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Ansiedade é um estado emocional que envolve apreensão ou preocupação sobre algo no futuro, 
combinado com respostas físicas (como batimentos acelerados, sudorese, tremores) e tendência 
a evitar situações percebidas como perigosas ou estressantes. 
 
Medo + ansiedade excessivos + perturbações comportamentais. 
● Os transtornos tendem a se desenvolver na infância e persistir se não tratados; 
● Maior frequência no sexo feminino; 
● Medo + ansiedade = os dois estados se sobrepõem. 
 
Medo: resposta emocional a ameaça iminente real ou percebida 
Ansiedade: antecipação de ameaça futura. 
Esquiva como mecanismo: Tanto no medo quanto na ansiedade, a pessoa pode adotar a esquiva 
como forma de se proteger. 
● O problema é que a esquiva reforça o ciclo → quanto mais a pessoa evita, mais mantém a 
sensação de perigo, impedindo que perceba que talvez não haja risco real. 
Existem diversos transtornos ansiosos: Agorafobia; Transtorno de Pânico com Agorafobia; 
Transtorno de Pânico; Fobia Específica; Fobia Social; Transtorno Obsessivo-Compulsivo; 
Transtorno de Estresse Pós-Traumático; Transtorno de Estresse Agudo; Transtorno de 
Ansiedade Generalizada; Transtorno de Ansiedade Devido a uma Condição Médica Geral; 
Transtorno de Ansiedade Induzido por Substância 
 
TRANSTORNOS DE PÂNICO (F41.0): Ataques de pânico recorrentes e inesperados. Um ataque de 
pânico é um surto abrupto de medo intenso ou desconforto intenso que alcança um pico em 
minutos e durante o qual ocorrem quatro (ou mais) dos seguintes sintomas: 
obs: O surto abrupto pode ocorrer a partir de um estado calmo ou de um estado ansioso. 
Sintomas (4 ou mais): 
1. Palpitações, coração acelerado, taquicardia. 
2. Sudorese. 
3. Tremores ou abalos. 
4. Sensações de falta de ar ou sufocamento. 
5. Sensações de asfixia. 
6. Dor ou desconforto torácico. 
7. Náusea ou desconforto abdominal. 
8. Sensação de tontura, instabilidade, vertigem ou desmaio. 
9. Calafrios ou ondas de calor. 
10. Parestesias 
11. Desrealização (sensações de irrealidade) ou despersonalização (sensação de estar 
distanciado de si mesmo). 
1 
12. Medo de perder o controle ou “enlouquecer”. 
13. Medo de morrer. 
obs: Além desses 13 sintomas, os ataques de pânico podem vir somados a: tinido (zumbido), dor 
na nuca, cefaleia, gritos e choro incontrolável; 
Para diagnosticar o TP = ataques recorrentes + pelo menos 1 mês apresentando um ou ambos 
dos critérios abaixo: 
➔ Medo de ter novas crises: Apreensão ou preocupação persistente acerca de ataques de 
pânico adicionais ou sobre suas consequências (p. ex., perder o controle, ter um ataque 
cardíaco, “enlouquecer”). 
◆ é ficar ansioso de forma contínua com a possibilidade de que o ataque volte ou de 
que cause algo grave. 
➔ A pessoa muda sua rotina ou comportamento de forma exagerada e prejudicial, tentando 
evitar que uma nova crise de pânico aconteça = Uma mudança desadaptativa significativa 
no comportamento relacionada aos ataques 
◆ Ex: Evitar fazer exercícios físicos porque o aumento da frequência cardíaca 
lembra os sintomas da crise ou não sair de casa sozinho por medo de passar mal 
em público. 
◆ Criando dependência ou isolamento. 
A perturbação não é consequência dos efeitos psicológicos de uma substância (p. ex., droga de 
abuso, medicamento) ou de outra condição médica (p. ex., hipertireoidismo, doenças 
cardiopulmonares) ou por explicada por outro transtorno mental; 
Fatores de Risco: 
● Afetividade negativa (neuroticismo): tendência a vivenciar emoções negativas. 
● Sensibilidade à ansiedade: crença de que sintomas ansiosos são perigosos. 
● História de “períodos de medo”: crises com sintomas parciais aumentam risco futuro 
● Abuso físico e sexual. 
● Tabagismo 
● Estressores recentes: geralmente presentes antes do primeiro ataque (ex.: conflitos 
interpessoais, problemas de saúde, perdas familiares, experiências negativas com 
drogas). 
● Histórico familiar: risco aumentado em filhos de pais com transtornos de ansiedade, 
depressão ou bipolaridade. 
● Comorbidades médicas 
 
