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Avaliação: Avaliação Primária: A - Vias Aéreas: Obtenha via aérea avançada se necessário. B - Respiração: Ven5lação + Oxigenação O2 quando indicado • Se PCR -> O2 a 100% • Outros pacientes: até SatO2 95 - 98 (Se SCA 90 e pós- PCR 92 - 98) Monitorização da ven5lação: • Capnografia quan5ta5va com forma de onda; • Critérios clínicos (elevação de tórax e cianose); • SatO2 C - Circulação: Qualidade da RCP: Capnografia: Forma de onda quan5ta5va • Pressão parcial de CO2 no ar expirado no fim da expiração (PETCO2) RCP ruim • Aumento súbito de 25 mmHg no PETCO2 -> RCE; • PA invasiva: Se PA intra-arterial diastólica RCP ruim; Monitor/desfibrilador se arritmias ou ritmo de PCR Acesso IV; Medicação de PCR ou ritmo; Fluido necessários; Cerifique glicemia e ToC Verifique problemas de perfusão. D - Disfunção: Verifique a função neurológica Nível de consciência (AVDI: Alerta, voz, dor e arresponsivo). Dilatação da pupila. E - Exposição: Remova roupas para realizar Exame dsico; Procure sinais de trauma5smo, hemorragia, queimaduras, marcas incomuns ou braceletes de alerta médico; SAMPLE: Sinais e sintomas: Dificuldade respiratória; Taquipneia, taquicardia; Febre, cefaleia; Dor abdominal; Hemorragia; Alergias: A medicamentos, alimentos, látex, etc. Reações associadas Medicações (incluindo a úl5ma dose ingerida) Medicamentos do paciente, inclusive os vendidos sem prescrição médica, inaladores, vitaminas e suplementos à base de ervas Úl5ma dose e hora de medicações recentes Medicamentos que podem ser encontrados na casa do paciente Passado médico pregresso (especialmente relacionado com a doença atual) Histórico de saúde (p. ex., doenças prévias, hospitalizações) Histórico de saúde da família (em casos de SCA ou AVC) Problemas médicos subjacentes significa5vos Cirurgias anteriores Estado de imunização Last, úlGma refeição consumida Hora e natureza da úl5ma ingestão de líquido ou de alimento Eventos: Eventos que levem à doença ou lesão atual (por exemplo, início súbito ou gradual, 5po de lesão) Riscos no local Tratamento durante o intervalo do início da doença ou lesão até a avaliação Hora es5mada do início (se o início se deu em ambiente extra-hospitalar). ... Bradicardia: Bradicardia Sinusal: Onda P positiva em D2 e D1, precedendo cada QRS; Frequência cardíaca 200ms (ou 0,2s) = 5 mm. Classificação: QRS estreito (25%): Supra-hissianos (~85% dos casos) ou intra-hissianos (~15 dos casos); QRS for alargado: infra-hissianos ~75% dos casos. BAV de 2º grau MOBITZ I: Diagnóstico: Presença de algumas ondas P sem QRS (“ondas P bloqueadas”). • Na relação de 2:1, 3:2, 4:3, 5:4. • Se 3:1 – BAV avançado. Fenômeno de Wenckebach: aumento progressivo do intervalo PR até o bloqueio da P, geralmente com uma redução também progressiva do intervalo R-R até o bloqueio (Mobitz I); Intervalo PR antes da P bloqueada > intervalo PR depois da P bloqueada. Intervalo P-P costuma se manter por todo o traçado do ECG. • Na ausência de arritmia. BAV de 2º grau MOBITZ II: Critérios: Eventuais ondas P bloqueadas (sem QRS); • Relação onda P e QRS: 3:2, 4:3, 5:4; Intervalos PR antes do bloqueio da P são iguais entre si; • Sem o fenômeno de Wenckebach - Não há um aumento progressivo do PR antes da onda P bloqueada; • O bloqueio é do tipo “tudo ou nada”; • Intervalo PR antes da P bloqueada = intervalo PR depois da P bloqueada. Inervação: Nódulo AV: parassimpática (vagal); Feixe de His + ramos: não são inervados por este sistema. “Bloqueios proximais” ou