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MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PIAUÍ
UNIVERSIDADE ABERTA DO BRASIL/CAPES
Centro de Educação Aberta e a Distância – CEAD
Coordenação do Curso de Pedagogia
Conteúdo e Metodologia da Matemática - 2025.1
Prof. Alan Kardec
PROPOSTA DIDÁTICA PARA O ENSINO DE MATEMÁTICA.
 ALEGRETE DO PIAUÍ
 2025
FRANCISCA DAS CHAGAS BRITO
JOSINALDA DE ARAÚJO SILVA
ISABEL CLEYTÂNIA DA SILVA
ENSINO DE MATEMÁTICA: PROPOSTA DIDÁTICA 
Trabalho apresentado à disciplina A Conteúdo e Metodologia da Matemática do Curso de Pedagogia do Centro de Educação Aberto e a Distância da Universidade Federal do Piauí. Correspondente à segunda avaliação.
Prof. Dr. Alan Kardec Carvalho Sarmento
 ALEGRETE DO PIAUÍ
 2025
Introdução 
A busca para tornar o aprendizado matemático mais fácil e dinâmico tem atraído à atenção de diversos pesquisadores da área da matemática e áreas afins, em busca de melhoria na qualidade do ensino de matemática, vista por muitos estudantes como uma matéria abstrata e quase impossível de compreender e aprender. Assim como as outras áreas do conhecimento, o ensino de matemática não é diferente, exigem-se materiais e espaços adequados. Com isso surgem os seguintes questionamentos: seria possível ensinar assuntos abstratos apenas com carteiras enfileiradas? E se os únicos recursos a serem utilizados, forem pincel e quadro branco? Enfim, muitos aprenderam assim e ainda aprendem, porém, percebe-se cada vez mais a necessidade de refletir e pensar como se pode modificar essa realidade e inserir, no ensino de matemática, propostas que possam estimular a criatividade e o pensar dos envolvidos neste processo de aquisição do conhecimento. A questão é que nem todos desenvolvem a mesma capacidade de pensar, agir, interpretar e fazer contas matemáticas. Para suprir essas dificuldades e melhorar a qualidade do ensino é preciso buscar metodologias e formas diferentes de ensinar para que o ato de aprender se torne algo agradável e compreensível. 
 Neste contexto, a presente proposta didática foi elaborada com o intuito de contribuir para o desenvolvimento das habilidades matemáticas dos alunos do 4º ano do Ensino Fundamental, por meio da aplicação de jogos educativos que envolvem operações básicas de adição e subtração. Atividades como o Dominó Matemático, a Trilha Matemática e o Bingo Matemático permitem que os estudantes aprendam de forma interativa e participativa, favorecendo não apenas o domínio dos conteúdos, mas também o fortalecimento do trabalho em equipe, da socialização e da construção do pensamento lógico-matemático.
 Assim, esta proposta visa atender às necessidades do campo de atuação do pedagogo, promovendo uma prática pedagógica lúdica, inclusiva e orientada por pressupostos teóricos que valorizam o aprender brincando. Essa proposta foi desenvolvida para apresentar a matemática de forma leve, desenvolvendo dinâmicas de aprendizagem que inclua todos os alunos, e que todos tenham bons resultados no aprendizado da matemática. Mediante a isso fica claro a necessidade de apresentamos a matemática, e sua importância na vida dos estudantes, e também como ela é essencial no uso contínuo do cotidiano, tanto escolar, como na vida como um todo.
Fundamentação teórica 
 O ensino da Matemática nos anos iniciais do Ensino Fundamental tem se mostrado um grande desafio para os educadores, especialmente no que diz respeito ao desenvolvimento do raciocínio lógico, à compreensão de conceitos matemáticos e à motivação dos alunos para o aprendizado. Diante desse cenário, o uso de jogos pedagógicos surge como uma estratégia metodológica eficaz, pois contribui para tornar as aulas mais dinâmicas, interativas e significativas, o que contribui para o desenvolvimento e aprendizagem dos alunos. 