 
 
 
 
 
 
 
2 
TRANSTORNO DE ANSIEDADE GENERALIZADA (TAG) F41.1: 
 
Critério A: Ansiedade e preocupação excessivas (expectativa apreensiva), ocorrendo na maioria 
dos dias por pelo menos 6 meses, em relação a vários eventos ou atividades (como trabalho, 
escola, saúde, finanças). 
Critério B: O indivíduo considera difícil controlar a preocupação. 
Critério C: A ansiedade e a preocupação estão associadas com 3 (ou mais) dos seguintes seis 
sintomas (com pelo menos alguns deles presentes na maioria dos dias nos últimos 6 meses). 
obs: Apenas um item é exigido para crianças. 
1. Inquietação ou sensação de estar com os nervos à flor da pele. 
2. Fatigabilidade. 
3. Dificuldade em concentrar-se ou sensações de “branco” na mente. 
4. Irritabilidade. 
5. Tensão muscular. 
6. Perturbação do sono (dificuldade em conciliar ou manter o sono, ou sono insatisfatório e 
inquieto). 
Critério D: A ansiedade, a preocupação ou os sintomas físicos causam sofrimento clinicamente 
significativo ou prejuízo no funcionamento social, profissional ou em outras áreas importantes 
da vida do indivíduo. 
Critério E: A perturbação não é atribuível aos efeitos fisiológicos de uma substância (droga, 
medicamento) ou condição médica (como hipertireoidismo). 
Critério F: A perturbação não é mais bem explicada por outro transtorno mental (fobia 
específica, TOC, transtorno de pânico, etc.). 
Características associadas que apoiam o diagnóstico do TAG: 
● Sintomas musculares e nervosos: 
○ Tensão muscular / dores musculares 
○ Tremores 
○ Contrações musculares 
○ Abalos 
○ Nervosismo ou irritabilidade 
● Sintomas somáticos: 
○ Sudorese 
○ Náusea 
○ Diarreia 
○ Resposta de sobressalto exagerada (assustar-se facilmente). 
● Excitabilidade Autonômica (menos intensa que no pânico) → São menos proeminentes no 
TAG do que em outros transtornos de ansiedade (como o transtorno de pânico). 
○ Coração acelerado 
○ Falta de ar 
○ Tonturas 
3 
Condições associadas ao estresse: muitas vezes o TAG vem acompanhado de problemas 
relacionados ao estresse crônico, como: 
○ Síndrome do intestino irritável (SII) 
○ Cefaleias (dores de cabeça frequentes) 
 
Fatores de risco e prognóstico: 
● Temperamentais: Inibição comportamental, afetividade negativa (neuroticismo) e 
evitação de danos foram associadas ao transtorno de ansiedade generalizada. 
● Ambientais: Embora as adversidades na infância e a superproteção parental tenham sido 
associadas ao transtorno de ansiedade generalizada, não foram identificados fatores 
ambientais específicos para o transtorno ou necessários ou suficientes para fazer o 
diagnóstico. 
● Genéticos e fisiológico: Um terço do risco de experimentar transtorno de ansiedade 
generalizada é genético. Os fatores genéticos se sobrepõem ao risco de neuroticismo e 
são compartilhados com outros transtornos de ansiedade e humor, particularmente o 
transtorno depressivo maior. 
 
