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NBR 15561 2017 -Tubulação de Polietileno PE 80 e PE 100 paratransporte de água e esgoto sob pressão - Requisitos

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ABNT NBRNORMA 
BRASILEIRA
ICS ISBN 978-85-07-
Número de referência 
37 páginas
 edição
15561
Terceira
27.06.2017
Tubulação de polietileno PE 80 e PE 100 para 
transporte de água e esgoto sob pressão — 
Requisitos
Polyethylene pipe PE 80 and PE 100 for water transport and sewage under 
pressure — Requirements
23.040.20 07026-9
ABNT NBR 15561:2017
 © ABNT 2017
© ABNT 2017
Todos os direitos reservados. A menos que especificado de outro modo, nenhuma parte desta publicação pode ser 
reproduzida ou utilizada por qualquer meio, eletrônico ou mecânico, incluindo fotocópia e microfilme, sem permissão por 
escrito da ABNT.
ABNT
Av.Treze de Maio, 13 - 28º andar
20031-901 - Rio de Janeiro - RJ
Tel.: + 55 21 3974-2300
Fax: + 55 21 3974-2346
abnt@abnt.org.br
www.abnt.org.br
ii
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Prefácio ...............................................................................................................................................vi
1 Escopo ................................................................................................................................1
2 Referências normativas .....................................................................................................1
3	 Termos	e	definições ...........................................................................................................3
4 Requisitos ...........................................................................................................................6
4.1 Controle do processo de fabricação ................................................................................6
4.2 Composto ............................................................................................................................6
4.3 Tubos ...................................................................................................................................9
4.3.1	 Classificação	e	designação	de	tubos	de	polietileno	 .....................................................9
4.3.2 Cor dos tubos ..................................................................................................................10
4.3.3 Tensão de dimensionamento ..........................................................................................10
4.3.4	 Dimensões	e	tolerâncias .................................................................................................10
4.3.5	 Índice	de	fluidez	 ..............................................................................................................11
4.3.6 Resistência à pressão hidrostática ................................................................................ 11
4.3.7 Estabilidade dimensional ...............................................................................................13
4.3.8 Resistência ao esmagamento .........................................................................................13
4.3.9 Exames visuais .................................................................................................................13
4.3.10 Estabilidade térmica ........................................................................................................13
4.3.11 Propriedades de tração ...................................................................................................13
4.3.12 Dispersão de pigmentos ..................................................................................................13
4.3.13 Teor de negro de fumo .....................................................................................................13
4.3.14 Estocagem, manuseio e transporte ................................................................................13
5 Inspeção de recebimento ................................................................................................14
5.1 Generalidades ...................................................................................................................14
5.2 Amostragem ....................................................................................................................14
5.2.1 Gerais ................................................................................................................................14
5.2.2 Exame dimensional e visual ............................................................................................14
5.2.3 Ensaios destrutivos .........................................................................................................15
5.3 Aceitação e rejeição .........................................................................................................16
5.4 Relatório de resultados da inspeção ..............................................................................17
6 Marcação ...........................................................................................................................17
7 Fornecimento ....................................................................................................................18
Anexo A (informativo) Guia para avaliação da conformidade ........................................................19
A.1	 Agrupamento	por	diâmetros ...........................................................................................19
A.2 Ensaios de tipo .................................................................................................................19
A.2.1	 Ensaios	para	verificação	do	desempenho	do	composto	de	polietileno .....................19
A.2.2 Ensaio durante a fabricação do composto de polietileno ............................................20
A.2.3	 Ensaio	para	qualificação	do	fabricante	de	tubos	de	polietileno	 ................................21
A.2.4 Ensaio durante a fabricação de tubos de polietileno ...................................................22
A.2.5	 Ensaios	de	verificação	de	processo	do	fabricante	de	tubos .......................................22
A.2.6	 Ensaios	de	auditoria	(manutenção	da	qualificação) .....................................................23
iii
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Sumário Página
Figura
Figura 1 – Curva de regressão de tensão ×	tempo	(ilustrativa) ......................................................5
Tabelas
Tabela	1	–	Caracterização	do	composto	na	forma	de	grânulos ......................................................7
Tabela	2	–	Caracterização	do	composto	em	forma	de	tubo ............................................................8
Tabela	3	–	Caracterização	do	composto	em	forma	de	tubos	envelhecidos ..................................8
Tabela 4 – Tensão de dimensionamento ........................................................................................10
Tabela 5 – Valores de tensão circunferencial para ensaio de pressão hidrostática interna de 
curta duração a 20 °C....................................................................................................... 11
Tabela 6 – Valores de tensão circunferencial para ensaio de pressão hidrostática interna de 
curta duração a 80 °C ......................................................................................................12
A.2.7 Fornecimento de resultados de ensaios ........................................................................24
Anexo B (normativo)	Determinação	das	propriedades	mecânicas................................................25
Anexo C (normativo) Tubos para ramais prediais de água .............................................................27
C.1 Requisitos .........................................................................................................................27
C.2	 Dimensões	e	tolerâncias .................................................................................................27
C.3 Comprimento dos tubos ..................................................................................................28
C.4 Fator de correção do comprimento dos tubos ..............................................................28e 
mín
e 
máx
560 17,2 19,1 21,4 23,7 26,7 29,5 33,2 36,7 41,2 45,5 50,8 56,0 62,5 68,9
630 19,3 21,4 24,1 26,7 30,0 33,1 37,4 41,3 46,3 51,1 57,2 63,1 70,3 77,5
710 21,8 24,1 27,2 30,1 33,9 37,4 42,1 46,5 52,2 57,6 64,5 71,1 79,3 87,4
800 24,5 27,1 30,6 33,8 38,1 42,1 47,4 52,3 58,8 64,8 72,6 80,0 89,3 98,4
900 27,6 30,5 34,4 38,3 42,9 47,3 53,3 58,8 66,2 73,0 81,7 90,0
1000 30,6 33,5 38,2 42,2 47,7 52,6 59,3 65,4 72,5 79,9 90,2 99,4
1200 36,7 40,5 45,9 50,6 57,2 63,1 69,7 74,8 88,2 97,2
1400 42,9 47,3 53,5 59,0 66,7 73,5 82,4 90,8 102,9 113,3
1600 49,0 54,0 61,2 67,5 76,2 84,0 94,1 103,7 117,6 129,5
1800 54,5 60,1 69,1 76,2 85,7 94,4 105,9 116,6
2000 60,6 66,8 76,9 84,7 95,2 104,9 117,6 129,5
a Para efeito de cálculo das espessuras de PN 6, considera se a pressão nominal de 0,63 MPa.
b Para efeito de cálculo das espessuras de PN 16, considera se a pressão nominal de 1,58 MPa.
NOTA 1 A espessura é calculada como: PN DE
2 PN
e
σ
×=
× +
.
NOTA 2 O arredondamento é feito considerando-se o primeiro decimal superior, desprezando-se diferenças menores que 0,005 mm.
NOTA 3 Para a determinação das espessuras, considerou-se a espessura mínima admitida de 3,8 mm.
NOTA 4 A determinação da classe de pressão do tubo deve levar em consideração as análises de transientes hidráulicos, cargas 
de colapso e aterro, em especial atenção aos tubos de SDR ≥ 17.
NOTA 5 Para redes de água usar preferencialmente SDR 17 ou 11.
Para união por eletrofusão, os tubos devem ter espessura mínima de 5 mm.
Tabela	D.2	–	Tolerância	do	diâmetro	externo	(DE)(closed tolerance)	e	ovalização	máxima
Dimensões em milímetros
DE Tolerância 
(-0	+	t)
Ovalização	
máxima dos 
tubos em barras
Ovalização	
máxima dos tubos 
bobinados
63 0,4 1,5 3,8
90 0,6 1,8 5,4
110 0,7 2,2 6,6
160 1,0 3,2
180 1,1 3,6
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Tabela D.2 (continuação)
DE Tolerância 
(-0	+	t)
Ovalização	
máxima dos 
tubos em barras
Ovalização	
máxima dos tubos 
bobinados
200 1,2 4,0
225 1,4 4,5
250 1,5 5,0
280 1,7 9,8
315 1,9 11,1
355 2,2 12,5
400 2,4 14,0
450 2,7 15,6
500 3,0 17,5
560 3,4 19,6
630 3,8 22,1
710 6,4
800 7,2
900 8,1
1000 9,0
1200 10,8
1400 12,6
1600 14,4
1800 16,2
2000 18,0
NOTA 1 Os valores das tolerâncias foram calculados com as seguintes bases:
 a) ≤ 630 + 0,006 × DE, arredondado para 0,1 mais próximo;
 b) ≥ 710 + 0,009 × DE, arredondado para 0,1 mais próximo.
NOTA 2 A ovalização para tubos de diâmetros ≥ 710 mm deve ser acordada entre o fabricante e o usuário.
