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INTRODUÇÃO AO CONTROLE ESTATÍSTICO DO PROCESSO (CEP) Aula III Controle Estatístico do Processo → → → manter algo dentro de limites estabelecidos (padrões) obter conclusões com base matemática (dados e números) conjunto formado por máquinas, material, mão de obra, meio de medição, métodos e meio ambiente, que influenciam a obtenção de um produto ou serviço em conformidade com as especificações. Prof José Milton de Freitas CIÊNCIAS DOS MATERIAIS Podemos definir que um produto ou serviço de qualidade é aquele que atende perfeitamente às especificações, atingindo o valor alvo com a menor variabilidade possível em torno dele. 1- INTRODUÇÃO Diagramas de distribuição de um possível processo Prof José Milton de Freitas CIÊNCIAS DOS MATERIAIS O controle estatístico do processo (CEP) é uma técnica estatística aplicada à produção que permite a redução sistemática da variabilidade nas características da qualidade de interesse, contribuindo para a melhoria da qualidade intrínseca, da produtividade, da confiabilidade e do custo do que está sendo produzido. 1- INTRODUÇÃO (cont.) Prof José Milton de Freitas CIÊNCIAS DOS MATERIAIS O principal objetivo do CEP é possibilitar um controle eficaz da qualidade, feito pelo próprio operador em tempo real. Isso aumenta o comprometimento do operador com a qualidade do que está sendo produzido e libera a gerência para as tarefas de melhoria. 1- INTRODUÇÃO (cont.) Prof José Milton de Freitas CIÊNCIAS DOS MATERIAIS Para controlar e estabilizar os processos das empresas, utilizam-se as ferramentas em CEP, necessitando apenas pequenas amostras sempre muito menores que os lotes. Cada vez que uma nova causa de variação é identificada e documentada para análise e, portanto, eliminação, o processo de produção é estabilizado e a qualidade garantida e melhorada. 1- INTRODUÇÃO (cont.) Prof José Milton de Freitas CIÊNCIAS DOS MATERIAIS 1- INTRODUÇÃO (cont.) Prof José Milton de Freitas CIÊNCIAS DOS MATERIAIS A estatística é, sem duvidas, uma ferramenta de trabalho poderosíssima para quem trabalha em controle da qualidade e controle de processo. O conceito estatístico, primeiramente, considera que o comportamento do processo segue a distribuição normal de probabilidades. Distribuição normal 2- VARIABILIDADE Prof José Milton de Freitas CIÊNCIAS DOS MATERIAIS - Variabilidade: A variabilidade está sempre presente em qualquer processo produtivo, independente de quão bem ele seja projetado e operado. A variabilidade é o resultado de alterações nas condições sob as quais as observações são tomadas. Estas alterações podem refletir diferenças entre as matérias-primas , as condições dos equipamentos, os métodos de trabalho, as condições ambientais e os operadores envolvidos no processo considerado. A variabilidade também é decorrente do sistema de medição empregado. Os produtos defeituosos são produzidos devido á presença da variabilidade. 2- VARIABILIDADE (cont.) Prof José Milton de Freitas CIÊNCIAS DOS MATERIAIS Exemplo de Variabilidade: O diâmetro de um eixo usinado pode variar devido a: Máquina (folga, desgaste do rolamento); Ferramenta (esforço, desgaste); Material (diâmetro, dureza); Operador (precisão na centralização, alimentação da máquina); Manutenção (lubrificação, reposição de peças gastas); Meio Ambiente (temperatura, constância do fornecimento elétrico). Eixo 2- VARIABILIDADE (cont.) Prof José Milton de Freitas CIÊNCIAS DOS MATERIAIS A redução da variabilidade dos processos implica em uma diminuição do número de produtos defeituosos fabricados. 2- VARIABILIDADE (cont.) Prof José Milton de Freitas CIÊNCIAS DOS MATERIAIS Diego Rodrigues & Franciele Borba - Tipos de causas de Variação: Existem dois tipos de causas para a variação da qualidade dos produtos provenientes de um processo: Causas Comuns (ou Aleatórias) Causas Especiais (ou Assinaláveis) 2- VARIABILIDADE (cont.) Prof José Milton de Freitas CIÊNCIAS DOS MATERIAIS Causas Comuns: A variação provocada por causas comuns é inerente ao processo considerado e estará presente mesmo que todas as operações sejam executadas empregando métodos padronizados. Quando apenas causas comuns estão atuando em um processo, a quantidade de variabilidade se mantém em uma faixa estável, conhecida como faixa característica do processo. Neste caso, dizemos que o processo está sob controle estatistico, apresentando um comportamento estável e previsível. Processo sob ação de causas comuns Podem ser eliminadas somente através de melhorias no processo; Tipicamente 15% dos problemas; 2- VARIABILIDADE (cont.) Prof José Milton de Freitas CIÊNCIAS DOS MATERIAIS Causas Especiais: As causas especiais de variação surgem esporádicamente, devido a uma situação particular que faz com que o processo se comporte de um modo diferente do usual, o que pode resultar em um deslocamento do seu nivel de qualidade. Quando um processo está operando sob a atuação de causas especiais de variação dizemos que está fora de controle estatistico e neste caso sua variabilidade geralmente é bem maior do que a variabilidade natural. Alguns exemplos de causas especiais de variação são a admissão de um novo operador para a realização da tarefa, a ocorrência de defeitos nos equipamentos, a utilização de um novo tipo de matéria-prima, o descumprimento dos padrões operacionais, o degaste de ferramentas, etc. Processo sob ação de causas especiais ? Podem ser eliminadas através de ações do operador ou da gerência; Tipicamente 85% dos problemas; 2- VARIABILIDADE (cont.) Prof José Milton de Freitas CIÊNCIAS DOS MATERIAIS - Controle de Processo: Processo fora de controle: Presença de causas especiais Processo instável Processo não previsível Processo sob controle: Causas especiais eliminadas Presença somente de causas comuns de variação Processo estável Processo previsível m Implementação de Controle de Processo 2- VARIABILIDADE (cont.) Prof José Milton de Freitas CIÊNCIAS DOS MATERIAIS Nosso Problema: Controlar as Variações Entender suas Causas Previnir Ocorrências 2- VARIABILIDADE (cont.) Prof José Milton de Freitas CIÊNCIAS DOS MATERIAIS A eficácia da utilização do CEP baseia-se no seguinte conceito: se um processo ocorre sob condições conhecidas e estas são cuidadosamente mantidas, este processo estará sujeito apenas aos efeitos de Causas Comuns, que definem a posição e a dispersão do processo, configurando-se por uma Distribuição Normal. Assim, sendo um processo conhecido, pode-se prever toda sua ocorrência . 2- VARIABILIDADE (cont.) Prof José Milton de Freitas CIÊNCIAS DOS MATERIAIS Um gráfico de controle consiste em uma linha central , um par de limites de controle, um dos quais localiza-se abaixo e outro acima da linha central, e valores característicos marcados no gráfico representando o estado de um processo. Exemplo de gráfico de controle 3- APLICAÇÃO DO CEP De forma mais usual, os LSC e LIC, estão distantes da LC em valores equivalentes a 3 desvios padrões. Prof José Milton de Freitas CIÊNCIAS DOS MATERIAIS O CEP pode ser utilizado para o controle de grandezas variáveis que podem ser medidas, como dimensões ou peso, por exemplo. Neste caso, utilizam-se os gráficos de controle das médias e das amplitudes das amostras retiradas durante o processo produtivo. O CEP também pode ser utilizado para o controle de grandezas do tipo atributo, as quais não necessitam de um instrumento de medida para serem conhecidas, como riscos ou manchas em uma pintura, por exemplo. Nestes casos, utilizam-se os gráficos de controle do tipo P, que verifica a porcentagem de produtos defeituosos, ou os gráficos do tipo C, que verificam o número de defeitos por peça. 3- APLICAÇÃO DO CEP (cont.) Prof José Milton de Freitas CIÊNCIAS DOS MATERIAIS Os gráficos para o controle de grandezas variáveis, são compostos por dois tipos: Gráfico das médias (X) Mostram a localização do processo Tipicamente possuem Limites Inferiores e Superiores de Controle (LIC / LSC) Gráfico das amplitudes(R) Mostram a variação (dispersão) do processo 3- APLICAÇÃO DO CEP (cont.) Obs.: Estes tipos de gráficos devem ser utilizados quando n for menor ou igual a 9 (n: tamanho da amostra). Prof José Milton de Freitas CIÊNCIAS DOS MATERIAIS Fases de elaboração dos gráficos de controle para grandezas variáveis: 1. Determinar o limite superior e o limite inferior do gráfico de controle da média e do gráfico de controle da amplitude, para cada uma das variáveis a serem controladas. 