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UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL - UFRGS
Edificações II-B [ENG 01056]
Professor: Luis Carlos Bonin
Memorial Descritivo - Projeto de Fachada
00308350 - Bernardo Gohlke Weber
00318351 - Pedro Henrique Hamester da Silva
Porto Alegre, 27 de fevereiro de 2023.
1. INTRODUÇÃO
	
A fachada de prédios e casas tem como função de extrema importância, pois é ela que representa a primeira idéia da beleza do imóvel, funcionando como um cartão de visitas para que as construtoras tenham a grande facilidade de vender e que compradores se interessem pela compra. Além desse fator estético, a fachada representa uma grande importância em relação ao conforto dos usuários da edificação, pois é necessário o estudo preliminar que garantam a funcionalidade da edificação, como por exemplo a orientação solar, quantidade de esquadrias, temperatura local e cores das pinturas influenciam diretamente no conforto térmico.
Desta forma, podemos afirmar que ao iniciar o projeto de uma edificação é necessário que seja primeiramente pensado sobre o projeto da fachada e suas concepções, pois é a partir desse projeto que poderá nascer os projetos estruturais como colocação de vigas, pilares, juntas e o tipo de revestimento que a fachada irá possuir desde que se adeque as melhores condições que o edifício se encontra.
Os benefícios dos isolamentos térmicos e acústicos também são adquiridos a partir do projeto de fachadas, podendo facilitar muitas as negociações de venda por parte da construtora, garantindo o até mesmo a economia dos uso da edificação, como por exemplo, um edifício que foi pensando com aberturas que circulam uma ventilação natural tem uma economia na conta de luz devido a menor utilização do ar-condicionado.
É de extrema importância também as etapas e qualidades na execução da obra, pois assim se previne futuros problemas como o desplacamento do revestimento cerâmicos podendo até machucar indivíduos que estejam frequentando o perímetro da edificação. O tipo de material também deve ser estudado rigorosamente com intuito de prevenir futuras patologias, já que o emboço tem função de garantir a segurança mecânica e a proteção da estrutura do prédio.
2. DESCRIÇÃO DO EMPREENDIMENTO
O presente relatório é baseado no empreendimento residencial Acqua Residence, localizado na rua Osvaldo Aranha centro de Chapecó - SC. O projeto foi executado pela Bragaglia Arquitetos e Associados, e possui 26 pavimentos tipo, o térreo, 5 pavimentos de garagem e a cobertura onde ficam as salas técnicas mais reservatório superior, tendo 1 apartamentos por andar, totalizando 25 unidades.
Com uma área total construída superior a 562,81 m², dispõe de várias opções de lazer aos condôminos, como: piscinas adulto e infantil, academia, salão de festas, salão de jogos, brinquedoteca, espaço gourmet, além de uma horta comunitária. As unidades privativas possuem cerca de 175 m² cada, contando com 3 dormitórios e duas vaga de estacionamento, o que define o empreendimento como sendo de alto padrão.
Para o revestimento da fachada frontal foram adotados sistema argamassada, pastilhas cerâmicas e um revestimento em porcelanato com acabamento amadeirado exigido pela arquitetura.
Imagens 01: Fotos do Empreendimento Bragaglia Acqua Residence.
3. CONDIÇÕES PARA INÍCIO DO SERVIÇO
Antes de começar uma obra, é necessário verificações preliminares para poder confirmar o início da obra com suas devidas condições de execução. Além disso, se as argamassas sejam preparadas em obra é necessário uma central de produção com algumas condições descritas abaixo e também devem ser observadas algumas situações para que se possa seguir a obra, como:
1. Observação se necessários de instrumentos especiais;
2. Período em que ocorrerá o serviço. (Extrema importância para aplicação da argamassa ainda pois em dias quente ou úmidos são necessários algumas correções no traço ou adição de aditivos);
3. Avaliação de condições Ergonômicas, como por exemplo, a necessidade de andaimes para melhor alcance de ambientes altos;
4. Adequação do canteiro:
a. Misturador Mecânico;
b. Compartimentos separados e identificados por natureza e granulometria para o estoque do material, é obrigatório pela norma 7200, que os agregados sejam acondicionados em ambiente isolado por 3 lados e com um fundo inclinado e drenado, se não for possível, evitar o contato com o solo numa altura até 0,15m.