Tabela	D.3	–	Diâmetro	interno	mínimo	de	bobinas	de	tubos	de	polietileno
Dimensões em milímetros
Diâmetro	externo	nominal
DE
Diâmetro	interno	mínimo	da	bobina
SDR ≤ 17
63 1 300
90 1 800
110 2 200
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D.2 Perpendicularidade das extremidades dos tubos
As extremidades dos tubos devem ser cortadas de modo perpendicular e sem rebarbas.
D.3 Comprimento dos tubos
Os tubos devem ser fornecidos em bobinas com comprimento preferencial de 50 m ou múltiplos deste, 
ou em barras com comprimentos preferenciais de 6 m, 12 m, ou 18 m.
Outros comprimentos podem ser fornecidos desde que acordados entre o comprador e o fornecedor.
O comprimento dos tubos não pode ser menor que o declarado pelo fabricante, quando medido 
à temperatura de 20 °C.
D.4 Fator de correção do comprimento dos tubos
Para medidas de comprimento efetuadas à temperatura ambiente diferente de 20 °C, multiplicar 
o valor medido pelo fator de correção da Tabela D.4.
Tabela D.4 – Fator de correção do comprimento do tubo em função da temperatura 
Temperatura 
° C
0 10 20 30 40 50 60
Fator 1,004 1,002 1 0,998 0,996 0,994 0,992
NOTA É permitida interpolação linear para valores intermediários.
D.5 Acondicionamento	e	dimensões	de	bobinas	de	tubos
As bobinas devem ser amarradas camada a camada, de maneira a permitir que o usuário desenrole 
somente a quantidade necessária ao uso sem ter que desmontar toda a bobina.
As bobinas devem ter seu comprimento identificado em uma das extremidades.
As bobinas devem ser fornecidas com suas extremidades fechadas por dispositivos que evitem 
a entrada de corpos estranhos durante o transporte, armazenamento e manuseio em obras.
D.6 Formas de fornecimentos
Para diâmetros externos nominais (DE) de 63 mm a 110 mm, os tubos podem ser fornecidos 
em barras ou bobinas.
Para diâmetros externos nominais (DE) ≥160 mm, os tubos devem ser fornecidos em barras.
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Anexo E 
(normativo) 
 
Máxima	pressão	de	operação	(MPO)
E.1 A máxima pressão de operação (MPO) não pode superar a pressão nominal (PN) dos tubos 
e juntas, projetados para vida útil projetada de 50 anos, a uma temperatura de até 25 °C.
E.2 Os tubos utilizados em redes de água devem ter SDR ≤ 17, enquanto para adutoras de água 
e linhas de esgoto os tubos podem ser de qualquer SDR admitido para as condições de operação 
da linha, desde que respeitados os requisitos desta Norma.
Para temperaturas médias do fluido compreendidas entre 27,5 °C e 50 °C, a máxima pressão de ope- 
ração (MPO) deve ser considerada a pressão nominal (PN) multiplicada por um fator de redução 
de pressão (Ft) em função da temperatura, cujos valores são indicados na Tabela E.1.
onde
tMPO = PN F×
Tabela E.1 – Fatores de redução de pressão para temperaturas entre 27,5 °C e 50 °C
Temperatura
 °C
25 27,5 30 35 40 45a 50a
Ft 1,00 0,90 0,87 0,80 0,74 0,67 0,61
a Aplicação limitada à vida útil projetada máxima de 15 anos.
34
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Anexo F 
(normativo) 
 
Efeito sobre a água
F.1 Verificação	do	efeito	sobre	a	água
Os materiais em contato com água potavél não podem introduzir contaminantes que possam apresentar 
risco à saúde humana.
Este Anexo não avalia a eficiência e desempenho mecânico dos materiais e não avalia os requisitos 
relativos ao odor e sabor da água.
F.2 Avaliação de metais
Os tubos de PE devem ser avaliados de acordo com procedimentos de exposição e normalização 
descritos na ANSI/NSF 61 e atender aos limites estabelecidos na Tabela F.1.
Os limites estabelecidos na Tabela F.1 correspondem a 10 % dos valores-limites estabelecidos 
na legislação em vigor e atendem ao fator de segurança (FS) estabelecido na ANSI/NSF 61.
Tabela F.1 – Concentração máxima dos metais para avaliação dos tubos PE
Elementos
Limites
mg/L
Elementos
Limites
(mg/L)
Antimônio 0,000 5 Cobre 0,2
Arsênio 0,001 Cromo 0,005
Bário 0,07 Mercúrio 0,000 1
Berílio 0,004 Níquel 0,007
Cádmio 0,000 5 Selênio 0,001
Chumbo 0,001 Tálio 0,002
F.3 Composto	fenólicos	e	compostos	orgânicos	voláteis	(VOC)
A avaliação dos compostos fenólicos e voláteis (VOC) deve ser de acordo com os procedimentos 
de exposição e normalização descritos na ANSI/NSF 61 e devem atender aos limites estabelecidos 
na legislação em vigor.
F.4 Frequência 
Esta verificação deve ser realizada para cada código de composto. Nova verificação deve ser realizada 
sempre que houver alteração na matéria-prima, ou no processo produtivo, que altere a composição 
final do composto.
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Todos os procedimentos laboratoriais devem estar de acordo com o estabelecido pela Rede Brasileira 
da Laboratórios Acreditados(ver Bibliografia, [3]).
F.5 Relatório	final
O relatório final deve conter no míinimo as seguintes informações:
 a) identificação completa da amostra, incluindo lote da amostra do ensaio;
 b) identificação completa do cliente e da unidade fabril, incluindo o endereço;
 c) descrição detalhada dos procedimentos de exposição e normalização;
 d) descrição dos materiais e métodos utilizados;
 e) datas do início e do término do ensaio;
 f) resultados dos ensaios;
 g) avaliação e conclusão dos requisitos de ausência de risco à saúde;
 h) referência a esta e outras Normas.
36
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© ABNT 2017 - Todos os direitos reservadosBibliografia
[1] Portaria nº 2914/2011 do Ministério da Saúde – Controle e vigilância da qualidade da água para 
consumo humano e seu padrão de potabilidade
[2] Methods for the Examination of Water and Wastewater
[3] NIT DICLA 035, Requisitos gerais para laboratórios segundo os Princípios das Boas Práticas 
de Laboratório (BPL)
37
ABNT NBR 15561:2017
© ABNT 2017 - Todos os direitos reservadosC.5	 Ensaio	de	flexão	por	inversão	da	curvatura ..................................................................28
C.5.1 Geral .................................................................................................................................28
C.5.2 Amostragem .....................................................................................................................28
C.5.3 Preparação do corpo de prova .......................................................................................28
C.5.4 Método de ensaio .............................................................................................................29
C.5.5 Resultado .........................................................................................................................29
Anexo D (normativo) Tubos para redes de distribuição, adutoras de água e linhas de esgotos 
sanitários ..........................................................................................................................30
D.1	 Dimensões	e	tolerâncias .................................................................................................30
D.2 Perpendicularidade das extremidades dos tubos ........................................................33
D.3 Comprimento dos tubos ..................................................................................................33
D.4 Fator de correção do comprimento dos tubos ..............................................................33
D.5	 Acondicionamento	e	dimensões	de	bobinas	de	tubos ................................................33
D.6 Formas de fornecimentos ...............................................................................................33
Anexo E (normativo) Máxima	pressão	de	operação	(MPO) ............................................................34
Anexo F (normativo) Efeito sobre a água .........................................................................................35
F.1	 Verificação	do	efeito	sobre	a	água .................................................................................35
F.2 Avaliação de metais .........................................................................................................35
F.3	 Composto	fenólicos	e	compostos	orgânicos	voláteis	(VOC) ......................................35
F.4 Frequência .......................................................................................................................35
F.5	 Relatório	final ...................................................................................................................36
Bibliografia .........................................................................................................................................37
iv
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Tabela 7 – Valores de tensão circunferencial × tempo para ensaio de resistência à pressão 
hidrostática interna de curta duração a 80 °C ...............................................................12
Tabela 8 – Valores de tensão circunferencial para ensaio 
de pressão hidrostática interna de longa duração a 80 °C ..........................................12
Tabela 9 – Plano de amostragem para exame visual e dimensional ............................................15
Tabela 10 – Plano de amostragem para os ensaios destrutivos ..................................................16
Tabela A.1 – Agrupamento ................................................................................................................19
Tabela	A.2	–	Ensaios	para	verificação	do	composto	de	polietileno .............................................19
Tabela A.3 – Ensaios feitos no composto de polietileno durante a fabricação...........................20
Tabela	A.4	–	Ensaios	e	requisitos	para	qualificação	do	fabricante	de	tubos	de	polietileno ......21
Tabela	A.5	–	Ensaios	realizados	nos	tubos	de	polietileno	durante	a	sua	fabricação .................22
Tabela A.6 – Características e frequências de amostragem mínimas para ensaios 
de	verificação	de	processo	do	fabricante	de	tubos ......................................................23
Tabela A.7 – Características e frequências de amostragem mínimas para ensaios 
de	manutenção	da	qualificação	do	fabricante	de	tubos ..............................................23
Tabela	B.1	–	Caracterização	das	propriedades	de	tração .............................................................25
Tabela	B.2	–	Caracterização	da	pressão	hidrostática	interna	dos	tubos .....................................26
Tabela	C.1	–	Diâmetro	externo	médio,	espessura	de	parede	e	ovalização	dos	tubos ...............27
Tabela	C.2	–	Diâmetro	interno	mínimo	de	bobinas	de	tubos ........................................................28
Tabela C.3 – Fator de correção do comprimento do tubo em função da temperatura ..............28
Tabela	D.1	–	Dimensões	de	tubos	para	redes	e	adutoras	de	água	e	para	linhas	de	esgotos	
sanitário sob pressão PE 80 a PE 100, FS = 1,25 ..........................................................30
Tabela	D.2	–	Tolerância	do	diâmetro	externo	(DE)(closed tolerance)	e	ovalização	máxima ......31
Tabela	D.3	–	Diâmetro	interno	mínimo	de	bobinas	de	tubos	de	polietileno ................................32
Tabela D.4 – Fator de correção do comprimento do tubo em função da temperatura ..............33
Tabela E.1 – Fatores de redução de pressão para temperaturas entre 27,5 °C e 50 °C .............34
Tabela F.1 – Concentração máxima dos metais para avaliação dos tubos PE ............................35
v
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Prefácio
A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) é o Foro Nacional de Normalização. As Normas 
Brasileiras, cujo conteúdo é de responsabilidade dos Comitês Brasileiros (ABNT/CB), dos Organismos 
de Normalização Setorial (ABNT/ONS) e das Comissões de Estudo Especiais (ABNT/CEE), 
são elaboradas por Comissões de Estudo (CE), formadas pelas partes interessadas no tema objeto 
da normalização.
