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unidade 2 exercicios

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Questões resolvidas

imos séculos, as epidemias tém se tornado menos avassaladoras, ou seja, algumas doencas, apesar do alto potencial de transmis- sã, apresentam taxas de mortalidade menores que antigamente. Tal fato, cogita o médico, deve-se a “esperteza” do vírus, adquirida ao longo das geracgóes.
Essa propriedade do elemento viral — a sua esperteza — pode ser compreendida no contexto de um conceito biológico que é:
a) a mutagdo. Os vírus sofrem mutagóes específicas visando tornarem-se menos virulentos. Desse modo, propiciam quadros mais leves da doenga, o que resulta em menor número de óbitos, além de permitir que proliferem por mais tempo.
b) a evolugáo. Os vírus evoluem visando tornarem-se menos virulentos. Desse modo, propiciam quadros mais leves da doenca, o que resulta em menor número de óbitos, além de permitir que proliferem por mais tempo.
c) a seleção natural. As formas mais virulentas sáo eliminadas juntamente com seus hospe- deiros e as formas que propiciam quadros mais leves da doenga, o que resulta em menor número de óbitos, acabam por se proliferar por mais tempo.
d) a adaptacáo. Independentemente dos vírus, os hospedeiros se adaptam ao grau de viru- léncia do agente patogénico, tornando-se mais resistentes a doenga, o que resulta em menor número de óbitos e oportunidade para os vírus proliferarem por mais tempo.
e) a competicáo. As formas mais virulentas do agente patogénico, mais eficientes em pro- vocar a doenca, proliferam mais rapidamente que as formas menos virulentas. Desse modo, ao longo das geragbes, aumentam em frequ-ência na populacáo de hospedeiros.

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Questões resolvidas

imos séculos, as epidemias tém se tornado menos avassaladoras, ou seja, algumas doencas, apesar do alto potencial de transmis- sã, apresentam taxas de mortalidade menores que antigamente. Tal fato, cogita o médico, deve-se a “esperteza” do vírus, adquirida ao longo das geracgóes.
Essa propriedade do elemento viral — a sua esperteza — pode ser compreendida no contexto de um conceito biológico que é:
a) a mutagdo. Os vírus sofrem mutagóes específicas visando tornarem-se menos virulentos. Desse modo, propiciam quadros mais leves da doenga, o que resulta em menor número de óbitos, além de permitir que proliferem por mais tempo.
b) a evolugáo. Os vírus evoluem visando tornarem-se menos virulentos. Desse modo, propiciam quadros mais leves da doenca, o que resulta em menor número de óbitos, além de permitir que proliferem por mais tempo.
c) a seleção natural. As formas mais virulentas sáo eliminadas juntamente com seus hospe- deiros e as formas que propiciam quadros mais leves da doenga, o que resulta em menor número de óbitos, acabam por se proliferar por mais tempo.
d) a adaptacáo. Independentemente dos vírus, os hospedeiros se adaptam ao grau de viru- léncia do agente patogénico, tornando-se mais resistentes a doenga, o que resulta em menor número de óbitos e oportunidade para os vírus proliferarem por mais tempo.
e) a competicáo. As formas mais virulentas do agente patogénico, mais eficientes em pro- vocar a doenca, proliferam mais rapidamente que as formas menos virulentas. Desse modo, ao longo das geragbes, aumentam em frequ-ência na populacáo de hospedeiros.

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ATIVIDADES
1. (FMABC SP) A 𿿿gura ilustra a organização es-
trutural do SARS-CoV-2, vírus envelopado,
agente etiológico da covid-19.
(https://jornal.usp.br)
Com base no mecanismo de replicação viral
do SARS-CoV-2, a função desempenhada
a) pelo envelope é promover as trocas de subs-
tâncias entre o vírus e as células-alvo.
b) pelo nucleocapsídeo é regular o metabolismo 
viral.
c) pelas espículas é adsorver o vírus nas células-
-alvo.
d) pelo genoma de RNA é sintetizar diretamente 
todas as moléculas virais.
e) pela membrana é proteger as organelas virais.
 