2. Estabelecer um plano para a retirada das amostras das peças do processo, cada amostra deve ter um determinado número de peças. 3. Para cada amostra retirada, medir a média e a amplitude. 4. Colocar os valores encontrados nos gráficos verificando se estes valores se situam dentro dos limites do gráfico, caso afirmativo indicará que o processo está sob controle. 5. Analisar os gráficos verificando a necessidade de alguma atuação no processo. 3- APLICAÇÃO DO CEP (cont.) Prof José Milton de Freitas CIÊNCIAS DOS MATERIAIS 20 São utilizados dois gráficos de controle estatístico de processo: um gráfico para o controle da média e outro para o controle da amplitude. Limites do gráfico de controle da média Limites do gráfico de controle da amplitude N 2 3 4 5 6 7 8 9 10 12 15 18 20 A 1,88 1,02 0,73 0,58 0,48 0,42 0,37 0,34 0,31 0,27 0,22 0,19 0,18 D4 3,27 2,57 2,28 2,11 2,00 1,92 1,86 1,82 1,78 1,72 1,65 1,61 1,59 D3 0 0 0 0 0 0,08 0,14 0,18 0,22 0,28 0,35 0,39 0,41 3- APLICAÇÃO DO CEP (cont.) Fatores de Correção Prof José Milton de Freitas CIÊNCIAS DOS MATERIAIS - Cálculo da média da amostra: A média, conforme o próprio nome diz, informa uma medida de tendência central, ou seja, um valor que representa a maioria dos elementos da amostra, Na simbologia utilizada em estatística a média é representada através da letra x com uma barra sobre a mesma Onde: x= média xi = medida do iésimo elemento da amostra n = número de elementos da amostra 3- APLICAÇÃO DO CEP (cont.) Prof José Milton de Freitas CIÊNCIAS DOS MATERIAIS - Cálculo da amplitude da amostra: A amplitude é a diferença entre o maior valor e o menor valor apresentado pelos elementos da amostra. A amplitude é um número que serve para dizer quanto os elementos da amostra estão distantes do valor da média, pode-se dizer que a amplitude é uma medida da tendência do afastamento da média. O gerente de produção da Chapabrás, deseja implementar um controle estatístico de processo para o comprimento de determinada chapa de aço cortada no setor de corte. Para isto mediu o valor do comprimento de uma amostra de nove amostras de chapa de aço, cujos valores estão relacionados no Quadro abaixo. Chapas 1 2 3 4 5 6 7 8 9 Comprimento (mm) 150 149 151 149 147 145 150 149 151 R = 151 – 145 = 6 3- APLICAÇÃO DO CEP (cont.) Prof José Milton de Freitas CIÊNCIAS DOS MATERIAIS - Exemplo: A Bebebrás é uma fábrica de bebedouros refrigerados. Em um de seus processos, é feito a pintura de chapas de aço com espessura de camada de tinta de 65 μ. A especificação do desenho, feito pela engenharia do produto com base nas especificações do fornecedor da tinta, permite uma variação máxima de 5 μ. Se a camada for inferior a esta especificação a cobertura além de poder apresentar falhas, não oferece a proteção apropriada contra corrosão e o produto enferrujará com pouco tempo de uso, se a camada de tinta for superior a esta especificação, a empresa estará utilizando mais tinta que o necessário, elevando o custo do produto sem necessidade. A fábrica deve utilizar o controle estatístico de processo para garantir tal situação. A empresa colocou em funcionamento o seu processo de pintura, foram colhidas oito amostras durante o dia todo, obtendo-se os resultados do Quadro abaixo: Numero do elemento Número da amostragem 1 2 3 4 5 6 7 8 1 61 65 66 66 65 66 67 60 2 63 63 67 67 64 67 65 62 3 62 67 68 65 67 66 66 63 4 61 65 64 65 68 65 68 65 5 66 66 65 64 65 64 69 66 Médias Amplitudes 3- APLICAÇÃO DO CEP (cont.) Prof José Milton de Freitas CIÊNCIAS DOS MATERIAIS Numero do elemento Número da amostragem 1 2 3 4 5 6 7 8 1 61 65 66 66 65 66 67 60 2 63 63 67 67 64 67 65 62 3 62 67 68 65 67 66 66 63 4 61 65 64 65 68 65 68 65 5 66 66 65 64 65 64 69 66 Médias 62,6 65,2 66,0 65,4 65,8 65,6 67,0 63,2 Amplitudes 5 4 4 3 4 3 4 6 Limites de controle do gráfico das médias: X = 62,6 + 65,2 + 66,0 + 65,4 + 65,8 + 65,6 + 67,0 + 63,2 = 65,1 8 LSC = X + AxR = 65,1 + 0,58x 4,1 = 67,47 LIC = X - AxR = 65,1 - 0,58x 4,1 = 62,72 3- APLICAÇÃO DO CEP (cont.) Prof José Milton de Freitas CIÊNCIAS DOS MATERIAIS Numero do elemento Número da amostragem 1 2 3 4 5 6 7 8 1 61 65 66 66 65 66 67 60 2 63 63 67 67 64 67 65 62 3 62 67 68 65 67 66 66 63 4 61 65 64 65 68 65 68 65 5 66 66 65 64 65 64 69 66 Médias 62,6 65,2 66,0 65,4 65,8 65,6 67,0 63,2 Amplitudes 5 4 4 3 4 3 4 6 2) Limites de Contro le do gráfico das amplitudes: R = 5 + 4 + 4 + 3 + 4 +3 + 4 + 6 = 4,1 8 LSC = D4 x R = 2,11 x 4,1 = 8,65 LIC = D3 x R = 0,0 x 4,1 = 0,0 LM = 3- APLICAÇÃO DO CEP (cont.) Prof José Milton de Freitas CIÊNCIAS DOS MATERIAIS Construção dos gráficos: LSC LM LIC 67,47 62,72 65,1 1) Gráfico das médias LSC LM LIC 4,1 0,0 8,65 2) Gráfico das amplitudes 3- APLICAÇÃO DO CEP (cont.) Prof José Milton de Freitas CIÊNCIAS DOS MATERIAIS Construção dos gráficos: LSC LM LIC 64,7 61,7 65,1 1) Gráfico das médias LSC LM LIC 4,1 0,6 7,6 2) Gráfico das amplitudes 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 3- APLICAÇÃO DO CEP (cont.) Prof José Milton de Freitas CIÊNCIAS DOS MATERIAIS – Elementos de um gráfico de controle: Processo sob Controle Pontos amostrais entre os limites de controle ou sem apresentar um comportamento sistemático ou não-aleatório Nenhuma ação precisa ser tomada Processo fora de Controle Presença de pontos fora dos limites de controle ou presença de padrões não-aleatórios no gráfico Realizar investigação para descobrir a possível causa Geralmente, faz-se necessária uma ação corretiva para que tal fato não se repita. 3- APLICAÇÃO DO CEP (cont.) Prof José Milton de Freitas CIÊNCIAS DOS MATERIAIS - Critérios para identificação de causas especiais nas cartas de controle: 8 ou mais pontos acima ou abaixo da Linha Central Possíveis causas: Mudança no ajuste de máquina Processo, método ou material diferente Avaria de um componente na máquina Quebra de máquina Grande variação no material recebido 6 ou mais pontos Subindo ou Descendo Possíveis causas: Desgaste de Ferramenta Gradual desgaste do equipamento Desgaste relacionado ao instrumento de medição Pontos fora dos Limites de Controle Possíveis causas: Erro na medição ou digitação Quebra de ferramenta Instrumento de medição desregulado Operador não consegue identificar a medida Periodicidade dos Pontos Possíveis causas: Não-uniformidade na matéria-prima recebida Rodízio de Operadores, Gabaritos e instrumentos Diferença entre turnos Deslocamento da Média Possíveis causas: Novo Método Nova Máquina Melhoria de Qualidade Novo Lote de Material 3- APLICAÇÃO DO CEP (cont.) Prof José Milton de Freitas CIÊNCIAS DOS MATERIAIS Tamanho de Amostra e Frequência de Amostragem: No planejamento de um gráfico de controle, devemos especificar tanto o tamanho da amostra a ser usada, quanto a frequência de amostragem; Tais aspectos tem impacto direto no poder em que os gráficos terão em detectar mudanças no processo; Tamanho da Amostra: corresponde ao número de itens que serão selecionados para medição da característica da qualidade de interesse; Frequência de Amostragem: corresponde ao intervalo de tempo entre a seleção de duas amostras. 