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ser educacional PRÓTESE E ÓRTESE PRÓTESE E ÓRTESE DE MEMBRO SUPERIOR E INFERIOR Dennis Soares Leite Iniciar OLÁ! Você está na unidade Prótese e órtese de membro superior e inferior. Conheça aqui seu conceito, materiais utilizados, tipos de prótese e órtese, atuação da fisioterapia e principais indicações. Aprenda também sobre tecnologia assistiva. Bons estudos!III Inicialização LTI ser educacional 1 Órteses e Próteses Órteses são dispositivos externos destinados a corrigir ou melhorar a função do corpo, como: imobilizar uma articulação ou um segmento do corpo, limitar movimentos indesejáveis, controlar motricidade, auxiliar movimento, reduzir a força de sustentação de peso, prevenir a evolução de deformidades e reduzir a dor pela imobilização. Os materiais utilizados na sua confecção são metais, termoplásticos, fibras, couro, espumas, borracha, cortiça, silicone, tecidos sintéticos e manufatura aditiva. Clique nas abas abaixo para conhecer a classificação das órteses. Quanto à utilização Estática ou rígida: não possui partes móveis. Dinâmica ou funcional: possui partes móveis, através de elásticos, polias ou motores. Quanto ao custo Pré-fabricada: baixo custo e praticidade. Sob medida: alto custo, boa adaptação e indicação específica. Aplicadas aos membros inferiores FO: Foot orthosis órtese de pé. AFO: Ankle foot orthosis órtese de tornozelo e pé. AO: Ankle orthosis órtese de tornozelo. Knee orthosis - órtese de joelho. KAFO: Knee ankle foot orthosis órtese de joelho, tornozelo e pé. HO: Hip orthosis órtese de quadril. HKAFO: Hip knee ankle foot orthosis - órtese de quadril, joelho, tornozelo e pé. THAKAFO: Thunk hip knee ankle foot orthosis órtese de tronco, quadril, joelho, tornozelo e pé. Aplicadas aos membros inferiores HO: Hand orthosis órtese de mão. WO: Wrist orthosis órtese de punho. WHO: Wrist hand orthosis - órtese de punho e mão. EO: Elbow orthosis órtese de cotovelo. EWHO: Elbow wirst hand orthosis órtese de cotovelo, punho e mão. SO: Shoulder orthosis órtese de ombro.ser educacional 1.2 Próteses Próteses são dispositivos destinados a complementar a ausência de um membro ou parte dele, substituir a função e composição, sustentação corporal e estética. Clique abaixo e conheça a classificação da amputação de membro superior. Desarticulação interescapulotorácica. Desarticulação do ombro. Amputação transumeral. Desarticulação do cotovelo. Amputação transradial. Desarticulação do punho. Amputação transmetacárpica. Ressecção de raios. Amputação de dedos. Observação: quando a amputação ocorre no meio do osso, é considerada transversa, enquanto na articulação é chamada de desarticulação. 1.3 Etiologia das amputações no Brasil São determinadas por causas externas, doenças infecciosas e parasitárias, aparelho circulatório, diabetes, gangrena, doenças do sistema osteomuscular e do tecido conjuntivo, neoplasias, doenças da pele e do tecido subcutâneo, malformações congênitas, deformidades e anomalias cromossômicas. membro residual da amputação é denominado coto, agora considerado como um novo membro, responsável pelo controle da prótese.ser educacional 1.4 Classificação de próteses com base na funcionalidade Clique abaixo e acompanhe a classificação das próteses segundo Barbin (2017). Próteses Mais leves, com objetivo praticamente estético. passivas ou estéticas Próteses Apresentam certa funcionalidade, que é acionada a partir do movimento ativas ou pelo coto. funcionai S Próteses Utilizadas através de eletrodos inseridos na superfície da pele, captam os mioelétric estímulos dos músculos e enviam o estímulo para processador da as prótese, gerando o movimento. Próteses Possuem uma unidade hidráulica que controla a fase de balanço de hidráulica marcha. S Próteses Implantadas no corpo do paciente, exemplo: quadril. metálicas Agora, clique abaixo e acompanhe a classificação das próteses de membro superior. Próteses Conhecidas como passivas, porque seu principal objetivo é restabelecer a estéticas morfologia do membro amputado sem priorizar a função. Possibilitam acionamento pelo próprio paciente, os movimentos são Próteses realizados a partir da ação