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1/36 SIQE.01-000.201-02SP-00001 
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PLANO DE EXECUÇÃO BIM - BEP 
 
AERÓDROMO BRASÍLIA - PLANALTO CENTRAL 
Diretoria de Operações e Serviços Técnicos – DO 
Superintendência de Engenharia – DOEG 
Setembro 2021 
 
 
 
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ESPECIALIDADES NOME DO AUTOR CAU - CREA/UF MATRÍCULA 
 RICARDO ALEXANDRE GOIS FERREIRA I99502-75 
 GUILHERME CUNHA GUIGNONE 16562-21 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
01 Revisão 01/10/2021 Ver lista Mariana Emidio 
00 Emissão Inicial 28/06/2021 Ver lista Cleyton Teodoro 
REV MODIFICAÇÃO DATA AUTOR APROVADOR 
 
 
 
SÍTIO 
AERÓDROMO BRASÍLIA - PLANALTO 
CENTRAL 
ÁREA DO SÍTIO 
GERAL 
ESCALA DATA ESPECIALIDADE / SUBESPECIALIDADE 
GERAL S/ESCALA SETEMBRO/ 2021 
AUTOR DO PROJETO 
CONFORME LISTAGEM 
TIPO / ESPECIFICAÇÃO DO DOCUMENTO 
PLANO DE EXECUÇÃO BIM (BEP) 
APROVADOR RUBRICA 
MARIANA EMIDIO GUIMARAES 
TIPO DE OBRA 
CONSTRUÇÃO 
CLASSE DO PROJETO 
- 
VALIDADOR RUBRICA 
EDUARDO TORRONE 
SUBSTITUI A: 
 
SUBSTITUÍDA POR: 
 
RUBRICA DO AUTOR CODIFICAÇÃO: 
SIQE.01-000.201-02SP-00001 
 
 
 
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PLANO DE EXECUÇÃO BIM - BEP 
 
 
 
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SUMÁRIO 
 
 
 
1. Objeto ............................................................................................................................................................... 5 
2. Finalidade ......................................................................................................................................................... 5 
3. Terminologia ..................................................................................................................................................... 5 
4. Contexto E Informações Do Projeto ................................................................................................................. 6 
5. Escopo ............................................................................................................................................................. 9 
6. Estrutura Analítica do Projeto ......................................................................................................................... 10 
7. Entregáveis .................................................................................................................................................... 13 
7.1. Para as disciplinas de arquitetura, estruturas, instalações hidráulicas, ventilação e ar-condicionado e 
instalações elétricas ................................................................................................................................................. 13 
7.2. Para a disciplina de planejamento de obras .............................................................................................. 14 
7.3. Para a disciplina de planejamento Aeroportuário ....................................................................................... 14 
8. Usos Bim Pretendidos .................................................................................................................................... 16 
9. Modelo De Coordenação ................................................................................................................................ 18 
9.1. Funções, papeis e responsabilidades ........................................................................................................ 18 
9.1.1. Cliente ................................................................................................................................................... 18 
9.1.2. Gerente .................................................................................................................................................. 18 
9.1.3. Integrador Bim ....................................................................................................................................... 19 
9.1.4. Integrador de disciplinas ........................................................................................................................ 20 
9.1.5. Líder De Disciplina ................................................................................................................................. 20 
9.1.6. Projetista ................................................................................................................................................ 20 
9.2. Matriz De Responsabilidades .................................................................................................................... 21 
9.3. Equipe ........................................................................................................................................................ 22 
10. Modelo De Comunicação ............................................................................................................................... 23 
10.1. Reuniões .................................................................................................................................................... 23 
10.2. Compatibilização dos Modelos .................................................................................................................. 24 
10.3. Cronograma de tolerância do modelo de coordenação ............................................................................. 24 
10.4. Procedimentos De Controle Da Qualidade Dos Modelos .......................................................................... 24 
10.5. Ciclo De Detecção De Interferências e processo de Verificação da Qualidade Dos Modelos ................... 25 
10.6. Checklist de verificação dos modelos IFC ................................................................................................. 26 
10.7. Notas BCF ................................................................................................................................................. 27 
10.8. Armazenamento De Arquivos .................................................................................................................... 27 
10.9. Nomenclatura De Arquivos ........................................................................................................................ 27 
11. EIR Requisitos de Troca de Informação ......................................................................................................... 28 
12. Diretriz Geral De Modelagem ......................................................................................................................... 28 
13. Níveis De Detalhe E De Informação Do Modelo ............................................................................................ 30 
14. Sistema da Classificação da Informação da Construção ............................................................................... 30 
15. Plano sintético ................................................................................................................................................ 32 
16. Fluxo Analítico Das Etapas De Projeto ........................................................................................................... 34 
 
 
 
 
 
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1. OBJETO 
Estudo Preliminar e Projeto Básico em “Building Information Modeling (BIM)” para o Terminal de 
Passageiros Regional Modelo 1 (M1) e Estacionamento de Veículos, contemplando também o 
planejamento do sítio aeroportuário para o Aeródromo de Brasília Planalto Central - SIQE. 
2. FINALIDADE 
Este documento tem por finalidade descrever os objetivos do BIM no projeto do Estudo Preliminar 
e Projeto Básico para o Terminal de Passageiros Regional Modelo 1 (M1) e Estacionamento de 
Veículos,contemplando também o planejamento do sítio aeroportuário para o Aeródromo de 
Brasília Planalto Central - SIQE. Estabelecendo quais os procedimentos de trabalho que devem 
ser executados para o bom desenvolvimento do projeto, utilizando ferramentas BIM de forma 
colaborativa. 
3. TERMINOLOGIA 
 