3- APLICAÇÃO DO CEP (cont.) Prof José Milton de Freitas CIÊNCIAS DOS MATERIAIS Tamanho de Amostra e Frequência de Amostragem: Tamanho da Amostra Na escolha do tamanho da amostra, devemos ter em mente a magnitude da mudança que queremos detectar; O tamanho da amostra éinversamente proporcional ao tamanho da mudança que deseja-se detectar; Se a mudança no processo que deseja-se detectar for relativamente grande, então deve-se utilizar tamanhos de amostra menores do que aquelas que usaríamos para detectar mudanças no processo relativamente menores. 3- APLICAÇÃO DO CEP (cont.) Prof José Milton de Freitas CIÊNCIAS DOS MATERIAIS Tamanho de Amostra e Frequência de Amostragem: Frequência de Amostragem Ideal: tomar grandes amostras em pequenos intervalos de tempo, não é factível economicamente; Necessita a alocação de um grande esforço de amostragem; Prática Industrial: tomar pequenas amostras, mais frequentemente; Evolução tecnológica vem favorecendo esse tipo de prática. 3- APLICAÇÃO DO CEP (cont.) Prof José Milton de Freitas CIÊNCIAS DOS MATERIAIS Exemplo •Uma peça componente de um motor de avião a jato é fabricada por um processo de fundição. A abertura do rotor é um parâmetro importante para a qualidade do produto. Deseja-se saber se o processo de fundição está sob controle estatístico. Para tanto, foram retiradas regularmente 20 amostras de 5 peças do processo de fundição. Os dados estão na tabela a seguir. 3- APLICAÇÃO DO CEP (cont.) Prof José Milton de Freitas CIÊNCIAS DOS MATERIAIS Tabela 3- APLICAÇÃO DO CEP (cont.) Prof José Milton de Freitas CIÊNCIAS DOS MATERIAIS 3- APLICAÇÃO DO CEP (cont.) Prof José Milton de Freitas CIÊNCIAS DOS MATERIAIS Gráfico 𝑥 •𝑥 =31,60+33,40+35,00+⋯+33,80 20 = 666,40 20 = 33,32 •𝑅 = 4+6+⋯+6 20= 116 20 = 5,8 •LC = 𝑥 = 33, 32 •LSC = 𝑥 +𝑅. 𝐴 = 33,32+5,8 𝑥 0,58 = 39,7 •LIC = 𝑥 −𝑅. 𝐴 = 33,32 −5,8 𝑥 0,58 = 29,9 3- APLICAÇÃO DO CEP (cont.) Prof José Milton de Freitas CIÊNCIAS DOS MATERIAIS Gráfico 𝑅 •𝑅= média das 𝑎𝑚𝑝𝑙𝑖𝑡𝑢𝑑𝑒s 𝑑𝑎 𝑎𝑚𝑜𝑠𝑡𝑟𝑎 •𝑅 = 5,8 •LC = 𝑅 =5,8 •LSC =𝑅 .𝐷4=5,8 𝑥 2.115=12,27 •LIC = 𝑅 .𝐷3=5,8 𝑥 0=0 3- APLICAÇÃO DO CEP (cont.) Prof José Milton de Freitas CIÊNCIAS DOS MATERIAIS FIM Prof José Milton de Freitas CIÊNCIAS DOS MATERIAIS - Tamanho de Amostra e Frequência de Amostragem: 3- APLICAÇÃO DO CEP (cont.) Prof José Milton de Freitas CIÊNCIAS DOS MATERIAIS - Média e amplitude da curva de distribuição normal: A média, conforme o próprio nome diz, informa uma medida de tendência central, ou seja, um valor que representa a maioria dos elementos da amostra. Na simbologia utilizada em estatística a média é representada através da letra x com uma barra sobre a mesma Onde: x= média xi = medida do iésimo elemento da amostra n = número de elementos da amostra 3- APLICAÇÃO DO CEP (cont.) Prof José Milton de Freitas CIÊNCIAS DOS MATERIAIS - Desvio padrão da curva de distribuição normal: Enquanto a média aritmética de uma série de dados é uma medida de tendência central dos valores dos elementos da amostra, o desvio padrão fornece a média da tendência dos afastamentos desses elementos em torno da média. Onde: S = Desvio padrão xi = medida do iésimo elemento da amostra n = número de elementos da amostra 3- APLICAÇÃO DO CEP (cont.) Prof José Milton de Freitas CIÊNCIAS DOS MATERIAIS 42 - Aplicação do CEP : Utiliza gráficos de controle, com a intenção de eliminar variações anormais no processo, pela diferenciação entre variações devidas a causas especiais e aquelas devidas a causas comuns. Baseando-se na distribuição normal de probabilidade, os gráficos de controle constituem um instrumento de diagnóstico da existência ou não de variabilidade devido a causas especiais. 3- APLICAÇÃO DO CEP Prof José Milton de Freitas CIÊNCIAS DOS MATERIAIS Prof José Milton de Freitas CIÊNCIAS DOS MATERIAIS Prof José Milton de Freitas CIÊNCIAS DOS MATERIAIS Prof José Milton de Freitas CIÊNCIAS DOS MATERIAIS A utilização de métodos estatísticos não garante a solução de todos os problemas de um processo, porém é uma maneira racional, lógica e organizada de determinar onde eles existem, sua extensão e a forma de solucioná-los. Prof José Milton de Freitas CIÊNCIAS DOS MATERIAIS Para o gerenciamento do processo e redução da variabilidade, é importante investigar as causas da variabilidade no processo. O primeiro passo é distinguir entre causas comuns e causas especiais. Prof José Milton de Freitas CIÊNCIAS DOS MATERIAIS Diego Rodrigues & Franciele Borba - Tipos de Variação: Aleatória: Inerentes ao processo; Podem ser eliminadas somente através de melhorias no processo; Tipicamente 15% dos problemas; Causas comuns. Não Aleatória: Devido a razões identificáveis (assinaláveis); Podem ser eliminadas através de ações do operador ou da gerência; Tipicamente 85% dos problemas; Causas especiais. Prof José Milton de Freitas CIÊNCIAS DOS MATERIAIS Todos os processos têm variação... Mas somente variação devido a causas comuns é previsível. Um processo está sob controle estatístico quando somente causas comuns estão presentes. Processo sob ação de causas especiais ? Processo sob ação de causas comuns - Variabilidade: Prof José Milton de Freitas CIÊNCIAS DOS MATERIAIS - Causas comuns: As causas comuns são as diversas fontes (causas) de variação que atuam de forma aleatória no processo, gerando uma variabilidade inerente do processo. Essa variabilidade representa o padrão natural do processo, pois é resultante do efeito cumulativo de pequenas fontes de variabilidade (causas) que acontecem diariamente, mesmo quando o processo está trabalhando sob condições normais de operação. Prof José Milton de Freitas CIÊNCIAS DOS MATERIAIS A eficácia da utilização do CEP baseia-se no seguinte conceito: se um processo ocorre sob condições conhecidas e estas são cuidadosamente mantidas, este processo estará sujeito apenas aos efeitos de Causas Comuns - que definem a posição e a dispersão do processo, configurando-se por uma Distribuição Normal. Assim, sendo um processo conhecido, pode-se prever toda sua ocorrência . Prof José Milton de Freitas CIÊNCIAS DOS MATERIAIS Tópicos Principais do CEP Utiliza cartas de controle para verificar se alguma parte do processo produtivo não está funcionando adequadamente e pode causar má qualidade Carta de Controle : é um gráfico que estabelece os limites de controle do processo. A carta de controle mostra mudanças no padrão do processo Prof José Milton de Freitas CIÊNCIAS DOS MATERIAIS Conceito de Processo Prof José Milton de Freitas CIÊNCIAS DOS MATERIAIS A idéia principal do CEP é que melhores processos de produção com menos variabilidade propiciam níveis melhores de qualidade nos resultados da produção. E surpreendentemente quando se fala em melhores processos isso significa não somente qualidade melhor, mas também custos menores. Os custos, diminuem principalmente em função de duas razões: a inspeção por amostragem e a redução de rejeito. Prof José Milton de Freitas CIÊNCIAS DOS MATERIAIS A percepção extraordinária do Shewhart é de que a qualidade e a variabilidade são conceitos antagônicos no sentido de que onde tem muito de um terá necessariamente pouco do outro. Prof José Milton de Freitas CIÊNCIAS DOS MATERIAIS Enfatiza-se que existe somente uma razão para utilizar CEP na fábrica, a saber, aumentar o resultado financeiro da empresa, se possível no curto prazo, mas também, e talvez mais importante, no longo prazo. Prof José Milton de Freitas CIÊNCIAS DOS MATERIAIS O CEP possibilita o monitoramento das características de interesse, assegurando que elas irão se manter dentro de limites preestabelecidos e indicando quando devem ser tomadas ações de correção e melhoria. É importante ressaltar a importância de se detectar os defeitos o mais cedo possível, para evitar a adição de matéria-prima e mão-de-obra a um produto defeituoso. Prof José Milton de Freitas