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Olá, Estudantes! 👋
Bem-vindos à Unidade III , onde mergulharemos em um universo ainda mais
fascinante: os vírus ! 🌟
Até agora, exploramos as bactérias e aprendemos sobre sua estrutura, morfologia e
funcionamento. Mas e o vírus? Seriam eles seres vivos? 🤔 Apesar de sua
simplicidade estrutural, eles têm um impacto gigantesco na saúde, na ciência e até
no nosso cotidiano.
Nesta unidade, vamos desvendar os mistérios dessas parasitas intracelulares
obrigatórias, entendendo seus ciclos de vida, os desafios do tratamento e sua
incrível capacidade de adaptação. Prepare-se para aprender sobre viroses, efeitos
citopáticos e métodos modernos de diagnóstico viral.
Vamos juntos explorar o incrível e desafiar o mundo dos vírus? 🔬🚀
Aula 1 - Vírus - estranhos e fascinantes
Aula 2 - Vírus de interesse médico e tratamento
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Parasitologia e Microbiologia - Unidade III
Na Microbiologia, além das bactérias, outros dois grupos de microrganismos são
estudados: os fungos e os vírus. Bem diferentes da célula bacteriana procarionte, esses
dois grupos são formados por organismos muito particulares na sua estrutura e
composição.
Os fungos pertencem ao Reino Fungi, são eucariontes, suas células possuem parede
celular, não realizam fotossíntese e podem ser uni ou multicelulares. Os fungos podem
ser nossos aliados em processos vitais, como a produção de alimentos e
medicamentos, ou nossos inimigos, causando doenças que desafiam a medicina
moderna ou provocando a deterioração de produtos.
Lesson 1 of 3
Aula 1 - Vírus - estranhos e fascinantes
Já os vírus, são seres microscópicos, invisíveis a olho nu, desprovidos de célula, mas com um
poder extraordinário de influenciar e manipular os sistemas biológicos. O estudo dos vírus é um
dos tópicos mais relevantes da biologia contemporânea, especialmente à luz dos eventos
recentes que nos mostraram a importância crítica de compreendê-los, como a pandemia de
COVID-19.
Nessa unidade vamos nos aprofundar nos mistérios da Virologia. Prontos pra começar?
Microrganismo sem célula? Pode isso?
A resposta para a pergunta do título é: SIM! O vírus!
A estrutura dos vírus é uma maravilha da simplicidade, mas ao mesmo tempo, uma
engenhosidade da eficiência. Esses agentes infecciosos microscópicos, que se
encontram na fronteira entre a vida e não-vida, tem uma organização extremamente
compacta e funcional que lhes permite cumprir seu único objetivo: invadir células
hospedeiras e replicar-se.
A estrutura básica de um vírus pode ser dividida em duas partes:
Os vírus podem ter DNA ou RNA como seu material genético, nunca os dois ao mesmo tempo.
Ainda, estes podem se apresentar como fita simples ou dupla fita.
MAT E R I A L G E N É T I C O C A PSÍ DE O O U C Á PSI DE
É a estrutura protetora que envolve o material genético viral. Ela é composta por proteínas
chamadas capsômeros, que se organizam numa forma geométrica específica. O capsídeo tem a
função de proteger o material genético do vírus e ajudar na sua entrada na célula hospedeira.
MAT E R I A L G E N É T I C O C A PSÍ DE O O U C Á PSI DE
Vírus Envelopados
Alguns vírus, além do material genético e capsídeo, possuem um envelope, sendo chamados de
vírus envelopados. Esse envelope é uma estrutura de membrana celular. Sim! Membrana celular!
Mas como o vírus, um ser acelular, possuiria uma estrutura celular?
O envelope é adquirido durante a liberação dos vírus de uma célula infectada e pode conter
proteínas virais que facilitam a infecção de outras células. Ou seja, ao serem liberados das
células, os vírus envelopados levam consigo parte da própria célula hospedeira.