2. (UnirG TO) Os Coronavírus são vírus que cau-
sam infecções respiratórias e, muito embora a
pandemia pelo Coronavírus seja recente, já se
conhece esse grupo de vírus desde a década
de 1960. Os vírus não apresentam metabolis-
mo próprio e se reproduzem dentro das célu-
las hospedeiras.
Sobre a reprodução dos vírus marque, entre
as alternativas, a única resposta correta:
a) Os vírus se reproduzem através do processo 
de bipartição, em que a célula hospedeira se
divide em duas e multiplica o DNA do vírus.
b) Os vírus se reproduzem por conjugação, em
que ocorre o pareamento dos vírus em duas 
células hospedeiras com troca de material ge-
nético, aumentando a variabilidade gênica dos 
vírus.
c) Os vírus se reproduzem por replicação, sendo
necessária a penetração na célula hospedei-
ra e a posterior alteração no metabolismo para
geração de novos vírus.
d) Os vírus se reproduzem por fragmentação,
em que o material genético do vírus se frag-
menta após a entrada no hospedeiro e tais 
fragmentos invadem novas células gerando 
novos vírus.
 
3. (FPS PE) Os vírus são parasitas obrigató-
rios de seres vivos, morfologicamente mui-
to simples, que têm como material genético
DNA ou RNA. Analise o desenho esquemáti-
co a seguir.
Disponível em: 
Acesso em 16 out. 2017. (Adaptado).
Numere, em conformidade com o esquema
acima, as diversas fases cumpridas pelos ví-
rus ao invadir uma célula.
( ) Replicação do DNA viral.
( ) Montagem de novos vírus.
( ) Ataque do vírus a célula bacteriana.
( ) Penetração do DNA.
( ) Lise celular.
A sequência correta, de cima para baixo, é:
a) 1, 5, 2, 3 e 4.
b) 2, 3, 4, 1 e 5.
c) 5, 1, 4, 2 e 3.
d) 3, 4, 1, 2 e 5.
e) 4, 1, 3, 5 e 2.
4. (UNIT AL) Na análise dos vírus, observa-se
que eles são dotados de diversas característi-
cas.
Dentre as características dos seres vivos,
aquela que pode ser encontrada nos vírus é
a) evidenciar presença de organelas que aten-
dem suas necessidades metabólicas.
b) sofrer mutação quando se encontra no interior
da célula hospedeira.
c) possuir uma maquinaria biossintética, depen-
dente de seus ribossomos.
d) apresentar uma membrana plasmática envol-
vendo seu material genético.
e) apresentar DNA, RNA e proteínas que partici-
pam de sua organização procariótica.
5. (FGV) O uxo de água do meio hipotônico pa-
ra o meio hipertônico através da membrana li-
poproteica semipermeável é denominado os-
mose, essencial para a manutenção das con-
dições 𿿿siológicas citoplasmáticas em todos
os organismos celulares.
Com relação a esse processo, é correto a𿿿r-
mar que os vírus
a) não o realizam, pois não apresentam as carac-
terísticas 𿿿siológicas e celulares para ocorrên-
cia do processo.
b) só o realizam quando metabolicamente ativos 
no momento de infecção em suas células-alvo
hospedeiras.
c) o realizam diretamente através do cápside, 
seu envoltório proteico de proteção.
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d) só o realizam se forem classi𿿿cados como en-
velopados, por apresentarem membrana e ci-
toplasma celulares.
e) não o realizam, pois apresentam a primitiva or-
ganização celular procarionte.
6. (UNITAU SP) Vírus é uma palavra latina que
signi𿿿ca “veneno”. O uso dessa palavra para
designar um certo grupo de organismos tem,
provavelmente, relação com as enfermidades
que eles podem causar, como o ebola, a varío-
la e a AIDS, entre outras.
Sobre os vírus, assinale a alternativa INCOR-
RETA.
a) Vírus envelopados apresentam um revestimen-
to lipoproteico ao redor do nucleocapsídeo. 
b) O material genético dos vírus pode ser de RNA 
ou DNA, dependendo do tipo de vírus. 
c) Vírus apresentam ação especí𿿿ca, e os que in-
fectam bactérias são os bacteriófagos. 
d) O vírus da AIDS é um retrovírus, e seu RNA é 
transcrito em DNA pela transcriptase reversa. 
e) Os bacteriófagos têm dois ciclos reprodutivos, 
o ciclo lítico e o lipoalergênico. 
7. (Unicamp SP) O papilomavírus humano (HPV)
é um grupo de vírus muito comum no mundo.
Existem muitos tipos de HPV e a maioria deles
não causa problemas ao organismo humano. 
Porém, os tipos de HPV 16 e 18 estão associa-
dos com 70% dos casos de cânceres de colo 
do útero e lesões genitais pré-cancerosas.
(Adaptado de https://www.paho.org/pt/topicos/hpv-e-cancer-
-do-colo-do-utero. Acesso em 01/06/2022.)
É correto a𿿿rmar que o HPV é transmitido:
a) principalmente por contato sexual; o uso de
preservativo elimina a possibilidade de infec-
ção pelos HPV 16 e 18, sendo indicado quan-
do existe exposição ao vírus.
b) por contato direto com a pele ou mucosa in-
fectada, sobretudo durante a relação sexual; a
vacinação pode tratar a infecção e as doenças
associadas aos diversos tipos de HPV.
c) principalmente por contato sexual; o controle
da infecção inclui a prevenção pela vacinação
contra os HPV 16 e 18, sendo indicada antes
da exposição ao vírus.
d) por contato direto com a pele ou mucosa in-
fectada, sobretudo durante a relação sexual; o
uso de preservativo impede o desenvolvimen-
to das doenças associadas ao HPV.
 