dos músculos do coto ou articulação. Podem ativas ser prescritas para todos níveis de amputação, com exceção de parciais da mão. Próteses Possuem fonte de energia externa, acionam os movimentos da prótese mioelétric através de eletrodos conectados à pele, os quais captam os estímulos as elétricos da contração muscular do coto. Próteses São indicadas para amputação acima do cotovelo. híbridasser educacional 1.5 Tipos de encaixe para próteses de membro superior segundo Barbin (2017) tipo de encaixe da prótese é extremamente importante para a adaptação do coto com a prótese. encaixe interno deve manter contato em toda a extensão do coto, permitindo total liberdade do movimento articular. Existem dois tipos de encaixes: fechado, com envolvimento de todo coto e a articulação; e semiaberto, utilizado em cotos com deformidades, exemplo: malformações congênitas. Na desarticulação do punho, é indicado encaixe total sem envolvimento da articulação do cotovelo, que acarreta a liberdade de movimentos, inclusive de pronação e supinação. Em cotos de antebraço, o encaixe deve ser de contato total, envolvendo a articulação do cotovelo, mantendo boa suspensão; em cotos muito curtos de antebraço, são utilizados sistemas de suspensão de silicone. Na desarticulação do cotovelo, utiliza-se encaixe total; nos cotos acima do cotovelo, encaixe envolve parte do ombro ou, no caso de utilização de sistema de suspensão em silicone, encaixe deve ser feito abaixo do ombro para ter uma liberdade de movimento articular. Desarticulação do ombro deve ter superfície de contato grande sem limitar a mobilidade da escápula. 2 Próteses de mão Clique abaixo e veja definições sobre as próteses de mão. Mão Indicada para amputações parciais, com componentes de espumas e estética dedos reforçados por arame. Mão Ativa, possui três dedos funcionais e permite movimento de pinça. mecânica Mão Ativada por potenciais elétricos captados pelos eletrodos sobre a pele. mioelétric a 2.1 Articulações de punhos, cotovelo e ombro de acordo com Barbin (2017) Na desarticulação do punho utiliza-se uma protetização de punho sem alongamento excessivo do antebraço. Para amputações de braço, existem as próteses de cotovelo modulares em alumínio e as convencionais de plástico ou resina. As modulares são utilizadas para a estética, enquanto as convencionais são indicadas para próteses ativas e são mais resistentes. As articulações de ombro são confeccionadas no sistema modular e permitem os movimentos de abdução, adução, flexão e extensão; seu ajuste é feito apenas manualmente. 3 Próteses de membro inferior Veja abaixo definições sobre as próteses de membro inferior, segundo Barbin (2017): Próteses convencionais ou exoesqueléticas: possuem estrutura externa rígida e responsável pela sustentação do peso e pela característica cosmética. Próteses modulares ou endoesqueléticas: possuem estrutura interna de sustentação rígida, constituída de componentes mecânicos, denominadas módulos; seus componentes são resistentes, compactos e com alto grau de funcionalidade.ser educacional 3.1 Tipos de encaixe para próteses de membro inferior segundo Barbin (2017) Devem obedecer aos seguintes critérios: envolvimento preciso do coto com contato total, não obstruir a circulação sanguínea e fornecer maior descarga de peso distal. 3.2 Tipos de articulações de joelho Clique abaixo e conheça os tipos de articulações de joelho. Fricção Para velocidade de marcha lenta, para terrenos planos. constante Controle Para primeira poetização, pacientes inseguros, sem controle de quadril. de postura Policêntri Desarticulação de joelhos ou cotos longos. co Trava Pacientes inseguros. manual Fluido Possibilidade de variação de velocidade da marcha. controlad Híbridos Combinação de várias funções em uma articulação. 