c. Ponto de Água Canalizada próximo ao misturador mecânico;
d. Peneiras, para que seja desfeitas grumos ou retirados contaminações do material;
e. Dispositivos para medição de agregados e água, sendo o traço expresso em massa e sua medição usado em volumes conhecido e identificados com cores ou símbolos distintos;
5. Base áspera, limpa, plana, aprumada, nivelada e não saturada de água, qualquer desconformidade com o projeto deve ser corrigida adequadamente para dar sequência a próxima etapa de execução;
6. Caso seja utilizado um óleo desmoldante, graxa e outros contaminantes gordurosos, pode-se efetuar a limpeza com soluções alcalinas ou ácidas a partir de uma escovação com cerdas de aço,
7. Porosidades abertas;
8. Sem rebarbas de argamassa na juntas de assentamento;
9. Encunhamento deve ser devidamente executado e finalizado;
10. Importante atentar-se para que toda a alvenaria esteja amarrada à estrutura. Para isso, são utilizadas telas galvanizadas a cada 2 fiadas de blocos amarrando a alvenaria nos pilares;
11. Os vãos de portas e janelas já devem estar previamente definidos, estando com os contramarcos fixados;
12. Tubulações de água e esgoto devem estar adequadamente embutidas e testadas quanto a estanqueidade;
13. Os eletrodutos, caixa de passagem ou derivações de instalações elétricas ou telefônicas devem estar embutidos;
14. Atentar-se para as golas das esquadrias que deverão ser arrematadas no momento da execução do revestimento de fachada. Os peitoris deverão ser maiores em 20 cm do que o vão, pois deverão entrar nas golas 10 cm para cada lado. Lembrando também do caimento de 2% para fora que o peitoril deverá ter;
4. CRONOGRAMA DE EXECUÇÃO
4.1. Prazos
A NBR 7200:1998 orienta o seguimento para o uso de argamassas preparadas em obras, que as bases de revestimentos devem possuir algumas idades mínimas descritas abaixo:
· 28 dias de idade para estruturas de concreto e alvenarias armada estruturais, caso a alvenaria não tenha nenhuma função estrutural como tijolos, blocos cerâmicos, blocos de concreto, e concreto celular, esse tempo cai para 14 dias;
· 3 dias de idade do chapisco para aplicação do emboço ou camada única, lembrando que pode ocorrer reduções nos prazos se o clima for quente (acima de 30ºC);
· 21 dias de idade para aplicação de reboco se o emboço for constituído de argamassa de cal. Caso a argamassa de emboço for hidráulicas ou mistas o tempo cai para 7 dias de idade;
· 21 dias de idade para execução do acabamento decorativo após o revestimento de reboco;
	
Para argamassas industrializadas ou dosadas em central, estes prazos podem ser alterados através de ensaios de laboratório credenciado pelo INMETRO, e devem ser especificados nas orientações de utilização do produto que devem ser fornecidas pelo fornecedor.
	Quando a argamassa de Emboço for aplicada em mais de uma demão é necessário obedecer o prazo de 24 horas entre aplicações.
5. ESPESSURA DOS REVESTIMENTOS
Conforme estabelecido pela NBR 13749 que trata sobre Revestimentos de Paredes e tetos de argamassas inorgânicas - Especificações. Escolhemos usar uma espessura para o revestimento de 27 mm devido a segurança na hora de execução pois é muito comum ocorrer erros durante essa etapa.
Para revestimentos argamassados de fachada que ultrapassem 50mm é necessário que esse emboço seja estruturado com telas metálicas (também galvanizadas). Assim, garantindo a sustentação do revestimento argamassado. - Processo indicado na NBR 7200:1998
6. ESPECIFICAÇÕES GERAL DOS SISTEMAS DE REVESTIMENTOS - FACHADA
6.1. Chapisco
A edificação é constituinte de trechos com base de concreto e também base em alvenariade vedação, constituindo dois substratos. Para a utilização em superfícies de concreto, é necessária a compra de Chapisco Desempenado. Já para a aplicação em alvenaria, será utilizado Chapisco Tradicional.
O chapisco convencional será produzido com a mistura de uma areia regular, sendo recomendada a Areia Regular Saco de 25kg Argamassa Pampa, e o cimento, sendo recomendado o Portland CPII-S. O preparo deve seguir o traço padrão, recomendado pelo fabricante, 1:3 (cimento, areia), após a mistura desses, adiciona-se água aos poucos até que se tenha uma massa homogênea, viscosa e áspera.
Para o chapisco desempenado utilizaremos uma argamassa industrializada, especializada nisso a SikaWall®-106 Chapisco Desempenado (figura 02). A mistura da argamassa industrializada escolhida deve seguir as especificações do fabricante quanto à proporção das misturas. Em recipiente de plástico ou metal limpo e seco, misturar de forma mecânica ou manual o produto em pó com 4,6 litros de água limpa até formar uma massa pastosa, firme e sem grumos secos.