Mendes (2002) destaca que a Matemática deverá contemplar a observação, a experimentação, a investigação e a descoberta, que ajudarão os alunos a fazerem reflexões mais abstractas. Na busca pela melhoria do ensino de matemática, Silva (2012) aponta que: 
A aula deve ser preparada e adaptada levando em conta as particularidades da turma. Em um estado tão grande como o nosso, cada região tem suas necessidades e se tratando de escolas e salas de aulas essas particularidades se restringem ainda mais. O universo de sala de aula é único, pois cada indivíduo é único então é um erro generalizar a metodologia da aula como se fosse uma produção em série. Pois, a escola não é uma fábrica, ela não produz robôs, ela deve formar pensamentos e atitudes e isso não se faz com modelos únicos. [...]. (SILVA, 2012, p. 104-106)
É sempre importante e necessário estar buscando novas formas de abordar o conteúdo ensinado para que proporcione maneiras diferentes de aprendizagem. Buscando assim alcançar o máximo de compreensão possível do conteúdo por parte dos educandos. Diante disso procuramos ressaltar a importância das variadas metodologias de ensino de matemática para a melhoria do aprendizado, identificando quais são as metodologias trabalhadas em sala de aula, assim como buscando compreender como se dá à aplicação dessas metodologias nas aulas de matemática e analisando como essas metodologias podem vir a contribuir com a melhoria do ensino de matemática.
 De acordo com Lorenzato (2006), os jogos matemáticos estimulam o pensamento lógico, a atenção, o cálculo mental e o raciocínio rápido, favorecendo a construção do conhecimento de forma gradual e contextualizada. Além disso, ao utilizá-los em sala de aula, o professor cria um ambiente de aprendizagem que valoriza a participação ativa dos alunos, respeitando os diferentes ritmos e estilos de aprendizagem. Destacam-se, nesse sentido, os jogos como o Dominó Matemático, a Trilha Matemática e o Bingo Matemático, que permitem aos estudantes exercitarem as operações básicas de adição e subtração de forma divertida, contribuindo para a fixação dos conteúdos e para o desenvolvimento de competências matemáticas essenciais. 
A Base Nacional Comum Curricular (BNCC, 2018) também enfatiza a importância de práticas pedagógicas diversificadas e contextualizadas no ensino da Matemática, destacando a ludicidade como um dos princípios para o trabalho com os conteúdos matemáticos nos anos iniciais. Assim, o uso de jogos se alinha às orientações da BNCC, contribuindo para o desenvolvimento integral dos alunos e para a promoção de uma aprendizagem mais significativa e prazerosa.
 Dessa forma, a utilização de jogos no ensino da Matemática não se limita ao entretenimento, mas constitui uma prática pedagógica fundamentada teoricamente, capaz de favorecer a aprendizagem e o desenvolvimento de competências cognitivas e sociais dos alunos dos anos iniciais do Ensino Fundamental. Mediante as práticas pedagógicas nas quais o professor tem a oportunidade de ser criativo, e promover uma aula temática da qual todos os alunos possam participem, e contribuam uns com outros seus conhecimentos adquiridos na aula. Diante disso fica bem claro que os jogos matemáticos são muito além de uma simples aula criativa, e sim uma metodologia de aprendizagem na qual desenvolve novas habilidades e conhecimentos, que posteriomente gerará um conhecimento mais amplo e eficaz da matemática.
 Como processo de ensinar e de aprender Matemática, a História da Matemática pode ser uma metodologia que fomente a curiosidade nos educandos através da contação de acontecimentos históricos que remetem ao uso da Matemática, por isso “[...] a partir do momento que se conhece a HM [História da Matemática], as aulas ficam mais interessantes e com aprendizado de qualidade [...]” (VIANA; SILVA, 2007, p. 6). Dessa forma, a História da Matemática como metodologia de ensino para Matemática pode ser usada como uma ferramenta motivadora nas aulas dessa disciplina, objetivando proporcionar uma aprendizagem significativadaquilo que se almeja nos planos de aula e atendendo aos anseios de aprendizagem dos educandos. Assim, “O maior ganho dessa forma de utilizar a HM - História da Matemática na Educação Matemática é a possibilidade de discutirem-se crenças, emoções e afetos envolvidos na prática em que tal criação ocorreu [...]” (VIANA; SILVA, 2007, p. 7). 