4 Órteses de membros superiores Veja abaixo mais informações sobre órtese para punho e mão (apoio, substituição e corretivas). Órteses de apoio: são mais conhecidas como tala, utilizadas para manter uma posição ou limitar a amplitude de movimento de uma determinada articulação ou movimento, previnindo contraturas. Exemplo: pode ser utilizada para rizartrose, paralisia cerebral, artrite reumatoide. Órteses de substituição: auxiliam uma função da mão, possibilitando uma melhor preensão palmar. Órteses corretivas: também conhecidas como órteses dinâmicas, elas aplicam força constante e de baixa intensidade, previnindo uma possível evolução de contratura. Agora, veja definições sobre as órteses para antebraço e cotovelo (proteção e correção, apoio e substituição). Órtese para proteção e correção Proteção: diminui o estresse sobre os extensores do punho. Correção: a extensão é ajustada à medida que a contratura é revertida ou a extensão é forçada constantemente. Órtese de apoio: estabilizador do cotovelo. Órteses de ombro (proteção, corretivas e apoio) Proteção: utilizadas para proteger estruturas do ombro, exemplo: tipoia. Corretivas: usadas para correção de contraturas, exemplo: órtese abdutora do ombro. Apoio: utilizadas por pessoas que mantêm a função da mão e do cotovelo, mas que tenham perdido controle do ombro, exemplo: órtese balanceada para o antebraço.ser ÓRTESE CLASSIFICAÇÃO INDICAÇÃO Protetore de de de do Corretivas esão de para de rantes para do movimentos da mão Estabilizador do punho mão posição mão para oponéncia do polegar Dedo de Figura 1 Tipos de classificação e indicação Fonte: Universidade Maurício de Nassau, 2017 #PraCegoVer: A imagem mostra uma tabela de três colunas e doze linhas apresentando tipos de próteses, como são classificadas e para que tipo de lesão são indicadas. 4.1 Próteses para membros inferiores Vantagens do sistema exoesquelético são: resistência, durabilidade, pouca manutenção. As desvantagens são: estética menos agradável, menos opções de componentes, dificuldades para realinhamentos e impossibilidade de intercâmbio. A confecção das próteses endoesqueléticas é efetuada com a fixação dos componentes modulares ao encaixe e ao pé por meio de parafusos. Os ajustes e as correções de alinhamento podem ser realizados mediante adaptadores e permitem alterações nos planos sagital, frontal, horizontal e translação. As próteses endoesqueléticas são consideradas superiores às convencionais sob ponto de vista funcional e cosmético, como desarticulações de joelho, quadril e amputações transfemorais. encaixe deve ser considerado como principal componente de uma prótese e deve: englobar volume do coto sem inibir a circulação sanguínea, fixar a prótese ao coto do paciente, transmitir forças e controlar movimentos. Clique abaixo e acompanhe algumas aplicações das próteses para membros inferiores. Articulações de quadril Utilizadas para pacientes com desarticulação de quadril ou São monocêntricas e podem ser travadas com trava manual, impulsor externo e interno. Joelhos Os joelhos protéticos têm a função de proporcionar estabilidade na fase de apoio e controle na fase de balanço durante a marcha. São encontrados nos modelos convencionais e moduladores. A classificação funcional é conforme suas formas: livre, com fricção, trava manual, autofreio, policêntricos, controlados por pistões hidráulicos e pneumáticos, controlados por microprocessadores. Pés Os pés protéticos podem ser classificados conforme os movimentos que eles permitem ou simulam durante a marcha: pés não articulados, articulados, multiaxiais e resposta dinâmica.ser educacional Próteses para amputações parciais de pé e tornozelo Têm como função equilíbrio, pé, restaurar a total capacidade de carga, e compensar de maneira funcional segmento amputado. Qualquer amputação de pé deve permitir ao paciente realizar uma deambulação sem prótese, entretanto, alterações no coto de amputação podem diminuir essa possibilidade. Próteses/órteses para amputações interfalangianas metatarsofalandianas de um ou vários dedos Possuem a função de preencher a região amputada para evitar desvios laterais dos dedos, reequilibrar os arcos plantares (arco transverso anterior e longitudinal aliviar regiões prevenção de úlceras plantares e proporcionar movimento mais natural durante a fase de apoio. Prótese para amputação de Lisfranc Deve levar em consideração a presença de deformidades em flexão plantar e inversão. As próteses são do tipo sapatilhas, portanto, é preciso manter a região do antepé Prótese para amputação de Chopart A laminação