimento anterior e intercalando com a lima memória passo a passo: endopasso a passo: endo Batente apicalBatente apical lima memórialima memóriaÁpice coroaÁpice coroa Prosseguir até quando achar necessário. CompletoCompleto medicação intracanalmedicação intracanal - Hidróxido de Calcio IncompletoIncompleto Preparo químico-mecânicoPreparo químico-mecânico BioBio BioBio NecroNecro NecroNecro - Otosporin - Hidroxido de Calcio - PMCC TÉCNICA MISTA PRATÉCNICA MISTA PRA MOLARES: ENDOMOLARES: ENDO - Técnica para remover constricção cervical dos canais radiculares, para que lima penetre reta Preparo do 1/3 cervicalPreparo do 1/3 cervical - Medir comprimento aparente de cada canalradicular - Dividir por 3, e multiplicar por 2 (2/3 do canal) - Com limas Hedströen (15, 20 ou até 25) calibradas nesses 2/3, realiza-se o movimento de limagem anticurvatura (fugindo da furca) - Utiliza-se Gates Glidden 1 e 2, também nesse comprimento e movimento - Continuar o tratamento a partir da radiografia para Odontometria - Trincas de esmalte/fratura de esmalte e dentina: realizar restauração e acompanhamento por 5 anos - Fratura complicada de esmalte, dentina e polpa: capeamento pulpar; pulpotomia pacial; pulpotomia total ou pulpectomia trauma dentáriotrauma dentário Fraturas coronáriasFraturas coronárias Fraturas de coroa e raízFraturas de coroa e raíz - Dentes jovens: capeamento pulpar; curetagem ou pulpotomia - Dentes de adultos: tratamento endodôntico convencional - Fraturas extensas: exodontia Fratura radicularFratura radicular - Horizontal: reposicionar e estabilizar com contenção flexível por 4 semanas; caso a fratura seja proxima da região cervical, estabilizar por até 4 meses; monitorar a vitalidade por no mínimo 1 ano ConcussãoConcussão - Lesão traumatica sem perda de substância ou rompimento do LP - Controle e monitoramento - Estiramento e rompimento de algumas fibras do ligamento - Sensivel à percussão, mobilidade aumentada e sem deslocamento - Mastigação liquida e pastosa por 7 dias e monitoramento SubluxaçãoSubluxação Luxação lateralLuxação lateral - Deslocamento vestibular, lingual, distal ou incisal - Sensibilidade à palpação e percussão (som metálico e alto) - Reposicionar com dedos ou fórceps - Estabilização por contenção flexível por 1 mês Luxação extrusivaLuxação extrusiva - Deslocamento na direção coronária, dente parece estar alongado - Sensibilidade à palpação e percussão - Mobilidade excessiva - Reposicionare estabilizar por contenção flexível por 15 dias Luxação intrusivaLuxação intrusiva - Deslocamento na direção apical, sensibilidade à palpação e som metálico à percussão - Reposicionar + contenção flexivel por 2 a 3 semanas - Polpa normalmente necrosa retratamentoretratamento endodônticoendodôntico Desobstrução do canalDesobstrução do canal - Em dentes unirradiculares, utilizar Gates Glidden até 2/3 do canal, e manter irrigado com eucaliptol - Em dentes multirradiculares, usar a Gates Glidden apenas na entrada do canal, ou no 1/3 cervical da raiz - Penetrar lima kerr com diametro compativel com o canal, que consiga penetrar até 3mm aquém do apice - Re-instrumentação do canal - Limpar com água, soro ou clorexidina - Contenção flexível por até 15 dias - Endodontia após no máximo 10 dias após avulsão - Dente em meio adequado por menos de 1h: Limpar raiz com jato de soro e manter em soro, limpar