 Historicamente a matemática vem passando por processos nos quais vem transformando a maneira como se trabalha, e como os alunos enxergam a matemática, isso nos trás reflexões de como nos como futuros pedagogos irem trabalhar essa disciplina em sala de aula, e como fazer os alunos se enteressarem, e aprender de forma lúdica e criativa, a forma como transferimos conhecimento transformar o olhar do próximo sobre aquela disciplina. O ensino da matemática, ao longo da história, tem passado por significativas transformações, acompanhando o desenvolvimento social, cultural e científico da humanidade. A matemática surgiu como uma necessidade prática das sociedades antigas, voltada à resolução de problemas cotidianos, como contagem, comércio, construção e observação astronômica. Conforme destaca D'Ambrosio (1996), a matemática é fruto das práticas culturais e do cotidiano dos povos, sendo um saber construído a partir das necessidades concretas das civilizações. Ao longo do tempo, a matemática passou por um processo de formalização, principalmente na Grécia Antiga, quando ganhou um caráter mais abstrato e sistemático. Contudo, o ensino da matemática permaneceu por séculos pautado em métodos tradicionais, caracterizados pela repetição mecânica de cálculos e pela ênfase na memorização, o que, muitas vezes, gerava desmotivação entre os estudantes. Lorenzato (2006) ressalta que o ensino tradicional da matemática, focado no treinamento e na reprodução de procedimentos, pouco contribuía para o desenvolvimento do pensamento crítico e da compreensão significativa dos conteúdos.
 Diante desse cenário, surgiram propostas de reformulação no ensino da matemática, como o Movimento da Matemática Moderna, na década de 1960, que buscou aproximar o ensino escolar dos avanços teóricos da área. Apesar dos esforços, esse movimento foi criticado por sua abordagem excessivamente abstrata e distante da realidade dos alunos. Foi a partir das últimas décadas do século XX que o uso de metodologias lúdicas no ensino da matemática ganhou destaque, impulsionado por estudos no campo da Educação Matemática e pelas contribuições da Psicologia do Desenvolvimento. Piaget (1975) defende que o jogo desempenha papel fundamental no desenvolvimento cognitivo da criança, sendo uma atividade que favorece a construção do conhecimento de maneira ativa e significativa. Nesse contexto, o jogo pedagógico passa a ser compreendido não apenas como uma forma de entretenimento, mas como uma estratégia didática que possibilita ao aluno vivenciar situações de aprendizagem desafiadoras e estimulantes.
 Os jogos de aprendizagem, atualmente, representam uma prática consolidada e recomendada no ensino da matemática, principalmente na Educação Infantil e nos anos iniciais do Ensino Fundamental. Segundo Kishimoto (2010), o jogo, ao ser integrado ao contexto escolar, favorece a interação, o prazer e o desafio, elementos indispensáveis para o processo de aprendizagem, especialmente no que diz respeito à matemática, que muitas vezes é vista pelos alunos como uma disciplina difícil e distante de sua realidade. Além disso, os avanços tecnológicos têm ampliado as possibilidades de uso de jogos no ensino da matemática, por meio de jogos digitais, aplicativos e ambientes virtuais de aprendizagem. Valente (1999) e Papert (1980), por meio da Teoria do Construcionismo, defendem que as tecnologias digitais, quando adequadamente inseridas no contexto escolar, podem tornar o processo de aprendizagem mais atrativo, interativo e alinhado às exigências do mundo contemporâneo.
 Dessa forma, a inserção de jogos no ensino da matemática reflete não apenas uma mudança metodológica, mas também uma transformação na concepção de ensino e aprendizagem, promovendo um ambiente mais significativo, prazeroso e centrado no aluno, contribuindo para o desenvolvimento do pensamento lógico, da criatividade e da autonomia.
Objeto do conhecimento; números decimais e problemas com contagem.