supra-hissianos: Características: São benignos (bom prognóstico) • Respondem bem a atropina (droga vagolítica) Localização: acima do feixe de HIS QRS: estreito (ativação ventricular por HIS-Purkinje Causa: vagotonia e drogas cronotrópicas negativas. • “Cronotropismo negativo” = inibição do nódulo sinusal • A lentificação da condução AV por essa droga = “Dromotropismo negativo”. Tipos: • BAV 1º grau; • BAV 2º grau Mobitz 1; “Bloqueios distais” ou intra/infra-hissianos: Características: São malignos (mau prognóstico) • Podem piorar com a atropina (não há inervação vagal no feixe de His e nos ramos, assim pode piorar, logo que acelera a frequência sinusal, bombardeando o feixe de His e ramos, com mais estímulos, agravando o bloqueio) – sendo indicado Marcapasso; Intra-hissianos Infra-hissianos Localização: Feixe de His Ramos (direito ou esquerdo – um é mais comprometido que o outro, a ativação ventricular se faz com padrão de bloqueio de ramo) ou Fibras de Purkinje. QRS: Estreito Alargado aberrante (padrão bloqueio de ramo ou então o paciente já tinha bloqueio de ramo prévio). Causa: doença fibrodegenerativa senil (doença de Lev-Lenegre), IAM ou patologias infiltrativas, infecciosas ou parasitárias do miocárdio; Sintomáticos: síncope, pré-síncope, cansaço, dispneia - irreversíveis e com risco de morte cardíaca súbita. BAV de 2º grau 2:1 - Benigno X Maligno: QRS estreito + BAV de 1º grau (aumento do PR): supra-hissiano (normalmente); • Não necessita de marca-passo. QRS alargado + sem BAV 1º grau: infra-hissiano • Necessita de marca-passo, pode se converter em um BAV mais avançado; QRS estreito + sem BAV 1º grau: Testar Realizar teste ergométrico à prova com atropina ou ao estudo eletrofisiológico (EEF); • Pode ser infra-hissiano, intra ou supra-hissiano com bloqueio de ramo prévio – não há como inferir a localização. • Qualquer bloqueio AV duvidoso indica EEF, para determinar os intervalos A-H e H-V. BAV total (3º grau – AV completo – BAV avançado): Características: Quase sempre é intra ou infra-hissiano – mau prognóstico. • Supra-hissiano: o ritmo de escape tem QRS estreito e uma frequência maior (> 40 bpm); • Intra/Infra-hissiano: QRS é alargado e a frequência é mais baixa ( 40 bpm) ou ventricular (QRS alargado, FC 100 bpm • Há taquicardia só dos átrios, sem aumento de FC (taquicardia atrial com bloqueio e flutter atrial com bloqueio): intervalos P-P 100 bpm, porém os intervalos R-R distam mais de 1,5 cm e Frequência ventricular “Existe onda F de Flutter atrial?” Derivações: inferiores (D2, D3 e aVF) e para V1 Definição: onda atrial com frequência ~300 bpm (dista entre si de um espaço de 0,5 cm – 5 “quadradinhos”). • Elas geralmente (mas nem sempre) têm o aspecto de “dente de serra” nas derivações D2, D3 e aVF. Se tiver ondas F, o diagnóstico é flutter atrial.Dica: na maioria das vezes, no flutter atrial, a frequência cardíaca é de 150 bpm (intervalo R-R de 1 cm) ou de 75 bpm (intervalo R-R de 2 cm). Sem “onda F” -> “QRS estreito ou alargado?”: QRS estreito: 30s ou causar instabilidade: TV sustentada (monomórfica ou polimórfica); Se “Intervalo R-R regular ou irregular?”: Irregular: fibrilação atrial. Regular: FC > 120 bpm: Taquicardia Supraventricular Paroxística (TSVP). • ~70% dos casos é por reentrada nodal – se pseudo-s ou pseudo-R’; • ~30% é por reentrada em via acessória – se onda P’ um pouco depois do QRS (em V1), alternância na amplitude do QRS e após a reversão para ritmo sinusal, aparecer um PR curto + onda delta. FC que no pulso radial • Como