deve cobrir parte correspondente do deixando livre somente a zona flexível do antepé. Prótese para amputação de Syme, Pirogoff e Boyd Amputações de Syme e Pirogoff permitem descarga de peso distal. Caso paciente não tolere a pressão, um encaixe com apoio pré-patelar deverá ser utilizado. Amputações transtibiais Podem ser exoesqueléticas ou endoesqueléticas; as áreas com ósseas devem ser poupadas nos como em cotos que apresentam musculatura escassa. Os tendões dos músculos bíceps femoral, semitendinoso e semimembranoso não devem ser comprimidos. Os encaixes protéticos mais utilizados para amputados transtibiais são: PTB (Patellar Tendon Bearing): Encaixe interno flexível; descarga de peso é realizada no tendão patelar e tecidos moles, suspensão realizada por uma correia supracondiliana. PTS (Prothese Tibiale Supracondylienne): Bastante indicado para pacientes transtibiais de terço proximal (cotos curtos), encaixe interno flexível, suspensão da prótese realizada acima dos côndilos. KBM (Kondylen Bettung Munster): Borda ântero-superior baixa, permitindo a patela totalmente livre. 4.2 Próteses para desarticulações do quadril e sacro-ilíaca Devem ser utilizadas próteses endoesqueléticas do quadril. Para pacientes com desarticulação sacro-ilíaca na qual retirada de metade da pelve, descarga de peso é realizada no ísquio do lado não amputado e cesto pélvico é mais abrangente, envolvendo a região toracolombar. ?ser educacional 5 Reabilitação protética A fabricação de uma prótese temporária começa 3 a 4 semanas após a amputação, porém, depende da cicatrização e do formato do coto, mas se 0 processo de cicatrização estiver atrasado, programa de fisioterapia pré-protetização deve continuar. Quando paciente receber a prótese temporária, a reabilitação protética deve iniciar. No atendimento ambulatorial, um mínimo de 4 a 6 semanas de tratamento fisioterapêutico será necessário para pacientes com amputação abaixo do joelho. Para pacientes com amputação acima do joelho, será preciso no mínimo de 6 a 12 semanas para a deambulação funcional. Fique de olho tempo de uso da prótese deve iniciar com apenas 1a2 horas por dia e avançar 1 hora por dia, caso seja tolerado pelo paciente. A colocação e a retirada da prótese devem ser verificadas bem cedo, porque isso garante encaixe adequado da prótese e evita problemas com a pele. 5.1 Programa de Fisioterapia A reabilitação fisioterapêutica deve incluir deambulação com auxiliares de marcha. A progressão do andador para as muletas e destas para a bengala é necessária à medida que a força e a mobilidade do paciente melhoram. Clique abaixo e conheça algumas patologias que necessitam de órtese. Lesão do Talas dinâmicas para os dedos em extensão dorsal do punho e talas nervo estáticas de punho. radial Órtese punho-mão-dedo são utilizadas para controlar movimento do Síndrome punho e da parte proximal da mão. A órtese posiciona punho em do túnel poucos graus de extensão e permite liberdade de expressão do polegar e do carpo dedos. Síndrome Tala noturna do cotovelo em 30 a 35° de flexão, antebraço de 10 a 20° de do túnel pronação e punho posição neutra. cubital Fraturas A órtese de Sarmiento é indicada, órtese não articulada, aplicada ao da diáfise úmero e fixada com tiras de velcro para manter a aproximação dos do úmero aspectos distais e proximais da fratura. Suporte do arco, redistribuição de pressão, alinhamento estrutural e absorção de choque através da construção de um compartimento medial Pé cavo para a distribuição de peso ser mais uniforme sobre compartimentos mediais e laterais. Discrepân Uso de uma elevação interna de calçados (palmilha ou construção da sola cia do de sapato). objetivo da elevação do calçado não é corrigir toda a comprime discrepância, mas melhorar padrão da marcha. nto das pernas Fasciíte Uso de calcanheiras, suportes para arco longitudinal e palmilhas de plantar contato total.ser educacional Osteoartr Palmilha com cunha lateral, pois desloca 0 ângulo tibiofemoral. ite do comparti mento medial do joelho Contratur Um tipo especial de AFO chamada de órtese de tornozelo-pé de alívio de a de pressão. flexão plantar e úlcera de pressão no calcanhar Fraturas