Projeto - É um Esforço temporário (não rotineiro; com prazo definido) da organização, realizado 
para o desenvolvimento de um Estudo de Engenharia, Projetos de Engenharia, Projeto Ambiental 
ou Obra de Infraestrutura (MGP). 
Planejamento Aeroportuário - Tem como objetivo geral fornecer diretrizes para o 
desenvolvimento futuro do aeródromo, satisfazendo a demanda da aviação de maneira 
financeiramente viável e sendo compatível com o meio ambiente, o desenvolvimento da 
comunidade e outros modos de transporte. Sempre em consonância com a regulamentação de 
segurança operacional expedida pela ANAC e COMAER. 
Modelo BIM de autoria - Aquele onde o projetista de cada disciplina desenvolve o seu projeto e 
dele extrai a documentação gráfica. Não se constitui como um produto (ou um entregável) de 
nenhuma etapa, salvo se isto estiver expressamente definido em contrato. 
Modelo BIM compartilhado ou para coordenação - É o modelo de uma disciplina destinado 
ao uso na coordenação entre as disciplinas e que será inserido no modelo federado. Todos os 
modelos distribuídos no ambiente colaborativo do projeto estão automaticamente liberados para 
qualquer uso relacionado ao projeto. 
Modelo Federado Constituído pela integração dos diferentes modelos de cada disciplina, sob 
responsabilidade da coordenação do projeto. 
Modelo BIM de construção Constituído pelos elementos para execução da obra, tais como 
logística, andaimes, formas, equipamentos móveis em geral, com a finalidade de 
desenvolvimento do planejado 4D, usualmente sob responsabilidade dos especialistas desta 
disciplina. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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4. CONTEXTO E INFORMAÇÕES DO PROJETO 
Nome do projeto 
Estudos Preliminares e Projeto Básico para o Terminal de Passageiros – TPS e 
Planejamento do Sítio Aeroportuário do Aeródromo Brasília. 
Contratante 
Infraero – Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária, Diretoria de 
Operações e Serviços – DO e Superintendência de Engenharia – DOEG 
Localização e endereço 
Aeródromo Botelho, São Sebastião – DF, rodovia BR DF 251, 35 km de Brasília – 
DF 
Breve descrição do 
projeto 
Estudo Preliminar e Projeto Básico do Terminal de Passageiros Regional Modelo 1 
(M1) e Estacionamento de Veículos, contemplando também o Planejamento do 
Sítio Aeroportuário, do Aeródromo de Brasília Planalto Central - SIQE em São 
Sebastião, Distrito Federal 
O Projeto configura-se em um Projeto Piloto aplicado, fazendo parte da 
consolidação de aprendizagem dos treinamentos em softwares BIM realizados pela 
AltoQi QiBuilder à equipe técnica de projetos de engenharia da INFRAERO. 
O projeto básico deverá seguir os parâmetros de utilização do Building Information 
Modelling na execução direta ou indireta de obras e serviços realizada pelos órgãos 
e pelas entidades de administração pública federal, como citado no Decreto nº 
10.306, de 2 de abril de 2020. 
Previsão de área total 
construída: 
Terminal de passageiros: 1.210m² 
Tipo de contrato Não se aplica 
Número do contrato Não se aplica 
Processo Administrativo Não se aplica 
Ordem de serviço Não se aplica 
Código Localidade SIQE 
Código sequencial 0001 
 
4.1. CARACTERISTICAS DO AERODROMO 
Localização 
na região administrativa de São Sebastião, cidade a cerca de 35 quilômetros do 
centro de Brasília - DF. 
Características gerais 
Código OACI SIQE 
Tipo de Uso Privado (Proprietário - Companhia Imobiliária de Brasília – TERRACAP) 
Município (UF) Brasília (DF) 
Tipo de Operação IFR Diurna/Noturna 
Ponto de Referência do 
Aeródromo – ARP 
(coordenadas 
geográficas) 
15° 56' 14'' S / 047° 43' 38'' W 
Elevação 1025 m 
Código de Referência de 
Aeronaves (CRA) 
3C 
Faixa da Aeronave 3 (Ex. ATR 42600) 
Características da Pista de Pouso e Decolagem - PPD 
Designação 14 / 32 
Comprimento 1499 m 
Largura 18 m 
Dados da cabeceira 14 
 
 
 
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7/36 SIQE.01-000.201-02SP-00001 
Coordenadas 
geográficas (latitude) 
15°56'00,46'' S 
Coordenadas 
geográficas (longitude) 
047°43'58,52'' W 
Elevação (m) 1022,7m 
Tipo de utilização POUSO e DECOLAGEM 
Tipo de operação para 
pouso 
IFR 
Tipo de operação para 
decolagem 
IFR 
Dados da cabeceira 32 
Coordenadas 
geográficas (latitude) 
15°56'27,20'' S 
Coordenadas 
geográficas (longitude) 
047°43'16,35'' W 
Elevação (m) 1022,9m 
Tipo de utilização POUSO e DECOLAGEM 
Tipo de operação para 
pouso 
IFR 
Tipo de operação para 
decolagem 
IFR 
 
 
Figura 1 – Sítio do aeródromo Botelho (SIQE) 
 
 
 
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8/36 SIQE.01-000.201-02SP-00001 
 
Figura 2 – Distrito Federal e localização do Aeródromo Botelho 
 
4.2. CARACTERÍSTICAS DO M1 
A edificação terá como referência o anteprojeto desenvolvido como Modelo 1, tendo suas 
características descritas no documento GE.06/010.75/01381/00: 
O anteprojeto arquitetônico e as soluções de engenharia para as disciplinas de estruturas e 
complementares estão descritas nos seguintes documentos: 
• Especificação Técnica Geral: GE.06/010.92/01382 
• Memorial de Critérios e Condicionantes: GE.06/010.75/01383 
• Memorial de Critérios e Condicionantes - Meio Ambiente: GE.06/010.75/01384 
• Memorial Justificativo das Soluções Consolidadas - GE.06/010.75/01386 
 
O Projeto M1 configura-se no Partido Arquitetônico apresentado nas Figura 3 e 4. Os membros 
da equipe técnica receberão todas as informações iniciais para o desenvolvimento das soluções 
de engenharia para as disciplinas do Projeto. As soluções técnicas poderão ser atualizadas 
visando a elevação do desempenho do empreendimento. Entretanto, as questões precisam ser, 
anteriormente, validadas pelo Integrador de Disciplinas e pelos stakeholders do Projeto. 
 
 
 
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Figura 3 - Partido Arquitetônico do Projeto 
 
Figura 4 - Partido Arquitetônico do Projeto 
 
Figura 5 - Partido Arquitetônico do Projeto 
 
5. ESCOPO 
 
O Projeto Básico a desenvolver para o Terminal de Passageiros consiste em: 
• Concepção e dimensionamento; 
• Elaboração dos modelos das disciplinas; 
• Execução do modelo federado; 
• Ciclos de detecção de interferências; 
• Representação gráfica (elaboração de documentação técnica); 
• Especificação e levantamento de quantidades das disciplinas de: arquitetura, fundações, 
estruturas, instalações elétricas e eletrônicas, sistemas eletromecânicos e instalações 
hidrossanitárias. 
 
O Planejamento e Projeto do Sítio Aeroportuário consiste em: 
 
 
 
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• Aerolevantamento feito por drone; 
• Processamento dos dados e elaboração da nuvem de pontos; 
• Concepção e dimensionamento das fases de implantação para locação de todas as 
necessidades do Aeródromo (PPD, TWY, Pátio, HGRs, PAA, SCI, etc) no sítio, de acordo 
com a demanda e normativos. 
• Elaboração dos modelos das fases de implantação; 
• Execução do modelo federado; 
• Ciclos de detecção de interferências; 
• Representação gráfica (elaboração de documentação técnica); 
 
Por fim, deverão ser executadas simulações do planejamento e controle da obra adotando-se a 
dimensão BIM 4D. 
 
6. ESTRUTURA ANALÍTICA DO PROJETO 
A EAP – Estrutura Analítica do Projeto é definida pela Planilha de Materiais, Equipamentos, 
Serviços e Quantidades das disciplinas e especialidades de Arquitetura e Engenharia, seja para 
Edificações e Infraestrutura Aeroportuária, conforme definição dos Requisitos de Informação do 
Projeto, associados aos elementos e objetos de cada especialidade, modelada ou dimensionada 
para entregas gráficas, metadados para entregasnão gráficas e documentação técnica 
resultante. 
PSQ - PLANILHA DE MATERIAIS, EQUIPAMENTOS, SERVIÇOS E QUANTIDADES #REF! 
 
LADO TERRA - TERMINAL DE PASSAGEIROS DATA: #REF! 
 
ITEM DESCRIÇÃO RESUMIDA UNID. QUANT. 
 