Além dessas estruturas essenciais, alguns vírus podem ter estruturas adicionais, como ganchos,
espículas ou fibras na superfície, que facilitam a ligação com as células hospedeiras.
A morfologia viral é muito variada, assumindo diversas formas geométricas. Na imagem
podemos observar alguns exemplos de vírus e sua variedade morfológica.
🧬 Videoaula 9: Vírus é um Ser Vivo? 🦠
Descubra os segredos por trás da existência dos vírus e explore uma questão
intrigante: eles podem ser considerados seres vivos? Entenda como suas estruturas,
comportamento e dependência de células hospedeiras os colocam na fronteira entre a
vida e a não-vida.
🎥 Dê o play e mergulhe nesse debate fascinante! 🔬✨
Parasita intracelular obrigatório
Os vírus, por serem acelulares, são parasitas intracelulares obrigatórios, o que
significa que eles não podem se reproduzir ou realizar atividades metabólicas fora de
uma célula hospedeira. Dessa forma, a reprodução (ou replicação) viral envolve a
utilização de recursos da célula hospedeira para criar novos vírus.
Duvido que você conheça algum organismo tão parasita assim! Além de invadir a
célula, ele utiliza toda a sua estrutura, organelas, nutrientes e energia para produzir
novos vírus.
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Existem dois principais ciclos de reprodução viral, que são chamados de Ciclo Lítico e
Ciclo Lisogênico. A imagem 6 traz uma ilustração de como esses ciclos funcionam
numa célula bacteriana infectada por bacteriófagos (vírus que infectam bactérias).
Infecções em células bacterianas são bons modelos para estudarmos sobre o processo
de replicação viral. Entretanto, como as células animais são diferentes, vamos observar
algumas modificações quando se tratar de uma infecção viral em células humanas.
Vamos entender as características e diferenças entre o ciclo lítico e lisogênico em uma
célula humana.
CICLO LÍTICO:
É caracterizado pela rápida multiplicação viral e pela destruição da célula hospedeira,
levando à propagação maciça do vírus no tecido infectado. Podemos então dizer que o
ciclo lítico sempre será sintomático. Ele pode ser organizado nas seguintes fases:
CICLO LISOGÊNICO
É caracterizado pela permanência do material genético viral de forma inativa na célula
hospedeira, integrado ao genoma da célula por um tempo prolongado e indeterminado
antes de ser reativado. O interessante desse ciclo é que, caso a célula sofra divisão
(mitose), o genoma viral será replicado juntamente com o genoma celular. Durante a
fase lisogênica, a infecção viral é assintomática.
A capacidade de alguns vírus de alternarem entre ciclo lítico e lisogênico permite que
se adaptem a diferentes condições ambientais e às defesas do hospedeiro, tornando-
os agentes infecciosos altamente eficazes e versáteis.
Adsorção: vírus se liga à célula hospedeira
Penetração: por endocitose ou fusão
Desnudamento ou Decapsidação: degradação do capsídeo, com
consequente liberação do material genético
Biossíntese (Replicação e transcrição): são produzidos novos
materiais genéticos virais e novas proteínas virais
Maturação (montagem): novas estruturas virais são organizadas
com as moléculas produzidas na fase anterior
Liberação: por lise celular - a membrana plasmática da célula
hospedeira se rompe (sofre lise), liberando muitos vírus para
infectar novas células e prosseguir a infecção; por brotamento: as
partículas virais sintetizadas na célula se aproximam da
membrana plasmática e são liberadas da célula envolvidas nessa
membrana, que se torna seu envelope.
🧫 Videoaula 10: Não Tenho Célula, Mas Posso Usar a
Sua! 🦠
Explore como os vírus, mesmo sendo acelulares, conseguem invadir células
hospedeiras e utilizá-las para se multiplicarem. Aprenda sobre os ciclos líticos e
lisogênicos e descubra como essas parasitas microscópicas desafiam as fronteiras da
biologia.