Os Documentos Técnicos ABNT são elaborados conforme as regras da ABNT Diretiva 2.
A ABNT chama a atenção para que, apesar de ter sido solicitada manifestação sobre eventuais direitos 
de patentes durante a Consulta Nacional, estes podem ocorrer e devem ser comunicados à ABNT 
a qualquer momento (Lei nº 9.279, de 14 de maio de 1996).
Ressalta-se que Normas Brasileiras podem ser objeto de citação em Regulamentos Técnicos. Nestes 
casos, os Órgãos responsáveis pelos Regulamentos Técnicos podem determinar outras datas para 
exigência dos requisitos desta Norma.
A ABNT NBR 15561 foi elaborada no Comitê Brasileiro de Saneamento (ABNT/CB-177), pela Comissão 
de Estudo de Tubos e Conexões de Poliolefinas (CE-177:002.002). O Projeto circulou em Consulta 
Nacional conforme Edital nº 12, de 08.12.2015 a 07.02.2016. O seu Projeto de Emenda 1 circulou em 
Consulta Nacional conforme Edital nº 04, de 07.04.2017 a 07.05.2017.
Esta terceira edição da ABNT NBR 15561:2017 equivale ao conjunto ABNT NBR 15561:2016 
e Emenda 1, de 27.06.2017, que cancela e substitui a edição anterior (ABNT NBR 15561:2016).
O Escopo em inglês desta Norma Brasileira é o seguinte: 
Scope
This Standard specifies requirements and test methods for making and receiving polyethylene pipes 
for fluid transportation at temperatures up to 40 °C, with a maximum operating pressure up to 2.5 MPa, 
designed to useful life of 50 years for use in:
 a) building extensions of water;
 b) distribution networks and water pipelines;
 c) lines of domestic sewage under pressure.
This Standard applies to nominal outside diameter of pipes (DE) of 20 mm to 2,000 mm at a nominal 
pressure class PN 3,2 (0,32 MPa), NP 4 (0,4 MPa), 5 (0,5 MPa), 6 (0,6 MPa), 8 (0,8 MPa), 10 (1 MPa), 
12,5 (1,25 MPa), 16 (1,6 MPa), 20 (2 MPa) and 25 (2,5 MPa).
vi
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Tubulação de polietileno PE 80 e PE 100 para transporte de água e esgoto 
sobpressão — Requisitos
1 Escopo
Esta Norma especifica os requisitos e métodos de ensaio para fabricação e recebimento de tubos 
de polietileno para transporte de fluidos em temperaturas de até 40 °C, com máxima pressão de ope-
ração de até 2,5 MPa, projetados para vida útil de 50 anos, destinados a serem utilizados em:
 a) ramais prediais de água;
 b) redes de distribuição de água e adutoras;
 c) linhas de esgoto sanitário sob pressão.
Esta Norma aplica-se aos tubos de diâmetro externo nominal (DE) de 20 mm a 2 000 mm nas classes 
de pressão nominal de PN 3,2 (0,32 MPa), PN 4 (0,4 MPa), 5 (0,5 MPa), 6 (0,6 MPa), 8 (0,8 MPa), 
10 (1 MPa), 12,5 (1,25 MPa), 16 (1,6 MPa), 20 (2 MPa) e 25 (2,5 MPa).
2 Referências normativas
Os documentos relacionados a seguir são indispensáveis à aplicação deste documento. Para referên-
cias datadas, aplicam-se somente as edições citadas. Para referências não datadas, aplicam-se as 
edições mais recentes do referido documento (incluindo emendas).
ABNT NBR 8415, Tubos e conexões de polietileno – Verificação da resistência à pressão hidrostática 
interna
ABNT NBR 9023, Termoplásticos – Determinação do índice de fluidez – Método de ensaio
ABNT NBR 9058, Tubos de polietileno – Determinação do teor de negro de fumo
ABNT NBR 14299, Sistemas de ramais prediais de água – Tubos de polietileno PE – Determinação 
da estabilidade dimensional
ABNT NBR 14300, Sistemas de ramais prediais de água – Tubos, conexões e composto de polietileno 
PE – Determinação do tempo de oxidação induzida
ABNT NBR 14301, Sistemas de ramais prediais de água – Tubos de polietileno PE – Determinação 
das dimensões
ABNT NBR 14303, Sistemas de ramais prediais de água – Tubos de polietileno PE – Verificação 
da resistência ao esmagamento
ABNT NBR 14304, Sistemas de ramais prediais de água – Tubos e conexões de polietileno PE – 
Determinação da densidade de plásticos por deslocamento
ABNT NBR 14464, Sistemas para distribuição de gás combustível para redes enterradas – Tubos 
e conexões de polietileno PE 80 e PE 100 – Execução de solda de topo
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ABNT NBR 14465, Sistemas para distribuição de gás combustível para redes enterradas – Tubos 
e conexões de polietileno PE 80 e PE 100 – Execução de solda por eletrofusão
ABNT NBR ISO 18553, Método para avaliação do grau de dispersão de pigmentos ou negro-de-fumo 
em tubos, conexões e compostos poliolefínicos 
ISO 1133-1, Plastics – Determination of the melt mass-flow rate (MFR) and melt volume-flow rate 
(MVR) of thermoplastics – Part 1: Standard method
ISO 1183-1, Plastics – Methods for determining the density of non-cellular plastics – Part 1: Immersion 
method, liquid pyknometer method and titration method
ISO 2505, Thermoplastics pipes – Longitudinal reversion – Test method and parameters
ISO 3126, Plastics piping systems – Plastics components – Determination of dimensions
ISO 6259-1, Thermoplastics pipes – Determination of tensile properties – Part 1: General test method
ISO 6259-3, Thermoplastics pipes – Determination of tensile properties – Part 3: Polyolefin pipes
ISO 6964, Polyolefin pipes and fittings – Determination of carbon black content by calcination and 
pyrolysis – Test method and basic specification
ISO 9080, Plastics piping and ducting systems – Determination of the long-term hydrostatic strength 
of thermoplastics materials in pipe form by extrapolation
ISO 11357-6, Plastics – Differential scanning calorimetry (DSC) – Part 6: Determination of oxidation 
induction time (isothermal OIT) and oxidation induction temperature (dynamic OIT)
ISO 12162, Thermoplastics materials for pipes and fittings for pressure applications – Classification, 
designation and design coefficient
ISO 13479, Polyolefin pipes for the conveyance of fluids – Determination of resistance to crack 
propagation – Test method for slow crack growth on notched pipes 
ISO 13953, Polyethylene (PE) pipes and fittings – Determination of the tensile strength and failure 
mode of test pieces from a butt-fused joint
ISO 13954, Plastics pipes and fittings – Peel decohesion test for polyethylene (PE) electrofusion 
assemblies of nominal outside diameter greater than or equal to 90 mm
ISO 15512, Plastics – Determination of water content
ISO 16871, Plastics piping and ducting systems – Plastics pipes and fittings – Method for exposure 
to direct (natural) weathering
EN 12099, Plastics piping systems – Polyethylene piping materials and components – Determination 
of volatile content
ANSI/NSF 61, Drinking water system components – Health effects
ASTM D4703, Practice for compression molding thermoplastic materials into test specimens, plaques, 
or sheets 61
2
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3 Termos	e	definições
Para os efeitos deste documento, aplicam-se os seguintes termos e definições. 