1 GERENCIAMENTO DO EMPREENDIMENTO 
1.1 CANTEIRO DE OBRAS - INSTALAÇÕES DE APOIO PROVISÓRIO DA OBRA 
1.1.1 
CONSTRUÇÃO/INSTALAÇÃO DO CANTEIRO DE OBRAS (CONSTRUÇÕES 
PROVISÓRIAS, LIGAÇÕES PROVISÓRIAS E PLACA DA OBRA) 
cj. 1,00 
1.2 MOBILIZAÇÃO E DESMOBILIZAÇÃO 
1.2.1 MOBILIZAÇÃO DE MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS cj. 1,00 
1.2.2 DESMOBILIZAÇÃO DE MÁQUINAS, EQUIPAMENTOS E INSTALAÇÕES cj. 1,00 
1.3 ADMINISTRAÇÃO LOCAL, OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO DO CANTEIRO DE OBRAS 
1.3.1 ADMINISTRAÇÃO LOCAL DA OBRA cj. 1,00 
1.3.2 OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO DO CANTEIRO DE OBRAS cj. 1,00 
2 
EXECUÇÃO DAS OBRAS NO LADO TERRA (TPS, RADIER RESERVATÓRIOS E CASA DE 
BOMBAS) 
 
2.1 LIMPEZA, REGULARIZAÇÃO E PREPARAÇÃO DO TERRENO 
2.1.1 LIMPEZA E REGULARIZAÇÃO DO TERRENO 
 
 
 
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2.1.1.1 
LIMPEZA MECANIZADA DE TERRENO COM REMOÇÃO DE CAMADA 
VEGETAL (ESPESSURA 20CM), INCLUSIVE CARGA, TRANSPORTE, 
DESCARGA E ESPALHAMENTO DE MATERIAL (CAMADA VEGETAL) PARA 
BOTA FORA (TPS, RADIER RESERVATÓRIOS E CASA DE BOMBAS). 
m² 0,00 
2.1.1.2 
REGULARIZAÇÃO DO SUBLEITO E EXECUÇÃO E COMPACTAÇÃO DE 
BASE COM SOLO ARENOSO, INCLUSIVE ESCAVAÇÃO, CARGA E 
TRANSPORTE E SOLO. (TPS) 
m² 0,00 
2.1.2 
CONSTRUÇÃO/ADEQUAÇÃO DA VALA DE DRENAGEM DE ÁGUA 
PLUVIAL 
 
2.2 PAVIMENTAÇÃO DE ÁREAS EXTERNAS 
2.2.1 VIA DE ACESSO E PRAÇA DE BAGAGEM 
2.2.2 
CALÇADAS E RAMPA DE ACESSO AO PÁTIO E FRENTE CASA DE 
BOMBAS 
 
2.2.3 PLANTIO DE GRAMA 
2.3 TERMINAL DE PASSAGEIROS, RESERVATÓRIOS E CASA DE BOMBAS 
2.3.1 FUNDAÇÕES E ESTRUTURA DE CONCRETO 
2.3.2 PISO ESTRUTURAL 
2.3.3 LAJES DE CONCRETO 
2.3.4 ESTRUTURAS METÁLICAS 
2.3.4.1 PÓRTICO 
2.3.4.2 TERÇAS E TRAVAMENTOS DOS PÓRTICOS 
2.3.4.3 ESTRUTURA DO CENTRO DE UTILIDADES E CASA DE BOMBAS 
2.3.4.4 RUFOS E CALHAS 
2.3.4.5 PINTURA DA ESTRUTURA METÁLICA 
2.3.4.6 MARQUISES 
2.3.5 ARQUITETURA 
2.3.5.1 COBERTURA 
2.3.5.2 ALVENARIAS, FECHAMENTOS E REVESTIMENTOS 
2.3.5.3 BANCADAS E DIVISÓRIAS 
2.3.5.4 PISOS E CONTRAPISOS 
2.3.5.5 TETOS 
2.3.5.6 LOUÇAS E ACESSÓRIOS 
2.3.5.7 ESQUADRIAS 
2.3.5.8 COMUNICAÇÃO VISUAL 
2.3.6 INSTALAÇÕES ELÉTRICAS 
2.3.6.1 QUADRO DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA 
2.3.6.2 ELETROCALHAS, PERFILADOS, ELETRODUTOS E CONDULETES 
2.3.6.3 REDE SUBTERRÂNEA DE DUTOS E CAIXAS DE PASSAGEM 
2.3.6.4 CABEAMENTO DE ENERGIA 
2.3.6.5 INTERRUPTORES E TOMADAS 
2.3.6.6 ILUMINAÇÃO 
 
 
 
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2.3.7 INSTALAÇÕES DE ÁGUA FRIA 
2.3.7.1 TUBOS DE PVC RÍGIDO (FORNECIMENTO, INSTALAÇÃO E TESTES) 
2.3.7.2 REGISTROS (FORNECIMENTO, INSTALAÇÃO E TESTE) 
2.3.7.3 VÁLVULAS (FORNECIMENTO, INSTALAÇÃO E TESTE) 
2.3.7.4 HIDRÔMETRO (FORNECIMENTO, INSTALAÇÃO E TESTE) 
2.3.7.5 CONEXÕES (FORNECIMENTO E INSTALAÇÃO) 
2.3.7.6 RESERVATÓRIOS - CAIXAS D'ÁGUA DE POLIETILENO 
2.3.7.7 
BOMBAS HIDRAULICA COM ACIONADOR - FORNECIMENTO, 
INSTALAÇÃO E TESTE 
 
2.3.8 INSTALAÇÕES DE ESGOTO SANITÁRIO 
2.3.8.1 TUBOS DE PVC -ESGOTO 
2.3.8.2 
FORNECIMENTO E INSTALAÇÕES DE CONEXÕES E PEÇAS DE PVC - 
ESGOTO 
 
2.3.8.3 CAIXA DE GORDURA 
2.3.8.4 EXECUÇÃO DE CAIXAS DE INSPEÇÃO 
2.3.8.5 CAIXAS SINFONADAS E RALOS DE PVC 
2.3.8.6 
CAIXA SEPARADORA DE ÁGUA E ÓLEO (FORNECIMENTO, INSTALAÇÃO 
E TESTE) 
 
2.3.8.7 POÇO DE VISITA PARA REDE DE ESGOTO SANITÁRIO 
2.3.8.8 
UNIDADES DE TRATAMENTO - EXECUÇÃO (TANQUE SÉPTICO, FILTRO 
ANAERÓBIO E SUMIDOURO 
 
2.3.9 INSTALAÇÕES DE ÁGUAS PLUVIAIS 
2.3.9.1 TUBOS DE PVC PARA REDES DE ÁGUAS PLUVIAIS 
2.3.9.2 RALOS E GRELHAS PARA REDES DE ÁGUA PLUVIAIS 
2.3.9.3 CONEXÕES (FORNECIMENTO, INSTALAÇÃO E TESTE) 
2.3.9.4 CAIXA DE PASSAGEM 
2.3.10 INSTALAÇÕES DE COMBATE A INCÊNDIO 
2.3.10.1 
TUBULAÇÕES DE AÇO CARBONO, ENTERRADA (FORNECIMENTO, 
INSTALAÇÃO E TESTES) 
 