Figura 02: Argamassa industrializada ensacada para chapisco desempenado.
6.2. Argamassa para emboço e reboco
A camada de emboço, aplicada sob o chapisco, tem a função de regularizar a superfície, além de vedar e proteger contra água e agentes nocivos, mas principalmente preparar a superfície para o reboco e pintura ou para o assentamento das placas cerâmicas. 
Para a execução desse utilizaremos argamassa produzida em central, ou argamassa estabilizada. A utilização desse material traz vantagens como:
● otimização do espaço no canteiro de obra; 
● ausência de sacarias para descarte; 
● maior controle tecnológico devido ao traço pronto e uniforme.
Para a região, demarcada em planta, na qual será aplicado o revestimento cerâmico, o emboço pode ser desempenado ou sarrafeado, conforme a NBR 7200. Já para a região onde será feito o reboco, a norma diz que o emboço deve ser sarrafeado. Dessa forma, adotaremos um emboço sarrafeado para todos.
6.3. Selante
O selante tem a função de vedar a entrada de umidade ou de agentes externos, também tem a função de permitir a flexibilidade de movimentação das juntas.
Para esse projeto foi escolhido o selante PU30 da quartzolit do tipo cartucho, na cor bege. Esse selante apresenta elevada aderência a diversos materiais e pode ser aplicado em superfícies tanto verticais, quanto horizontais. Algumas especificações do produto:
● Produto monocomponente;
● Variedade de aplicações na construção civil;
● Apresenta cura rápida, com excelente acabamento;
● Permanente flexibilidade sob diversas solicitações;
● Não mancha o substrato.
Figura 03: Selante - PU30 Quartzolit.
6.4. Tela Metálica
A tela metálica escolhida para esse projeto é a Fachaforte que tem solda galvanizada (muito importante para utilização em fachadas, pois evita a corrosão da tela), malha de 25mm, diâmetro do fio de 1,24mm e largura de 50cm.
Essa tela foi escolhida principalmente pela galvanização. Pois a NBR 6331 indica que os fios devem possuir uma camada média de zinco de 150 g/m2, e a tela Fachaforte atende esse requisito.
Figura 04: Tela Metálica - Fachaforte.
6.5. Tinta e Textura
Para a prumada que não receberá cerâmica, será utilizada textura e pintura. A textura escolhida foi a TEXTURA ADORNARE RÚSTICA na cor Branca da Tintas Renner. Essa textura tem um acabamento fosco e é fornecida em baldes de 24 kg.
Figura 05: Textura para fachada.
A tinta escolhida é a Ducryl Obras, na cor cinza grafite e na cor cinza claro, da Tintas Renner. Essa tem acabamento fosco e é fornecida em balde de 18L.
Figura 06: Tinta para fachada.
6.6. Argamassa Colante
A utilização da argamassa colante é imprescindível para que haja aderência entre a
base e as placas cerâmicas. Será utilizada a argamassa colante AC-III da marca Votoran (figura 07) para a prumada desse projeto que levará cerâmica, tendo em vista que é a argamassa ideal para assentamento de cerâmicas em fachada por ser a mais aderente dentre os três tipos de argamassa - conforme a NBR 14081:2004.
Figura 07: Argamassa colante 20kg Votoran.
Placas Cerâmicas Fachada 
Para este projeto de fachada, foi escolhido utilizar pastilhas cerâmicas na cor branca, da marca Strufaldi e de tamanho 10x10cm (figura 08). O fabricante indica o uso desse material para fachadas de prédios, ambientes internos e externos.
Especificações Técnicas: 
● Largura da pastilha: 10 cm
● Comprimento da pastilha: 10 cm 
● Espessura: 6,6 mm 
● Rendimento: 7,7 placas por m² 
● Superfície: Acetinado 
● Junta mínima: 4 mm 
● Material: Cerâmica 
● Grupo de absorção: BIIa 3%● Espessura: 7,4 mm 
● Estilo: Antiderrapante 
● Peso bruto (kg/caixa): 36,14 
● Qualidade: Classe A
Figura 11: Piso cerâmico 50x50cm Ilhabella.
8. JUNTAS DE MOVIMENTAÇÃO
Sabendo-se que o dimensionamento das juntas é feito em função das movimentações previstas para a parede da fachada e seu revestimento, de acordo com a deformabilidade do selante. No caso do selante escolhido para o projeto, seu boletim técnico recomenda que seja aplicado em juntas de movimentação com aberturas entre 6 e 35mm, com profundidade máxima de 15mm.
Além disso, para juntas com aberturas acima de 10mm, deve ser respeitada a proporção abertura: profundidade de 2:1, ou seja, a profundidade do selante deve ser correspondente à metade da abertura e nunca excedendo 15mm, atingindo, assim, a profundidade máxima de 15mm.
