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Tecido adiposo 
 TIPOS 
Quando se prepara o material para fazer uma lâmina 
histológica, utiliza-se uma substância chamada xilol em uma 
das etapas para fazer a diafanização do tecido ou do órgão 
que será cortado. Esse xilol é um solvente de gordura, então, 
quando um órgão ou tecido possui um acúmulo de gordura, 
seja na fase de diafanização ou, posteriormente, durante o 
preparo do material para a coloração, esse depósito acaba se 
perdendo no xilol. Dessa forma, quando a lâmina é observada 
no microscópio, os lugares que armazenavam gordura estão 
vazios e, por isso, não se coram. Assim, em ambos os tipos de 
tecido adiposo, não se enxerga a gordura, mas sim o espaço 
que ela ocupava, o qual se encontra na cor branca e é 
considerado uma imagem negativa da gota de gordura, ou seja, 
da gordura que a célula acumulava quando estava viva. Afinal, 
sabe-se que a célula adiposa tem como uma das funções 
acumular energia na forma de gordura, pois absorve o excesso 
de gordura circulante, a transforma em triglicerídeos e 
armazena em seus citoplasma o mesmo acontece com o 
excesso de açúcar. 
∙ Uniloucular: 
 
↳ Características: 
- Armazenam a gordura em uma única gota muito grande no 
citoplasma, a qual irá ocupar quase todo o volume da célula. 
- Núcleo achatado e periférico (setinhas). → a única gota de 
gordura que se forma empurra o citosol, as organelas e o 
núcleo para a periferia da célula, onde eles ficarão 
comprimidos entre a membrana (não é visa na microscopia de 
luz) e a única grande gota de gordura. 
- Citoplasma periférico. 
- As células não apresentam um baixo metabolismo, mas sim 
um metabolismo constante, já que o as células adiposas 
uniloculares, logo após as refeições, recolhem do organismo 
gorduras e açúcares e os transforma em triglicerídeo. Já 
durante os intervalos entre uma refeição e outra, o organismo 
requisita a quebra do armazenamento de gordura 
constantemente, para que os ácidos graxos dessas moléculas 
sejam disponibilizados para a corrente sanguínea e sejam 
adquiridos por outras células do corpo, onde serão 
transformados em acetirl-CpA que irá adentrar a mitocôndria 
das outras células para produzir ATP (energia). → Células 
adiposas se comunicam bastante com a os capilares 
sanguíneos que se encontram entre elas, envolvendo-as, seja 
para absorver insumos ou para devolver ácidos graxos. Assim, 
o tecido adiposo é extremamente vascularizado. 
- Da mesma maneira que os capilares sanguíneos, chegam 
muitas terminações nervosas nas imediações das células 
adiposas. Essas terminações influenciam no metabolismo 
celular, ora estimulando produção de gordura (lipogênese), ora 
estimulando a quebra (lipólise). 
∙ Multilocular: 
 
↳ Características: 
- Armazenam a gordura em várias pequenas gotículas 
espalhadas pelo citoplasma. 
- Núcleo esférico e central (indicado pelos dois risquinhos 
superiores). 
- Citoplasma bem distribuído (tanto na periferia, em contato 
com a membrana, quanto no centro e entre uma gordura e 
outra) 
- Número elevado de mitocôndrias (não é percebido na 
microscopia de luz, mas sim na microscopia eletrônica) → 
Compensação para a incapacidade que as mitocôndrias dessas 
células têm em produzir ATP, já que elas possuem uma 
proteína na membrana interna mitocondrial que impede a 
formação de ATPs durante a Cadeia transportadora de 
Elétrons. Assim, as mitocôndrias das células multiloculares 
conseguem produzir ATP apenas no ciclo de Krebs (etapa que 
produz menor quantidade de ATP). 
- Bastante vascularizado e inervado. 
↳ Função: 
_ Produção de calor para manter a temperatura corporal. → 
Toda energia que não é aproveitada/utilizada é perdida na 
forma de calor. Nesse caso, como a energia produzida no ciclo 
de Krebs, a qual seria utilizada na membrana mitocondrial 
interna para produzir ATP caso o processo não fosse 
interrompido, acumula-se e é transformada em calor, que se 
dispersa e aquece o sangue ao seu entorno 
ORIGEM DOS TECIDOS ADIPOSOS 
 
