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Questões resolvidas

A respeito do caso narrado, assinale a afirmativa correta.
Tomás e Vinícius são corresponsáveis pelo dano moral sofrido por Adilson e devem responder solidariamente pelo dever de indenizar.
Tomás e Vinícius são corresponsáveis pelo dano moral sofrido por Adilson e devem responder solidariamente pelo dever de indenizar.
Tomás e Vinícius apenas poderão responder, cada um, por metade do valor fixado a título de indenização, pois cada um poderá alegar a culpa concorrente do outro para limitar sua responsabilidade.
Adilson sofreu danos morais causados por Tomás, portanto, deve receber sua indenização de acordo com a lei civil vigente.
Tomás e Vinícius devem responder pelo dano moral sofrido por Adilson, sendo a obrigação de indenizar, nesse caso, fracionária, diante da pluralidade de causadores do dano.
Adilson sofreu danos morais distintos: um causado por Tomás e outro por Vinícius, devendo, portanto, receber duas indenizações autônomas.

Analise o caso e, em seguida, marque a alternativa CORRETA.
No plano Civil, o caso narrado revela a ocorrência de:
ato ilícito, embora não haja causação de danos a Angélica, pois a notícia referia-se a Ermínia.
ato ilícito, que causou danos a Angélica em razão da conduta culposa dos editores do jornal.
ato abusivo, pois sem a autorização de Erínia a edição não tinha poderes para veicular a notícia.
ato abusivo, pois diante do equívoco cometido, a conduta desviou-se do seu propósito informativo. erro escusável quanto à identidade de Angélica, que não foi percebido pela edição do jornal.

Considerando os fatos, assinale a afirmativa correta.
Ricardo deverá ressarcir o valor da revisão de 30.000km do carro, tendo em vista que ela não foi realizada conforme previsto no contrato.
Nenhuma das alternativas anteriores.
Ricardo deverá ressarcir o valor da revisão de 30.000km do carro, tendo em vista que ela não foi realizada conforme previsto no contrato.
Ricardo não tem nenhuma responsabilidade pelo dano sofrido por Juliana (perda total do carro), tendo em vista que o carro estava aparentemente funcionando bem no momento da tradição.
Ricardo é responsável por todo o dano sofrido por Juliana, com a perda total do carro, tendo em vista que o perecimento do bem foi devido a vício oculto já existente ao tempo da tradição.
Ricardo deverá ressarcir o valor das pastilhas de freio, nada tendo a ver com o acidente sofrido por Juliana.

Neste caso, de acordo com a jurisprudência consolidada do STJ, João tem direito a ser indenizado pela empresa X:
apenas pelos danos emergentes e lucros cessantes. O termo inicial dos juros moratórios e a data do evento danoso.
apenas pelos danos emergentes e lucros cessantes. O termo inicial dos juros moratórios e a data do evento danoso.
pelos danos materiais e morais. O termo inicial dos juros moratórios e a data do evento danoso.
apenas pelos danos emergentes. O termo inicial dos juros moratórios e a data da citação da empresa.
pelos danos materiais e morais. O termo inicial dos juros moratórios e a data da citação da empresa.
apenas pelos danos emergentes e lucros cessantes. O termo inicial dos juros moratórios e a data da citação da empresa.

Sobre o dano moral, é correto afirmar:
Pessoa jurídica é detentora de honra objetiva.
Lucros cessantes são uma espécie de dano moral.
Pessoa jurídica é detentora de honra subjetiva.
Pessoa jurídica é detentora de honra objetiva.
Pessoa jurídica não sofre dano moral.
Não é possível cumular indenização por dano material com indenização por dano moral, decorrentes de um mesmo evento.