CIÊNCIAS DOS MATERIAIS A aplicação de técnicas estatísticas tem por principal objetivo oferecer aos responsáveis pela tomada de decisões, referencias relativas ao grau de confiabilidade dos resultados gerados pelos controles e aos riscos envolvidos nas decisões tomadas. A sistematização dos dadosde controle que normalmente e feita sob a forma de “gráficos de controle” tem por objetivo facilitar a “visualização” dos resultados. Prof José Milton de Freitas CIÊNCIAS DOS MATERIAIS São três os principais tipos de gráficos usados em controle da qualidade a saber: Gráficos de controle por media; Gráficos de controle por amplitude; Gráficos de controle para frações defeituosas. Prof José Milton de Freitas CIÊNCIAS DOS MATERIAIS O controle estatístico de processo (CEP) é uma das mais poderosas metodologias desenvolvidas visando auxiliar no controle eficaz da qualidade. Através das cartas ou gráficos de controle, podem-se detectar desvios de parâmetros representativos do processo, reduzindo a quantidade de produtos fora de especificações e com isso os custos da produção. A utilização de métodos estatísticos não garante a solução de todos os problemas de um processo, porém é uma maneira racional, lógica e organizada de determinar onde eles existem, sua extensão e a forma de solucioná-los. O Controle Estatístico de Processo (CEP) pode ser descrito como um conjunto de ferramentas de monitoramento on-line da qualidade. Com tais ferramentas, consegue-se uma descrição detalhada do comportamento do processo, identificando sua variabilidade e possibilitando seu controle ao longo do tempo, através da coleta continuada de dados e da análise e bloqueio de possíveis causas especiais, responsáveis pelas instabilidades do processo em estudo, conforme dados de nossos estudos (Alencar, 2004) e também confirmados por Cortivo (2005). O Controle Estatístico de Processo abrange a coleta, a análise e a interpretação de dados com a finalidade de resolver um problema particular (Paranthaman, 1990) Prof José Milton de Freitas CIÊNCIAS DOS MATERIAIS Prof José Milton de Freitas CIÊNCIAS DOS MATERIAIS Prof José Milton de Freitas CIÊNCIAS DOS MATERIAIS Prof José Milton de Freitas CIÊNCIAS DOS MATERIAIS Criadas na década de 1920 por Walter Shewhart. Objetivo é de manter o controle de um processo através do acompanhamento do comportamento de uma ou várias medidas importantes. Exemplos: Diâmetro torneado; Tempo de atendimento; Vendas diárias de uma região etc. Carta de Controle de Processos Prof José Milton de Freitas CIÊNCIAS DOS MATERIAIS 65 Exemplos de carta de controle Carta de Controle de Processos Prof José Milton de Freitas CIÊNCIAS DOS MATERIAIS 66 Como estabelecer os limites para controle de processos? A Distribuição Normal Carta de Controle de Processos Prof José Milton de Freitas CIÊNCIAS DOS MATERIAIS 67 Como estabelecer os limites para controle de processos? A Distribuição Normal Carta de Controle de Processos Prof José Milton de Freitas CIÊNCIAS DOS MATERIAIS 68 Como estabelecer os limites para controle de processos? Probabilidade de Ocorrências Carta de Controle de Processos Prof José Milton de Freitas CIÊNCIAS DOS MATERIAIS 69 Como estabelecer os limites para controle de processos? Os primeiros passos: 1 – A média de cada amostra 2 – O desvio padrão de cada amostra 3 – A amplitude de cada amostra 4 – A média das médias das amostras 5 – A média dos desvios-padrão 6 – A média das amplitudes 7 – Desvio-padrão estimado pelo desvio-padrão médio 8 – Desvio-padrão estimado pela amplitude média Carta de Controle de Processos A B C Prof José Milton de Freitas CIÊNCIAS DOS MATERIAIS 70 Como estabelecer os limites para controle de processos? Os Limites Superior e Inferior de Controle Através dos Desvios “S” Carta de Controle de Processos S A X n c S X n X X LSC m 3 4 3 3 3 + = + = + = + = s s S A X n c S X n X X LIC m 3 4 3 3 3 - = - = - = - = s s ^ ^ onde n é a quantidade de elementos de uma amostra Prof José Milton de Freitas CIÊNCIAS DOS MATERIAIS 71 Como estabelecer os limites para controle de processos? Fatores de Correção Carta de Controle de Processos Prof José Milton de Freitas CIÊNCIAS DOS MATERIAIS 72 Como estabelecer os limites para controle de processos? Os Limites Superior e Inferior de Controle Através das Amplitudes “R” Carta de Controle de Processos R A X n d R X n X X LSC m 2 2 3 3 3 + = + = + = + = s s R A X n d R X n X X LIC m 2 2 3 3 3 - = - = - = - = s s ^ ^ Prof José Milton de Freitas CIÊNCIAS DOS MATERIAIS 73 Como estabelecer os limites para controle de processos? Resultados das médias dos 20 conjuntos: Carta de Controle de Processos Prof José Milton de Freitas CIÊNCIAS DOS MATERIAIS 74 Uma carta de controle para as dispersões também é necessária! Carta de Controle de Processos Prof José Milton de Freitas CIÊNCIAS DOS MATERIAIS 75 LSC = 0,314 mm Média = 0,150 mm LIC = 0 mm Uma carta de controle para as dispersões também é necessária! Resultados das dispersões S das amostras Carta de Controle de Processos Prof José Milton de Freitas CIÊNCIAS DOS MATERIAIS 76 Análise das cartas de controle Mesmo as amostras estando dentro de limites, uma análise mais minuciosa das cartas de controle é necessária! Carta de Controle de Processos Prof José Milton de Freitas CIÊNCIAS DOS MATERIAIS 77 Prof José Milton de Freitas CIÊNCIAS DOS MATERIAIS 78 EXEMPLO Pequenas caixas de um sabão em pó são rotuladas com um peso líquido de 10 gramas. A cada hora, amostras aleatórias de tamanho n=4 são pesadas para controlar o processo. Cinco horas de observações revelaram os seguintes dados: Carta de Controle de Processos Pesos Tempo Caixa 1 Caixa 2 Caixa 3 Caixa 4 7h 9,8 10,4 9,9 10,3 8h 10,1 10,2 9,9 9,8 9h 9,9 10,5 10,3 10,1 10h 9,7 9,8 10,3 10,2 11h 9,7 10,1 9,9 9,9 Prof José Milton de Freitas CIÊNCIAS DOS MATERIAIS 79 EXEMPLO Usando esses dados, construa os limites para uma carta de controle x, R (média e amplitude). O processo está sob controle? Quais os próximos passos que devem ser tomados a partir desse ponto? Carta de Controle de Processos Prof José Milton de Freitas CIÊNCIAS DOS MATERIAIS 80 O que são? Também conhecidas como checklists, são tabelas ou planilhas utilizadas para facilitar a análise e coleta de dados. O uso dessas folhas: Economiza tempo; Elimina a necessidade de desenhar figuras ou escrever números repetitivos: Evita comprometer a análise de dados; Sistema muito utilizado na prestação de serviços de manutenção. Por exemplo, TV a cabo ou banda larga. Folhas de Verificação Prof José Milton de Freitas CIÊNCIAS DOS MATERIAIS 81 EXEMPLO Folhas de Verificação Categoria das Reclamações Mês: abril Total 1 – Check in e check out 10 2 – Demora na entrega das refeições 5 3 – Limpeza não realizada 15 4 – Defeitos na TV ou no ar-condicionado 3 5 – Problemas com o chuveiro 6 6 – Defeitos no sistema telefônico 9 7 – Falta de toalhas ou cobertas 10 8 – Outras categorias 20 Total 78 Prof José Milton de Freitas CIÊNCIAS DOS MATERIAIS 82 BIBLIOGRAFIA UTILIZADA: CARVALHO, MARLY MONTEIRO; PALADINI, Edson Pacheco. Gestão da Qualidade - Teoria e Casos. Rio de Janeiro: Campus, 2006. Capítulo 9. Prof José Milton de Freitas CIÊNCIAS DOS MATERIAIS 83 Diego Rodrigues & Franciele Borba Tipos de Variação Aleatória: Inerentes ao processo; Podem ser eliminadas somente através de melhorias no processo; Tipicamente 15% dos problemas; Causas comuns. Não Aleatória: Devido a razões identificáveis (assinaláveis); Podem ser eliminadas através de ações do operador ou da gerência; Tipicamente 85% dos problemas; Causas especiais. Prof José Milton de Freitas CIÊNCIAS DOS MATERIAIS Diego Rodrigues & Franciele Borba Causas comuns x Causas especiais Prof José Milton de Freitas CIÊNCIAS DOS MATERIAIS Diego Rodrigues & Franciele Borba Variabilidade e Previsibilidade Todos os processos