Trabalhar os números e os problemas de contagem é de suma e relevante importância e busca desenvolver e fortalecer a compreensão dos sistemas de numeração fortalecendo o desenvolvimento de habilidades na contagem,leitura, escrita e resolução de problemas.
Esse objeto de ensino visa objetivos fundamentais e relevantes como contar e elaborar problemas em variados contextos, reconhecer padrões, utilizar métodos pessoais de resoluções de problemáticas e relacionar o processo de contagem com as quatro operações fundamentais da matemática. Números decimais" envolve a compreensão de um sistema numérico que representa valores menores que um inteiro, utilizando uma vírgula para separar a parte inteira da parte decimal. Esses números são essenciais para expressar medidas, quantidades e proporções em diversas situações do cotidiano e em contextos matemáticos mais amplos. São representados por uma parte inteira e uma parte decimal separadas por uma vírgula. A parte decimal indica frações de um inteiro, como décimos, centésimos, milésimos, etc. O estudo de números decimais envolve a realização de operações como adição, subtração, multiplicação e divisão, utilizando algoritmos específicos e estratégias de cálculo. A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) estabelece habilidades e objetivos de aprendizagem relacionados a números decimais, como a leitura, escrita, ordenação e comparação de números racionais na forma decimal, bem como a resolução de problemas que envolvem essas operações.
O objeto de conhecimento problemas com contagem refere-se à capacidade de entender e resolver situações que envolvem a contagem de elementos, a determinação de possibilidades ou arranjos, e o cálculo de quantidades. Em termos mais simples, envolve situações onde é necessário contar ou organizar algo para encontrar a solução. Problemas com contagem, também conhecidos como problemas de contagem ou combinatória, são situações que exigem o uso de técnicas de contagem para determinar o número de resultados possíveis em um determinado evento ou situação.  Resolver problemas de contagem envolve várias habilidades matemáticas como: Organização, combinação, análise da situação entre outras.
Competências e habilidades
· Reconhecer que a Matemática é uma ciência humana, fruto das necessidades e preocupações de diferentes culturas, em diferentes momentos históricos, e é uma ciência viva, que contribui para solucionar problemas científicos e tecnológicos e para alicerçar descobertas e construções, inclusive com impactos no mundo do trabalho.
· Desenvolver o raciocínio lógico, o espírito de investigação e a capacidade de produzir argumentos convincentes, recorrendo aos conhecimentos matemáticos para compreender e atuar no mundo. [...]
· Enfrentar situações-problema em múltiplos contextos, incluindo-se situações imaginadas, não diretamente relacionadas com o aspecto prático-utilitário, expressar suas respostas e sintetizar conclusões, utilizando diferentes registros e linguagens (gráficos, tabelas, esquemas, além de texto escrito na língua materna e outras linguagens para descrever algoritmos, como fluxogramas, e dados).
Competência de Números Decimais:
Envolvem a capacidade de ler, escrever, comparar, ordenar e realizar operações com esses números, além de compreender sua relação com frações e o sistema de numeração decimal. O foco é desenvolver a compreensão do conceito de número decimal, sua representação na reta numérica e sua aplicação em situações-problema. 
As principais competências 
· Reconhecimento e compreensão, reconhecer a estrutura do sistema e compreender a separação entre parte inteira e parte decimal;
· Leitura e escrita: Ler e escrever os números decimais corretamenteutilizando a vírgula para separar;
· Resolver problemas com decimais;
· Destacar a importância do ensino dos números decimais também de forma contextualizada, e utilizando recursos visuais.
Habilidades para o ensino de números decimais e problemas de contagem
· (EF04MA01) Ler, escrever e ordenar números naturais até a ordem de dezenas de milhar.
· (EF04MA08) Resolver, com o suporte de imagem e/ou material manipulável, problemas simples de contagem, como a determinação do número de agrupamentos possíveis ao se combinar cada elemento de uma coleção com todos os elementos de outra, utilizando estratégias e formas de registro pessoais.
· (EF04MA10) Reconhecer que as regras do sistema de numeração decimal podem ser estendidas para a representação decimal de um número racional e relacionar décimos e centésimos com a representação do sistema monetário brasileiro.
