Prévia do material em texto
Saúde & Amb. Rev., Duque de Caxias, v.7, n.2, p.16-22, jul-dez 2012. Página 21 CONCLUSÃO A descoberta dos Raios X foi o início de uma nova era na medicina diagnóstica, tornando possível a visualização do interior do corpo humano por uso de radiação ionizante. Diante de tantas outras descobertas em diagnóstico por imagem surgiu também o exame de RM, onde não se utiliza radiação ionizante e sim campos magnéticos e radiofrequência para obtenção de imagens, vem sendo considerado uma das melhores maneiras de diagnóstico no AVC, por ter uma representação excelente na avaliação dos tecidos afetados através de cortes milimétricos e por ser sensível ao fluxo sanguíneo, visualizando com exatidão a área lesada. Sendo possível a avalição de obstruções nas artérias ou um ponto de extravasamento de sangue através da angiorressonância que oferece o mapeamento dos vasos sanguíneos sem a utilização do meio de contraste. De acordo com as pesquisas foi identificado que na rede de saúde pública no momento que o paciente dá entrada na emergência o exame padrão a fazer é a TC. Apesar de que a RM ser a mais completa para auxiliar este tipo de diagnóstico, o critério se justifica no alto custo do processo. No SUS somente alguns hospitais possuem o aparelho de RM, além do aparelho móvel (acoplada no caminhão), que durante o ano percorre comunidades realizando atendimentos. Apesar disto o exame de RM mostrou durante as pesquisas, ser uma opção favorável para um diagnóstico preciso, principalmente pelas ferramentas que o exame acrescenta. BIBLIOGRAFIA 1. BANDEIRA, ALEXANDRA; FRAGATA, ISABEL; REIS, JOÃO. Dissecção carotídea: 2. Cinco Variações Sobre Um Tema. Acta Med Port; 19: 503-508. 2006. 3. B RUNA, GUILHERME, NATACHA E REBECA. Bioquímica da hipertensão. Brasília, 2011. Disponível em: . Acesso em 10 set. 2011. 4. C IVITA, VICTOR. Medicina e saúde: Enciclopédia Ilustrativa; 1º vol – São Paulo, Abril. 1979. 5. CORPA, MARCOS. Centro de diagnóstico. Paraná, 2011. Disponível em: 6. . Acesso em 09 set. 2011. 7. D IEGO. Jornal livre: Seu artigo na web, 2011. Disponível em: . Acesso em 29 set. 2011. 8. GAGLIARDI, RUBENS JOSÉ. Tratamento da fase aguda do Acidente Vascular Cerebral. Academia Brasileira de Neurologia. 2001. 9. GURGEL, GUTENBERG DO AMARAL. Isquemia Cerebral de Origem Extracraniana: Diagnóstico e Tratamento Clínico. N. 4, pp 2003. 10. IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Acidente Vascular Cerebral. Brasil, 2011. 11. KEMP, CORNÉLIA. Debaixo da Pele: uma viagem através do Corpo Humano; ed lit. – Lisboa, Pavilhão do conhecimento. 2000. 12. LEITE, CLAUDIA DA COSTA; LUCATO, LEANDRO TAVARES; JÚNIOR, EDSON AMARO. Neurorradiologia, Diagnóstico por Imagens das Alterações Encefálicas. 2ª ed – Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2011. 13. LOPES, HENRIQUE BATISTA; SOARES, FLÁVIO AUGUSTO. Ressonância Magnética - Curso técnico de Radiologia, CEFET - Santa Catarina. 2001. 14. MORAES, JORGE SOUTO. Qualquer instante. Alagoas, 2011. Disponível em: 15. Acesso em: 03 out. 2011. 16. NACIF, MARCELO SOUTO. Manual de Técnicas de Ressonância Magnética. Rio de Janeiro, Rubio. 2011. 17. NETTER, FRANK H. Atlas de Anatomia Humana. 2ª Ed - Porto Alegre, Artmed. 2000. 18. NETO, JOSÉ ELUF; LOTUFO, PAULO ANDRADE; DE LÓLIO, http://www.jornallivre.com.br/201535/o-que-e-circulo-arterial-cerebral.html http://www.jornallivre.com.br/201535/o-que-e-circulo-arterial-cerebral.html