têm variação... Mas somente variação devido a causas comuns é previsível. Um processo está sob controle estatístico quando somente causas comuns estão presentes. Processo sob ação de causas especiais ? Processosob ação de causas comuns Prof José Milton de Freitas CIÊNCIAS DOS MATERIAIS Diego Rodrigues & Franciele Borba Controle de Processo Processo fora de controle: Presença de causas especiais Processo instável Processo não previsível Processo sob controle: Causas especiais eliminadas Presença somente de causas comuns de variação Processo estável Processo previsível m Implementação de Controle de Processo Prof José Milton de Freitas CIÊNCIAS DOS MATERIAIS Diego Rodrigues & Franciele Borba Gráfico de Controle 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 Número da Amostra LSC Média LIC LSE LIE Causa Especial Gráficos de controle mostram a variação do processo ao longo do tempo Prof José Milton de Freitas CIÊNCIAS DOS MATERIAIS Diego Rodrigues & Franciele Borba Cartas de Controle: objetivo Identificar causas especiais de variação. Prof José Milton de Freitas CIÊNCIAS DOS MATERIAIS Diego Rodrigues & Franciele Borba Principais Tipos de Cartas de Controle Dados Tipo Atributos Para itens defeituosos (carta p) Para defeitos (carta c) Dados Tipo Variáveis X e AM (individuais e amplitude móvel) X e R (média e amplitude) Prof José Milton de Freitas CIÊNCIAS DOS MATERIAIS Diego Rodrigues & Franciele Borba Cartas: apresentação Composta de dois gráficos: Gráfico das médias (X) ou dos valores individuais (I) Mostram a localização do processo Tipicamente possuem Limites Inferiores e Superiores de Controle (LIC / LSC) Gráfico das amplitudes (R) ou amplitude móvel (mR) Mostram a variação (disperção) do processo Possuem somente Limite Superior de Controle (LSC) Prof José Milton de Freitas CIÊNCIAS DOS MATERIAIS Diego Rodrigues & Franciele Borba Processo Estável = Sob Controle Histograma: “fotografia do processo” Carta de controle: comportamento ao longo do tempo Prof José Milton de Freitas CIÊNCIAS DOS MATERIAIS Diego Rodrigues & Franciele Borba Determinação dos Limites de Controle x = x1 + x2 + ... xk k = LSC = x + A2R LIC = x - A2R = = Onde: x = média das médias das amostras = Limites para gráfico Xbar Aproximadamente igual a 3 Desvios Padrão Prof José Milton de Freitas CIÊNCIAS DOS MATERIAIS Diego Rodrigues & Franciele Borba Critérios para identificação de causas especiais nas cartas de controle 8 ou mais pontos acima ou abaixo da Linha Central Possíveis causas: Mudança no ajuste de máquina Processo, método ou material diferente Avaria de um componente na máquina Quebra de máquina Grande variação no material recebido 6 ou mais pontos Subindo ou Descendo Possíveis causas: Desgaste de Ferramenta Gradual desgaste do equipamento Desgaste relacionado ao instrumento de medição Pontos fora dos Limites de Controle Possíveis causas: Erro na medição ou digitação Quebra de ferramenta Instrumento de medição desregulado Operador não consegue identificar a medida Periodicidade dos Pontos Possíveis causas: Não-uniformidade na matéria-prima recebida Rodízio de Operadores, Gabaritos e instrumentos Diferença entre turnos Deslocamento da Média Possíveis causas: Novo Método Nova Máquina Melhoria de Qualidade Novo Lote de Material Prof José Milton de Freitas CIÊNCIAS DOS MATERIAIS Diego Rodrigues & Franciele Borba Processo Instável = Fora de Controle Presença de causas especiais Presença de causas especiais Prof José Milton de Freitas CIÊNCIAS DOS MATERIAIS Diego Rodrigues & Franciele Borba Exemplos Criação de uma carta: Virtual Machine Formulário Carta de Controle Exemplo 1 Exemplo 2 Prof José Milton de Freitas CIÊNCIAS DOS MATERIAIS Diego Rodrigues & Franciele Borba Seleção de Cartas de Controle Prof José Milton de Freitas CIÊNCIAS DOS MATERIAIS Diego Rodrigues & Franciele Borba Capabilidade de Processo - Conceitos Tolerâncias: especificações de engenharia que representam requisitos do produto. Capabilidade do Processo: representa o melhor desempenho do processo e é determinada pela variação das causas comuns. Isso é demonstrado quando o processo está sendo operado sob controle estatístico. A capabilidade potencial do processo (Cp) é a entre tolerância e a variabilidade do processo. A capabilidade efetiva do processo (Cpk) mede a localização da variação do processo com relação aos limites de especificação. É a condição real de operação do processo. Considera a variação dentro dos subgrupos sc (desvio padrão estimado por Rbar/d2) – estudo de curto prazo. Desempenho do Processo: representa o desempenho geral do processo considerando todas as variações presentes. O desempenho potencial e efetivo do processo (Pp/Ppk) tem conceito similar ao da capabilidade, porém utiliza a variação entre os subgrupos sp, que é a variação total do processo (desvio padrão amostral s) - longo prazo. Prof José Milton de Freitas CIÊNCIAS DOS MATERIAIS Diego Rodrigues & Franciele Borba Índice de Capabilidade Potencial do Processo Cp = Amplitude da tolerância Amplitude do processo LSE – LIE 6c Cp = Cálculo da Capabilidade do Processo Onde: sc = R d2 _ Prof José Milton de Freitas CIÊNCIAS DOS MATERIAIS Diego Rodrigues & Franciele Borba Exemplo: Dimensão = 9,0mm 0.5mm Média do processo = 8,80 mm Amplitude média = 0,33 mm Tamanho da amostra = 5 LSE – LIE 6c Cp = 9.5 - 8.5 6 (0,33/2,326) Cp = = 1,17 Calculando Cp Onde: sc = R d2 _ Prof José Milton de Freitas CIÊNCIAS DOS MATERIAIS Diego Rodrigues & Franciele Borba Índice de Capabilidade “efetiva” do Processo Cpk = mínimo x - LIE 3c LSE - x 3c ; _ _ Cálculo da Capabilidade do Processo Onde: sc = R d2 _ Prof José Milton de Freitas CIÊNCIAS DOS MATERIAIS Diego Rodrigues & Franciele Borba 8.80 - 8.50 3 (0,33/2,326) 9.50 - 8.80 3 (0,33/2,326) Cpk = mínimo ; 0,70 1,64 = 0,70 Exemplo: Dimensão = 9,0mm 0.5mm Média do processo = 8,80 mm Amplitude média = 0,33 mm Tamanho da amostra = 5 Calculando Cpk Cpk = mínimo x - LIE 3c LSE - x 3c ; _ _ Prof José Milton de Freitas CIÊNCIAS DOS MATERIAIS Diego Rodrigues & Franciele Borba Representação da Capabilidade LIE LSE Cp = 1,17 Cpk = 0,70 8,5 9,5 9,0 X _ Prof José Milton de Freitas CIÊNCIAS DOS MATERIAIS Diego Rodrigues & Franciele Borba (b) Limites de especificação e variação natural são iguais; processo é capaz de atender as especificações a maior parte do tempo. Limites de Especificação Processo (a) Variação natural excede os limites de especificação; processo não é capaz de atender as especificações o tempo todo. Limites de Especificação Processo Processos capazes e não capazes Prof José Milton de Freitas CIÊNCIAS DOS MATERIAIS Diego Rodrigues & Franciele Borba Processos capazes e não capazes (c) Limites de especificação maiores que a variação natural do processo; o processo é capaz de atender a especificação ao longo do tempo. (d) Limites de especificação maiores que a a variação natural do processo, mas o processo está descentralizado. Processo capaz mas alguns resultados não vão atender o limite superior de especificação. Limites de Especificação Processo Limites de Especificação Processo Prof José Milton de Freitas CIÊNCIAS DOS MATERIAIS Diego Rodrigues & Franciele Borba Cp 1,33: a capacidade do processo é adequada à tolerância exigida (resta 30% de “folga” na tolerância). Análise da capabilidade Prof José Milton de Freitas CIÊNCIAS DOS MATERIAIS Diego Rodrigues & Franciele Borba Índice de Desempenho Potencial do Processo Pp = Amplitude da tolerância Amplitude do processo LSE – LIE 6p Pp = Desempenho do Processo Onde: sp = s Prof José Milton de Freitas CIÊNCIAS DOS MATERIAIS Diego Rodrigues & Franciele Borba Resultados da Análise de Capabilidade Prof José Milton de Freitas CIÊNCIAS DOS MATERIAIS Diego Rodrigues & Franciele Borba Exemplos Cálculo de Capabilidade Virtual Machine