Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.
left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

Unidade 3
 Fernanda Silveira Costa
e 
Louise Amorim Beja
 
Introdução à EAD
Unidade 3| Introdução
• Você sabia que a disciplina Raciocínio Lógico é 
fundamental para sua vida prática, tanto no 
aspecto pessoal quanto no profissional? Se 
você observar bem, sempre que necessitamos 
nos posicionar ou argumentar, primeiramente 
temos que organizar nossos pensamentos 
utilizando a lógica, para então afirmamos 
nosso posicionamento de forma que possamos 
ser bem compreendidos. 
• Qualquer profissional que utilize o raciocínio 
como instrumento de trabalho se vale da arte 
de pensar como matéria-prima para seu 
trabalho. Nesse sentido, é o raciocínio lógico 
que nos mune de ferramentas que propiciam 
maior aprimoramento. 
Fonte: 
https://pixabay.com/pt/illustrations/
engrenagens-cinza-nuvem-pensamen
to-3059668/. Acesso em: 19/03/2020.
Figura 1 – Ideia
Unidade 3 | Objetivos
1. Compreender os mecanismos do pensamento baseando-se no processo 
de dedução.
2. Identificar as grandes divisões da lógica com base no procedimento de 
indução.
3. Aplicar as técnicas de raciocínio lógico no método de abdução.
4. Identificar como funciona o processo de associação lógica, para poder 
distinguir argumentos falaciosos.
1 Raciocínio dedutivo
• A lógica é um ramo do estudo do 
conhecimento aplicado desde a Grécia 
Antiga, tempo em que os filósofos a 
utilizavam para distinguir argumentos 
corretos de incorretos. Até os dias de hoje, a 
base do funcionamento de um computador 
está na eletrônica e na lógica. Portanto, 
pode-se afirmar que é o raciocínio lógico 
que orienta, torna coerente, claro e coeso o 
desenvolvimento das ideias.
Figura 2 – Organograma das inteligências 
segundo Gardner
Fonte: Travassos, 2011. 
Linguística
Corporal
Espacial
InterpessoalIntrapessoal
Naturalista
Lógica
• Com base em seus estudos sobre inteligência 
humana, desenvolvidos na Universidade de Stanford, 
Califórnia, Howard Gardner (apud TRAVASSOS, 2011) 
desenvolveu a chamada teoria das inteligências 
múltiplas, concluindo que o cérebro do homem 
possui sete tipos de inteligência. Porém, a maioria 
das pessoas possui uma ou duas inteligências 
desenvolvidas, o que explicaria por que alguns têm 
mais habilidade em Matemática e outros em Artes. 
Segundo Gardner, as inteligências são as seguintes: 
lógica, linguística, corporal, naturalista, intrapessoal, 
interpessoal e espacial.
• Vale a pena ressaltar que, no estudo lógico dos 
argumentos, tanto na análise das operações do 
pensamento (lógica formal), quanto na análise da 
relação entre pensamento e realidade (lógica 
material), busca-se o alcance do raciocínio correto e 
a superação do erro; preocupações 
constantemente presentes em cada um de nós. 
Desse modo, a lógica aponta quatro importantes 
formas de raciocinar que nos permite organizar 
melhor nossos pensamentos. São eles: Dedução, 
Indução, Abdução e Associação. Por meio da 
aplicação desses processos, conseguimos alcançar 
autonomia para podermos raciocinarmos por nós 
mesmo e da maneira mais correta e coerente 
possível. 
• Segundo Nerici (1988), a principal 
característica do modo dedutivo de raciocinar 
consiste no fato de que essa espécie de 
raciocínio lógico não produz nenhum tipo de 
conhecimento novo, pois é somente um 
esclarecimento, que torna visível aquilo que 
já é sabido. Desse modo, pode-se afirmar que 
a conclusão de um raciocínio dedutivo é 
sempre um resultado óbvio, inclusive para 
alguém do senso comum, sem conhecimento 
específico sobre o assunto.
• No raciocínio dedutivo teremos uma proposição 
universal, seguida de uma proposição particular, e 
finalizada com uma conclusão que também é posta 
como uma proposição particular; ou teremos duas 
premissas universais e uma conclusão também 
universal. Fato é que, no raciocínio dedutivo, 
partiremos sempre do universal para o particular.
• Pode-se afirmar que em um raciocínio dedutivo a 
conclusão segue impreterivelmente aquilo que foi 
posto pelas premissas e a verdade das premissas é 
logicamente mantida na conclusão.
1.1 O que é lógica?
• Quanto à definição de lógica, a doutrina 
especializada não tem um consenso. 
Wesley Salmon (2011) afirma que a lógica 
é um ramo do conhecimento cujo 
propósito fundamental é o de apresentar 
métodos de identificação de argumentos 
logicamente válidos, ao passo que 
identifica aqueles que não são.
Figura 3 – Xadrez
Fonte: 
https://pixabay.com/pt/photos/xad
rez-penhor-rei-jogo-torneio-148373
5/. Acesso em: 19/03/2020.
 
