Logo Passei Direto
Buscar
Material

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

RENATA POCZTARUK | FLÁVIO GOMES
ILUMINAÇÃO
guia de
Documento de uso EXCLUSIVO de Denise Mattos (denise.omattos@gmail.com) Pedido75673
Documento de uso EXCLUSIVO de Denise Mattos (denise.omattos@gmail.com) Pedido75673
RENATA POCZTARUK | FLÁVIO GOMES
ILUMINAÇÃO
guia de
ARQEXPRESS
Documento de uso EXCLUSIVO de Denise Mattos (denise.omattos@gmail.com) Pedido75673
Guia - Iluminação 
 
Autora: Renata Pocztaruk e Flávio Gomes 
Desenvolvimento de conteúdo: Renata Pocztaruk 
Desenvolvimento de imagens: Amanda Baldi 
Diagramação | Editoração eletrônica: Tiemy Saito - Eska Design + Comunicação 
 
Este material foi desenvolvido com informações necessárias para mostrar a importância 
da iluminação no desenvolvimento de projetos. Queremos ver as pessoas mais felizes. 
Queremos veras pessoas vivendo melhor, e, com certeza, um bom projeto de iluminação 
pode trazer uma sensação de aconchego e bem-estar.  
 
Material publicado pela ARQEXPRESS em Porto Alegre 
 
Reservados todos os direitos de publicação à ARQEXPRESS. 
Porto Alegre, RS – Brasil 
(51) 3377-8222 | euquero@arqexpress.com.br | www.arqexpress.com.br
Documento de uso EXCLUSIVO de Denise Mattos (denise.omattos@gmail.com) Pedido75673
A todos os profissionais 
que buscam aumentar 
o seu conhecimento, sua 
bagagem e seu repertório.
Documento de uso EXCLUSIVO de Denise Mattos (denise.omattos@gmail.com) Pedido75673
Gaúcha, formada em Arquitetura e 
Urbanismo pela PUC-RS, estudou Design 
Industrial na UniRitter e é pós-graduada em 
Gestão Empresarial pela ESPM. Começou 
a empreender com 17 anos criando uma 
empresa de acessórios, mas sendo filha 
de uma grande arquiteta e de um dos 
maiores engenheiros da região, acabou se 
apaixonando por Arquitetura e Decoração 
com o passar dos anos. 
Sonhadora, destemida, é es-
pontânea e com a sua comunicação 
descomplicada e didática é capaz 
de simplificar a informação, tiran-
do a complexidade do processo e 
mostrando como, sim, pode ser fácil. 
Em 2015, fundou a ARQEXPRESS 
com o objetivo de democratizar a ar-
quitetura. Sua maior motivação é levar 
mais qualidade de vida para as pessoas. 
Dentro de sua empresa desenvolveu 
um braço de educação onde comparti-
lha todo o seu conhecimento, e é reco-
nhecida, hoje, como uma das maiores 
arquitetas do Brasil.
“Sozinha não vou conseguir fazer 
esta grande revolução. Compartilho meus 
conhecimentos para desenvolver profis-
sionais que sejam responsáveis por criar 
mais projetos e levar mais qualidade de 
vida e felicidade para a vida das pessoas. 
Meu grande objetivo é levar arquitetura 
para todos.” 
Renata Pocztaruk
A rainha da arquitetura!
Documento de uso EXCLUSIVO de Denise Mattos (denise.omattos@gmail.com) Pedido75673
Apaixonado por iluminação, 
trabalha e estuda todos os dias para 
melhorar seus conhecimentos na área. 
Técnico, Engenheiro e Lighting Designer. 
Os principais conhecimentos em 
iluminação foram adquiridos na prática, 
visitando obras, falando com eletricistas, 
construtores e até mesmo atendendo 
clientes, arquitetos e designers. 
Começou a trabalhar com projetos 
luminotécnicos e elétricos no ano de 
2012, e desde então, vive esse mundo 
fantástico da iluminação.
Empreendedor, músico, poeta, 
gestor, esposo e pai de duas crianças 
lindas. Vive todos os dias buscando 
crescimento pessoal e empresarial, com 
determinação, foco e principalmente 
humildade. A humildade veio de suas 
raízes: já trabalhou em roça, jardinagem, 
lavador de garrafas, mesmo sem saber, 
mas sempre com visão de empreendedor, 
desde os 10 anos de idade. 
Fundou a LEDLUX Iluminação em 
2015, vendendo produtos de iluminação 
para residências de alto padrão. Sempre 
em parceria com arquitetos e designers, 
viu uma oportunidade nessa área, fazendo 
os projetos luminotécnicos para os clientes, 
como também consultoria técnica na obra. 
Em seguida criou o @studioflaviogomes 
para ensinar dicas de iluminação 
inovadoras, o que realmente acontece na 
prática. Logo surgiu o Curso Seja Luz (Curso 
de Iluminação desenvolvido para quem 
ama essa área). 
“Conectei meus conhecimentos 
em parceria com Renata Pocztaruk, para 
você aprender de forma prática o que de 
fato é iluminação.”
Flávio Gomes
Documento de uso EXCLUSIVO de Denise Mattos (denise.omattos@gmail.com) Pedido75673
SAIBA MAIS SOBRE
Fundada em 2015 em Porto Alegre pela arquiteta Renata Pocztaruk, é hoje a 
maior plataforma de arquitetura e decoração do Brasil. Com um braço de serviço e 
outro em educação, nosso grande objetivo é democratizar a arquitetura, por meio de 
serviços eficientes e simplificação do processo. Sem dúvida, sem surpresa e dentro 
do orçamento do cliente. 
Pessoas que vivem melhor são mais felizes, por isso queremos desenvolver 
mais profissionais que possam atender cada vez mais clientes, levando assim 
bem- estar para dentro de todas as famílias. 
Queremos ver as pessoas mais felizes e queremos que você faça parte desta 
revolução. 
www.arqexpress.com.br
 @arqexpress
Documento de uso EXCLUSIVO de Denise Mattos (denise.omattos@gmail.com) Pedido75673
SUMÁRIO
CONCEITOS BÁSICOS DE ILUMINAÇÃO 12
ELETRICIDADE BÁSICA 13
CIRCUITOS E COMANDOS ELÉTRICOS 16
TIPOS DE ILUMINAÇÃO 19
ILUMINAÇÃO E SAÚDE 48
EFEITOS DE ILUMINAÇÃO 51
TIPOS DE ILUMINAÇÃO 54
TIPOS DE LÂMPADAS 58
TIPOS DE LUMINÁRIAS 73
ACESSÓRIOS 89
LEGENDA ILUMINAÇÃO 93
CÁLCULO LUMINOTÉCNICO 94
FLUXOGRAMA DAS ETAPAS DE UM 
PROJETO LUMINOTÉCNICO 95
CHECKLIST DE PROJETO LUMINOTÉCNICO 96
PROJETO RESIDENCIAL 99
SALA DE ESTAR 103
SALA DE JANTAR 110
COZINHA 114
VARANDA 118
CORREDOR 119
BANHEIRO 120
DORMITÓRIOS 123
CLOSET 131
HOME OFFICE / ESCRITÓRIO 132
CAMARIM / ÁREA DE SE MAQUIAR 133
ILUMINAÇÃO PARA QUADROS 134
PROJETO COMERCIAL 135
Documento de uso EXCLUSIVO de Denise Mattos (denise.omattos@gmail.com) Pedido75673
10
Documento de uso EXCLUSIVO de Denise Mattos (denise.omattos@gmail.com) Pedido75673
11
ILUMINAÇÃO É CAPAZ DE MUDAR 
COMPLETAMENTE UM AMBIENTE.
Você já parou para pensar que a iluminação pode alterar 
completamente a maneira como se percebe um ambiente? Temos a tendência 
de entrar em um ambiente e olhar a cor da parede, o modelo do sofá, o tipo 
de decoração, mas a verdade é que “luz muda tudo. 
O bem-estar depende de uma boa iluminação. A iluminação 
quando bem planejada traz conforto. A luz permite muito mais que clarear o 
ambiente, ela é capaz de iluminar, valorizar, realçar, destacar, estimular, dar 
charme, trazer vida, trazer diferentes sensações; ao mesmo tempo, uma má 
iluminação pode acabar com qualquer projeto. 
Cada vez mais os profissionais precisam entender a importância 
da iluminação. Aqueles que estiverem aptos a desenvolver bons projetos 
de iluminação irão com certeza se diferenciar. É importante reconhecer a 
influência da luz sobre a saúde, produtividade, conforto. Ao mesmo tempo, um 
bom projeto de iluminação pode ampliar o ambiente, ressaltar a decoração, 
trazer diferentes sensações e ainda diminuir a conta de energia. 
Luz traz charme criando diversas cenas para diferentes 
momentos do dia. Luz dá vida ao ambiente, quebra a 
monotonia. Luz estimula as diferentes sensações. Com luz 
tudo faz mais sentido
O projeto luminotécnico deve conciliar a funcionalidade de cada 
ambiente e identificar o melhor tipo de iluminação, trazendo assim conforto 
visual. Na hora de desenvolver o projeto, avalie o tamanho do ambiente, 
analise a quantidade de luz natural, atente à temperatura de cor das lâmpadas, 
combine diferentes tipos de iluminação, pense na economia de energia. 
Criamos este guia para ajudar você a conhecer e entender os 
conceitos básicos de iluminação, podendo assim desenvolver um projeto de 
forma mais simples e assertiva. Com luz, tudo faz mais sentido. 
Documento de uso EXCLUSIVO de Denise Mattos (denise.omattos@gmail.com) Pedido75673
12
CONCEITOS BÁSICOS DE ILUMINAÇÃO
O QUE É LED?
 
 LED (light emitting diode)
 Baixo consumo de energia
 Facho de luz livre de calor
 Vida útil longa
 Alta eficiênciaLivre de metais pesados
 Excelente qualidade de luz
 Acendimento instantâneo
LED significa light emitting diode, ou seja, diodo emissor de luz. 
É um componente semicondutor que, ao ser polarizado, emite luz com alta 
eficiência luminosa e baixo consumo de energia.
O LED pode ser utilizado em lâmpadas, fitas, luminárias 
integradas (que já vêm com o LED fixado na luminária), como também em 
eletrodomésticos e carros. O LED pode ser fabricado em uma única cor 
(como vermelho, amarelo, azul), também pode ser RGB (red, green e blue), 
que são três LEDs próximos entre si, que, variando, formam outras cores, 
e também temos as temperaturas de cor, como, por exemplo, 2700K, 3000K, 
4000K, 6000K.
A cada dia os pesquisadores conseguem deixar a tecnologia LED 
ainda mais eficiente, iluminando mais com menos energia.
Lâmpadas LED confiáveis têm certificação! Possuem o selo 
INMETRO, nos modelos que a entidade exige.
Documento de uso EXCLUSIVO de Denise Mattos (denise.omattos@gmail.com) Pedido75673
13
ELETRICIDADE BÁSICA
CORRENTE ELÉTRICA
É um fenômeno físico que permite o fluxo de cargas elétricas 
dentro de um sistema condutor, a partir de uma diferença de potencial 
elétrico. Para medir a intensidade de corrente, a unidade é em ampère (A). 
Fazendo uma analogia com uma torneira, é como se fosse a 
velocidade da água saindo da mesma. No gráfico abaixo, conseguimos 
observar como a corrente contínua se mantém constante, enquanto a corrente 
alternada oscila entre o polo positivo e o negativo:
É fácil observar na ilustração que o driver serve para transformar a 
corrente alternada da concessionária para corrente contínua que alimenta o LED.
CORRENTE CONTÍNUA CORRENTE ALTERNADA
É a que todo LED precisa para 
acender
É a que liga no driver para 
transformar em contínua e 
acender o LED
A energia não consegue ir 
muito “longe”, pois segue 
 apenas um fluxo
A energia consegue viajar 
longas distâncias, como de 
uma usina até sua casa
Usada em pilhas, baterias, LED
Usada na rede elétrica das 
residências, comércios
CONTÍNUA
ALTERNADA
Documento de uso EXCLUSIVO de Denise Mattos (denise.omattos@gmail.com) Pedido75673
14
TENSÃO ELÉTRICA
Tensão é a diferença entre potencial elétrico em dois pontos. 
Sua unidade de medida é Volts (V).
É indispensável saber a tensão da cidade onde será feito o projeto 
(popularmente conhecida como voltagem). Os produtos podem ter versões 
nas duas tensões de rede [127 ou 220V]; poderá se danificar o produto caso 
seja ligado em tensão diferente. 
Corrente alternada 
da concessionária
Corrente contínua 
para ligar LEDDriver
Já que todo LED liga em corrente contínua, por que algumas 
lâmpadas sãos ligadas direto em corrente alternada? 
As lâmpadas PAR20, dicroica, AR70, entre outras, já vêm com 
o driver na mesma estrutura e não precisam de driver externo. 
Já as fitas de LED de 12V precisam de um driver externo.
Também podemos encontrar no mercado produtos de 
iluminação bivolt (podem ligar tanto em 127V como em 
220V). Antes de comprar a lâmpada, verifique sempre a 
tensão nas especificações da lâmpadas.
MAS O QUE SIGNIFICAM 12V E 24V 
NOS PRODUTOS?
As tensões 12V e 24V são em corrente contínua, são 
essas tensões que o LED precisa para funcionar. Já 
as tensões 127V e 220V são em corrente alternada, 
essas tensões são as que alimentam o driver.
?
Documento de uso EXCLUSIVO de Denise Mattos (denise.omattos@gmail.com) Pedido75673
15
É comum que ambientes corporativos e shoppings, por 
exemplo, utilizem 220V, mesmo que a tensão da região seja 
27V. Isso acontece devido à elevada demanda de potência, 
demanda que talvez não seja tão elevada na maior parte 
das residências! Indiferente da tensão escolhida, várias 
ações devem ser tomadas visando a aumentar a segurança 
da instalação. É muito importante, por exemplo, instalar os 
disjuntores. Eles são dispositivos de proteção que têm o 
papel de atuar, caso alguma corrente ultrapasse o valor 
nominal permitido. Também proteger com DR (Disjuntor 
Diferencial Residual), para pequenas fugas de corrente, e usar 
aterramento em iluminação que possa ocasionar choque 
elétrico em alguém, geralmente em arandelas baixas e 
luminação instalada no piso.
POTÊNCIA
Potência, em iluminação, é a quantidade de trabalho que um 
determinado produto precisa para acender; quanto maior a potência, mais 
esse produto precisará de energia elétrica da concessionária, influindo na 
conta de energia.
Imagine um ferro elétrico e um forno elétrico: o ferro produz menos 
temperatura do que o forno, logo o forno tem uma potência maior para gerar 
seu trabalho.
O QUE É FATOR DE POTÊNCIA?
Podemos encontrar o FP (fator de potência) nas especificações 
dos produtos. Quanto maior o FP, que vai de uma escala de 0 até 1, melhor a 
eficiência. Logo, se tiver uma lâmpada com FP 0,5 e outra com FP 0,8, é melhor 
a segunda opção em relação ao fator de potência.
Quanto maior a potência de uma lâmpada mais ela ilumina? 
Não! O fluxo luminoso deve ser analisado pela quantidade 
de lúmens e não pela potência. 
Documento de uso EXCLUSIVO de Denise Mattos (denise.omattos@gmail.com) Pedido75673
16
Os interruptores são responsáveis por ligar e desligar a luz.
Coloque no máximo 6 comandos de interruptores no mesmo 
ambiente, isso evita confusão na hora de acender a iluminação. 
CIRCUITOS E COMANDOS ELÉTRICOS
Um circuito é nada mais que uma espécie de caminho fechado pelo 
qual uma corrente elétrica percorre. Esse movimento de cargas é o responsável 
por gerar a eletricidade que alimenta os dispositivos presentes no caminho.
Os circuitos alimentam os equipamentos, mas são os interruptores 
que fazem os comandos dos acionamentos da iluminação. Um ambiente 
pode ter um ou mais comandos para diferentes cenas de iluminação. 
Na parte técnica, separamos os circuitos por questões de 
segurança elétrica. Na parte estética, criamos comandos para diferentes 
cenas no ambiente, ou seja, diferentes formas de acendimento da iluminação 
no ambiente. 
Circuitos elétricos são ligações responsáveis por ligar os 
equipamentos elétricos de uma residência, feitos por meio de fios condutores, 
formando um caminho fechado que produz uma corrente elétrica. Segunda 
a legislação brasileira, os circuitos de tomada e de iluminação devem ser 
separados.
Todo circuito de iluminação deve ser separado do circuito de 
tomadas. Isso evita que o disjuntor do circuito de tomadas desarme e garante 
que a iluminação esteja ligada.
CIRCUITO COM ILUMINAÇÃO Fio com seção mínima de 1,5mm²
Fio com seção mínima de 2,5mm²CIRCUITO DE TOMADAS
Documento de uso EXCLUSIVO de Denise Mattos (denise.omattos@gmail.com) Pedido75673
17
Os circuitos elétricos podem ter seus dispositivos associados em 
diferentes configurações. Quando os elementos de um circuito são ligados no 
mesmo ramo, dizemos que eles são ligados em série. Se os elementos de um 
circuito estiverem ligados em ramos diferentes, mas sob a mesma diferença 
de potencial, dizemos que são ligados em paralelo.
Quando os dispositivos de um circuito encontram-se ligados no 
mesmo ramo, serão percorridos pela mesma corrente elétrica. Por exemplo, 
uma fita de LED, quando é conectada uma na outra, para ligar o último LED 
da fita a corrente tem que passar pelo início da mesma.
As ligações em paralelo ocorrem sempre entre dois nós, 
apresentando-se em dois ou mais ramos. Tratando-se de circuitos de 
iluminação podemos ter um único circuito para um ambiente ou mais de um. 
Quando temos uma diversidade de circuitos conseguimos criar diferentes 
cenas e trazer sensações diversas ao ambiente. Podemos ainda ter um 
ambiente com apenas um interruptor que acende todas as lâmpadas de 
uma vez só, ou ter vários interruptores e controlar quando acender cada uma 
das lâmpadas, criando assim um ambiente mais charmoso e aconchegante, 
capaz de elevar o nível do seu bem-estar e mudar a qualidade do ambiente!
CIRCUITO EM SÉRIE
CIRCUITO PARALELO
O circuito em série “liga e desliga” em um único lugar, já o 
circuitoparalelo pode ser comandado em diferentes locais. 
Documento de uso EXCLUSIVO de Denise Mattos (denise.omattos@gmail.com) Pedido75673
18
EXEMPLO DE COMANDO ÚNICO X MAIS DE UM COMANDO
COMANDO ÚNICO
Acende todas as lâmpadas ao 
mesmo tempo através de um in-
terruptor simples, ou seja, você 
entra no quarto, aperta o botão e a 
iluminação geral, do armário e da 
cabeceira liga junto. Desta forma 
você terá muita luz no ambiente 
em todos os momentos do dia. 
TRÊS COMANDOS
Com um interruptor triplo é 
possível controlar o acendimento 
das lâmpadas a partir dos 
comandos criados! 
Iluminação Geral: luz geral 
para o ambiente, ilumina 
todo o espaço. 
Iluminação Armários: ideal 
para quando precisa acessar 
roupas e acessórios.
Iluminação Cabeceira: ideal 
para momentos de leitura e 
descanso antes de dormir! 
Iluminação Geral,
Iluminação Armários,
Iluminação Cabeceira
1
1
1
1
1
1 2
2
3
3
A iluminação é capaz de mudar a percepção do ambiente. 
Com a distribuição de diferentes circuitos é possível criar 
diferentes cenas para os diferentes momentos do dia. 
Documento de uso EXCLUSIVO de Denise Mattos (denise.omattos@gmail.com) Pedido75673
19
TIPOS DE ILUMINAÇÃO
A iluminação interfere diretamente na maneira como percebemos 
um ambiente e estimula sensações, humor, produtividade, etc. Na hora de 
desenvolver um projeto luminotécnico, devemos levar em consideração a luz 
natural, principalmente se for em ambientes que são ocupados pela manhã e 
tarde, como lojas ou ambientes corporativos. Quanto menor a quantidade de 
luz natural, maior será o esforço para iluminar o ambiente de forma artificial.
ILUMINAÇÃO NATURAL
É a iluminação fornecida pelo sol. Para ter um controle mecânico 
dessa iluminação nas arquiteturas é preciso observar vários fatores, como a 
orientação solar, que é um ponto crucial em qualquer projeto, uma vez que 
a incidência da luz natural pode mudar as características e atividades em um 
ambiente.
Cuidado ao analisar a posição do sol: por mais simples que seja, 
essa é uma tarefa bem importante para o projeto e fará toda diferença. 
Dependendo da posição solar, a incidência de luz natural no ambiente será 
alterada para mais ou para menos. Quanto menos luz natural tiver no ambiente, 
mais fontes de luz artificiais irá precisar para iluminá-lo de forma artificial. 
Todos os ambientes em um projeto de arquitetura deveriam 
ter pelo menos uma janela, pois de acordo com nosso ciclo 
biológico, o ser humano precisa de orientação, se é manhã, 
tarde ou noite. Na falta de iluminação natural, podemos ter 
vários tipos de danos na nossa saúde ao longo do tempo. 
Veremos logo mais detalhes em “iluminação e saúde”. 
Além da luz natural, a escolha da cor dos revestimentos, como 
piso, cor da parede, móveis, elementos de decoração, irá afetar diretamente 
na iluminação do ambiente. Cores escuras absorvem a luz, cores claras 
refletem a luz. Quanto mais escuro for o ambiente, maior será o esforço para 
iluminá-lo. 
Documento de uso EXCLUSIVO de Denise Mattos (denise.omattos@gmail.com) Pedido75673
20
LUZ E SOMBRA
Existem basicamente duas formas de iluminar um objeto. 
Geralmente, quando começamos a estudar iluminação, achamos que só 
podemos iluminar um objeto na sua parte frontal. Porém usamos também a 
sombra da luz ao nosso favor, criando contrastes e silhuetas nos objetos.
O ideal para nossa saúde é ter o mínimo possível de luz 
artificial entrando nos nossos olhos durante a noite.
Sempre que for iluminar algo, imagine como o facho da 
fonte de luz se comporta. Só assim você vai destacá-lo da 
melhor forma possível.
ILUMINAÇÃO ARTIFICIAL
Foi criada para suprir a iluminação durante a noite, após o pôr 
do sol. Depois de várias tecnologias em iluminação, como as lâmpadas 
incandescentes, fluorescentes, chegamos ao LED, que tem melhor eficiência 
energética. Uma vantagem da iluminação artificial em relação à iluminação 
natural é que podemos controlar o fluxo luminoso, a partir do desenvolvimento 
do projeto de iluminação.
Documento de uso EXCLUSIVO de Denise Mattos (denise.omattos@gmail.com) Pedido75673
21
O lúmen é a quantidade de luz emitida por uma lâmpada em 
todas as direções, que é a unidade de medida do fluxo luminoso. Representa 
o quanto uma lâmpada ilumina um ambiente: quanto maior esse número, 
mais luz a lâmpada emite. Já o Watt, que é a unidade de medida da potência, 
está relacionado ao consumo de energia elétrica. Portanto, não representa 
a emissão de luz. Apesar de serem características separadas, elas andam 
juntas quando o assunto é iluminação. 