ESTRATÉGIAS DE AVALIAÇÃO
Atividades práticas onde o professor promove a interação dos alunos entre si, e ele são o mediador.
 Avaliação sobre situações problemas
Este material irá desafiar os alunos a aplicarem seus conhecimentos teóricos na resolução de problemas do cotidiano, desenvolvendo assim suas habilidades de raciocínio lógico e solução de questões complexas.
1. Janaína foi a uma lanchonete com sua filha e pediu uma jarra de suco. Veja abaixo.
Considerando que a jarra estava cheia, quantos mililitros de suco permanecem na jarra após encher o copo?
Resposta __________________
2. Mirela trabalha na produção de cordões e pulseiras utilizando miçangas. Ela recebeu uma encomenda de 10 pulseiras iguais à que está representada abaixo.
a) Quantas miçangas grandes ela precisará para completar a encomenda?
R = 	
b) E quantas pequenas?
R = 	
Verônica é confeiteira e preparou 30 cupcakes para vender, organizando-os em caixas iguais à que está mostrada abaixo.
Quantas caixas ela conseguiu montar?
Resposta:	
Na biblioteca da escola onde Raquel estuda, existem 4 mesas iguais à que está mostrada na imagem abaixo.
Quantas cadeiras há na biblioteca?
a) 10
b) 15
c) 16
d) 20
Explicação da atividade: De inicio uma roda da conversa analisando o conhecimento prévio dos alunos e discutindo sobre a importância das resoluções de cálculos e sobretudo situações problemas que envolva as diversidades diárias . Na sequencia citar exemplo no quadro explicando com é feito as resoluções e por fim entregar o teste.
Conclusão da Avaliação
Nesta proposta de avaliação o professor observa o raciocínio dos alunos ao se depararem com a problemática com números e situações problemas , e por fim em uma roda de conversa os alunos contam sua experiência, deixa sua opinião da atividade e dizem o que acharam se fácil, difícil ou regular realizar essa atividade.
Materiais e métodos
No ensino da matemática, a escolha dos materiais e métodos adequados é crucial para facilitar a aprendizagem e o desenvolvimento do raciocínio lógico dos alunos. Diversos modelos podem ser adotados, desde abordagens tradicionais até metodologias mais ativas, que envolvem o aluno de forma mais dinâmica e participativa. A combinação de diferentes estratégias e materiais pode criar um ambiente de aprendizagem mais eficaz e engajador. 
Materiais
	
Materiais Concretos
	Blocos lógicos, ábacos, materiais dourados, réguas, compassos e outros recursos manipulativos ajudam a visualizar e entender conceitos abstratos, transformando-os em algo tangível e mais fácil de compreender.
	
Materiais Digitais
	Vídeos, animações, jogos educativos, softwares interativos e plataformas online podem enriquecer a experiência de aprendizagem, oferecendo diferentes perspectivas e recursos para explorar a matemática de forma mais dinâmica e divertida
	
Recursos Visuais
	Gráficos, tabelas, diagramas e mapas conceituais são importantes para organizar informações, apresentar relações entre conceitos e facilitar a compreensão de dados e padrões matemáticos. 
	
Textos e Livros
	Manuais escolares, livros didáticos, artigos científicos e outros materiais escritos são fontes de informação e conhecimento, auxiliando na construção de uma base sólida de conceitos e teorias. 
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Métodos 
	
Jogos e Brincadeiras
	Atividades lúdicas, como jogos de tabuleiro, quebra-cabeças e desafios matemáticos, tornam o aprendizado mais prazeroso e estimulam o raciocínio lógico, a criatividade e o trabalho em equipe
	
Método Tradicional
	Centrado na exposição do conteúdo pelo professor, seguido de exercícios e aplicação de fórmulas. Pode ser eficaz para a memorização e fixação de conceitos, mas nem sempre favorece a compreensão profunda e o desenvolvimento do raciocínio
	
Metodologias Ativas
	Englobam diversas abordagens, como aprendizagem baseada em projetos, sala de aula invertida, estudo de caso e gamificação, que buscam colocar o aluno no centro do processo de aprendizagem, incentivando a participação ativa, a colaboração e a autonomia.
