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ÉTICA PROFISSIONAL RESUMO 
Ética – (ethos) - grego -“modo de ser”, ou “caráter” Forma de vida adquirida ou 
conquistada pelo homem. 
Moral – (mor, mores) – latim “costume” ou “costumes”. 
Conjunto de regras ou normas adquiridas por hábito 
• Ética → é o estudo filosófico da ação e da conduta humana. 
Exemplo: Quando refletimos se mentir é certo ou errado, estamos fazendo 
uma análise ética. 
• Moral → é o conjunto de normas, valores e costumes de uma sociedade, 
aceitos de forma consciente. 
Exemplo: Em algumas culturas, tirar os sapatos antes de entrar em casa é 
uma norma moral. 
 Diferença: 
• A Ética estuda e justifica os valores. 
• A Moral é a prática desses valores no dia a dia. 
Objeto de Estudo 
• Ética = estuda o comportamento moral. 
• Está ligada a valores: 
1. Universais (ex.: justiça, respeito). 
2. Consensuais (acordados pela maioria, ex.: leis sociais). 
3. Pessoais (crenças individuais). 
 
Essência da Moral (Vázquez, 2006) 
1. Normativo → o que deve ser feito (regras, princípios). 
Exemplo: “Não roubar”. 
2. Fatual → o que realmente acontece (os atos). 
Exemplo: alguém decide não roubar → positivo; alguém rouba → negativo. 
• Importante: Se a norma não for cumprida, ela ainda continua válida. 
Exemplo: Mesmo que muitas pessoas furem fila, a regra de respeitar a fila 
continua sendo correta. 
Moral e Moralidade 
• Moral → conjunto de normas e princípios (plano ideal). 
• Moralidade → a prática dessas normas no cotidiano (plano real). 
• Exemplo: 
Moral = “Seja honesto”. 
Moralidade = devolver uma carteira achada na rua. 
Caráter Social da Moral 
A moral só existe na sociedade. 
Normas e valores são construídos socialmente. 
Exemplo: Casamento, respeito aos mais velhos, direitos e deveres. 
O direito obriga de forma externa; a moral leva o indivíduo a agir por 
consciência. 
 
O Individual e o Coletivo 
A moral nasce na sociedade, mas é interiorizada pelo indivíduo. 
Costumes também ganham valor moral quando têm caráter normativo. 
Exemplo: O hábito de cumprimentar alguém com um aperto de mão é 
um costume social, mas se torna moralmente importante porque 
expressa respeito. 
 
Estrutura do Ato Moral 
Um ato moral tem várias partes: 
Motivo, intenção, decisão, meios e consequências. 
Exemplo: 
Motivo: ajudar alguém. 
Intenção: fazer o bem. 
Decisão: doar roupas. 
Meios: separar e entregar as roupas. 
Consequências: a pessoa necessitada foi ajudada. 
 
Responsabilidade Moral 
Para sermos responsáveis por nossos atos, precisamos de: 
Consciência → saber o que estamos fazendo. 
Exemplo: Se alguém quebra algo sem perceber, não pode ser 
responsabilizado da mesma forma. 
Liberdade de escolha → poder decidir livremente. 
Exemplo: Se alguém é forçado a mentir sob ameaça, sua 
responsabilidade é diminuída. 
Autonomia = dar a si mesmo as próprias regras. 
Mas a liberdade nunca é total, porque vivemos em sociedade. 
 
De um lado temos os atos das pessoas, e do outro o juízo dos demais 
indivíduos sobre tais atos. 
 Os problemas prático-morais cuidam dos problemas éticos, uma vez que 
estes são de natureza genérica e de caráter teórico. 
 