FLUXO LUMINOSO
É a radiação total emitida por uma fonte de luz. Ou seja, é a 
quantidade de luz total que uma fonte de luz pode fornecer. Sua unidade de 
medida é lúmens (lm). 
MAIOR POTÊNCIA 
NÃO QUER DIZER QUE ILUMINA MAIS!
Os nossos avós compravam lâmpadas incan- 
descentes antigamente da forma correta, 
pela quantidade de velas. Era a seme- 
lhança que a lâmpada fornecia de fluxo lu-
minoso, em relação a uma soma de velas. 
Já para os LEDs mudou essa prática. A maioria das 
pessoas compram pela potência, que não quer 
dizer que irá iluminar mais, se a potência for maior.
!
Documento de uso EXCLUSIVO de Denise Mattos (denise.omattos@gmail.com) Pedido75673
22
Imagine duas lâmpadas PAR20, ambas com 550lm de fluxo 
luminoso, como na imagem abaixo. A primeira lâmpada tem um ângulo de 
30º e a segunda tem 60º. Dessa forma é fácil identificar o que é intensidade 
luminosa, pois quanto mais abre o ângulo do facho, menos candelas vai ter 
nessa lâmpada.
INTENSIDADE LUMINOSA
É a medida da percepção da potência 
emitida por uma fonte luminosa em uma dada di-
reção, por exemplo, uma lâmpada que direciona 
seu facho. Sua unidade de medida é candelas (cd). 
Usamos bastante a intensidade luminosa nos 
projetos residenciais. Um exemplo: quando 
queremos destacar um objeto com iluminação, 
como o facho da lâmpada é direcional, nós 
usamos a intensidade luminosa em candelas 
(cd), para calcular.
De uma forma simples, podemos dizer que intensidade luminosa 
é a “quantidade de luz dentro do facho”, por isso, se tivermos duas lâmpadas 
com a mesma quantidade de candelas e diferentes ângulos de abertura, 
a lâmpada de maior ângulo terá intensidade luminosa menor.
1m
2m
3m
Documento de uso EXCLUSIVO de Denise Mattos (denise.omattos@gmail.com) Pedido75673
23
ILUMINÂNCIA
É a relação entre o fluxo luminoso que 
incide na direção perpendicular a uma superfície e a 
sua área. Sua unidade de medida é lux (lúmens/m2) 
Lux é a quantidade de fluxo luminoso por 
metro quadrado. Seu cálculo é feito pela 
quantidade de lúmens de uma lâmpada 
dividido pelo metro quadrado do espaço. 
Veremos na parte de cálculos como achar o 
fluxo luminoso em um ambiente.
O fluxo luminoso é o resultado que mais procuramos nos cálculos 
luminotécnicos.
Lux é a intensidade luminosa [iluminância] por unidade de área 
[m2]. É igual à quantidade de lúmens por metro quadrado. Resumindo, lux é 
a quantidade de luz que chega em uma superfície. Mensurar a intensidade 
luminosa é importante para verificar se a iluminação atende à necessidade 
luminosa da atividade que será realizada no ambiente. 
A Norma da ABNT de iluminação em vigor é a NBR ISO 8995-
1:2013. Esta Norma cancela e substitui a ABNT NBR 5413:1992 e a ABNT NBR 
5382:1985. 
Antigamente, quando a NRB 5413 estava em vigor, para achar o fluxo 
luminoso de ambientes residenciais, como cozinha, sala de estar, banheiro, 
tinha tudo definido em tabela, porém depois de mudanças normativas e 
estudos científicos, não foram colocados alguns ambientes na nova norma, 
a mesma foca mais em tipos de tarefas ou atividades.
Para achar o fluxo luminoso que um determinado ambiente, tarefa 
ou atividade, é só procurar na norma. Onde (em, LUX) é a iluminância mantida.
Documento de uso EXCLUSIVO de Denise Mattos (denise.omattos@gmail.com) Pedido75673
24
Podemos usar a 
tabela da NBR 5413, 
somente como referência 
para ambientes residenciais. Essa 
tabela está descontinuadae não 
tem nenhuma validade normativa.
TIPO DE AMBIENTE, 
TAREFA OU ATIVIDADE
Em
lux
UGRL Ra OBSERVAÇÕES
1. ÁREAS GERAIS DA EDIFICAÇÃO
SAGUÃO DE ENTRADA 100 22 60
SALA DE ESPERA 200 22 80
ÁREAS DE CIRCULAÇÃO 
E CORREDORES
100 28 40
NAS ENTRADAS E SAÍDAS, 
ESTABELECER UMA ZONA DE 
TRANSIÇÃO, A FIM DE EVITAR 
MUDANÇAS BRUSCAS.
ESCADAS, ESCADAS ROLANTES 
E ESTEIRAS ROLANTES
150 25 40
RAMPAS DE CARREGAMENTO 150 25 40
REFEITÓRIO/CANTINAS 200 22 80
SALA DE DESCANSO 100 22 80
SALAS PARA EXERCÍCIOS FÍSICOS 300 22 80
VESTIÁRIOS, BANHEIROS, TOALETES 200 25 80
ENFERMARIA 500 19 80
SALAS PARA ATENDIMENTO MÉDICO 500 16 90 Top NO MÍNIMO 4.000K
ESTUFAS, SALA DOS DISJUNTORES 200 25 60
CORREIOS, QUADROS DE DISTRIBUIÇÃO 500 19 80
DEPÓSITOS, ESTOQUES, 
CÂMARA FRIA 100 25 60
200lux, SE FOREM 
CONTINUAMENTE OCUPADOS.
AMBIENTE LUX
SALA - LUZ GERAL 100-200
SALA - LUZ LOCAL (LEITURA) 300-750
COZINHA - LUZ GERAL 100-200
COZINHA - LUZ LOCAL (PIA, MESA E 
FOGÃO)
200-500
QUARTO - LUZ GERAL 100-200
QUARTO - LUZ LOCAL (CABECEIRA) 200-500
BANHEIRO - LUZ GERAL 100-200
BANHEIRO - LUZ LOCAL (ESPELHO) 300
VESTIÁRIOS, BANHEIROS, TOALETES 200-500
HALL, ESCADA, DESPENSA, GARAGEM 75-150
ESCRITÓRIO - MESA DE TRABALHO 300-500
Documento de uso EXCLUSIVO de Denise Mattos (denise.omattos@gmail.com) Pedido75673
25
“Iluminância é a luz que se espalha no ambiente e chega a 
alguma superfície, como uma mesa, Já a luminância é a luz 
que chegou nessa mesa e refletiu para todos os lados.”
LUMINÂNCIA
É uma medida da intensidade de uma luz refletida numa dada 
direção. Sua unidade de medida é (cd/m²). 
Na imagem é fácil de entender o que é cada um. A lâmpada 
emite um fluxo luminoso (quantidade de luz), em uma determinada direção 
(intensidade luminosa). Essa luz chega em uma superfície (iluminância) e a luz 
refletida chamamos de luminância.
A iluminação é um fator considerável no dia a dia e na vida das 
pessoa. Ela interfere diretamente nos nossos sentidos, na nossa saúde e em 
nossa produtividade. É muito importante ficar atento ao tipo de iluminação 
em cada ambiente, principalmente na área de trabalho, onde precisamos de 
concentração e segurança. 
Para cada tipo de atividade existe um nível de intensidade luminosa 
em lux a ser atendido pela norma, visando sempre ao bem-estar. Nem 
sempre a quantidade de luminárias está ligada a uma boa iluminação, por isso 
a importância de conhecer os conceitos e observar a quantidade de lúmens 
que ela oferece, bem como o ângulo de distribuição, para assim atingir os lux 
necessários para o ambiente.
MAS COMO SABER QUANTO DE LUZ SERÁ 
NECESSÁRIA EM UMA SALA DE JANTAR?
Vai depender de vários fatores, como as cenas que 
você quer criar, a idade das pessoas que vão morar; 
se forem idosos, precisam de mais luz, conforto 
visual, dentre outros. Veremos como definir.
?
Documento de uso EXCLUSIVO de Denise Mattos (denise.omattos@gmail.com) Pedido75673
26
EFICIÊNCIA LUMINOSA
É o fluxo luminoso dividido pela quantidade de energia total 
consumida em potência. O ideal é sempre identificar esse número e optar 
pela lâmpada que emitir maior quantidade de lúmens, consumindo a menor 
quantidade de energia elétrica. Assim você estará sendo ecologicamente 
correto e evitando que o cliente não gaste muito na conta de energia.
Sua unidade de medida é lm/W (lúmen/Watt).
Temos essa informação 
na etiqueta do INMETRO 
que vem nas lâmpadas,
não sendo necessário
fazer o cálculo
Documento de uso EXCLUSIVO de Denise Mattos (denise.omattos@gmail.com) Pedido75673
27
Exemplo: digamos que tenha uma placa de LED no eixo desse 
dormitório de 9,6m². Foram pesquisadas 2 marcas de placas de LED, seguem 
dados:
A marca X é mais eficiente do que a marca Y, pois ilumina mais, 
consumindo a mesma quantidade de energia elétrica.
Marca X:
Placa de LED 18W
Fluxo Luminoso da Placa: 
1200 lm
Marca Y:
Placa de LED 18W
Fluxo Luminoso da Placa: 
1100 lm
Marca X: Marca Y:
ÁREA AMBIENTE = 9,6m2
η = = 66,67lm/W
1200lm
18w η = = 61,11lm/W
1100lm
18w
EFICIÊNCIA LUMINOSA (η) = LÚMENS (lm) / POTÊNCIA (W)
Um mesmo ambiente pode ser iluminado de diferentes 
formas. Podemos utilizar uma única lâmpada com 1100lm, 
ou então quadro lâmpadas com 275lm. O fluxo luminoso 
será o mesmo, a diferença será no efeito da iluminação e na 
sensação do ambiente. 
Documento de uso EXCLUSIVO de Denise Mattos (denise.omattos@gmail.com) Pedido75673
28
UGR
UGR significa Unified Glare Rating (Índice de Ofuscamento 
Unificado). É esse índice que fornece informações sobre ofuscamento. 
O brilho da luminária, brilho da luz circundante no ambiente, ângulo de visão 
do observador, altura de instalação e dimensão da área luminosa são fatores 
observados para determinar o UGR. A escala UGR é: 13 - 16 - 19 - 22 - 25 - 28.
Na norma NBR ISO 8995-1:2013, cada tipo de ambiente, tarefa ou 
atividade tem índice limite de ofuscamento unificado UGRL.
TIPO DE AMBIENTE, TAREFA 
OU ATIVIDADE
Em
lux
UGRL Ra OBSERVAÇÕES
1. ÁREAS GERAIS DA EDIFICAÇÃO
SAGUÃO DE ENTRADA 100 22 60
SALA DE ESPERA 200 22 80
ÁREAS DE CIRCULAÇÃO 
E CORREDORES
100 28 40
NAS ENTRADAS E SAÍDAS, 
ESTABELECER UMA ZONA 
DE TRANSIÇÃO, A FIM 
DE EVITAR MUDANÇAS 
BRUSCAS.
ESCADAS, ESCADAS ROLANTES 
E ESTEIRAS ROLANTES
150 25 40
RAMPAS DE CARREGAMENTO 150 25 40
REFEITÓRIO/CANTINAS 200 22 80
SALA DE DESCANSO 100 22 80
SALAS PARA EXERCÍCIOS FÍSICOS 300 22 80
VESTIÁRIOS, BANHEIROS, TOALETES 200 25 80
ENFERMARIA 500 19 80
SALAS PARA ATENDIMENTO MÉDICO 500 16 90 Top no mínimo 4.000K
ESTUFAS, SALA DOS DISJUNTORES 200 25 60
CORREIOS, QUADROS 
DE DISTRIBUIÇÃO
500 19 80
DEPÓSITOS, ESTOQUES, 
CÂMARA FRIA
100 25 60
200LUX, SE FOREM 
CONTINUAMENTE 
OCUPADOS.
Documento de uso EXCLUSIVO de Denise Mattos (denise.omattos@gmail.com) Pedido75673
29
A forma de calcular o UGR é dada por um método tabular ou uma 
fórmula para diferentes posições do observador. Na prática não calculamos 
manualmente quando queremos achar o valor do UGR, faz-se necessária a uti-
lização de um software de cálculos luminotécnicos. Mas é importante saber os 
tipos de ofuscamento, para já evitar os problemas que o mesmo pode causar.
TIPOS DE OFUSCAMENTO:
Segundo a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), 
o ofuscamento pode ser dividido em algumas categorias, como:
Ofuscamento direto, devido a uma fonte luminosa situada na mesma ou 
aproximadamente na mesma direção do objeto observado; 
Ofuscamento indireto, devido a uma fonte luminosa situada numa direção 
diferente daquela do objeto observado; 
Ofuscamento por reflexão, produzido por reflexões especulares provenientes 
de fontes luminosas, especialmente quando as imagens refletidas aparecem 
na mesma ou aproximadamente na mesma direção do objeto observado.
Para uma mesa de trabalho, é necessário obedecer à zona de 
conforto visual, sem ver a fonte de luz que está dentro da luminária.
Você sabe que está ofuscado quando sente um desconforto 
indesejado, por causa de um alto brilho da fonte luminosa.
Documento de uso EXCLUSIVO de Denise Mattos (denise.omattos@gmail.com) Pedido75673
30
Cuidado com objeto com superfícies brilhosas, como a laca, 
o vidro, a laca alto brilho, para não ofuscar o usuário por 
refletância. Superfícies espelhadas também podem causar 
ofuscamento.
PROPAGAÇÃO DA LUZ
A luz se propaga a princípio em três formatos, para atravessar um 
material. São eles: transparentes, translúcidos e opacos. 
Ao encontrar um objeto, a iluminação terá maior absorção ou 
reflexão de acordo com a temperatura de cor. Todos os objetos têm um 
índice de refletância. Quanto mais claros, mais refletem. Em contraponto, 
quanto mais escuros, mais absorvem a luminosidade.
Assim, para realizar um projeto é necessário que você saiba de 
todas as cores dos materiais que vão estar nesse ambiente, para proporcionar 
uma iluminação mais assertiva.
PRETO: absorve maior luminosidade, refletindo pouca luz
BRANCO: absorve pouca luz, refletindo maior luminosidade
É muito importante saber a relação depropagação de luz, na 
hora de executar um projeto luminotécnico. Quando temos um banheiro 
com o revestimento cinza-escuro, boa parte da luz é absorvida, já em um 
banheiro com revestimento branco, a maioria da luz é refletida para iluminar 
o ambiente. No banheiro com o revestimento escuro, irá precisar de mais 
fluxo luminoso (lúmens) do que o outro.
TRANSPARENTES Como o ar e o vidro
Como o acrílico fosco e leitoso
Como placas de alumínio e madeiras
TRANSLÚCIDOS
OPACOS
Documento de uso EXCLUSIVO de Denise Mattos (denise.omattos@gmail.com) Pedido75673
31
Nas tabelas abaixo é possível observar a relação entre os materiais 
e as cores com o índice de refletância:
CORES %
BRANCO 70-80
AMARELO-CLARO 55-65
VERDE-CLARO 45-50
AZUL-CELESTE 40-45
CINZA-CLARO 40-45
LARANJA 20-25
VERMELHO 20-25
AZUL-MARINHO 05-10
PRETO 05-10
MATERIAIS %
TIJOLO 5-25
VIDRO TRANSPARENTE 6-8
MADEIRA CLARA 40
MADEIRA ESCURA 15-20
ROCHA 60
CIMENTO 15-40
GESSO 80
ESMALTE BRANCO 65-75
AZULEJO BRANCO 60-75
TEMPERATURA DE COR
É a “aparência” da cor reproduzida por uma fonte de iluminação. 
Sua unidade de medida é o Kelvin [K]. Foi criado esse termo de temperatura 
de cor, com a associação de um objeto que é esquentado, e acharam uma 
semelhança da tonalidade desse objeto com a luz. Quanto mais quente 
ficar em Kelvin (K), mais semelhante com o branco frio, e quando baixa a 
temperatura, a sua cor fica próxima do branco quente.
Kelvin - É a grandeza que expressa a aparência de cor de uma luz. 
Veremos abaixo as temperaturas de cor mais utilizadas pelos fabricantes de 
iluminação.
Documento de uso EXCLUSIVO de Denise Mattos (denise.omattos@gmail.com) Pedido75673
32
As temperaturas de cor correlatas podemos chamar de branco 
frio, neutro ou quente. Para cada nome tem uma variação de acordo com a 
tabela abaixo.
A temperatura afeta diretamente nossa percepção do espaço, por 
isso é fundamental especificar a temperatura correta da lâmpada quando 
projetar um ambiente. A luz quente acolhe, a luz fria acorda.
Qual a temperatura de cor ideal para os ambientes de 
arquitetura?
A resposta é simples: para ambientes utilizados durante o dia, 
quando precisamos produzir cortisol no nosso organismo, tem que ser luz 
fria, ou no máximo neutra. Já em ambientes que utilizamos durante a noite, 
quanto menor a temperatura de cor, melhor, logo utilizamos 2700-3000K. 
Vamos ver, mais à frente, quais efeitos a luz tem em nossa saúde.
As temperaturas de cor quente são indicadas quando se deseja 
um ambiente íntimo, sociável, pessoal e aconchegante para o ambiente 
[residências]. Já as frias são adequadas onde se deseja estimular atividades 
de precisão e destacar aspecto de limpeza e organização [hospitais]. 
APARÊNCIA DA COR TEMPERATURA DA COR CORRELATA
QUENTE ABAIXO DE 3300K
INTERMEDIÁRIA NEUTRA 3300K A 5300K
FRIA ACIMA DE 5300K
Não estamos nos referindo ao calor físico da lâmpada, e sim 
ao tom de cor que ela dá ao ambiente. Para não esquecer, 
lembre-se sempre do sol – nossa maior fonte de luz. 
Ao amanhecer, tem um tom mais avermelhado, sua luz tem 
um tom mais quente; à medida que o dia vai passando, a luz vai 
ficando mais amarela até se tornar bem branca, é quando nossas 
atividades aumentam. No final da tarde, quando pensamos 
em relaxar, a luz volta a ficar mais quente, mais alaranjada. 
Perceberam? Luz mais quente remete a maior aconchego e 
relaxamento; luz mais fria relaciona-se com maior atividade. 
Documento de uso EXCLUSIVO de Denise Mattos (denise.omattos@gmail.com) Pedido75673
33
2700K 4000K 6500K
É ideal para 
ambientes que 
necessitam de 
mais conforto e 
aconchego, como 
dormitórios.
É uma ótima opção 
para ambientes que 
não precisam de 
muita iluminação. 
Além disso, esse tipo 
de luz não interfere na 
coloração dos objetos.
É excelente para 
ambientes que 
necessitam de 
muita atenção, 
como escritórios 
e hospitais.
LUZ QUENTE LUZ NEUTRA LUZ FRIA
Quanto mais alta for a temperatura de cor, mais clara será a to-
nalidade de cor da luz - mais fria. Quanto mais baixa for a tem-
peratura de cor, mais amarelada a tonalidade - mais quente. 
QUAL A IMPORTÂNCIA DA TEMPERATURA DE COR?
A temperatura de cor afeta diretamente o conforto do ambiente.
Tonalidades mais quentes são mais aconchegantes, por isso, 
o uso indicado é para ambientes onde queremos atingir sensação de 
aconchego, como dormitórios, salas, restaurantes, sala de jantar e ambientes 
românticos! Aquela luz amarelada no quarto antes de dormir... Não causa uma 
sensação de relaxamento?
A luz mais clara, branca, azulada se torna estimulante, por 
isso, geralmente é utilizada em ambientes de trabalho, clínicas, farmácias 
e hospitais. Imagine você chegando do almoço ao trabalho com uma luz 
amarelada. Vontade de dormir, certo? Para isso, usamos luz fria, para você 
chegar e acordar.
IMPORTANTE: a escolha da temperatura de cor mais adequada para cada 
ambiente é uma escolha pessoal, ou seja, cada pessoa tem sua preferência. 
Os gostos do cliente podem afetar nesta decisão!
Documento de uso EXCLUSIVO de Denise Mattos (denise.omattos@gmail.com) Pedido75673
34
Uma dúvida muito frequente é se podemos misturar 
temperaturas de cor em um só ambiente, ou em ambientes integrados. 
A resposta é sim, porém tem algumas particularidades: nunca misture luz 
fria com luz quente, sempre priorize quente com neutra.
Uma dica que é muito pouco utilizada em projetos é utilizar 
duas temperaturas de cor em um mesmo ambiente, na mesma luminária. 
Por exemplo, nessa cozinha, poderia ter um perfil de LED, com dois tipos de 
fitas de LED dentro do mesmo, sendo uma 3000K e outra 4000K. Isso seria 
o ideal, pois à noite poderia ligar a luz quente e durante o dia ligaria a luz 
neutra. Para ligar ambas as fitas, teria que dividir os comandos, 1 (uma) tecla 
do interruptor para a fita quente e 1 (uma) tecla do interruptor para a neutra.
COMO ILUMINAR CADA AMBIENTE?
Não é uma regra e, sim, pode haver variações, mas abaixo segue 
um mapa do que julgamos a melhor escolha para ambientes residenciais.
Luz quente 2700-3000K Luz neutra 4000K
LAVABO
BANHEIRO
SUÍTE
SALA DE ESTAR
COZINHA
ÁREA DE
SERVIÇO
Documento de uso EXCLUSIVO de Denise Mattos (denise.omattos@gmail.com) Pedido75673
35
RGB E CORES PRIMÁRIAS SATURADAS
É a abreviação do sistema de cores primárias red, green e blue, 
que significa vermelho, verde e azul em português. Produtos como fitas de 
LED e projetores têm essa opção de iluminação. O controle pode ser usado 
pra dimerizar, trocar as cores e escolher efeitos de luz. Então é só utilizar a 
imaginação!
Quando acendemos, por exemplo, o vermelho e o verde ao 
mesmo tempo no chip de LED, é criada uma iluminação amarela. E é assim a 
mágica do RGB, ao variar as cores, consegue criar outras cores.
As cores primárias são caracterizadas por serem criadas a partir 
da luz. Também levam esse termo por serem consideradas “cores puras” 
(luz monocromática), isto é, podem ser obtidas pela mistura de outras cores. 
São elas: vermelho, verde e azul.
A partir da união de duas cores primárias é possível a criação das 
cores secundárias e terciárias. As múltiplas possibilidades de combinação 
abrem espaço para uma grande versatilidade de opções. Ao todo, podemos 
formar mais de 16 milhões de alternativas.
Documento de uso EXCLUSIVO de Denise Mattos (denise.omattos@gmail.com) Pedido75673
36
ESPECTRO DE RADIAÇÃO MAGNÉTICA
O nome em si é muito difícil, não é verdade? Mas na prática 
o entendimento é muito fácil. Nada mais é que a distribuição de ondas 
eletromagnéticas a partir dos comprimentos de ondas e frequência das 
radiações. Ao todo são sete tipos de ondas que se propagam na velocidade 
da luz: ondas de rádio, micro-ondas, infravermelho, luz visível, ultravioleta, 
raios X e raios Y. Dentre elas apenas a luz visível é captada pelo olho humano. 