2.3.10.2 VÁLVULAS (FORNECIMENTO, INSTALAÇÃO E TESTE) 
2.3.10.3 ABRIGO DE HIDRANTE DUPLO E MANGOTINHO 
2.3.10.4 PRESSOSTATOS 
2.3.10.5 CAIXA PARA HIDRANTE DE RECALQUE 
2.3.10.6 BOMBAS DE INCÊNDIO (FORNECIMENTO, INSTALAÇÃO E TESTE) 
2.3.10.7 CONEXÕES E PEÇAS 
2.3.10.8 EXTINTORES INCÊNDIO (FORNECIMENTO, INSTALAÇÃO E TESTES) 
3 SERVIÇOS COMPLEMENTARES 
3.1 PROJETO EXECUTIVO AS BUILT 
3.1.1 ELABORAR PROJETO EXECUTIVO "AS BUILT" - COMO CONSTRUÍDO cj. 1,00 
Figura 6 – Estrutura Analítica do Projeto 
 
 
 
 
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13/36 SIQE.01-000.201-02SP-00001 
 
7. ENTREGÁVEIS 
 
7.1. PARA AS DISCIPLINAS DE ARQUITETURA, ESTRUTURAS, INSTALAÇÕES 
HIDRÁULICAS, VENTILAÇÃO E AR-CONDICIONADO E INSTALAÇÕES ELÉTRICAS 
Etapa Produto Documento Responsável 
PROJETO 
BÁSICO 
ELABORAÇÃO DOS 
MODELOS 
• Modelo nativo 
• Modelo IFC 
Lider de 
disciplina/ Equipe 
Projetista 
 
PROJETO 
BÁSICO DETECÇÃO DE 
INTERFERÊNCIAS 
• Relatórios de detecção 
• Modelo compatibilizado 
 
Integrador Bim 
 
PROJETO 
BÁSICO 
EXTRAÇÃO DE 
QUANTITATIVOS 
• PSQ, conforme padrão 
INFRAERO 
Lider de 
disciplina/ Equipe 
Projetista 
PROJETO 
BÁSICO 
 • 
Lider de 
disciplina/ Equipe 
Projetista 
PROJETO 
BÁSICO 
ESPECIFICAÇÃO 
TÉCNICA 
 
• ETE conforme padrão 
INFRAERO 
 
Lider de 
disciplina/ Equipe 
Projetista 
PROJETO 
BÁSICO 
ANÁLISE DOS 
PROCESSOS 
• Relatório de análise do 
processo de elaboração do 
projeto contendo as lições 
aprendidas acerca do fluxo 
de elaboração de projetos. 
 
Lider de 
disciplina/ Equipe 
Projetista 
 
ANÁLISE 
DOS 
PADRÕES 
 
ANÁLISE DOS 
PADRÕES 
• Relatório de análise dos 
padrões indicando os 
padrões criados e quais os 
necessários futuramente. 
 
Lider de 
disciplina/ Equipe 
Projetista 
 
 
 
 
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14/36 SIQE.01-000.201-02SP-00001 
 
7.2. PARA A DISCIPLINA DE PLANEJAMENTO DE OBRAS 
Etapa Produto Documento Responsável 
PROJETO 
BÁSICO 
EAP DA OBRA 
• Modelo nativo 
• Modelo IFC 
Lider de 
disciplina/ Equipe 
Projetista 
 
PROJETO 
BÁSICO 
CRONOGRAMA DA 
OBRA 
 
• Relatórios de detecção 
• Modelo compatibilizado 
 
Lider de 
disciplina/ Equipe 
Projetista 
PROJETO 
BÁSICO 
ANÁLISE DOS 
PROCESSOS 
• Relatório de análise do 
processo de elaboração do 
projeto contendo as lições 
aprendidas acerca do fluxo 
de elaboração de projetos. 
Lider de 
disciplina/ Equipe 
Projetista 
 
ANÁLISE 
DOS 
PADRÕES 
 
ANÁLISE DOS 
PADRÕES 
• Relatório de análise dos 
padrões indicando os 
padrões criados e quais os 
necessários futuramente. 
Lider de 
disciplina/ Equipe 
Projetista 
 
 
7.3. PARA A DISCIPLINA DE PLANEJAMENTO AEROPORTUÁRIO 
Etapa Produto Documento Responsável 
PDIR 
ELABORAÇÃO DOS 
MODELOS 
• Planta modelo IFC 
• Modelo IFC 
Lider de 
disciplina/ Equipe 
Projetista 
 
PDIR 
GERAÇÃO DE 
DOCUMENTAÇÃO 
GRÁFICA 
 
• PDF de plantas, cortes, 
fachadas, diagramas etc. 
Lider de 
disciplina/ Equipe 
Projetista 
 
 
PDIR 
RELATÓRIO DO PLANO 
DIRETOR 
• Relatório 
Lider de 
disciplina/ Equipe 
Projetista 
PBZPA 
ELABORAÇÃO DOS 
MODELOS 
• Planta modelo IFC 
• Modelo IFC 
Lider de 
disciplina/ Equipe 
Projetista 
 
 
 
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15/36 SIQE.01-000.201-02SP-00001 
 
 
PBZPA 
GERAÇÃO DE 
DOCUMENTAÇÃO 
GRÁFICA 
 
• PDF de plantas, cortes, 
fachadas, diagramas,etc. 
Lider de 
disciplina/ Equipe 
Projetista 
 
 
PBZPA RELATÓRIO DO PDZPA • Relatório 
Lider de 
disciplina/ Equipe 
Projetista 
 
 
PDIR/ 
PBZPA ANÁLISE DOS 
PROCESSOS 
• Relatório de análise do 
processo de elaboração 
do projeto contendo as 
lições aprendidas acerca 
do fluxo de elaboração 
de projetos. 
Lider de 
disciplina/Equipe 
Projetista 
 
PDIR/ 
PBZPA 
 
ANÁLISE DOS 
PADRÕES 
• Relatório de análise dos 
padrões indicando os 
padrões criados e quais os 
necessários futuramente. 
Lider de 
disciplina/ Equipe 
Projetista 
 
 
 
 
 
 
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8. USOS BIM PRETENDIDOS 
 
Em síntese, os usos BIM previstos serão:1 
• Levantamento do existente a partir de nuvem de pontos por scanner a laser; 
• Elaboração dos modelos de planejamento aeroportuário, arquitetura e de engenharia; 
• Compatibilização de projetos e detecção de conflitos; 
• Validação qualitativa do modelo; 
• Extração de quantitativos; 
• Geração de documentação técnica; 
 
Objetivos do projeto 
Prioridade: Descrição do objetivo 
–valor agregado 
Como: Usos BIM: 
Alta Otimização do projeto Utilizar o modelo 3D como meio 
de comunicação visual, 
utilizando-se percursos virtuais, 
de instalações e renderizações 
estáticas 
• Autoria do projeto 
• Revisão do projeto 
• Coordenação 3D 
• Estimativa de 
quantidades 
 
Alta Documentação 
melhor coordenada 
para o contratante 
Coordenação 3D federada com 
reuniões da equipe de projeto 
• Coordenação 3D 
• Autoria do projeto 
• Revisão do projeto 
• Estimativa de 
quantidades 
Baixa Ter um ativo digital 
(modelos 3D) que 
possa ser utilizado 
para uso futuro na 
gestão de instalações 
 
