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Exercícios para revisão parcial 
 
1 - Assinale a alternativa correta sobre os institutos da responsabilidade civil de indenizar e da 
indenização. 
A) Só haverá responsabilidade civil por abuso de direito em caso de conduta dolosa do agente causador do dano. 
B) O caso fortuito afasta o dever de indenizar, por rompimento do nexo de causalidade, elemento essencial da 
responsabilidade civil de indenizar. 
C) Age com negligência aquele que, em ato comissivo, atua com inobservância dos limites e regras para aquela 
conduta. 
D) Age com imprudência aquele que, se omitindo, pratica ato ilícito ou abuso de direito. 
 
2 - Analise as assertivas abaixo: 
I - A pessoa jurídica pode postular reparação a título de dano moral, se demonstrada ofensa à respectiva honra 
objetiva. 
II – Admite-se a cumulação entre dano moral e dano material. 
III - A legitimidade para pleitear a reparação por dano moral é da própria vítima, não se admitindo que os 
respectivos parentes demandem reparação a esse título, ainda que se trate de parente de vítima de homicídio. 
IV - Quando a atividade normalmente desenvolvida pelo autor do dano implicar, por sua natureza, risco para os 
direitos de outrem, não se permitirá a alegação de caso fortuito quando o fato for inerente ao risco da própria 
atividade, ao que chamamos de fortuito interno. 
São verdadeiras: 
a) I, II, III e IV. 
b) somente II, III e IV. 
c) somente I e IV. 
d) somente I, II e IV. 
e) somente I e II. 
 
3 - A pessoa jurídica “Celular e Cia Ltda” fez uma compra em um fornecedor de materiais para celulares 
e fez o pagamento mediante boleto. O fornecedor, contudo, por uma falha de sistema, não verificou o 
pagamento e acabou por protestar o título, ensejando a inscrição da “Celular e Cia Ltda” no SERASA. Em 
razão disso, o representante da “Celular e Cia Ltda” procurou um advogado, indagando se poderia 
pleitear danos morais contra o fornecedor. 
Nesse caso, é correto afirmar: 
A) não há direito à indenização por danos morais, tendo em vista que a simples negativação indevida, sem a 
comprovação do dano disso decorrente, não caracteriza dano moral. 
B) há direito à indenização por danos morais, tendo em vista que caracteriza dano moral a inscrição indevida nos 
órgãos de proteção ao crédito. 
C) não há direito à indenização por danos morais, tendo em vista que a pessoa jurídica não pode sofrer dano 
moral. 
D) há direito à indenização por danos morais apenas se os danos sofridos pela “Celular e Cia” forem 
demonstrados e comprovados. 
E) há direito à indenização por danos morais, desde que seja provado que o fornecedor agiu com dolo ou culpa. 
 
4 - À luz da jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça, os danos morais in re ipsa: 
A) precisam ser provados, na medida do sofrimento de cada um, pois não há tabelamento de dano moral; 
B) não se verificam quando as vítimas são incapazes; 
C) verificam-se nos casos de acidente de trânsito em que o condutor culpado se evadiu do local. 
D) verificam-se quando o alimento está contaminado por corpo estranho, ainda que não haja ingestão. 
 
5 - De acordo com a doutrina majoritária e jurisprudência atualizada dos tribunais superiores, 
caracterizam dano moral in re ipsa 
A) acidente de carro sem vítimas. 
B) a simples remessa de fatura de cartão de crédito para a residência do consumidor com cobrança indevida. 
C) atraso de voo internacional. 
D) anotação irregular em cadastro de proteção ao crédito quando preexistente legítima inscrição. 
E) ofensa injusta à dignidade da pessoa humana, especialmente se decorrente de violência domestica. 
 
 
 
6 - Ano: 2023 Banca: FUNDATEC Órgão: IFC-SC Prova: FUNDATEC - 2023 - IFC-SC - Professor - Área: Direito 
No Direito Civil, é correto afirmar que o dano moral: 
A) É autônomo em relação ao dano material. 
B) Somente ocorre em relação a pessoas naturais. 
C) Não pode ser postulado judicialmente em cumulação com o dano estético oriundo do mesmo fato. 
D) Possui critério de indenização tarifado. 
E) Não pode ser reconhecido na forma in re ipsa. 
 