• Segundo Maria Lúcia de Arruda Aranha 
e Maria Helena Pires (2010), lógica é o 
ramo do conhecimento que classifica as 
inferências válidas e as inválidas e, além 
de ser a ciência da demonstração, como 
afirmava Aristóteles, e das regras do 
pensamento, como dizia Lyard, a lógica é 
também é a ciência das leis ideais do 
pensamento e a arte de aplicá-las 
corretamente na procura da verdade.
 
• É com o objetivo de precisar um raciocínio 
correto, válido e que corresponda a um fato 
real, que a lógica se divide em duas 
vertentes de análise. São elas: lógica formal 
e lógica material. A primeira trata dos 
caminhos que devem ser seguidos pelo 
correto raciocínio, já a segunda objetiva 
garantir que a correspondência entre o 
pensamento e a realidade seja válida.
 
• Desse modo, pode-se afirmar que a lógica 
é uma ferramenta necessária para o 
desenvolvimento da apuração de um 
discurso, para que, de forma mais eficaz, 
seja possível distinguir o que é correto e o 
que é incorreto, o que é válido e o que 
não é, ou seja, aquilo que é uma falácia e 
o que não é. Desse modo, é a lógica que 
nos permite ampliar nossa capacidade 
argumentativa, de compreensão e de 
criticar argumentações e textos.
 
• Quando nos deparamos com um problema ou 
uma questão que demande um percurso com 
possibilidades que nos guie a uma solução, 
nós o analisamos ainda no campo do 
raciocínio. Porém, quando encontramos a 
solução, precisamos avaliá-la quanto a sua 
validade, e é aqui que aplicamos o raciocínio 
lógico. Assim sendo, pode-se afirmar que a 
lógica é uma forma de aprimoramento da 
capacidade de raciocinar, sendo o raciocínio a 
realização mental que, de dois ou mais juízos, 
pode-se exaurir um outro juízo.
2. Raciocínio indutivo
Figura 4 – Observação
Fonte: 
https://noticias.universia.com.br/
educacao/noticia/2019/11/19/11
67177/deducao-e-inducao-enten
da-vez-todas-diferenca-dois.html. 
Acesso em: 19/03/2020.
• Segundo Lalande (1999), por indução deve-se 
entender a operação mental que remonta um certo 
número de proposições indutoras (singulares ou 
especiais); e uma proposição ou um pequeno 
número de proposições chamadas de induzidas 
(mais gerais), que por sua vez implicam todas as 
proposições indutoras. 
• O método indutivo parte da observação de 
premissas para se alcançar uma conclusão 
construída com informações sobre fatos não 
observados, ou seja, uma conclusão cujo conteúdo 
é mais amplo do que o das premissas que a 
fundaram. Nesse sentido, um raciocínio indutivo, 
para ser legítimo, necessita observar as seguintes 
regras: a) as proposições observadas, que formam a 
base de uma generalização, devem ser muitas; b) as 
observações devem ser repetidas sob uma vasta 
variedade de condições; c) uma proposição de 
observação em conflito com a lei universal derivada 
não se pode ser considerada.
• O método de indução é considerado mais fraco 
quando comparado com o dedutivo, pois no 
primeiro a conclusão não é certeira, apenas 
provável. Porém, no segundo, a conclusão é 
obtida com perfeição.
• A indução é um método de raciocínio lógico que 
concebe o futuro como uma repetição do 
passado, num ato de confiança ou de esperança 
de que o futuro repita os resultados obtidos 
anteriormente. Nesse sentido, o método indutivo 
é considerado polêmico se for aplicado na análise 
de argumentos científicos, uma vez que esse 
raciocínio apenas usa fatos específicos do 
passado para sugerir como poderá ser o futuro.
2.1 Diferenças entre os métodos dedutivoe 
indutivo 
• É relevante ressaltar as principais 
diferenças entre os métodos dedutivo e 
indutivo para que possamos melhor 
compreender os conceitos de cada um 
desses métodos, bem como sedimentar 
suas principais características.
Figura 5 – Discurso
Fonte: 
https://www.pensarcontemporane
o.com/6-falacias-logicas. Acesso 
em: 19/03/2020.
• O início do raciocínio por dedução parte do 
geral para o particular e a indução faz o 
caminho inverso.
• O raciocínio dedutivo é feito à luz de regras 
predefinidas e a indução, pelo contrário, 
observa os fenômenos a fim de buscar as 
regras que possibilitem interpretá-los.
• A dedução raciocina com base em leis 
gerais, já a indução raciocina a partir da 
observação dos fenômenos para então 
formular as leis gerais.
• Se todas as proposições que levam à 
conclusão de um argumento analisado por 
dedução significa dizer que tal argumento é, 
necessariamente, verdadeiro, por outro lado 
um argumento construído por indução não 
pode ser, pelo menos não de forma 
totalmente garantida, considerado como 
verdadeiro, uma vez que a sua veracidade é 
apenas uma probabilidade.
• Assim sendo, observa-se que tanto a indução 
quanto a dedução são mecanismos que a lógica 
nos traz para que saibamos lidar de forma hábil 
com textos e discursos. Fazendo uso desses 
mecanismos, podemos, de uma forma 
criteriosa, aceitar ou rejeitar argumentos e 
principalmente identificar com mais clareza as 
declarações falaciosas.
3 Raciocínio abdutivo
• Para compreendermos o raciocínio abdutivo 
de uma forma completa, é importante que 
façamos uma breve análise histórica, 
passando pelos principais nomes de 
estudiosos dessa área e seus conceitos. O 
primeiro deles e o mais importante, que 
veremos ao longo desse ensino, é Charles 
Sanders Peirce, que ficou conhecido por 
trazer o estudo da lógica de maneira 
corpulenta e eficiente.
Figura 6 – Peirce
Fonte: Elaborado pelas autoras. 
 