A equipe de projeto cria, 
desenvolve e atualiza modelos 
até a transferência para a 
equipe de operação do 
empreendimento 
• Modelagem de 
registro 
 
 
1 Atendendo à primeira fase do Decreto nº 10.306, de 2 de abril de 2020, conforme descrito a seguir: 
“Art. 4º A implementação do BIM ocorrerá de forma gradual, obedecidas as seguintes fases: 
I - primeira fase - a partir de 1º de janeiro de 2021, o BIM deverá ser utilizado no desenvolvimento de 
projetos de arquitetura e engenharia, referentes a construções novas, ampliações ou reabilitações, 
quando consideradas de grande relevância para a disseminação do BIM, nos termos do disposto no art. 
10, e abrangerá, no mínimo: 
a) a elaboração dos modelos de arquitetura e dos modelos de engenharia referentes às disciplinas de: 
1. estruturas; 
2. instalações hidráulicas; 
3. instalações de aquecimento, ventilação e ar-condicionado; e 
4. instalações elétricas e eletrônicas; 
b) a detecção de interferências físicas e funcionais entre as diversas disciplinas e a revisão dos modelos 
de arquitetura e engenharia, de modo a compatibilizá-los entre si; 
c) a extração de quantitativos; e1 
d) a geração de documentação gráfica, extraída dos modelos a que se refere este inciso;” 
 
 
 
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Usos BIM: Partes responsáveis: características da equipe 
Projeto autoral Arquitetura, Estruturas, 
Elétrica, Eletrônica, 
Hidrossanitário, 
Mecânica e 
Planejamento 
Aeroportuário 
• Capacidade de criar e desenvolver um 
Modelo de Informação de Construção 
 
• Experiência de projeto e de construção 
 
Coordenação 3D e 
Análise de 
Interferências 
Integradores e 
Arquitetura, Estruturas, 
Elétrica, Eletrônica, 
Hidrossanitário, 
Mecânica, Planejamento 
Aeroportuário 
 
• Capacidade de manipular, navegar e 
revisar um modelo 3D 
 
• Capacidade de executar software de 
detecção de conflitos 
 
• Conhecimento de sistemas de 
construção 
 
• Forte compreensão de como os sistemas 
de construção / instalação se integram 
 
Levantamento de 
quantidades 
Integradores e 
Planejamento da obra 
Arquitetura, Estruturas, 
Elétrica, Eletrônica, 
Hidrossanitário, 
Mecânica, Planejamento 
Aeroportuário 
 
• Capacidade de identificar quantidades 
para o nível de estimativa apropriada 
 
• Capacidade de executar software de 
estimativa de quantidades e de 
orçamentação 
 
• Capacidade de ajustar um plano de custo 
para se adequar aos dados disponíveis no 
modelo durante a fase de projeto 
 
Planejamento 4D Planejamento da obra • Capacidade de manipular, navegar e 
configurar modelos em 3D alinhados ao 
cronograma da obra 
 
• Capacidade de executar software de 
planejamento da obra 
 
• Conhecimento de sistemas de 
construção 
 
• Forte compreensão de como os sistemas 
de construção / instalação se integram na 
construção alinhados a EAP e cronograma 
 
 
 
 
 
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9. MODELO DE COORDENAÇÃO 
 
 
Figura 7 – Estrutura Organizacional do Trabalho Colaborativo 
 
9.1. FUNÇÕES, PAPEIS E RESPONSABILIDADES 
 
9.1.1. CLIENTE 
• Receber o projeto conforme as definições estabelecidas no contrato. 
• Fornecer informações necessárias para estabelecer requisitos de projeto. 
 
9.1.2. GERENTE 
• Aprovar o projeto conforme as definições estabelecidas no contrato. 
• Realizar a gestão do processo de planejamento da elaboração do projeto; 
• Realizar a interlocução com a TI, a fim de prover a infraestrutura necessária à 
elaboração do projeto; 
• Preencher o “Plano 7 Sintético de Elaboração do Projeto” para definir os processos 
e respectivas técnicas que serão utilizadas no projeto, de acordo com a demanda 
do cliente; 
• Apoiar o Integrador de disciplinas e o Integrador Bim nas ações e atividades 
necessárias ao desenvolvimento do projeto; 
• Participar de reuniões e decisões, quando se aplicar; 
• Monitorar e controlar as atividades de elaboração do projeto; 
 
 
 
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• Aprovar, conforme NI 6.01/F (LCT), a documentação técnica em cada etapa do 
projeto. 
• Encaminhar o projeto para a área competente após a sua conclusão. 
• Aprovar a Matriz de Responsabilidades e aMatriz de Troca de Informações, 
inclusive seus requisitos. 
• Gerenciar o processo de troca e armazenamento de informações no Ambiente 
Comum de Dados, incluindo os perfis da equipe de projeto. 
 
9.1.3. INTEGRADOR BIM 
• Responsável pela elaboração e validação do modelo federado em formato IFC ou 
equivalente. 
• Responsável pela coordenação de notas BCF 
• Responsável pela detecção de interferências entre modelos 
• Emitir relatórios de coordenação do projeto usando o modelo federado 
• Emitir ART/RRT, conforme as atividades de coordenação do projeto de engenharia; 
• Verificar tecnicamente e de forma contínua a qualidade do projeto de acordo com 
os requisitos estabelecidos, emitindo Relatório de Interferências, Relatório de 
Verificação de Regras e demais Relatórios e, quando necessário, determinar o 
refazimento dos produtos; 
• Verificar e controlar as incidências de RFIs durante todo o processo de elaboração 
do projeto, de forma a assegurar a confiabilidade das informações transmitidas às 
equipes, bem como evitar retrabalhos; 
• Validar os arquivos eletrônicos, que contêm os modelos e os documentos técnicos 
que compõem o projeto, em quaisquer formatos, observando os requisitos 
estabelecidos; 
• Realizar interface técnica entre os projetistas envolvidos na elaboração do projeto. 
• Analisar e validar os modelos BIM, os dados neles inseridos (gráficos e não 
gráficos) referente a cada produto gerado pelos demais membros da equipe técnica 
a partir de um modelo BIM, simulando seu desempenho e manifestando-se a 
respeito de sua qualidade; 
• Verificar e coordenar se os conteúdos informativos e os níveis de detalhe dos 
objetos dos modelos atendem aos requisitos do projeto; 
• Monitorar os indicadores estabelecidos para o modelo; 
• Verificar a conformidade dos Protocolos BIM adotados no projeto; 
• Avaliar a qualidade da informação no modelo para elementos gráficos, não gráficos 
(estruturados) e documentação, conforme os requisitos do projeto; 
 
 
 