Formulário Estudo de Capabilidade Exemplo 1 Exemplo 2 Prof José Milton de Freitas CIÊNCIAS DOSMATERIAIS Objetivo de um Processo Produzir um produto que satisfaça totalmente ao cliente. Prof José Milton de Freitas CIÊNCIAS DOS MATERIAIS Conceito de Processo Prof José Milton de Freitas CIÊNCIAS DOS MATERIAIS Exemplo de Variabilidade O diâmetro de um eixo usinado pode variar devido a: Máquina (folga, desgaste do rolamento); Ferramenta (esforço, desgaste); Material (diâmetro, dureza); Operador (precisão na centralização, alimentação da máquina); Manutenção (lubrificação, reposição de peças gastas); Meio Ambiente (temperatura, constância do fornecimento elétrico). Prof José Milton de Freitas CIÊNCIAS DOS MATERIAIS Causas de Variação Causas Comuns ou Aleatórias: Variações inerentes ao processo Podem ser eliminadas somente através de melhorias no sistema Causas Especiais : indicam problemas no processo Variações devidas a problemas identificáveis Podem ser eliminadas por ação local do operador Prof José Milton de Freitas CIÊNCIAS DOS MATERIAIS Variações no Processo Causas de Variação Causas Especiais Variações Atípicas Origem Local Operador/Supervisor Solução a Curto Prazo Estabilidade Previsibilidade Causas Comuns Variações Inerentes Origem Sistêmica Engenheiro/Gerente Solução a Longo Prazo Capacidade Atender à Faixa do Cliente Prof José Milton de Freitas CIÊNCIAS DOS MATERIAIS Variações no Processo Nosso Problema Controlar as Variações Entender suas Causas Previnir Ocorrências Prof José Milton de Freitas CIÊNCIAS DOS MATERIAIS Em 1924, o matemático Walter Shewhart introduziu o controle estatístico de processo (CEP). Prof José Milton de Freitas CIÊNCIAS DOS MATERIAIS O que é CEP O CEP é uma técnica estatística para controle do processo, durante a produção. Tem por objetivo principal, controlar e melhorar a qualidade do produto. Prof José Milton de Freitas CIÊNCIAS DOS MATERIAIS Para promover a redução da variabilidade, deve- se conhecê- la bem. Isso só é possível através da coleta de dados. Prof José Milton de Freitas CIÊNCIAS DOS MATERIAIS Gráfico Seqüencial O QUE É: um gráfico dos dados ao longo do tempo. OBJETIVO: é utilizado para pesquisar tendências nos dados ao longo da produção, o que poderia indicar a presença de causas especiais de variação. Prof José Milton de Freitas CIÊNCIAS DOS MATERIAIS Medidas de Centro e Variabilidade Usualmente necessitamos conhecer onde se localiza o centro dos dados e quão grande é a variação em torno desse centro. Os gráficos são muito úteis para se ter uma visão clara e objetiva dos dados mas, por vezes, torna-se necessário resumir os dados numa forma numérica . Prof José Milton de Freitas CIÊNCIAS DOS MATERIAIS Prof José Milton de Freitas CIÊNCIAS DOS MATERIAIS Faixa Característica do Processo A faixa característica de processo (FCP), ou faixa padrão, representa a faixa de valores que prevemos para a maioria dos resultados futuros do processo. Esperamos que 99,7% dos resultados caiam dentro desse intervalo. A amplitude deste intervalo, 6s, quantifica a variação natural do processo. • FCP = (x - 3s; x + 3s) = x ± 3s Prof José Milton de Freitas CIÊNCIAS DOS MATERIAIS Faixa Característica do Processo Prof José Milton de Freitas CIÊNCIAS DOS MATERIAIS Tópicos Principais do CEP Utiliza cartas de controle para verificar se alguma parte do processo produtivo não está funcionando adequadamente e pode causar má qualidade Carta de Controle : é um gráfico que estabelece os limites de controle do processo. A carta de controle mostra mudanças no padrão do processo Prof José Milton de Freitas CIÊNCIAS DOS MATERIAIS Prof José Milton de Freitas CIÊNCIAS DOS MATERIAIS Aspectos da Carta de Controle Prof José Milton de Freitas CIÊNCIAS DOS MATERIAIS Limites de Controle e Limites de Especificação Prof José Milton de Freitas CIÊNCIAS DOS MATERIAIS Capacidade do Processo Os estudos de capabilidade do processo tem por objetivo verificar se um processo estatisticamente estável atende às especificações de engenharia do produto ou se há geração de itens não conformes. Esta análise costuma ser efetuada mediante cálculo e interpretação de índices específicos para essa finalidade. Prof José Milton de Freitas CIÊNCIAS DOS MATERIAIS Índice Cp Este índice compara a variabilidade total permissível para as peças (ou tolerância de especificação) com a variabilidade do processo de fabricação (tolerância natural). Para o processo ser capaz o valor deste índice não pode ser inferior a 1,33. Prof José Milton de Freitas CIÊNCIAS DOS MATERIAIS Índice Ck É recomendado o seu uso quando se estiver trabalhando com especificações unilaterais, ou quando a média do processo não puder ser deslocada (impossibilidade física ou custo excessivo). Com este índice, além de se avaliar a variabilidade total permissível para as peças com a tolerância natural de fabricação, verifica- se também a centralização do processo com relação aos limites (superior e inferior) da especificação. O valor deste índice deve ser igual ou superior a 1, 33 para que o processo seja considerado capaz. Prof José Milton de Freitas CIÊNCIAS DOS MATERIAIS Prof José Milton de Freitas CIÊNCIAS DOS MATERIAIS Classificação do Processo Segundo o CP Prof José Milton de Freitas CIÊNCIAS DOS MATERIAIS Implementação do CEP ETAPA 1. Identificação do projeto piloto. Nesta etapa é selecionada a área para o início de implementação do CEP. A área escolhida deve apresentar problemas que justifiquem a utilização dos gráficos de controle e os benefícios em termos de aumento de produtividade e redução de custos devem ser levantados. ETAPA 2. Elaboração do fluxograma de processo Nesta etapa é preparado um fluxograma de processo para a identificação dos pontos e parâmetros críticos do processo onde serão utilizados os gráficos de controle. Prof José Milton de Freitas CIÊNCIAS DOS MATERIAIS ETAPA 3 .Definir cronograma do projeto piloto. Esta etapa ajuda o coordenador do projeto na tarefa de acompanhamento do andamento e verificação dos resultados. Podem ser adotados documentos para registro das atividades pendentes e resultados obtidos. ETAPA 4. Identificação e solução de problemas da área piloto. Esta é a primeira etapa efetiva da implementação do CEP, nela são levantados os principais problemas da área piloto, os quais com a utilização das ferramentas básicas da qualidade (diagrama de causa-efeito, Pareto) são eliminados. Prof José Milton de Freitas CIÊNCIAS DOS MATERIAIS ETAPA 5 .Seleção do tipo de gráfico de controle a ser utilizado. Nesta etapa é definido o tipo de gráfico de controle que vai ser utilizado no processo, se a decisão for pela a utilização de gráficos por atributos, deve- se partir para a etapa sete, caso a decisão seja pela utilização de gráficos por variáveis deve ser realizada a etapa 6. ETAPA 6 .Avaliação da Capacidade do processo. Esta etapa que indica se o processo já está apto para a utilização dos gráficos de controle, se o processo for capaz deve-se partir para a etapa 7, se o processo não for capaz deve-se voltar a etapa 4 Prof José Milton de Freitas CIÊNCIAS DOS MATERIAIS ETAPA 7. Elaboração de procedimento para uso do gráfico de controle. Nesta etapa são estabelecidas as responsabilidades das pessoas envolvidas com os gráficos de controle, incluindo as atividades de registro e monitoramento dos gráficos de controle. Prof José Milton de Freitas CIÊNCIAS DOS MATERIAIS A moderna concepção de gestão da qualidade total, que consolidaria a engenharia da qualidade num corpo de conhecimentos consistente, desenvolveu-se nos anos 50 a partir dos trabalhos de Armand V. Feigenbaum, Joseph M. Juran e Winston Edwards Deming. A gestão da qualidade total pode ser definida como um conjunto integrado e sistêmico de procedimentos que visam coordenar as ações das pessoas de uma