alveolo, reimplantar com pressão digital, contenção flexível por até 15 dias - Dente fora do alvéolo por mais de 1h: remover ligamento necrosado com gaze, realizar endodontia, remover coágulo do alveolo, reimplantar e contenção flexível por até 1 mes trauma dentáriotrauma dentário AvulsãoAvulsão limas endodônticaslimas endodônticas Primeira sériePrimeira série Segunda sérieSegunda série Terceira sérieTerceira série 15 20 25 30 35 40 45 50 55 60 70 80 90 100 110 120 130 140 - A parte ativa da lima sempre terá 16mm, o que muda é o intermediário - A espessura da ponta da lima é o seu número dividido por 100 - Cada milímetro perto do intermediário, a lima aumenta 0,02mm em espessura. Para saber a espessura da lima em um determinado ponto, é só usar a fórmula: configuração dosconfiguração dos canaiscanais Os tipos são denominados a partir de sua morfologia em uma única raiz. Por exemplo, no tipo “2-1-2”, dois canais distintos deixam a câmara pulpar, fundem-se no corpo da raiz e se dividem em dois canais próximo ao ápice Metotrexato 5-fluorouracil Clorambucil Bleomicina Doxorrubicina Bussulfano Metrotex Efudex/Fluracil Leukeran Blenoxane/Bleomicina Rubex Bussulfan Estomatite Estomatite Estomatite Estomatite Estomatite Pigmentação Pigmentação AntibióticosAntibióticos Furosemida Clincamicina Minociclina Amoxicilina Ampicilina Lasix Clindacne Minocin Amoxil Binotal Erupções liquenóides Eritema multiforme Eritema multiforme Pigmentação da mucosa Eritema multiforme Eritema multiformefa rm ac ol og ia fa rm ac ol og ia medicamentos commedicamentos com repercussões oraisrepercussões orais AntineoplásicosAntineoplásicos medicamentos commedicamentos com repercussões oraisrepercussões orais AntipsicóticosAntipsicóticos Vesprin/SuprazineFenotiazinas Erupções liquenóides SedativosSedativos Amobarbital Pentobarbital Amytal Nembutal Eritema multiforme Eritema multiforme DiuréticosDiuréticos Furosemida Lasix Erupções liquenóides Analgésicos e antiinflamatóriosAnalgésicos e antiinflamatórios Fenilbutazona Indometacina Naproxeno Piroxicam Butazolidin Indocid Flanax Feldene Eritema multiforme Ulcerações Ulcerações Ulcerações AnticonvulsivanteAnticonvulsivante Fenitoína Divalproato de Sódio Dilantina Depakene Hiperplasia gengival ImunodepressorImunodepressor Ciclosporinas Sandimmun/Adalat Hiperplasia gengival Bloqueadores do canal de Ca (antiarritmicos)Bloqueadores do canal de Ca (antiarritmicos) Nifedipina Diltiazem Verapamil Amplodipina Nicardipina Procardia Cardizen Calan/Isoptin Norvasc Amplion Hiperplasia gengival Hiperplasia gengival Hiperplasia gengival Hiperplasia gengival Hiperplasia gengival AntihipertensivoAntihipertensivo Metildopa Propanolol Captopril Aldomet Inderal Capoten Erupções liquenóides Erupções liquenóides Ulcerações medicamentos commedicamentos com repercussões oraisrepercussões orais AntimaláricoAntimalárico Cloroquina Pirimetamina Quinina Quinidina Aralen Daraprim Quinin Quinicardine Eritema multiforme Pigmentação da mucosa Eritema multiforme Pigmentação da mucosa Pigmentação da mucosa Pigmentação da mucosa AntidepressivosAntidepressivos Fluoxetina Prozac Ulcerações P/P/ Alice PóvoasAlice Póvoas prescriçãoprescrição Ibuprofeno (600mg) - 9 comprimidos Uso: 1 compromido V. O. de 8 em 8 horas durante 3 dias. analgésicosanalgésicos IndicaçõesIndicações - Procedimentos pouco invasivos, se houver dor - Procedimentos