 
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9.1.4. INTEGRADOR DE DISCIPLINAS 
• Responsável pela validação dos documentos de texto, planilhas e representação gráfica 
em formato PDF ou equivalente. 
• Responsável pela detecção de interferências entre documentos de texto e planilhas. 
• Emitir ART/RRT,conforme as atividades de coordenação do projeto de engenharia; 
• Promover a realização de reuniões, troca de e-mails, consultas a especialistas e 
fornecedores; 
• Informar a equipe técnica sobre quaisquer alterações no projeto ocorridas em 
determinada disciplina/especialidade e promover ações para compatibilização com as 
demais áreas de atuação. 
• Informar o Gerente Funcional sobre o andamento do projeto.e.validar, conforme NI 6.01/F 
(LCT), a documentação técnica em cada etapa do projeto. 
• Validar os arquivos eletrônicos, que contêm os documentos técnicos que compõem o 
projeto, em quaisquer formatos, observando os requisitos estabelecidos; 
• Realizar interface técnica entre os projetistas envolvidos na elaboração do projeto. 
• Analisar e validar documentação técnica referente a cada produto gerado pelos demais 
membros da equipe técnica a partir de um modelo BIM, simulando seu desempenho e 
manifestando-se a respeito de sua qualidade; 
 
9.1.5. LÍDER DE DISCIPLINA 
• Responsáveis pela compatibilização do modelo entre sua disciplina e as demais e pelo 
atendimento aos requisitos BEP 
• Responsáveis pelo encaminhamento de arquivos em IFC ou PDF para Integradores (BIM 
e de Disciplinas) 
• Responsável pela compatibilização dos documentos de texto, planilhas e representação 
gráfica em formato PDF ou equivalente. 
 
9.1.6. PROJETISTA 
• Responsáveis pela elaboração do modelo entre as disciplinas e pelo atendimento aos 
requisitos BEP 
• Responsável pela elaboração dos documentos de texto, planilhas e representação gráfica 
em formato PDF ou equivalente. 
• Informar ao Integrador Bim e Integrador de disciplinas sobre as alterações realizadas no 
projeto na sua disciplina/especialidade, para fins de compatibilização com as demais áreas 
envolvidas. 
• Verificar as alterações de projeto ocorridas nas demais disciplinas/especialidades e realizar 
a compatibilização das informações. 
• Realizar, a partir de modelos BIM, a extração e a verificação dos quantitativos da sua 
disciplina/especialidade, de acordo com os requisitos definidos para o projeto. 
 
 
 
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• Organizar e estruturar as informações privativas de sua disciplina e responsabilidade 
técnica no modelo, de forma a viabilizá-lo para a coordenação e a verificação. 
• Disponibilizar os arquivos eletrônicos contendo os modelos e os documentos técnicos que 
compõem o projeto, nos formatos solicitados em cada fase; 
• Assegurar a integração do projeto como os sistemas de planejamento e de orçamento, 
geridos em bancos de dados próprios. 
• Realizar a pré-análise da qualidade do projeto de acordo com os requisitos estabelecidos, 
preenchendo o checklist constante nos Requisitos do Modelo BIM e enviá-los ao 
Coordenador Funcional para verificação da qualidade; 
• Montar a documentação técnica que compõe o projeto. 
• Emitir ART/RRT/TRT, conforme as atividades de elaboração de projeto de engenharia no 
âmbito da sua área de atuação profissional; 
• Elaborar o projeto, inclusive o planejamento e o orçamento, conforme os requisitos 
apresentados; 
• Elaborar o projeto, inclusive o planejamento e o orçamento, utilizando todas as ferramentas 
disponibilizadas pela INFRAERO, inclusive as ferramentas BIM; 
• Acompanhar a execução do cronograma do projeto de acordo com sua área de atuação 
profissional; 
• Manifestar-se, no âmbito de sua área de atuação profissional, quanto ao avanço das 
atividades sob sua responsabilidade. 
 
9.2. MATRIZ DE RESPONSABILIDADES 
Dados De Entrada Dados De Saída Atividade 
Dado Responsável Dado Responsável 
Solicitações de 
ajustes do BEP 
Todos os envolvidos 
no projeto 
Plano de 
execução 
revisado e 
consolidado 
Todos os 
envolvidos no 
projeto 
Modificação do 
Plano de Execução 
BIM 
Reuniões de 
Concepção de 
Soluções para os 
Sistemas e Hierarquia 
dos Sistemas 
Líderes de Disciplina 
Concepção 
definida dos 
sistemas 
Líderes de 
Disciplina 
Definições das 
melhores soluções 
de projeto para os 
sistemas 
Modelo Consolidado - 
Projeto Básico 
Integrador BIM 
Planilha de 
quantitativo 
de materiais 
e serviços 
Líderes de 
Disciplina 
Levantamento de 
quantitativos 
Documentos 
auxiliares - ETE, MD, 
PSQ-Geral, CRN, 
EAP 
Integrador Disciplinas 
ETE, MD, 
PSQ-Geral, 
CRN, EAP 
Líderes de 
Disciplina 
Elaboração de 
Documentos 
Planilha de 
quantitativo de 
materiais e serviços 
Líderes de Disciplina Orçamento 
Engenheiro 
Orçamentista 
Elaboração do 
Orçamento 
 
 
 
 
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9.3. EQUIPE 
Cliente Juliano Capucho 
Gerente Mariana Emidio Guimarães 
Integrador 
BIM 
Ricardo Alexandre Gois Ferreira 
Integrador de 
Disciplinas 
Eduardo Torrone 
Disciplina Líder De Disciplina Equipe Projetista 
Levantamento 
De Dados 
Daniel Carvalho 
Daniel Carvalho 
Alvaro Belotto Perini 
Planejamento 
Aeroportuário 
Daniel Carvalho 
Daniel Carvalho 
Fabio Luiz Oshiro 
Bruno Milhomem Fernandes 
Arquitetura Eduardo Torrone 
Eduardo Torrone 
Cesar Emiliano Teixeira Furtado 
Joselane Barros Neves Gomes 
Leonardo Palhano Xavier De Souza 
Vivian Cristina Correia Dos Santos 
Rosenia Alice Lima Caldas 
Fábio De Jesus Coelho 
Estrutura Humberto Letta 
Humberto Gonçalves Leta 
Alfredo Rodrigues Maio Neto 
Jair José Dos Santos Gomes, 
Janison Fabio Silva dos Santos 
Vera Lucia Figueiredo Eusebio 
Bernardino Freire Neto. 
Elétrica 
Marcos André 
Duque 
Marcos André Duque 
Sóstenes Lopes Ramos 
Marcos Jose Siqueira Coutinho De Almeida, 
Domingos Novais Leal Junior, 
Cleber Junio Galucio Sousa, 
Antônio Jose Bollo Bandeira 
Eletrônica 
Marcos André 
Duque 
Arthur Moura Neto 
Cristiano Da Silva Brito 
Paulo Henrique Salvador Bragato, 
Pedro Paulo Freitas Da Silva, 
Renato Shimizu 
Hidráulica 
Rodrigo Miranda 
De Araujo 
Rodrigo Miranda De Araujo 
Bruno Moreno Campos 
Carolina De Alcantara Lima 
Jose Carlos Da Silva 
Thiago Gil Gomes 
 
 
 
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Mecânica 
Rafael Reis 
Yamamoto 
Rafael Reis Yamamoto 
Paulo Alexandre Pinto Agostinho 
Ary Cruz Chaves E 
Luis Felipe Lozano Petralanda 
Planejamento Mariana França 
Mariana França 
Guilherme Renato 
Paula Hosannah De Carvalho 
Orçamento 
 
 
 
 
 
 
 