8. (Fuvest SP) No que diz respeito a infecções
sexualmente transmissíveis (ISTs), identi𿿿-
que a relação correta entre grupo causador,
um dos seus sintomas e se possui ou não va-
cina preventiva.
IST Causador
Um dos 
possíveis 
sintomas
Possui 
vacina?
a) Gonorreia
Neisseria 
gonor-
rhoeae 
(bactéria)
Ardor na 
uretra e 
secreção 
purulenta
Sim
b) Hepa te C HCV
(bactéria)
Comprome-
mento da
função do 
gado
Não
c) AIDS HIV (vírus) Erupção 
cutânea Sim
d) Sí󏿿lis
Treponema 
pallidum 
(verme)
Ferida na
genitália
externa
(cancro)
Não
e)
Condiloma
acuminado
(crista de
galo)
HPV (vírus) Verrugas na 
região genital Sim
 
9. (Univag MT) Dados do Ministério da Saúde di-
vulgados em 2018 apontam uma redução de
16% no número de mortes decorrentes da AI-
DS (Síndrome da Imunode𿿿ciência Adquirida),
no entanto, o aumento nos casos, especial-
mente entre os jovens, preocupa. A pesquisa
ainda mostrou que somente 56,6% dos jovens
entre 15 e 24 anos usam camisinha.
(https://g1.globo.com, 01.12.2018. Adaptado.)
A AIDS é uma síndrome resultante da infec-
ção pelo vírus da imunode𿿿ciência humana,
ou HIV, na sigla em inglês. Esse virus
a) infecta células do sistema imunológico huma-
no e sua transmissão pode ser realizada pelos 
espermatozoides.
b) possui a𿿿nidade com uma proteína presente
na membrana plasmática de alguns tipos de 
células de defesa do corpo humano.
c) pertence ao grupo dos retrovírus, os quais 
possuem uma molécula de DNA que será con-
vertida em RNA na célula infectada.
d) é transmitido por uidos corporais e infecta os
eritrócitos do hospedeiro.
e) infecta linfócitos T do sistema imunológico, os
quais produzirão anticorpos para combater a 
síndrome.
 