São essas ondas de luz visível que conseguimos enxergar nos diferentes tipos 
de cores.
Na imagem temos todos os comprimentos de onda que são 
visíveis para o nosso olho. O vermelhotem seu comprimento de onda 700nm, 
o laranja 600nm e assim por diante. 
Talvez você esteja imaginando: para que eu preciso saber disso 
nos meus projetos? A questão é que a teoria dos comprimentos de onda 
é uma base para você entender o que é IRC, a relação das cores no nosso 
sistema biológico, dentre outras coisas.
As temperaturas de cor são junções de vários comprimen-
tos de onda, reproduzindo várias cores ao mesmo tempo. 
Já um LED verde, que geralmente usam em jardim, só irá 
reproduzir a cor verde das plantas. “Por favor, não use luz 
verde em jardim.”
Documento de uso EXCLUSIVO de Denise Mattos (denise.omattos@gmail.com) Pedido75673
37
DISTRIBUIÇÃO ESPECTRAL
Quando nos dedicamos a estudar a iluminação, também nos 
deparamos com o termo distribuição espectral, que se refere à concentração 
de qualquer quantidade luminosa em função do comprimento de onda. 
Resumindo, são as cores que uma fonte de luz tem na sua composição, 
para reproduzir. Esse conceito é essencial, uma vez que ao conhecer suas 
potencialidades podemos escolher qual iluminação seria ideal para cada 
ambiente e também identificar se a luz tem muito azul ou não, pois essa cor 
é prejudicial a nossa saúde.
Alguns fabricantes disponibilizam a curva de distribuição espectral 
na embalagem, porém são poucos, a maioria não disponibiliza. Na imagem 
abaixo podemos ver a distribuição de uma fonte de luz branco frio e outra 
branco quente.
Na primeira curva, temos a distribuição de um LED branco 
frio. Observamos que a intensidade da luz azul é muito forte, essa é uma 
característica comum em lâmpadas com luz fria. Já na segunda imagem, 
temos uma fonte de luz quente, que tem pouco azul. Já as cores mais 
quentes, como vermelho, amarelo e verde, são mais intensas. 
Já foi comprovado cientificamente que a luz azul é uma das piores 
para o nosso sistema biológico, causando vários danos a nossa saúde. Mais à 
frente iremos ver detalhes.
LUZ FRIA LUZ QUENTE
Documento de uso EXCLUSIVO de Denise Mattos (denise.omattos@gmail.com) Pedido75673
38
ÍNDICE DE REPRODUÇÃO DE COR (IRC)
 É a relação entre a cor real de um objeto e a aparência percebida 
diante de uma fonte luminosa. A fidelidade na reprodução das cores é indicada 
por um índice: IRC – Índice de Reprodução de Cor. O IRC é a métrica mais 
aceita para representar a capacidade de uma fonte de luz de reproduzir com 
exatidão a cor do objeto iluminado. Ou seja, o IRC representa o modo como 
as cores serão vistas de fato. 
 Dependendo do IRC da lâmpada, vê-se uma roupa mais azulada 
ou esverdeada, por exemplo. À luz que tem reprodução das cores com a 
máxima fidelidade atribui-se IRC = 100, que é medida em uma escala de 
0 a 100 (não podemos chamar de 100%, pois não é em porcentagem), que 
seria equivalente à luz natural do sol. 
IRC E A TECNOLOGIA LED
Lâmpadas LED são geralmente limitadas na reprodução de cor 
na faixa do vermelho. Por exemplo, um objeto vermelho iluminado por uma 
lâmpada LED pode não apresentar a mesma tonalidade de cor quando 
iluminado sob luz natural. Essa métrica é nomeada R9, esse parâmetro deve 
ser sempre maior que 0. Em geral, lâmpadas com IRC 90 possuem elevado 
valor de R9. O valor de R medido individualmente indica a capacidade de 
fonte de luz reproduzir a cor vermelha. 
O IRC é a média dos valores R medidos, e seu índice depende de 
qual definição IRC é utilizada. Para lâmpadas LED, IRC maiores que 90 são 
considerados excelentes; acima de 80, é considerado bom, enquanto que 
menores que 80 são considerados ruins.
O IRC varia de 0 a 100. Quanto mais próximo de 100, melhor a 
reprodução da cor.
A iluminação com R9 elevado é muito importante para valori-
zar obras de arte, alimentos, tons de pele, etc.
Documento de uso EXCLUSIVO de Denise Mattos (denise.omattos@gmail.com) Pedido75673
39
O IRC surgiu com a análise de 8 cores, porém, depois de um 
tempo, viu-se a necessidade de analisar a reprodução de outras cores, como 
o famoso R9 (vermelho). Essas cores que foram adicionadas são 4 cores 
puras como o vermelho (R9), amarelo (R10), verde (R11) e azul (R12), e mais 
3 cores pastel.
Lâmpada marca Y 
tem IRC 80 
com R9 60
Lâmpada marca X 
tem IRC 80 
com R9 18
Vamos considerar duas lâmpadas AR70, de duas marcas 
diferentes e ambas com o mesmo IRC 80, porém uma tem 
o R9=18 e a outra tem R9=60, como na imagem acima. Logo 
a que tem R9=60 vai reproduzir melhor as cores vermelhas. 
O IRC é uma média da reprodução de todas as cores avaliadas.
R1 R9R2 R10 R11 R12 R13 R14 R15R3 R4 R5 R6 R7 R8
L
ig
ht
 g
re
yi
sh
 re
d
S
tr
o
ng
 re
d
D
ar
k 
g
re
yi
sh
 y
e
llo
w
S
tr
o
ng
 y
e
llo
w
S
tr
o
ng
 y
e
llo
w
 g
re
e
n
S
tr
o
ng
 g
re
e
n
L
ig
ht
 b
lu
is
h 
g
re
e
n
L
ig
ht
 y
e
llo
w
is
h 
p
in
k 
(s
ki
n)
L
ig
ht
 b
lu
e
M
o
d
e
ra
te
 o
liv
e
 re
e
n 
(le
af
)
L
ig
ht
 v
io
le
t
A
si
an
 s
ki
n
L
ig
ht
 re
d
is
h 
p
u
rp
le
M
o
d
e
ra
te
 y
e
llo
w
is
h 
g
re
e
n
S
tr
o
ng
 b
lu
e
Documento de uso EXCLUSIVO de Denise Mattos (denise.omattos@gmail.com) Pedido75673
40
TM-30
Embora já se tenha avançado ao estender o número de cores 
avaliadas, ainda não é possível analisar perfeitamente uma fonte de luz com 
a tabela do IRC. Para tal acuidade, está em desenvolvimento pela Comissão 
Internacional de Luz o TM-30, uma nova ferramenta para avaliação de cor que 
promete ser muito mais precisa. Para se ter uma ideia, essa ferramenta avalia 
não mais 15 cores puras, e sim 99. Além disso, está prevista uma segunda 
métrica relacionada à saturação da cor, que tratará também o grau de pureza.
Apesar de muito mais completo, o método de medição TM-30 
não aposentará o IRC, que apesar de suas falhas é bastante simples e 
suficientemente preciso para a grande maioria das avaliações, quando 
complementada pela tabela estendida.
Reprodução de cor não é apenas IRC (Índice de Reprodução 
de Cor), também temos que olhar a temperatura de cor. Por 
exemplo, para iluminar uma loja que só tem calças azuis, 
o ideal é temperatura de cor fria, pois tem mais azul na sua 
distribuição espectral. Já para iluminar quadros que são todos 
vermelhos, amarelos e laranjas, o ideal são temperaturas 
de cor quentes, pois tem mais dessas cores no seu na sua 
distribuição espectral. Para ver a cor de uma roupa, com o IRC 
100, é só sair na luz do dia, que você vai ver realmente a cor.
Documento de uso EXCLUSIVO de Denise Mattos (denise.omattos@gmail.com) Pedido75673
41
ÂNGULO DE ABERTURA
É o ângulo formado pelo cone de luz projetado pela fonte luminosa 
(os fachos não são exatamente um cone, mas usamos dessa forma para ficar 
fácil de interpretar). Essa característica da lâmpada interfere no quanto o facho 
de luz é mais focado ou aberto. É uma informação fundamental quando o 
objetivo é iluminação de destaque, com efeitos de luz na parede, objetos 
ou quadros. Esse ângulo também deve ser considerado na hora de projetar, 
para evitar desconfortos visuais e criar diferentes efeitos em paredes e pisos. 
Os ângulos variam em diferentes linhas e marcas.
É importante saber o ângulo de abertura das fontes luminosas para 
criar uma iluminação adequada que esteja em harmonia com o ambiente no 
qual está inserida. Em projetos de iluminação, o ângulo de abertura das 
lâmpadas deve ser considerado para evitar desconforto visual e também 
para criar diferentes efeitos de luz em paredes ou até mesmo no piso. 
Quando se aumenta a distância entre uma fonte de luz e um objeto, a luz é 
difundida em uma área maior e sua intensidade diminui. 
PROJETOR
90° 35° 24° 10°
DICROICA
MINIDRICROICA
PAR - 20
AR - 70
FACHO BEM
MARCADO
MÓDULO 
AR
AR - 111
Documento de uso EXCLUSIVO de Denise Mattos (denise.omattos@gmail.com) Pedido75673
42
Para destacar algum objeto, como um manequim de uma 
loja, ou até mesmo uma decoração em uma prateleira, 
temos que ter no mínimo 3x a iluminância que temos no 
ambiente total. Um exemplo, se a iluminância média de uma 
loja é 300 lux, então teremos que ter900 lux no mínimo para 
destacar o manequim. Tem gente que gosta de trabalhar 5x, 
outras 7x, vai da sua percepção no projeto.
A relação entre a distância e a intensidade é dada pela lei do 
quadrado inverso: a intensidade da luz é inversamente proporcional ao 
quadrado da distância entre a fonte de luz e a superfície sobre a qual ela 
incide. Sendo assim, quanto maior o pé-direito do ambiente, menos se 
enxerga o facho de luz marcado e menor a intensidade de luz.
Por exemplo, nesse facho de luz de 25º com uma lâmpada 
PAR20, podemos observar que na altura de 1m temos 1350 lux, que é a 
iluminância medida. Quando vamos aumentando a distância, vai diminuindo 
a iluminância, em 4 metros temos somente 84 lux.
Documento de uso EXCLUSIVO de Denise Mattos (denise.omattos@gmail.com) Pedido75673
43
CURVA DE DISTRIBUIÇÃO
Nada mais é que a curva de iluminação que uma fonte luminosa 
produz em determinado ambiente. Essas curvas são registradas através de um 
gráfico que ressalta a distribuição espacial de luz.
Por meio da curva de distribuição de luz é que podemos 
avaliar as luminárias ideais para cada ambiente, levando 
em conta seu grau de iluminação. Caso o fabricante não 
forneça, você tem somente o ângulo do facho para fazer 
essa análise.
Cada luminária possui uma curva própria de distribuição de luz. 
Geralmente, essas informações estão facilmente disponíveis, sendo essenciais 
para a consulta. Entender este gráfico possibilita maior compreensão sobre o 
fluxo luminoso, direção e intensidade. 
Existem três tipos de curvas: transversal, longitudinal e diagonal. 
Na imagem abaixo, conseguimos compreender melhor essa relação entre o 
grau de iluminação x intensidade luminosa:
Documento de uso EXCLUSIVO de Denise Mattos (denise.omattos@gmail.com) Pedido75673
44
Através da curva de distribuição de luz é que podemos 
avaliar as luminárias ideais para cada ambiente, levando 
em conta seu grau de iluminação. Caso o fabricante não 
forneça, você tem somente o ângulo do facho para fazer 
essa análise.
Esse gráfico representa a curva de distribuição de um painel de 
LED. Nesse tipo de luminária, a luz ganha uma curva circular, alcançando 
geralmente 120 graus. No entanto, a intensidade luminosa vai mudando de 
acordo com o ângulo. Enquanto que em 60º (ao todo< 120º) vão ser registrados 
180 (cento e oitenta) candelas. Em 0º (bem abaixo da lâmpada), seu potencial 
chega no máximo, com 450 candelas. Ou seja, a intensidade luminosa muda 
drasticamente de acordo com o ângulo.
Nessa outra curva, conseguimos observar na marcação do ponto 
vermelho, a 30º, que o limite da intensidade nesse ângulo é 200 candelas, 
logo, se observarmos o ângulo de 45º, a intensidade luminosa é zero. A maior 
intensidade nessa curva é no ângulo 0º, sendo 430cd.
Documento de uso EXCLUSIVO de Denise Mattos (denise.omattos@gmail.com) Pedido75673
45
ÍNDICE DE PROTEÇÃO (IP)
É o padrão internacional estabelecido para especificar os níveis 
de proteção dos equipamentos em relação a resíduos sólidos, como poeira, 
e também contra líquidos, como jatos de água, respingos, chuva intensa e 
submersão. 
O valor do Índice de Proteção (IP) é composto de dois dígitos:
Primeiro 0-6: proteção conta objetos sólidos; 
Segundo 0-8: proteção contra água.
Uma fita de LED IP20 não pode ser utilizada em nicho de 
banheiro, devido à umidade no ambiente. O ideal seria uma 
com proteção IP44 ou maior.
IPXX
2° DÍGITO
1° DÍGITO
IP20
IP44
IP65
IP66
IP67
Sem proteção contra água e umidade
Proteção contra respingos de água
Proteção contra jatos de água
Proteção contra jatos fortes de água
Proteção contra submersão temporária
Proteção contra submersão contínuaIP68
Documento de uso EXCLUSIVO de Denise Mattos (denise.omattos@gmail.com) Pedido75673
46
Na tabela, podemos ver a relação entre os índices e o grau de 
proteção que eles oferecem em cada caso. 
Qual o Índice de Proteção que devo levar em consideração 
ao comprar uma luminária? Depende. Você precisa levar em consideração 
aspectos como: o ambiente em que a luminária irá se encontrar, se estará 
sujeita a poeira, areia ou líquidos, altas temperaturas, etc. Por isso, é essencial 
que antes de tudo você analise o ambiente em que irá desenvolver o projeto.
LUXÍMETRO
Todos sabemos que para a execução dos projetos de iluminação 
é necessário calcular bem a quantidade de luz (iluminância) que estará 
disponível no ambiente. Por isso, é essencial que após a execução do projeto 
esses cálculos sejam confirmados através de equipamentos que irão medir 
esses números. 
Dentre eles, o luxímetro ganha maior destaque por ser mais 
utilizado por pessoas que trabalham em projetos luminotécnicos. Esse 
aparelho é responsável por medir a quantidade exata da intensidade de luz 
em um ambiente ou superfície.
Documento de uso EXCLUSIVO de Denise Mattos (denise.omattos@gmail.com) Pedido75673
47
A medição é feita a partir de um sensor que identifica a quantidade 
de lúmens incidentes por metro quadrado. Assim, pode ser utilizado para 
confirmar se a quantidade de luz após a execução do projeto é igual à que foi 
planejada inicialmente.
VIDA DAS LÂMPADAS
Com o decorrer do tempo, toda fonte luminosa vai perdendo parte 
do seu fluxo luminoso. Esse processo de deterioração é inerente à vida útil 
das lâmpadas. Quando a lâmpada perde 25% do fluxo luminoso, considera-se 
que sua vida útil acabou. Sua substituição é recomendada mesmo que esteja 
funcionando. Exemplo: uma lâmpada que tem 100 lúmens. Quando 25% do 
fluxo luminoso tiverem sido depreciados, essa lâmpada perdeu sua vida útil.
É preciso lembrar que a vida média em horas de uma lâmpada é maior 
que a sua vida útil. Por isso é comum ver luminárias continuarem funcionando 
após o fim de sua vida. O processo de “queimar a lâmpada” pode acontecer 
antes ou depois da vida útil e pode ser ocasionado por surtos elétricos.
Na hora de escolher uma lâmpada, preste bem atenção nas 
especificações descritas na embalagem ou pesquise antes de comprar. 
A maioria das empresas apresenta as principais características dos seus produtos 
na embalagem. Confira a seguir um exemplo desse tipo de representação:
Confira sempre a em-
balagem do produto. Quase to-
das as lâmpadas trazem a quan-
tidade de fluxo luminoso, ângulo 
de abertura, IP... Bem como todos 
os conceitos que acabamos de 
apresentar. Fique atento a to-
das as informações do produto 
para ter um resultado de proje-
to de acordo com o esperado. 
Conhecendo os conceitos fica 
mais simples escolher o tipo de 
lâmpada adequada para cada 
um dos ambientes.
ESPECIFICAÇÕES/REF. 434000
FLUXO LUMINOSO: 250LM
INTENSIDADE LUMINOSA: 530CD
ÍNDICE DE REPRODUÇÃO DE COR >80
ÂNGULO DE ABERTURA (50%): 38`
VIDA ÚTIL (L70): 25.000H
POTÊNCIA: 4W
TENSÃO: 100-240V
FREQUÊNCIA: 50/60HZ
CORRENTE ELÉTRICA: 50mA (127V)/38mA (220V)
FATOR DE POTÊNCIA ≥0.5
TEMP. DE OPERAÇÃO: -20ºC A 40ºC
DIMENSÕES DA LÂMPADA: 50mm (D) X 55mm (A)
ÍNDICE DE PROTEÇÃO: IP 20
TEMPERATURA DE COR: QUENTE 3.000K
Documento de uso EXCLUSIVO de Denise Mattos (denise.omattos@gmail.com) Pedido75673
48
ILUMINAÇÃO E SAÚDE
Antigamente, para fazer um projeto luminotécnico era preciso 
saber somente como iluminar os ambientes, de acordo com as tarefas, 
destaques, balizamento, dentre outros. Hoje em dia, depois de descoberto 
o novo fotorreceptor no olho humano, e associado ao ciclo circadiano, 
comprovaram que iluminação não é somente iluminar os ambientes, 
é principalmente a saúde das pessoas que estão em um espaço. 
CICLO CIRCADIANO
O ser humano e outros seres vivos são regulados de acordo com o ciclo 
circadiano. É o nome dado à variação nas funções biológicas, que está associado 
literalmente a luz solar, 24 horas, no período do dia e noite. O nosso cérebro controla 
um relógio biológico, que é alternado de acordo com os horários do dia.
Para cada horário do dia, nós temos um série de mudanças no 
funcionamento do nosso organismo. A renovação celular, o ciclo sono-vigília, 
a secreção de hormônios e o metabolismo energéticoestão entre os principais 
processos biológicos, que estão associados a iluminância e cores emitidas 
pelas fontes de luz nos ambientes. 
No entanto, mudanças no ciclo circadiano (como passar noites em 
claro, trocar o dia pela noite ou alterações de fuso horário) podem interferir 
em inúmeros processos biológicos, resultando na desregulação metabólica, 
como, por exemplo, o aumento da liberação de cortisol e redução da liberação 
de melatonina, além de exercer influência sobre os sistemas nervoso central, 
cardiovascular e imunológico. Essas mudanças acabam por favorecer o 
desenvolvimento de uma ampla variedade de doenças, incluindo obesidade, 
diabetes, câncer, doenças cardiovasculares e maior susceptibilidade a infecções.
Por isso afirmamos que os projetos luminotécnicos não são 
somente estética, são principalmente a relação com a saúde dos seres 
humanos. A cor azul, que tem maior intensidade nas temperaturas de cor frias, 
é a pior para o uso durante a noite (que é o período em que produzimos o 
hormônio melatonina), por isso as temperaturas de cor frias não são adequadas 
para períodos noturnos, isso faz parar a nossa produção de melatonina. O ideal 
seria que em períodos noturnos o ser humano estivesse literalmente no escuro, 
esse é o cenário perfeito para produção de melatonina. 
Documento de uso EXCLUSIVO de Denise Mattos (denise.omattos@gmail.com) Pedido75673
49
Já que não conseguimos ficar sem iluminação durante a noite, 
precisamos ter vários tipos de cuidados, para a iluminação não ser prejudicial 
à produção de melatonina.
Durante a noite produzimos melatonina para relaxar e dormir, 
e durante o dia produzimos cortisol, para trabalhar e fazer atividades, ficar 
ativos. Caso tenhamos luz inadequada durante a noite, iremos produzir cortisol, 
e se estivermos no escuro durante o dia, iremos produzir melatonina. Por isso 
temos que balancear o que é dia e o que é noite, e usar esses períodos da 
melhor forma possível, de acordo com o ciclo circadiano.
A melatonina é um hormô-
nio produzido naturalmente 
pelo organismo, que possui 
como principal função regu- 
lar o ciclo circadiano, fazendo 
com que funcione normal-
mente. Além disso, a mela-
tonina promove o bom fun-
cionamento do organismo 
e atua como antioxidante. 
Este hormônio é produzido 
pela glândula pineal, que só 
é ativada quando não há es-
tímulos luminosos, ou seja, 
a produção de melatonina 
só ocorre à noite, induzindo 
o sono. Por isso, na hora de 
dormir, é importante evitar 
a luminosidade, estímulos 
sonoros ou aromáticos que 
possam acelerar o metabo-
lismo e diminuir a produção 
de melatonina. Geralmente, 
a produção de melatonina di-
minui com o envelhecimento, 
e é por isso que os distúrbios 
de sono são mais frequentes 
em adultos ou idosos.
O uso de telas, como celular, 
tablet, computadores, tele-
visores, faz com que a luz 
entre literalmente no nosso 
olho e pare a produção de 
melatonina. Mesmo que 
você use a tela em modo no-
turno, que fica mais amarela-
da, como se fosse tempera-
turas quentes, ainda irá parar 
a produção de melatonina. 
Você já ficou com insônia, 
depois de passar um período 
olhando para alguma tela? 
E ao fechar os olhos não con-
seguiu dormir? Isso é uma 
influência da luz, que não 
estava produzindo mela- 
tonina, e fez com que você 
não conseguisse dormir.
Documento de uso EXCLUSIVO de Denise Mattos (denise.omattos@gmail.com) Pedido75673
50
ILUMINAÇÃO INTEGRATIVA
A Iluminação Integrativa transforma ambientes promovendo 
bem-estar, influenciando na fisiologia e nos aspectos emocionais. De acordo 
com a CIE (Comissão Internacional de Iluminação), o termo mais adequado 
para utilizar em projetos que estão relacionados aos requisitos visuais é 
Iluminação Integrativa (integrative lighting).
A pesquisadora Betina Martau diz que a iluminação integrativa é o 
projeto que tenta dar conta dos aspectos visuais e não visuais da iluminação. 
O objetivo dessa abordagem em projetos de iluminação é garantir que o ritmo 
natural do corpo seja mantido independente do espaço interno, e dessa forma 
consiga manter uma qualidade para o usuário no espaço. 
A produção de melatonina é distribuída para todo o corpo. 
A ausência dela reduz as funções metabólicas. Precisamos dela para o nosso 
corpo dormir, e o papel do sono é regenerar e energizar o corpo, resetar mesmo.
Luz fria é para ser usada somente durante o dia, junta- 
mente para gerar cortisol, independente da atividade. Já a 
luz quente é para utilizar durante a noite, pois tem pouco 
azul, não gera cortisol e deixa a produção de melatonina fluir. 