Dano é toda lesão a um bem juridicamente protegido, causando prejuízo de ordem patrimonial ou extrapatrimonial.
A falta do dever originário do agente de não causar lesão ao patrimônio material ou imaterial do lesado pode ser causado por:
Ação ou omissão voluntária por imperícia. Quando o evento já existia quando da conduta ilícita do causador do evento danoso.
Apenas ação voluntária, negligência ou imperícia.
Impossibilidades supervenientes do cumprimento da obrigação.
Ação ou omissão voluntária, negligência ou imprudência.

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Questões resolvidas

A respeito do caso narrado, assinale a afirmativa correta.
Tomás e Vinícius são corresponsáveis pelo dano moral sofrido por Adilson e devem responder solidariamente pelo dever de indenizar.
Tomás e Vinícius são corresponsáveis pelo dano moral sofrido por Adilson e devem responder solidariamente pelo dever de indenizar.
Tomás e Vinícius apenas poderão responder, cada um, por metade do valor fixado a título de indenização, pois cada um poderá alegar a culpa concorrente do outro para limitar sua responsabilidade.
Adilson sofreu danos morais causados por Tomás, portanto, deve receber sua indenização de acordo com a lei civil vigente.
Tomás e Vinícius devem responder pelo dano moral sofrido por Adilson, sendo a obrigação de indenizar, nesse caso, fracionária, diante da pluralidade de causadores do dano.
Adilson sofreu danos morais distintos: um causado por Tomás e outro por Vinícius, devendo, portanto, receber duas indenizações autônomas.

Analise o caso e, em seguida, marque a alternativa CORRETA.
No plano Civil, o caso narrado revela a ocorrência de:
ato ilícito, embora não haja causação de danos a Angélica, pois a notícia referia-se a Ermínia.
ato ilícito, que causou danos a Angélica em razão da conduta culposa dos editores do jornal.
ato abusivo, pois sem a autorização de Erínia a edição não tinha poderes para veicular a notícia.
ato abusivo, pois diante do equívoco cometido, a conduta desviou-se do seu propósito informativo. erro escusável quanto à identidade de Angélica, que não foi percebido pela edição do jornal.

Considerando os fatos, assinale a afirmativa correta.
Ricardo deverá ressarcir o valor da revisão de 30.000km do carro, tendo em vista que ela não foi realizada conforme previsto no contrato.
Nenhuma das alternativas anteriores.
Ricardo deverá ressarcir o valor da revisão de 30.000km do carro, tendo em vista que ela não foi realizada conforme previsto no contrato.
Ricardo não tem nenhuma responsabilidade pelo dano sofrido por Juliana (perda total do carro), tendo em vista que o carro estava aparentemente funcionando bem no momento da tradição.
Ricardo é responsável por todo o dano sofrido por Juliana, com a perda total do carro, tendo em vista que o perecimento do bem foi devido a vício oculto já existente ao tempo da tradição.
Ricardo deverá ressarcir o valor das pastilhas de freio, nada tendo a ver com o acidente sofrido por Juliana.

Neste caso, de acordo com a jurisprudência consolidada do STJ, João tem direito a ser indenizado pela empresa X:
apenas pelos danos emergentes e lucros cessantes. O termo inicial dos juros moratórios e a data do evento danoso.
apenas pelos danos emergentes e lucros cessantes. O termo inicial dos juros moratórios e a data do evento danoso.
pelos danos materiais e morais. O termo inicial dos juros moratórios e a data do evento danoso.
apenas pelos danos emergentes. O termo inicial dos juros moratórios e a data da citação da empresa.
pelos danos materiais e morais. O termo inicial dos juros moratórios e a data da citação da empresa.
apenas pelos danos emergentes e lucros cessantes. O termo inicial dos juros moratórios e a data da citação da empresa.

Sobre o dano moral, é correto afirmar:
Pessoa jurídica é detentora de honra objetiva.
Lucros cessantes são uma espécie de dano moral.
Pessoa jurídica é detentora de honra subjetiva.
Pessoa jurídica é detentora de honra objetiva.
Pessoa jurídica não sofre dano moral.
Não é possível cumular indenização por dano material com indenização por dano moral, decorrentes de um mesmo evento.