• O ordenamento sustentado por Peirce está 
elencado na conexão entre os princípios de 
enfoque, não só consoante com as ligações formais, 
como, da mesma maneira, pela forma de investigar. 
Esse pesquisador acaba por desenvolver uma teoria 
que se configura como um de seus elementos 
principais: o falibilismo. Por isso ele julga que tanto 
o processo de formalização de conceito é 
extremamente importante para compreensão da 
lógica, como também a interpretação da pessoa que 
conceitua (conceituador).
• Um dos principais fundamentos estabelecido 
por Peirce, que acaba sendo um divisor de águas 
nesse estudo, pois passamos a enxergar sua 
teoria diagramática como pertencendo à 
gnosiológica, trata-se de nada mais nada menos 
que ter o sujeito como formador do seu 
conhecimento mundano por meio de 
diagramas. Mas, afinal, o que isso quer dizer? 
Levando em consideração a lógica crítica 
epistemológica, temos que estar atentos às 
possibilidades de tipos de inerência da pessoa, 
que são: abdução, dedução e indução.
• É seguro dizer que Peirce tinha fundamentos 
basilares sobre a concepção do saber da 
realidade no aspecto mediano, por meio daquilo 
que consideramos como nossas representações, 
a partir de diagramas e inferências. Contudo, por 
não sermos donos da verdade absoluta daquilo 
que acreditamos e buscamos, temos o nosso 
acesso à realidade como falível (o que leva à 
teoria do falibilismo de Peirce).
3.1 Raciocínio abdutivo 
• Basicamente, a abdução se dá a partir da 
condição intermediária entre os métodos 
de dedução e indução. É comum nesse 
raciocínio que a sua partida venha com 
considerações incompletas e porta-se 
para uma elucidação mais plausível 
dentro do contexto das considerações. 
Figura 7 – Método abdutivo
Fonte: Elaborado pelas autoras.
Método 
abdutivo
Percepção de 
anomalia
Abandono do 
hábito anterior
Geração e seleção 
de hipóteses que 
poderiam 
solucionar o 
problema
Surpresa e dúvida
• O estudo da abdução trouxe um enorme avanço 
no que diz respeito às teorias científicas. As 
modalidades que estudamos até agora, em sua 
totalidade, acarretam o pensar de maneira 
substancialmente lógica, de maneira que venha a 
permitir a comunicação entre as teorias 
produzidas e a realidade. No momento em que 
uma hipótese é criada, o processo de 
fundamentação se decorre a partir do progresso 
dos raciocínios dedutivo e indutivo. O resultado 
disso é a verificação na comunicação entre a 
hipótese recebida e as leis naturais.
• Entretanto, diante das propriedades dos acontecimentos 
nos quais estão relacionadas as modalidades de 
cognição, observa-se a existência de uma junção entre as 
tipologias da inferência, e elas acabam por se relacionar 
por meio de locomoções de análise e síntese, com a 
finalidade de ir além, de evoluir. A partir disso, é preciso 
enxergar as condições de relação nas quais procede o 
sentido da ação e a reação, emaranhada no propósito de 
adquirir o conhecimento.
• O alcance do raciocínio abdutivo acontece pelos 
processos de inferência lógica. Isso resulta em uma 
