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CUIDADOS DE 
ENFERMAGEM PARA 
PREVENÇÃO E CONTROLE 
DE DOENÇAS 
CRÔNICAS:DIABETES 
MELLITUS, HIPERTENSÃO 
ARTERIAL, OBESIDADE E 
DISLIPIDEMIA
REDE DE ATENÇÃO ÀS PESSOAS COM DOENÇAS 
CRÔNICAS
❑ATENÇÃO BÁSICA
❑ATENÇÃO AMBULATORIAL E 
HOSPITALAR
❑SISTEMAS LOGÍSTICOS
PROCESSO DE TRABALHO:
▪Acolhimento
▪Atenção centrada na pessoal e na família
▪Cuidado continuado
▪Atenção multiprofissional
▪Regulação da rede de atenção
▪Acompanhamento não presencial
▪Atendimento coletivo
▪Autocuidado
▪Linhas de cuidado e diretrizes clínicas
▪Estratificação de risco
DIABETES MELLITUS
CONCEITOS
DEFINIÇÃO: síndrome metabólica de origem múltipla, decorrente da 
falta de insulina e/ou da incapacidade de a insulina exercer 
adequadamente seus efeitos.
CLASSIFICAÇÃO
TIPO 1: destruição das células produtoras de insulina; defeito do 
sistema imunológico
TIPO 2: resistência e deficiência na secreção de insulina
GESTACIONAL
OUTROS TIPOS ESPECÍFICOS: doenças genéticas; indução por 
drogas
FATORES DE 
RISCO
TIPO 1: ???
TIPO 2:
 NÃO MODIFICÁVEIS
 MODIFICÁVEIS
FISIOPATOLOGIA
DIAGNÓSTICO
Critérios laboratoriais para diagnóstico de DM2 e pré-diabetes.
DM2: diabetes tipo 2; GJ: glicemia de jejum; TOTG: teste de tolerância oral à glicose; 
HbA1c: hemoglobina glicada. * Considera-se como jejum a cessação de ingestão calórica 
por ≥ 8 horas. ** Carga oral equivalente a 75g de glicose anidra diluída em água.
DIAGNÓSTICO
É RECOMENDADO utilizar como
critério de diagnóstico de DM: glicemia
plasmática de jejum ≥ 126 mg/dl,
glicemia duas horas após sobrecarga
de 75g de glicose anidra ≥ 200
mg/dl, HbA1c ≥ 6,5%. São
necessários dois exames alterados
para confirmação diagnóstica. Se
somente um exame estiver alterado,
recomenda-se que este seja repetido
para confirmação.
MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS
Poliúria / nicturia
Polidpisia / boca seca
Polifagia
Emagrecimento rápido
Fraqueza / astenia / letargia
Prurido vulvar ou balanopostite
Diminuição brusca da acuidade visual
Achado de hiperglicemia ou glicosúria em 
exames de rotina
COMPLICAÇÕES
AGUDAS
 HIPOGLICEMIA
 HIPERGLICEMIA
CRÔNICAS
 MACROVASCULARES
 IAM
 AVC
 MICROVASCULARES
 RETINOPATIA
 NEFROPATIA
 NEUROPATIA
 PÉ DIABÉTICO
Sinais ou sintomas relacionados as complicações do 
DM:
 Proteinúria;
 Neuropatia periférica;
 Retinopatia;
 Ulcerações crônicas nos pés;
 Doença vascular aterosclerótica;
 Impotência sexual;
 Paralisia óculo-motora;
 Infecções urinarias ou cutâneas de repetição, etc.
tratamento
Exercício
Monitoração
Terapia 
farmacológica
Tratamento 
nutricional
Educação
INSULINOTERAPIA
• A insulina é a mais efetiva medicação hipoglicemiante conhecida
•Não existe dose máxima a partir da qual seu efeito terapêutico não exista.