8.1. Memorial de Cálculo das Juntas
Metodologia para o cálculo da deformação diferencial da estrutura de concreto em relação a um revestimento aderido executado sobre ela, baseada na NBR6118 (2014).
fck28 = 40 - resistência característica à compressão do concreto aos 28 dias, em MPa;
k = 0,3 - parcela de cargas permanentes aplicadas na estrutura antes da execução do revestimento aderido;
∝e = 1,0 - utilizando granito com agregado; 
ε cid (deformação inicial) = 0,000479907
hf = 2,5 - espessura equivalente do elemento estrutural, em cm
= 3,37791528355
trev = 90 - idade do elemento de concreto quando é executado o revestimento cerâmico, em dias;
 to = 28 - tempo necessário para que o concreto adquira a resistência para a qual foi projetado, em dias; 
εccd (t) = 0,0006268519
αt = 0,00107 - coeficiente de dilatação térmica do revestimento, expresso em mm/mm o C; 
Δt = 25°C; 
εcT = 0,02675
tqm = 29 - temperatura equivalente média do dia quente de referência por orientação solar, em °C;
θs = 9 - amplitude térmica superior da temperatura equivalente do dia quente de referência por orientação solar, em °C; 
testr = 22 - temperatura média atribuída ao quadrado para a estrutura, em °C; 
Δt = 16°C
αt = 6 - 4 a 10 . 10-6 mm/mm o C para materiais de construção como cerâmicas; 
α = 0,4 - revestimento de cor clara;
 εcT = 0,00096
lj - largura da junta, expressa em mm; 
L = 18,9 (vertical) e 13,65 (horizontal) - dimensão do plano revestido, em mm; 
ε cd (t) = 0,027515769 - deformação diferencial da estrutura de concreto em relação a um revestimento aderido executado sobre ela; 
αm = 0,25 - capacidade de deformação do selante; 
lj vertical = 47 mm 
lj horizontal = 34 mm
9. EXECUÇÃO DA FACHADA
9.1. Posicionamento do Balancim
O uso de balancim é comum em edifícios devido à altura, e os andaimes fachadeiros também são frequentemente utilizados para acessar a fachada. No entanto, para garantir um revestimento uniforme em toda a fachada, é essencial prestar atenção na utilização do balancim, já que ele cobre apenas pequenos trechos de cada vez. Por isso, é importante montar os balancins em locais estratégicos, considerando a posição e o tamanho de cada um, para determinar as áreas da fachada que o profissional que trabalha dentro do balancim consegue alcançar com eficiência.
9.2. Execução do Chapisco
9.2.1. Chapisco Sobre Alvenaria
Com intuito de tornar a execução da obra mais econômica, será realizado um chapisco produzido em obra a partir da central de produção localizada dentro do canteiro de obra. Desta forma, o traço a ser seguido do chapisco sobre a alvenaria é de 1:3, ou seja, um volume de cimento para três volumes de areia. Assim, o cimento utilizado para essa camada de revestimento será o CPII-S, possuindo um aditivo pozolânico que torna a camada menos permeável e com maior durabilidade, juntamente com areia grossa ou média. A função principal do chapisco é aumentar sua aderência com a alvenaria e emboço, tendo uma função também de regularização da base.
Iniciamos com a preparação da base como descrito no item 3. que deve estar limpa e livre de desmoldante, caso tenha, usar uma solução de ácido muriático seguido de uma escovação com cerdas de aço e após isso fazer uma limpeza final. Assim, com sua base preparada seguimos o traço especificado de 1:3, e ao poucos colocando água no misturador mecânico até que fique uma mistura homogênea e fluida. Lembrando que não existe um padrão de quantidade de água a ser adicionada, mas deve-se misturar aos poucos aos ingredientes. Ainda, é necessário ficar atento à consistência da argamassa, que deverá ficar mais fluida para facilitar a aplicação e garantir melhor aderência.
	Após a preparação da mistura, o mesmo pode ficar até duas horas armazenado caso não se utilize de nenhum aditivo específico. Sua aplicação deve ser realizada de maneira uniforme por toda superfície, sem ultrapassar 4mm de espessura. Por fim, após 1 hora é recomendado a molhagem do chapisco com trincha, para diminuir a perca de água, principalmente em ambiente críticos (umidade baixa, muito vento, alta temperatura), nesse casos críticos deve-se proteger o chapisco por 12 horas no mínimo após sua aplicação, conforme citado na NBR-7200:1998.
	Lembrando também, que o chapisco não pode cobrir totalmente a base.