3.1 
adutora de água
tubulação destinada à condução de água de mananciais ou de estações de tratamento para reserva-
tórios ou entre reservatórios
3.2 
celeridade	(c)
velocidade de propagação de uma onda de pressão (P) que origina um transiente hidráulico (golpe 
de aríete). É função da velocidade da água (v) e dos módulos de elasticidade da água e do material 
da tubulação, sendo proporcional ao módulo de elasticidade do tubo. Relaciona-se com a pressão 
do transiente pela equação:
c vP
g
× ∆∆ =
onde
∆v é a variação da velocidade da água;
∆P é a variação da pressão;
g é a aceleração da gravidade.
3.3 
composto de polietileno
material fabricado com polímero à base de polietileno, contendo os aditivos e o pigmento necessários 
à fabricação de tubos de polietileno
3.4 
corpo de prova 
cada segmento de tubo, extraído das bobinas ou barras que compõem a amostra ou material dela, 
retirado para ser submetido a um ensaio e preparado na forma e nas dimensões exigidas pelo método 
de ensaio especificado
3.5 
curva de regressão
definida pelo método de extrapolação-padrão ISO 9080, resulta em um gráfico traçado em papel di-log 
a diferentes temperaturas, resultando na curva de tensão de ruptura pelo tempo de ruptura de amos-
tras de tubos, tal que se possa determinar o tempo de ruptura de um tubo em função da tensão 
circunferencial aplicada no tubo por meio de pressão hidrostática interna a determinada temperatura
3.6 
diâmetro	externo	médio	(dem)
razão entre o perímetro externo do tubo, em milímetros, pelo número 3,142, arredondado para 
o 0,1 mm mais próximo
3
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3.7 
diâmetro	externo	nominal	(DE)
simples número que serve para classificar, em dimensões, os elementos de tubulações (tubos, 
juntas, conexões e acessórios) e que corresponde aproximadamente ao diâmetro externo do tubo 
em milímetros
3.8 
diâmetro	interno	(DI)
diâmetro externo menos duas vezes a espessura de parede do tubo
3.9 
espessura de parede (e)
valor da espessura de parede medida em qualquer ponto ao longo da circunferência, arredondado 
para o 0,1 mm mais próximo
3.10 
lote de fabricação
quantidade de tubos de mesmo diâmetro, espessura e composto, produzidos na mesma máquina
3.11 
máxima	pressão	de	operação	(MPO)
máxima pressão que a tubulação deve suportar em serviço contínuo, conforme Anexo E
3.12 
ovalização	do	tubo
diferença entre os valores máximo e mínimo do diâmetro externo do tubo, em uma mesma seção
3.13 
pressão hidrostática interna
pressão hidrostática aplicada ao longo de toda a parede do tubo
3.14 
pressão	nominal	(PN)
máxima pressão de operação suportada por tubos, conexões e respectivas juntas, submetidos 
em serviço contínuo, nas condições de temperatura de operação de até 25 °C
3.15 
ramal predial
trecho de tubulação compreendido entre o ponto de derivação da rede de distribuição de água até 
a entrada da unidade de medição
3.16 
rede de distribuição de água
tubulação, ou malha de tubos, destinada à distribuição de água, de onde se faz a derivação para 
o ramal predialde água
3.17 
ruptura dúctil
ruptura que ocorre no período de tempo correspondente à inclinação suave da curva de regressão, 
anteriormente à sua mudança de direção (ver Figura 1)
NOTA A ruptura dúctil se caracteriza por escoamento do material.
4
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3.18 
ruptura frágil
ruptura que ocorre no período de tempo correspondente à parte inclinada da curva de regressão, após 
mudança de direção (ver Figura 1)
NOTA A ruptura frágil se caracteriza por fissuras ou microfissuras, sem que ocorra escoamento do 
material.
Ruptura dúctil Ruptura frágil
t
σ
Figura 1 – Curva de regressão de tensão ×	tempo	(ilustrativa)
3.19 
standard dimension ratio (SDR)	
simples número que serve para classificar, em dimensões, os elementos de tubulações (tubos, juntas, 
conexões e acessórios). Corresponde à relação entre o diâmetro externo nominal (DE) e a espessura 
nominal (e)
3.20 
tensão circunferencial (σ)
tensão presente ao longo de toda a parede do tubo, decorrente da aplicação da pressão hidrostática 
interna
3.21 
tensão circunferencial de dimensionamento 
σ
valor de tensão utilizado para dimensionamento da espessura de parede do tubo, que corresponde 
ao valor da tensão mínima requerida (MRS) dividido por um fator de segurança (FS) maior do que 1, 
arredondado para baixo, segundo a série R10 de Renard
3.22 
tensão	mínima	requerida	(MRS)
propriedade do composto que corresponde à tensão circunferencial, em megapascals (MPa), repre-
sentada pela reta do limite de confiança (LPL) de 97,5 %, a partir da curva de regressão na temperatura 
de 20 °C, extrapolada para 50 anos
5
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4 Requisitos
4.1 Controle do processo de fabricação
Recomenda-se que o fabricante mantenha um controle do processo de fabricação conforme o Anexo A, 
que envolva os fornecedores do composto e do tubo e que seja capaz de assegurar que os produtos 
fabricados estão de acordo com esta Norma. 
4.2 Composto
4.2.1 A matéria-prima para fabricação dos tubos conforme os requisitos desta Norma deve ser 
o composto de polietileno contendo somente aditivos e pigmentos necessários à fabricação do tubo, 
incluindo processabilidade, homogeneidade e uniformidade dos lotes.
4.2.2 O composto de polietileno, em sua formulação final, deve ser fornecido apenas pelo fabricante 
do polímero, de tal forma que o fabricante do tubo nada acrescente à matéria-prima adquirida.
4.2.3 O composto não pode interferir nos padrões de potabilidade da água conforme estabelecido 
pela legislação em vigor.
4.2.4 Os compostos de polietileno empregados em sistemas de abastecimento de água não podem 
constituir efeitos tóxicos, propiciar desenvolvimento de micro-organismos, e/ou transmitir gosto, odor 
ou opacidade à água
4.2.5 Não pode ser utilizado material reprocessado e/ou reciclado.
4.2.6 A classificação do composto deve ser comprovada pelo seu fabricante com a apresentação 
da curva de regressão, para cada código de composto.
4.2.7 Os compostos de polietileno devem ser classificados como PE 80 ou PE 100, conforme 
ISO 12162, utilizando-se o método de extrapolação da ISO 9080,
onde
PE 80: MRS = 8 MPa, quando 8 ≤ LPL4.3.1.1 Os tubos são designados pelo diâmetro externo nominal (DE) e pela pressão nominal (PN).
4.3.1.2 O número relativo à pressão nominal (PN) corresponde à máxima pressão de operação 
(MPO), expressa em bar, a 20 °C, para uma vida útil projetada para 50 anos.
4.3.1.3 Para temperaturas superiores a 20 °C deve-se considerar os fatores de redução de pressão 
conforme o Anexo B.
4.3.1.4 A pressão nominal do tubo também pode ser identificada pelo número SDR, calculado pela 
equação: 
DESDR
e
=
A pressão nominal (PN) é calculada pela equação:
( )d2 10 ePN
DE e
σ× × ×
=
−
A correspondência entre a pressão nominal (PN) do tubo e o número SDR é dada pela equação:
d20
1
PN
SDR
σ×=
−
4.3.1.5 O peso médio dos tubos é calculado com a espessura média e o diâmetro externo nominal 
(DE), considerando-se a densidade do composto de 0,950 g/cm3, arredondado para três casas 
decimais.
4.3.1.6 A espessura média é calculada pela equação:
m mín 0,5e e Te= + ×
onde
em é o valor numérico da espessura média, expresso em milímetros (mm);
emín é o valor numérico da espessura mínima, expresso em milímetros (mm);
Te é o valor numérico da tolerância admitida para a espessura, expresso em milímetros (mm).
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4.3.1.7 O peso médio é calculado pela expressão:
( )m m
m
0,950 DE
1000
e eP π × × × −
=
onde
Pm é o valor numérico do peso médio, expresso em quilogramas por metro (kg/m);
em é o valor numérico da espessura média, expresso em milímetros (mm).
4.3.2 Cor dos tubos 
4.3.2.1 Os tubos devem ser fabricados nas cores determinadas em função da sua aplicação, 
conforme a seguir:
 a) para ramais prediais: cor azul ou cor preto;
 b) para redes de distribuição e/ou adutoras de água: cor azul ou cor preta com listras azuis;
 c) para transporte de esgoto sanitário sob pressão: cor preta com listras ocre.