poderosa capacidade de introduzir novas ideias por 
meio da criação de hipóteses provisórias, contudo 
possíveis. Sem essa inferência lógica citada, seria 
incapaz de prosseguir com nossos conhecimentos. 
Diante disto, o raciocínio abdutivo se apresenta de 
maneira mais fraca e passível de erro, necessitando 
então de outros métodos de raciocínio para que 
possa complementar o processo de justificação.
4 Associação
• A associação lógica, também conhecida como 
correlação de elementos, envolve problemas que 
prestam dados de distintas maneiras, correlacionando 
com objetos fictícios, pessoas, “coisas”. Mas, afinal, 
qual é o objetivo da associação? Seu foco é descobrir a 
relação entre os conteúdos oriundos da informação.
Figura 8 – Não ordenado
Fonte: 
https://pixabay.com/pt/illust
rations/n%C3%A3o-ordenado
-caos-3192273/. Acesso em: 
19/03/2020.
• É evidente que no estudo da lógica todos os 
métodos estão interligados, ainda mais quando 
tratamos da associação. É como se aplicássemos 
os ensinamentos de Peirce em suas diversas 
maneiras e áreas, aguçando a percepção e 
ligando os pontos.
• Com o método da tabela, você pode facilmente 
associar uma informação com outra, o que acaba 
por ser bem lógico, mas que na prática só 
conseguimos enxergar esses pormenores quando 
aplicamos a tabela com base nas informações.
4.1 Construção da associação lógica
• Veremos o passo a passo para a 
construção da associação lógica com 
base em todos os ensinamentos que 
vimos até o momento.
• Primeiro é preciso identificar os 
grupos que contêm as informações.
• Reconhecer as afirmações presentes 
no enunciado.
Figura 9 – Cubo mágico
Fonte: 
https://pixabay.com/pt/photos/cubo-
rubik-brinquedo-jogo-2908605/. 
Acesso em: 19/03/2020.
• Construir a tabela principal.
• Completar a tabela com base nas informações 
existentes.
• Efetuar a regra do preenchimento automático, 
que vimos na hipótese demonstrada.
• Juntar todos os resultados alcançados e 
verificar as alternativas.
• Sempre que o enunciado ou o problema 
estiver diante de você, é necessário, 
antes de tudo, reunir todas as 
informações e agrupá-las por setores ou 
elementos. Quando o fizer, tenha este 
modelo de tabela como base para 
colocar as informações em sua posse. 
Preencha e visualize todas as hipóteses 
possíveis que ela apresenta. 
Figura 10 - Modelo base de tabela na associação lógica
Fonte: Villar, 2012 (Adaptado).
• A associação lógica se baseia em indagações de 
cunho organizacional, que vêm com muitas 
informações, casualmente, sobre três personagens 
e duas ou três características. Não há possibilidade 
de mentiras ou enganações. Todas as informações 
são confiáveis e é preciso ter apenas uma boa 
organização das ideias e do conteúdo que essas 
informações trazem. Por isso o uso da tabela é 
algo crucial nesta aprendizagem.
• Agora é praticar, pois esse tema é bastante 
prático, não é teórico como os demais. É 
importante que possamos executar todos os 
aprendizadosque tivemos nesta unidade, 
ainda mais porque requer muito exercício. O 
segredo é estar sempre atento.

Mais conteúdos dessa disciplina