•No Brasil a concentração é de 100u por 1ml
•A insulina nunca deve ser exposta a temperaturas menores que 2°C
•Deve ser retirada da geladeira 15 a 30 min antes de administrar
•Se for viajar deve ser transportada como bagagem de mão
•Deve ser aplicada via SC
•A única que pode ser aplicada IM ou EV é a de ação rápida
INSULINA
•Realizar rodízio do local de aplicação
•Deixe 1 cm entre as aplicações
•Seringas com agulhas fixas são as únicas que permitem misturar 2 tipos de
insulinas pois não possui espaço residual (em média 5 unidades)
•Seringas com agulhas separadas geram um desperdício de cerca de 5u por
dose
•As melhores agulhas são as mais curtas
•NPH precisa movimentar o frasco de 10 a 20 vezes
•Deve-se injetar no frasco para evitar a formação de vácuo
•É dispensável aspirar antes de administrar a insulina
INSULINA
TIPOS DE INSULINA
DIAGNÓSTICOS DE ENFERMAGEM – NANDA –I(2021- 2023)
❑Risco de glicemia instável
❑Comportamento de saúde propenso a risco
❑Fadiga
❑Risco de volume de líquido deficiente
❑Risco de lesão
CUIDADOS DE ENFERMAGEM
•Auto-monitoração
•Orientação para o auto cuidado
•Ajuste nutricional
•Prática de exercício físico
•CONTRATO TERAPÊUTICO
HIPERTENSÃO 
ARTERIAL
Dados das Diretrizes Brasileiras de 
Hipertensão Arterial -2020
Arq Bras Cardiol. 2021; 116(3):516-658
DEFINIÇÃO
Condição multifatorial, que depende de
fatores genéticos/ epigenéticos,
ambientais e sociais caracterizada por
elevação persistente da pressão arterial
(PA), ou seja, PA sistólica (PAS) maior ou
igual a 140 mmHg e/ou PA diastólica
(PAD) maior ou igual a 90 mmHg, medida
com a técnica correta, em pelo menos duas
ocasiões diferentes, na ausência de
medicação anti-hipertensiva
PREVALÊNCIA DE HAS NO BRASIL
DIAGNÓSTICO
A PA deve ser medida em toda avaliação por médicos, de
qualquer especialidade, e por todos os profissionais da saúde
devidamente capacitados. Exclusivamente aos médicos cabem
o diagnóstico de HA e seus fenótipos, assim como a conduta
relacionada a tais diagnósticos.
PREPARO DO PACIENTE PARA AFERIÇÃO DA PA
AFERIÇÃO DA PRESSÃO ARTERIAL – DIMENSÕES DO 
MANGUITO
AFERIÇÃO DA PRESSÃO ARTERIAL – TÉCNICA
FATORES DE RISCO PARA HIPERTENSÃO ARTERIAL
1. Idade
Há uma associação direta e linear entre envelhecimento e
prevalência de HÁ.
2. Sexo
A prevalência de HA autorreferida foi estatisticamente diferente
entre os sexos, sendo maior entre mulheres (24,2%).
VII DIRETRIZ BRASILEIRA DE HIPERTENSÃO
 3. Etnia
 Estudo Corações do Brasil:
 1,1% na população indígena;
 10% na amarela;
 26,3% na parda/mulata;
 29,4% na branca e
 34,8% na negra.
 Estudo ELSA-Brasil
 30,3% em brancos,
 38,2% em pardos e
 49,3% em negros.
4.. Excesso de peso e obesidade
FATORES DE RISCO PARA HIPERTENSÃO ARTERIAL
5. Ingestão de sal 
É um dos principais FR para HA, associa-se a
eventos CV e renais.
6. Ingestão de álcool
• Consumo crônico e elevado de bebidas
alcoólicas aumenta a PA de forma consistente.
O consumo habitual de álcool eleva a PA de
forma linear e o consumo excessivo associa-
se com aumento na incidência de HA.
Estima-se que um aumento de 10 g/dia na
ingestão de álcool eleve a PA em 1 mmHg.
VII DIRETRIZ BRASILEIRA DE HIPERTENSÃO
7. Sedentarismo
Observou-se associação significativa entre HA e sedentarismo nos
momentos de folga e durante o trabalho.
8. Fatores Socioeconômicos
Adultos com menor nível de escolaridade (sem instrução ou fundamental
incompleto) apresentaram a maior prevalência de HA autorreferida
(31,1%).