- É um tipo de tecido conjuntivo e, portanto, tem origem 
embrionária a partir do mesênquima. Então, as células 
mesenquimais, presentes durante a embriogênes ou aqueles 
presentes no tecido conjuntivo comum durante toda a vida do 
indivíduo, em especial aquelas que se encontram nos pequenos 
feixes conjuntivos que atravessam os tecidos adipócitos, podem 
ser ativadas e, após uma mitose semi-conservativa, se 
transformar em fibroblasto, para manter a matriz de tecido 
conjuntivo, ou pode gerar lipoblastos - células que vão se 
diferenciar em adipócitos multiocular ou unilocular 
dependendo do conjunto de genes ativados ao receber um 
estímulo. 
OBSERVAÇÃO: células mesenquimais podem formar quase 
todos os tipos celulares (células musculares, células de tecido 
conjuntivo comum, osteoblasto, condoblasto, lipoblastos, etc), 
com exceção das células nervosas (por indução em laboratório 
já se forma células nevosas a partir do mesênquima também) 
HORMÔNIOS INDUTORES DA DIFERENCIAÇÃO DA 
FORMAÇÃO DE ADIPÓCITOS 
∙ Hormônio de crescimento 
∙ Glicocorticoides → além de induzir a diferenciação de 
adipócitos, eles aumentam em concentração na circulação 
sanguínea nos momentos de estresse. Assim, estresse/falta de 
sono é um fato indutor de crescimento de tecido adiposo. 
∙ Insulina 
∙ Tiroxina (T4) 
OBSERVAÇÃO: o tecido adiposo multilocular tem neoformaão 
de adipócitos ao longo da vida, porém a massa de tecido 
adiposo multilocular não varia muito a partir do nascimento 
com o crescimento da pessoa.. Assim, a formação de novos 
adipócitos multiloculares é apenas para manter o tecido e não 
para fazê-lo crescer ≠ tecido adiposo unilocular, que sempre 
que o consumo de energia for maior que o gasto faz com que 
haja um excesso de moléculas energéticas circulando no 
sangue e a célula adiposa acumule mais gordura em seu 
interior, então, os adipócitos vão se distendendo até o limite, 
quando serão produzidas citocinas que estimulam células 
mesenquimais vizinhas a formarem novos adipóscitos. Assim, o 
tecido adiposo unilocoular cresce por hipertrofia de suas 
células e por hiperplasia (formação de novos adipócitos). 
DISTRIBUIÇÃO DO TECIDO ADIPOSO MULTILOCULAR 
 
- Tecido multilocular não é encontrado apenas em bebês e 
animais hibernantes, mas é presente durante toda a vida da 
pessoa, apenas não cresce conforme o tempo. 
- Sua localização é restrita: se concentra associada a 
musculatura cervical, torácica e abdominal (centro do corpo) e 
está sempre associado à musculatura esquelética. ≠ tecido 
adiposo unilocular, o qual tem ampla distribuição corporal 
(centro, periferia, subcutâneo e na profundidade – até dentro 
dos ossos). 
 