PARTE 2 - A REGULAMENTAÇAO DA PSICOLOGIA NO BRASIL 
1. Contexto histórico da Psicologia no Brasil 
• Século XIX → Psicologia ligada à Medicina, Educação e ao Trabalho. 
• Forte influência do positivismo, higienismo e eugenia. 
• A Psicologia foi usada de forma adaptativa e disciplinadora, para manter 
ordem social, produtividade e padrões morais da elite. 
2. Principais marcos históricos 
• 1833 → Criação das Faculdades de Medicina no RJ e na Bahia. 
• 1890 → Reforma educacional de Benjamin Constant. 
• 1906 → Primeiros laboratórios de Psicologia ligados à Educação e à 
Medicina. 
• 1923 → Colônia de Psicopatas do Engenho de Dentro → pesquisas em 
psicometria, seleção profissional, fadiga etc. 
• 1934 → Criação do curso de Psicologia na USP. 
• 1962 → Regulamentação da Psicologia pela Lei nº 4.119 (27 de agosto). 
• 1971 → Criação do Conselho Federal de Psicologia (CFP) e Conselhos 
Regionais. 
• 1975 → Primeiro Código de Ética do Psicólogo (Resolução CFP 008/75). 
3. Interfaces da Psicologia antes da regulamentação 
• Medicina → Hospícios, psiquiatria, medicina legal. Forte viés higienista e 
eugênico. 
• Educação → Movimento da Escola Nova, testes de inteligência, 
psicometria, adaptação escolar. 
• Trabalho → Seleção de pessoal, racionalização da produção 
(Taylorismo/Fordismo), IDORT. 
4. Regulamentação e Conselho Federal 
• Lei nº 4.119/1962 → Reconhecimento oficial da Psicologia como profissão. 
• Decreto nº 53.464/1964 → Estrutura os cursos (bacharelado, licenciatura e 
formação em Psicologia). 
• Funções do psicólogo: diagnóstico psicológico, orientação e seleção de 
pessoal, orientação psicopedagógica, solução de problemas de 
ajustamento etc. 
• 1971 → Lei nº 5.766 cria o Conselho Federal e os Regionais (fiscalizar, 
orientar e regulamentar a profissão). 
• 1975 → Primeiro Código de Ética. 
• Pós-1980 → Redemocratização → CFP assume postura mais crítica e social. 
 
• Positivismo: deu à Psicologia uma roupagem científica, valorizando 
mensuração e adaptação. 
• Higienismo: associou o trabalho psicológico ao controle da saúde 
pública e da moral social. 
• Eugenia: legitimou práticas excludentes, racistas e de controle social, 
especialmente via testes e diagnósticos. 
Ou seja, a Psicologia nasceu muito mais como um instrumento de controle e 
padronização social do que como um campo voltado à crítica ou emancipação 
do indivíduo. Só com a redemocratização e o fortalecimento dos debates 
éticos (décadas de 1980 em diante) é que se iniciou um processo de revisão 
crítica dessas bases. 
 