Também tem outro fator importante: a melhor iluminação 
para não parar a produção de melatonina é a indireta, 
depois vem na sequência a difusa, e a pior é a direta, que dá 
para ver o chip de LED, que ofusca.
A parte de baixo do nosso olho é a mais sensível para a luz parar a 
produção de melatonina, isso tudo é porque somos acostumados a ver a luz 
solar, que sempre vem de cima.
O ideal para uma iluminação, por exemplo, quando você acorda 
para ir ao banheiro durante a noite, seria luz indireta, e que esteja baixa 
ou no máximo até a metade da altura da parede. Pode ser feito com 
balizadores baixos, arandelas indiretas, iluminação indireta nos móveis, 
abajur, dentre outras.
Documento de uso EXCLUSIVO de Denise Mattos (denise.omattos@gmail.com) Pedido75673
51
EFEITOS DE ILUMINAÇÃO
Inicialmente havía apenas a luz natural, o que limitava as horas 
produtivas do dia e impunha uma série de perigos para as horas sem luz solar. 
Com o descobrimento da luz artificial ocorreu uma revolução no modo de 
viver e se relacionar, tornando impensável imaginar nosso dia sem luz elétrica. 
Depois da luz solar, agora é a hora de aprender sobre a luz artificial e seus 
usos. Veremos os três tipos mais utilizados: difusa, direta e indireta. 
LUZ DIFUSA
A luz difusa é mais homogênea, possui uma espécie de filtro, 
geralmente um acrílico ou vidro. Pode ser por exemplo um painel de LED que 
possui um difusor de acrílico que deixa a luz mais confortável, com menos 
intensidade e sem deixar a desejar no fluxo luminoso. Por ser difusa, a luz 
é distribuída de modo uniforme pelo ambiente, sem criar sombras fortes, 
já que a lâmpada não fica direcionada diretamente para algum ponto 
específico.
Seu uso é bem versátil e cai bem em qualquer ambiente, como 
salas, quartos, banheiros, cozinhas, corredores e até mesmo garagens. 
Também é ideal para ambientes comerciais e corporativos. É importante 
sempre combinar a luz difusa com outras fontes de luz.
Se o ambiente for uma sala ou um quarto, é importante ter outros 
tipos de fonte, pois nem sempre se deseja somente luz geral no ambiente. 
Para isso, criamos cenas e distribuímos comandos com o objetivo de causar 
diferentes sensações no ambiente.
LUZ DIFUSA
Luz distribuída por um difusor, 
que pode ser um acrílico
Destaca pontos específicos
Suave, agradável, a melhor para não 
parar a produção de melatonina
LUZ DIRETA
LUZ INDIRETA
Documento de uso EXCLUSIVO de Denise Mattos (denise.omattos@gmail.com) Pedido75673
52
Proporciona uma luz uniforme para 
todo ambiente
Proporciona uma luz concentrada 
sobre áreas específicas
DISTRIBUÍDA
LOCALIZADA
LUZ DIRETA
Sabe quando temos um foco específico de luz? Em um quadro, 
sobre uma decoração ou mesa de trabalho? Essas são as situações em que é 
indicado o uso de luz direta! Ela é vertical e incide sobre o plano de trabalho. 
Prática e funcional, esse tipo de iluminação é muito utilizada quando queremos 
dar evidência a um ponto específico! Ou seja, a luz direta é direcionada 
exatamente sobre a superfície que precisa de destaque. 
O fluxo luminoso desse tipo de luz fica voltado especificamente 
para o objeto ou espaço de destaque. Por isso, usamos luz para qualquer 
objeto que queremos destacar ou até mesmo para iluminação intimista. A luz 
direta é também muito utilizada sobre mesas de trabalho, fornecendo assim 
um fluxo luminoso ideal para realizar essa atividade.
Os tipos de lumináriasmais indicados para iluminação direcional 
são embutidos, pendentes, spots, abajures de piso, espetos de LED, 
embutidos de solo.
Documento de uso EXCLUSIVO de Denise Mattos (denise.omattos@gmail.com) Pedido75673
53
LUZ INDIRETA
A luz indireta ajuda na percepção do ambiente como um todo. 
Ela funciona por meio de reflexão, ou seja, o facho de luz é direcionado 
de forma a refletir no ambiente. Por isso a luz indireta é mais suave e mais 
agradável, já que não atinge diretamente os olhos das pessoas. 
A dica é direcionar a luminária para uma superfície de boa reflexão, 
ou seja, que reflita bem o fluxo luminoso e provoque o efeito da luz no espaço; 
quanto mais clara a cor, melhor. Arandelas, perfis, rasgos no gesso fazem bem 
essa função e espalham a reflexão no ambiente! Usamos a iluminação indireta 
em lugares como salas e quartos, onde esse efeito traz um bom resultado.
Para a criação desse efeito, escolha uma luminária adequada ao 
tipo de lâmpada, ela precisa esconder a lâmpada e proporcionar o efeito 
refletor para maior conforto visual. Outra opção é escolher luminárias com 
LED já integrado.
Os ambientes podem ser iluminados de diferentes formas, 
é preciso levar em consideração as necessidades do espaço a partir das 
atividades que serão realizadas para definir os tipos de iluminação ideal 
para o ambiente. O uso do espaço diz tudo sobre a iluminação. Ambientes 
residenciais e comerciais têm necessidades completamente diferentes, por 
exemplo, a temperatura de cor.
Em um mesmo ambiente podemos combinar diferentes efeitos 
de iluminação, criando assim uma atmosfera agradável, funcional e bonita. A 
iluminação interfere nos sentidos, na emoção, na produtividade, na motivação 
e na capacidade de concentração. É muito comum observarmos espaços 
iluminados sem nenhum conhecimento técnico. Iluminação em excesso 
aumenta o consumo de energia e uma má distribuição da luz pode gerar 
desconforto e até mesmo atrapalhar em tarefas.
A luz direta pode se tornar cansativa, uma vez que cria 
sombras com grande diferença entre os pontos mais claros 
e mais escuros. Por isso, evite colocá-la sobre o sofá ou 
acima da televisão e aproveite a possibilidade de controlar 
a intensidade da luz utilizando lâmpadas dimerizáveis.
Documento de uso EXCLUSIVO de Denise Mattos (denise.omattos@gmail.com) Pedido75673
54
TIPOS DE ILUMINAÇÃO
GERAL: 
Ambiente como um todo
TRABALHO: 
Foco e produção
BALIZAMENTO: 
Indica o caminho
EMERGÊNCIA: 
Para segurança
DECORATIVA: 
Enfeita
DESTAQUE: 
Valoriza
1
2 5
63
4
Não existe certo ou errado na hora de escolher a lâmpada 
ou luminária, mas sim qual a opção mais adequada às 
necessidades funcionais e estéticas do projeto.
Cuidado com a posição do interruptor! Para a iluminação 
geral, precisamos colocá-lo sempre na entrada do cômodo 
ou em um local de fácil acesso.
1. ILUMINAÇÃO GERAL
É a iluminação “principal do ambiente”, ou seja, corresponde à fonte 
que distribuirá a luz de forma regular. Ela deve ser omnidirecional, ou seja, 
distribuída de modo uniforme e proporcionando uma iluminação homogênea. 
É o ponto principal do espaço, normalmente o central!
2. ILUMINAÇÃO DE TRABALHO
É a iluminação que destinamos exclusivamente a trabalhos 
desenvolvidos em um ambiente. Um exemplo de iluminação de trabalho em 
residências seria a bancada da cozinha, área de serviços, área da pia. Também 
podemos considerar uma área de trabalho, enfim, é tudo em que podemos 
exercer algum tipo de atividade que precise de atenção. Já em ambientes 
corporativos, comerciais, é mais fácil de achar as áreas de trabalho.
Documento de uso EXCLUSIVO de Denise Mattos (denise.omattos@gmail.com) Pedido75673
55
3. ILUMINAÇÃO DECORATIVA
 Neste tipo de iluminação, a função estética e decorativa é tão 
importante quanto a luz gerada pela lâmpada. A iluminação decorativa cria um 
efeito charmoso no ambiente! A luminária, pela sua beleza e pela forma como 
ilumina, está posicionada para decorar, como lustres, pendentes, abajures e 
luminárias de piso, prateleiras iluminadas com fitas de LED, por exemplo.
Esse tipo de iluminação proporciona uma luz mais aconchegante, 
que não tem só a intenção de iluminar, mas sim deixar o ambiente acolhedor 
e mais bonito. Alguns pendentes são tão decorativos que é necessário instalar 
outra fonte de luz para iluminar. As lâmpadas de filamento LED produzem 
muito esse efeito! A iluminação decorativa também pode ter um efeito cênico, 
com função mais intimista e convidativa, com efeitos de luz, sombra, cores, 
formas e desenhos.
4. ILUMINAÇÃO DE DESTAQUE
É uma iluminação direta que valoriza algum ponto específicio. 
Essa iluminação proporciona mais luz e sombra, já que o facho de luz é 
concentrado. A iluminação de destaque tem o objetivo de criar um centro de 
interesse no elemento a ser destacado. Ela dá ênfase ao aspecto escolhido, 
chamando a atenção do olhar. Consideramos 3x ou mais a iluminância do 
ambiente, para ser considerada de destaque.
Esse efeito é obtido com uso de spots, por exemplo, em nichos de 
mobiliário, onde a luz fica bem próxima da superfície iluminada. A iluminação 
de destaque pode ser pontual, focada na atividade realizada no ambiente e 
atendendo às necessidades de forma funcional.
5. ILUMINAÇÃO DE BALIZAMENTO
É um tipo de iluminação para indicar um caminho, porém é 
muito utilizado como decorativa. Essa iluminação usamos bastante em 
escadas, entradas de residências, cinemas, contorno de piscina, em quartos, 
circulações. Esse tipo de iluminação é bem interessante para utilizar em 
quartos, onde balizamos o usuário até o banheiro, para utilização durante a 
noite. Isso é legal, pois não compromete a produção de melatonina.
Documento de uso EXCLUSIVO de Denise Mattos (denise.omattos@gmail.com) Pedido75673
56
6. ILUMINAÇÃO DE EMERGÊNCIA
É uma iluminação voltada para trazer luz a áreas de passagem e 
pontos de atenção quando há falta de iluminação normal. Com o objetivo 
de evitar acidentes, além de garantir a saída e a evacuação de pessoas em 
casos emergenciais, a iluminação de emergência é necessária em ambientes 
comerciais que tenham circulação de pessoas.
Podemos usar os tipos de luz e de iluminação para criar efeitos 
diferentes e provocar sensações em um ambiente. Vamos conferir alguns 
deles: wallwash, downlight e uplight.
WALL WASHING
Traduzido de maneira literal, significa “banho de luz na parede”. 
É o efeito criado com a instalação de spots embutidos no forro, bem próximos 
à parede, direcionando o facho de luz. Muito utilizado para iluminar texturas e 
detalhes arquitetônicos, criando efeitos de luz e sombra muito interessantes. 
Para ser considerado Wallwash, é necessário que a fonte luminosa esteja 
distanciada acima de 30cm da parede.
Documento de uso EXCLUSIVO de Denise Mattos (denise.omattos@gmail.com) Pedido75673
57
WALL GRAZING
Diferente do Wall Washing, o Wall Grazing é uma luz rasante, que 
banha a parede mostrando suas ondulações e efeitos em revestimentos, 
texturas. Para ser considerado esse efeito, é necessário que as fontes de luz 
estejam em uma distância menor que 30cm.
DOWNLIGHT
Iluminação de cima para baixo, utiliza luminárias específicas 
para embutir no forro, com a intenção de ocultar a fonte luminosa. Direciona 
de maneira vertical ao facho de luz, e com o uso de diferentes luminárias e 
lâmpadas em posicionamentos alternados torna possível criar efeitos diversos.
Documento de uso EXCLUSIVO de Denise Mattos (denise.omattos@gmail.com) Pedido75673
58
UPLIGHT
Efeito criado ao se empregar a iluminação de baixo para cima, 
por meio de luminárias que emitam luz direcionada para o forro. Neste caso, 
o forro na cor branca auxilia muito na reflexão da luminosidade pelo ambiente.
TIPOS DE LÂMPADAS
A escolha das lâmpadas é um fator importante para conseguir o 
efeito desejado no ambiente e, principalmente, para garantir conforto com 
um valor considerável de economia de energia. A grande variedade de 
opções LED já é uma realidade no mercado. São lâmpadas, fitase luminárias 
de diversos tipos, entre elas, as luminárias com LED já integrado, que facilitam 
a instalação e entregam uma solução completa de iluminação. Fizemos uma 
seleção com as nossas principais escolhas e indicações das soluções LED 
que mais utilizamos em nossos projetos.
As lâmpadas de LED foram criadas exclusivamente para substituir 
as lâmpadas fluorescentes, halógenas, incandescentes e outras. Mas a 
tendência é que de acordo com o passar dos anos elas saiam do mercado e 
sejam substituídas por luminárias integradas. As luminárias integradas além da 
sua estrutura já ser projetada para o LED ter uma melhor eficiência possível, 
como dissipação de calor, também diminuem o preço desses produtos, pois 
em um só produto o fabricante já produz as duas coisas ao mesmo tempo, 
otimizando tempo e recursos.
Documento de uso EXCLUSIVO de Denise Mattos (denise.omattos@gmail.com) Pedido75673
59
LÂMPADAS TIPO PAR
Vamos começar falando da família das lâmpadas tipo PAR (refletor 
parabólico de alumínio). Essas lâmpadas são bastante utilizadas em iluminação 
de destaque, quando queremos destacar alguma coisa, ou até mesmo como 
iluminação geral, colocando várias no teto.
A diferença entre elas é basicamente seus tamanhos, bases, fluxo 
luminoso e intensidade luminosa. Em relação ao tamanho, a menor seria a 
MR11, mais conhecida como minidicroica, e assim vai na sequência, MR16 
(dicroica), PAR20, PAR30 e PAR38. As bases das MR11 e MR16 são GU10, já nas 
outras é E27.
Muito cuidado sobre onde irá instalar esse tipo de lâmpada, pois a 
maioria é para áreas internas, IP20 geralmente, que não suportam nenhum 
tipo de respingo de água. 
Em relação a fluxo luminoso, antigamente, quanto menor a 
lâmpada, menos fluxo luminoso tinha. Hoje em dia já existem modelos em que 
uma dicroica tem mais fluxo luminoso do que as PAR20, por isso é importante 
analisar as informações na embalagem. Vamos falar mais sobre cada uma 
delas e depois iremos fazer um comparativo com as lâmpadas AR70 e AR111.
Qual a diferença entre uma PAR20 e PAR30?
A diferença está no tamanho, na potência e na intensidade 
luminosa. Para pé-direito mais alto, escolha a PAR30. Esse modelo entrega 
maior intensidade de luz, mas sempre conferindo no cálculo ponto a ponto!
Qual a diferença entre a PAR20 e a dicroica?
A diferença é em relação à dimensão, pois enquanto a primeira 
precisa de uma luminária maior, a segunda utiliza luminárias mais delicadas. 
Dependendo do modelo, pode haver também diferença na intensidade 
luminosa e no ângulo de abertura do facho de luz. 
Se você procura uma iluminação “cênica” para o projeto, 
a lâmpada dicroica é a mais indicada. Se você procura uma 
luz mais intensa, indicamos o uso da lâmpada PAR20. 
Documento de uso EXCLUSIVO de Denise Mattos (denise.omattos@gmail.com) Pedido75673
60
MINIDICROICA
Conhecidas como MR11, as lâmpadas minidicroicas são de 
destaque, mas também servem para decorar e realçar detalhes. Perfeitas 
para criar cenas mais aconchegantes. Usamos muito em circulações para 
marcar o caminho e no box do banheiro para criar um momento para relaxar. 
Assim como as dicroicas, a minidicroica também tem modelos dimerizáveis 
 excelentes para criação de cenas.
ONDE UTILIZAMOS? Escritório, home theater, estar, 
dormitório, box de banheiros, nichos, hall e circulação. 
Documento de uso EXCLUSIVO de Denise Mattos (denise.omattos@gmail.com) Pedido75673
61
ONDE UTILIZAMOS? Escritório, cozinha, gourmet, home 
theater, estar, jantar, dormitório, banheiro, closet, varanda, 
hall, circulação e banheiro.
DICROICA
Conhecidas como MR16, as lâmpadas dicroicas são usadas para 
destacar, são maiores e têm geralmente um pouco mais de fluxo luminoso 
que as minidicroicas.
São econômicas e têm fachos mais direcionais, com ângulos 
de 10º, 25º, 36º. Os modelos dimerizáveis são muito úteis na criação de 
cenas, têm um efeito visual agradável e seu facho é bem marcado. Cuidado, 
se utilizar um dimmer e a lâmpada não for dimerizável, poderá queimar.
Documento de uso EXCLUSIVO de Denise Mattos (denise.omattos@gmail.com) Pedido75673
62
PAR20, PAR30 E PAR 38
As lâmpadas PAR20, PAR30 e PAR38 são usadas para destacar 
ou até mesmo iluminar o ambiente. Uma curiosidade é que as lâmpadas 
PAR têm um menor custo do que as lâmpadas tipo AR. Também podem ser 
dimerizáveis.
ONDE UTILIZAMOS? Escritório, cozinha, gourmet, home 
theater, estar, jantar, dormitório, closet, banheiro e varanda. 
Lâmpada par38 é difícil de utilizar em projetos residenciais, 
devido ao seu alto fluxo luminoso.
Elas possuem superfície refletora que enfatiza o brilho da luz, 
garantindo uma distribuição uniforme e homogênea da mesma, e são ideais 
para decoração e para locais que requerem uma boa iluminação. Devem ter 
a escolha entre o modelo PAR 20 ou 30 guiada com base na necessidade de 
intensidade de luz e o pé-direito.
A diferença entre uma lâmpada PAR20 e PAR30 se dá em termos 
de potência e fluxo luminoso, sendo a PAR30 indicada para ambientes com 
pé-direito acima de 280cm. As lâmpadas PAR30 são muito utilizadas 
em ambientes comerciais como vitrine de lojas, hotéis, restaurantes, 
supermercados.
Documento de uso EXCLUSIVO de Denise Mattos (denise.omattos@gmail.com) Pedido75673
63
LÂMPADAS TIPO AR
As lâmpadas tipo AR (refletor de alumínio) têm algumas diferenças 
em relação às PAR, sendo principalmente sua estrutura mecânica, que faz 
com que o usuário não ofusque ao olhar para ela. Para a luz conseguir sair da 
lâmpada, ela precisa ser refletida na sua estrutura e direcionada para o objeto 
desejado. 
A base dessas lâmpadas na maioria das vezes são GU10, e podemos 
perceber que a AR70 é menor do que a AR111. Os ângulos de abertura do facho 
delas, geralmente, são de 10º e 24º.
Qual a diferença entre a AR70 e AR111?
A diferença entre a AR70 e a AR111 é similar à diferença entre a 
PAR20 e a 30: a AR111 emite mais luz e, por isso, é indicada para espaços com o 
pé-direito mais alto, enquanto a AR70 é indicada para uso em pé-direito padrão. 
Acima de 2,80cm consideramos o uso de lâmpadas como AR111 ou PAR30.
A maioria das luminárias consegue encaixar uma lâmpa-
da AR70 ou PAR20, já que ambas possuem praticamente o 
mesmo diâmetro. A mesma regra vale para lâmpadas AR111 
e PAR30. O tamanho da luminária pode ser o mesmo, o que 
mudará será a base da lâmpada.
LÂMPADAS TIPO PAR
Documento de uso EXCLUSIVO de Denise Mattos (denise.omattos@gmail.com) Pedido75673
64
AR70
As lâmpadas AR70 são usadas para destacar, são mais interessantes 
com temperatura de cor quente e podem ser dimerizáveis dependendo do 
modelo. Como o LED está escondido, a luz emana para cima e reflete no 
espelho superior, que na maioria das vezes é de alumínio - isso impede o 
ofuscamento. O ângulo de abertura da AR70 pode ser 12º ou 24º, especifique 
o ângulo para criar o efeito desejado no seu projeto. 
ONDE UTILIZAMOS? Gourmet, home theater, estar, jantar, 
dormitório e banheiro.
O efeito e a sensação que esse tipo de lâmpada emite são ideais 
para quartos. Podemos utilizá-la no centro do quarto ou até mesmo sobre as 
mesas de cabeceira. Utilize sempre que possível o dimmer para controle da 
intensidade.
Documento de uso EXCLUSIVO de Denise Mattos (denise.omattos@gmail.com) Pedido75673
65
AR111
 As lâmpadas AR111 são usadas para destacar com maior 
intensidade e entregam temperatura de cor quente. São refletoras (geram 
baixo ofuscamento) e dimerizáveis. Assim como a AR70, podem ser com 
ângulo de 12 ou 24º. São indicadas geralmente para locais com o pé-direito 
alto, acima de 2,80cm.
ONDE UTILIZAMOS? Sala de estar, vitrines e shoppings.
Documento de uso EXCLUSIVO de Denise Mattos (denise.omattos@gmail.com) Pedido75673
66
TUBULAR
As lâmpadas tubulares LED têm alta durabilidade e substituem 
as tradicionais lâmpadas fluorescentes. Temos nos modelos com base T8, 
que geralmente têm um menor preço do que as T5, que são mais fininhas. 
As tubulares T8 têm medidas padrões 60cm, 1,20m e 2,4m, já as T5 encontramos 
com55cm e 115cm. Utilizamos muito em áreas comerciais, embutidos, rasgos 
em gesso e pendentes. No formato LED são autovolts e dispensam reatores 
elétricos. São muito utilizadas em locais onde se deseja iluminação difusa linear. 
Uma curiosidade é que antes de existir a tecnologia LED era 
bastante comum o uso das lâmpadas T5 fluorescentes em sancas/rasgos, 
devido ao seu alto fluxo luminoso em relação às T8 fluorescentes. Já para 
LED, ambas têm praticamente o mesmo fluxo luminoso, porém as T8 são 
mais em conta.
ONDE UTILIZAMOS? Área de serviço, garagem, escritório, 
cozinha e espaço gourmet, sala, quarto.
Documento de uso EXCLUSIVO de Denise Mattos (denise.omattos@gmail.com) Pedido75673
67
BULBO
As lâmpadas bulbo LED são superversáteis e muito econômicas, 
elas basicamente foram criadas para substituir as lâmpadas compactas 
fluorescentes. São leitosas e têm efeito difuso. Podemos utilizá-las tanto 
em abajur e luminária de leitura quanto em pendentes e luminárias de 
sobrepor. Alguns modelos podem inclusive ser dimerizáveis ou RGB!
ONDE UTILIZAMOS? Escritório, dormitório, banheiro, varan-
da, estar, jantar, garagem e área externa coberta.
BULBO FILAMENTO
As lâmpadas bulbo filamento têm o mesmo formato das tradicionais 
bulbo leitosas, mas trazem um efeito superdecorativo por conta do globo e do 
filamento. Podem ser transparentes ou vintage e são bastante utilizadas em 
abajures e pendentes. Cuidado onde você irá utilizar, pois o usuário, quando 
olha diretamente para o filamento de LED, a sua produção de melatonina para 
na mesma hora, por ofuscamento.