10. MODELO DE COMUNICAÇÃO 
10.1. REUNIÕES 
Agendamento De Reuniões 
Tipo De Reunião 
Estágio Do 
Projeto 
Participantes
 
Recursos 
De TI 
Frequência Local 
Reunião inicial de 
Projeto 
Inicial 
Stakeholders 
do projeto, int
egrador bim 
e apoio técnic
o 
Ms teams Única Online 
Reunião de concepção 
dos sistemas 
Desenvolvimento 
do projeto 
Líderes de 
disciplina e 
integrador de 
disciplinas 
Ms teams 
Conforme o 
cronograma 
Online 
Reuniões de 
Disciplinas 
Desenvolvimento 
do projeto 
Líderes de 
disciplina 
e equipe técni
ca 
Ms teams 
Conforme o 
Cronograma 
Online 
Reuniões de 
Integração 
(compatibilização e 
soluções de 
Engenharia) 
Desenvolvimento 
do projeto 
Líderes de 
disciplina 
e integrador d
e disciplinas 
Ms teams 
Conforme o 
cronograma 
Online 
Reuniões interferências 
(coordenação de projeto
 e avaliação de interferê
ncias) 
Desenvolvimento 
do projeto 
Líderes de 
disciplina 
e integrador b
im 
Ms teams 
Conforme o 
cronograma 
Online 
Outros encontros 
Desenvolvimento 
do projeto 
Conforme 
a demanda 
Ms teams 
Conforme 
a demanda 
Online 
 
 
 
 
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10.2. COMPATIBILIZAÇÃO DOS MODELOS 
Método e frequência de atualização dos modelos 
 Uso 
 
Disciplina Método Frequência Data/Dia 
Projeto Autoral Todas as 
disciplinas de 
projeto 
CDE Semanalmente ou 
conforme acordado 
para cada etapa do 
projeto 
 
Terça-feira 
Coordenação 3D Todas as 
disciplinas de 
projetoCDE Conforme o 
cronograma 
Conforme o 
cronograma 
10.3. CRONOGRAMA DE TOLERÂNCIA DO MODELO DE COORDENAÇÃO 
Disciplina Preliminar Desenvolvimento Detalhamento 
Arq. vs. Outros ~100mm ~50mm ~30mm 
Estrutural vs. Outros ~100mm ~50mm ~30mm 
Hidrossanitário vs. Outros ~100mm ~50mm ~30mm 
Mecânica vs. Outros ~100mm ~50mm ~30mm 
Elétrica vs. Outros ~100mm ~50mm ~30mm 
Eletrônica vs. Outros ~100mm ~50mm ~30mm 
Infraestrutura vs. Outros ~100mm ~50mm ~30mm 
 
10.4. PROCEDIMENTOS DE CONTROLE DA QUALIDADE DOS MODELOS 
Tipo de 
verificação 
Definição Responsável Frequência 
Verificação visual 
Inspeção visual com o 
objetivo de que não existam 
componentes do modelo 
não intencionais e que as diretrizes 
técnicas do projeto foram seguidas 
Integrador de 
Disciplina 
A cada 
atualização do 
modelo 
Clash detection do 
modelo individual 
por disciplina 
Inspeção eletrônica com o software 
de escolha do projetista com o 
objetivo de verificação de colisões 
entre elementos da própria 
disciplina 
Líderes BIM de 
Disciplinas 
A cada 
atualização do 
modelo 
Clash detection do 
modelo federado 
Inspeção eletrônica com software 
específico, com o objetivo de 
verificação de colisões entre 
elementos de disciplinas diferentes 
Integrador BIM 
A cada 
atualização do 
modelo 
Análise crítica de 
projetos 
Análise do modelo confrontando-
o com os objetivos técnicos do 
cliente. Trata-se de uma análise 
da qualidade técnica das soluções 
propostas 
Integrador de 
Disciplinas 
 A cada 
atualização do 
modelo 
 
 
 
 
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10.5. CICLO DE DETECÇÃO DE INTERFERÊNCIAS E PROCESSO DE VERIFICAÇÃO DA 
QUALIDADE DOS MODELOS 
 
Figura 8 – Ciclo de Detecção de Interferências e Verificação da Qualidade dos Modelos BIM 
 
 
 
 
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10.6. CHECKLIST DE VERIFICAÇÃO DOS MODELOS IFC 
Verificações Atende Não atende Observações 
1 – Posicionamento adequado dos 
modelos em relação uns aos outros 
 
2 – Exportação adequada de modelos 
para o formato IFC 
 
3 – Verificação com relação à 
presença de elementos duplicados 
 
4 – Verificação com relação à inclusão 
de componentes e vínculos não 
pertinentes ao escopo do Projeto 
 
5 – Verificação da inserção de 
componentes que não estejam de 
acordo com a sua respectiva disciplina 
 
6 – Validação no nível de informação e 
de detalhe dos componentes do 
modelo 
 
7 – Adoção do ponto base, interno e de 
pesquisa de acordo com o BEP 
 
8 – O sistema de unidades adotado 
está de acordo? 
 
9 – As questões apresentadas 
nos BCFs foram resolvidas? 
 
10 – As questões apresentadas nos 
relatórios de interferências foram 
resolvidas? 
 
11 – Número 
de interferências encontradas na 
Análise de Inconsistências Geral (Ex: 
arquitetura e estruturas) (quadro de 
preenchimento 1) Avanço em relação à 
reunião anterior - % (quadro de 
preenchimento 1) 
Nº % 
12 – Número de interferências 
encontradas na Análise de 
Inconsistências Específica (Ex: pilares 
e paredes) (quadro de preenchimento 
1). Avanço em relação à reunião 
anterior - % (quadro de preenchimento 
1) 
Nº % 
 
 
 
 
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10.7. NOTAS BCF 
O formato de colaboração BIM (BCF) compreende uma listagem de problemas observados 
nos modelos, enriquecidos com comentários, imagens, status, e outras informações, que 
podem ser vinculados a elementos de construção. 
Navisworks to your BIMcollab 
 
Figura 9 – Ciclo de Colaboração do Projeto BIM e Comunicação de Notas BCF 
 
10.8. ARMAZENAMENTO DE ARQUIVOS 
Para estruturação e organização das pastas de documentação de projeto deverá ser seguido o 
documento INFRAERO - Manual de Definição do Ambiente Comum de Dados. 
Pasta: 
https://infraerogovbr.sharepoint.com/:f:/s/eng/projetosdeengenharia/EhNtFj7f3cFNgmlSso7-
XzsBW1AcFj7hz3rcKksNVzObgA?e=jaKsXw 
 
10.9. NOMENCLATURA DE ARQUIVOS 
Para estruturação e organização das pastas de documentação de projeto deverá ser seguido o 
documento INFRAERO - Manual de Definição do Ambiente Comum de Dados. 
Exemplo SIQE.01-105.092- 04EP-00384-S00 
Onde: 
SIQE: código ICAO 
01:geral 
105: Pavimentação 
092: Especificações Técnicas 
04EP: estudo preliminar 
00384: numeração sequencial geral 
S00: Documento Compartilhado 
 
https://infraerogovbr.sharepoint.com/:f:/s/eng/projetosdeengenharia/EhNtFj7f3cFNgmlSso7-XzsBW1AcFj7hz3rcKksNVzObgA?e=jaKsXw
https://infraerogovbr.sharepoint.com/:f:/s/eng/projetosdeengenharia/EhNtFj7f3cFNgmlSso7-XzsBW1AcFj7hz3rcKksNVzObgA?e=jaKsXw
 