 
 
 
 
 FUNÇÕES DO TECIDO ADIPOSO UNILOCULAR 
∙ Armazenamento de gordura para funcionar como fonte de 
energia para o corpo. 
∙ Proteção contra choques mecânicos. → Regiões do corpo 
sujeitas a maior pressão possuem o tecido adiposo subcutâneo 
(unilocular) mais desenvolvido. Exemplo: áreas mais gordinhas 
da planta do pé são as que se encontram em contato com o 
chão e suportam o peso de todo o corpo; dor que sente ao 
esbarrar o cotovelo em algum lugar é maior, pois essa região 
não possui uma boa camada de tecido adiposo subcutâneo e 
o impacto não é absorvido; tecido adiposo unilocular entre as 
vísceras que protege-as de impactos umas contra as outras ou 
que o próprio corpo pode sofrer. 
∙ Isolamento térmico. → Enquanto o multilocular produz 
calor, o tecido adiposo unilocular subcutâneo é mau condutor 
de calor e, portanto, evita que o calor que circula no sangue 
internamente seja perdido para o meio externo, protegendo 
todos os órgãos vitais, inclusive a musculatura esquelética. 
Exemplo: cachoeira gelada. 
∙ Contribui para o dimorfismo sexual → O padrão de 
distribuição do tecido adiposo unilocular é uma das 
características para diferir uma pessoa do sexo masculino de 
outra do sexo feminino. 
 
 
 
↳ A partir da puberdade, as meninas começam a produzir 
estrógenos e o tecido adiposounilocular subcutâneo ter 
receptor para estrógeno, principalmente nas células do quadril, 
coxas e glândulas mamárias. 
∙ Produção de adipocitocinas.* (Moléculas de comunicação 
celular produzidas pelo tecido adiposo): entram na corrente 
sanguínea e atuam a distância como hormônios. → tecido 
adiposo unilocular é a maior glândula endócrina do corpo, 
regulam o funcionamento de outras glândulas endócrinas, até 
mesmo do hipotálamo. → Ganha importância muito grande na 
comunidade científica, pois, dessa forma, a obesidade 
predispõe o indivíduo a várias doenças. 
* ADIPOCITOCINAS: 
- Adiponectina → Concentração inversamente proporcional à 
massa de tecido adiposo 
- Fator de necrose tumoral- TNFɑ 
- Interleucina-6-II6 
- Resistina 
- Angiotensinogênio 
- Leptina 
OBSERVAÇÃO: Atualmente, já se sabe que as adipocitocinas 
produzidas pelo tecido adiposo unilocular subcutâneo são 
diferentes das citocinas produzidas pelo tecido adiposo 
unilocular visceral e as células dessas duas regiões também 
são estimuladas por fatores diferentes, então pode ser que 
futuramente o tecido adiposoo unilocular seja subclassificado 
em outros tipos. → As citocinas pró-inflamatórias (que vão 
desencadear o surgimento de doenças vasculares e do 
diabetes do tipo II) são produzidas em maior quantidade no 
tecido adiposo unilocular visceral do que no subcutâneo. 
TRIGLICERÍDEO 
↳ Ácido graxo: 
 
∙ Os tecidos adiposos unilocular e multilocular capturam 
gorduras e moléculas de açúcar e os transformam em 
triglicerídeos, os quais são formados por uma molécula de 
Tecido adiposo multilocular 
Tecido adiposo uniilocular 
Concentração 
diretamente 
proporcional à 
massa de tecido 
adiposo. 
glicerol associada a três moléculas de ácido graxo, que ficam 
armazenados no citoplasma dessa células adiposas, então, 
estão em contato direto com o citosol e com todas as 
moléculas e enzimas diluídas nele.. 
METABOLISMO CELULAR 
 