🎥 Dê o play e desvende os segredos da reprodução viral! 🔬✨
Leitura direto da fonte
00:02
capa do livro
ALTERTHUM, Flavio. Microbiologia. 6. ed. São Paulo: Atheneu, 2015.
Capítulo: cap.73; cap. 74; cap. 77; cap. 80
Páginas: p. 623-642; 655-660; p. 671-684.
Para aprofundar seu conhecimento a respeito dos vírus e sua organização, te convido à leitura
dos capítulos indicados do livro de Microbiologia. Neles, você encontrará detalhes sobre esse
grupo de microrganismos e expandirá sua visão a respeito da relação dos víruscom os seres
humanos.
Acesso ao Livro na Biblioteca Virtual UniFECAF
Para acessar o livro e realizar a leitura clique no botão ao lado.
ACESSAR O LIVRO
C L I Q U E A Q U I
Prepare-se para mais uma jornada de conhecimento! Avance
para a próxima aula!  ⬇
https://plataforma.bvirtual.com.br/Leitor/Publicacao/168178/pdf/0?code=oqEDhyu1jaKlEJ+yqHWxmXsbinPHjxMX+Wj2R65dk6uSpSjiBxaMFojoTdNX9aI2k5ue+YNR2lGqSZL/R9qmgw==
Lesson 2 of 3
Aula 2 - Vírus de interesse médico e tratamento
Existem inúmeros vírus de interesse médico que causam
doenças em seres humanos. Será que você seria capaz de citar
5 ou 10 doenças que são causadas por vírus?
Neste capítulo traremos alguns exemplos para refrescar sua
memória.
ARBOVIRUS
São os vírus que são transmitidos por artrópodes (insetos e aracnídeos) para seus
hospedeiros vertebrados, incluindo o ser humano.  Existem centenas de tipos de
arbovírus, sendo que as principais doenças transmitidas ao ser humano de relevância
em nosso país estão relacionadas à transmissão pelo mosquito Aedes aegypti
Com certeza você já ouviu falar sobre as viroses: DENGUE, FEBRE AMARELA,
ZIKAVIRUS e CHIKUNGUNYA. Na tabela a seguir (Tabela 1), segue um resumo sobre
algumas características dessas arboviroses.
HEPATITES
As hepatites virais são um grupo de doenças infecciosas que afetam o fígado e são
causadas por diferentes tipos de vírus hepatotrópicos, ou seja, com afinidade especial
por esse órgão vital. Essas infecções podem variar em gravidade, desde casos leves e
autolimitados até formas crônicas e graves que podem levar a danos hepáticos
significativos.
1
INFLUENZA
A gripe, também conhecida como influenza, é uma das doenças infecciosas mais
comuns e amplamente reconhecidas em todo o mundo. Ela é causada pelo vírus
Influenza, um vírus de RNA que pertence à família Orthomyxoviridae. A gripe é uma
preocupação sazonal e ocasionalmente pode dar origem a epidemias e pandemias que
afetam milhões de pessoas em todo o mundo.
Os sintomas da gripe incluem febre, dor de garganta, tosse, dores musculares, fadiga
e congestão nasal. Embora a maioria das pessoas se recupere da gripe em alguns dias a
algumas semanas, a infecção pode ser grave, especialmente em grupos de risco.
2
POLIOMIELITE
A poliomielite, também chamada de pólio, é uma doença viral altamente contagiosa
que afeta o sistema nervoso e pode causar paralisia muscular permanente,
especialmente em crianças pequenas (imagem 11). Por isso, também é chamada de
paralisia infantil.
A doença é causada por um vírus de RNA não envelopado chamado Poliovírus,
pertencente à família Picornaviridae.
Devido ao sucesso de campanhas de vacinação, a pólio já foi eliminada em grande
parte do mundo, ocorrendo esporadicamente em alguns locais.