ONDE UTILIZAMOS? Estar, jantar, dormitório, lavabo, banca-
das e gourmet.
BULBO BULBO FILAMENTO
Documento de uso EXCLUSIVO de Denise Mattos (denise.omattos@gmail.com) Pedido75673
68
BALLOON FILAMENTO
As lâmpadas balloon filamento têm um efeito superdecorativo 
e uma aparência similar às incandescentes tradicionais com um estilo 
transparente ou vintage, porém são maiores do que as tradicionais. São 
utilizadas em pendentes e abajures.
ONDE UTILIZAMOS? Estar, jantar, dormitório e lavabo.
MINIGLOBO FILAMENTO
As lâmpadas miniglobo filamento são decorativas e remetem a um 
estilo retrô com os filamentos aparentes. Bastante utilizadas em cordões de 
luz, abajures, pendentes, alguns tipos de decoração.
ONDE UTILIZAMOS? Estar, jantar, dormitório e lavabo.
BALLOON FILAMENTO MINI GLOBO FILAMENTO
Documento de uso EXCLUSIVO de Denise Mattos (denise.omattos@gmail.com) Pedido75673
69
PROJETOR
Os projetores são resistentes à umidade e têm variações de 
tamanhos e luminosidade (incluindo versão RGB ou cores únicas). São 
indicados para ambientes externos devido ao seu índice de proteção elevado. 
Se possível, não utilize esses projetores com braços metálicos em fachadas, 
podem acabar estragando a estética.
ONDE UTILIZAMOS? Jardins, varandas e fachadas.
Na temperatura de cor em fachadas residenciais, sempre utilize 
2700-3000K. Logo isso muda caso seja comercial, geralmente indicamos a 
mesma temperatura que tem no primeiro ambiente, ao entrar no espaço.
Documento de uso EXCLUSIVO de Denise Mattos (denise.omattos@gmail.com) Pedido75673
70
DEFLETORA DE FILAMENTO
As lâmpadas defletoras de filamento têm como função principal 
decorar o ambiente, seja em pendentes, arandelas ou abajures. Uma ótima 
função delas, como o próprio nome diz: elas têm uma camada de tinta brilhosa, 
para refletir a luz, evitando que o usuário veja o filamento da lâmpada. A tinta 
pode ser na cor dourada, cobre, cromada, dentre outras.
ONDE UTILIZAMOS? Estar, jantar, dormitório, área gourmet.
BIPINO
As lâmpadas bipino são utilizadas principalmente em arandelas, 
proporcionando efeitos decorativos. Também podemos utilizá-las em 
pendentes, luminárias de mesa. Basicamente existem dois modelos de 
Halopin no comércio, as que têm base G9 e as que têm base G4.
ONDE UTILIZAMOS? Áreas externas, estar, sala de jantar.
As lâmpadas bipinos ainda são bastante utilizadas nos produtos de 
iluminação, porém, com um tempo, estão sendo substituídas por luminárias 
integradas, onde o LED já vem junto com a luminária.
Documento de uso EXCLUSIVO de Denise Mattos (denise.omattos@gmail.com) Pedido75673
71
FITAS DE LED
As fitas de LED vieram para revolucionar. Antes de existirem, não 
era possível, por exemplo, iluminar o ambiente ou móveis de forma linear e 
contínua. Existem diferentes tipos de fita de LED no mercado e é importante 
entender as diferenças entre elas e saber identificar qual o modelo ideal para 
o seu projeto. Importante lembrar que para o uso de algumas fitas de LED é 
necessário prever um local para instalação do driver.
ONDE UTILIZAMOS? Marcenaria, em perfis de LED, nichos
A escolha do LED vai depender do uso e orçamento. Indica-
mos o uso das fitas de 12/24V. São melhores de instalar e pos-
suem diferentes modelos com diferentes fluxo luminoso no 
mercado. Importante deixar a previsão do espaço para o driver 
para uso desta fita. Ele precisa ficar próximo à peça em um 
local de fácil acesso e que consiga dissipar o calor.
FITA DE LED TENSÃO DE REDE 127/220V 
As fitas de LED tensão de rede, diferentes das fitas em corrente 
contínua, só podem cortar de 50 em 50cm ou de 1 em 1m, depende do 
fabricante. Sendo assim, fica difícil de serem instaladas em locais que não 
tenham esse padrão. São maiores e mais robustas, já que possuem uma 
camada de mangueira envelopando elas. Sua vantagem é que podem ser 
instaladas direto na rede sem o uso de um reator. 
FITA DE LED EM CORRENTE CONTÍNUA, COM TENSÃO 12 E 24V
As fitas de LED em corrente contínua têm como principal vantagem 
o corte delas em pequenos pedaços, por exemplo, de 2,5 em 2,5cm. Sendo 
assim fica fácil de instalar em projeto sob medida como marcenaria, banheiros, 
degraus. Elas precisam de um driver para transformar a tensão de 127/220V 
para 12/24V.
Documento de uso EXCLUSIVO de Denise Mattos (denise.omattos@gmail.com) Pedido75673
72
NEON LED
O Neon LED ou Mangueira de LED é basicamente uma fita de LED 
instalada dentro de uma camada de silicone leitoso. Ele substitui em diversas 
ocasiões os perfis de LED, por ser mais fácil de trabalhar e com um custo 
menor.
NEON LED 2700-6000K
Os Neon LED têm as mesmas temperaturas de cor que as fitas 
de LED e são em corrente contínua, com tensão 12/24V. Também podem 
ser cortados de 2,5 em 2,5cm, superpráticos e o melhor, não mostram os 
pontinhos como as fitas de LED.
NEON LED COLORIDOS
Também existem modelos de Neon LED coloridos, que são 
utilizados principalmente em placas, letreiros iluminados, principalmente para 
a área de divulgação e marketing.
ONDE UTILIZAMOS? Marcenaria, escada, nichos de banheiro
NEON LED 
COLORIDO
Documento de uso EXCLUSIVO de Denise Mattos (denise.omattos@gmail.com) Pedido75673
73
TIPOS DE LUMINÁRIAS
Para cada espaço um tipo de iluminação. A iluminação adequada 
melhora os níveis de energia e humor, enquanto a iluminação insuficiente pode 
causar irritação, abatimento e melancolia. Defina o uso do ambiente para depois 
escolher a luminária ideal. Existem muitas opções de luminárias no mercado.
Quais os tipos de luminárias que existem? E quais os diferentes usos 
de cada uma? Vamos conferir as principais características e funcionalidades 
de luminárias de diferentes tipos: sobrepor, embutir, trilhos, spots, arandelas, 
lustres, pendentes e luminárias de chão.
SPOT
PENDENTE
EMBUTIR
FORRO
PISO
ABAJUR
ARANDELA
LUMINÁRIA
DE PISO
EMBUTIDO
DE SOLO
SOBREPOR
LUMINÁRIAS
As luminárias podem ser com LED integrado (que 
já vem instalado na luminária) ou para lâmpadas. 
Quando especificar uma luminária que não seja 
com LED integrado, sempre tenha em mente que é 
necessário especificar a lâmpada correta para ela.
!
Documento de uso EXCLUSIVO de Denise Mattos (denise.omattos@gmail.com) Pedido75673
74
LUMINÁRIAS DE SOBREPOR
É a solução principal para ambientes que não têm forro de gesso 
e necessitam da instalação de luminárias direto na laje. Existem vários tipos e 
formatos. Fique atentoà posição do ponto na laje, pois para alterar é preciso 
rasgar a laje.
LUMINÁRIAS DE EMBUTIR
As luminárias de embutir têm funções distintas, dependendo do 
tipo de lâmpada, podendo iluminar de forma geral, por meio de painéis, como 
ressaltar destaques com o uso de minidicroicas, dando um ar mais intimista. 
As luminárias podem ser fixas ou direcionáveis. Para utilizar embutidos, 
é necessário ter algum tipo de forro. Para isso, é importante ter cuidado com o 
espaço livre entre a laje e o gesso na hora de embutir, para não ter problemas 
na instalação.
Luminárias de sobrepor são ideais para ambientes sem 
forro, mas podem também ser utilizadas sobrepostas ao 
gesso. Luminárias de embutir necessitam um forro para 
serem instaladas. 
Documento de uso EXCLUSIVO de Denise Mattos (denise.omattos@gmail.com) Pedido75673
75
LUMINÁRIAS DE EMBUTIR DIRECIONÁVEIS
 Essas luminárias são geralmente para lâmpadas PAR, AR, ou com 
LED Integrado. Na maioria das vezes podem ser em 3 modelos:
FACE PLANA RECUADO NO FRAME
Documento de uso EXCLUSIVO de Denise Mattos (denise.omattos@gmail.com) Pedido75673
76
PERFIL LED
Ótima solução para projetos que desejam passar um ar 
contemporâneo e clean. Esses perfis são de alumínio com fitas de LED fechada 
com um acabamento em acrílico específico para os perfis. Eles podem vir de 
fábrica já com a fita de LED instalada ou não. 
MINILED INTEGRADO
 Esse tipo de iluminação é ideal para dar destaque a objetos e itens 
de decoração. Podem ser utilizados em praticamente todos os ambientes. 
São muito indicados em banheiros [no box ou nicho] e também na marcenaria. 
Não esqueça de prever o local do interruptor, no móvel ou na parede.
ONDE UTILIZAMOS? Marcenaria, escada, nichos de banheiro, 
área do box no banheiro
Documento de uso EXCLUSIVO de Denise Mattos (denise.omattos@gmail.com) Pedido75673
77
ONDE UTILIZAMOS? Área de serviço, escritório, cozinha, es-
paço gourmet, corredores, dormitórios, sala, fachada.
Fique atento ao driver que irá ligar as fitas que estão no perfil de 
LED. Geralmente, quando é forro, colocamos o driver slim, um bem fininho, 
mais fino que o perfil, porém quando é laje, e o perfil é de sobrepor, é preciso 
colocar o driver em outro lugar e levar um fio até esse perfil. Esses drivers 
também podem ser dimerizáveis, controlando assim o fluxo luminoso da fita 
que está no perfil.
PERFIS DE EMBUTIR: têm essas abas para poder esconder as imperfeições 
que têm no corte da parede ou gesso. Eles vêm com difusor de acrílico, que 
não suporta estar exposto ao sol, pois amarela em pouco tempo. Existem 
perfis de várias dimensões, uns você consegue colocar somente uma fita de 
LED, outros mais de uma. Podem ser já com LED integrado ou não. Podem 
ser no máximo de 3m.
A instalação é fácil e podem ser de sobrepor, de embutir ou até 
mesmo No Frame (sem borda). Eles criam uma iluminação linear com várias 
possibilidades. São muito flexíveis e podem ser utilizados no teto, em paredes, 
pisos, móveis. Desenvolva o projeto de acordo com a sua imaginação.
Documento de uso EXCLUSIVO de Denise Mattos (denise.omattos@gmail.com) Pedido75673
78
PERFIS DE SOBREPOR: não têm as abas como os de embutir, os mesmos 
ficam sobrepostos a sua superfície. Podem ser brancos, pretos e até outras 
cores, dependendo se o fabricante atende. Também tem acrílico e não 
suportam sol. No mercado existem em vários tamanhos e modelos. Sendo 
no máximo 3 metros. Também existem modelos de sobrepor com o acrílico 
de três faces. Eles foram criados principalmente por causa dos pontinhos da 
fita de LED que ficam mostrando no acrílico. Logo, quanto mais distanciar o 
acrílico da fita de LED, mais homogênea fica a luz.
OS PERFIS NO FRAMES (sem borda) são uma solução com iluminação indireta, 
os mesmos não têm o acrílico. Logo, podem ser usados em áreas externas, desde 
que elas tenham indice de proteção igual ou maior que IP65. Existem modelos 
com fita de um lado, e também em ambos os lados. Para fazer a instalação deles, 
é preciso chumbar na parede ou forro.
Existe também uma solução de sobrepor, com acabamento 45º. 
Pode ser utilizado no canto de parede, embaixo do armário da cozinha, para 
iluminar a bancada. Junções para perfis são fabricadas pelas indústrias, nos 
mesmos modelos de perfis que eles vendem. Cuidado com o acabamento, 
além de ficar a marca do corte no canto, fica ainda a marca na união entre os 
dois perfis. Para um melhor acabamento, indica-se que o próprio eletricista 
faça no perfil o acabamento 45º. Em perfis com o LED integrado, às vezes não 
é possível fazer esse tipo de acabamento. 
Os perfis podem também ser utilizados como pendentes ou de forma 
suspensa. Existem modelos prontos ou então podem ser criadas peças especiais 
de acordo com o projeto. Para dar acabamento nesta opção de aplicação, podem 
ser utilizadas canoplas redondas ou quadradas, de embutir ou sobrepor, ou então 
deslocadores de cabos, suporte para segurar os canos, eletrificados ou não. Em 
caso de cabos de aço que não podem ser eletrificados, podemos utilizar cabos 
auxiliares para fazer a ligação descendo de forma paralela ao cabo de fixação.
Os dois modelos de perfis são modernos e muito versáteis. 
Na hora de escolher o tipo de perfil fique atento ao fluxo 
luminoso da fita de LED, já que o acrílico faz com que haja 
perda de 50% ou mais da iluminância. 
Documento de uso EXCLUSIVO de Denise Mattos (denise.omattos@gmail.com) Pedido75673
79
PAINEL DE LED
Os painéis de LED têm excelente custo-benefício e entregam uma 
luminosidade homogênea e difusa. Existem diversos modelos — redondos, 
quadrados e retângulares — e vários tamanhos para você poder escolher. 
Podem ser de embutir ou sobrepor, com diferentes temperaturas de cor.
ONDE UTILIZAMOS? Área de serviço, garagem, depósito, 
escritório, cozinha, espaço gourmet, banheiro, closet e varanda.
LUMINÁRIAS COM ACRÍLICO
A diferença entre os Painéis de LED Integrados para as 
luminárias difusas para lâmpadas é que não entram 
mosquitos, evitando limpeza constante, e também o 
difusor dos painéis de LED fica mais bonito, com a luz 
mais homogênea, sem mostrar postos de luz, o que é 
proporcionado pela lâmpada. 
!
Documento de uso EXCLUSIVO de Denise Mattos (denise.omattos@gmail.com) Pedido75673
80
A iluminação indireta não possui foco dirigido para iluminar, não 
causando ofuscamento. Ela ilumina o ambiente como um todo, gerando 
uma luz confortável e ambiente para o espaço. Sua luz incide na superfície e 
só depois é refletida para iluminar outros cantos do local de forma uniforme. 
O ideal é que a superfície refletiva seja branca para otimizar a reflexão. 
Esse tipo de iluminação cria um efeito aconchegante e menos 
invasivo, ela ilumina de forma suave e difusa, ainda que uniforme, gerando 
conforto visual. É ideal para quartos e principalmente quarto de bebê. 
ONDE UTILIZAMOS? Quartos, sala de estar, varanda gourmet
#deumatcharqexpress
LUMINÁRIAS 
Coleção By Renatas 
LUMINÁRIAS INDIRETAS
As luminárias indiretas são ótimas para residências. já que o 
usuário não consegue perceber a lâmpada dentro da luminária, apenas a luz 
refletida da mesma. Chamamos este modelo de luminárias de rebatedores. 
Podem ser de embutir ou sobrepor, com diferentes tipos de lâmpadas e 
temperatura de cor.
LUMINÁRIA DE 
EMBUTIR - 
LUZ INDIRETA
Documento de uso EXCLUSIVO de Denise Mattos (denise.omattos@gmail.com) Pedido75673
81
TRILHOS
São soluções superversáteis para ambientes que não têm forro 
de gesso, uma vez que podem ser fixados direto na laje. Também existem 
modelos de embutir em gesso.
Preste atenção: existem diferentes modelos que comportam 
diferentes tipos de fonte luminosa. A escolha da lâmpada vai depender do 
projeto. Nos trilhos, podem-se utilizar lâmpadas de destaque como PAR20, 
dicroica, AR70 ou até mesmo bulbo. Existem modelos com LED integrado. 
Os trilhos têm tamanhos que podem variar de acordo com o fabricante, sendo 
comum encontrar peças no mercado com medidas de 100, 150 e 200cm.
Os trilhossão peças eletrificadas bastante práticas. Consistem 
em uma haste metálica responsável por abrigar a fiação elétrica e sustentar 
os “spots”. São versáteis e flexíveis. É possível modificar a posição, foco e 
quantidade de spots de modo a adaptar a iluminação dentro do espaço de 
acordo com as necessidades. Existem diferentes tipos e tamanhos de spots 
para os diferentes tipos de lâmpadas. 
ONDE UTIIZAMOS? Sala de estar, gourmet, cozinha, escritórios. 
Documento de uso EXCLUSIVO de Denise Mattos (denise.omattos@gmail.com) Pedido75673
82
SPOTS
São utilizados para iluminar pontos específicos. Podem ser 
utilizados de forma individual ou em trilhos. Existem diferentes tipos de spot, 
o seu tamanho e formato mudam de acordo com a lâmpada ou fabricante. 
Podem ser integrados ou não. Existem modelos de sobrepor ou embutir. 
Os spots individuais são muito utilizados para iluminação de quadros ou 
objetos de decoração. 
ONDE UTILIZAMOS? Os spots podem ser instalados em forro 
como também em lajes. Utilizamos eles quando queremos 
destacar algum objeto, logo colocamos eles próximos. Uma 
das grandes vantagens dele é sua articulação. 
O uso do trilho deve ser proporcional aos pontos focais a serem 
trabalhados e à dimensão do espaço. Em termos gerais, se um ambiente tiver 
3×3m, por exemplo, o tamanho ideal de trilho a ser utilizado é de 2m para 
que exista uma sobra de 50cm de cada lado do trilho até a parede. O que 
irá diferenciar a iluminação do ambiente é o tipo e quantidade de “spots” que 
serão utilizados, podendo variar de acordo com o tamanho e gosto do cliente. 
Para um trilho de 1m indica-se o uso de pelo menos três spots, que 
podem ser posicionados e adaptados de acordo com o projeto. Para um trilho 
de 1,5m indicamos o uso de quatro spots. Um trilho de 2m podemos utilizar 
cinco spots ou mais. Os trilhos podem ser facilmente emendados. Podem 
também ser utilizados de forma suspensa.
Documento de uso EXCLUSIVO de Denise Mattos (denise.omattos@gmail.com) Pedido75673
83
EMBUTIDO DE SOLO
Os embutidos de solo são uma solução bastante utilizada para 
fazer o efeito de up light. Podem ser utilizados para iluminar uma parede ou 
até mesmo uma árvore. Eles podem ser com o LED integrado, ou até mesmo 
com suporte para instalar lâmpadas como ARs e PARES. Em ambientes 
externos ou com contato com água fique atento ao IP.
ONDE UTILIZAMOS? Jardins, revestimentos, varandas e 
áreas externas no geral.
Documento de uso EXCLUSIVO de Denise Mattos (denise.omattos@gmail.com) Pedido75673
84
A luminária deve ser instalada em condições adequadas 
com nicho para a drenagem da água. As conexões elétricas 
devem ser realizadas utilizando fita de autofusão e caixa 
conexão ou conectores ip65, garantindo assim o isolamento.
Deixar o tubo de pvc passando um pouco;
Brita para a água drenar melhor;
Tubo de pvc. Diâmetro de acordo com o embutido. Pode ser utilizado 
um cap e cortado de acordo com o diâmetro;
Cabo pp com isolação 1kv, emenda com fita de alta fusão ou conexão 
de emenda apropriada;
Eletroduto rígido com curva para baixo, isso evita que a água entre no 
eletroduto (nunca fure o tubo pela lateral, tem que passar o cabo por 
baixo do tubo).
Cuidado com a profundidade dessas peças. Importante também 
ficar atento à instalação. Basicamente a instalação serve para dissipar o calor 
do embutido e para drenar a água, não deixando o mesmo submerso.
1
2
5
3
4
1
2
5
3
4
Maior que Ø5cm colocar 40 cm
Menor que Ø5cm colocar 25cm
Documento de uso EXCLUSIVO de Denise Mattos (denise.omattos@gmail.com) Pedido75673
85
ESPETO DE JARDIM
Os espetos de jardim têm resistência a respingos de água, ideais 
para serem utilizados em áreas externas. São fáceis de instalar, e a melhor 
opção é em temperaturas de cor quente 2700-3000K. Existem espetos 
com a cor verde, sua desvantagem é que reproduzem somente a cor verde 
da planta. Já as cores quentes reproduzem várias cores, podendo de fato 
destacar melhor as cores da folhagem. 
ONDE UTILIZAMOS? Jardins e áreas externas no geral.
Não indicamos a utilização de espetos com energia solar, pois 
a bateria que tem neles não consegue segurar por muito tempo o fluxo 
luminoso ideal do LED, e a vida útil dessas baterias é de mais ou menos 
1 ano, e logo tem que descartar o produto, pois os fabricantes na maioria das 
vezes não têm reposição.
Documento de uso EXCLUSIVO de Denise Mattos (denise.omattos@gmail.com) Pedido75673
86
15
0
-1
8
0
cm
VISTA FRONTAL
ARANDELAS
São luminárias para fixar na parede. Existem basicamente dois tipos 
de arandelas: as de efeito decorativo e as que são usadas para iluminar de 
fato os ambientes. As de efeito decorativo na maioria das vezes são indiretas. 
Esse tipo de iluminação deixa o clima mais aconchegante e intimista, mas, ao 
mesmo tempo, sofisticado. Já os modelos que são para iluminar o ambiente 
de fato geralmente têm em sua face vidro leitoso, para que a iluminação saia 
de fato da arandela para o ambiente que se deseja iluminar.
Arandelas são uma opção para complementar a iluminação 
de ambientes sem forro, já que é fácil criar pontos. Também são bastante 
utilizadas em muros, para iluminar áreas externas. Existem diversos tipos de 
arandelas: de um facho, que emite luz para cima ou para baixo; de dois fachos, 
que emite luz em ambas direções, e modelos diferenciados, com quatro ou 
seis fachos assimétricos.
A altura de instalação deve ser indicada no projeto, podendo 
variar. Na maioria dos projetos a indicação de instalação é 
de 150-180cm. 
ARANDELA 
DE PAREDE
Documento de uso EXCLUSIVO de Denise Mattos (denise.omattos@gmail.com) Pedido75673
87
Os pendentes são capazes de quebrar a linearidade do espaço. 
São muito utilizados sobre a mesa de jantar e cabeceiras 
da cama. Os lustres são utilizados sobre a mesa de jantar e 
também no hall de algumas casas com pé-direito duplo.
BALIZADORES
Como o próprio nome diz, eles são utilizados para balizar um 
caminho, evitando até mesmo acidentes. Porém, no mundo da iluminação 
moderna, é muito comum utilizar balizadores somente para estética, deixando 
de lado suas funcionalidades de balizamento, para criar efeitos e sensações. 
Existem modelos de balizadores para parede e também para piso.