complexos DipironaDipirona Dipirona monoidratada 500mg -- 12 comprimidos, tomar por via oral 1 comprimido de 6 em 6 horas (ou 4/4) durante 3 dias, se houver dor ParacetamolParacetamol Paracetamol 500mg (ou 750) -- 12 comprimidos, tomar por via oral 1 comprimido de 6 em 6 horas, durante 3 dias, se houver dor ANTI-INFLAMATÓRIOSANTI-INFLAMATÓRIOS Aines - não seletivos cox 1 e cox 2Aines - não seletivos cox 1 e cox 2 - Diclofenaco sódico 50mg -- 9 comprimidos, tomar por via oral 1 comprimido de 8 em 8 horas, durante 3 dias, se houver dor - Ibuprofeno 600mg -- 9 comprimidos, tomar por via oral 1 comprimido de 8 em 8 horas, durante 3 dias, se houver dor Aines - parcialmente seletivosAines - parcialmente seletivos - Nimesulida 100mg -- 6 comprimidos, tomar por via oral 1 comprimido de 12 em 12 horas, durante 3 dias - Meloxicam 15mg -- 3 comprimidos de 24 em 24 horas, durante 3 dias ANTI-INFLAMATÓRIOSANTI-INFLAMATÓRIOS Aines - seletivo cox 2Aines - seletivo cox 2 - Celecoxibe 200mg -- 3 comprimidos por via oral, 1 comprimido de 24 em 24 horas, durante 3 dias - Etoricoxibe 60mg -- 3 comprimidos por via oral, 1 comprimido de 24 em 24 horas, durante 3 dias CorticoidesCorticoides - Dexametasona 4mg -- 2 comprimidos, tomar por via oral 2 comprimidos 1 hora antes do procedimento em dose única antibioticoterapiaantibioticoterapia Primeira opçãoPrimeira opção Amoxicilina 500mg -- 21 capsulas, tomar por via oral, 1 capsula de 8 em 8 horas, durante 7 dias Segunda opçãoSegunda opção Metronidazol 250mg -- 21 comprimidos, tomar por via oral, 1 capsula de 8 em 8 horas, durante 7 dias Casos gravesCasos graves Clindamicina 300mg -- 21 comprimidos, tomar por via oral, 1capsula de 8 em 8 horas, durante 7 dias posologia dorposologia dor Diclofenado (K)Diclofenado (K) IbuprofenoIbuprofeno NimesulidaNimesulida CetoprofenoCetoprofeno PiroxicamPiroxicam TenoxicamTenoxicam MeloxicamMeloxicam CelecoxibeCelecoxibe ParacetamolParacetamol DipironaDipirona 50mg 8/8 ou 12/12h 400-600mg 8/8 ou 12/12h 100mg 12/12h 150mg 24/24h 20mg 24/24h 20mg 24/24h 15mg 24/24h 200mg 12/12 ou 24/24h 500-750mg 6/6h 500-1g 4/4 ou 6/6h Dexa ou Betametasona:Dexa ou Betametasona: 4 a 8mg, 1h antes do procedimento antibioticoterapiaantibioticoterapia Penicilina VPenicilina V AmpicilinaAmpicilina AmoxicilinaAmoxicilina MetronidazolMetronidazol CefalexinaCefalexina EritromicinaEritromicina AzitromicinaAzitromicina ClindamicinaClindamicina 500 6/6 500 6/6 500/875 8/8 ou 12/12 250/400 8/8 ou 12/12 500 6/6 500 6/6 500 24/24 300 8/8 doenças de tec. moledoenças de tec. mole Ulcera aftosa recorrenteUlcera aftosa recorrente - Acetonida de triancinolona: aplicar pequena quantidade sobre as lesões sem esfregar Estomatite herpética primáriaEstomatite herpética primária - Paracetamol CandidosesCandidoses - Nistatita (suspensão 100.000 UI/ml), bochechos com 5-10ml, 4 vezes ao dia, por 7 a 14 dias Sedação minimaSedação minima IndicaçõesIndicações - Ansiedade aguda não controlada - Taquicardia - Intervenções invasivas (drenagem de abscesso, exodontias complexas, cirurgias periradiculares ou implantodônticas - Doença cardiovascular - Asma brônquica - Convulsões controladas - Após trauma - Hipertensos - Diabéticos PrecauçõesPrecauções - Insuficiência respiratória ou bronquite crônica - Insuficiência hepática ou renal - Gravidez e lactação - Mulheres que fazem uso de contraceptivos (interação med.) - Insuficiência cardíaca congestiva - Pacientes que fazem uso de anti histaminicos, analgesicos de ação central, antidepressivos e barbituricos ContraindicaçõesContraindicações - Gestantes do 2º trimestre ou 1º trimestre e ao final da gestação - Durante a lactação - Portadores de insuficiência cardíaca congestiva - Insuficiencia respiratória leve ou grave - Apneia do sono - Dependentes de drogas do SNC (Ex: alcool) - Portadores de glaucoma de ângulo estreito - Portadores de miastenia grave - Crianças com comprometimento mental severo - Glaucoma ou miasatenia - Portadores de doença hepática ou renal - Pacientes tratados concomitantemente com outros fármacos depressores do sistema nervoso central (anti- histamínicos, antitussígenos, barbitúricos, anticonvulsivantes, etc.), pelo risco de potencialização do efeito depressor Sedação minimaSedação minima Escolha do fármacoEscolha do fármaco - Jovens e adultos: midazolam (1ª escolha) ou alprazolam - Crianças: diazepam ou midazolam - Idosos: lorazepam DiazepamDiazepam LorazepamLorazepam AlprazolamAlprazolam MidazolamMidazolam 60m 5-10mg 5mg 0,2-0,5mg/kg 2h 1-2mg 1mg não indicado 50m 0,5-0,75 0,25-0,5 não indicado 30m 7,5-15mg 7,5mg 0,25-0,5mg/kg interação medicamentosainteração medicamentosa - alcool etílico- alcool etílico Anti-inflamatóriosAnti-inflamatórios Aumenta o risco de úlcera gástrica e sangramentos AntibióticosAntibióticos Pode causar "antabuse" = vômitos, palpitação, cefaleia, hipotensão e até morte. Medicamentos com maior risco são metronidazol, trimetoprim-sufametoxazol, tinidazole, griseofulvin. Já o cetoconazol, nitrofurantoína, eritromicina, rifampicina e isoniazida potencializam a toxicidade hepática Antidepressivos/AnsiolíticosAntidepressivos/Ansiolíticos Aumenta as reações adversas e o efeito sedativo Dipirona / Paracetamol / Acido AcetilsalicilicoDipirona / Paracetamol / Acido Acetilsalicilico O efeito do alcool pode ser potencializado / aumenta o risco de hepatite medicamentosa / eleva-se o risco de sangramentos no estômago antifúngicosantifúngicos Candidiase pseudomembranosaCandidiase pseudomembranosa Cetoconazol (200mg) - 28 comprimidos V.O., 1 comprimido de 12/12h nas refeições por 4 semanas Nistatina (suspenção oral - micostatin) 1 frasco Bochechar 4x ao dia durante 5 minutos e cuspir, por 15 dias Candidiase EritematosaCandidiase Eritematosa Miconazol gel (daktarin) 1 bisnaga Aplicar na base da prótese 4x ao dia durante 15 dias antissépticosantissépticos Iodopovidona 10% em solução aquosa com 1% deIodopovidona 10% em solução aquosa com 1% de iodo ativo (PVPI)iodo ativo (PVPI) - Utilizado na antissepsia e degermamação das mãos da equipe cirurgica - Preparo pré cirúrgico dos pacientes (antissepsia extrabucal): emprega-se uma gaze estéril embebida na solução, aplicando-a na pele dos pacientes, deixando-a em contato por um período de 10 min, para depois remover o excesso ClorexidinaClorexidina - Assepsia extrabucal (2% ou 4%) para preparação cirurgica - Bochecho pré-operatório antes de cirurgias com digluconato de clorexidina 0,12% - Indicado também para bochechos durante 3 dias depois de exodontias, nas concentrações de 0,12-0,2% - Bochechos diários para controle químico de placas supra e subgengival (0,12-0,2%) ANTIVIRAISANTIVIRAIS Herpes tipo 1Herpes tipo 1 Aciclovir creme - 1 bisnaga Aplicar na lesão 3 a 4 vezes