Figura 12: Chapisco com colher de pedreiro - Alvenaria externa.
9.2.2. Chapisco Sobre a Estrutura
A adesão do chapisco sobre a estrutura de concreto é muito menor quando comparada a base de alvenaria, assim para chegarmos a adesão adequada adotamos a tecnologia de chapisco desempenado, apesar de seu valor maior a possibilidade de problemas futuros de descolamento é reduzida.
O processo para sua fabricação é bem simples, a argamassa é industrializada portanto só deve ser adicionada água potável e misturada, conforme orientação da fabricante da argamassa. Vale lembrar, sobre a utilização de recipiente adequado para misturar, nesse caso uma solução pertinente é o uso do misturador elétrico para argamassa, pois esse deixa a massa homogênea. 
Para sua aplicação a base primeiramente deve estar limpa e sem irregularidades consideráveis, até porque se trata de concreto estrutural, assim, após a limpeza a aplicação ocorre com auxílio de desempenadeira com (8x8x8) mm, sempre aplicando primeiramente com a parte lisa para distribuir por toda superfície diminuindo vazios, logo fazendo o desempenado com a outra face. 
A orientação dos sulcos deve ser na horizontal, objetivando aumentar a adesão entre o emboço e a base, e, além disso deve-se atentar para o prazo máximo de utilização da massa após pronta, cada fabricante tem sua especificidade, entretanto geralmente após duas horas não se pode mais utilizar da argamassa pronta, tendo de descartá-la.
Importante atentar para o tempo máximo de utilização da argamassa de chapisco, esse prazo não poderá ultrapassar 2 horas - contando a partir da adição de água na mistura. Também, após concluída a mistura (conforme especificações do fabricante), não deverá ser adicionada mais água ou realizar qualquer alteração no material adicionando mais outro produto.
Depois de ultrapassado o prazo de 2 horas, a argamassa deverá ser descartada.
Figura 13: Chapisco com desempenadeira metálica dentada (8mm) - Estrutura externa.
9.3. Execução das telas
As telas para revestimento de argamassa são recomendadas onde se tem o contato da alvenaria com a estrutura, ou seja, acontece a mudança de material no encontro das faces superiores das esquadrias. As telas contribuem para a absorção das tensões provenientes da dilatação e retração do revestimento de argamassa, diminuindo as chances de um fissuramento e garantindo maior aderência ao chapisco.
Colocação das telas - passo a passo:
● Com a base limpa e o chapisco já executado, faz-se a inserção da fita de polietileno (de 5cm a 7cm);
● As telas de reforço de argamassa devem ser aplicadas de maneira centralizada e uniforme;
● A fixação da tela deverá se dar através da utilização de pinos para garantir a correta fixação na fachada;
● As telas precisam de aço galvanizado para que não ocorra a oxidação das mesmas.
- Aplicação da argamassa de revestimento;
9.4. Execução da argamassa de emboço
O emboçoé a aplicado sobre o chapisco, tendo com principal função nivelamento da base, deixando a superfície mais lisa para receber a última camada da fachada. Além disso, contribui na vedação e proteção da base, pois impede a penetração de água e agentes agressivos ao edifício.
	
O primeiro ponto a destacar é o tempo de cura do chapisco para posterior aplicação do emboço, esse é de 3 dias. A base de chapisco deve estar limpa e úmida para receber o emboço, atentar para nunca saturar muito a base, não permitindo a troca de água entre as duas prejudicando muito a aderência entre as duas superfícies.
Para que o emboço de fachada esteja dentro do prumo e tenha maior homogeneidade, é necessário realizar alguns passos antes da aplicação do emboço em si. Os passos seguem abaixo detalhados:
’
Imagem 14: Estrutura de Execução de Revestimento.
1) Taliscas: 
Assim que obtidas as espessuras (através de um mapeamento de fachada), o taliscamento deverá ser executado em toda a extensão da superfície onde será aplicado o emboço.
A execução das taliscas consiste em fixar (com argamassa) pequenas peças de cerâmica ou madeira, com 1 cm de espessura. Para isso, também é necessário contar com o auxílio do prumo, e as distâncias tanto na horizontal quanto na vertical ficam limitadas pelo comprimento da régua de alumínio de 2,0 m. Assim, fixam-se as outras taliscas abaixo da primeira, na direção vertical com uma distância máxima entre elas de 2,0 m, e o mesmo é repetido na horizontal.
Imagem 15: Taliscamento.
2) Mestras:
Após executadas as taliscas, deverão ser executadas as mestras, que são faixas de argamassa feitas entre duas taliscas. Essas delimitam o local a ser revestido e, no momento do sarrafeamento, servem de apoio para a régua metálica. Preencher sempre no sentido vertical os espaços entre as taliscas.