LUSTRES
Para ser considerado um lustre é necessário que seja de cristal 
e tenha braços. Cada vez mais os lustres perdem seu espaço no mercado, 
pois na maioria das vezes não combinam com o design proposto para os 
ambientes. Os lustres também são considerados pendentes, pois estão 
suspensos por um pêndulo, que geralmente é corrente ou cabos de aço.
PENDENTES
São luminárias que quebram a linearidade do ambiente, 
fazendo parte da decoração. Elas exigem cuidado na altura de instalação, 
principalmente quando o pé-direito é baixo, para ficarem proporcionais com o 
mobiliário e a decoração do ambiente.
Existem diferentes modelos, tamanhos e cores. Importante na 
hora de projetar considerar o projeto e a posição de instalação para que estes 
fiquem proporcionais no ambiente e não se tornem obstáculos. Idealmente os 
pendentes devem estar posicionados sobre móveis e não soltos no ambiente.
Documento de uso EXCLUSIVO de Denise Mattos (denise.omattos@gmail.com) Pedido75673
88
ABAJUR E LUMINÁRIA DE MESA
O uso de abajur não somente complementa a decoração de um 
ambiente como também traz aconchego e sossego. A essência do abajur é 
fornecer iluminação indireta e difusa a um determinado espaço. Além disso, 
por existirem em infinitas opções de modelos, cores e estilos, o abajur se 
tornou um item item essencial na decoração.
Na hora de escolher onde será o posicionamento do abajur, 
é indispensável analisar a quantidade de luz necessária e qual será a sua 
função no ambiente. Na maioria dos projetos tem função decorativa.
Diferente dos abajures, as luminárias de mesa têm como principal 
função iluminar as bancadas de estudo ou de trabalho, sendo essencial ficar 
atento ao tipo de lâmpada escolhida e temperatura de cor. O abajur faz parte 
da decoraçãodos ambientes, é essencial nas produções dos ambientes.
CUIDADO COM A TEMPERATURA DE COR! Para luminárias 
de trabalho e estudo, utilize temperaturas de cor quentes se 
for utilizar durante a noite e frias se for utilizar durante o dia. 
O ideal é que na luminária tenha as duas opções.
LUZ
INDIRETA
LUZ
FOCADA
Documento de uso EXCLUSIVO de Denise Mattos (denise.omattos@gmail.com) Pedido75673
89
ACESSÓRIOS
INTERRUPTORES 
São responsáveis por comandar (abrir e fechar) os circuitos, ou 
seja, ligar e desligar a luz. 
SIMPLES: Possui duas conexões, uma para o cabo de fase do circuito de 
iluminação e outra para o retorno que liga na lâmpada.
PARALELO OU THREE-WAY: Possui três conexões na sua estrutura. É utilizado 
para ligar a cena em dois pontos distintos.
INTERRUPTOR INTERMEDIÁRIO OU FOUR-WAY: Possui quatro conexões. 
É utilizado quando se precisa acender uma mesma cena em mais de dois 
locais distintos. Ele é utilizado sempre entre 2 interruptores paralelos.
INTERRUPTOR
SIMPLES
Indicado para
ambientes com
uma única cena
INTERRUPTOR
DUPLO
Indicado para
ambientes 
com a
iluminação
distribuída por
duas cenas
INTERRUPTOR
TRIPLO
Indicado para
ambientes 
com a
iluminação
distribuída por
três cenas
INTERRUPTOR
COM DIMMER
Utilizado para
controlar a
intensidade de
uma ou mais
lâmpadas.
A altura padrão do interruptor é de 110|120cm, podendo haver 
variação de altura de acordo com o projeto! Interruptores 
com alturas diferenciadas devem ter a sua altura indicada 
em planta.
Documento de uso EXCLUSIVO de Denise Mattos (denise.omattos@gmail.com) Pedido75673
90
Para acender uma luminária em uma suíte, em três 
interruptores distintos, podemos usar dois interruptores 
paralelos nas laterais da cama e um interruptor intermediário 
na entrada da suíte.
Esse é um sistema de ligação entre interruptores paralelos e 
intermediários, para acender somente uma cena de iluminação, em três 
interruptores distintos.
DIMMER 
É um dispositivo que controla a intensidade da luz, gerando 
maior ou menor luminosidade, por meio do controle da corrente elétrica. 
O dispositivo pode ser utilizado para controlar a intensidade da luz de uma 
ou mais lâmpadas, proporcionando um ambiente mais agradável, com muito 
mais possibilidades e versatilidade!
Existem diferentes tipos de dimmer, é importante que se verifique 
sempre a compatibilidade com as fontes luminosas. Também não é toda 
lâmpada que permite utilizar dimerização. Para utilizar dimmer especifique 
lâmpadas dimerizáveis.
SOQUETE 
Tem como função garantir a fixação mecânica e a conexão 
elétrica. As lâmpadas possuem diferentes bases e conexões, na hora de 
comprar a luminária escolha o tipo de lâmpada para evitar problemas na 
hora da instalação. 
FASE
LÂMPADA
THREE-WAY THREE-WAYFOUR-WAY
Documento de uso EXCLUSIVO de Denise Mattos (denise.omattos@gmail.com) Pedido75673
91
O soquete é o que vai garantir que o produto seja com-
patível com o destino onde será instalado. Fique atento aos 
diferentes tipos de soquete!
TRANSFORMADOR
Converte a tensão da rede 127V para 220V ou vice-versa.
REATOR
Responsável pela passagem de corrente elétrica da rede para a 
luminária. Normalmente transforma a tensão da rede para 12/24vdv ou uma 
determinada corrente elétrica. Algumas lâmpadas não podem ser ligadas 
diretamente à rede elétrica, por isso precisamos do reator. Importante prever 
espaço para o reator quando a lâmpada exigir o seu uso.
DRIVER
É um dispositivo capaz de adequar a tensão da rede às necessida- 
des de um produto LED, convertendo energia. Ele garante que o produto 
funcione sem altos picos de corrente – o que poderia danificá-lo. Existem dife- 
rentes tipos de drivers, inclusive os dimerizáveis. São especificados 
principalmente para fitas de LED 12/24V, já que as lâmpadas e luminárias já 
vêm integradas nos mesmos.
ADAPTADOR
O adaptador permite o uso de uma lâmpada com um tipo de 
entrada num soquete diferente. Ou seja, se você possui uma lâmpada com 
soquete diferente da luminária ou local onde deseja instalar, os adaptadores 
vão ajudar nessa adequação.
BASES E CONEXÕES
Documento de uso EXCLUSIVO de Denise Mattos (denise.omattos@gmail.com) Pedido75673
92
FOTOCÉLULA
Fotocélula é um sensor para ligar e desligar circuitos de iluminação, 
ou até mesmo outros equipamentos elétricos. É bastante utilizado em 
iluminação pública, onde cada poste com uma pétala tem uma fotocélula 
para acionar, como se fosse a função de um interruptor.
Dentro das fotocélulas tem um sensor, que quando tem a luz 
do sol é desligado o comando. Já na ausência de sol, ele abre o comando, 
ligando assim a fonte de luz.
Podemos utilizar também em residência, como na iluminação 
do jardim. Todos os dias o comando do jardim liga sozinho quando ficar de 
noite. E o legal é que existem fotocélulas com temporizador, onde é possível 
determinar os horários para ligar e desligar o dispositivo.
A função do reator é limitar a corrente elétrica, geralmente 
nas lâmpadas fluorescentes. Já o driver tem como principal 
função converter a energia de alternada para contínua e 
garantir que o LED receba uma corrente elétrica controlada 
e segura. Não podemos utilizar reatores em lâmpadas de 
LED, sempre use os drivers.
SENSOR DE PRESENÇA
Os sensores de presença podem ser utilizados em parede ou 
no teto, tanto de sobrepor como de embutir. A função deles é ligar um 
comando de iluminação quando detectarem alguma pessoa naquele 
ambiente. Também existem sensores de presença que têm também a 
função de fotocélula, isso evita que o sensor de presença funcione durante 
o dia, onde não é necessária a utilização de iluminação diurna. Os sensores 
podem ainda ser instalados na marcenaria, possibilitando o acendimento 
das lâmpadas ao fazer a abertura da porta.
Documento de uso EXCLUSIVO de Denise Mattos (denise.omattos@gmail.com) Pedido75673
93
LEGENDA ILUMINAÇÃO
Para a execução de um projeto de iluminação é necessário adotar 
uma simbologia que represente os diversos tipos de iluminação que serão 
usados no projeto. Como a simbologia é uma forma de linguagem, ela deve 
ser clara, exata e de fácil interpretação.
LEGENDAS LUMINÁRIAS
Todo projeto precisa de uma legenda para que possa ser 
compreendido por todos. A legenda acima ilustra como 
representamos na ArqExpress. Alguns escritórios têm 
representação distinta.
PONTO EXISTENTE NA LAJE OU TETO
PONTO DE LUZ NA PAREDE
BALIZADOR
PONTO DE FORÇA ILUMINAÇÃO MOBILIÁRIOpfor
EMBUTIDO PARA MINIDICROICA
EMBUTIDO PARA AR70
EMBUTIDO PARA PAR20
PERFIL LED - LINEAR XM
FITA DE LED - 2700K
PAINEL PLACA DE LED
PENDENTE A DEFINIRP
ABAJUR A DEFINIRA
SPOT
Documento de uso EXCLUSIVO de Denise Mattos (denise.omattos@gmail.com) Pedido75673
94
CÁLCULO LUMINOTÉCNICO
Basicamente existem dois métodos de cálculos luminotécnicos 
para usar em projetos residenciais e comerciais, que são Método dos Lúmens 
e Método Ponto a Ponto. Para residências utilizamos mais o Método Ponto 
a Ponto, pois é com ele que achamos a quantidade de iluminância em um 
determinado ponto, por exemplo, a iluminação pontual em uma decoração, 
um quadro. Já o Método dos Lúmens usamos mais quando queremos achar 
a iluminação média no ambiente, como cozinha, área de serviço. Para ser 
mais fácil de entender ambos os métodos, vamos disponibilizar um vídeo 
pelo QR Code.
#deumatcharqexpress
PONTO A PONTO
#deumatcharqexpress
LÚMENS
É impossível fazer um bom projeto de iluminação e escolher 
produtos se você não entende pelo menos o básico de 
cálculo luminotécnico. Então assista com bastante atenção 
às aulas em vídeo e anote tudo.
Documento de uso EXCLUSIVO de Denise Mattos (denise.omattos@gmail.com) Pedido75673
AMBIENTE
ESTUDO TÉCNICO
BRIEFING COM 
O CLIENTE
PROJETO TÉCNICO
Dimensões
Posicionamento
Preferência de temperatura de cor
Uso do espaço
Orçamento
Layout
Gosto e intenção
Efeitos e tipos de iluminação
Etapa na qual se conhece o 
espaço. É necessário conhecer:
Etapa na qual se conhece a 
necessidade do cliente para aqueleespaço, o seu orçamento e quais 
os gostos dele, como:
Definição da quantidade 
de luz necessária. Definição de como 
será a iluminação (geral, decorativa, 
destaque...) 
Escolha de lâmpada e tipo de luminária
Etapa de detalhamento
Pontos de iluminação existente
Viabilidade
Pé-direito
Circuitos
Luz solar
Legendas
Se há ou não forro e de que tipo
Especificações
Posição dos interruptores existentes
Cotas
95
FLUXOGRAMA DAS ETAPAS DE UM 
PROJETO LUMINOTÉCNICO
Documento de uso EXCLUSIVO de Denise Mattos (denise.omattos@gmail.com) Pedido75673
96
CHECKLIST DE PROJETO LUMINOTÉCNICO
1. AMBIENTE
 Estar Hall Quarto
 Jantar Escritório Quarto infantil
 Estar integrado Home office Banheiro
 Cozinha Circulação Varanda
Iluminação natural é favorável? Sim Não 
Tem forro? Sim Não 
Qual tipo de forro? Gesso Marcenaria Outros 
Cor do forro ou teto Claro Escuro 
Pé-direito? 
Já existe iluminação artificial no ambiente? Sim Não 
Como é a iluminação existente? 
 Identifique os pontos de iluminação
 Posicione os pontos de iluminação
 Indique o posicionamenrto dos interruptores
 Indique o acionamento e distribuição dos circuitos
Faça um levantamento fotográfico do ambiente, esta é 
a melhor forma para conferir informações e tirar dúvidas 
sobre o ambiente.
Documento de uso EXCLUSIVO de Denise Mattos (denise.omattos@gmail.com) Pedido75673
97
4. COMO ESCOLHER
Tendo posse dessa análise técnica e estética feita por meio de 
briefing e levantamento é possível mesclar necessidades e desejos do cliente 
com nossos conhecimentos técnicos. Desenvolvendo um projeto assertivo, 
confortável e econômico.
2. USO
Qual a finalidade do espaço? Residencial Comercial 
Qual o ambiente? 
Qual o tipo de atividade que será exercida? 
Quantas pessoas utilizarão esse espaço? 
Qual o coeficiente de iluminação? 
Quais são as necessidades do cliente? 
Quais pontos devem ser valorizados? 
Qual temperatura de cor prefere? Quente Neutra Fria
Quantidade de luz no ambiente Muita luz Pouca luz
Alguma exigência ou sonho? 
3. NECESSIDADE
Exponha seu conhecimento e deixe seu cliente seguro em 
relação ao desenvolvimento do projeto. 
Documento de uso EXCLUSIVO de Denise Mattos (denise.omattos@gmail.com) Pedido75673
98
5. PROJETO TÉCNICO
Antes de iniciar entenda a demanda do ambiente e do usuário. 
Compatibilize o projeto luminotécnico com o orçamento antes de apresentar 
ao cliente. Criar falsas expectativas não é adequado.
Qual a temperatura de cor que será utilizada? 
 Quente Neutra Fria
Qual a quantidade de luz necessária? 
Planta Baixa
 Layout mobiliário Cotas gerais Área
Planta Elétrica 
 Posição e altura interruptores Circuitos Legenda
Planta Elétrica 
 Posicionamento das luminárias
 Cota das luminárias
 Legenda dos produtos que serão utilizados 
 Especificação das lâmpadas de cada luminária
 Interruptores e indicação de acionamento 
 dos circuitos
Dependendo das atividades que serão desenvolvidas 
no ambiente é possível que certos pontos exijam mais 
ou menos luz, temperaturas e IRCs distintos... O projeto 
luminotécnico deve ser feito a partir do layout.
CUIDADO! Tanto as luminárias quanto os interruptores 
devem ser cotados a partir do eixo.
ATENÇÃO! 
Confira se a base 
da luminária está de 
acordo com a lâm-
pada e se a tensão é 
adequada!
Documento de uso EXCLUSIVO de Denise Mattos (denise.omattos@gmail.com) Pedido75673
99
PROJETO RESIDENCIAL
 Os pontos básicos do projeto luminotécnico são:
 Definição do tipo de atividade que será praticada
 Cálculo da quantidade de luz para aquele ambiente
 Especificação das lâmpadas e luminárias que serão utilizadas
 Como será feita a distribuição dos comandos.
Agora que você já conhece os tipos de iluminação, como iluminar 
e efeitos de luz possíveis, é necessário compreender qual a necessidade de 
cada ambiente e suas peculiaridades. A escolha de como será a iluminação 
tem um peso estético, funcional e emocional. Além de pesar no orçamento, 
por isso a importância de fazer um bom planejamento.
(FUNCIONALIDADE + ESTÉTICA) X ORÇAMENTO
Pé-direito maior que 280cm [alto]: PAR30, PAR38 E AR111
O planejamento da iluminação deve ser feito de acordo com as 
atividades que serão desempenhadas no local, para garantir segurança e 
funcionalidade, bem como uma boa iluminação para o ambiente. Um ambiente 
de trabalho tem necessidades diferentes de um ambiente residencial. 
Uma mesa de estudo precisa da previsão de uma iluminação para trabalhar. 
Para iluminar um quadro o efeito é estético e decorativo, e por aí vai. 
PÉ-DIREITO X ESCOLHA DA LÂMPADA
Quanto maior o pé-direito, mais fraca será a chegada do facho de 
luz no piso. Sendo assim, a escolha da lâmpada está diretamente relacionada 
ao pé-direito também. Mas sempre deverá usar o método de cálculo ponto a 
ponto, para dimensionar a iluminância ideal.
Documento de uso EXCLUSIVO de Denise Mattos (denise.omattos@gmail.com) Pedido75673
100
PROJETO LUMINOTÉCNICO - FORRO X LAJE
LAJE - OPÇÃO COM UMA ÚNICA FONTE DE LUZ
TRILHO DE 
SOBREPOR
CIRCUITO A
INTERRUPTOR 
PARALELO
CIRCUITO A
INTERRUPTOR 
PARALELO 
CIRCUITO A
Ambientes sem forro possuem uma limitação maior quanto à 
distribuição da iluminação, o que não significa que não seja possível o uso de 
outras fontes de luz para trazer conforto e aconchego para o ambiente. Neste 
exemplo o ambiente possui uma única fonte de luz, diferente do exemplo ao 
lado, em que mesmo sem forro foram criadas outras formas de distribuir a 
iluminação no espaço.
Documento de uso EXCLUSIVO de Denise Mattos (denise.omattos@gmail.com) Pedido75673
101
PROJETO LUMINOTÉCNICO - FORRO X LAJE
LAJE - OPÇÃO COM DIFERENTES FONTES DE LUZ
ABAJUR
CABECEIRA
ILUMINADA
INTERRUPTOR 
DUPLO 
CIRCUITO A/B
PERFIL LED DE 
SOBREPOR
CIRCUITO A
INTERRUPTOR
PARALELO
CIRCUITO A
Diferente do que muitos pensam, podemos criar diferentes cenas 
em um ambiente sem forro, trazendo assim maior conforto e aconchego para 
o ambiente. Neste exemplo foi utilizado um perfil de led como iluminação 
geral para o ambiente. Para possibilitar outros cenários com a luz, foi utilizada 
fita de LED na cabeceira da cama em um circuito independente, bem como 
abajures nas laterais da cama. O posicionamento funcional dos interruptores 
traz mais conforto para o ambiente.
Documento de uso EXCLUSIVO de Denise Mattos (denise.omattos@gmail.com) Pedido75673
102
PROJETO LUMINOTÉCNICO - FORRO X LAJE
FORRO
LUMINÁRIA AR70 
CIRCUITO D
LUMINÁRIA AR70 
CIRCUITO C
INTERRUPTOR 
CIRCUITO B/C
INTERRUPTOR 
CIRCUITO D
PERFIL LED DE 
SOBREPOR
CIRCUITO A
INTERRUPTOR 
DUPLO 
CIRCUTO A/B
LUMINÁRIA 
COM AR70 
CIRCUITO B
O uso de forro permite a derivação de pontos com maior 
facilidade. No exemplo acima foram criados três circuitos 
para atendero layout e projeto. A escolha das lâmpadas, 
bem como a distribuição dos interruptores, traz mais 
conforto para o usuário. O uso de dimmer no quarto é uma 
ótima opção para controle da iluminação.
Documento de uso EXCLUSIVO de Denise Mattos (denise.omattos@gmail.com) Pedido75673
103
SALA DE ESTAR
TIPO DE ILUMINAÇÃO:
Na sala de estar a iluminação deve ser agradável, aconchegante, 
elegante e bonita. Por ser um ambiente de convívio e também de receber visitas, 
o ideal é criar efeitos e possibilitar diferentes cenas no ambiente. A distribuição 
de circuitos e o uso de dimmer são estratégias interessantes para o projeto. 
As diferentes atividades implicam em diferentes necessidades. 
Podemos ter áreas que exigem mais luz e outrasmenos numa mesma sala, vai 
depender das necessidades de cada cliente e de cada projeto. Por exemplo, se 
o cliente gosta de ler na sala é importante prever uma fonte de luz que garanta 
o conforto na hora da leitura, seja uma luminária de piso ou de parede. 
O projeto luminotécnico deve ser feito a partir do layout. Um projeto 
ideal para uma sala de estar deve prever iluminação para o dia e para a noite, 
já que este ambiente é central e muito utiizado nos diferentes momentos 
do dia. Uma boa opção é uma iluminação geral centralizada no ambiente e 
também uma fonte de luz indireta para o final do dia e hora de descanso. 
TIPO DE LÂMPADA/LUMINÁRIA: 
 Dicroica - luz mais intensa e brilhante 
 AR70 - luz mais aconchegante e facho mais fechado 
 PAR20 - Mais luz no ambiente 
 Abajur e luminárias de piso: bulbo e 
 bulbo filamento
TEMPERATURA DA LÂMPADA: Luz quente (2700-3000K)
Atenção na hora de escolher 
as luminárias de piso! Elas 
podem ser protagonistas na 
decoração, mas devem estar 
em sintonia com o resto do 
ambiente. Funcionam de 
maneira independente do 
restante dos circuitos de 
iluminação. PISO
50cm
12
0
-1
30
cm
100cm
150cm
Documento de uso EXCLUSIVO de Denise Mattos (denise.omattos@gmail.com) Pedido75673
104
SALA DE ESTAR - CUIDADOS NA HORA DE PROJETAR
 Não posicione a lâmpada em cima do sofá. Nesse local ele causa descon- 
 forto para quem está sentado. Caso queira usar, não deve passar de 100 lux.
 Cuidado com a iluminação próxima da televisão, ela não deve causar ofus- 
 camento nem refletir na tela. Prefira iluminação suave e difusa.
 A área de leitura exige iluminação direta, por isso é muito comum luminárias 
 de piso desempenharem essa função. Sempre observe se existem ou não 
 tomadas próximas para o acendimento dessa luminária. 
 Se utilizar dimmer, especifique lâmpadas dimerizáveis.
 As sancas são a criação de espaço entre gesso e laje, criando um espaço 
 para acomodar luminária e fazer efeitos com luz. Não se esqueça de prever 
 um espaço para o driver.
 Não esqueça de prever pontos com iluminação indireta na sala [prateleiras 
 ou marcenaria iluminada, sancas] 
 O uso de iluminação decorativa na sala é capaz de mudar a estética do 
 ambiente, além de quebrar a linearidade.
PROJETO NA PRÁTICA - SALA DE ESTAR
Todo projeto deve ser desenvolvido a partir das necessidades do 
cliente e atividades que serão exercidas no ambiente. 
1. Entenda as necessidades do cliente
Liste as necessidades de acordo com o briefing, atividades que serão 
realizadas e rotina do cliente. Vamos imaginar que no caso do projeto 
aplicado o cliente utiliza a sala para assistir televisão, convívio e leitura.
2. Quantos lúmens são necessários para iluminar o ambiente? 
Utilize o “método dos lúmens” para fazer o cálculo. Abaixo criamos um 
vídeo explicativo, basta você acessar o QR Code.
SAIBA MAIS 
SOBRE
Documento de uso EXCLUSIVO de Denise Mattos (denise.omattos@gmail.com) Pedido75673
105
3. Escolha os tipos de iluminação e forma de iluminar o ambiente de 
acordo com as necessidades e distribuição do layout
Iluminação geral: Necessária para iluminar o ambiente em momentos 
de convívio
Iluminação para leitura: Necessário prever um apoio ao lado da poltrona 
para leitura 
Iluminação indireta: Prever um cenário com luz indireta para assistir 
televisão e relaxar 
Outras fontes de iluminação: Prever pontos de luz de destaque para 
quadros. Prever iluminação na marcenaria 
1
2
3
4
4. Escolha qual tipo de lâmpada você usará para cada tipo de efeito 
que você deseja utilizar e sua respectiva luminária.
