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Aula 4 Clínica médica de cães e gatos Nalanda Rambo 
Sistema respiratório
A Processo para obter e utilizar o oxigênio e 
eliminar o dióxido de carbono; 
A Funções: 
• Fatores químicos: associados a captação 
de oxigênio e produção de CO2; 
• Fatores mecânicos e físicos: 
relacionados a ventilação dos pulmões, 
transportes dos gases entre os pulmões 
e o sangue e entre o sangue e os 
tecidos; 
• Regulação da ventilação. 
A Afecções do trato respiratório superior são 
menos graves do que do inferior. 
A Narinas e cavidade nasal; 
A Laringe; 
A Traqueia; 
A Brônquios; 
A Bronquíolos; 
A Pulmões; 
A Pleura. 
▪ Melhor anti-inflamatório é o corticoide. 
A Pareadas; 
A Diferenças entre espécies; 
A Limites: septo nasal, palatos duro e mole; 
A Conchas nasais: recobertas de mucosa 
(aquece e umidifica o ar), resfriamento do 
sangue arterial que irriga o cérebro; 
A Epitélio olfatório: localizado na porção 
caudal de cada cavidade nasal (maior 
percepção dos odores). 
A Órgão da fonação (produção de sons) nos 
mamíferos; 
A O som é produzido pela passagem 
controlada de ar, que provoca vibração das 
cordas na laringe. 
A A traqueia é a principal passagem para o 
ar até os pulmões; 
A É uma continuação cranial da laringe e se 
divide caudalmente para formar os 
brônquios direito e esquerdo; 
A A parede da traqueia contém anéis de 
cartilagem para impedir o colapso da via 
respiratória traqueal; 
A Cada cartilagem é incompleta 
(dorsalmente), assim tem variações de 
diâmetro, regulado pelo músculo liso 
traqueal; 
A Diâmetro pode aumentar conforme a 
necessidade; 
A Principais problemas da traqueia: colapso 
de traqueia e traqueobronquite 
A Pareados; 
A Ocupam todo o espaço do tórax não 
preenchido por outras estruturas; 
A Pulmões preenchidos de ar 
(radiotransparência); 
A Excelente contraste para outras estruturas 
(radiopacas); 
A Radiotransparente: penetrável por raio-x; 
A Radioluscente: não penetrável pelo raio-x; 
A Doenças que afetam a complacência 
pulmonar: doença que afetam o 
parênquima ou que comprometem a pressão 
negativa; 
• Pneumotórax ou hernia diafragmática. 
A Gato com efusão: pode ser por alteração 
cardíaca, FeLV ou PIF. 
 
▪ Edema pulmonar usa diurético, o meio fica 
hiperosmolar e o líquido é atraído para fora 
(furosemida). 
 
A Principais locais de difusão entre o gás e o 
sangue; 
A Surfactante: mantém o alvéolo aberto, 
neonatos prematuros não possuem, por isso 
morrem de insuficiência respiratória. 
A A velocidade do fluxo de ar diminui de 
modo progressivo da traqueia em direção 
aos bronquíolos; 
A Fluxo de ar turbulento em alta velocidade 
na traqueia e nos brônquios produz sons 
pulmonares (auscultáveis no estetoscópio); 
A O fluxo de baixa velocidade nos bronquíolos 
não produz nenhum som; 
A Som respiratório: qualquer som que 
acompanhe o movimento de ar através da 
árvore traqueobrônquica; 
A Ruídos adventícios (patológicos): estertores 
e sibilos. 
A Dispneia: dificuldade de respirar; 
A Eupneia: normal; 
A Taquipneia: aumento da frequência 
respiratória; 
A Bradipneia: redução da frequência 
respiratória; 
A Apneia: ausência de movimentos 
respiratórios; 
A Ortopneia: dispneia em decúbito, aliviada 
pelo menos parcialmente ao sentar-se, ou 
pela elevação parcial do tronco; 
A Cheyne stokes: fica um tempo sem respirar 
e de repente ele tem dispneia, relacionado 
a trauma crânio encefálico (apneia dura de 
3 a 30 segundos). 
A Costo-abdominal: normal; 
A Abdominal: abdome se protrai durante a 
inspiração e se retrai na expiração; 
A Costal: movimentação pronunciada das 
costelas (predominante em afecções 
abdominais dolorosas); 
A Nas afecções dolorosas do tórax a 
respiração abdominal é mais aparente. 
A Estertores: edema ou exsudato nas vias 
respiratórias, sons intermitentes, intensos, 
crepitantes de totalidade média; 
A Sibilos (chiados): estreitamento das vias 
aéreas (broncoconstrição, espessamento da 
parede brônquica, compressão externa das 
vias respiratórias), mais facilmente ouvidos 
na expiração, podem ser ouvidos sem 
estetoscópio; 
A Tamponamento cardíaco: ausculta abafada; 
• Acúmulo de líquido no pericárdico, 
comprimindo o coração e levando à 
diminuição do débito cardíaco e choque; 
• Causas: ICC, neoplasia, distúrbio de 
coagulação, trauma, qualquer coisa que 
comprime o coração. 
A Dispneia; 
A Taquipneia; 
A Tosse; 
A Secreção nasal; 
A Espirro; 
A Febre. 
A Traqueobronquite; 
A Faringite; 
A Amidalite; 
A Bronquite aguda; 
A Pleurite; 
A ICC aguda esquerda. 
 
A ICC direita ou esquerda; 
A Vermes; 
A Aumento atrial esquerdo; 
A Bronquite crônica; 
A Doença respiratória crônica. 
 