Órtese em forma de halo consiste em um anel em halo, colunas, colete, instáveis corporal e pinos, limita a quantidade de movimento em todos os planos da coluna de movimento; órtese imobilizadora-occipital-mandibular indicada para cervical instabilidade atlantoaxial. Fraturas Colares Philadelphia e Miami fornecem controle na flexão, extensão, estáveis inclinação e rotação da coluna. da coluna cervical 6 Próteses para membro inferior segundo segundo Coelho (2018) Acompanhe abaixo as definições: Amputação transtibial: indicação de PTB (Patellar Tendon Bearing), a descarga de peso feita sobre o tendão patelar; bordo proximal do encaixe termina ao nível do joelho. PTS (Prothese Tibiale Supracondylienne) indicado para pacientes com coto curto, envolve toda a patela e exerce a pressão sobre quadriceps. KBM (Kondylen Bettung Munster) é a mais utilizada, porque deixa a patela livre e não produz saliência e descarga de peso sobre tendão Quanto ao encaixe na amputação transfemural, seguem as definições: Encaixe quadrilateral: mais antigo e utilizado em pacientes com cotos curtos, descarga de peso realizada sobre isquio, descarga de peso na tuberosidade isquiática. Contenção isquiática: descarga de peso distribuída entre ísquio e a musculatura da região glútea. Clicando abaixo você conhecerá as próteses de pés. Não apresentam Articulação movimento monocêntrica, Apresentam Indicados para articular apresentam maior múltiplos eixos e pacientes que verdadeiro, mas estabilidade com são indicados para necessitam de sua estrutura exceção para todos tipos de próteses de flexível simula amputação amputações. alta performance. movimentos. transtibial. 7 Biomecânica São necessários três pontos de pressão atuando perto da articulação afetada, que é oposta por duas forças, uma proximal e outra distal para acarretar uma estabilização. É minimizar a tensão de cisalhamento na interface da órtese com paciente.ser 7.1 Objetivos das órteses Veja abaixo os objetivos das órteses. Repouso: utilizadas para manter algum segmento corporal livre da ação de forças, como órtese de punho e mão. Imobilização: devem evitar qualquer movimento articular, usadas em casos de traumas importantes ou em cuidados pós-operatórios imediatos, como órtese de Sarmiento. Proteção: utilizadas para evitar traumas repetitivos, como órteses plantares. Propriocepção: permitem aos pacientes a realização de atividades com menor risco de recidivas e manutenção postural, como tornozeleiras. Correção: agem através de vetores de forças aplicadas sobre os segmentos, cujo objetivo é reverter desvios estruturados. 7.2 Órteses para membros inferiores Clique nas abas e conheça as órteses para membros inferiores. Articulações do joelho Articulação livre: indicadas nos casos de genu recurtavatum, varo ou valgo para evitar grandes desvios durante a marcha. Trava em anel: sistema simples, em que uma argola ou anel envolve as extremidades das hastes metálicas acima da articulação. Trava suíça: composta por um aro posterior que faz a união das articulações do joelho. Trava em gatilho: sistema de acionamento manual por melo de um cabo em nylon que realiza a comunicação direta entre a articulação do joelho e um dispositivo. Articulações de tornozelo Articulações de tornozelo rígidas: são utilizadas com alguns graus de dorsiflexão, visando estabilizar a pelve em extensão. Articulação de tornozelo livre: é utilizada para direcionar movimento do tornozelo e servir como peça de fixação da base da órtese com as hastes laterais de uma KAFO, sendo restrita para pacientes que apresentam controle motor. Articulação de tornozelo com ADM limitada: para pacientes que não apresentam controle sobre a articulação do tornozelo. Articulação de tornozelo com movimento assistido: tem objetivo de deixar a marcha mais harmônica. Órteses de pé e tornozelo (AFOs) São utilizadas para manutenção das articulações tibiotársica e subtalar em posição funcional. Indicadas para pacientes com sequelas neuromusculares, de origem central ou periférica, as AFO podem ser confeccionadas em materiais termoplásticos ou metálicos. AFO submaleolar Indicada para pacientes hipotônicos e para portadores de paralisia cerebral e