Para a iluminação geral podemos utilizar plafons, trilhos, PARs, 
posicionados de forma que não haja ofuscamento na televisão ou sofá. 
Cuidado para não posicioná-los sobre o ar-condicionado. A iluminação 
de apoio para leitura pode ser uma luminária no piso ou de parede, 
importante escolher a lâmpada correta para esta atividade [lâmpada 
bulbo é muito indicada]. A luz indireta na sala de estar pode estar presente 
na sanca, no mobiliário, no cortineiro ou até mesmo em arandelas na 
parede, vai depender do tipo de forro do ambiente. Para criar este efeito 
podemos utilizar em sancas, lâmpadas tubulares, perfil de LED ou fita 
de LED e na marcenaria, fita de LED ou perfil de LED. Prever iluminação 
para destacar quadros é muito utilizado em salas, para este efeito utilize 
lâmpada dicroica ou minidicroica. 
Organizada a intenção do projeto, podemos seguir para o 
próximo passo: escolha das lâmpadas e luminárias do projeto.
Documento de uso EXCLUSIVO de Denise Mattos (denise.omattos@gmail.com) Pedido75673
106
1
2
3
4
5. Distribua as lâmpadas de acordo com a intenção do projeto. Fique 
atento para a quantidade de lux. Nesta etapa é importante considerar 
as diferentes atividades, bem como o layout. Não posicione a iluminação 
sobre o sofá ou televisão, para não causar ofuscamento. Distribua os 
pontos de forma que o desenho das luminárias no teto fique harmônico.
Iluminação geral: PAR20 5,5W - 2700K 550 Lm, luminárias 
posicionadas no centro do ambiente
Iluminação de apoio: Bulbo 6W - 3000K 450 Lm, fonte de luz 
direcionada para leitura
Iluminação indireta: Fita de LED - 2700K 790 Lm/m, iluminação na 
marcenaria ideal para criação do efeito de luz indireta no ambiente
Iluminação de destaque: Dicroica - 2700K 525 Lm, luz direcional, 
focada nos quadros. 
1
2
3
4
LÂMPADA
PROJEÇÃO FAIXO 
DE LUZ
Documento de uso EXCLUSIVO de Denise Mattos (denise.omattos@gmail.com) Pedido75673
107
O ideal para você aprender mais sobre produtos é conhecer 
as lojas de iluminação da sua região e solicitar os catálogos. 
6. Faça a distribuição dos circuitos: Imagine como será o percurso do seu 
cliente no ambiente para fazer a melhor distribuição possível dos locais 
de acendimento da luz. A posição dos interruptores também deve ser 
avaliada.
ESSE INTERRUPTOR FARÁ 
O CONTROLE DOS CIRCUITOS A/B/C
CIRCUITO C
CIRCUITO B
CIRCUITO A
CIRCUITO A: Responsável por comandar a iluminação de destaque 
direcionada para os quadros. 
CIRCUITO B: Responsável por iluminar o ambiente de forma geral. Neste 
circuito podemos prever o uso de dimerização
CIRCUITO C: Responsável pela iluminação indireta embutida na prateleira. 
O uso de uma luminária de chão serve de apoio para o momento 
de leitura, além de decorar o ambiente.
Documento de uso EXCLUSIVO de Denise Mattos (denise.omattos@gmail.com) Pedido75673
108
Todo projeto precisa de um planejamento! Na hora de 
distribuir a iluminação, posicione as luminárias a partir do 
layout e não das paredes. 
7. Projeto técnico com detalhamento de cotas e legenda de iluminação. 
Cote as luminárias sempre pelo eixo de forma que elas fiquem “amarradas” 
nas paredes, facilitando assim a instalação. Indique a posição e altura dos 
interruptores. Não esqueça de prever a legenda no projeto. 
Na hora de desenvolver um projeto de iluminação é importante 
criar um raciocínio para o projeto. Aplique o nosso passo a passo para você 
organizar o processo e não esquecer nenhum ponto importante.
1
2
3
“UMA BOA ILUMINAÇÃO LEVANTA UMA ARQUITETURA 
MEDÍOCRE, E UMA ILUMINAÇÃO RUIM 
ACABA COM O MELHOR PROJETO” 
Oscar Niemeyer 
LEGENDA: MINIDICROICA PAR 20 FITA DE LED NA PRATELEIRA
LUMINÁRIA 
COM DICROICA
LUMINÁRIA 
DE PISO
FITA DE LED NA 
MARCENARIA
LUMINÁRIA 
COM PAR 20 
DIMERIZÁVEL
Documento de uso EXCLUSIVO de Denise Mattos (denise.omattos@gmail.com) Pedido75673
109
CHECKLIST SALA DE ESTAR
Podemos começar o planejamento assinalando as necessidades 
do cliente que irão determinar o tipo de iluminação, bem como as preferên-
cias dele no que se refere à iluminação daquele espaço. 
Iluminação Natural Suficiente Insuficiente 
Tem forro? Sim Não
Quais atividades serão exercidas nesse espaço?
 Assistir TV Leitura Jogos Receber amigos Outros
Algum ponto ou objeto especial para destacar?
 Sim Não
Quaistipos de iluminação serão utilizados nesse ambiente?
 Geral Decorativa Destaque
Qual a temperatura de cor que será utilizada? Quente Neutra 
Quais os efeitos de iluminação que serão aplicados no projeto? 
 Luz direta Luz indireta 
Necessário prever dimerização? Sim Não
Os circuitos de iluminação atendem às necessidades do ambiente? 
 Atendem Não atendem Criar novos circuitos
Confira a tensão do ambiente sempre! Comprar lâmpadas 
com a voltagem errada gera retrabalho!
Documento de uso EXCLUSIVO de Denise Mattos (denise.omattos@gmail.com) Pedido75673
110
SALA DE JANTAR
TIPO DE ILUMINAÇÃO:
A luz sobre a mesa de jantar é a estrela do ambiente: além de iluminar, 
é responsável por decorar e trazer movimento, quebrando a linearidade. 
Podemos ainda utilizar outras fontes de luz no espaço, sobre aparadores, 
buffets ou até mesmo arandelas neste ambiente. A iluminação de forma direta 
é ideal para mesa de jantar, dê preferência para pendentes onde a lâmpada 
não fique exposta. Quando utilizados pendentes com luz indireta, considere o 
uso de outras fontes de luz sobre a mesa.
TIPO DE LÂMPADA/LUMINÁRIA: 
 Pendentes - O melhor tipo para iluminar mesa de jantar é o tipo downlight 
 Lâmpada tipo bulbo - Iluminação mais difusa. 
 PAR20 - Mais luz no ambiente. 
 AR70 - Luz mais aconchegante
 Dicroica em pontos de destaque - Sobre móveis ou para iluminar quadros
TEMPERATURA DA LÂMPADA: Luz quente (2700-3000K)
Na hora de instalar o pen-
dente é importante consi- 
derar o posicionamento final 
da mesa. O pendente não 
deve ocupar mais do que 
2/3 do tamanho da mesa. 
Na hora de escolher a peça 
pense sempre na proporção. 
A altura de instalação que 
indicamos é de 130-150cm 
do piso ou então 60-80cm 
da mesa. 
PISO
FORRO
50cm
100cm
150cm
200cm
70
cm
75
cm
Documento de uso EXCLUSIVO de Denise Mattos (denise.omattos@gmail.com) Pedido75673
111
ÁREA MENOR ÁREA MAIOR
 Quanto menor for a área, menos distribuída será a luz, então se 
desejar uma distribuição mais homogênea de luz sobre a mesa o ideal é que 
se utilizem pendentes com áreas maiores. 
Os pendentes devem estar posicionados no centro da mesa
para garantir uma iluminação uniforme sobre a mesma.
O modelo de sala de jantar ideal contempla uma mesa de jantar 
e um local de apoio, neste caso é importante planejar pontos de iluminação 
além da mesa de jantar. Para mesas retangulares indicamos o uso de 
pendentes lineares ou mais de uma peça, de forma que a iluminação possa 
ser distribuída de forma homogênea. Um pendente único centralizado, por 
exemplo, pode acabar ficando desproporcional e não iluminando o ambiente 
da forma desejada. Quanto menor for a peça, menos distribuída será a luz. 
Luz menos distribuída
FORÇA MAIS O OLHAR FORÇA MENOS O OLHAR
Luz mais bem distribuída
Documento de uso EXCLUSIVO de Denise Mattos (denise.omattos@gmail.com) Pedido75673
112
Para iluminar a mesa de forma homogênea, centralize 
sempre o pendente sobre ela. Fique atento à altura de 
instalação e ao tipo de lâmpada escolhida.
PENDENTE LINEAR
PENDENTES IGUAIS
LUMINÁRIA 
DE DESTAQUE 
COMPLEMENTA 
A ILUMINAÇÃO
LUMINÁRIA 
COM DICROICA 
CIRCUITO B
INTERRUPTOR 
DUPLO 
CIRCUITO A/B
INTERRUPTOR 
CIRCUITO A/B
PENDENTE 
LINEAR 
CIRCUITO A
PENDENTE 
DUPLO 
CIRCUITO A
Documento de uso EXCLUSIVO de Denise Mattos (denise.omattos@gmail.com) Pedido75673
113
CHECKLIST SALA DE JANTAR
Iluminação Natural Suficiente Insuficiente
Tem forro? Sim Não
Vai ser necessário puxar mais pontos de iluminação? Sim Não
Quantos lugares tem a mesa? 
Qual o formato da mesa?
 Redonda Oval Quadrada Retangular
Além da mesa, qual outro móvel tem no ambiente?
 Estante Cristaleira Buffet
Algum ponto ou objeto especial para destacar? Sim Não
Qual temperatura de luz será utilizada ? Neutra Quente
 Posição do pendente em planta 
 Altura de instalação do pendente
Mesa de jantar redonda: indicamos o uso de pendentes redondos 
com cúpula, e o diâmetro do pendente deve ter 1 a 2/3 do raio da mesa. Instale 
o pendente no centro da mesa. Mesa de jantar quadrada: indicamos o uso de 
um pendente redondo com cúpula. O diâmetro do pendente não deve ser 
maior que 2/3 do tamanho da mesa. A instalação deve ser central. 
Mesa retangular ou oval: Podemos utilizar um pendente linear 
menor que a mesa, indicamos que o pendente seja 20-30cm menor que a 
mesa. Podemos também utilizar duas ou mais peças, que devem ser divididas 
proporcionalmente de acordo com o tamanho da mesa. Exemplo: numa mesa 
de 180x90, podemos utilizar duas peças de 60cm posicionadas com uma 
distância de 90cm [medida pelo eixo] entre as peças. É possível ainda utilizar 
vários pendentes menores de forma repetida.
Documento de uso EXCLUSIVO de Denise Mattos (denise.omattos@gmail.com) Pedido75673
114
COZINHA
TIPO DE ILUMINAÇÃO:
Cozinhas são locais de trabalho, exigem uma boa iluminação. 
É importante explorar a luz natural e prever uma iluminação abundante 
com bom IRC. Recomendamos sempre uma iluminação homogênea e bem 
distribuída, bem como iluminação de apoio. Na cozinha é possível trabalhar 
com diferentes efeitos e criar cenários de luz e sombra. No entanto a área 
da pia (área de trabalho) deve ser a região com maior iluminação, por isso 
fique sempre atento para não gerar sombra nessa área e quando for viável 
utilize uma iluminação complementar nesse ponto. Garantindo precisão e 
segurança na hora do preparo. O fogão geralmente é iluminado pela coifa, 
caso não haja iluminação sobre a área de cocção, fique atento para que o 
corpo de quem for cozinhar não gere área de sombra. 
TIPO DE LÂMPADA/LUMINÁRIA: 
 Tubular - iluminação mais difusa
 Painel de LED - iluminação mais homogênea e difusa com alto fluxo 
luminoso
 Perfil com fita de Led 
 Pendentes - iluminação decorativa. Fique atento à altura de instalação
Na cozinha o IRC deve ser elevado 
para possibilitar a melhor visualização 
dos produtos que serão preparados. 
O mesmo cuidado deve ser tomado 
com a iluminação nas áreas de re-
feições. A visualização dos alimentos 
de forma que deixe eles apetitosos é 
fundamental. 
70
cm
10
0
-1
10
cm
 Fita LED em perfil ou Neon LED - 
iluminação de trabalho e decorativa bastante 
utilizada nos armários aéreos. Ela ajuda a 
minimizar áreas de sombra na pia e bancada.
TEMPERATURA DA LÂMPADA:
Luz quente (3000K) e/ou luz neutra (4000K)
Documento de uso EXCLUSIVO de Denise Mattos (denise.omattos@gmail.com) Pedido75673
115
CHECKLIST COZINHA
A iluminação da cozinha geralmente é bem mais simples que a 
da maioria dos ambientes, no que se refere à criação de cenas. Entretanto 
precisamos ter um cuidado redobrado para garantir a boa visualização dos 
alimentos que ali serão preparados. 
Iluminação Natural Suficiente Insuficiente
Tem forro? Sim Não
Qual será a cor do piso da cozinha? Claro Escuro 
Qual será a cor do mobiliário da cozinha? Claro Escuro 
Qual será a cor das paredes da cozinha? Claro Escuro 
São realizadas refeições na cozinha? Sim Não
Existem móveis aéreos sobre a área da bancada? Sim Não 
O fogão/cooktop tem coifa/depurador com iluminação?
 Sim Não
Quais tipos de iluminação serão utilizados nesse ambiente? 
 Geral Destaque
Qual temperatura de luz será utilizada ? Neutra Quente
O mobiliário terá iluminação? Sim Não 
Existe algum ponto para destacar na cozinha? Sim Não
Existe algum ponto com superfície brilhosa? Sim Não 
Opte por luz perpendicular ou lateral na área de cocção,para evitar a criação de sombras indesejáveis. O vapor e a 
gordura das panelas podem atrapalhar a iluminação, por 
isso evite lâmpadas expostas nessa área. 
Documento de uso EXCLUSIVO de Denise Mattos (denise.omattos@gmail.com) Pedido75673
116
Para distribuir adequadamente a luz no ambiente, a distância 
entre os painéis deve ser o dobro da distância do painel lateral em relação 
à parede. Centralize os painéis em relação às bancadas e não às paredes. 
Os pendentes devem também estar centralizados em relação à bancada e 
distribuídos igualmente sobre ela. Quando escolher o pendente, certifique-se 
de que o mesmo esteja apto para a utilização de uma lâmpada adequada 
para a criação do efeito desejado.
Iluminação direta: iluminação homogênea sobre a bancada de trabalho. 
Iluminação geral: responsável por iluminar o ambiente de forma 
homogênea.
Pendentes: luz direta sobre a bancada de refeições. 
1
1
2
2
3
3
LAVANDERIA
TIPO DE ILUMINAÇÃO:
Nesse ambiente a iluminação se assemelha muito à da cozinha. 
Não costumamos criar muitas cenas e tomamos os maiores cuidados 
na área da bancada para garantir boa visualização da área de trabalho. 
Este é um ambiente no qual a maioria dos clientes não deseja investir em 
iluminação, optando por soluções mais econômicas. 
PERFIL DE LED 
CIRCUITO C
PAINEL 
PLACA DE LED 
CIRCUITO B
INTERRUPTOR 
TRIPLO A/B/C
PENDENTES 
CIRCUITO A
Documento de uso EXCLUSIVO de Denise Mattos (denise.omattos@gmail.com) Pedido75673
117
CHECKLIST LAVANDERIA 
Tem forro? Sim Não
O varal será aéreo? Sim Não
Cuidado com o conflito entre o varal e a iluminação
Existem móveis aéreos sobre a área da bancada? Sim Não 
Quais tipos de iluminação serão utilizados nesse ambiente? 
 Geral Destaque
Qual temperatura de luz será utilizada? Neutra Quente
Assim como na cozinha, adotamos aqui a estratégia de utilizar 
iluminação geral, distribuindo igualmente plafons pelo ambiente. Para não 
criar uma área de sombra na bancada, centralizamos o plafon entre a bancada 
e a parede oposta a ela. 
TIPO DE LÂMPADA/LUMINÁRIA:
Painel de LED - iluminação mais homogênea e difusa com alto fluxo luminoso
TEMPERATURA DA LÂMPADA: Luz neutra (4000K) 
INTERRUPTOR 
CIRCUITO A
PAINEL PLACA 
DE LED 
CIRCUITO A
Documento de uso EXCLUSIVO de Denise Mattos (denise.omattos@gmail.com) Pedido75673
118
VARANDA
TIPO DE ILUMINAÇÃO:
O projeto luminotécnico da varanda exige um cuidado especial no 
que se refere ao IP (índice de proteção) por se tratar de uma área aberta. 
A iluminação pode ser de vários tipos: arandelas, embutida no solo e quando 
há cobertura pontos de iluminação no teto, permitindo o uso de pendentes, 
plafons, spots. 
IP DA LÂMPADA: 65 (varandas abertas)
CHECKLIST VARANDA 
Tem forro? Sim Não
Varanda coberta? Sim Não
Varanda aberta ou fechada? Aberta Fechada
Quais serão os usos desse espaço?
 Descanso Leitura Convívio
 Refeições Preparo de refeições Outros
Quais tipos de iluminação serão utilizados nesse ambiente? 
 Geral Destaque
Qual temperatura de luz será utilizada? Neutra Quente
PROJETO NA PRÁTICA - VARANDA
O tipo de varanda que seu cliente tem irá determinar as 
possibilidades de iluminação para o ambiente. Além disso, a forma como ele 
pretende utilizar o espaço também irá determinar como será a iluminação do 
ambiente. A iluminação deve ser planejada de acordo com as necessidades 
e intenção.
Documento de uso EXCLUSIVO de Denise Mattos (denise.omattos@gmail.com) Pedido75673
119
CORREDOR
TIPO DE ILUMINAÇÃO:
O corredor é uma área de passagem da casa. A iluminação pode 
ser utilizada para fazer a marcação do “caminho”. Existem diversas formas 
de iluminar este ambiente, desde iluminação geral até o uso de wallwash, 
balizadores ou arandelas na parede. O uso de sensores de presença é muito 
indicado para corredores. As paredes iluminadas fazem um corredor se tornar 
mais amplo. A luz indireta no teto é também uma opção para deixar o espaço 
mais acolhedor. 
TIPO DE LÂMPADA: 
 Embutidos de solo - mais cênico e decorativo. 
 Minidicroica fazendo o efeito de wallwash com 15-30cm de afastamento 
 da parede
 Balizadores a 18-35cm do piso fazendo a marcação do caminho
 Perfil de LED no centro ou lateral do corredor
INTERRUPTOR 
PARALELO 
CIRCUITO A
INTERRUPTOR 
PARALELO 
CIRCUITO A
INTERRUPTOR 
PARALELO 
CIRCUITO A
INTERRUPTOR 
PARALELO 
CIRCUITO A
ARANDELA 
H=30cm
MINIDICROICA 
CIRCUITO A
Documento de uso EXCLUSIVO de Denise Mattos (denise.omattos@gmail.com) Pedido75673
120
BANHEIRO
TIPO DE ILUMINAÇÃO:
Em banheiros é comum o uso de iluminação geral, ou seja, uma 
iluminação para todo o banheiro. Entretanto é possível tê-la distribuída 
de forma homogênea ou com a fonte de luz posicionada diretamente e 
atendendo às necessidades e às atividades do espaço (área de bancada e 
chuveiro, por exemplo). Um cuidado importante é com relação à especificação 
de lâmpadas: evite as opções sem vidro refletor, pois o vapor no banheiro 
pode oxidá-las. As lâmpadas LED podem ser utilizadas sem problema, 
pois o vapor não as afeta, uma vez que elas já vêm protegidas de fábrica. 
A iluminação na área do espelho merece atenção e cuidado, principalmente 
se o espaço for destinado à maquiagem.
TIPO DE LÂMPADA/LUMINÁRIA:
 DICROICA - Luz mais intensa e brilhante
 PAINEL DE LED - Iluminação mais homogênea e difusa
 PAR20 - Mais luz no ambiente e garantia de maior aconchego
Para um banho relaxante ilumine a parede do box.
TEMPERATURA DA LÂMPADA: Luz quente (3000K) ou luz neutra (4000K) são 
as temperaturas ideais.
Não tenha medo de misturar temperaturas de cor no mesmo 
ambiente! Quando bem pensadas, as temperaturas de cor 
se complementam e ajudam nas tarefas do dia a dia na casa. 
Basta primeiro dividir o espaço em setores e especificar 
qual a cor ideal para cada função. Separe esses setores em 
circuitos distintos. 
No box é interessante prever uma iluminação para o momento de 
relaxamento do banho. Podemos utilizar lâmpadas minidicroicas próximas a 
parede ou então miniled integrado. Iluminar o nicho do box também é uma 
solução interessante para o banheiro.
Documento de uso EXCLUSIVO de Denise Mattos (denise.omattos@gmail.com) Pedido75673
121
CHECKLIST BANHEIRO 
Iluminação natural? Sim Não
Tem forro? Sim Não
Qual será a cor do piso do banheiro? Claro Escuro 
Qual será a cor do mobiliário do banheiro? Claro Escuro 
Qual será a cor das paredes do banheiro? Claro Escuro 
A área da bancada tem mais de uma cuba? Sim Não
Quais tipos de iluminação serão utilizados nesse ambiente? 
 Geral Destaque
Qual temperatura de luz será utilizada?
 Neutra Quente
Iluminação para maquiagem: Sim Não
PROJETO NA PRÁTICA - BANHEIRO
ILUMINAÇÃO NA ÁREA DO ESPELHO: 
Para não refletir e ofuscar, especifique luz difusa nessa área. 
Especifique lâmpadas com bom índice de reprodução de cor. 
COMO NÃO CRIAR EFEITOS DE SOMBRA INDESEJÁVEIS NO ROSTO DO 
CLIENTE:
 Evite downlight.
 Opte por luz frontal.
 Prefira luz neutra ou misture luz quente e luz fria para criar uma sensação 
 de iluminação natural.
Documento de uso EXCLUSIVO de Denise Mattos (denise.omattos@gmail.com) Pedido75673
122
BANHEIRO: ILUMINAÇÃO HOMOGÊNEA
Este é um projeto mais econômico onde a iluminação é única 
e está distribuida de forma homogênea. Mesmo com a iluminação “mais 
simples” podemos prever um único circuito, ou mais circuitos de forma que o 
acendimento das luminárias seja individual.
LUZ DISTRIBUÍDA EM COMANDOS
O uso de comandos e diferentes fontes de iluminação permite a 
criação de diversas cenas e efeitos no ambiente, diferentementede quando 
trabalhamos com a distribuição homogênea. 