9. Genética
Brasil
Não conseguiram identificar padrão mais prevalente
FATORES DE RISCO PARA HIPERTENSÃO ARTERIAL
VII DIRETRIZ BRASILEIRA DE HIPERTENSÃO
OBJETIVOS
Estimular o diagnóstico precoce.
Estimular o tratamento contínuo.
Estimular o controle da PA e de FR associados.
Modificação do estilo de vida (MEV) e/ou uso regular de
medicamentos.
PREVENÇÃO
❑CONTROLE DO PESO
❑DIETA SAUDÁVEL
❑DIMINUIR CONSUMO DE SÓDIO
❑INGESTÃO ADEQUADA DE POTÁSSIO
❑ATIVIDADE FÍSICA
❑REDUZIR INGESTÃO DE ÁLCOOL
❑CONTROLE DO ESTRESSE
❑CESSAÇÃO DO TABAGISMO
❑ESPIRITUALIDADE
PREVENÇÃO
TRATAMENTO
Tratamento
Medidas não medicamentosas e o uso de fármacos anti-
hipertensivos
OBJ: reduzir a PA, proteger órgãos-alvo, prevenir desfechos CV
e renais.
Medidas não medicamentosas têm se mostrado eficazes na redução
da PA, apesar de limitadas pela perda de adesão a médio e longo
prazo.
TRATAMENTO
Redução de PA sistólica 10 mmHg e diastólica de 5
mmHg com fármacos se acompanha de diminuição
significativa do risco relativo de desfechos maiores:
37% para acidente vascular encefálico (AVE), 22%
para doença arterial coronariana (DAC), 46% para
insuficiência cardíaca (IC) , 20% para mortalidade CV
e 12% para mortalidade total
TRATAMENTO MEDICAMENTOSO
O tratamento medicamentoso deve se associar às medidas não medicamentosas, e as classes de anti-
hipertensivos preferenciais para o uso em monoterapia ou combinação são: diurético tiazídico ou similar, BCC, 
inibidores da enzima conversora de angiotensina, bloqueadores dos receptores de angiotensina e 
betabloqueadores (com indicações específicas). 
A combinação de fármacos é a estratégiainicial recomendada para hipertensos estágio 1 de moderado e alto 
risco e estágios 2 e 3, preferencialmente em comprimido único. A monoterapia deve ser considerada para 
hipertensos estágio 1 de baixo risco e para muito idosos e/ou indivíduos frágeis. 
O início do tratamento com combinação de dois fármacos deve ser feito com um IECA, ou BRA, associado a DIU 
tiazídico ou similar ou BCC. Em pacientes de alto risco não obesos, as combinações com BCC são as 
preferenciais. 
Quando não se atinge o controle da PA com combinação de dois fármacos, deve ser prescrita a combinação de 
três fármacos, habitualmente um IECA, ou BRA, associado a DIU tiazídico ou similar e BCC; caso necessário, 
acrescentar espironolactona em seguida.
DIAGNÓSTICOS DE ENFERMAGEM
•Autogestão ineficaz da saúde
•Comportamentos ineficazes de manutenção da saúde
•Risco de desequilíbrio eletrolítico
•Risco de pressão arterial instável
CUIDADOS DE ENFERMAGEM
▪Monitorização dos valores 
pressóricos
▪Monitorização dos pulsos
▪Educação para o autocuidado
▪Educação para adesão ao 
tratamento
▪Monitorização das complicações 
potenciais
▪Educação para o conhecimento da 
doença
OBESIDADE
CONCEITO
Agravo multifatorial originado, na maioria dos casos, pelo desbalanço 
energético, quando o indivíduo consome mais energia do que gasta (OMS, 
1995). Esse desbalanço energético positivo resulta em ganho de peso.