Imagem 16: Mestra.
3) Cheias:
As cheias são formadas a partir do preenchimento do vazio entre as mestras. Após as mestras faz-se o preenchimento de argamassa com colher de pedreiro em toda a base, atentando para jogar a argamassa com força e direção adequada para não prejudicar a aderência. Após isso, deve-se remover as partes cerâmicas da talisca e preenchê-las com argamassa.
4) Sarrafeado:
Após a execução das cheias, é necessário alinhar o revestimento para corrigir possíveis irregularidades na superfície da parede. Esse processo é realizado com o auxílio de uma régua metálica que fica apoiada que fica apoiada entre as mestras, raspando a superfície no sentido de baixo para cima em movimentos de zigue-zague, retirando o excesso de revestimento e mantendo a superfície no prumo.
Importante salientar que o sarrafeamento só deverá ser executado quando a argamassa apresentar uma consistência que permita sua retirada de excessos, mas que não prejudique a aderência da mesma à base. Para verificar corretamente qual o ponto bom para iniciar o serviço, pode-se pressionar a argamassa com os dedos. O ponto ideal é quando os dedos penetram levemente na camada de argamassa, deformando-a levemente.
5) Desempenar: 
Pode-se realizar o processo de desempenar quando a superfície não mais se deformar com o teste do toque. Com a superfície sarrafeada, o desempeno é realizado comprimindo a argamassa com movimentos circulares utilizando a desempenadeira. Para superfícies que receberão pintura, o acabamento deve ser homogêneo, liso e compacto, sem imperfeições visíveis. 
Já para superfícies que receberão revestimento com cerâmicas, é recomendado usar a desempenadeira de madeira, que garante um desempeno mais rugoso e maior aderência entre a base e a cerâmica. 
Para um acabamento menos rugoso, que receberá apenas pintura, pode-se usar a desempenadeira de madeira juntamente com a esponja.
Imagem 17: Execução da argamassa de emboço.
9.5. Assentamento das placas cerâmicas
9.5.1. Condições da Base
É necessário que sejam verificadas algumas condições da base que irá receber a argamassa antes de iniciar a execução da argamassa colante para o assentamento das peças. Segundo a NBR 13755, para receber a argamassa colante sobre a base essa deverá estar:
● Limpa, livre de qualquer material estranho, como pó, óleos, tintas, qualquer material que venha a interferir na aderência da argamassa colante;
● Sem trincas, fissuras ou indícios de esfarelamento;
● Emboço totalmente curado, 14 dias após sua colocação
● Juntas já deverão estar finalizadas, assim como a impermeabilização das mesmas;
● Alinhada em todas as direções, de forma que tenha em toda a sua extensão um mesmo plano, visto que a argamassa colante não consegue corrigir grandes ondulações da base;
● Quando submetido ao ensaio de percussão, não deve apresentar som cavo, pois esse indica que há problema de aderência à camada de regularização subjacente;
● O desvio de planeza da superfície sobre a qual serão assentados os revestimentos cerâmicos não deve ser maior do que 3mm em relação a uma régua retilínea com 2m de comprimento.
9.5.2. Preparo da argamassa colante
É importante que sejam seguidas todas as instruções de uso e dosagem indicadas pelo fabricante. Além disso, a NBR 13755 cita que para o preparo manual deve-se colocar a argamassa em uma caixa apropriada para receber argamassa e ir adicionando aos poucos a água, misturando e amassando até obter uma argamassa homogênea, sem grumos e aderente. Para o preparo mecânico, a norma sugere que seja preenchido um balde com água, sempre na quantidade indicada pelo fabricante, e com a ajuda de um misturador, uma argamassadeira de preferência, deve-se ir acrescentando o pó, até também obter uma argamassa homogênea, sem grumos e aderente.
Como a argamassa possui aditivos, é importante que seja mantida separada e em repouso por um período de tempo (indicado pelo fabricante, 15 min geralmente) até que iniciem-se as reações. Logo depois deverá ser amassada novamente.
A argamassa colante deverá ser utilizada em no máximo 2,5 horas depois do seu preparo, e não poderá ser adicionada mais água ou qualquer outro produto para não modificar as propriedades do material. Além disso, deverá ser sempre protegida do sol, chuva e do vento.