DIAGNÓSTICOS DIFERENCIAIS: 
Outros transtornos: 
➺ Depressão maior 
➺ Transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) 
➺ Transtorno de estresse pós-traumático (TEPT) 
➺ Transtorno de pânico 
➺ Transtorno de ansiedade de doença (hipocondria) 
Condições clínicas gerais → Muitas doenças médicas podem se manifestar com sintomas que 
imitam ansiedade: 
➺ Endócrinas/metabólicas: hipertireoidismo, feocromocitoma, hipoglicemia, síndrome de 
Cushing. 
➺ Cardiovasculares: arritmias, insuficiência cardíaca, infarto. 
➺ Respiratórias: asma, DPOC, embolia pulmonar, hipóxia. 
➺ Neurológicas: epilepsia do lobo temporal, enxaqueca, doenças degenerativas. 
➺ Uso de substâncias: cafeína, nicotina, álcool (abstinência), cocaína, anfetaminas. 
➺ Medicamentos: corticóides, broncodilatadores (beta-agonistas), hormônios tireoidianos. 
 
 
4 
 
 
 
 
 
 
 
FOBIAS ESPECÍFICAS: 
Critérios Diagnósticos: 
A. Medo ou ansiedade acentuados acerca de um objeto ou situação (p. ex., voar, alturas, 
animais, tomar uma injeção, ver sangue). 
Nota: Em crianças, o medo ou ansiedade podeser expresso por choro, ataques de raiva, 
imobilidade ou comportamento de agarrar-se. 
B. O objeto ou situação fóbica quase invariavelmente provoca uma resposta imediata de 
medo ou ansiedade. 
C. O objeto ou situação fóbica é ativamente evitado ou suportado com intensa ansiedade ou 
sofrimento. 
D. O medo ou ansiedade é desproporcional em relação ao perigo real imposto pelo objeto 
ou situação específica e ao contexto sociocultural. 
E. O medo, ansiedade ou esquiva é persistente, geralmente com duração mínima de seis 
meses. 
F. O medo, ansiedade ou esquiva causa sofrimento clinicamente significativo ou prejuízo no 
funcionamento social, profissional ou em outras áreas importantes da vida do indivíduo. 
 
 
 
 
5 
FISIOPATOLOGIA DA ANSIEDADE: A ansiedade vem de um desbalanço entre os sistemas de 
alerta do cérebro e os mecanismos de controle inibitório. O organismo interpreta situações 
comuns como ameaçadoras, e isso envolve alterações em circuitos neurais, neurotransmissores 
e até no eixo hormonal → ainda não completamente elucidadas! 
Em situações normais: Percepção do risco → Amígdala dispara primeiro, o córtex pré-frontal 
reage em seguida e o hipocampo participa como contextualizador 
No cérebro de um ansioso: Quando você percebe um risco, a amígdala dispara sinais para o 
corpo se preparar. Amígdala ativa em paralelo 2 vias: 
● Sistema nervoso simpático: gera taquicardia, suor, tremores, respiração rápida, libera 
adrenalina/noradrenalina. 
● Eixo HHA: libera cortisol → hormônio do estresse 
Depois, o córtex pré-frontal deveria avaliar racionalmente: “é só um barulho na janela, não é um 
assaltante”. Ele manda mensagens inibitórias para acalmar a amígdala, mas na ansiedade o córtex 
pré frontal falha → Falha no freio!!! 
 