organização, com o objetivo de se melhorar continuamente a qualidade de produtos e de serviços, a qualidade dos processos e a qualidade de vida na organização, dentro de um enfoque preventivo. Prof José Milton de Freitas CIÊNCIASDOS MATERIAIS FIM Prof José Milton de Freitas CIÊNCIAS DOS MATERIAIS image2.png image3.emf •ComoCEP,atravésdascartasougráficosdecontrole ,pode-sedetectar desvios deparâmetros representativos doprocesso,reduzindo aquantidade deprodutos foradeespecificações ecomissooscustosdaprodução . Exemplode Gráficode Contrôle image4.png image5.png image6.jpeg image7.png image8.png image9.png image10.png image11.png image12.wmf R A x LIC x LM R A x LSC ´ - = = ´ + = image13.wmf R D LIC R LM R D LSC ´ = = ´ = 3 4 oleObject1.bin oleObject2.bin image14.wmf n x x n i i å = = 1 oleObject3.bin image15.wmf elemento r valor de nto - meno r de eleme Maior valo R = oleObject4.bin image16.jpeg image17.jpeg image18.jpeg image19.jpeg image20.jpeg image21.png image22.png image23.png image24.emf V a l o r e s Média Amplitude oleObject5.bin Eixo Y� Eixo X� Valores� � M�dia� Amplitude� oleObject6.bin image25.wmf ( ) 1 1 2 - - = å = n x x s n i i oleObject7.bin image26.jpeg image27.png image28.png image29.png image30.png image31.png image32.png image33.wmf oleObject8.bin image34.wmf oleObject9.bin image35.wmf image36.wmf oleObject10.bin oleObject11.bin image37.wmf OCORRÊNCIA PROBABILID ADE acima de m 50% abaixo de m 50% entre m - s e m + s 68.26% entre m - 2 s e m + 2 s 95.44% entre m - 3 s e m + 3 s 99.74% image38.wmf x image39.wmf S image40.wmf S image41.wmf R image42.wmf R image43.wmf x image44.wmf 4 ˆ C S = s image45.wmf 2 ˆ D R = s oleObject15.bin oleObject16.bin oleObject17.bin oleObject18.bin oleObject19.bin oleObject12.bin oleObject13.bin oleObject14.bin image46.png image47.wmf n C4 D2 D3 A2 A3 B3 B4 D3 D4 2 0,798 1,128 0,853 1,880 2,659 0,000 3,267 0,000 3,267 3 0,886 1,693 0,888 1,023 1,954 0,000 2,568 0,000 2,575 4 0,921 2,059 0,880 0,729 1,628 0,000 2,266 0,000 2,282 5 0,940 2,326 0,864 0,577 1,427 0,000 2,089 0,000 2,115 6 0,952 2,534 0,848 0,483 1,287 0,030 1,970 0,000 2,004 10 0,973 3,078 0,797 0,308 0,975 0,248 1,716 0,223 1,777 15 0,982 3,472 0,756 0,223 0,789 0,428 1,572 0,347 1,653 20 0,987 3,735 0,729 0,180 0,680 0,510 1,490 0,415 1,585 25 0,990 3,931 0,708 0,153 0,606 0,565 1,435 0,459 1,541 image48.wmf 12.00 12.10 12.20 12.30 12.40 12.50 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 oleObject20.bin Gráf2 1 1 1 1 2 2 2 2 3 3 3 3 4 4 4 4 5 5 5 5 6 6 6 6 7 7 7 7 8 8 8 8 9 9 9 9 10 10 10 10 11 11 11 11 12 12 12 12 13 13 13 13 14 14 14 14 15 15 15 15 16 16 16 16 17 17 17 17 18 18 18 18 19 19 19 19 20 20 20 20 12.3431915451 12.47 12.04 12.25 12.2231801609 12.47 12.04 12.25 12.2726358452 12.47 12.04 12.25 12.2690758215 12.47 12.04 12.25 12.247257089 12.47 12.04 12.25 12.2715993623 12.47 12.04 12.25 12.1876849701 12.47 12.04 12.25 12.286396716 12.47 12.04 12.25 12.3058571855 12.47 12.04 12.25 12.2375256776 12.47 12.04 12.25 12.140905724 12.47 12.04 12.25 12.1312774493 12.47 12.04 12.25 12.1768999886 12.47 12.04 12.25 12.3011872145 12.47 12.04 12.25 12.2468736006 12.47 12.04 12.25 12.1361909717 12.47 12.04 12.25 12.2900669364 12.47 12.04 12.25 12.2887022851 12.47 12.04 12.25 12.2617110289 12.47 12.04 12.25 12.4073635132 12.47 12.04 12.25 Plan4 12.20 12.06 12.29 12.44 12.43 12.51 11.92 12.21 12.41 12.09 12.15 12.00 11.97 12.10 12.13 11.93 12.16 12.19 12.27 12.20 Plan5 12.31 12.22 12.26 12.24 12.02 12.15 12.42 12.28 12.38 12.18 12.06 12.49 12.32 12.22 12.33 12.02 12.47 11.96 12.19 12.76 Plan6 12.48 12.41 12.12 12.06 12.20 12.45 12.43 12.32 12.03 12.19 12.22 12.13 12.16 12.36 12.26 12.17 12.14 12.50 12.40 12.31 Plan7 12.30 12.16 12.03 12.38 12.27 12.15 12.20 12.29 12.32 12.37 12.14 12.09 12.26 12.40 12.29 12.21 12.47 12.50 12.19 12.41 Plan8 12.43 12.26 12.66 12.23 12.32 12.10 11.96 12.32 12.39 12.37 12.14 11.95 12.17 12.43 12.23 12.35 12.21 12.29 12.26 12.35 Plan1 DADOS COLETADOS DADOS CALCULADOS AMOSTRA DIÂMETROS (mm) MÉDIA DESVIO PADRÃO (S) AMPLITUDE R MÁXIMO MÍNIMO LSC LIC MÉDIA 1 12.20 12.31 12.48 12.30 12.43 12.34 0.11 0.27 12.48 12.20 12.47 12.04 12.25 2 12.06 12.22 12.41 12.16 12.26 12.22 0.13 0.35 12.41 12.06 12.47 12.04 12.25 3 12.29 12.26 12.12 12.03 12.66 12.27 0.24 0.64 12.66 12.03 12.47 12.04 12.25 4 12.44 12.24 12.06 12.38 12.23 12.27 0.15 0.38 12.44 12.06 12.47 12.04 12.25 5 12.43 12.02 12.20 12.27 12.32 12.25 0.15 0.41 12.43 12.02 12.47 12.04 12.25 6 12.51 12.15 12.45 12.15 12.10 12.27 0.19 0.41 12.51 12.10 12.47 12.04 12.25 7 11.92 12.42 12.43 12.20 11.96 12.19 0.24 0.51 12.43 11.92 12.47 12.04 12.25 8 12.21 12.28 12.32 12.29 12.32 12.29 0.04 0.11 12.32 12.21 12.47 12.04 12.25 9 12.41 12.38 12.03 12.32 12.39 12.31 0.16 0.38 12.41 12.03 12.47 12.04 12.25 10 12.09 12.18 12.19 12.37 12.37 12.24 0.12 0.28 12.37 12.09 12.47 12.04 12.25 11 12.15 12.06 12.22 12.14 12.14 12.14 0.06 0.16 12.22 12.06 12.47 12.04 12.25 12 12.00 12.49 12.13 12.09 11.95 12.13 0.21 0.54 12.49 11.95 12.47 12.04 12.25 13 11.97 12.32 12.16 12.26 12.17 12.18 0.13 0.35 12.32 11.97 12.47 12.04 12.25 14 12.10 12.22 12.36 12.40 12.43 12.30 0.14 0.32 12.43 12.10 12.47 12.04 12.25 15 12.13 12.33 12.26 12.29 12.23 12.25 0.07 0.19 12.33 12.13 12.47 12.04 12.25 16 11.93 12.02 12.17 12.21 12.35 12.14 0.16 0.42 12.35 11.93 12.47 12.04 12.25 17 12.16 12.47 12.14 12.47 12.21 12.29 0.16 0.33 12.47 12.14 12.47 12.04 12.25 18 12.19 11.96 12.50 12.50 12.29 12.29 0.23 0.54 12.50 11.96 12.47 12.04 12.25 19 12.27 12.19 12.40 12.19 12.26 12.26 0.09 0.21 12.40 12.19 12.47 12.04 12.25 20 12.20 12.76 12.31 12.41 12.35 12.41 0.21 0.57 12.76 12.20 12.47 12.04 12.25 Média das médias: 12.25 S médio: 0.1504 A média: 0.3687 Sigma estimado: 0.1600 0.1585 n c4 d2 d3 B3 B4 D3 D4 2 0.798 1.128 0.853 0.000 3.267 0.000 3.267 3 0.886 1.693 0.888 0.000 2.568 0.000 2.575 4 0.921 2.059 0.88 0.000 2.266 0.000 2.282 5 0.940 2.326 0.864 0.000 2.089 0.000 2.115 6 0.952 2.534 0.848 0.030 1.970 0.000 2.004 10 0.973 3.078 0.797 0.248 1.716 0.223 1.777 15 0.982 3.472 0.756 0.428 1.572 0.347 1.653 20 0.987 3.735 0.729 0.510 1.490 0.415 1.585 25 0.990 3.931 0.708 0.565 1.435 0.459 1.541 Plan1 Plan2 Plan3 image49.wmf 4 2 4 4 4 2 4 1 3 1 1 3 B S c c S c c S S LSC = ÷ ÷ ø ö ç ç è æ - + = - + = 3 2 4 4 4 2 4 1 3 1 1 3 B S c c S c c S S LIC = ÷ ÷ ø ö ç ç è æ - - = - - = 4 2 3 2 3 3 1 3 D R d d R d d R R LSC = ÷ ÷ ø ö ç ç è æ + = + = 3 2 3 2 3 3 1 3 D R d d R d d R R LIC = ÷ ÷ ø ö ç ç è æ - = - = image50.wmf 0.00 0.05 0.10 0.15 0.20 0.250.30 0.35 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 oleObject21.bin Gráf1 1 1 1 1 2 2 2 2 3 3 3 3 4 4 4 4 5 5 5 5 6 6 6 6 7 7 7 7 8 8 8 8 9 9 9 9 10 10 10 10 11 11 11 11 12 12 12 12 13 13 13 13 14 14 14 14 15 15 15 15 16 16 16 16 17 17 17 17 18 18 18 18 19 19 19 19 20 20 20 20 0.1082174564 0.314 0 0.1504 0.1296581915 0.314 0 0.1504 0.2424063473 0.314 0 0.1504 0.1489165374 0.314 0 0.1504 0.1532808591 0.314 0 0.1504 0.1938636886 0.314 0 0.1504 0.2428517516 0.314 0 0.1504 0.0432070745 0.314 0 0.1504 0.1568441032 0.314 0 0.1504 0.1246818734 0.314 0 0.1504 0.0560966964 0.314 0 0.1504 0.2124398619 0.314 0 0.1504 0.1320054863 0.314 0 0.1504 0.1373611604 0.314 0 0.1504 0.0728603561 0.314 0 0.1504 0.1642123505 0.314 0 0.1504 0.1642655316 0.314 0 0.1504 0.2255298476 0.314 0 0.1504 0.0853422834 0.314 0 0.1504 0.2145623328 0.314 0 0.1504 Plan4 12.20 12.06 12.29 12.44 12.43 12.51 11.92 12.21 12.41 12.09 12.15 12.00 11.97 12.10 12.13 11.93 12.16 12.19 12.27 12.20 Plan5 12.31 12.22 12.26 12.24 12.02 12.15 12.42 12.28 12.38 12.18 12.06 12.49 12.32 12.22 12.33 12.02 12.47 11.96 12.19 12.76 Plan6 12.48 12.41 12.12 12.06 12.20 12.45 12.43 12.32 12.03 12.19 12.22 12.13 12.16 12.36 12.26 12.17 12.14 12.50 12.40 12.31 Plan7 12.30 12.16 12.03 12.38 12.27 12.15 