3 MODULO 
 
Panorama histórico rápido (linhas essenciais) 
• Séculos XIX–início do XX: Psicologia surge no Brasil vinculada a Medicina, 
Educação e Organização do Trabalho. 
• Marcos práticos: criação de laboratórios e gabinetes de psicologia nas 
escolas e hospitais; experiências em seleção profissional e psicometria 
(teste de inteligência, aptidão). 
• 1962: Lei nº 4.119 — regulamenta os cursos e reconhece a Psicologia 
como profissão. 
• 1971: criação do Conselho Federal de Psicologia (CFP) e Conselhos 
Regionais (fiscalizar, orientar). 
• Códigos de Ética: vários (1967 associação, 1975/1979/1987 pelo CFP, 2005 
código atual) — mudança gradual de um código normativo/biomédico para 
um código mais social e crítico. 
1) Psicologia × Medicina (hospitais, manicômios, laboratórios) 
• Contexto: hospitais, asilos e psiquiatria foram os primeiros locais onde 
práticas psicológicas se desenvolveram. Médicos publicavam estudos com 
conteúdo psicológico (psicofisiologia, emoções, memória). 
• Laboratórios e institutos (ex.: Colônia do Engenho de Dentro) produziram 
pesquisas sobre seleção profissional, fadiga, psicometria. 
• Visão dominante: forte viés higienista e eugenista — ver a “doença mental” 
como problema social/biológico a ser isolado e controlado. 
• Prática: triagem, diagnóstico e segregação de “mal adaptados” em 
instituições; uso de testes para “identificar” e separar indivíduos. 
• Exemplo prático: uso de testes para selecionar aviadores ou 
trabalhadores “aptos” nas Forças/indústria. 
2) Psicologia × Educação (Escola Nova, testes e classificação) 
• Escola Nova trouxe a ideia de formar um “homem novo” pela educação — 
com influência cientificista. 
• Psicologia forneceu base técnica: estudos sobre desenvolvimento, 
processos de ensino-aprendizagem, testes coletivos (inteligência, aptidão). 
• Função social: classificar alunos, indicar trajetórias (escola técnica, ensino 
regular, exclusão) — a psicologia foi usada como instrumento de seleção 
escolar. 
• Tensão: humanismo/idealismo educacional × pragmatismo norte-
americano (ênfase em medição e eficiência). 
• Exemplo prático: crianças com baixo desempenho em testes sendo 
canalizadas para cursos “menos exigentes” — reforço das desigualdades. 
3) Psicologia × Organização do trabalho(industrialização, seleção) 
• Contexto: crescimento urbano-industrial → necessidade de mão de obra 
padronizada e produtiva. 
• Psicologia aplicada para aumentar produtividade: seleção de pessoal, 
organização do trabalho, estudos de fadiga e eficiência (influência 
taylorista/fordista). 
• Conceito-chave: “pessoa certa para o lugar certo” — individualização da 
competência. 
• Institutos e projetos: IDORT, Institutos de eficiência, laboratórios que 
testavam aptidão para funções específicas. 
• Exemplo prático: usar testes para escolher operadores de máquinas ou 
montar equipes “eficientes”. 
4) Conceitos centrais e como se conectam 
• Positivismo: crença em ciência objetiva; valorizou mensuração, testes e 
procedimentos “científicos” na Psicologia. 
• Higienismo: foco em “saúde pública” e moral/higiene social — políticas 
para “limpar” doenças e comportamentos indesejados. Ligado a 
saneamento e educação moral. 
• Eugenia: tentativa de “melhorar” a população por seleção; justificava 
hierarquias raciais e exclusão de grupos considerados inferiores. 
• Degenerescência: ideia de que certas famílias/grupos tinham tendência à 
“decadência” física/mental — usada para explicar pobreza, criminalidade, 
doença mental. 
• Segregação: prática resultante — isolar/retirar do convívio social os 
“degenerados” (sanatórios, manicômios, instituições de reclusão). 
Como se relacionam: positivismo deu legitimidade científica; higienismo 
articulou-se com políticas públicas; eugenia e degenerescência forneceram a 
“justificativa” para excluir e segregar. Juntos, sustentaram práticas 
psicológicas de controle social. 
5) Consequências sociais e críticas 
• Reforço das desigualdades: testes e práticas serviram para legitimar 
diferenças educacionais e laborais; povos negros, pobres e marginalizados 
sofreram mais exclusão. 
• Psi-atividade como controle social: psicologia foi usada para “normalizar” 
comportamentos e adaptar o indivíduo às necessidades do mercado. 
• Resistências e alternativas: movimentos antipsiquiátricos e experiências 
humanistas (ex.: Ulysses Pernambucano/Recife) desafiaram o modelo 
manicomial e promoveram práticas mais humanizadas e educativas. 
• Rumo à regulação e ética: com o tempo, a profissão incorporou princípios 
de direitos humanos e passa a questionar seu passado (códigos de ética 
mais recentes). 
• 
RESUMO 
 1. Psicologia e Medicina (manicômios, hospitais) 
• Antes de 1962, psicólogos não existiam como profissão reconhecida. 
• Onde a Psicologia aparecia? Hospitais e manicômios. 
• Exemplo prático: uma pessoa pobre e alcoólatra podia ser considerada 
“degenerada” → ia parar em hospícios, isolada da sociedade. 
• A psicologia servia para “explicar” e legitimar esse isolamento (baseada em 
ideias de eugenia e degenerescência). 
 Aqui a psicologia tinha uma função de excluir quem não se encaixava nos 
padrões. 
 