 
 
 
O córtex pré-frontal não consegue inibir a amígdala de forma eficaz, e o hipocampo, que deveria 
ajudar a contextualizar (“esse lugar é seguro, não preciso ter medo”), também enfraquecido pelo 
excesso de cortisol. Resultado: o alarme continua tocando mesmo sem incêndio. 
Neurotransmissores em desequilíbrio→ Esse quadro se agrava porque: 
● Há menos GABA, o principal neurotransmissor inibitório, então os neurônios ficam mais 
excitáveis. 
● A serotonina não regula bem os circuitos de ansiedade, facilitando reações exageradas. 
● A noradrenalina do locus coeruleus dispara em excesso, gerando taquicardia, sudorese e 
tremores. 
 
RESUMO: Percebe risco (real ou não) → amígdala dispara sinais → ativa 2 vias → SNP + Eixo HHA 
= taquicardia, suor, tremores, respiração rápida, libera adrenalina/noradrenalina + liberação de 
cortisol. → Córtex falha + hipocampo falha = estado de alerta constante, ansiedade e sintomas 
físicos mesmo sem ameaça real. 
 
 
 
6 
TRATAMENTO: 
NÃO FARMACOLÓGICO: 
● Psicoterapia (primeira escolha): 
○ TCC (Terapia Cognitivo-Comportamental) → considerada o tratamento não 
farmacológico mais eficaz. 
■ Ajuda a identificar e modificar pensamentos distorcidos. 
■ Treina técnicas de relaxamento e enfrentamento. 
■ Ensina o manejo da preocupação excessiva. 
● Psicoeducação: explicar o transtorno ao paciente e familiares. 
● Técnicas de relaxamento 
● Mudança de estilo de vida: atividade física regular, higiene do sono, redução de cafeína, 
álcool e estimulantes. 
FARMACOLÓGICO: 
Primeira linha: pelo menos 12 meses 
● ISRS (Inibidores Seletivos da Recaptação de Serotonina): 
○ Escitalopram, Sertralina, Fluoxetina. 
● IRSN (Inibidores da Recaptação de Serotonina e Noradrenalina): 
○ Venlafaxina, Duloxetina. 
Segunda linha: 
● Buspirona (ansiolítico não-benzodiazepínico, mais específico para TAG). 
● Pregabalina (anticonvulsivante com eficácia em TAG). 
● Imipramina (antidepressivo tricíclico – menos usado pelos efeitos adversos). 
● Agentes antipsicóticos atípicos em baixas doses (ex.: quetiapina, em casos refratários). 
Benzodiazepínicos (ex.: diazepam, clonazepam, lorazepam): 
● Uso apenas em curto prazo, para crises intensas ou início de tratamento. 
● Não devem ser usados por tempo prolongado → risco de dependência, tolerância e 
síndrome de abstinência. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
7 
Benzodiazepínicos: 
 
Ação curta: triazolam, midazolam (usado em anestesia). 
Ação intermediária: alprazolam, lorazepam. 
Ação longa: diazepam, clonazepam. 
- Obs.: o zolpidem não é um BDZ, mas age em receptores semelhantes e é usado como 
hipnótico. 
 
Melhores indicações: 
● Insônia: Triazolam, zolpidem. 
● Crises epilépticas: Diazepam ou lorazepam. 
● Ansiedade: alprazolam, diazepam, clonazepam. 
 
 
Mecanismo de ação: Ele atua em receptores do tipo GABA-A, que são canais iônicos de cloro. 
 
 
 
 
 
 
8 
⚠ Efeitos adversos: 
➺ Efeitos tóxicos decorrentes de superdosagem: 
○ Sono prolongado 
○ Depressão respiratória grave (principalmente se associado a álcool ou outros 
depressores do SNC) 
➺ Efeitos colaterais durante o uso terapêutico: 
○ sonolência, confusão mental, amnésia, comprometimento da coordenação 
➺ Tolerância → Suspensão do tratamento: 
○ ansiedade, insônia, tremores e tontura 
 
 
Overdose: 
● Suporte básico: via aérea, sinais vitais, saturação, respiração e circulação. 
● Carvão ativado pode ser considerado em ingestões muito recentes. 
● Antídoto específico: flumazenil (antagonista competitivo do receptor GABA-A). 
○ Deve ser usado com cautela, pois pode precipitar convulsões e abstinência grave 
em pacientes dependentes de BDZ ou com intoxicação mista (ex. antidepressivos 
tricíclicos). 
● Na maioria dos casos, só o suporte clínico já é suficiente, porque BDZ isolado raramente 
é fatal. 
 