10.(Unicamp SP) Graças às campanhas de vaci-
nação, a poliomielite foi considerada erradica-
da no Brasil: o último caso foi registrado em
1989. Contudo, o Ministério da Saúde cons-
tatou cobertura vacinal alarmante (abaixo de
50%) em 312 municípios brasileiros em 2018.
A vacinação é a única forma de prevenção da
poliomielite; é uma questão de responsabili-
dade social contemplada no Programa Nacio-
nal de Imunizações do Ministério da Saúde.
(Fonte: portalms.saude.gov.br/noticias/agencia-saude/
43797-ministerio-da-saude-alerta-parabaixas-
coberturas-vacinais-para-polio.)
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TAREFAS
Assinale a alternativa que caracteriza correta-
mente a poliomielite.
a)É uma doença viral contagiosa, que pode ser
transmitida através da ingestão de água ou ali-
mentos contaminados por fezes de doentes.
b) A transmissão do vírus ocorre por meio de 
vetores hematófagos que tenham picado 
uma pessoa contaminada na fase aguda da 
doença.
c) É uma doença bacteriana transmitida por gotí-
culas de saliva ou de sangue de pessoas con-
taminadas, com alto risco de contágio.
d) A transmissão da bactéria ocorre por meio de 
vetores artrópodes que tenham picado uma 
pessoa contaminada na fase crônica da do-
ença.
1. (UEA AM) A 𿿿gura ilustra o processo de adsor-
ção de um vírus.
(http://pir2.forumeiros.com)
A análise da 𿿿gura permite a𿿿rmar que, duran-
te a adsorção do vírus na célula hospedeira,
a) o envelope viral se funde à membrana da célu-
la hospedeira.
b) o genoma viral é inserido diretamente no nú-
cleo celular.
c) o capsídeo é responsável pela fusão com a 
membrana celular.
d) a parede celular viral continua intacta após a 
fusão.
e) a membrana da célula viral é internalizada pe-
la célula hospedeira.
 
2. (UFSC)
 