 2. Psicologia e Educação (Escola Nova, testes) 
• A ideia era formar um “homem novo” pela educação. 
• Psicólogos aplicavam testes de inteligência e aptidão em crianças. 
• Exemplo prático: 
o Criança “nota alta” → ia para escolas de prestígio, ensino médio 
regular. 
o Criança “nota baixa” → enviada para cursos técnicos ou até 
considerada incapaz. 
• Isso reforçava desigualdades: filhos de ricos (com mais acesso) iam melhor 
nos testes → ficavam com as melhores oportunidades. 
 A psicologia foi usada como filtro social dentro da escola. 
 3. Psicologia e Organização do Trabalho (indústria) 
• Com a industrialização (anos 1920–1930), precisavam de trabalhadores 
produtivos. 
• Psicologia ajudava a selecionar a “pessoa certa para o lugar certo”. 
• Exemplo prático: 
o Em uma fábrica de aviões, aplicavam testes de atenção e 
coordenação. 
o Quem passava → virava piloto. 
o Quem não passava → excluído. 
• Também estudavam fadiga, tempo de reação, rendimento. 
 O psicólogo era como um “filtro de RH científico” → mas isso também 
excluía muita gente que não se encaixava no perfil. 
 
 5. Como isso mudou com o tempo 
• Antes: Psicologia usada para controlar, excluir e separar. 
• Depois (principalmente com o Código de Ética de 2005): Psicologia 
passou a defender direitos humanos, inclusão e respeito à diversidade. 
 Hoje, um psicólogo na escola não está ali para excluir quem tem 
dificuldade, mas para ajudar o aluno a aprender dentro da sua realidade. 
 
 Experiências humanistas no Brasil – Ulysses Pernambucano (Recife) 
• Ulysses Pernambucano (1892–1943) foi um psiquiatra que se destacou em 
Recife. 
• Ele foi contra o modelo manicomial tradicional e trouxe práticas bem 
avançadas para a época: 
o Criou a Liga de Higiene Mental de Recife, mas com um olhar mais 
social. 
o Defendia que pessoas em sofrimento psíquico não deveriam ser 
segregadas em manicômios. 
o Incentivava atividades culturais, educativas e de trabalho para 
inserir os pacientes na sociedade. 
o Via a loucura de forma humana, não só biológica. 
 Em vez de exclusão, ele buscava integração e dignidade. 
 
 Por que isso foi um desafio? 
Esses movimentos e experiências bateram de frente com a lógica dominante 
de: 
• eugenia (separar os “degenerados”), 
• higienismo (limpar a sociedade dos “impuros”), 
• segregação (trancar nos hospícios). 
Eles abriram espaço para pensar a psicologia como função social → cuidar da 
saúde mental com respeito, inclusão e dignidade, e não como ferramenta de 
exclusão. 
 
 Resumindo em exemplo prático: 
Antes → uma mulher com depressão profunda em Recife nos anos 1930 seria 
trancada em manicômio por tempo indeterminado. 
Com Ulysses Pernambucano → ela poderia participar de atividades sociais e 
educativas, recebendo tratamento mais humano, sem ser excluída da vida 
comunitária. 
 
 Comparando os três: 
Instituição Visão Função principal Exemplo prático 
Liga de 
Recife 
Humanista 
Inclusão social, 
cuidado 
comunitário 
Paciente fazia 
atividades educativas 
em vez de só ficar 
internado 
Ligas de 
Higiene 
Mental 
Higienista/eugenista 
Prevenção e 
disciplina social 
Campanhas ensinando 
“bons hábitos” para 
evitar degeneração 
Hospício de 
Juquery 
Segregacionista 
Isolamento em 
manicômios 
Internação de 
alcoólatras, pobres e 
doentes sem alta 
 
4 MODULO - História do CEPP 
• 1962: Psicologia reconhecida como profissão no Brasil. 
• 1967: 1º Código de Ética do Psicólogo. 
• 1975: 2º Código – passou a ser chamado CEPP (oficial). 
• 1976: 3º Código. 
• 1987: 4º Código. 
• 2005: Versão atual (o que você estuda hoje). 
 Resumo: O código foi sendo atualizado para se adaptar à sociedade. O de 
2005 é mais flexível e voltado para o contexto social.- 
 
FUNÇAO SOCIAL É PROMOVER SAUDE E QUALIDADE DE VIDA. 
PROMOVER A ANÁLISE CRÍTICA DAS SITUAÇÕES E DA REALIDADE QUE O 
RODEIA. 
 