Utilizar o valor de IMC:
DEFINIÇÃO DO ESTADO NUTRICIONAL PARA 
ADULTOS ( 20 A 60 ANOS)
DIAGNÓSTICOS DE ENFERMAGEM
Obesidade
Sobrepeso
Risco de sobrepeso
Risco de glicemia instável
Risco de função cardiovascular prejudicada
AÇÕES DE ENFERMAGEM
Promover ações que visem melhoria da qualidade de 
vida na comunidade
Orientação de alimentação saudável
Prevenção do excesso de peso
Aferir dados antropométricos
Acompanhar o controle dos agravos à saúde 
associados
DISLIPIDEMIAS
CONCEITO
Doença metabólica caracterizada pela
elevação dos níveis plasmáticos de
colesterol de baixa densidade (LDL-c),
redução dos níveis de colesterol de alta
densidade (HDL-c) e/ou aumento de
triglicérides
PRIMÁRIAS: genética
SECUNDÁRIAS: hipotireoidismo, DM,
obesidade, ,alcoolismo, uso indiscriminado
de betabloqueadores, corticosteróides,
anabolizantes, dieta, hábitos de vida.
LÍPIDES BIOLOGICAMENTE MAIS RELEVANTES
Fosfolípides: estrutura básica das membranas celulares
Colesterol: precursor dos hormônios esteroides, dos ácidos biliares e da
vitamina D; constituinte das membranas celulares
Triglicérides (TG): armazenamento energético; são depositados nos
tecidos adiposo e muscular.
Ácidos graxos: constituintes estruturais das membranas celulares;
funções energéticas e de reservas metabólicas; formam hormônios e sais
biliares
TIPOS DE DISLIPIDEMIA
•Hipercolesterolemia isolada: aumento isolado do LDL-c (LDL-c ≥ 160
mg/dL).
•Hipertrigliceridemia isolada: aumento isolado dos triglicérides (TG ≥
150 mg/dL ou ≥ 175 mg/dL, se a amostra for obtida sem jejum).
• Hiperlipidemia mista: aumento do LDL-c (LDL-c ≥ 160 mg/dL) e dos TG
(TG ≥ 150 mg/dL ou ≥ 175 mg/ dL, se a amostra for obtida sem jejum).
Se TG ≥ 400 mg/dL, o cálculo do LDL-c pela fórmula de Friedewald é
inadequado, devendo-se considerar a hiperlipidemia mista quando o não
HDL-c ≥ 190 mg/dL.
• HDL-c baixo: redução do HDL-c (homens < 40 mg/dL e mulheres < 50
mg/dL) isolada ou em associação ao aumento de LDL-c ou de TG
DOENÇA 
ATEROSCLERÓTICA
A aterosclerose é definida
como o espessamento da 
parede arterial com o acúmulo
de :
Lipídios
Macrófagos
Linfócitos T
Células musculares lisas
Matriz extracecular
Cálcio e material necrótico.
A placa aterosclerótica consiste de um núcleo rico em lipídeos, na
porção central
No lado do lúmem do núcleo lipídico fica a capa fibrótica
A placa fibrótica é a única barreira que separa o sangue circulante
do forte sistema de coagulação gerador de trombos
Placas com tendências a rutura podem ser caracterizadas como tendo
uma capa fibrótica fina
DOENÇA ATEROSCLERÓTICA
FISIOPATOLOGIA
As lesões ateroscleróticas nas artérias, que começam silenciosamente na infância,
ocorrem primariamente a partir de dois processos: acúmulo de colesterol e a
proliferação de células musculares lisas na túnica íntima.
ativação de células 
endoteliais
produção exagerada 
de moléculas de 
adesão para 
leucócitos
recrutamento de 
células inflamatórias 
do sangue
estado pró-
trombótico nos vasos
•Disfunção ou lesão endotelial;
• Penetração e acúmulo de lipídios na intima arterial;
• Adesão de macrófagos e plaquetas ao endotélio, com liberação de fatores
de crescimento;
• Proliferação de células musculares lisas na íntima;
1. Acúmulo de Lipídeos 2. Ruptura da Placa 3. Formação de Coágulo
(http://www.sistemacardiovascular.com/wp-content/uploads/2010/10/h9991270_001.jpg)
FISIOPATOLOGIA
http://www.sistemacardiovascular.com/wp-content/uploads/2010/10/h9991270_001.jpg)
Aterosclerose
athero = material lipídico
sclerosis = rigidez
forma de arteriosclerose
em que o espessamento 
e o enrijecimento são causados
pelo acúmulo de gordura na
camada interna das artérias.