Em outubro de 2015, uma paulistana passava 
por um momento de extrema tensão. Com o 
estresse, a sua imunidade baixou e um quadro de 
herpes-zóster se desenvolveu. 
Apenas na segunda consulta ela recebeu o 
diagnóstico e o tratamento adequado, pois na pri-
meira foi receitada uma pomada para herpes sim-
ples, de modo que os sintomas se intensi𿿿caram,
a dor se tornou insuportável e as bolhas aumenta-
ram e começaram a estourar. 
Embora tenham nomes semelhantes, herpes e 
herpes-zóster são doenças totalmente distintas. A 
primeira é provocada pelo HSV (do inglês, Her-
pes simplex virus), enquanto que a segunda é re-
sultado da reativação da infecção latente do VZV 
(do inglês, Varicella zoster virus), o mesmo vírus 
responsável pelo desenvolvimento da doença co-
nhecida como catapora. 
Segundo Maisa Kairalla, presidente da Socie-
dade Brasileira de Geriatria e Gerontologia, her-
pes-zóster é mais comum após os 50 anos de ida-
de, mas o estresse vemmudando o per𿿿l daqueles
afetados pela infecção e fazendo a doença apare-
cer cada vez mais cedo. 
Disponível em: . [Adaptado].Acesso em: 18 ago. 2018.
Sobre vírus, é correto a𿿿rmar que:
01. tanto o vírus do herpes simples como o vírus 
do herpes-zóster podem permanecer no es-
tado inativo e se manifestar sob determina-
das condições 𿿿siológicas.
02. nem todos os vírus são parasitas; os bacteri-
ófagos, por exemplo, são comensais de bac-
térias.
04. herpes, catapora, malária, dengue, poliomie-
lite, raiva, hanseníase e tuberculose são do-
enças causadas por vírus.
08. os retrovírus possuem nas suas células a en-
zima transcriptase reversa e a molécula de 
DNA como material genético.
16. alguns vírus possuem, além do capsídeo e
do material genético (DNA ou RNA), uma 
membrana derivada da célula hospedeira.
3. (Unifor CE) O ZIKA vírus foi inicialmente iso-
lado em macacos Rhesus na África, em 1947,
e é responsável, nos dias atuais, por uma ar-
bovirose emergente no mundo. Este vírus de-
monstra ter tropismo pelas células neuronais
e, embora a doença tenda a evoluir de forma
favorável, há relatos de complicações neuro-
lógicas tardias, como a síndrome de Guillain-
-Barré, e microcefalia fetal relatados nas epi-
demias recentes no Brasil. Sobre os vírus em
geral e suas particularidades, julgue as a𿿿rma-
tivas que se seguem:
I. São capazes de produzir energia de maneira 
autônoma e e𿿿ciente.
II. Apresentam proteínas e ácido nucleico.
III. Dependem do metabolismo da célula hospe-
deira para se replicar.
IV. Podem possuir DNA ou RNA como ácido nu-
cleico.
V. Todos possuem material genético circundado
por membrana plasmática.
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São corretas apenas as a𿿿rmações:
a) I, II e III.
b) II, III e IV.
c) III, IV e V.
d) I, II e V.
e) II, III e V.
4. (Fameca SP) Observe a estrutura bioquímica
interna e externa do HIV, representada de ma-
neira estilizada.
(www.𿿿ocruz.br. Adaptado.)
A região apontada pela seta é responsável
pela adsorção viral à membrana plasmática
das células alvo. É correto a𿿿rmar que a seta
indica
a) lipídeos do envelope viral, que se ligam aos li-
pídeos da membrana dos neutró𿿿los.
b) proteínas do cápside viral, que se ligam às
proteínas da membrana dos acidó𿿿los.
c) proteínas da membrana viral, que se ligam aos 
lipídeos da membrana dos macrófagos.
d) lipídeos do cápside viral, que se ligam ao glico-
cálix da membrana dos eosinó𿿿los.
e) proteínas do envelope viral, que se ligam ao 
glicocálix da membrana dos linfócitos.
5. (FGV) Em entrevista aos meios de comunica-
ção, o infectologista David Uip, à época dire-
tor-executivo do INCOR, a𿿿rmou que, ao longo
dos últimos séculos, as epidemias têm se tor-
nado menos avassaladoras, ou seja, algumas
doenças, apesar do alto potencial de transmis-
são, apresentam taxas de mortalidade meno-
res que antigamente. Tal fato, cogita o médi-
co, deve-se à “esperteza” do vírus, adquirida
ao longo das gerações.
Essa propriedade do elemento viral – a sua es-
perteza – pode ser compreendida no contexto
de um conceito biológico que é:
a) a mutação. Os vírus sofrem mutações espe-
cí𿿿cas visando tornarem-se menos virulentos.
Desse modo, propiciam quadros mais leves 
da doença, o que resulta em menor número
de óbitos, além de permitir que proliferem por 
mais tempo.
b) a evolução. Os vírus evoluem visando tor-
narem-se menos virulentos. Desse modo, 
propiciam quadros mais leves da doença,
o que resulta em menor número de óbitos, 
além de permitir que proliferem por mais 
tempo.
c) a seleção natural. As formas mais virulentas
são eliminadas juntamente com seus hospe-
deiros e as formas que propiciam quadros 
mais leves da doença, o que resulta em menor
número de óbitos, acabam por se proliferar por 
mais tempo.
d) a adaptação. Independentemente dos vírus,
os hospedeiros se adaptam ao grau de viru-
lência do agente patogênico, tornando-se mais 
resistentes à doença, o que resulta em menor
número de óbitos e oportunidade para os vírus 
proliferarem por mais tempo.
e) a competição. As formas mais virulentas do
agente patogênico, mais e𿿿cientes em pro-
vocar a doença, proliferam mais rapidamente
que as formas menos virulentas. Desse modo, 
ao longo das gerações, aumentam em frequ-
ência na população de hospedeiros.
6. (UERJ) A gripe conhecida popularmente co-
mo gripe suína é causada por um vírus in-
uenza A.
Esse tipo de vírus se caracteriza, dentre ou-
tros aspectos, por:
 ser formado por RNA de 𿿿ta simples (-), inca-
paz de atuar como RNA mensageiro ou de sin-
tetizar DNA nas células parasitadas;
 os RNA complementares do RNA viral pode-
rem ser traduzidos em proteínas pelo apare-
lhamento celular.
Os esquemas a seguir apresentam um resumo
de etapas dos processos de replicação de al-
guns dos vírus RNA, após penetrarem nas cé-
lulas.
 
 
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O tipo de replicação encontrado no vírus infuenza A está representado no esquema de número:
a) I
b) II
c) III
d) IV
TEXTO: 1 - Comum à questão: 7
Em setembro de 2015, representantes de mais de 150 países membros da Organização das Nações Unidas 
(ONU) decidiram adotar uma agenda comum de desenvolvimento: a Agenda 2030. Essa agenda é com-
posta por 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), e tem como metas a atingir até 2030, entre 
outras, a erradicação da fome e da pobreza, a promoção da saúde e da educação de qualidade, a promoção da 
igualdade de gênero e a garantia do acesso à água potável.
 Acesso em: 23.04.2022.
 