 Objetivos do CEPP 
Ele serve para nortear o comportamento ético dos psicólogos. 
Exemplos: 
• Normatiza o trabalho: diz o que é permitido ou não no exercício da 
profissão. 
• Reconhecimento social: ajuda a psicologia ser respeitada como 
ciência/profissão. 
• Flexível: não é uma lista engessada de regras, mas um guia para reflexão. 
 Exemplo: não diz exatamente como você deve agir em cada caso, mas 
dá princípios para você decidir de forma ética. 
 
 Princípios da Bioética (Beauchamp & Childress) 
São usados para pensar decisões éticas: 
• Autonomia: respeitar as escolhas do paciente. 
• Beneficência: fazer o bem. 
• Não maleficência: evitar causar dano. 
• Justiça: tratar com imparcialidade. 
Exemplo prático: 
Um paciente pede para saber o diagnóstico. 
• Autonomia: você explica, porque é direito dele saber. 
• Beneficência: explica de forma que ele entenda. 
• Não maleficência: evita falar de um jeito que possa traumatizar. 
• Justiça: trata esse paciente da mesma forma que trataria qualquer outro. 
 Resoluções Importantes 
• 196/96: Normas sobre pesquisas com seres humanos. 
• 001/99: Normas para atuação em questões de orientaçãosexual. 
• 018/02: Normas para combater preconceito e discriminação racial. 
• 466/12: Pesquisas em saúde (substitui 196/96 para área da saúde). 
• 510/16: Pesquisas em ciências humanas e sociais. 
 Exemplo: Se você for fazer uma pesquisa entrevistando pessoas, precisa 
seguir essas resoluções (respeitar sigilo, pedir consentimento etc.). 
• Caráter reflexivo: obrigação de pensar sobre a situação antes de agir. 
Ex.: antes de reportar algo, avaliar contexto, consequências e direitos do 
paciente. 
• Flexibilidade (não = permissividade): permite adaptar procedimentos às 
necessidades, desde que dentro do código. 
Ex.: usar telepsicologia na pandemia — permitido se seguir normas 
(consentimento, segurança). 
• Vulnerabilidade / humanização: atenção especial a pessoas em situação 
de fragilidade. 
Ex.: ajustar linguagem e tempo de intervenção com vítimas de violência 
para evitar revitimização. 
4) Princípios fundamentais (curto + exemplo) 
1. Respeito à dignidade/ liberdade — não forçar/culpar o sujeito. 
Ex.: respeitar a recusa do paciente em falar de um tema. 
2. Promoção da saúde/qualidade de vida — priorizar bem-estar. 
Ex.: indicar encaminhamento médico se houver risco físico. 
3. Responsabilidade social — considerar impacto coletivo. 
Ex.: participar de campanhas de prevenção. 
4. Formação contínua — atualizar-se. 
Ex.: curso sobre telepsicologia. 
5. Acesso à informação — transparência ao cliente. 
Ex.: explicar objetivos e limites da terapia. 
6. Zelo pela profissão — manter postura que fortaleça a confiança pública. 
7. Relações de poder — evitar abuso da posição profissional. 
Ex.: não aceitar favores que comprometam autonomia do paciente. 
 
7) Sigilo e confidencialidade — quando quebrar 
• Regra geral: manter sigilo. 
• Exceções: risco iminente de morte/violência, ordem judicial, situações 
previstas por lei/CFP. 
Ex.: se paciente ameaça matar alguém, breaking confidentiality pode ser 
necessário para proteger vidas (documentar decisão). 
8) Checklist prático para tomar decisões éticas (faça sempre) 
1. Identifique o dilema e os envolvidos. 
2. Aplique os princípios (autonomia/beneficência/não maleficência/justiça). 
3. Avalie riscos/benefícios e alternativas. 
4. Consulte supervisor/ colegiado quando possível. 
5. Decida, documente e comunique (se for o caso).

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