12.20 12.29 12.32 12.37 12.14 12.09 12.26 12.40 12.29 12.21 12.47 12.50 12.19 12.41 Plan8 12.43 12.26 12.66 12.23 12.32 12.10 11.96 12.32 12.39 12.37 12.14 11.95 12.17 12.43 12.23 12.35 12.21 12.29 12.26 12.35 Plan1 DADOS COLETADOS DADOS CALCULADOS AMOSTRA DIÂMETROS (mm) MÉDIA DESVIO PADRÃO (S) AMPLITUDE R MÁXIMO MÍNIMO LSC LIC MÉDIA LSC LIC DESV. MÉDIO 1 12.20 12.31 12.48 12.30 12.43 12.34 0.11 0.27 12.48 12.20 12.47 12.04 12.25 0.314 0 0.1504 2 12.06 12.22 12.41 12.16 12.26 12.22 0.13 0.35 12.41 12.06 12.47 12.04 12.25 0.314 0 0.1504 3 12.29 12.26 12.12 12.03 12.66 12.27 0.24 0.64 12.66 12.03 12.47 12.04 12.25 0.314 0 0.1504 4 12.44 12.24 12.06 12.38 12.23 12.27 0.15 0.38 12.44 12.06 12.47 12.04 12.25 0.314 0 0.1504 5 12.43 12.02 12.20 12.27 12.32 12.25 0.15 0.41 12.43 12.02 12.47 12.04 12.25 0.314 0 0.1504 6 12.51 12.15 12.45 12.15 12.10 12.27 0.19 0.41 12.51 12.10 12.47 12.04 12.25 0.314 0 0.1504 7 11.92 12.42 12.43 12.20 11.96 12.19 0.24 0.51 12.43 11.92 12.47 12.04 12.25 0.314 0 0.1504 8 12.21 12.28 12.32 12.29 12.32 12.29 0.04 0.11 12.32 12.21 12.47 12.04 12.25 0.314 0 0.1504 9 12.41 12.38 12.03 12.32 12.39 12.31 0.16 0.38 12.41 12.03 12.47 12.04 12.25 0.314 0 0.1504 10 12.09 12.18 12.19 12.37 12.37 12.24 0.12 0.28 12.37 12.09 12.47 12.04 12.25 0.314 0 0.1504 11 12.15 12.06 12.22 12.14 12.14 12.14 0.06 0.16 12.22 12.06 12.47 12.04 12.25 0.314 0 0.1504 12 12.00 12.49 12.13 12.09 11.95 12.13 0.21 0.54 12.49 11.95 12.47 12.04 12.25 0.314 0 0.1504 13 11.97 12.32 12.16 12.26 12.17 12.18 0.13 0.35 12.32 11.97 12.47 12.04 12.25 0.314 0 0.1504 14 12.10 12.22 12.36 12.40 12.43 12.30 0.14 0.32 12.43 12.10 12.47 12.04 12.25 0.314 0 0.1504 15 12.13 12.33 12.26 12.29 12.23 12.25 0.07 0.19 12.33 12.13 12.47 12.04 12.25 0.314 0 0.1504 16 11.93 12.02 12.17 12.21 12.35 12.14 0.16 0.42 12.35 11.93 12.47 12.04 12.25 0.314 0 0.1504 17 12.16 12.47 12.14 12.47 12.21 12.29 0.16 0.33 12.47 12.14 12.47 12.04 12.25 0.314 0 0.1504 18 12.19 11.96 12.50 12.50 12.29 12.29 0.23 0.54 12.50 11.96 12.47 12.04 12.25 0.314 0 0.1504 19 12.27 12.19 12.40 12.19 12.26 12.26 0.09 0.21 12.40 12.19 12.47 12.04 12.25 0.314 0 0.1504 20 12.20 12.76 12.31 12.41 12.35 12.41 0.21 0.57 12.76 12.20 12.47 12.04 12.25 0.314 0 0.1504 Média das médias: 12.25 S médio: 0.1504 A média: 0.3687 Sigma estimado: 0.1600 0.1585 n c4 d2 d3 B3 B4 D3 D4 2 0.798 1.128 0.853 0.000 3.267 0.000 3.267 3 0.886 1.693 0.888 0.000 2.568 0.000 2.575 4 0.921 2.059 0.88 0.000 2.266 0.000 2.282 5 0.940 2.326 0.864 0.000 2.089 0.000 2.115 6 0.952 2.534 0.848 0.030 1.970 0.000 2.004 10 0.973 3.078 0.797 0.248 1.716 0.223 1.777 15 0.982 3.472 0.756 0.428 1.572 0.347 1.653 20 0.987 3.735 0.729 0.510 1.490 0.415 1.585 25 0.990 3.931 0.708 0.565 1.435 0.459 1.541 Plan1 Plan2 Plan3 image51.wmf 12.00 12.25 12.50 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 NÚMERO DA AMOSTA oleObject22.bin Gráf5 1 1 1 1 2 2 2 2 3 3 3 3 4 4 4 4 5 5 5 5 6 6 6 6 7 7 7 7 8 8 8 8 9 9 9 9 10 10 10 10 11 11 11 11 12 12 12 12 13 13 13 13 14 14 14 14 15 15 15 15 16 16 16 16 17 17 17 17 18 18 18 18 19 19 19 19 20 20 20 20 NÚMERO DA AMOSTA MÉDIAS 12.47 12.04 12.25 12.3431915451 12.47 12.04 12.25 12.2231801609 12.47 12.04 12.25 12.2726358452 12.47 12.04 12.25 12.2690758215 12.47 12.04 12.25 12.247257089 12.47 12.04 12.25 12.28 12.47 12.04 12.25 12.33 12.47 12.04 12.25 12.31 12.47 12.04 12.25 12.3058571855 12.47 12.04 12.25 12.39 12.47 12.04 12.25 12.32 12.47 12.04 12.25 12.31 12.47 12.04 12.25 12.37 12.47 12.04 12.25 12.33 12.47 12.04 12.25 12.47 12.04 12.25 12.47 12.04 12.25 12.47 12.04 12.25 12.47 12.04 12.25 12.47 12.04 12.25 Plan4 12.20 12.06 12.29 12.44 12.43 12.51 11.92 12.21 12.41 12.09 12.15 12.00 11.97 12.10 12.13 11.93 12.16 12.19 12.27 12.20 Plan5 12.31 12.22 12.26 12.24 12.02 12.15 12.42 12.28 12.38 12.18 12.06 12.49 12.32 12.22 12.33 12.02 12.47 11.96 12.19 12.76 Plan6 12.48 12.41 12.12 12.06 12.20 12.45 12.43 12.32 12.03 12.19 12.22 12.13 12.16 12.36 12.26 12.17 12.14 12.50 12.40 12.31 Plan7 12.30 12.16 12.03 12.38 12.27 12.15 12.20 12.29 12.32 12.37 12.14 12.09 12.26 12.40 12.29 12.21 12.47 12.50 12.19 12.41 Plan8 12.43 12.26 12.66 12.23 12.32 12.10 11.96 12.32 12.39 12.37 12.14 11.95 12.17 12.43 12.23 12.35 12.21 12.29 12.26 12.35 Plan1 DADOS COLETADOS DADOS CALCULADOS TENDÊNCIAS AMOSTRA DIÂMETROS (mm) MÉDIA DESVIO PADRÃO (S) AMPLITUDE R MÁXIMO MÍNIMO LSC LIC MÉDIA LSC LIC DESV. MÉDIO MÉDIA MÉDIA 1 12.20 12.31 12.48 12.30 12.43 12.34 0.11 0.27 12.48 12.20 12.47 12.04 12.25 0.314 0 0.1504 1 12.34 12.34 2 12.06 12.22 12.41 12.16 12.26 12.22 0.13 0.35 12.41 12.06 12.47 12.04 12.25 0.314 0 0.1504 2 12.22 12.22 3 12.29 12.26 12.12 12.03 12.66 12.27 0.24 0.64 12.66 12.03 12.47 12.04 12.25 0.314 0 0.1504 3 12.27 12.27 4 12.44 12.24 12.06 12.38 12.23 12.27 0.15 0.38 12.44 12.06 12.4712.04 12.25 0.314 0 0.1504 4 12.27 12.27 5 12.43 12.02 12.20 12.27 12.32 12.25 0.15 0.41 12.43 12.02 12.47 12.04 12.25 0.314 0 0.1504 5 12.25 12.25 6 12.51 12.15 12.45 12.15 12.10 12.27 0.19 0.41 12.51 12.10 12.47 12.04 12.25 0.314 0 0.1504 6 12.28 12.28 7 11.92 12.42 12.43 12.20 11.96 12.19 0.24 0.51 12.43 11.92 12.47 12.04 12.25 0.314 0 0.1504 7 12.33 12.33 8 12.21 12.28 12.32 12.29 12.32 12.29 0.04 0.11 12.32 12.21 12.47 12.04 12.25 0.314 0 0.1504 8 12.31 12.31 9 12.41 12.38 12.03 12.32 12.39 12.31 0.16 0.38 12.41 12.03 12.47 12.04 12.25 0.314 0 0.1504 9 12.31 12.31 10 12.09 12.18 12.19 12.37 12.37 12.24 0.12 0.28 12.37 12.09 12.47 12.04 12.25 0.314 0 0.1504 10 12.39 12.39 11 12.15 12.06 12.22 12.14 12.14 12.14 0.06 0.16 12.22 12.06 12.47 12.04 12.25 0.314 0 0.1504 11 12.32 12.32 12 12.00 12.49 12.13 12.09 11.95 12.13 0.21 0.54 12.49 11.95 12.47 12.04 12.25 0.314 0 0.1504 12 12.31 12.31 13 11.97 12.32 12.16 12.26 12.17 12.18 0.13 0.35 12.32 11.97 12.47 12.04 12.25 0.314 0 0.1504 13 12.37 12.37 14 12.10 12.22 12.36 12.40 12.43 12.30 0.14 0.32 12.43 12.10 12.47 12.04 12.25 0.314 0 0.1504 14 12.33 12.33 15 12.13 12.33 12.26 12.29 12.23 12.25 0.07 0.19 12.33 12.13 12.47 12.04 12.25 0.314 0 0.1504 15 16 11.93 12.02 12.17 12.21 12.35 12.14 0.16 0.42 12.35 11.93 12.47 12.04 12.25 0.314 0 0.1504 16 17 12.16 12.47 12.14 12.47 12.21 12.29 0.16 0.33 12.47 12.14 12.47 12.04 12.25 0.314 0 0.1504 17 18 12.19 11.96 12.50 12.50 12.29 12.29 0.23 0.54 12.50 11.96 12.47 12.04 12.25 0.314 0 0.1504 18 19 12.27 12.19 12.40 12.19 12.26 12.26 0.09 0.21 12.40 12.19 12.47 12.04 12.25 0.314 0 0.1504 19 20 12.20 12.76 12.31 12.41 12.35 12.41 0.21 0.57 12.76 12.20 12.47 12.04 12.25 0.314 0 0.1504 20 Média das médias: 12.25 S médio: 0.1504 A média: 0.3687 Sigma estimado: 0.1600 0.1585 n c4 d2 d3 B3 B4 D3 D4 2 0.798 1.128 0.853 0.000 3.267 0.000 3.267 3 0.886 1.693 0.888 0.000 2.568 0.000 2.575 4 0.921 2.059 0.88 0.000 2.266 0.000 2.282 5 0.940 2.326 0.864 0.000 2.089 0.000 2.115 6 0.952 2.534 0.848 0.030 1.970 0.000 2.004 10 0.973 3.078 0.797 0.248 1.716 0.223 1.777 15 0.982 3.472 0.756 0.428 1.572 0.347 1.653 20 0.987 3.735 0.729 0.510 1.490 0.415 1.585 25 0.990 3.931 0.708 0.565 1.435 0.459 1.541 Plan1 Plan2 Plan3 MÉDIAS NÚMERO DA AMOSTRA DISPERSÕES S NÚMERO DA AMOSTA MÉDIAS NÚMERO DA AMOSTA MÉDIAS image52.wmf 6 pontos consistentemente crescendo ou decrescendo 14 pontos em seqüência, alternando altos e baixos 2 pontos (de 3) m uito próximos ao limite superior ou ao limite inferior 4 pontos (de 5) acima (ou abaixo) da metade da faixa superior (ou inferior) de controle 8 pontos em seqüência, alternados acima e abaixo da linha central e nenhum deles próximo ao centro image53.jpeg image54.png image55.jpeg image56.jpeg image57.png image58.png image59.png image60.png image61.png image62.png image63.png image64.png image65.png image66.png image67.png image68.png image69.png image70.png image71.png image72.png image73.png image74.png image75.png image76.png image1.png