7. (Fatec SP) A dengue, uma doença negligen-
ciada por anos, se alastra rapidamente pelo
globo.
 Considerando as características gerais dessa 
doença, é correto a𿿿rmar que:
a) a contaminação ocorre por contato direto com
a saliva ou o muco de uma pessoa infectada, 
por meio de gotículas respiratórias produzidas 
ao tossir ou espirrar.
b) os agentes causadores são microscópicos e 
dotados de núcleo organizadocapaz de orien-
tar a produção de proteínas prejudiciais ao or-
ganismo humano.
c) a transmissão poderia ser evitada com a elimi-
nação de reservatórios de água parada onde
se reproduzem os insetos vetores.
d) o tratamento é feito por meio de antibióticos, 
que inibem a proliferação celular dos agentes
causadores da doença.
e) a melhor maneira de prevenção é uma vacina
especí𿿿ca produzida a partir de bactérias ate-
nuadas ou mortas.
 
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8. (UFGD MS)
 
PARA GERAR VARIANTES, VÍRUS
REQUER TEMPO E OPORTUNIDADE
Natália Pasternak
O surgimento de variantes do novo coronaví-
rus trouxe, de carona, dúvidas, especulações 
e até teorias de conspiração. Mutações e varian-
tes fazem parte da vida normal de todo microrga-
nismo. Qualquer pessoa que tenha trabalhado em 
um laboratório de microbiologia já teve a oportu-
nidade de ver a evolução acontecendo em tempo 
real. Variantes deste vírus, portanto, não são ne-
nhuma surpresa. […]. Mas se tivéssemos feito a 
lição de casa, usando máscaras, evitando aglome-
rações e cumprido o distanciamento, seria muito 
mais difícil surgirem variantes e, caso surgissem, 
que se propagassem. Variantes não devem ser 
usadas como desculpas por governantes para se 
eximir da responsabilidade de conter a pandemia.
Disponível em: https://www.revistaquestao
deciencia.com.br/questao-de-fato/2021/03/10/
para-gerar-variantes-virus-requer-tempo-e-
oportunidade. Acesso em: 05 ago. 2021.
Considerando o texto e os conhecimentos
de evolução e genética, assinale a alternativa
correta.
a) A mudança de um nucleotídeo de uma molé-
cula de RNA do vírus sempre modi𿿿ca a estru-
tura de sua proteína, pois para cada códon há 
um aminoácido especí𿿿co.
b) Quanto maior for o tempo de replicação dos ví-
rus, menor a probabilidade do surgimento de 
novas variantes.
c) É possível que a seleção natural aja sobre va-
riantes do novo coronavírus, selecionando 
aquelas que tenham mutações que aumentam
sua transmissão.
d) Conhecimentos evolutivos não têm relação
com o estabelecimento de estratégias de 
diminuição da transmissão do novo coro-
navírus, como o uso de máscaras e de va-
cinas.
e) Os vírus produzem mutações para se adapta-
rem quando são submetidos a condições des-
favoráveis a eles.
 
9. (Fac. Israelita de C. da Saúde Albert Einstein SP)
 
A fome é, por isso, historicamente, uma ame-
aça constante. E doenças graves sempre 
afetaram as suas populações. Quando os africa-
nos começavam a se alegrar com vitórias nesse 
campo — a erradicação da varíola, por exemplo 
—, surgiu um novo agelo, a aids, cujo avanço
não foi contido a tempo devido, em grande par-
te, às atitudes de políticos e de religiosos que 
negavam a existência do drama ou se opunham 
às medidas de proteção.
(Alberto da Costa e Silva. 
A África explicada aos meus 𿿿lhos, 2008.)
O texto associa a rápida disseminação da aids
na África, nas últimas décadas do século XX,
entre outros fatores,
a) às carências alimentares das populações do
continente.
b) à ausência da presença efetiva de colonizado-
res europeus no continente.
c) à abolição de valores morais das religiosida-
des tradicionais africanas.
d) às semelhanças entre as formas de contágio
dessa doença e da varíola.
e) à ausência de políticas públicas voltadas ao
controle dessa doença.
10.(Fac. Israelita de C. da Saúde Albert Einstein SP)
 