ao dia até formar crosta corticosteroidescorticosteroides Indicações (apenas pra adultos)Indicações (apenas pra adultos) - Pênfigo vulgar - Pênfigo benigno de mucosa - Líquen plano - Aftas maiores que 1,5cm Gengivoestomatite herpética primáriaGengivoestomatite herpética primária Aciclovir 400mg - 15 comprimidos V.O., 1 comprimido de 8/8h por 5 dias Paracetamol (dor e febre - solução oral) 1 frasco Tomar 1 gota/kg (30 no max) de 6/6h por até 4 dias MedicamentosMedicamentos Oncilon (acetonido de triancinolona) - 1 bisnaga Aplicar 4 vezes ao dia na lesão Celestone elixir 5mg - 1 frasco Bochechar 1 colher de sopa diluido em 1 colher de agua 4x ao dia e cuspir Psorex (propionato de clobetasol) 1 bisnaga Aplicar 4x ao dia nas lesões ABSCESSOSABSCESSOS periodontaisperiodontais Utilizar antibiótico bactericida, de amplo espectro e penicilinase resistente, prescrever AINES por 03 dias Amoxicilina 500mg 8/8h 7 dias V.O. Amoxicilina c/ clavulanato 500mg 8/8 7 dias V.O. Cefalexina 500mg 6/6 7 dias V.O. Clindamicina 300mg 8/8 7 dias V.O. Azitromicina 500mg 24/24 3 dias V.O. Dipirona sódica 500mg 6/6 Se houver dor Paracetamol 750mg 6/6 Se houver dor Nimesulina 100mg 12/12 3 dias V.O. Cetoprofeno 50mg 8/8 3 dias V.O. Piroxicam 20mg 8/8 3 dias V.O. Diclofenaco 50mg 8/8 3 dias V.O. Codeína + Paracetamol 30mg 6/6 Se houver dor doençasdoenças periodontaisperiodontais necrosantesnecrosantes cirurgiascirurgias bucais eletivasbucais eletivas Exodontias por via alveolar ou pequenas cirurgias deExodontias por via alveolar ou pequenas cirurgias de tecidos molestecidos moles - Sedação mínima: midazolam 7,5mg ou alprazolam 0,5mg, 30min antes do atendimento - Antissepsia intrabucal: bochechar vigorosamente com 15mL de uma solução aquosa de digluconato de clorexidina 0,12%, por ~ 1min - Analgesia preventiva: dipirona 500mg a 1g ao término da intervenção, ainda no ambiente do consultório - Prescrever as doses de manutenção, com intervalos de 4h, por um período de 24h pós-operatórias Exodontias com osteotomia e odontosecção eExodontias com osteotomia e odontosecção e cirurgias com descolamento tecidual extensocirurgias com descolamento tecidual extenso - Sedação mínima: midazolam 7,5mg ou alprazolam 0,5mg, 30min antes do atendimento- Em caso de pericoronarite, administrar 1g de amoxicilina, 1h antes da intervenção - Antissepsia intrabucal: bochechar vigorosamente com 15mL de uma solução aquosa de digluconato de clorexidina 0,12%, por ~ 1min - Analgesia perioperatória: prescrever 4-8mg de dexametasona (1-2 comprimidos de 4mg), a serem tomados 1h antes da intervenção - Analgesia preventiva: Administrar 1g de dipirona sódica imediatamente após o final do procedimento - Prescrever 500mg a cada 4h, pelo período de 24h - Orientar o paciente a bochechar 15mL de uma solução aquosa de digluconato de clorexidina 0,12%, pela manhã e à noite, até a remoção da sutura (5-7 dias) formasformas farmaceuticasfarmaceuticas solidassolidas ComprimidosComprimidos - Amoxicilina com clavulanato de potássio - Azitromicina - Cefalexina - Acido mefenâmico - Benzidamina - Betametasona/dexametasona - Diclofenaco sódico - Nimesulida - Piroxicam - Codeína + paracetamol - Dipirona sódica - Paracetamol - Cetoconazol - Metronidazol - Lorazepam/diazepam CápsulasCápsulas - Amoxicilina - Cefalosporina - Clindamicina - Cetoprofeno DrágeasDrágeas - Diclofenaco potássico