4.3.2.2 Os tubos de cor preta com listras azuis ou listras ocre devem conter quatro ou mais listras 
continuas, equidistantes entre si, ao longo da circunferência.
A profundidade das listras admitida deve ser ≤ 10 % da espessura da parede do tubo.
As listras devem ser inseridas por processo de coextrusão. 
4.3.3 Tensão de dimensionamento
A tensão de dimensionamento dos tubos para vida útil projetada de 50 anos e temperatura de trabalho 
de até 20 °C deve ser obtida aplicando-se o fator de segurança (FS de 1,25) sobre a tensão mínima 
requerida (MRS) conforme Tabela 4.
Tabela 4 – Tensão de dimensionamento 
Composto
MRS 
para 50 anos, a 20 °C, 
conforme 
ISO 9080
MPa
Fator de 
segurança
FS
Tensão de 
dimensionamento 
máxima
MPa
PE 80 8,0 1,25 6,3
PE 100 10,0 1,25 8,0
4.3.4 Dimensões	e	tolerâncias
Os tubos, objeto desta Norma, devem ser fabricados segundo os critérios a seguir:
 a) ramais prediais de água: dimensões conforme o Anexo C;
 b) redes de distribuição de água, adutoras e linhas de esgoto sanitário sob pressão: dimensões 
conforme Anexo D.
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4.3.5 Índice	de	fluidez	
4.3.5.1 O índice de fluidez do tubo deve apresentar um desvio máximo de ± 20 %, quando comparado 
com o índice de fluidez medido no lote de composto utilizado para fabricação do tubo.
4.3.5.2 O corpo de prova deve ser extraído do centro da parede do tubo e o índice de fluidez deve 
ser determinado conforme as ABNT NBR 9023 e ISO 1133-1.
4.3.6 Resistência à pressão hidrostática
4.3.6.1 Resistência à pressão hidrostática interna de curta duração a 20 °C
Os tubos devem resistir no mínimo a 100 h, na temperatura de (20 ± 1) °C, quando submetidos à 
pressão hidrostática (P) calculada pela equação a seguir, com os valores de tensão circunferencial 
de ensaio apresentados na Tabela 5 e para os valores de diâmetro externo médio (dem) e espessura 
mínima do corpo de prova, quando ensaiados conforme a ABNT NBR 8415.
em
2 eP
d e
σ× ×=
−
onde
P é o valor da resistência à pressão hodrostática, expresso em megapascals (MPa);
e é o valor da espessura mínima da parede do corpo de prova, expresso em milímetros (mm);
dem é o valor do diâmetro externo médio, expresso em milímetros (mm);
σ é o valor da tensão circunferencial de ensaio, expresso em megapascals (MPa).
Tabela 5 – Valores de tensão circunferencial para ensaio 
de pressão hidrostática interna de curta duração a 20 °C
Composto Tensão circunferencial de ensaio 
MPa
PE 80 9,0
PE 100 12,0
4.3.6.2 Resistência à pressão hidrostática interna de curta duração a 80 °C
Os tubos devem resistir no mínimo a 165 h, na temperatura de (80 ± 1) °C, quando submetidos 
à pressão hidrostática (P) calculada pela equação descrita em 4.3.6.1, com os valores de tensão 
circunferencial de ensaio apresentados na Tabela 6, e para os valores de diâmetro externo médio 
(dem) e espessura mínima do corpo de prova, conforme a ABNT NBR 8415.
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Tabela 6 – Valores de tensão circunferencial para ensaio de pressão 
hidrostática interna de curta duração a 80 °C 
Composto Tensão circunferencial de ensaio 
MPa
PE 80 4,5
PE 100 5,4
Os tubos não podem apresentar ruptura frágil antes de 165 h. No caso de ocorrer ruptura dúctil 
antes de 165 h, deve ser escolhida na Tabela 7 uma nova relação tempo × tensão para a tensão 
imediatamente inferior, e deve ser realizado um novo ensaio com a nova tensão durante o período 
correspondente, conforme a ABNT NBR 8415.
Tabela 7 – Valores de tensão circunferencial × tempo para ensaio de resistência à pressão 
hidrostática interna de curta duração a 80 °C
PE 80 PE 100
Tensão 
MPa
Tempo 
h
Tensão 
MPa
Tempo 
h
4,5 165 5,4 165
4,4 233 5,3 256
4,3 331 5,2 399
4,2 474 5,1 629 
4,1 685 5,0 1 000
4.0 1 000
4.3.6.3 Resistência à pressão hidrostática interna de longa duração a 80 °C
Os tubos devem resistir no mínimo a 1 000 h na temperatura de (80 ± 1) °C, quando submetidos à 
pressão hidrostática (P) calculada pela equação de 4.3.6.1, com os valores de tensão circunferencial 
de ensaio apresentados na Tabela 8, e para os valores de diâmetro externo médio (dem) e espessura 
mínima do corpo de prova, quando ensaiados conforme a ABNT NBR 8415.
Tabela 8 – Valores de tensão circunferencial para ensaio 
de pressão hidrostática interna de longa duração a 80 °C
Composto
Tensão circunferencial de 
ensaio
MPa
PE 80 4,0
PE 100 5,0
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4.3.7 Estabilidade dimensional 
Os corpos de prova dos tubos devem apresentar variação longitudinal (≤ 3 %), quando submetidos 
à temperatura de (110 ± 2) °C, conforme a ABNT NBR 14299 ou ISO 2505. Aplicável somente para 
tubos com espessura (≤ 16 mm).
4.3.8 Resistência ao esmagamento
Os tubos de diâmetro externo menor ou igual a 315 mm devem ser submetidos ao esmagamento, 
conforme a ABNT NBR 14303, ou EN 12106, seguido do ensaio de resistência à pressão interna 
de curta duração a 20 °C, conforme 4.3.6.1, e longa duração a 80 °C, conforme 4.3.6.3.
4.3.9 Exames visuais
4.3.9.1 As superfícies dos tubos devem apresentar-se com cor e aspecto uniformes e ser isentas 
de corpos estranhos, bolhas, fraturas do fundido, rachaduras ou outros defeitos visuais que indiquem 
descontinuidade do composto e/ou do processo de extrusão que comprometa o desempenho do tubo.
4.3.9.2 Os tubos não podem apresentar ranhuras, marcas ou danos superficiais com profundidades 
que ultrapassem 10 % de sua espessura.
4.3.10 Estabilidade térmica
4.3.10.1 A estabilidade térmica do tubo deve ser medida no ensaio de determinação do tempo 
de oxidação induzida (OIT) e deve ser maior ou igual a 20 min, quando ensaiado a 200 °C.
4.3.10.2 O ensaio deve ser realizado de acordo com a ABNT NBR 14300 ou ISO 11357-6, e a amostra 
deve ser extraída da superfície interna do tubo.
4.3.11 Propriedades de tração
As propriedades de tração devem ser determinadas conforme Anexo B.
4.3.12 Dispersão de pigmentos
O tubo deve ser submetido ao ensaio de dispersão de pigmentos e apresentargrau menor ou igual a 3, 
conforme a ABNT NBR ISO 18553.
4.3.13 Teor de negro de fumo
O tubo na cor preta ou preta com listras deve ser submetido ao ensaio de determinação do teor 
de negro-de-fumo para comprovar a quantidade deste em sua massa, conforme a ABNT NBR 9058 
ou ISO 6964, sendo:
 a) conteúdo na massa do composto: 2,0 % a 2,5 % e;
 b) tamanho médio das partículas: 10 ηm a 25 ηm.
NOTA O tamanho médio das partículas é somente para fins de referência e não é determinado no ensaio 
de negro de fumo.
4.3.14 Estocagem, manuseio e transporte
A fim de manter a integridade dos tubos durante a estocagem, manuseio e transporte, devem ser 
observados os cuidados a seguir:
 a) evitar que os tubos fiquem expostos à fonte de calor, como escapamentos de veículos e agentes 
químicos agressivos, como solventes;
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 b) amarrar e acondicionar adequadamente as cargas para que não se soltem durante o transporte 
e nunca prender ou carregar os tubos com cintas ou cabos metálicos;
 c) preparar uma base de apoio adequada, isenta de agentes agressivos, pontiagudos ou cortantes;
 d) tubos de diâmetro externo (DE) ≥ 500 mm e SDR 32,25 devem ter suas extremidades ancoradas 
com cruzetas de madeira ou dispositivos similares que evitem a ovalização;
 e) os tubos produzidos com composto na cor azul não podem ser estocados em locais sujeitos 
a intempéries por período superior a seis meses.
5 Inspeção de recebimento
5.1 Generalidades
5.1.1 A inspeção de recebimento deve ser feita em fábrica; entretanto, por acordo prévio entre 
comprador e fabricante, pode ser realizada em outro local, desde que este local reúna recursos para 
realização da inspeção.
5.1.2 O comprador ou seu representante deve ser informado com antecedência mínima acordada 
com o fabricante da data na qual deve ter início a inspeção de recebimento.