pés pronados.ser educacional AFO supramaleolar Para pacientes que apresentam instabilidade e desvios importantes em inversão ou eversão. AFO termoplástico dinâmico Indicada para pacientes com lesões periféricas ou paralisias flácidas, que apresentam alterações na marcha. AFO termoplástico semirrígido Indicada para pacientes com lesões periféricas com grandes desvios rotacionais. AFO termoplástico articulado Indicada para pacientes que não deambulam. AFO termoplástico rígido Indicada para pacientes com espasticidade grave. AFO para metatarso adulto Indicada para substituir as imobilizações gessadas e manter pé em posição neutra. Pé Tratamento com órtese: as órteses plantares realizam princípio dos três pontos, com forças atuando medialmente sobre 5° metatarso e lateralmente sobre 5° metatarso e cuboides. Esporão calcâneo: em casos de arcos plantares preservados, são indicadas calcanheiras acomodativas com alívio. Síndrome do tibial posterior: órtese plantar com um apoio rígido na altura do navicular, dando suporte ao arco longitudinal medial, ocasionando a diminuição da tensão sobre tibial posterior. Sesamoidite: palmilhas com apoio retrocapital no 1° metatarso. Neuroma de Morton: palmilha com apoio retrocapital central. Encurtamento de membros: encurtamentos de 0,8 a 1,5 cm devem ser compensados com palmilhas três quartos, utilizadas dentro de calçados fechados ou fixas em calçados abertos.ser educacional Órteses cervicais Órteses sem apoio mentoniano: permitem mobilidade da região cervical. Órteses com apoio mentoniano: proporcionam maior suporte da cabeça e menor mobilidade, principalmente em relação ao movimento de flexão cervical. Órteses com apoio occipito-mentoniano-torácico: diminuem a mobilidade da região cervical, podendo gerar total imobilização. Colar Philadelphia: proporcionam uma grande estabilidade na região cervical; indicado para pacientes com comprometimento cervical importante. Órtese tipo Minerva: indicada para pacientes com instabilidades nos níveis cervicais abaixo de C4. Órtese tipo SOMI: confeccionada com hastes metálicas e almofadas de apoio em região mandibular, occipital, esternal e torácica, também conhecida como colar cervical. Indicada para pacientes com instabilidades cervicais mais altas. Halo craniano: somente órteses com halos cranianos garantem uma completa imobilização da região cervical nos três planos de movimento; indicado para casos de fraturas. 7.3 Confecção de palmilhas As palmilhas termomoldáveis devem ser confeccionadas sob medida, que torna necessária a confecção de modelos individualizados. objetivo proposto de cada calçado demanda uma característica própria. Clique abaixo e acompanhe. Calçados com contraforte Calçados mais envolvendo largos e altos na calcâneo com Calçados Calçados com caixa dos dedos, prolongamento hiperprofundos, solado e solado flexível medial até sem costura e com com angulação em podendo cuboide, solado solado antepé. apresentar cunha podendo biomecânico. externa em apresentar cunha calcâneo. interna em calcâneo. 7.4 Órteses para a região pélvica Têm objetivo de proteger a articulação coxofemoral que apresenta instabilidade biomecânica ou vulnerabilidade a lesões. São indicadas no desenvolvimento inadequado da articulação coxofemoral, necrose avascular, processos inflamatórios, degenerativos, situações pós-traumáticas ou pós-operatórios. Clique abaixo e conheça seus tipos e indicações. Displasia coxofemoral congênita; deve ser utilizada nos primeiros meses Fralda de vida e possui objetivo de manter a cabeça femoral centralizada Frejka dentro do acetábulo. Suspensó Uma órtese dinâmica, permitindo os movimentos de flexão e abdução, rio de proporcionando correto posicionamento da cabeça do fêmur e Pavlick formação adequada do acetábulo. Indicada para doença de Legg-Calvé-Perthes, que é uma necrose avascular Atlanta- da cabeça do fêmur. Os pacientes são capazes de deambular com a órtese Brace com total independência e sem a necessidade do uso de acessórios de marcha.ser Indicada para pacientes com Legg-Calvé-Perthes, pode ser utilizada Trilateral unilateralmente. Órtese de Indicada para crianças com anteversão femoral, torção e metatarso