3
PAPILOMAVÍRUS
O HPV (Papilomavírus humano) é um vírus de DNA da família Papillomaviridae, de
caráter epiteliotrópico, que infecta pele e mucosas de homens e mulheres, podendo
causar verrugas anogenitais e até mesmo câncer, a depender do tipo de vírus da
infecção (imagem 12). A infecção pelo HPV é considerada uma IST (infecção
sexualmente transmissível).
Existem mais de 100 tipos de HPV, dos quais pelo menos 14 são considerados de alto
risco, ou seja, com potencial carcinogênico. Segundo o INCA (Instituto Nacional do
Câncer), dois tipos de HPV (tipos 16 e 18) são responsáveis por cerca de 70% dos casos
de câncer de colo de útero e lesões pré-cancerosas. Também há evidências científicas
que relacionam o HPV com cânceres do ânus, vulva, vagina, pênis e orofaringe.
4
ROTAVIROSE
A rotavirose é uma gastroenterite viral causada pelo Rotavírus, um vírus RNA não
envelopado, pertencente à família Reoviridae. A infecção por rotavírus se manifesta
por vômitos e diarreia aquosa e geralmente é autolimitada e de curta duração em
adultos saudáveis. Em locais com acesso limitado a cuidados médicos, há o risco de
desidratação severa e morte.
5
AIDS (Síndrome da Imunode�ciência
Humana)
A AIDS é causada pelo HIV (Vírus da Imunodeficiência Humana).
O HIV é um retrovírus do gênero Lentivirus. Retrovírus são vírus de RNA, envelopados,
que possuem uma enzima chamada TRANSCRIPTASE REVERSA, capaz de transcrever o
RNA viral em DNA viral dupla fita.
A transmissão se dá por sangue ou secreções como o esperma, secreção vaginal ou
leite materno. Em muitos casos a infecção é assintomática. Já, para outros pacientes,
os sintomas se assemelham a uma virose qualquer, incluindo febre, mal-estar,
gânglios pelo corpo, cefaleia e cansaço.
O HIV afeta células do sistema imunológico específicas, chamadas de Linfócitos T CD4.
Essas células são cruciais para o desenvolvimento de uma resposta imunológica
normal. Por isso, com o desenvolvimento da infecção, o paciente com HIV se torna
incapaz de responder a qualquer tipo de agente infeccioso, o que pode levá-lo à morte.
Os vírus, sendo parasitas intracelulares obrigatórios, diferentemente de outros
agentes infecciosos como bactérias ou fungos, não costumam permanecer por muito
tempo fora de células. Portanto, o desafio inicial quando se trata de antivirais é como
atacar um inimigo que se esconde dentro de nossas próprias células.
E como tratar viroses se estamos lidando com organismos que
nem célula tem?
Dentre as principais dificuldades de se utilizar com sucesso um antiviral, podemos
destacar:
Alguns mecanismos de ação de antivirais incluem:
Grande variedade viral: pelos vírus serem muito diferentes e
variados entre si, se torna extremamente complexo encontrar
uma abordagem única para várias infecções virais.
1
Resistência Viral: vírus tem alta capacidade de mutação, o que
compromete a ação da eficácia de antivirais ao longo do tempo.
2
Diferentes fases virais: os vírus, durante a infecção, passam por
diversos estágios. Possivelmente o antiviral será eficaz em alguma
fase, mas não em todas.
3
Toxicidade e efeitos colaterais: como o vírus é um parasita
intracelular obrigatório, torna-se um desafio afetar o vírus e
preservar a célula do hospedeiro.
4
Inibidores de transcriptase reversa: impedem a transcrição de
RNA em DNA viral
Inibidores de DNA-polimerase: inibem o alongamento do DNA
viral
Inibidores de fusão: impedem que o vírus se liga à célula
hospedeira
Inibidores de neuraminidase: inibem a liberação de novos vírus na
infecção
Imunomoduladores: agem sobre o sistema imunológico do
paciente, auxiliando a resposta imune contra o vírus
Abaixo, imagens de dois antivirais bastante conhecidos: Tamiflu
(usado para tratar Influenza) e Aciclovir (usado para tratar
Herpes).