 
∙ O receptor de noradrenalina funciona acoplado à proteína 
G, a qual é uma proteína periférica de membrana que tem 
uma função muito importante na transdução de sinal, fazendo 
com que, muitas vezes, a substância não entre na célula, mas 
ainda assim faz efeito nela através da interação do receptor 
de membrana dela com a proteína G. 
∙ A Adenilato ciclase é uma proteína transmembrana é uma 
enzima que transforma ATP em AMP cíclico quando 
ativada/estimulada. 
∙ Quando a célula adiposa é estimulada, por exemplo, pelo 
sistema nervoso autônomo simpático, o receptor de 
noradrenalina vai ser ativado e vai interagir com a proteína G 
ativando-a e fazendo com que ela interaja com o adenilato 
ciclase, ativando a ação enzimática dessa proteína, a qual irá 
retirar 2 fosfatos da molécula de ATP (livre no citoplasma e 
produzido a partir da respiração celular) convertendo-a em 
AMP cíclico. Esse AMP cíclico se difunde pelo citoplasma da 
célula adiposa e se associa a uma enzima, chamada proteína 
quinase, que já fica pronta no citoplasma, fazendo com que ela 
seja ativada. Essa quinase irá fosforilar a enzima lipase sensível 
a hormônio que também estava pronta no citoplasma, ativando 
a. A lipase ativa e livre no citosol, o qual está em contato com 
a gota de gordura, atua sobre as moléculas de triglicerídos, 
dissociando os três ácidos graxos da molécula de glicerol. As 
moléculas resultantes dessa quebra irão depender do tipo de 
adipócito: 
↳ Se o adipócito for unilocular: tanto o glicerol quanto os 
ácidos graxos são enviados para fora da célula e entram nos 
capilares sanguíneos que passam no entorno dela. O glicerol, 
ao passar pelo fígado, é absorvido pelos hepatócitos e 
metabolizado e os ácidos graxos, ao passar pelas diversas 
células do corpo, vão ser aproveitados como fonte de energia, 
ou seja, são capturados e, no citoplasma, são transformados 
em acetil coenzima A, que é levada para dentro da mitocôndria 
das células, onde é utilizada para produzir ATP/energia. → 
célula adiposa unilocular cumpre o papel de armazenar energia 
para o corpo. 
↳ Se o adipócito for multilocular: apenas o glicerol vai ser 
levado para fora da célula, entrar na corrente sanguínea e 
metabolizado no fígado. Já os ácidos graxos permanecem no 
citoplasma e são transformados em acetil coenzima A, que é 
levado para dentro da mitocôndria para gerar energia para o 
adipócito multilocular. A membrana interna da mitocôndria da 
célula adiposa multilocular possui uma proteína chamada 
termogenina, que não permite a formação de ATPs na cadeia 
respiratória, apenas aqueles do ciclo de Krebs são formados. 
Assim, a energia acumulada pelo transporte de e- na cadeia 
respiratória acaba se dissipando e se transformando em calor, 
que se propaga pelo citoplasma da célula, atinge a periferia e 
aquece o sangue que passa ao redor da célula adiposa 
multilocular. Assim, essa célula cumpre a função de aquecer o 
corpo. 
 