PAR20 
3000K 
CIRCUITO A
INTERRUPTOR 
CIRCUITO A
PAINEL 
PLACA DE LED 
CIRCUITO A
MINIDICROICA 
CIRCUITO C
PERFIL DE LED 
CIRCUITO B
INTERRUPTOR 
CIRCUITO A/B/C
Documento de uso EXCLUSIVO de Denise Mattos (denise.omattos@gmail.com) Pedido75673
123
DORMITÓRIOS
TIPO DE ILUMINAÇÃO:
Os quartos podem exigir uma iluminação bem versátil. Não é 
incomum dormir, se arrumar e trabalhar no mesmo ambiente. Com isso 
precisamos abordar a iluminação de diferentes maneiras, mas sempre 
tendo em mente a necessidade do cliente e que dormitórios são ambientes 
destinados ao descanso. A dimerização é bastante útil nesse ambiente por 
permitir o ajuste da intensidade luminosa de acordo com a atividade exercida. 
É interessante criar efeitos indiretos de iluminação, como sanca iluminada na 
cabeceira ou no forro. Bem como pensar em iluminação próxima à cabeceira, 
seja para leitura ou não. Se usar uma luminária sobre a mesa de cabeceira 
fique atento à medida. 
TIPO DE LÂMPADA: 
 AR70 - Luz mais aconchegante e com facho mais fechado - a preferida 
para dormitórios do ClubArqExpress
 Dicroica - Luz mais intensa e brilhante
 PAR20 - Mais luz no ambiente
 Lâmpadas tubulares LED - iluminação com mais luz. Recomendamos 
apenas em sancas. 
 Fita de LED para iluminação indireta
TEMPERATURA DA LÂMPADA: Luz quente (2700-3000K), quando for para 
relaxar. Para leitura, no entanto, recomendamos a adoção de uma iluminação 
no máximo neutra, nunca fria.
A altura de instalação dos pendentes 
sobre mesas de cabeceira deve ser de 
30 a 50cm. 
30
-5
0
cm
Documento de uso EXCLUSIVO de Denise Mattos (denise.omattos@gmail.com) Pedido75673
124
QUARTO - ADULTO
TIPO DE ILUMINAÇÃO:
Quando projetamos quartos para adultos é interessante pensar 
na possibilidade de criação de cenas, bem como controle da intensidade de 
iluminação. O uso de interruptor hotel (paralelo) também é um recurso 
que garante maior conforto no dormitório. Posicione-o de forma que fique 
confortável ligar e desligar a iluminação antes de dormir.
ILUMINAÇÃO PRÓXIMA À CAMA:
Quando pensamos na iluminação da cabeceira e mesa de 
cabeceira temos uma infinidade de possibilidades, podemos usar sancas, 
pendentes, arandelas ou abajur. 
CABECEIRA ILUMINADA
LUMINÁRIA DE LEITURA
LUMINÁRIA DE PAREDE
PENDENTE
Num mesmo dormitório podemos mesclar tipos de ilumi-
nação, como abajur e cabeceira iluminada.
Documento de uso EXCLUSIVO de Denise Mattos (denise.omattos@gmail.com) Pedido75673
125
Conforto é essencial em quartos. Um bom projeto de ilumi-
nação pode mudar completamente o ambiente.
CHECKLIST DORMITÓRIO ADULTO 
A iluminação do dormitório pode variar bastante de acordo 
com o layout, necessidade e orçamento do seu cliente. As necessidades e 
atividades irão determinar o tipo de iluminação.
Tem forro? Sim Não
Iluminação Natural Suficiente Insuficiente
Quais os efeitos de iluminação que serão aplicados no projeto? 
 Luz direta Luz indireta 
Necessário prever dimerização? Sim Não 
Os circuitos de iluminação atendem às necessidades do ambiente? 
 Atendem Não atendem Criar novos circuitos 
Quais tipos de iluminação serão utilizados nesse ambiente? 
 Geral Destaque
Qual temperatura de luz será utilizada ? Neutra Quente
Qual será a cor do piso? Claro Escuro 
Qual será a cor do mobiliário? Claro Escuro
Qual será a cor das paredes? Claro Escuro
Iluminação da cabeceira? Sim Não 
Iluminação para o armário? Sim Não 
 Previsão e posicionamento dos interruptores de acordo com o projeto
Documento de uso EXCLUSIVO de Denise Mattos (denise.omattos@gmail.com) Pedido75673
126
PROJETO NA PRÁTICA - QUARTO ADULTO
Este é um quarto multifuncional. A iluminação geral, representada 
pelo circuito A, está sendo proposta com lâmpadas AR70 no pé da cama, 
trazendo um ar intimista e aconchego para o ambiente. Sobre a prateleira 
foi considerada uma fita de LED para criar a opção de luz indireta para 
momentos de relaxamento no ambiente [circuito B]. O circuito C foi criado 
para iluminação do armário. As mesas de cabeceira são assimétricas, de um 
lado elas funcionam de apoio e do outro como um espaço de trabalho. Dessa 
forma foram criados diferentes circuitos, com interruptores independentes e 
iluminações diferentes. Sobre a cabeceira, circuito D, foi utilizada uma lâmpada 
dicroica. Sobre a mesa de trabalho, um perfil de LED com temperatura de cor 
neutra, diferente de todas as outras lâmpadas que foram consideradas com 
temperatura de cor quente. Na entrada do ambiente seria ainda possível uma 
iluminação neste hall, que acabou ficando mais escuro por opção do cliente.
ILUMINAÇÃO 
DE APOIO
ILUMINAÇÃO 
DIRETA 
CIRCUITO E
INTERRUPTOR 
TRIPLO CIRCUITO 
A/B/E
ILUMINAÇÃO 
ARMÁRIO 
CIRCUITO C
ILUMINAÇÃO 
GERAL 
CIRCUITO A
ILUMINAÇÃO 
INDIRETA 
CIRCUITO B
INTERRUPTOR 
TRIPLO CIRCUITO 
A/B/C
INTERRUPTOR 
TRIPLO CIRCUITO 
A/C/D
Documento de uso EXCLUSIVO de Denise Mattos (denise.omattos@gmail.com) Pedido75673
127
QUARTO - INFANTIL
TIPO DE ILUMINAÇÃO:
O quarto de criança é um ambiente lúdico, que deve estar receptivo 
para estimular sentidos, brincadeiras e emoções. Na maioria dos casos, é 
nesse ambiente que a criança vai dormir, brincar e estudar. A iluminação deve 
refletir as diferentes atividades que serão exercidas no dormitório, respeitando 
os desejos do jovem cliente.
ILUMINAÇÃO PRÓXIMA À CAMA: quando pensamos na iluminação da 
cabeceira e mesa de cabeceira temos uma infinidade de possibilidades, 
podemos usar sancas, pendentes, arandelas ou abajur. Sempre que possível 
é indicado o uso de um interruptor hotel próximo à cama, para ligar/desligar 
circuitos. 
ILUMINAÇÃO DA ÁREA DE ESTUDOS: o estudo demanda atenção, por isso 
não recomendamos nesse setor iluminação quente. Em vez disso opte aqui 
por iluminação neutra. 
CHECKLIST DORMITÓRIO INFANTIL
Iluminação Natural Suficiente Insuficiente
Tem forro? Sim Não
O quarto será para quantas crianças? 1 2 3 ou +
O closet/guarda-roupa está dentro do quarto? Sim Não 
A criança irá estudar nesse ambiente? Sim Não 
Haverá televisão no dormitório? Sim Não
Quais tipos de iluminação serão utilizados nesse ambiente? 
 Geral Destaque
Qual temperatura de luz será utilizada?
 Neutra Quente
Documento de uso EXCLUSIVO de Denise Mattos (denise.omattos@gmail.com) Pedido75673
128
PROJETO NA PRÁTICA - QUARTO INFANTIL
OPÇÃO COM FORRO:
Em ambientes com forro temos maiores possibilidades de derivar 
a iluminação e através da distribuição de circuitos é possível criar diferentes 
cenas para o ambiente.
OPÇÃO COM LAJE:
Em ambientes sem forro é necessário o planejamento de outras 
fontes de luz, criando assim diferentes cenas. Com a cabeceira iluminada é 
possível criar uma luz, indireta no quarto. O abajur é capaz de criar uma luz 
direta para a mesa de estudo. 
INTERRUPTOR 
CIRCUITO A
INTERRUPTOR 
CIRCUITO A/B
INTERRUPTOR 
CIRCUITO D
FITA DE LED 
4000K 
CIRCUITO D
PERFIL DE LED 
SOBREPOR 
CIRCUITO A
INTERRUPTOR 
DUPLO 
CIRCUITO A/B
INTERRUPTOR 
DUPLO 
CIRCUITO A/B
PERFIL DE LED 
CIRCUITO A
PERFIL DE LED 
CIRCUITO B
LUMINÁRIA 
DE MESA 
FITA DE LED 
CIRCUITO B
FITA DE LED 
CIRCUITO C
Documento de uso EXCLUSIVO de Denise Mattos (denise.omattos@gmail.com) Pedido75673
129
QUARTO - BEBÊ
TIPO DE ILUMINAÇÃO:
O quarto do bebê é o primeiro contato de uma criança com o 
universo. É fundamental que a iluminação seja aconchegante, para garantir o 
sono tranquilo do bebê. Quando projetamos esse tipo de quarto, temos que 
lembrar que os olhos do recém-nascido são extremamente sensíveis à luz. 
Com isso é muitoimportante cuidar do ofuscamento. Por isso sugerimos a 
iluminação indireta para garantir o conforto do bebê. No entanto, se fizermos 
uma iluminação por setores no dormitório podemos trabalhar com:
 iluminação de destaque na área do armário
 iluminação geral no centro do ambiente
 iluminação indireta em alguns pontos para criação de cenas
 arandelas sobre o trocador (cuidado com a altura!)
 abajur de apoio em uma das laterais da poltrona de amamentação (atenção 
 para que tenha uma tomada disponível perto)
 área do berço - evite iluminação do tipo downlight, para não causar 
 irritação aos olhos do bebê. Nessa área trabalhe somente com luz indireta.
TIPO DE LÂMPADA/LUMINÁRIA: 
 DICROICA - Luz mais intensa
 AR70 - Luz mais aconchegante
 PAR20 - Maior iluminação no ambiente 
TEMPERATURA DA LÂMPADA: 
Luz quente (2700K) é a melhor opção para quartos de bebê, mas é 
possível usar a luz quente (3000K) se os clientes não gostarem de luz 2700K. 
Posicione o interruptor próximo à porta e ao berço. 
Documento de uso EXCLUSIVO de Denise Mattos (denise.omattos@gmail.com) Pedido75673
130
CHECKLIST DORMITÓRIO BEBÊ
Iluminação Natural Suficiente Insuficiente
Tem forro? Sim Não
O bebê será trocado nesse ambiente? Sim Não 
Quais tipos de iluminação serão utilizados nesse ambiente? 
 Geral Destaque
Qual temperatura de luz será utilizada? Neutra Quente
Será utilizado dimmer no ambiente? Sim Não
PROJETO NA PRÁTICA - DORMITÓRIO BEBÊ
O quarto do bebê deve ter uma iluminação aconchegante. 
Por isso não foram especificados pontos de iluminação sobre a área do berço. 
O circuito A é responsável pela iluminação geral, o B visa iluminar o armário, 
enquanto o “C” são arandelas que proporcionam aconchego. Podemos ter 
ainda um abajur próximo à cadeira de amamentação ou ao berço. Em alguns 
dos circuitos é fundamental a indicação e uso de dimmer. Indicamos o uso de 
rebatedores na iluminação geral.
PERFIL DE LED 
CIRCUITO C
INTERRUPTOR 
CIRCUITO A/B/C
REBATEDOR 
DIMERIZÁVEL 
CIRCUITO B
ARANDELAS 
CIRCUITO A
Documento de uso EXCLUSIVO de Denise Mattos (denise.omattos@gmail.com) Pedido75673
131
CLOSET
TIPO DE ILUMINAÇÃO:
Como é neste espaço que vamos nos arrumar, é necessário que a 
luz seja abundante e com bom índice de reprodução de cores. A iluminação 
distribuída de forma homogênea é ideal para este ambiente. Na parte interna 
do armário é também possível utilizar iluminação.
TIPO DE LÂMPADA: 
 Fita de LED instalada em perfil de LED
 Neon LED - efeito mais fininho
 Rasgo com tubular - luz indireta e aconchegante
TEMPERATURA DA LÂMPADA: Luz quente (3000K) e/ou luz neutra (4000K)
PROJETO NA PRÁTICA - CLOSET
A melhor maneira de iluminar o closet é de forma homogênea, 
podendo assim visualizar todas as peças da mesma forma. Podemos utilizar 
tanto painéis como perfis de LED. Importante colocar o eixo dessas luminárias 
centralizado em relação aos armários e não em relação às paredes.
Na parte interna dos armários é possível também utilizar iluminação, 
lembre apenas de prever o espaço para o interruptor. O perfil de LED deve ser 
instalado na prateleira superior, de forma que as demais prateleiras fiquem 
recuadas para distribuição da iluminação. 
INTERRUPTOR 
CIRCUITO A
INTERRUPTOR 
CIRCUITO A/B
PAINEL PLACA 
DE LED 
CIRCUITO A
PERFIL DE LED 
CIRCUITO A
PERFIL DE LED 
CIRCUITO B
Documento de uso EXCLUSIVO de Denise Mattos (denise.omattos@gmail.com) Pedido75673
132
HOME OFFICE / ESCRITÓRIO
TIPO DE ILUMINAÇÃO:
Como é um ambiente que exige atenção, a iluminação mais 
adequada é uma homogênea, difusa ou indireta. 
TIPO DE LÂMPADA: 
 Tubular - iluminação mais indireta
 Bulbo - lâmpadas leitosas com efeito mais difuso
 Perfil de LED - iluminação difusa
 Painel de LED - iluminação mais homogênea e difusa
TEMPERATURA DA LÂMPADA: Luz quente (3000K) e/ou luz neutra (4000K)
HOME OFFICE / ESCRITÓRIO - PROJETO APLICADO
Sempre que possível trabalhe com iluminação sobre a mesa de 
trabalho, seja com pontos de iluminação no teto ou pelo uso de luminárias 
de mesa. Os perfis são uma boa opção quando houver apenas um ponto de 
iluminação no ambiente. Com eles a iluminação se espalha no ambiente de 
maneira uniforme. 
FITA DE LED 
CIRCUITO B
INTERRUPTOR 
CIRCUITO A/B
INTERRUPTOR 
PARALELO 
CIRCUITO A
PERFIL DE LED 
CIRCUITO A
Documento de uso EXCLUSIVO de Denise Mattos (denise.omattos@gmail.com) Pedido75673
133
CAMARIM / ÁREA DE SE MAQUIAR
TIPO DE ILUMINAÇÃO:
O camarim ou área de maquiagem pode ser no dormitório, na área 
do closet, no banheiro ou mesmo no ambiente de trabalho. O essencial nesse 
espaço é a luz vir de encontro ao rosto, para não criar sombras. A iluminação 
deve ser frontal e lateral ao rosto, não deve incomodar os olhos. Outro cuidado 
importante é com o índice de reprodução das cores (IRC), pois quem estiver 
se maquiando precisa ver as cores dos produtos e da pele como elas são. 
Com isso recomendamos um IRC superior a 80.
A iluminação pode ser feita de diversas maneiras. Ideal é que 
a luz seja frontal. Espelhos retroiluminados com luz em toda volta não 
possuem luz incidindo no rosto, ajudam um pouco mas são mais decorativos. 
Podemos utilizar espelhos com transparência frontal de forma que a luz 
incida de forma direta no rosto. Arandelas nas laterais com luz difusa são 
também uma ótima opção. 
TIPOS DE LÂMPADA: 
 Miniglobo filamento - podem ser posicionadas ao redor do espelho, 
servindo à dupla função de iluminação e decoração. 
 Espelho com frisos jateados ou perfil de LED.
TEMPERATURA DA LÂMPADA: Luz neutra é a mais adequada
ILUMINAÇÃO INDIRETA ILUMINAÇÃO FRONTAL
Documento de uso EXCLUSIVO de Denise Mattos (denise.omattos@gmail.com) Pedido75673
134
ILUMINAÇÃO PARA QUADROS 
O posicionamento incorreto da iluminação de quadros atrapalha 
na visibilidade da arte e distorce nossa percepção do espaço. Outro cuidado 
importante é a escolha do vidro no quadro, para minimizar efeitos indesejados 
de iluminação, como reflexos. 
COM UM ÂNGULO 
MUITO ÍNGREME
COM UM ÂNGULO 
MUITO ABERTO
Pode criar sombras
indesejadas
MUITO
PERTO
MUITO
LONGE
Pode refletir um brilho 
indesejado sobre a arte
Para iluminar um quadro decorativo corretamente, devemos usar 
uma luz direcional, pode ser dicroica, PAR20, AR70, LED integrado. Deve 
rotacionar a luz do eixo vertical em 30º, essa é a melhor forma de iluminar, 
proporcionando a melhor visualização possível do usuário. Nos exemplos 
foram criados 4 opções de pés-direitos diferentes, a distância da parede até 
o eixo da luminária varia de acordo com os mesmos.
Documento de uso EXCLUSIVO de Denise Mattos (denise.omattos@gmail.com) Pedido75673
135
PROJETO COMERCIAL
TIPO DE ILUMINAÇÃO:
A maioria dos ambientes comerciais tem uma iluminação que nos 
“desperta” ao entrarmos. Nesse guia não iremos nos aprofundar em ambientes 
comerciais, pois existe uma especificidade enorme para diferentes tipos de 
ambientes. Se pegarmos lojas como exemplo, poderíamos setorizar em 
boutiques e lojas de departamento ou pelo tipo de produto ofertado. Cada 
uma dessas categorias exige um tipo de iluminação específica. Para fins 
didáticos vamos explorar a iluminação de escritórios, salas de atendimento 
e recepções. Esses espaços exigem iluminação bem distribuída e com 
pontos de iluminação focados nas estações de trabalho (mesas, balcão de 
atendimento...). Assim como no projeto luminotécnico residencial, o projeto 
luminotécnico comercial deve partir do layout. 
TIPO DE LÂMPADA: 
 Tubular - iluminação mais difusa, recomendamos o uso dela sobre a área 
 de trabalho. Pode estar em pendentes ou painéis embutidos. 
 Painel de LED - iluminação mais homogênea e difusa, adequada para 
 iluminação geral do ambiente.
 PAR20 - mais luz direcional no ambiente, preferencialmente utilizamos ela 
 para iluminação decorativa.
 Dicroica e minidicroica - luz marcante, excelente para realçar a decoração,por isso recomendamos seu uso para iluminação de destaque.
TEMPERATURA DA LÂMPADA: Luz neutra (4000K) ou fria para garantir a 
concentração. 
Cuidado com a altura do pendente sobre a mesa de trabalho! 
Se ficar muito baixo causará desconforto e atrapalhará a 
visibilidade do espaço. Se o escritório for para trabalho 
noturno, é melhor utilizar temperaturas quentes.
Documento de uso EXCLUSIVO de Denise Mattos (denise.omattos@gmail.com) Pedido75673
136
ILUMINAÇÃO APLICADA
ILUMINAÇÃO 
SOBREPOSTA
ILUMINAÇÃO 
DIRETA
ILUMINAÇÃO 
EMBUTIDA
ILUMINAÇÃO 
INDIRETA
Quando temos forro podemos embutir a iluminação, no entanto 
quando estamos trabalhando com lajes e vigas e desejamos ter luz no teto é 
necessário trabalhar com luminárias sobrepostas. 
A iluminação sobreposta agrega charme ao ambiente, podendo 
ser utilizada em diferentes tipos de forros e diretamente na laje. 
A iluminação direta permite direcionar a luz para onde desejamos 
ressaltar, evidenciando detalhes. No exemplo acima o quadro está iluminado 
por dois downlights.
Já a iluminação indireta traz uma maior sensação de acolhimento ao 
espaço, principalmente quando aliada com lâmpadas de temperatura quente. 
Essa iluminação é ideal para ambientes residenciais, não interrompendo a 
produção de melatonina.
Documento de uso EXCLUSIVO de Denise Mattos (denise.omattos@gmail.com) Pedido75673
137
ILUMINAÇÃO 
ESTIMULANTE
ILUMINAÇÃO NA 
PAREDE
ILUMINAÇÃO 
ACOLHEDORA
ILUMINAÇÃO 
NO PISO
A iluminação estimulante é caracterizada pelo uso de luz 
abundante e em temperatura fria. Seu uso é ideal para ambientes que exigem 
atenção, como escritórios e ambientes de trabalho. A iluminação acolhedora 
é caracterizada pelo uso de luz de temperatura quente. O uso de iluminação 
indireta ajuda a reforçar essa sensação de acolhimento. 
Num mesmo ambiente podemos trabalhar com dois tipos de 
iluminação, contanto que estejam separadas em circuitos distintos. 
A iluminação pode ser feita a partir de luminárias de parede 
(arandelas) ou pontos de luz no piso, quando não temos a possibilidade de 
locar elas no teto. 
Na imagem acima a iluminação do piso pode ser feita através de 
embutidos no solo ou projetores. 
Documento de uso EXCLUSIVO de Denise Mattos (denise.omattos@gmail.com) Pedido75673
138
SAIBA MAIS SOBRE
Com luz tudo faz mais sentido, não é mesmo? Não sou expert 
em iluminação, mas depois de entregar milhares de projetos, descobri que 
a iluminação pode mudar totalmente o ambiente. Por isso, resolvi junto 
com o meu amigo Flávio Gomes, desenvolver este material com o intuito 
de democratizar este conteúdo tão válido e importante. Espero que ajude 
muitos de vocês na jornada do sucesso. Queremos ver as pessoas mais 
felizes e, com certeza, uma boa iluminação é capaz de trazer a sensação 
de bem-estar.
Caso você queira aprofundar ainda mais seus conhecimentos 
sobre iluminação, sugerimos conhecer o material abaixo.
“Uma escada pode te levar ao topo, 
basta subir todos os degraus”
Documento de uso EXCLUSIVO de Denise Mattos (denise.omattos@gmail.com) Pedido75673
Documento de uso EXCLUSIVO de Denise Mattos (denise.omattos@gmail.com) Pedido75673
	CONCEITOS BÁSICOS DE ILUMINAÇÃO
	ELETRICIDADE BÁSICA
	CIRCUITOS E COMANDOS ELÉTRICOS
	TIPOS DE ILUMINAÇÃO
	ILUMINAÇÃO E SAÚDE
	EFEITOS DE ILUMINAÇÃO
	TIPOS DE ILUMINAÇÃO
	TIPOS DE LÂMPADAS
	TIPOS DE LUMINÁRIAS
	ACESSÓRIOS
	LEGENDA ILUMINAÇÃO
	CÁLCULO LUMINOTÉCNICO
	FLUXOGRAMA DAS ETAPAS DE UM
PROJETO LUMINOTÉCNICO
	CHECKLIST PROJETO LUMINOTÉCNICO
	PROJETO RESIDENCIAL
	SALA DE ESTAR
	SALA DE JANTAR
	COZINHA
	VARANDA
	CORREDOR
	BANHEIRO
	DORMITÓRIOS
	CLOSET
	HOME OFFICE / ESCRITÓRIO
	CAMARIM / ÁREA DE SE MAQUIAR
	ILUMINAÇÃO PARA QUADROS 
	PROJETO COMERCIAL

Mais conteúdos dessa disciplina