Dano é toda lesão a um bem juridicamente protegido, causando prejuízo de ordem patrimonial ou extrapatrimonial.
A falta do dever originário do agente de não causar lesão ao patrimônio material ou imaterial do lesado pode ser causado por:
Ação ou omissão voluntária por imperícia. Quando o evento já existia quando da conduta ilícita do causador do evento danoso.
Apenas ação voluntária, negligência ou imperícia.
Impossibilidades supervenientes do cumprimento da obrigação.
Ação ou omissão voluntária, negligência ou imprudência.

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1.
		(OAB/XXI Exame de Ordem Unificado - adaptada) - Tomás e Vinícius trabalham em uma empresa de assistência técnica de informática. Após diversas reclamações de seu chefe, Adilson, os dois funcionários decidem se vingar dele, criando um perfil falso em seu nome, em uma rede social. Tomás cria o referido perfil, inserindo no sistema os dados pessoais, fotografias e informações diversas sobre Adilson. Vinícius, a seu turno, alimenta o perfil durante duas semanas com postagens ofensivas, até que os dois são descobertos por um terceiro colega, que os denuncia ao chefe. Ofendido, Adilson ajuíza ação indenizatória por danos morais em face de Tomás e Vinícius.
A respeito do caso narrado, assinale a afirmativa correta.
	
	
	
	Tomás e Vinícius são corresponsáveis pelo dano moral sofrido por Adilson e devem responder solidariamente pelo dever de indenizar. 
	
	
	Tomás e Vinícius apenas poderão responder, cada um, por metade do valor fixado a título de indenização, pois cada um poderá alegar a culpa concorrente do outro para limitar sua responsabilidade.
	
	
	Adilson sofreu danos morais causados por Tomás, portanto, deve receber sua indenização de acordo com a lei civil vigente.
	
	
	Tomás e Vinícius devem responder pelo dano moral sofrido por Adilson, sendo a obrigação de indenizar, nesse caso, fracionária, diante da pluralidade de causadores do dano.
	
	
	Adilson sofreu danos morais distintos: um causado por Tomás e outro por Vinícius, devendo, portanto, receber duas indenizações autônomas.
	
Explicação:
Todo aquele que pratica um ato ou incorre numa omissão das quais resulte dano, deverá suportar as consequências do seu procedimento, seja ele culposo ou doloso. ¿Em princípio, toda a atividade que acarreta prejuízo gera responsabilidade ou dever de indenizar.¿ (VENOSA, 2010b, p. 1).
O dano passou a ser considerado não mais tão somente como dano à esfera patrimonial, mas também o dano moral em si, sendo garantido por intermédio de leis do ordenamento jurídico. ¿O dano, ou prejuízo, que acarreta a responsabilidade, não é apenas o material. O direito não deve deixar sem proteção as vítimas de ofensas morais.¿ (GONÇALVES, 2012, p. 4).
As pretensões sociais foram alcançadas, e o dano moral definitivamente positivado e pacificado entre doutrinadores e órgãos jurisdicionais. Desta feita, o avançar social conferiu ao ordenamento jurídico brasileiro atual a garantia da reparabilidade do dano ainda que exclusivamente moral, já que assim assegura o atual texto constitucional e o código civil.
Por fim, percebe-se que numa visão ampla e geral o ordenamento jurídico brasileiro se adaptou às pretensões sociais ao incluir entre seus ditames a tutela indenizatória para as vítimas de danos morais, de maneira a assentar definitivamente esse direito com base no anseio social e a grande repercussão do tema. 
	