FUNÇÃO ENDÓCRINA DO TECIDO ADIPOSO UNILOCULAR 
↳ Animais transgênicos nocautes (não possuíam determinado 
cromossomo) → Camundongo obeso → Pensaram ter 
descoberto o gene causador da obesidade → O que esse 
gene* codifica que sua falta acaba levando à situação de 
obesidade? → Se descobrisse essa proteína** e a 
administrasse em indivíduos obesos, o problema estaria 
solucionado. 
* Gene ob: 
- Identificado em 1994 
- Humanos = cromossomo 7q31.3 (braço q do cromossoma 7) 
- Camundongos = cromossomo 6 
** Leptina 
- Leptos (grego) = magro 
- Proteína de 167 aa 
- Homologia de 84% com a leptina de camundongos e 83% 
com a leptina de ratos. → os resultados obtidos com a 
Bicamada 
lipídica 
Citoplasma de um adipócito 
Terminação nervosa 
autônoma simpática 
pesquisa nesse animais são muito próximos com o que se 
obteria se fosse com seres humanos, mas não 
necessariamente os resultados se reproduzem. 
- Produzida em maior quantidade pelo tecido subcutâneo do 
que pelo visceral nos humanos (nos ratos é o contrário). 
OBSERVAÇÃO: as outras citocinas secretadas pelo tecido 
adiposo unilocular são produzidas, principalmente, pelo tecido 
adiposo visceral. 
- Circula livre ou ligada à uma proteína transportadora. 
- Atravessa a barreira hemato encefálica, ou seja, capaz de 
atuar em neurônios no sistema nervoso central. 
- Estruturalmente, é semelhante ao HC e à prolactina. Seus 
receptores também são semelhantes. 
- Tem ação anorexigênica (diminui a ingestão de alimentos). 
- Tem ação termogênica (aumenta o gasto energético). 
- Produzida em quantidade diretamente proporcional à massa 
de tecido adiposo. 
- Influencia várias áreas hipotalâmicas, como, por exemplo o 
eixo hipotálamo-hipófise-gônadas. → Neurônios hipotalâmicos 
liberam um peptídeo chamado hormônio liberador de 
gonadotróficos (GNRH), que estimula a produção de FSH e LH 
pela hipófise que, consequentemente, atuam nas gônadas 
estimulando a produção de gametas. A ação do hipotálamo é 
determinada pela concentração de leptina no sangue. 
↳ Na fase pré-pubere meninos e meninas engordam, ou seja, 
promovem um aumento da concentração de leptina circulante, 
o que estimula o eixo hipotálamo-hipófise-gônadas e, 
consequentemente, eles entram na puberdade e se tornam 
reprodutivamente maduros. 
↳ Crianças obesas ficam precocemente maduros, ou seja, 
entram na puberdade mais cedo do que crianças magras. 
↳ Adultos muito magros não são capazes de se reproduzir. As 
mulheres nem sequer menstruavam, já que não ovulavam 
devido a não liberação dos hormônios pela hipófise. 
- Grandes quantidades de leptina circulante, promovem 
resistência em seus receptores e ela deixa de se comportar 
da maneira como vinha se comportando, ou seja, diminuindo a 
ingestão de alimentos. 
- Inibe a liberação do neuropeptídeo Y (NPY) que é um 
estimulador a ingestão de alimentos. 
- Assim, deficiência na produção de leptinaou resistência à 
leptina, propiciam maior ingestão de alimentos do que a 
necessidade fisiológica exigiria. 
∙ Restistina: 
- Diminui a sensibilidade à insulina (os açúcaresnão são 
levados para o interior da célula com a velocidade de deveriam) 
→ predispõe ao diabetes tipo II 
∙ Angiotensinogênio: 
- Favorece o aumento da pressão arterial, quando da ativação 
do sistema renina/angiotensinogênio. 
 
- A angiotensina I é peptídeo ativo que aumenta a pressão 
arterial através de vários mecanismos. 
- Se a pessoa tem uma obesidade visceral, tem maior 
quantidade de asnsiotensinogênio circulando no sangue, o 
efeito do sistema renina/angiotensina é maior, o que favorece 
o desenvolvimento de hipertensão. 
∙ Inibidor do Fator Ativador de Plasminogênio 1 (PAl-1) 
- Inibe o plasminogênio → favorece a formação de trombos 
ao inibir a dissolução de coágulos. 
∙ TNF-ɑ e IL-6: 
- Citocinas pró-inflamatórias, favorecem a formação de placa 
ateromastosa., já que favorece o acúmulo de gordura no tecido 
adiposo subendotelial, ou seja, na parede das artérias. → Pode 
favorecer infartos e AVC. 
- Contribuem, também, para o desenvolvimento de resistência 
à insulina e, consequentemente, para diabetes do tipo II. 
∙ Adiponectina: 
- Produzida em quantidade inversamente proporciona à massa 
de gordura. 
- Ação anti-inflamatória (?) 
- Protetora em relação à formação de placa ateromatosa. (?) 
↳ Ou seria em razão à menor quantidade de tecido adiposo 
que a pessoa tem e, portanto, à menor quantidade das citocinas 
inflamatórias?

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