Pelas dificuldades apresentadas para um
tratamento farmacológico, a melhor
abordagem para doenças virais se torna a
prevenção (vacinas) e manutenção de um bom
sistema imunológico.
🦠 Videoaula 11: A Virose Nossa de Cada
Dia 🌍
Descubra como os vírus impactam nossa saúde no dia a dia! Nesta aula, vamos
explorar as principais doenças de interesse médico, discutir formas de prevenção,
tratamentos e os desafios que esses agentes microscópicos representam para a
medicina moderna.
🎥 Dê o play e aprofunde seu conhecimento sobre as viroses que nos cercam! 🔬✨
00:02
Efeitos citopáticos e métodos de
diagnóstico viral
Já vimos que os vírus são parasitas intracelulares e que, por sua estrutura ser muito
pequena, não é possível observá-los na microscopia óptica. Como então é realizada a
identificação de um vírus?
Os vírus se multiplicam dentro das células hospedeiras. Nesse processo, ele pode
causar danos diretos às células, como a destruição de organelas, alterações no
citoesqueleto, fusão celular e, eventualmente, a morte celular. A essas alterações
morfológicas e funcionais que ocorrem nas células hospedeiras devido à infecção viral
chamamos de Efeito Citopático (ECP). Além das alterações morfológicas, o ECP pode
surgir indiretamente, pela ativação de mecanismos de defesa do hospedeiro, como
apoptose, ou pela liberação de fatores tóxicos. Os efeitos citopáticos variam de acordo
com o tipo de víruse as células infectadas. Por isso, o efeito citopático se tornou um
critério fundamental no diagnóstico laboratorial de infecções virais. Em culturas de
células, a presença de alterações morfológicas características pode indicar a presença
de determinados vírus, como o herpesvírus ou o vírus da poliomielite.
Algumas manifestações dos efeitos citopáticos incluem:
Ruptura celular: causada pela liberação de partículas virais ao final
da replicação.
Fusão de células vizinhas: formando células gigantes
multinucleadas (sincícios).
Formação de corpúsculos de inclusão: depósitos anormais de
proteínas virais ou resíduos celulares no citoplasma ou núcleo.
Além de ser usado para diagnóstico de infecções virais, a
compreensão do ECP auxilia na manipulação de vírus
atenuados, usados em vacinas, garantindo que eles sejam
incapazes de causar efeitos citopáticos significativos no
organismo humano, mas ainda induzam uma resposta imune
eficiente. Ademais, fornece informações cruciais sobre os
mecanismos pelos quais os vírus interagem com as células
hospedeiras e provocam doenças, permitindo o
desenvolvimento de terapias antivirais específicas.
Redução do metabolismo celular: comprometendo a função
normal das células.
Podemos concluir que o efeito citopático não é apenas uma
consequência inevitável de infecções virais, mas também
uma ferramenta valiosa para a pesquisa, diagnóstico e
desenvolvimento de estratégias terapêuticas na área da
saúde.
Porém, atualmente, com o desenvolvimento da biotecnologia,
a grande parte dos diagnósticos virais se dá pelo uso de
métodos imunológicos e biomoleculares. Vamos a alguns
exemplos:
Diagnóstico Imunológico
Permite identificar antígenos virais (métodos diretos) ou anticorpos (método indireto
/ sorologia). Podemos citar os métodos de ELISA (Ensaio ImunoEnzimático),
Western-Blot, Imunofluorescência e Radioimunoensaio.
1
Diagnóstico Biomolecular
A técnica mais utilizada é a PCR (Reação em Cadeia da Polimerase). Nesse teste, o
material genético do vírus é amplificado e depois avaliado em um gel de eletroforese,
onde é comparado a um padrão de referência. Hoje em dia também existe o PCR em
tempo real, que dispensa a realização do gel. Isso porque o resultado é baseado na
emissão de fluorescência e detecção por laser.