o tempo de enchimento diastólico é variável e às vezes muito curto, o ventrículo pode “bater” ainda vazio, sem produzir débito sistólico perceptível. Isso faz com que o batimento percebido no precórdio não se acompanhe de uma onda de pulso periférico. Tratamento: Flutter atrial Critérios: ECG Frequência atrial > 250 bpm (geralmente 300 bpm), observada pela frequência das ondas F; Ausência de uma linha isoelétrica entre estas ondas atriais (ondas F), o que pode dar um aspecto “em dente de serra”; • Formação: miócitos atriais - fibras de condução rápida; FC ~150 bpm (metade da frequência atrial, pois a condução AV quase sempre é 2:1); • O AV barra metade dos estímulos atriais, devido ao período refratário. QRS estreito (idêntico ao QRS do ritmo sinusal), a não ser em caso de bloqueio de ramo associado. Condução 4:1: Quando: quadros de doença do nódulo AV associada ou quando está tomando inibidores do nódulo AV (digital, betabloqueador, verapamil, diltiazem, amiodarona). • Alguns pacientes alternam a condução 2:1 com 4:1 (flutter com condução variável) - ritmo cardíaco “irregular”. Condução 1:1: Quando: uso de drogas antiarrítmicas do grupo IA (quinidina, procainamida e disopiramida), elas lentificam a condução pelo circuito do flutter, trazendo a sua frequência para abaixo de 300 bpm e ao mesmo tempo, são vagolítica (efeito “atropínico”), facilitando a condução pelo nódulo AV. • Pode apresentar súbita conversão de um flutter 2:1 para um flutter 1:1. Flutter típico (tipo I) reverso: Ondas F positivas em D2, D3 e aVF (circuito sengue no sentido horário); Flutter atípico (tipo II): Ondas F com frequência de 350–430 bpm (distância de 4 mm); Causa: macrorreentrada, mas de circuito mais complexo e não dependente do istmo. Tratamento: Se instabilidade: Cardioversão elétrica • Choque Sincronizado de 50J (reverte 90% dos casos); • 2º Choque: 100 J (indicado aos 10% não revertidos); • Se convertido em FA – novo choque sincronizado; Paciente estáveis: 1. Alguns, reverte após melhora da FC e do controle eletrolítico. Inibidores do nódulo AV: Medicações: betabloqueadores, verapamil, diltiazem, digital. Via: EV Função: reduzir condução de AV 2:1 Para 4:1 – reduzindo a FC, o que baixa a resposta ventricular. Dose: + alta que na FA 2. Se não reversão – Cardioversão; Elétrica (preferência): início: 50J (90% de sucesso); Farmacológica; Estimulação atrial programada (overdrive pacing); Estimulação atrial transesofágica: Menor eficácia e traz maior desconforto ao paciente. Anticoagulação: Indicação: FA, flutter crônico (> 6 meses), grupo de risco para TEP, doença mitral reumática ou disfunção grave de VE. Antiarrítmicos do grupo I ou III: Indicação: evitar reincidia; Ablação por radiofrequência do circuito do flutter Indicação: casos recorrentes sintomáticos. Após estudo eletrofisiológico, posiciona-se o cateter no istmo atrial, “cauterizando” a área de condução lenta do circuito da arritmia (sucesso de ~85%, podendo ser tentado nova ablação); TV monomórfica sustentada (TVMS): Foco: Ventrículo esquerdo: padrão BRD-símile (TVMS pós IAM); Ventrículo direito ou septo interventricular: padrão BRE- símile (displasia arritmogênica de VD ou grandes infartos septais). ECG: Frequência cardíaca (a definição varia na literatura): • Para alguns autores: > 120 bpm; • Para outros: > 100 bpm. QRS alargado (≥ 120 ms) e aberrante (morfologia diferente de um QRS normal); Método: MP em contato com parede atrial direita, estimula o átrio com frequência 10% maior que no flutter, atraves do