5.1.3 Caso o comprador ou seu representante não compareça na data estipulada para realizar 
a inspeção de recebimento e não apresente justificativa para este fato, o fabricante deve tomar 
providências para a entrega do produto com o correspondente relatório de ensaios emitido pelo 
controle de qualidade da fábrica.
5.1.4 Nas inspeções realizadas em fábrica, o fabricante deve colocar à disposição do comprador 
os equipamentos e pessoal especializado para execução dos ensaios de recebimento.
5.1.5 Todos os fornecimentos devem ser divididos pelo fabricante, em lotes de mesmo diâmetro 
externo nominal (DE) e pressão nominal (PN), e as quantidades devem estar de acordo com 5.2. 
Um lote de recebimento pode ser formado pelo agrupamento de vários lotes de fabricação.
5.2 Amostragem 
5.2.1 Gerais
5.2.1.1 De cada lote, formado devem ser retiradas as amostras de forma representativa, sendo 
a escolha por parte do inspetor aleatória e não intencional.
5.2.1.2 Para lotes em bobinas, as amostras são formadas por bobinas de tubos.
5.2.1.3 De cada bobina que compõe a amostra devem ser retirados os corpos de prova na quan-
tidade correspondente aos ensaios previstos.
5.2.2 Exame dimensional e visual
5.2.2.1 De cada lote são separadas amostras para exame dimensional (diâmetro externo 
médio, diâmetro da bobina, espessura, ovalização e comprimento), conforme Anexo C e Anexo D, 
e ABNT NBR 14301 ou ISO 3126, para exame da marcação, conforme Seção 6, e exame visual, 
conforme 4.3.9, com a amostragem estabelecida na Tabela 9.
14
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Tabela 9 – Plano de amostragem para exame visual e dimensional
Tamanho do 
lote
Tamanho da amostra Número de unidades defeituosas
1a 
amostragem
2a 
amostragem
1a amostragem 2a amostragem
Ac-1 Re-1 Ac-2 Re-2
16 a 25 5 0 0 1 - -
26 a 90 8 8 0 2 1 2
91 a 150 13 13 0 3 3 4
151 a 280 20 20 1 4 4 5
281 a 500 32 32 2 5 6 7
501 a 1 200 50 50 3 7 8 9
1 201 a 3 200 80 80 5 9 12 13
3 201 a 10 000 125 125 7 11 18 19
5.2.2.2 A inspeção de lotes com tamanho inferior a 16 unidades (barras ou bobinas) deve ser objeto 
de acordo prévio entre comprador e fabricante.
5.2.3 Ensaios destrutivos
5.2.3.1 Para os tubos de polietileno aprovados nos exames dimensional e visual, o fabricante deve 
comprovar a execução dos seguintes ensaios durante o processo de fabricação, estando dispensado 
da execução dos ensaios conforme plano de amostragem da Tabela 10;
 a) índice de fluidez, conforme 4.3.5;
 b) resistência à pressão interna de curta duração a 80 °C, conforme 4.3.6.2;
 c) estabilidade dimensional, conforme 4.3.7;
 d) propriedades de tração, conforme 4.3.11;
 e) dispersão de pigmentos, conforme 4.3.12.
5.2.3.2 Se o fabricante não comprovar a execução dos ensaios conforme 5.2.3.1 durante o processo 
de fabricação, o comprador deve exigir a execução destes durante a inspeção de recebimento com 
amostragem estabelecida na Tabela 10.
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Tabela 10 – Plano de amostragem para os ensaios destrutivos
Tamanho do 
lote
Tamanho da amostra Número de unidades defeituosas
1a 
amostragem
2a 
amostragem
1a amostragem 2a amostragem
Ac-1 Re-1 Ac-2 Re-2
16 a 150 3 - 0 1 - -
151 a 3 200 8 8 0 2 1 2
3 201 a 10 000 13 13 0 3 3 4
NOTA Outro plano de amostragem pode ser adotado em comum acordo entre fabricante e comprador.
5.2.3.3 A inspeção de lotes com tamanho inferior a 16 unidades (barras ou bobinas) deve ser objeto 
de acordo prévio entre comprador e fabricante.
5.3 Aceitação e rejeição
5.3.1 Na inspeção de recebimento, a aceitação ou a rejeição dos lotes inspecionados deve ser 
conforme 5.3.3 a 5.3.10.
5.3.2 Se uma bobina ou barra apresentar um ou mais de um tipo de defeito, para fins de aceitação 
e rejeição, deve ser considerada uma unidade defeituosa.
5.3.3 Na amostragem simples, aplicada aos ensaios destrutivos, o lote é considerado aceito 
se o número de amostras defeituosas (aquelas que contêm uma ou mais não conformidades) for igual 
ou inferior ao número de aceitação.
5.3.4 Ainda na amostragem simples, o lote é considerado rejeitado, se o número de amostras 
defeituosas for igual ou superior ao número de rejeição.
5.3.5 Na amostragem dupla, aplicada aos exames dimensionais e visuais, se o número de unidades 
defeituosas encontrado na primeira amostragem for igual ou menor do que o primeiro número 
de aceitação, o lote deve ser considerado aceito.
5.3.6 Se o número de unidades defeituosas for igual ou maior do que o primeiro número de rejeição, 
o lote deve ser rejeitado.
5.3.7 Ainda na primeira amostragem, se o número encontrado for maior do que o primeiro número 
de aceitação e menor do que o primeiro número de rejeição, uma segunda amostragem de tamanho 
indicado pelo plano de amostragem deve ser retirada.
5.3.8 As quantidades de unidades defeituosas encontradas na primeira e na segunda amostragens 
devem ser acumuladas.
5.3.9 Se a quantidade acumulada de unidades defeituosas for igual ou menor que o segundo número 
de aceitação, o lote deve ser aceito.
5.3.10 Se a quantidade acumulada de unidades defeituosas for igual ou maior do que o segundo 
número de rejeição, o lote deve ser rejeitado.
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5.4 Relatório de resultados da inspeção
Para cada lote de tubos inspecionado, a entidade inspetora deve fornecer um relatório de resultados 
de ensaios contendo no mínimo o seguinte:
 a) diâmetro externo nominal (DE);
 b) pressão nominal (PN);
 c) SDR do tubo;
 d) identificação comercial do composto utilizado na fabricação;
 e) classificação do composto (PE 80 ou PE 100);
 f) código de rastreabilidade;
 g) tamanho do lote inspecionado, em metros, e números de barra ou de bobinas;
 h) resultado dos ensaios de recebimento;
 i) informação de que o lote atende ou não às especificações desta Norma;
 j) cópia do certificado de análise do composto utilizado para fabricação do lote inspecionado;
 k) para tubos destinados aos sistemas de abastecimento de água, atestado de que o compostoutilizado não interfere nos padrões de potabilidade conforme legislação em vigor. 
6 Marcação
6.1 Os tubos devem ser marcados de metro em metro, de forma indelével e visível, por meio 
de impressão a quente em baixo-relevo, tipo hot-stamping, em cor contrastante com a do tubo, 
ou de outro método de marcação em baixo-relevo.
A marcação deve conter no mínimo as seguintes informações:
 a) nome ou marca de identificação do fabricante;
 b) identificação comercial do composto utilizado na fabricação;
 c) classificação do composto (PE 80 ou PE 100);
 d) ramal predial, água ou esgoto;
 e) diâmetro externo nominal (DE);
 f) PN;
 g) SDR – não aplicável para os tubos conforme Anexo C;
 h) código que permita rastrear a sua produção;
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NOTA O código permite identificar a matéria-prima, seu número de lote, quantitativos e parâmetros 
de produção e resultados de ensaios de produção
 i) número desta Norma.
6.2 No caso de bobinas, é tolerada a ocorrência de um trecho de até 1/3 de comprimento sem a 
marcação com tinta, desde que os dizeres estejam legíveis pelo baixo-relevo decorrente do processo.
7 Fornecimento
Todas bobinas ou barras que tiverem seus comprimentos originais reduzidos com a retirada dos corpos 
de prova para os ensaios devem ser aceitas pelo comprador, considerando seu comprimento original.
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Anexo A 
(informativo) 
 
Guia para avaliação da conformidade
A.1 Agrupamento	por	diâmetros
Para os efeitos deste Anexo, aplicam-se os seguintes grupos de tubos indicados na Tabela A.1.
Tabela A.1 – Agrupamento
Grupo 1 2 3 4
Diâmetro	Externo	–	
DE	(mm) ≥	20	e	O número de corpos de prova e o tipo são especificados na ISO 6259-1, e ISO 6259-3, respectivamente. 
Os corpos de prova são retirados a partir do perímetro de um tubo de amostra.
c Entende-se como lote de tubo, a quantidade de tubos de mesmo diâmetro, espessura e composto, 
produzidos na mesma máquina.
d A existência de um histórico favorável de resultados de ensaios permite que o fabricante adote o plano de 
inspeção de seu programa da qualidade.