Pandemia H1N1
(www.nexojornal.com.br, 04.11.2016. Adaptado.)
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 IV
Considerando a espacialização da H1N1 e as
características do período em que essa pande-
mia ocorreu, depreende-se do mapa que:
a) as barreiras sanitárias protegeram os países 
desenvolvidos da maior propagação do vírus.
b) as conexões globais contribuíram para o au-
mento da disseminação do vírus.
c) os trabalhos precários em áreas de fronteiras 
intensi𿿿caram a dispersão do vírus.
d) as zonas climáticas contribuíram para a ampla 
distribuição do vírus pelo globo.
e) as fragilidades socioeconômicas determina-
ram a distribuição espacial do vírus.
11.(UniCesumar PR) Quando uma doença infec-
ciosa atinge um grande número de pessoas,
em escalas continentais ou globais, ocorre
uma pandemia. Diversos pesquisadores vêm
alertando sobre os riscos de uma pandemia de 
zika, uma doença causada por vírus e que che-
gou ao Brasil em 2014. No momento, a princi-
pal medida para controlar a doença é:
a) vacinar massivamente a população urbana e
do campo.
b) o uso rápido de antibióticos de terceira gera-
ção.
c) o tratamento adequado do esgoto, da água po-
tável e do lixo.
d) eliminar os focos do mosquito da febre amare-
la.
e) aplicar o soro especí𿿿co assim que a doença é
diagnosticada.
12.(FCM MG) Analise o grá𿿿co que se refere à taxa de incidência de Dengue em estados barsileiros,
no período de 2001 a 2015.
 
Fonte: http://sage.saude.gov.br/
Figura 1 - Taxa de incidência de dengue e número absoluto de óbitos por dengue em metrópoles brasileiras (2001-2015).
(http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-40142016000100029)
Após análise da imagem, é CORRETO a𿿿rmar:
a) Em 2008, o maior número de óbitos corresponde ao maior pico endêmico.
b) No ano de 2004, uma cepa mais virulenta estava presente no ambiente.
c) Em 2015, a doença apresentou o seu maior pico epidêmico.
d) De 2001 a 2015, ocorreu uma pandemia da doença.
13.(UFU MG)
 
O Truvada é o nome comercial da associação entre duas drogas antirretrovirais (anti-HIV). Nos Esta-
dos Unidos, ele já é utilizado pelos adultos desde 2012; no Brasil, a Agência Nacional de Vigilância 
Sanitária (ANVISA) o aprovou em 2017. O esquema abaixo representa o seu funcionamento como tera-
pia preventiva.
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.
Acesso em 14.fev. 2019. (Adaptado).
Qual o mecanismo de ação do Truvada?
a) Estimular o organismo a gerar uma resposta imunológica ao HIV.
b) Evitar a entrada do vírus no organismo.
c) Combater as moléculas de DNA viral das células infectadas.
d) Inibir que a replicação do vírus seja completada nas células de defesa.
14.(UNITAU SP)
 