cardioestimulador, assim, ao baixar progressivamente a frequência, o paciente pode voltar ao ritmo sinusal (~70% dos casos) ou mudar para fibrilação atrial Indicação: pós-operatório de cirurgia cardíaca (paciente já vem do CC com um cabo de MP no epicárdio atrial). Morfologia do QRS se repete precisamente em cada derivação; R-R regular. Sustentada: Duração > 30 segundos ou se “instabilidade”; Quadro clínico: síncope, pré-síncope, hipotensão sintomática, angina de peito ou dispneia por congestão pulmonar. • Geralmente as instáveis (FC > 170 bpm) – há perda da associação AV (os ventrículos não contam mais com a contração atrial para o seu enchimento). Tratamento: Se instabilidade: Cardioversão sincronizada 100 J; • Sem instabilidade: indicada também se baixo risco ao uso de anestésico e sedação. • Se risco elevado: antiarritimicos. Antiarrítmicos: prevenir a recidiva precoce Amiodarona: Dose: 150 mg, IV, em 10min. Infusão contínua: 1 mg/min (6h) + 0,5 mg/min (18h). Procainamida: Dose:15-17 mg/kg (velocidade de infusão: 20 mg/min). Infusão contínua: 1–4 mg/min. Sotalol: Dose: 1,0–1,5 mg/kg, IV, (velocidade de infusão: 10 mg/min). Lidocaína: Dose: 1,0–1,5 mg/kg (100–150 mg), IV, lento. Infusão contínua: 1–4 mg/min. Indicação: 1ª opção se após IAM. Contraindicação: verapamil durante uma taquicardia ventricular! Controle de FC: BB – se vigência de isquemia; Prevenção primária de morte súbita: Após a reversão • Fator precipitante transitório ou corrigível: IAM, distúrbios eletrolíticos. TV polimórfica sustentada (TVPS): ECG: Frequência cardíaca geralmente > 200 bpm; QRS alargado (≥ 120ms) e aberrante (morfologia diferente de um QRS normal); Morfologia do QRS varia significativamente em cada derivação. Classificação: intervalo QT TV polimórfica com intervalo QT normal; Mecanismo: reentrada no miocárdio ventricular isquêmico (altera a repolarização dos miócitos, encurtando o seu período refratário e predispondo o surgimento de focos de reentrada funcional) Causa: Isquemia aguda (maioria); Cardiopatia estrutural, comQT normal + episódios de TV polimórfica (atividade deflagrada – Cálcio-dependente, ou reentrada funcional). • Geralmente ocorre em exercício físico ou estresse – dependência de catecolaminas. Complicação: FV - morte cardíaca súbita. Tratamento: Reversão imediata para ritmo sinusal: Desfibrilação elétrica 200J. Prevenção: Antiarritimicos • Amiodarona (mesma dose preconizada para a TVMS). • BB: se TV polimórfica recorrente (caso suspeita de isquemia); • Coronariografia: obrigatória - investigação de espasmo coronariano Revascularização: se placas instáveis. Cardiodesfibrilador implantável: se TV polimórfica familiar; TV polimórfica com intervalo QT longo - torsades de pointes (torção das pontas”); ECG: Taquicardia bradicárdico-dependente Costuma ocorrer após uma pausa, que aumenta ainda mais o intervalo QT. QT longo, durante ritmo sinusal. QRS com maior amplitude e polaridade + e depois, menor amplitude e polaridade -. Presença de ondas T modificadas (largas e amplas, negativas ou bifásicas). Tratamento: Imediato: Desfibrilação elétrica 200J - Reversão para ritmo sinusal; Reposição de sulfato de magnésio (mesmo sem hipomagnesemia) • Dose: 2 g, IV, em 2min. Repetir a dose após 15min. MP provisório transvenoso: Se FC 40ms ou rS > 70ms ou incisura na porção descendente da onda S de V1. • TSV com BRD — rsR’ em V1 e Rs (R > s) em V6. • TSV com BRE — rS em V1, sem incisura e medida do início dar ao nadir da S 0,45s; • 11 “quadradinhos” = 0,44s; • 12 “quadradinhos” = 0,48s. QTc = QT corrigido = QT / √RR Antiarrítmicos do grupo IB: Lidocaína ou fenitoína • Efeito redutor do intervalo QT. Isoproterenol: casos de torsades repetitivo e decorrente de pausas no ECG. Suspensão de fatores predisponentes; BB: quando Síndrome congênita • Reduzem o efeito adrenérgico sobre os miócitos. Cirurgia de simpatectomia cervical esquerda: casos refratários; MP definitivo DDDR: casos refratários; Cardiodesfibrilador implantável: se síncope ou PCR revertida. PCR: 1. Identificar PCR: Estímulo: responsividade agônico ou ausente • Estímulo verbal ou leve batida nos ombros. Sem resposta, chamar ajuda (SAMU 192) ou solicitar carrinho de parada/DEA Respiração: 5 - 10s • Movimento de tórax ausente ou gasping (respiração agônica). Pulso: 320 bpm e sem discernimento de complexos QRS. Características: FV só é revertida com desfibrilação elétrica (Cada 1min sem reversão, diminui 10% na taxa de sucesso, após 10min, a chance cai para menos de 5%); Sem desfibrilação, FV transforma-se em Assistolia, devido à degeneração do miocárdio e do sistema de condução. FV/TV refratária: Quando chega a necessidade de antiarritimicos. Taquicardia ventricular. Assistolia. AESP – Atividade Elétrica Sem Pulso: Definição: antigamente chamada de “dissociação eletromecânica”, o ritmo encontrado é comumente um ritmo idioventricular, mas se pode observar qualquer tipo de ritmo, até mesmo o sinusal. Mecanismo: estímulo elétrico que não gera contração eficaz. • Pode haver ausência de fluxo, devido a algum bloqueio (TEP); • Ou alterações bioquímicas (desaclopamento eletromecânico) – bloqueio na ligação do cálcio à troponina, que então, param de contrair, Antes do esgotamento do estímulo. Causa: Insuficiência respiratória (hipóxia e acidose respiratória, e hipovolemia). Características: pseudo – AESP: contração ventricular, tão fraca, incapaz de desencadear um pulso palpável. • Realizar PA invasiva. Exceção: Se PCR por asfixia (hipóxia), primeiro 1 ciclo de RCP, depois telefonar. • O restabelecimento da oxigenação já pode reverter a PCR antes da chegada da equipe de socorro. Se bem-feita, manter o coração vivo e sistema neurológico intacto e aumenta taxa de sucesso da desfibrilação; Dicas! 1. Turgência jugular – 4 dos 5 T's (tamponamento, pneumotórax, TEP e IAM) a. Traqueia desviada: pneumotórax hipertensivo • Puncionar o tórax no segundo espaço intercostal no lado supostamente afetado. b. Traqueia não desviada: pericardiocentese às cegas. 2. Sem turgência jugular: 5 H 's (hipovolemia, hipóxia, acidose, hipo/hipercalemia e hipotermia) e toxicidade. Cuidados pós-parada: Condutas: UTI; Identificar e tratar a etiologia da PCR; • Realizar angiografia coronariana – Se PCR de origem cardíaca; Instituir a prevenção da lesão neurológica irreversível: Controle direcionado da temperatura – Manter Tº central de 32–37,5 ºC por pelo menos 24h. • Hipotermia terapêutica; • Reduz mortalidade e melhora prognóstico neurológico no pós-PCR do paciente que permanece em coma. Adequado manejo da via aérea: IOT • Maioria dos pacientes estão em coma (injúria cerebral) – garantir ventilação + proteção contra broncoaspiração; • Se dispositivo alternativo – Realizar a troca para IOT! Acesso Venoso: • Talvez um profundo (jugular interna); • Acesso central venoso: adequado para a infusão de aminas vasoativas (induz necrose da pele e SC); • Acesso periférico: trombolíticos. Prevenção de recidiva de PCR: Revascularização miocárdica: Terapia antiarrítmica: Cardiodesfibrilador implantável. ......