A.2.5 Ensaios	de	verificação	de	processo	do	fabricante	de	tubos
Os ensaios de verificação de processo, listados na Tabela A.6, devem ser executados nos intervalos 
especificados, de forma a confirmar que os ensaios de tipo originalmente executados se mantêm 
válidos e que o processo continua capaz de produzir produtos de acordo com os requisitos desta Norma.
NOTA Se forem executados ensaios de auditoria no mesmo período, conforme Tabela A.7, os ensaios 
de verificação de processo não são necessários.
Se o produto não atender aos requisitos com respeito a qualquer característica de verificação de pro-
cesso, recomenda-se que um novo ensaio seja realizado. Se houver certificação por uma terceira 
parte, convém que o organismo de certificação seja informado.
Se, após o procedimento de novo ensaio, não for evidenciada a conformidade do produto aos requisitos, 
então se recomenda que o processo seja investigado e corrigido, de acordo com os procedimentos 
definidos no plano de qualidade do fabricante e, então, as características sejam verificadas novamente.
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Tabela A.6 – Características e frequências de amostragem mínimas para ensaios 
de	verificação	de	processo	do	fabricante	de	tubos
Característica Seção Frequência de amostragem mínima a
Resistência à pressão 
hidrostática de longa 
duração a 80 °C - ≥ 1 000 h
4.3.6.3
Um corpo de prova de um diâmetro de cada grupo 
dimensional por ano, por composto e por planta 
de produção
Alongamento à ruptura b 4.3.11
Um corpo de prova de um diâmetro de cada grupo 
dimensional por ano, por composto e por planta 
de produção
Estabilidade dimensional c 4.3.7
Um corpo de prova de um diâmetro de cada grupo 
dimensional por ano, por composto e por planta 
de produção
NOTA A existência de um histórico favorável de resultados de ensaios permite que o fabricante adote o 
plano de inspeção de seu programa de qualidade. 
a Revezar diâmetros externos nominais, SDR e compostos, conforme aplicável.
b Aplicar somente se o ensaio não for aplicado para liberação de lote.
c A estabilidade dimensional é aplicável somente para tubos com espessura de parede nominal ≤ 16 mm.
d A existência de um histórico favorável de resultados de ensaios permite que o fabricante adote o plano de 
inspeção de seu programa da qualidade.
A.2.6 Ensaios	de	auditoria	(manutenção	da	qualificação)
Recomenda-se que os ensaios de auditoria sejam executados quando houver um processo de 
certificação por terceiros, incluindo os ensaios e frequências de amostragem descritos na Tabela A.7.
Tabela A.7 – Características e frequências de amostragem mínimas para ensaios 
de	manutenção	da	qualificação	do	fabricante	de	tubos	(continua)
Característica Seção Frequência de amostragem mínima a
Visual 4.3.9
Um corpo de prova de um diâmetro de cada grupo 
dimensional por ano, por composto e por planta 
de produção
Dimensões 4.3.4
Um corpo de prova de um diâmetro de cada grupo 
dimensional por ano, por composto e por planta 
de produção
Resistência à pressão de 
curta duração a 20 °C; 
≥ 100 h
4.3.6.1
Um corpo de prova de um diâmetro de cada grupo 
dimensional por ano, por composto e por planta 
de produção 
Resistência à pressão 
hidrostática de longa 
duração a 80 °C - ≥ 1 000 h
4.3.6.3
Um corpo de prova de um diâmetro de cada grupo 
dimensional por ano, por composto e por planta 
de produção
Alongamento à ruptura 4.3.11
Número de corpos de prova de acordo com a ISO 6259-1
Um diâmetro de cada grupo dimensional por ano, por 
composto e por planta de produção
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Tabela A.7 (conclusão)
Característica Seção Frequência de amostragem mínima a
Tempo de oxidação 
induzida (estabilidade 
térmica – OIT)
4.3.10 Um amostra de um diâmetro de cada grupo dimensional 
por ano, por composto e por planta de produção
Índice de fluidez (MFR) 4.3.5 Uma amostra de um diâmetro de cada grupo dimensional 
por ano, por composto e por planta de produção
Estabilidade dimensional b 4.3.7
Um corpo de prova de um diâmetro de cada grupo 
dimensional por ano, por composto e por planta 
de produção
Marcação 6
Um corpo de prova de um diâmetro de cada grupo 
dimensional por ano, por composto e por planta 
de produção
NOTA A existência de um histórico favorável de resultados de ensaios permite que o fabricante adote o 
plano de inspeção de seu programa de qualidade. 
a Revezar diâmetros externos nominais e SDR a cada ano.
b A estabilidade dimensional é aplicável somente para tubos com espessura de parede nominal ≤ 16 mm.
c A existência de um histórico favorável de resultados de ensaios permite que o fabricante adote o plano de 
inspeção de seu programa da qualidade.
A.2.7 Fornecimento de resultados de ensaios
Para cada lote de fabricação, recomenda-se ao fabricante fornecer um relatório de resultados 
de ensaios contendo no mínimo o seguinte:
 a) diâmetro externo nominal (DE) do tubo;
 b) pressão nominal (PN);
 c) código de rastreabilidade;
 d) data de início da fabricação do lote;
 e) identificação do composto de polietileno utilizado;
 f) quantidade do lote de fabricação, em metros;
 g) informação de que o lote fornecido atende às especificações desta Norma.
NOTA Pode ser solicitada ao fabricante do tubo uma cópia do certificado de análise do composto utilizado, 
assim como atestado de que o composto não interfere nos padrões de potabilidade da água, conforme 
legislação em vigor.
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Anexo B 
(normativo) 
 
Determinação	das	propriedades	mecânicas
B.1 As propriedades de tração devem ser determinadas, por alongamento até ruptura, em corpos de 
prova após o envelhecimento, para caracterização do composto em forma de tubo, conforme Tabela 3, 
e devem atender aos requisitos especificados na Tabela B.1.
B.2 As propriedades de tração também devem ser determinadas, por alongamento até ruptura, em 
corpos de prova sem envelhecimento, para qualificação do composto e durante a fabricação do tubo, 
conforme A.2.1, A.2.4, A.2.5 e A.2.6, e devem atender aos requisitos especificados na Tabela B.1.
Tabela	B.1	–	Caracterização	das	propriedades	de	tração
Características Requisitos Parâmetros	dos	ensaios Método do ensaio
Alongamento até 
ruptura para e 
≤ 5 mm
≥ 350 % b
Formato do corpo 
de prova Tipo 2
ISO 6259-1 
e 
ISO 6259-3
Velocidade 100 mm/min
Número de corpos 
de prova c Conforme ISO 6259
Alongamento até 
ruptura para 5 
mm 12 mm
≥ 350 % b
Formato do corpo 
de prova Tipo 1 a
ISO 6259-1 
e 
ISO 6259-3
Velocidade 25 mm/min
Número de corpos 
de prova c Conforme ISO 6259
ou
Formato do corpo 
de prova Tipo 3 a
Velocidade 10 mm/min
Número de corpos 
de prova c Conforme ISO 6259
a Opcionalmente, para os corpos de prova tipo 1 ou 3, a parede do tubo pode ser usinada para espessuras 
≤ 25 mm.
b O ensaio pode ser interrompido após atender ao requisito não sendo necessário continuar até ruptura 
do corpo de prova
c O número de corpos de prova indica a quantidade necessária para estabelecer um valor para característica 
descrita nesta tabela. O número de corpos de prova necessários para o controle do processo de fabricação 
deve constar do plano de qualidade do fabricante
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B.3As características mecânicas devem ser verificadas, por ensaio de resistência à pressão 
hidrostática interna, em corpos de prova após o envelhecimento, para caracterização do composto 
em forma de tubo, conforme Tabela 3, e devem atender os requisitos especificados na Tabela B.2.
Tabela	B.2	–	Caracterização	da	pressão	hidrostática	interna	dos	tubos
Características Requisitos Parâmetros	dos	ensaios Método do 
ensaio
Resistência 
à pressão 
hidrostática 
interna de curta 
duração a 80 °C
Nenhuma falha 
dos corpos de 
prova durante o 
ensaio
Tampão do corpo 
de prova Tipo a
ABNT NBR 8415
Período de 
condicionamento
Conforme 
ABNT NBR 8415
Número de corpos 
de prova a 3
Ambiente do ensaio Água em água 
Temperatura 80°C
Período do ensaio 165 h b
Tensão 
circunferencial
(PE 80)
4,5 MPa
Tensão 
circunferencial
(PE 100)
5,4 MPa
Resistencia 
à pressão 
hidrostática 
interna de longa 
duração a 80 °C
Nenhuma falha 
dos corpos de 
prova durante o 
ensaio
Tampão do corpo 
de prova Tipo a
ABNT NBR 8415
Período de 
condicionamento
Conforme 
ABNT NBR 8415
Número de corpos 
de prova a 3
Ambiente do ensaio Água em água 
Temperatura 80°C
Período do ensaio 1 000 h
Tensão 
circunferencial 
(PE 80)
4,0 MPa
Tensão 
circunferencial
(PE 100)
5,0 MPa
a O número de corpos de prova indica a quantidade necessária para estabelecer um valor para característica 
descrita nesta tabela.
b Caso ocorra ruptura dúctil antes de completar o período estabelecido, o ensaio deve ser refeito conforme 
4.3.8.2.1.