 
 
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11. EIR REQUISITOS DE TROCA DE INFORMAÇÃO 
 Software Extensões De Entrada Extensões De Saída 
Levantamento De 
Dados 
PIX 4D tiff/ Las 
Planejamento 
Aeroportuário 
Autodesk Civil 3d 
IFC 2x3 IFC 2x3 
Arquitetura 
Autodesk Revit / 
Autodesk Civil 3d 
IFC 2x3 IFC 2x3 
Estrutura Eberik Autodesk Revit 
IFC 2x3 IFC 2x3 
Elétrica 
Qibuilder /Autodesk 
Revit 
IFC 2x3 IFC 2x3 
Eletrônica 
Qibuilder /Autodesk 
Revit 
IFC 2x3 IFC 2x3 
Hidráulica 
Qibuilder /Autodesk 
Revit 
IFC 2x3 IFC 2x3 
Mecânica 
Qibuilder /Autodesk 
Revit 
IFC 2x3 IFC 2x3 
Planejamento Qivisus /Autodesk Revit IFC 2x3 IFC 2x3 
Orçamento Qivisus / IFC 2x3 IFC 2x3 
 
12. DIRETRIZ GERAL DE MODELAGEM 
 
Ponto de referência da edificação do TPS coordenadas (0,0,0) para os eixos (X, Y, Z). 
Observar que a coordenada do Ponto Base de Origem deve coincidir para todos os modelos 
desenvolvidos, sendo ponto-chave da coordenação do projeto essa verificação, da mesma forma 
que a compatibilização da escala dos modelos. 
O Ponto de Referência ou Ponto Base de Origem está definido conforme a seguir: 
 
 
 
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Figura 10 – Ponto Base de Referência dos Modelos BIM 
 
 
Figura 11 – Exemplo de Objeto da Biblioteca BIM 
 
Os objetos da Biblioteca BIM Infraero já contêm atributos e propriedades do SOE com seus 
respectivos códigos. Esse código está atrelado a uma composição que reflete o serviço a ser 
executado na obra. 
Os elementos e componentes indisponíveis nas bibliotecas dos softwares poderão ser 
importados de bibliotecas vinculadas, desenvolvidos dentro do próprio software por meio das 
ferramentas básicas de modelagem 
Para facilitar a identificação das disciplinas que envolvem a determinação de 
tubulações, recomenda-se a utilização de diferentes cores para caracterizar usos distintos, a fim 
de facilitar a compatibilização visual realizada por parte da Contratada. Para tal, se utilizará como 
padrão a NBR 6493/1994, que determina: 
Comentado [MEG1]: Trocar imagem 
 
 
 
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13. NÍVEIS DE DETALHE E DE INFORMAÇÃO DO MODELO 
Ao longo da elaboração de um projeto utilizando a metodologia BIM, devem ser considerados 
dois níveis para os elementos do modelo: o Nível de Detalhe (ND) e o Nível de Informação 
(NI) desejável. 
Níveis de Detalhe e Informação mínimos por disciplina e etapa de projeto. As considerações 
deste BEP se aplicam apenas à etapa de Projeto Básico (PB) descritos no Caderno BIM do 
Governo do Estado do Paraná (2018). 
 
14. SISTEMA DA CLASSIFICAÇÃO DA INFORMAÇÃO DA CONSTRUÇÃO 
O sistema de classificação da informação será baseado na NBR ISO 12006-2 (2018) e ABNT 
NBR 15965 – Sistema de Classificação da Informação da Construção. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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ANEXOS 
 
 
 
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32/36 SIQE.01-000.201-02SP-00001 
15. PLANO SINTÉTICO 
Objeto Estudo Preliminar e Projeto Básicoem “Building Information Modeling (BIM)” para o 
Terminal de Passageiros Regional Modelo 1 (M1) e Estacionamento de Veículos, contemplando 
também o planejamento do sítio aeroportuário para o Aeródromo de Brasília Planalto Central - 
SIQE. 
Aeroporto Aeródromo Brasília - Planalto Central - SIQE 
Escopo Elaboração do estudo preliminar e Projeto Básico para o Terminal de Passageiros e planejamento 
aeroportuário do Sítio 
Justificativa Projeto piloto 
Área Executora DOEG 
Etapas Desenvolvidas Organicamente 
☐Serviços Preliminares 
☐Estudo Preliminar 
☐Anteprojeto 
☐Projeto Básico 
☐Projeto Executivo 
☐Termo de Referência 
Etapas Contratadas 
☐Serviços Preliminares 
☐Estudo Preliminar 
☐Anteprojeto 
☐Projeto Básico 
☐Projeto Executivo 
☐Obra 
Objeto do TR para contratação 
☐Serviços Preliminares 
☐Estudo Preliminar 
☐Anteprojeto 
☐Projeto Básico 
☐Projeto Executivo 
☐Obra 
Forma de Contratação do Objeto 
☐ Lei 13.303 – Empreitada Por Preço Unitário 
☐ Lei 13.303 – Empreitada Por Preço Global 
☐ Lei 13.303 – Tarefa 
☐ Lei 13.303 – Empreitada Integral 
☐ Lei 13.303 – Contratação Semi-integrada 
☐ Lei 13.303 – Contratação Integrada 
☐ Lei 8.666 – Empreitada Por Preço Unitário 
☐ Lei 8.666 – Empreitada Por Preço Global 
☐ Lei 8.666 – Tarefa 
☐ Lei 8.666 – Empreitada Integral 
Equipe Técnica do Projeto 
Disciplina: Nome CREA/CAU 
1. Disciplina: Ver 9.3 Equipe BEP 
2. PCAO: 
3. Orçamento: 
4. Licenciamento 
Ambiental: 
 
5. Anuência/PESO-OS: 
 
 Processo Uso Justificativa 
(se o processo não for usado) 
5.1 Iniciar projeto de engenharia ☐Sim 
☐Não 
 
5.2 Emitir ART/ RRT/ TRT ☐Sim 
☐Não 
 
5.3 Consultar órgãos competentes ☐Sim 
☐Não 
 
5.4 Elaborar Serviços Preliminares (SP) ☐Sim 
☐Não 
 
5.5 Elaborar Estudo Preliminar (EP) ☐Sim 
☐Não 
 
5.6 Elaborar Anteprojeto (AP) ☐Sim 
☐Não 
 
5.7 Elaborar Projeto Básico (PB) ☐Sim 
☐Não 
 
 
 
 
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5.8 Projeto Executivo (PE) ☐Sim 
☐Não 
 
5.9 Manter arquivo de documentação e de informação ☐Sim 
☐Não 
 
5.10 Verificar a qualidade ☐Sim 
☐Não 
 
5.11 Atualizar modelo digital e documentos técnicos 
com mudanças aprovadas 
☐Sim 
☐Não 
 
5.12 Encerrar projeto  ☐Sim 
☐Não 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
, 
 
 
 
 
 
 
 
Comentado [MEG2]: inserir eap atualizada 
 
 
 
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16. FLUXO ANALÍTICO DAS ETAPAS DE PROJETO 
 
 
 
 
 
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Comentado [MEG3]: inserir comentário atualizado 
 
 
 
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