	
Resolução de Problemas
	Apresenta aos alunos situações-problema que exigem a aplicação de conceitos matemáticos para encontrar soluções. Estimula o raciocínio lógico, a criatividade e a capacidade de análise. 
	Abordagem Passo a Passo
	Divide os problemas em etapas menores, facilitando a compreensão e o desenvolvimento do raciocínio lógico.
A escolha do modelo ideal depende do contexto da sala de aula, das características dos alunos e dos objetivos de aprendizagem. A combinação de diferentes materiais e métodos pode ser a chave para um ensino de matemática mais eficaz, interessante e que prepare os alunos para os desafios do futuro. 
CONSIDERAÇÕES FINAIS
A matemática nunca foi uma disciplina fácil, considerada por muitos alunos como uma matéria abstrata e impossível de ser compreendida. Neste sentido, é perceptível que a realidade presenciada pelos professores continua dessa forma, porém, se faz necessário ter o máximo de atenção e cautela possível no momento em que se ensina a disciplina, afinal a matemática está em todos os cenários e espaços que são frequentados diariamente, seja a sala de aula, shopping, academia, farmácia e até mesmo o transporte utilizado pelos os alunos, em seu deslocamento diário até a escola, todos eles têm matemática envolvida, seja por um padrão definido ou não. 
Com o ensino não é diferente, porém, é necessário que o aluno possua contato direto com a matemática prática, não basta saber a teoria sem a presença da pratica. Afinal a matemática só começa a fazer sentido quando a teoria é vista na prática, onde o educando pode perceber que aquilo que é visto na disciplina é útil no seu cotidiano. 
Desta forma, a prioridade do docente deve ser a qualidade do ensino, se os alunos estão aprendendo da maneira certa, afinal nada adianta passar muito conteúdo se o estudante não consegue compreender todos eles. Alguns professores defendem que matemática só se aprende executando na prática aquilo que é visto na teoria, mas eles esquecem que não é preciso estar sempre utilizando o mesmo método, é necessário buscar algo novo e está sempre inovando na maneira de lecionar.
Referências:
Currículo do Piauí,um marco para a Educação do Nosso Estado,Educação Infantil e Ensino Fundamental/Organizadores:Carlos Alberto Pereira da Silva....[et al.-Rio de Janeiro: FGV editora,2020. 314p.
D'AMBROSIO, Ubiratan. Educação matemática: da teoria à prática. 14. ed. Campinas-SP Papirus, 1996.
KISHIMOTO, T. M. Jogo, brinquedo, brincadeira e a educação. 14. ed. São Paulo: Cortez, 2011
 LORENZATO, S. Laboratório de Ensino de matemática e materiais manipuláveis. In: LORENZATO, S. (Org.). O Laboratório de Ensino de matemática na formação de professores. Campinas, SP: Autores Associados, 2006. (Coleção formação de professores)
LORENZATO, S. Para aprender matemática. Campinas, SP: Autores Associados, 2006a. (Coleção formação de professores)
 Piaget, J. (1975). A formação do símbolo na criança: imitação, jogo, sonho e representação. Rio de Janeiro: Zahar. KISHIMOTO, Tizuko Morchida. O jogo e a educação infantil. 16. ed. São Paulo: Cortez, 2010.
PAPERT,seymour. A maquina das crianças na era da informática. Porto Alegre; Artemed,1980
SILVA, M. A. Elaborações de estudantes do 7° ano do ensino fundamental sobre números inteiros e suas operações. 2012. 120 f. Dissertação (Mestrado em Ensino de Ciências Exatas) – Centro de Ciências Exatas, Universidade Federal de São Carlos, São Carlos, 2012
VIANA, M. C. V.; SILVA, C. M. Concepções de professores de Matemática sobre a utilização da História da Matemática no processo de ensino-aprendizagem. In: Encontro Nacional de História da Matemática, 9, 2007, Belo Horizonte. Pôsteres... Belo Horizonte, MG, 2007.
 
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