Dennis aduzido. Browne Sling Indicada para desvios rotacionais femorais. Derrotad Para pacientes que apresentam rotações internas e externas dos or em membros inferiores. espiral Órtese Indicada para pacientes que necessitam de um controle sobre abdutora movimentos do quadril, como: displasias, hipertonia dos adutores e de quadril autoplastias. Prescriçã Deve equilibrar a necessidade individual de estabilidade, segurança, de mobilidade, durabilidade e Outras considerações importantes prótese são: condições clínicas, idade, nível de atividade física, peso e estatura, para atividade profissional e ambiente. membro inferior Recomen Ocorrem geralmente em homens jovens, protetização precoce é dações importante para processo de reabilitação; pacientes com níveis mais sobre distais de amputação tendem a fazer maior uso de prótese, que indicação depende de uma prescrição multiprofissional e educação em saúde para e uso de pacientes. próteses de membros superiore S Acompanhe agora a descrição de casos clínicos e prescrições. 1) Paciente com diagnóstico de poliomielite, com boa função do quadril e joelho, caminha realizando flexão acentuada dessas articulações e contato inicial no solo com antepé. Com isso, poderia ser prescrita uma órtese objetivando manutenção do tornozelo em posição neutra durante 0 balanço e contato inicial. Órtese do tipo AFO dinâmico confeccionada em termoplástico, limitação para a flexão plantar e liberação para movimentos de dorsoflexão. 2) Paciente com diagnóstico de neuropatia diabética, apresenta desabamento do arco transverso anterior e ulceração no 1° metatarso; indicação de órtese plantar com objetivo de aliviar a pressão local e proporcionar melhor distribuição de carga. A amputação acarreta grande alteração do potencial funcional musculoesquelético e dificuldades adaptação a uma condição incapacitante. A fisioterapia deve ser realizada logo após a amputação, atuando no posicionamento correto no leito, dessensibilização do coto, exercícios ativos-assistidos, ativos-livres e isométricos, bandagens, exercícios de propriocepção, estimulação do membro contralateral, treino de marcha. objetivo é a manutenção da amplitude do movimento, aumento da força muscular, equilíbrio, adaptações da marcha e orientações. Fique de olho O coto precisa ter algumas caraterísticas: nível adequado, coto estável, presença de um bom coxim, bom estado da pele, boa sensibilidade, sem úlceras e enxertos cutâneos, ausência de neuromas terminais e espículas ósseas, boa circulação arterial e venosa, boa cicatrização e ausência de edema.ser educacional 8 Procedimentos Abaixo estão listados alguns dos procedimentos de tratamento. Enfaixamento: para uma adequada adaptação ao encaixe da prótese, redução de edema e formato cilíndrico desejado. A pressão deve ser maior de distal para proximal, realizada no formato oito ou em espiral. enfaixamento pode ser retirado de duas em duas horas. Eletroterapia: pode utilizar a corrente russa para melhora da dor fantasma; ultrassom terapêutico em troncos nervosos somáticos para a melhora da síndrome complexa de dor regional e dor neuropática. Orientações gerais no pré e pós-operatório imediato: para correto posicionamento do coto no leito, indivíduo deve evitar comportamento de flexão de joelho, abdução e rotação externa; manter alinhamento dos membros inferiores para a prevenção de contraturas. Estímulo sensitivo: na amputação, ocorre hipersensibilidade local. Devem-se realizar estímulos com algodão e evoluir para estímulos mais rígidos como sacos de areia. Treino de marcha: deve levar em consideração a condição funcional do paciente. Assista aí É ISSO AÍ! Nesta unidade, você teve a oportunidade de: compreender OS conceitos de órtese e prótese; entender suas e aplicações; estudar os principais tipos de órteses e próteses; identificar a atuação da fisioterapia na amputação; conhecer orientações e procedimentos de tratamento. REFERÊNCIAS BARBIN, Prótese e órtese. Londrina: Editora e Distribuidora Educacional, 2017. CARVALHO, J.A. Amputações de membros inferiores: em busca da plena reabilitação. 2. ed. São Paulo: Manole, 2003.

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