	
	
	 
		
	
		2.
		Analise o caso e, em seguida, marque a alternativa CORRETA.
O Jornal ZY divulgou em sua página da internet a notícia de que Erínia, por vingança, havia matado sua enteada de três anos. Entretanto, a foto divulgada, por erro da edição do jornal, não era da criminosa, mas de Angélica, professora do ensino infantil.
No plano Civil, o caso narrado revela a ocorrência de:
	
	
	
	ato ilícito, embora não haja causação de danos a Angélica, pois a notícia referia-se a Ermínia.
	
	
	ato ilícito, que causou danos a Angélica em razão da conduta culposa dos editores do jornal.
	
	
	ato abusivo, pois sem a autorização de Erínia a edição não tinha poderes para veicular a notícia.
	
	
	ato abusivo, pois diante do equívoco cometido, a conduta desviou-se do seu propósito informativo.
	
	
	erro escusável quanto à identidade de Angélica, que não foi percebido pela edição do jornal.
	
Explicação:
ato ilícito, que causou danos a Angélica em razão da conduta culposa dos editores do jornal.
	
	
	
	 
		
	
		3.
		Juliana, por meio de contrato de compra e venda, adquiriu de Ricardo, profissional liberal, um carro seminovo (30.000km) da marca Y pelo preço de R$ 24.000,00. Ficou acertado que Ricardo faria a revisão de 30.000km no veículo antes de entregá-lo para Juliana no dia 23 de janeiro de 2017. Ricardo, porém, não realizou a revisão e omitiu tal fato de Juliana, pois acreditava que não haveria qualquer problema, já que, aparentemente, o carro funcionava bem.
No dia 23 de fevereiro de 2017, Juliana sofreu acidente em razão de defeito no freio do carro, com a perda total do veículo. A perícia demostrou que a causa do acidente foi falha na conservação do bem, tendo em vista que as pastilhas do freio não tinham sido trocadas na revisão de 30.000km, o que era essencial para a manutenção do carro.
Considerando os fatos, assinale a afirmativa correta.
	
	
	
	Nenhuma das alternativas anteriores.
	
	
	Ricardo deverá ressarcir o valor da revisão de 30.000km do carro, tendo em vista que ela não foi realizada conforme previsto no contrato
	
	
	Ricardo não tem nenhuma responsabilidade pelo dano sofrido por Juliana (perda total do carro), tendo em vista que o carro estava aparentemente funcionando bem no momento da tradição
	
	
	Ricardo é responsável por todo o dano sofrido por Juliana, com a perda total do carro, tendo em vista que o perecimento do bem foi devido a vício oculto já existente ao tempo da tradição.
	
	
	Ricardo deverá ressarcir o valor das pastilhas de freio, nada tendo a ver com o acidente sofrido por Juliana.
	
Explicação:
QUESTÃO RECUSADA.
Motivo:  não foi apresentada a explicação referente a opção correta.
	
	
	
	 
		
	
		4.
		(Ano: 2015, Banca: CETAP, Órgão: MPCM, Prova: Analista - Direito) Um navio da empresa X deixou vazar substancia química em águas onde a pesca era regularmente autorizada. Em decorrência da poluição das águas provocadas pelo vazamento, a pesca na região foi proibida pelos órgãos municipais e ambientais por um mês. Por conta disso, João, pescador profissional, ficou privado de exercer suas atividades nesse período. Neste caso, de acordo com a jurisprudência consolidada do STJ, João tem direito a ser indenizado pela empresa X:
	
	
	
	apenas pelos danos emergentes e lucros cessantes. O termo inicial dos juros moratórios e a data do evento danoso.
	
	
	pelos danos materiais e morais. O termo inicial dos juros moratórios e a data do evento danoso.
	
	
	apenas pelos danos emergentes. O termo inicial dos juros moratórios e a data da citação da empresa.
	
	
	pelos danos materiais e morais. O termo inicial dos juros moratórios e a data da citação da empresa.
	
	
	apenas pelos danos emergentes e lucros cessantes. O termo inicial dos juros moratórios e a data da citação da empresa.
	
Explicação:
Art. 402. Salvo as exceções expressamente previstas em lei, as perdas e danos devidas ao credor abrangem, além do que ele efetivamente perdeu, o que razoavelmente deixou de lucrar.
O dano emergente envolve efetivamente a repação pelo dano acusado. Já o lucro cessante está ligado ao período que ficará sem poder atuar em suas atividades e deve ser contadao da data em que sofreu um dano.
	