7 - Ano: 2019 Banca: FUNDATEC Órgão: Prefeitura de São Borja - RS Prova: FUNDATEC - 2019 - Prefeitura de 
São Borja - RS - Advogado 
Conforme o entendimento do Superior Tribunal de Justiça: 
A) A pessoa jurídica não está sujeita a dano moral. 
B) Em relação à pessoa jurídica, o dano moral somente ocorre quanto também for verificada a ocorrência de dano 
material. 
C) A indenização por danos morais está tarifada no texto do Código Civil. 
D) O dano moral não pode ser in re ipsa, cabendo à vítima a prova efetiva da sua ocorrência. 
E) São cumuláveis as indenizações por dano moral e estético oriundos do mesmo fato. 
 
8 - Ano: 2021 Banca: VUNESP Órgão: Prefeitura de Várzea Paulista - SP Prova: VUNESP - 2021 - Prefeitura de 
Várzea Paulista - SP - Procurador Municipal 
Um jornalista fez uma matéria, publicada no Jornal “W”, sobre oficinas mecânicas que enganavam os 
clientes utilizando peças não originais nos reparos realizados em veículos. Na matéria jornalística, 
constaram as fotos das oficinas mecânicas que realizavam tal procedimento. Por engano, o jornalista 
inseriu na matéria uma foto do mecânico José, vestido com o uniforme da oficina “X Ltda”, que nunca 
praticou o procedimento denunciado pela matéria jornalística. Sobre o caso hipotético, tendo em vista o 
entendimento da Jurisprudência atual dos Tribunais Superiores, pode-se corretamente afirmar que 
A) apenas José poderá pleitear danos morais, tendo em vista que a pessoa jurídica não pode sofrer dano moral. 
B) José e a pessoa jurídica “X Ltda” podem pleitear danos morais, desde que comprovados. 
C) o dano é in re ipsa, o jornalista e o proprietário do Jornal “W” são responsáveis pela indenização devida a José 
e à pessoa jurídica “X Ltda”. 
D) o valor do dano moral a ser pago a José e à pessoa jurídica “X Ltda” deve ser calculado utilizando-se a teoria 
do punitive damages, adotada pela legislação brasileira. 
E) a responsabilização do proprietário do Jornal “W” decorre de sua culpa presumida (culpa in elegendo ou in 
vigilando) que pode ser elidida por prova contrária. 
 
9 - Henrique Seixas, brasileiro, casado, pedreiro, foi atropelado e morto em 12 de abril de 2020 a caminho 
do seu local de trabalho, deixando a esposa Ana e 4 filhos. O autor do dano, Patrício Otávio, voltava de 
uma festa onde claramente ingeriu bebida alcoólica. Ana procura este escritório afirmando que dependia 
financeiramente da vítima e que vivem, hoje, em extrema pobreza, passando por sérias dificuldades. 
Patrício Otávio alega que houve culpa concorrente da vítima Henrique, visto que a bicicleta não possuía 
nenhum dispositivo luminoso, motivo pelo qual seu comportamento não se enquadra como ato ilícito. 
Diante disso, analise os fatos e responda se está configurado o dever de indenizar, face ao ato ilícito 
cometido por Patrício, bem como o dano sofrido pela vítima e sua companheira e filhos. Em caso positivo, 
dê um parecer informando quais os direitos da família e, havendo algo a receber, como calcular. 
 
10 - Pâmela Porto, brasileira, cabelereira, ansiosa para saborear um macarrão ao molho de tomate, 
dirigiu-se a um supermercado local e adquiriu um sachê de molho da marca Elefantinho. Como mora 
sozinha, Pâmela utilizou parcialmente o sachê, guardando o restante na geladeira. No dia seguinte, ao 
abrir toda a embalagem do produto, identificou algo semelhante a um lagarto. Desesperada, chamou a 
polícia para lavrar um boletim de ocorrência, encaminhando o produto para perícia. Para piorar, no dia 
seguinte, Pâmela apresentou vômito e diarréia, com febre alta, sendo internada por intoxicação 
alimentar grave, ficando 15 dias sem trabalhar. 
Diante da presença de corpo estranho no produto, e do prejuízo decorrente de seu adoecimento, Pâmela 
procura este escritório de advocacia para orientação e, sendo o caso, propor as medidas judiciais 
cabíveis. Oriente Pâmela, sobre a possibilidade de responsabilização civil da empresa fabricante do 
molho de tomate Elefantinho. 
 
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