Arteriosclerose
doença crônica do sistema 
arterial caracterizada por 
espessamento e 
enrijecimento anormal das 
paredes dos vasos.
DOENÇA ATEROSCLERÓTICA / 
EPIDEMIOLOGIA
EUA
• 40,6% das mortes são por doença cardiovascular
• 12 milhões são portadores de DAC isquêmica
• US$ 138 bilhões /ano- enfermidades cardiovasculares.
BRASIL
• 32% das causas de morte.
• 13 mil mortes: doença cardíaca e AVC: 2.000
• 300.000 óbitos / ano.
• Custos do SUS  16,2% do orçamento da saúde.
Doença Aterosclerótica / Fatores de Risco
DIAGNÓSTICO
Exame de perfil lipídico: dosagem bioquímica do colesterol total, colesterol
ligado a HDL (HDL-c), colesterol ligado a LDL (LDL-c) e dos triglicérides (TG),
após jejum de 12 a 14 horas.
Cuidados antes da coleta:
▪Manter dieta habitual e peso nas 2 semanas que antecedem o exame
▪Não ingerir álcool nas 72hs que antecedem o exame
▪Não realizar atividade física vigorosa nas 24hs que antecedem o exame
ESTRATIFICAÇÃO DE RISCO CARDIOVASCULAR
• Doença aterosclerótica significativa(coronária, cerebrovascular, vascular 
periférica) com ou sem eventos clínicos ou obstrução de 50% em 
qualquer território arterial
RISCO MUITO ALTO
• Aterosclerose subclínica; aneurisma abdominal, DRC,Dm +LDC-c entre 70 
e 189mg/dl
ALTO RISCO
• Estratificadores de risco entre 5 e 20%, sexo masc e 5 e 10% sexo fem
RISCO INTERMEDIÁRIO
• Homens e mulheres com risco em 10 anos <5%
BAIXO RISCO
TRATAMENTO
•Modificações do estilo de vida; atividade física regular,
manutenção do peso ideal e combate ao tabagismo;
•Modificações da alimentação, compreende uma dieta pobre em
colesterol e gorduras saturadas ao mesmo tempo rica em fibras,
evitando uma dieta aterogênica.
•Medicamentos: estatinas, as resinas de troca, o
ácido nicotínico e os inibidores seletivos da absorção do
colesterol.
TRATAMENTO MEDICAMENTOSO
ESTATINAS: terapia 
mais validada; 
diminuição de 
mortalidade; diminuição 
de eventos CV
EZETIMIBA: inibe a 
absorção do colesterol; 
opção terapêutica em 
pacientes intolerantes às 
estatinas
RESINAS: reduzem a 
absorção intestinal de 
ácidos biliares
FIBRATOS: reduz taxas 
séricas de TG; 
tratamento de 
hipertrigliceridemia
ÁCIDO NICOTÍNICO: 
reduz a ação da lipase 
tecidual; reduz a síntese 
de TG pelos hepatócitos
CUIDADOS DE ENFERMAGEM
•Educação para prevenção de fatores 
de risco
•Educação para adesão ao tratamento 
e modificação de estilo de vida
•Orientação sobre dieta saudável
REFERÊNCIA
Diretrizes Brasileiras de Hipertensão Arterial – 2020 Barroso et al. Arq Bras Cardiol. 2021; 116(3):516-658. Disponível em:
http://departamentos.cardiol.br/sbc-dha/profissional/pdf/Diretriz-HAS-2020.pdf
SBD. Diretriz Oficial da Sociedade Brasileira de Diabetes. Disponível em: https://diretriz.diabetes.org.br/
Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica.Estratégias para o cuidado da pessoa com
doença crônica : obesidade / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Atenção Básica. – Brasília : Ministério da
Saúde, 2014.