	
	
	 
		
	
		5.
		Sobre dano moral, é correto afirmar:
	
	
	
	O dano moral indenizável pressupõe necessariamente a verificação de sentimentos humanos desagradáveis, como dor ou sofrimento, por isso não se pode falar em dano moral da pessoa jurídica.
	
	
	Como indenização por dano moral, não é possível, por exemplo, que uma vítima obtenha direito de resposta em caso de atentado contra honra praticado por veículo de comunicação, sendo possível apenas o recebimento de quantia em dinheiro.
	
	
	A quantificação por danos morais está sujeita a tabelamento e a valores fixos.
	
	
	O descumprimento de um contrato não gera dano moral, ainda que envolvido valor fundamental protegido pela Constituição Federal de 1988.
	
	
	A natureza de reparação dos danos morais, e não de ressarcimento, é o que justifica a não incidência de imposto de renda sobre o valor recebido a título de compensação por tal espéciede dano.
	
Explicação:
	A natureza de reparação dos danos morais, e não de ressarcimento, é o que justifica a não incidência de imposto de renda sobre o valor recebido a título de compensação por tal espécie de dano.
	
	
	
	 
		
	
		6.
		Sobre o dano moral, é correto afirmar:
	
	
	
	Lucros cessantes são uma espécie de dano moral.
	
	
	Pessoa jurídica é detentora de honra subjetiva.
	
	
	Pessoa jurídica é detentora de honra objetiva.
	
	
	Pessoa jurídica não sofre dano moral.
	
	
	Não é possível cumular indenizaçãopor dano material com indenização por dano moral, decorrentes de um mesmo evento.
	
Explicação:
Pessoa jurídica é detentora de honra objetiva.
	
	
	
	 
		
	
		7.
		¿É assegurado o direito de resposta, proporcional ao agravo, além da indenização por dano material, moral ou a imagem¿ (inciso V do Art. 5º. da Constituição Federal). Os juristas entendem que
	
	
	
	a publicação de fotografia sem a autorização do fotografado não constitui dano à imagem.
	
	
	por dano moral deve-se entender todo aquele que não venha a afetar o patrimônio material da vítima.
	
	
	nos conglomerados de comunicação o direito de resposta deve ser divulgado em todas as mídias.
	
	
	o valor das indenizações relacionadas ao direito de resposta fica pendente até a aprovação de nova norma.
	
	
	o direito de resposta não ficou prejudicado com a extinção da Lei de Imprensa.
	
Explicação: R:Considera-se dano moral quando uma pessoa se acha afetada em seu ânimo psíquico, moral e intelectual, seja por ofensa à sua honra, na sua privacidade, intimidade, imagem, nome ou em seu próprio corpo físico, e poderá estender-se ao dano patrimonial se a ofensa de alguma forma impedir ou dificultar atividade profissional da vítima. O dano moral corresponderia às lesões sofridas pela pessoa humana, consistindo em violações de natureza não econômica. É quando um bem de ordem moral, como a honra, é maculado.
	
	
	
	 
		
	
		8.
		Dano é toda lesão a um bem juridicamente protegido, causando prejuízo de ordem patrimonial ou extrapatrimonial. Ao contrário do que ocorre na esfera penal, na esfera civil o dano sempre será elemento essencial na configuração da responsabilidade civil. A falta do dever originário do agente de não causar lesão ao patrimônio material ou imaterial do lesado pode ser causado por:
	
	
	
	Ação ou omissão voluntária por imperícia.
	
	
	Quando o evento já existia quando da conduta ilícita do causador do evento danoso.
	
	
	Apenas ação voluntária, negligência ou imperícia.
	
	
	Impossibilidades supervenientes do cumprimento da obrigação.
	
	
	Ação ou omissão voluntária, negligência ou imprudência.

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