O Portal Saúde, do Governo Federal, em tex-
to referente ao XI Congresso da Sociedade
Brasileira de DST e ao VII Congresso Brasilei-
ro de AIDS, destaca a problemática da coinfec-
ção HIV/AIDS e tuberculose: no Brasil, o ris-
co de uma pessoa que vive com HIV/AIDS ad-
quirir tuberculose (TB) é 28 vezes maior, quan-
do comparada à pessoa sem HIV/AIDS. O uso 
de terapia antirretroviral (TARV) em pacientes 
coinfectados resultou em queda de 44% no nú-
mero de mortes por TB e no aumento da por-
centagem de cura para tuberculose em 35%, em 
comparação aos pacientes que não 𿿿zeram uso
da terapia.
Adaptado de http://portalsaude.saude.gov.br/
index.php/component/
search/?searchword=aids&searchphrase=all
&Itemid=242. Acesso em out. de 2017.
Assinale a alternativa que indica CORRETA-
MENTE a ação dos antirretrovirais.
a) A ação da terapia antirretroviral ocorre direta-
mente no material genético dos agentes cau-
sadores da AIDS e da tuberculose, provocan-
do a morte dos patógenos.
b) Os antirretrovirais estimulam o organismo do 
doente a produzir mais anticorpos, o que le-
va ao combate ao bacilo que provoca a tu-
berculose.
c) Os antirretrovirais atuam como antibióticos, 
controlando a multiplicação do vírus HIV e do
bacilo da tuberculose, possibilitando que o or-
ganismo combata as doenças.
d) A atuação dos antirretrovirais sobre o ácido
desoxirribonucleico viral, presente no HIV, per-
mite ao sistema imunológico combater a bac-
téria causadora da tuberculose.
e) A terapia antirretroviral age inibindo a repli-
cação viral, o que ocasiona menor destruição
das células de defesa, importantes no comba-
te ao bacilo da tuberculose.
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15.(Unesp SP) Considere as seguintes manche-
tes, noticiadas por diferentes meios de comu-
nicação no primeiro semestre de 2015:
Brasil pode ser o primeiro país a ter vacina 
contra a dengue.
Mosquito da dengue é o mesmo que transmi-te a febre chicungunya. 
Sobre a relação existente entre esses dois te-
mas, vacina contra dengue e febre chikun-
gunya, é correto a𿿿rmar que a vacina:
a) diminuirá o número de casos de dengue, mas 
poderá contribuir para o aumento do número 
de pessoas com febre chikungunya.
b) fará diminuir o tamanho das populações de
Aedes aegypti, diminuindo o número de casos 
de dengue e o número de casos de febre chi-
kungunya.
c) tornará as pessoas imunes a ambas as doen-
ças, mas a presença de mosquitos Aedes ae-
gypti no ambiente continuará alta.
d) tornará as pessoas imunes ao mosquito Ae-
des aegypti, mas não imunes aos agen-
tes etiológicos da dengue e da febre chikun-
gunya.
e) protegerá contra a febre chikungunya apenas 
nos casos em que o Aedes aegypti for porta-
dor de ambos os agentes etiológicos.
EXERCÍCIOS DE APROFUNDAMENTO:
1. (PUC RJ) Os seres vivos são descendentes de um ancestral unicelular que surgiu há, aproximada-
mente, 4 bilhões de anos. Devido a sua ancestralidade comum, os organismos, com exceção dos
vírus, compartilham algumas características não encontradas no mundo inanimado.
a) Descreva as características compartilhadas pelos organismos.
b) Quais são as exceções que levam os cientistas a terem dúvidas se os vírus podem ser classi𿿿cados co-
mo seres vivos?
2. (UEL PR) Leia o texto a seguir.
De origem africana, o vírus Chikungunya (ou VCHIK) chegou recentemente às Américas, incluindo 
o Brasil. Em nosso país, ele poderá se tornar um caso sério de saúde pública porque pode ser trans-
mitido pelos mosquitos Aedes aegypti e Aedes albopictus, por apresentar um elevado número de vírus no 
sangue na fase aguda da doença e pela falta de imunidade da população brasileira. O genoma desse ví-
rus é composto de uma molécula de ácido ribonucleico (RNA) de cadeia simples. Assim que invade o ci-
toplasma da célula hospedeira, esse RNA costuma servir de molde para a síntese das proteínas responsá-
veis pela sua replicação e pela formação do seu envoltório viral. Ao contrário dos retrovírus, como o HIV, 
ele não produz transcriptase reversa. Além disso, este tipo de vírus costuma apresentar alta taxa de erros 
em sua replicação, o que aumenta a chance de que algumas de suas variantes se adaptem a novas condi-
ções ambientais.
(Adaptado de: .
Acesso em: 31 ago. 2015.)
Com base no texto e nos conhecimentos sobre genética e evolução, responda aos itens a seguir.
a) O esquema a seguir é uma representação simpli𿿿cada de como a maioria dos organismos vivos da Ter-
ra, como bactérias, eucariotos, retrovírus etc., se replicam e expressam a informação genética.
 
Reproduza o esquema incluindo as informações referentes à forma de replicação e à expressão gêni-
ca dos vírus semelhantes ao Chikungunya.
b) Dentro da teoria evolutiva moderna, de que forma a mutação contribui para o processo evolucionário?

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