2
🧪 Videoaula 12: Quando os Vírus Deixam Marcas:
Efeito Citopático e Diagnóstico Viral Desvendados 🔬
Nesta aula, vamos explorar como os vírus impactam as células hospedeiras, causando
alterações visíveis como efeitos citopáticos (ECP). Além disso, descubra os principais
métodos de diagnóstico viral, como imunológicos e biomoleculares, e entenda como a
ciência desvenda os mistérios dos vírus.
🎥 Dê o play e mergulhe nessa jornada científica fascinante! 🦠✨
Para mergulhar no assunto ...
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FILME
Que tal assistir ao filme "Contágio"? Disponível em diversas plataformas de streaming, este filme de 2011,
dirigido por Steven Soderbergh, aborda uma epidemia viral que se espalha rapidamente pelo mundo,
desafiando a comunidade médica a encontrar uma cura antes que seja tarde demais. É uma história
emocionante e cheia de suspense que explora temas de saúde pública e a resposta a crises sanitárias.
O filme segue a rápida propagação de um vírus letal, transmitido pelo ar, que mata em poucos dias. A
história se concentra na corrida contra o tempo da comunidade médica mundial para encontrar uma cura
e controlar o pânico que se espalha mais rápido do que o próprio vírus.
O elenco é estelar, incluindo Marion Cotillard, Matt Damon, Laurence Fishburne, Jude Law, Kate Winslet,
Gwyneth Paltrow e Bryan Cranston. O roteiro de Scott Z. Burns foi inspirado por eventos reais, como o
surto de SARS de 2002-2004 e a pandemia de gripe A de 2009. O filme foi elogiado por sua narrativa e
performances, além de sua precisão científica, o que o tornou ainda mais relevante durante a pandemia de
COVID-19.
O que você está esperando? Pegue a pipoca e ligue a TV! Bom filme!
Disponível em:
Amazon Prime
Apple TV
Google Play Filmes
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PODCAST
#109 - Vírus sincicial respiratório - Dra Nancy Bellei
#109 - Vírus sincicial respira#109 - Vírus sincicial respira
Preview Aug 2 · InfectoCast
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Vocês estão prontos para aprofundar seus conhecimentos sobre um dos vírus respiratórios mais
importantes e desafiadores da atualidade? Convidamos vocês a ouvirem o episódio especial do podcast
onde a Dra. Nancy Bellei discute detalhadamente o vírus sincicial respiratório (VSR). Neste episódio, vocês
vão explorar os aspectos clínicos da doença, as vacinas em desenvolvimento, as terapias disponíveis e as
perspectivas futuras. Não percam a oportunidade de se atualizar sobre este tema crucial na pediatria e
geriatria!
ARTIGO CIENTÍFICO
As hepatites virais, causadas pelos vírus A, B, C, D e E, representam importantes desafios globais em
termos de morbimortalidade, exigindo compreensão das características de cada tipo para prevenção e
tratamento. Não deixe de ler o artigo indicado a seguir para compreender as diferenças entre elas.
View of Hepatites virais - perspectivas atuais de manejo e prevenção
Return to Article Details Hepatites virais - perspectivas atuais de manejo e prevenção
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https://ojs.brazilianjournals.com.br/ojs/index.php/BJHR/article/view/63752/45841
EXPANDINDO HORIZONTES
Os primeiros relatos de uma doença com características clínicas semelhantes à
dengue em seres humanos datam de antes de Cristo. Hoje, em pleno século XXI, o
Brasil ainda tem enfrentado problemas em exterminar essa virose. Que tal entender
um pouco melhor sobre o vírus da dengue e os seus vetores?
O artigo a seguir pode te ajudar!
Fi n a l i z a r A u l a !
View of A review of dengue virus and its vectors
Return to Article Details A review of dengue virus and its vectors
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https://rsdjournal.org/index.php/rsd/article/view/18733/16839
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Lesson 3 of 3
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