9.5.3. Assentamento das placas cerâmicas
Assim que finalizadas e conferidas as condições de emboço citadas em processos anteriores, pode-se iniciar o processo de revestimento cerâmico. Segue passo a passo para esse revestimento:
A escolha da desempenadeira é a primeira etapa, sendo comum utilizar uma com dimensões de (8x8x8)mm para áreas externas. Com a desempenadeira apropriada, a argamassa é aplicada na parede. Inicialmente, a argamassa é distribuída com a parte lisa da desempenadeira para cobrir toda a superfície. Em seguida, utiliza-se a parte dentada para criar os cordões.
Na peça cerâmica, dependendo do tamanho da mesma, devemos fazer a aplicação de argamassa nela. Caso necessário o processo é o mesmo que na parede, primeiramente a porção lisa e depois a dentilhada. Depois, ao colocar a peça sobre a base, é importante mover a peça de maneira a espalhar os cordões de argamassa o máximo possível. Um ponto a se destacar é o tempo máximo em aberto, não é recomendável aplicar uma extensão muito grande de argamassa na parede e somente depois colocar as peças, pois a argamassa irá curar parcialmente e os aditivos irão se depositar na base, reduzindo significativamente a capacidade de adesão da argamassa. Portanto, é aconselhável trabalhar em porções de 1m² por vez. Após o assentamento, é necessário esperar um breve período de tempo e, em seguida, realizar a limpeza das juntas e da peça de modo a não haver contaminação do rejunte na etapa subsequente.
9.6. Aplicação do rejunte
9.6.1. Recomendações iniciais para aplicação do rejunte
Para realizar a aplicação do rejunte, a cerâmica já deverá ter sido assentada há 72h ou conforme indicação da argamassa colante aplicada, deve-se também ter removido os excessos de argamassa colante das juntas e verificar se estão limpas e secas.
9.6.2. Aplicação
Sua aplicação é feita com espátula plástica, deve-se atentar para preencher todas juntas completamente,não deixando bolhas ou espaços vazios Em seguida, passe a espátula plástica no sentido contrário, removendo o excesso sobre o revestimento. Após a aplicação limpar os excessos com esponja limpa e úmida, atentando para não retirar muito material. Depois de finalizado, aguarde em torno de duas horas para realizar a limpeza final das peças com pano limpo e úmido.
9.6.3. Execução das Juntas de Movimentação
Conforme recomendações da NBR 13755, para a execução das juntas de movimentação deve-se seguir alguns processos:
● Execução de juntas horizontais de movimentação espaçadas no máximo a cada 3 metros ou a cada pé-direito, na região de encunhamento da alvenaria;
● Execução de juntas verticais de movimentação espaçadas no máximo a cada 6 m; 
● Execução de juntas de dessolidarização nos cantos verticais, nas mudanças de direção do plano do revestimento, no encontro da área revestida com pisos e forros, colunas, vigas, etc;
9.7. Processo de execução das juntas:
● Recomenda-se aguardar um período de 7 dias após o rejuntamento para preencher as juntas de movimentação e é importante certificar-se de que o interior das juntas esteja completamente seco;
● As juntas devem estar secas, íntegras e limpas antes do tratamento. Para isso pode-se utilizar de uma lixa ou escova de aço para remover os materiais aderidos nas bordas internas das juntas;
● Deve-se proteger as bordas superiores das juntas com uma fita adesiva;
● Deve-se posicionar o delimitador para garantir a profundidade adequada da junta;
● Aplicar o selante do fundo para a borda da junta, assegurando o total preenchimento da junta e o completo contato com as borda;
● Imediatamente após a finalização da aplicação,deve-se remover as fitas de proteção.
A secagem leva em torno de 1 a 2 h e a cura total em 24h.
9.8. Execução do limitador de profundidade
Para realizar a execução das juntas, é necessário passar pelo processo de limitar a profundidade correta das juntas. Para isso, será necessário criar um gabarito que irá até 2:1 do fundo da junta, conforme detalhe abaixo:
Figura 18: Detalhe com limitador de profundidade da junta.
9.9. Execução do selante
Para que o selante possa ser aplicado, é necessário que as juntas de movimentação estejam secas, íntegras e isentas de materiais soltos, pó e pasta de cimento. Também deve-se proteger as bordas superiores das juntas para obter um bom acabamento.
Após realizar as devidas verificações, é necessário aplicar uma camada de fita crepe nas placas cerâmicas para protegê-las. Em seguida, deve-se aplicar o selante com pistola própria imediatamente após a colocação do limitador de profundidade, preenchendo completamente a junta. O acabamento do selante deve ser ligeiramente côncavo e é importante fazer o alisamento final sempre no mesmo sentido, pressionando o produto para o interior do sulco para eliminar possíveis cavidades ocas. Ao final da aplicação, as fitas crepes utilizadas para proteção das placas devem ser removidas.