 
Antagonistas beta adrenérgicos: Os antagonistas beta-adrenérgicos, também chamados de 
betabloqueadores, são remédios que bloqueiam os receptores β-adrenérgicos (β1, β2 e β3) contra 
a ação das catecolaminas naturais do corpo: adrenalina e noradrenalina. 
 
Onde estão os receptores beta? 
● β1 → coração e rim 
● β2 → brônquios, vasos periféricos, útero, fígado, músculo esquelético 
● β3 → tecido adiposo (lipólise) 
Como funcionam sem bloqueio? Quando a adrenalina/noradrenalina se ligam: 
● β1 → aumenta frequência cardíaca, força de contração, condução elétrica e libera renina 
(aumenta pressão). 
● β2 → relaxa musculatura lisa (broncodilatação, vasodilatação) e estimula glicogenólise. 
● β3 → estimula a queima de gordura. 
 
 
 
 
9 
O que os betabloqueadores fazem? → impedem a resposta simpática normal 
● Bloqueio β1 (coração/rim) → 
○ Diminui frequência cardíaca (cronotropismo negativo) 
○ Diminui força de contração (inotropismo negativo) 
○ Diminui velocidade de condução no nó AV (dromotropismo negativo) 
○ Diminui secreção de renina (↓ pressão arterial) 
 
● Bloqueio β2 (pulmão, vasos, fígado, músculo) → 
○ Pode causar broncoconstrição (perigoso em asmáticos) 
○ Pode reduzir vasodilatação periférica 
○ Pode atrapalhar glicogenólise e mascarar sintomas de hipoglicemia em diabéticos 
Indicações clínicas: 
● Hipertensão arterial (reduz PA) 
● Insuficiência cardíaca crônica 
● Arritmias (controla frequência) 
● Profilaxia de enxaqueca 
● Hipertireoidismo (reduz sintomas adrenérgicos) 
Efeitos adversos importantes: 
● Bradicardia 
● Insuficiência cardíaca aguda (se usado de forma errada) 
● Fadiga, intolerância ao exercício 
● Mascaramento de hipoglicemia em diabético. 
● Fenômeno de rebote se suspenso abruptamente (hiperatividade simpática → risco de 
angina e IAM) 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
10 
ANATOMIA: 
LOBO FRONTAL: 
 
 Lobo temporal 
 
 
 
 
 
Sulco lateral 
 
 
11 
Ramo posterior do sulco lateral 
 
 
 
Sulco temporal superior 
 
 
 Sulco temporal inferior 
 
 
 
 
 
12 
Área de Wernicke 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
SISTEMA LÍMBICO: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
13 
Aspectos morfofuncionais da glândula suprarrenal: 
A suprarrenal tem duas partes funcionais bem distintas: 
● Córtex (camada externa): origem mesodérmica, secretando hormônios esteróides. 
1. Zona glomerulosa (15%) → produz mineralocorticoides (ex.: aldosterona) → 
controla sódio,potássio e pressão arterial. 
2. Zona fasciculada (75%) → produz glicocorticoides (ex.: cortisol) → regula 
metabolismo de glicose, proteínas, lipídios e resposta ao estresse. 
3. Zona reticular (10%) → produz andrógenos (DHEA, androstenediona). 
● Medula (parte interna): origem ectodérmica (células da crista neural), secreta 
norepinefrina. 
 
 
 
 
 
14 
 
 
 
15 
	Esquiva como mecanismo: Tanto no medo quanto na ansiedade, a pessoa pode adotar a esquiva como forma de se proteger.

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