Atualização da Diretriz Brasileira de Dislipidemias e Prevenção da Aterosclerose – 2017. Arq Bras Cardiol 2017; 109(2Supl.1):1-76. Disponível
em:https://abccardiol.org/wp-content/uploads/articles_xml/0066-782X-abc-109-02-s1-0001/0066-782X-abc-109-02-s1-0001.x44344.pdf
Atualização da Diretriz Brasileira de Dislipidemias e Prevenção da Aterosclerose – 2017. Arq Bras Cardiol 2017; 109(2Supl.1):1-76 . Disponível
em: https://www.scielo.br/j/abc/a/whBsCyzTDzGYJcsBY7YVkWn/?lang=pt&format=pdf
REFERÊNCIA
https://diretriz.diabetes.org.br/
	Slide 1: CUIDADOS DE ENFERMAGEM PARA PREVENÇÃO E CONTROLE DE DOENÇAS CRÔNICAS:DIABETES MELLITUS, HIPERTENSÃO ARTERIAL, OBESIDADE E DISLIPIDEMIA
	Slide 2: REDE DE ATENÇÃO ÀS PESSOAS COM DOENÇAS CRÔNICAS
	Slide 3: DIABETES MELLITUS
	Slide 4: CONCEITOS
	Slide 5: FATORES DE RISCO
	Slide 6: DIAGNÓSTICO
	Slide 7: DIAGNÓSTICO
	Slide 8
	Slide 9
	Slide 10: MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS
	Slide 11: COMPLICAÇÕES
	Slide 12
	Slide 13: Insulinoterapia
	Slide 14: INSULINA
	Slide 15: INSULINA
	Slide 16: TIPOS DE INSULINA
	Slide 17: DIAGNÓSTICOS DE ENFERMAGEM – NANDA –I(2021- 2023)
	Slide 18: CUIDADOS DE ENFERMAGEM
	Slide 19
	Slide 20: HIPERTENSÃO ARTERIAL
	Slide 21: DEFINIÇÃO
	Slide 22
	Slide 23
	Slide 24: PREVALÊNCIA DE HAS NO BRASIL
	Slide 25: Diagnóstico
	Slide 26
	Slide 27: PREPARO DO PACIENTE PARA AFERIÇÃO DA PA
	Slide 28: AFERIÇÃO DA PRESSÃO ARTERIAL – dimensões do manguito
	Slide 29: AFERIÇÃO DA PRESSÃO ARTERIAL – TÉCNICA
	Slide 30: Fatores de risco para hipertensão arterial
	Slide 31: VII Diretriz Brasileira de Hipertensão
	Slide 32: VII Diretriz Brasileira de Hipertensão
	Slide 33: VII Diretriz Brasileira de Hipertensão
	Slide 34: PREVENÇÃO
	Slide 35: TRATAMENTO
	Slide 36: TRATAMENTO
	Slide 37: TRATAMENTO MEDICAMENTOSO
	Slide 38
	Slide 39: DIAGNÓSTICOS DE ENFERMAGEM
	Slide 40: CUIDADOS DE ENFERMAGEM
	Slide 41: OBESIDADE
	Slide 42: CONCEITO
	Slide 43: DEFINIÇÃO DO ESTADO NUTRICIONAL PARA ADULTOS ( 20 A 60 ANOS)
	Slide 44
	Slide 45: DIAGNÓSTICOS DE ENFERMAGEM
	Slide 46: AÇÕES DE ENFERMAGEM
	Slide 47: DISLIPIDEMIAS
	Slide 48: CONCEITO
	Slide 49: LÍPIDES BIOLOGICAMENTE MAIS RELEVANTES
	Slide 50: TIPOS DE DISLIPIDEMIA
	Slide 51: DOENÇA ATEROSCLERÓTICA
	Slide 52: DOENÇA ATEROSCLERÓTICA
	Slide 53: FISIOPATOLOGIA
	Slide 54: FISIOPATOLOGIA
	Slide 55
	Slide 56: Doença Aterosclerótica / Epidemiologia 
	Slide 57
	Slide 58: DIAGNÓSTICO
	Slide 59: ESTRATIFICAÇÃO DE RISCO CARDIOVASCULAR
	Slide 60
	Slide 61: TRATAMENTO MEDICAMENTOSO
	Slide 62: CUIDADOS DE ENFERMAGEM
	Slide 63: Referência

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