10. EXECUÇÃO DO REVESTIMENTO DE COBERTURA
Para iniciar a execução do revestimento de cobertura, é essencial que a laje seja impermeabilizada devido à sua exposição e à necessidade de impermeabilização. Além disso, é importante garantir que os caimentos para os ralos sejam corretos para evitar acúmulos de água.
Neste projeto, optou-se por realizar um contrapiso de 4cm de espessura e utilizar manta asfáltica para a impermeabilização. Para garantir a execução correta, é necessário limpar a laje e preparar sua base adequadamente, realizando boleados em pontos que formam ângulos de 45º e 90º para evitar pontos frágeis que possam romper a manta. É preciso também realizar uma camada niveladora com caimento de 1% na direção dos ralos.
Para a regularização da base, utiliza-se argamassa de cimento e areia média com traço 1:3. Após a cura da camada de regularização, a superfície deve ser limpa novamente para aplicação do primer asfáltico. Após a secagem do primer, a manta asfáltica é aplicada utilizando um maçarico para aquecer a película e garantir a colagem correta.
Recomenda-se um teste hidrostático com uma lâmina de água por cerca de 72h antes da próxima etapa para assegurar a eficácia da impermeabilização. Após a finalização da impermeabilização com a manta asfáltica, é necessário executar uma camada de proteção mecânica de 2cm de espessura. Após a cura da camada de proteção mecânica, é possível iniciar o serviço de revestimento com as peças cerâmicas. Para isso, é importante contar com profissionais habilitados e seguir as normas citadas anteriormente neste relatório.
11. CONTROLE DE QUALIDADE DO REVESTIMENTO
É essencial que haja um controle de qualidade dos revestimentos aplicados em fachada, tendo em vista que muitas manifestações patológicas ocorrem nesses locais.
A NBR 13749 cita conceitos técnicos que devem ser seguidos para a execução adequada de um revestimento, que seguem:
● Aspecto: O revestimento de argamassa deve apresentar textura uniforme, não podendo apresentar imperfeições como: cavidades, fissuras, manchas e eflorescências. No projeto de cada edificação, deve estar especificado a aceitação ou rejeição, conforme níveis de tolerância admitidas;
● Prumo: O desvio de prumo de revestimento de argamassa, ao final da sua execução, não pode exceder H/900, sendo H a altura da parede, em metros;
● Nivelamento: O desvio de nível de revestimentos de argamassa, no final da sua execução, não podem exceder L/900, sendo L o comprimento do maior vão do teto, em metros;
● Planeza: O revestimento de argamassa não deve possuir ondulações superiores a 3mm em relação a uma régua de 2m e as irregularidades abruptas não devem superar 2mm em relação a uma régua com 20 cm de comprimento;
● Aderência: para a verificação da aderência, a norma exige que seja feito um ensaio de percussão, com martelo de madeira ou outro instrumento rijo. A inspeção deve ser feita em cerca de 1m² a cada 50m² para tetos e 100m² para paredes. Para os revestimentos que nesta inspeção apresentaram som cavo, por amostragem, devem ser integralmente percutidos para estimar a área total que deve ser reparada. Sempre que for julgado necessário pela fiscalização, deve-se realizar ou solicitar a um laboratório especializado a execução de ensaios de resistência de aderência à tração, conforme NBR 13528, com pontos escolhidos aleatoriamente, a cada 100m² ou menos da área suspeita. O revestimento desta área deve ser aceito se de cada grupo de 12 ensaios realizados (com idade igual ou superior a 28 dias) pelo menos oito valores forem iguais ou superiores aos indicados na Tabela 2 retirada da NBR 13749.
Tabela 2: Limites de resistência de aderência à tração (Ra) para emboço e camada úmida.
O revestimento final só deverá ser aceito caso cumpra com todas as orientações
técnicas e requisitos mínimos estabelecidos pelas normas citadas neste relatório.
12. REFERÊNCIAS NORMATIVAS E BIBLIOGRÁFICAS
NBR 7200 – Execução de revestimento de paredes e tetos de argamassas inorgânicas;
NBR 13281 – Argamassa para assentamento e revestimento de paredes e tetos;
NBR 13749 – Revestimento de paredes e tetos de argamassas inorgânicas;
NBR 13753 – Revestimento de piso interno ou externo com placas cerâmicas e com utilização de argamassa colante;
NBR 13755 – Revestimento de paredes externas e fachadas com placas cerâmicas e com utilização de argamassa colante;
NBR 14081 – Argamassa colante industrializada para assentamento de placas
cerâmicas – partes 1 a 5;
NBR 14992 – Argamassa à base de cimento Portland para rejuntamento de placas
cerâmicas;
NR 18 – Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção.
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