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Anexo C 
(normativo) 
 
Tubos para ramais prediais de água
C.1 Requisitos
Este Anexo fixa as condições exigíveis para tubos de polietileno PE, unidos por juntas mecânicas ou 
por eletrofusão, destinados à execução de ramais prediais de água, dentro das seguintes condições:
 a) máxima pressão de operação de 1 MPa (PN10) a temperaturas de até 25 °C, para os tubos 
fabricados com composto PE 80, variável em função da temperatura e conforme o Anexo E;
 b) máxima pressão de operação de 1,2 MPa (PN12) a temperaturas de até 25 °C, para os tubos 
fabricados com composto PE 100, variável em função da temperatura e conforme o Anexo E.
C.2 Dimensões	e	tolerâncias
Os tubos, objeto deste Anexo, são destinados à aplicação em ramais prediais e devem atender aos 
requisitos das Tabelas C.1 a C.3.
As dimensões dos tubos devem ser determinadas conforme ABNT NBR 14301 ou ISO 3126 e arre-
dondado para décimo de milímetro mais próximo.
Em caso de divergência, as medições devem ser feitas após no mínimo 24 h da fabricação do tubo 
após condicionamento a (23 ± 2) °C, por pelo menos 4 h.
Tabela	C.1	–	Diâmetro	externo	médio,	espessura	de	parede	e	ovalização	dos	tubos
Dimensões em milímetros
Diâmetro	
externo 
nominal
(DE)
Diâmetro	
externo 
médio
(dem)
Tolerância	
diâmetro	
externo
(TDE)
Espessura 
de parede
(emín)
Espessura 
de parede
(emáx)
Ovalização	
máxima
20 20,0 + 0,3 2,3 2,7 1,0
32 32,0 + 0,3 3,0 3,4 1,3
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Tabela	C.2	–	Diâmetro	interno	mínimo	de	bobinas	de	tubos
Dimensões em milímetros
Diâmetro	externo	nominal
(DE)
Diâmetro	interno	mínimo	
da bobina
20 600
32 700
C.3 Comprimento dos tubos
Os tubos devem ser fornecidos em bobinas com comprimento preferencial de 50 m ou múltiplos deste, 
exceto outros comprimentos acordados entre o comprador e o fornecedor.
O comprimento dos tubos não pode ser menor que o declarado pelo fabricante quando medido 
à temperatura de 20 °C.
C.4 Fator de correção do comprimento dos tubos
Para medidas de comprimento efetuadas à temperatura ambiente diferente de 20 °C, multiplicar 
o valor medido pelo fator de correção da Tabela C.3.
Tabela C.3 – Fator de correção do comprimento do tubo em função da temperatura 
Temperatura 
°C
0 10 20 30 40 50 60
Fator 1,004 1,002 1 0,998 0,996 0,994 0,992
NOTA É permitida interpolação linear para valores intermediários.
C.5 Ensaio	de	flexão	por	inversão	da	curvatura
C.5.1 Geral 
Avaliar a fragilidade do tubo por observação das trincas e estrias surgidas na superfície interna 
do tubo altamente tracionada.
C.5.2 Amostragem
Uma amostra para cada diâmetro, para cada lote de produção.
C.5.3 Preparação do corpo de prova
C.5.3.1 Cortar um anel de 32 mm de comprimento em seções normais ao eixo do tubo.
C.5.3.2 Condicionar os corpos de prova a uma temperatura de (23 ± 2) °C, por um período mínimo 
de 2 h antes do ensaio.
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C.5.4 Método de ensaio
C.5.4.1 O corpo de prova deve ser inicialmente dobrado à mão e depois colocado na morsa 
ou equipamento similar de tal maneira que, ao fechá-lo, o corpo de prova deve apresentar acima 
da morsa uma alça com a superfície interna do tubo visível para exame.
C.5.4.2 A morsa deve ser apertada gradualmente, até o pleno contato das partes do corpo de prova 
entre suas garras.
C.5.4.3 A superfície interna do tubo, submetida à flexão deve ser inspecionada sob iluminação 
intensa, à vista desarmada, à procura de sinais de trincas e de linhas finas brancas de estrias, visíveis 
na ou sob a superfície.
C.5.5 Resultado 
A existência de qualquer trinca ou estria na superfície interna do tubo é causa da rejeição do tubo 
ou da bobina da qual se originou a amostra.
O esbranquiçamento da superficie externa ou interna da parede do tubo não caracteriza um defeito.
O relatório deve registrar, para cada amostra, a existência ou não, de trincas e estrias.
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Anexo D 
(normativo) 
 
Tubos para redes de distribuição, adutoras de água e linhas de esgotos 
sanitários
D.1 Dimensões	e	tolerâncias
Os tubos, objeto deste Anexo, são destinados à aplicação em redes de distribuição, adutoras e linhas 
de esgoto sanitário sob pressão e devem atender aos requisitos das Tabelas D.1 a D.4.
As dimensões dos tubos devem ser determinadas conforme ABNT NBR 14301 ou ISO 3126 e o valor 
deve ser arredondado para o décimo de milímetro mais próximo.
Em caso de divergência, as medições devem ser feitas após no mínimo 24 h da fabricação do tubo 
após condicionamento à (23 ± 2) °C, por pelo menos 4 h.
Tabela	D.1	–	Dimensões	de	tubos	para	redes	e	adutoras	de	água	e	para	linhas	de	esgotos	
sanitário sob pressão PE 80 a PE 100, FS = 1,25
Dimensões em milímetros
SDR 32,25 SDR 26 SDR 21 SDR 17 SDR 13,6 SDR 11 SDR 9 SDR 7,4
PE 80 PN 4 PN 5 PN 6 a PN 8 PN 10 PN 12,5 PN 16 b PN 20
PE 100 PN 5 PN 6 a PN 8 PN 10 PN 12,5 PN 16 b PN 20 PN 25
DE
e 
mín
e 
máx
e 
min
e 
máx
e 
mín
e 
máx
e 
mín
e 
máx
e 
mín
e 
máx
e 
mín
e 
máx
e 
mín
e 
máx
e 
mín
e 
máx
63 3,8 4,3 4,7 5,3 5,8 6,5 7,1 8,0 8,6 9,6
90 5,4 6,1 6,7 7,5 8,2 9,2 10,1 11,3 12,3 13,7
110 6,6 7,4 8,1 9,1 10,0 11,1 12,3 13,7 15,1 16,8
160 7,7 8,6 9,5 10,6 11.8 13,1 14,6 16,2 17,9 19,8 21,9 24,2
180 8,6 9,6 10,7 11,9 13,3 14,8 16,4 18,2 20,1 22,3 24,6 27,2
200 9,6 10,7 11,9 13,2 14,7 16,3 18,2 20,2 22,4 24,8 27,4 30,3
225 10,8 12,0 13,4 14,9 16,6 18,4 20,5 22,7 25,2 27,9 30,8 34,0
250 11,9 13,2 14,8 16,4 18,4 20,4 22,7 25,1 27,9 30,8 34,2 37,8
280 13,4 14,9 16,6 18,4 20,6 22,8 25,4 28,1 31,3 34,6 38,3 42,3
315 15,0 16,6 18,7 20,7 23,2 25,7 28,6 31,6 35,2 38,9 43,1 47,6
355 13,6 15,1 16,9 18,7 21,1 23,4 26,1 28,9 32,2 35,6 39,7 43,8 48,5 53,5
400 15,3 17,0 19,1 21,2 23,7 26,2 29,4 32,5 36,3 40,1 44,7 49,3 54,7 60,3
450 17,2 19,1 21,5 23,8 26,7 29,5 33,1 36,6 40,9 45,1 50,3 55,5 61,5 67,8
500 15,3 17,0 19,1 21,2 23,9 26,4 29,7 32,8 36,8 40,6 45,4 50,1 55,8 61,5
30
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Tabela D.1 (continuação)
SDR 32,25 SDR 26 SDR 21 SDR 17 SDR 13,6 SDR 11 SDR 9 SDR 7,4
PE 80 PN 4 PN 5 PN 6 a PN 8 PN 10 PN 12,5 PN 16 b PN 20
PE 100 PN 5 PN 6 a PN 8 PN 10 PN 12,5 PN 16 b PN 20 PN 25
DE
e 
mín
e 
máx
e 
min
e 
máx
e 
mín
e 
máx
e 
mín
e 
máx
e 
mín
e 
máx
e 
mín
e 
máx
e 
mín
e 
máx

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