A Desobstrução bronco-pulmonar: 
• Broncodilatador: agonista beta 
adrenérgico (simpaticomimético), ex: 
salmeterol; 
• Expectorante: acetilcisteína. 
A Supressão da tosse: antitussígenos; 
A Modificação da resistência à passagem do 
ar; 
A Controle de infecção; 
A Estimulação da respiração: doxapram. 
A Narcóticos: 
• Codeína: opioide e antitussígeno; 
• Butorfanol: ação mista, age no receptor 
kappa e bloqueia o mu. 
A Não narcóticos: dextrometorfano. 
A Doença respiratória crônica, degenerativa e 
incapacitante; 
A Anéis cartilaginosos diminuem sua rigidez e 
colabam; 
A Tanto porção cervical quanto torácica; 
A Etiologia: desconhecida, multifatorial 
(hereditário ou nutricional); 
A Tratamento paliativo e cirúrgico; 
A Graus de colapso: 
 
A Tosse seca; 
A Engasgos; 
A Dispneia; 
A Taquipneia; 
A Cianose; 
A Espirro reverso; 
A Sincope. 
A Radiografia torácica (com compressão da 
traqueia); 
A Traqueoscopia. 
A Conservador: corticoide, antibiótico, 
antitussígenos, broncodilatadores; 
A Cirúrgico: colocação de Stent. 
A Inflamação eosinofílica (alergia) das vias 
aéreas, com broncoconstrição; 
A Pode ser aguda ou crônica. 
A Ocorre pela hiperresponsividade das vias 
aéreas a alérgenos comuns no ambiente 
doméstico, como poeira, acaro, perfumes; 
A Leva a um aumento de muco e hipertrofia 
do musculo liso brônquico, causando uma 
reação alérgica de hipersensibilidade tipo I. 
A Tosse sibilos; 
A Taquipneia. 
A Anamnese e sinais clínicos; 
A Radiografia torácica; 
A Broncoscopia; 
A Lavado broncoalveolar; 
A Tomografia; 
 
A Descartar outras enfermidades do sistema 
respiratório. 
A Controle de peso, limpeza do ambiente, 
evitar produtos e perfumes fortes; 
A Usa o espaçador para usar o 
broncodilatador ou faz uma adaptação na 
caixa de transporte para inalação; 
A Normalmente o broncodilatador vem 
associado a um corticoide (sempre verificar 
a miligramagem), ex: seretide (salmeterol + 
fluticasona); 
A Broncodilatadores: agonistas beta-
adrenergicos, salmeterol; 
A Anti-inflamatórios: prednisolona 1 a 2 
mg/kg/BID; 
A Agudo: 
• Butorfanol; 
• Benzodiazepínico; 
• Oxigenoterapia; 
• Broncodilatador: salmeterol (longa 
ação), terbutalina (injetável) ou 
aminofilina (tem mais efeitos adversos); 
• Corticoide: normalmente associado no 
inalatório, dexametasona em 
emergências (ação rápida); 
• Células tronco: diminuem inflamação 
eosinofílica, a hiperrresponsividade 
aérea e melhora o remodelamento das 
vias aéreas (estudada). 
A Crônico: 
• Prednisolona oral ou corticoide 
inalatório. 
A Perda da capacidade de abdução das 
cartilagens aritenoides durante a 
inspiração; 
A Enfraquecimento do músculo 
cricoaritenoide dorsal, responsável pela 
abertura das cartilagens; 
A Unilateral ou bilateral: ela não movimenta 
ou movimenta parcialmente; 
A Polineuropatias: várias junções 
neuromusculares estão afetadas por 
alguma doença, o tratamento é a utilização 
de fármaco que imite o organofosforado; 
A Causas: traumas (entubação), neoplasias, 
doenças degenerativas ou polimiosite; 
A Predispostos: meia idade a idosos, raças 
grandes, predisposição racial (labrador); 
A Congênita ou adquirida. 
A Dispneia inspiratória;A Cianose; 
A Disfonia (rouquidão); 
A Tosse; 
A Síncope; 
A Engasgo; 
A Estridor respiratório. 
A Definitivo: laringoscopia transoral, 
laringoscopia transnasal, ultrassonografia 
ou tomografia; 
A Padrão ouro: laringoscopia transoral com 
sedação leve (não aprofunda a anestesia 
para não ter apneia). 
A Quadro grave: cirurgia; 
A Estabilização: sedação (titular dose), 
oxigenoterapia, entubação, traqueostomia 
temporária. 
A Pensa em pneumonia fúngica quando o 
tratamento com antibiótico não está 
funcionando. 
A Tratamento longo, de várias semanas; 
A Imidazois: VO ou tópico; 
 
• Cetoconazol: hepatotóxico e 
antiandrogênico; 
• Miconazol. 
A Triazóis: VO, menos efeitos colaterais; 
• Itraconazol: mais utilizado; 
• Fluconazol. 
A Iodeto de potássio: expectorante e 
potencializa a ação dos antifúngicos; 
A Anfotericina B: muito caro, único 
antifúngico IV. 
A Multifatorial; 
A Tosse dos canis; 
A Afeta só cães; 
A Doença autolimitante, mas ela pode evoluir 
para grave em animais com comorbidades; 
A Agente: vírus da Parainfluenza canina e 
bactéria Bordetella bronchiseptica 
(principal, intracelular). 
A Tosse seca e sonora (grasnado de ganso) 
devido ao edema das cordas vocais; 
A Mais evidente em momentos de exercício ou 
excitação. 
A Usa tetraciclina (bacteriostático) porque a 
Bordetella é intracelular; 
A Doxiciclina; 
A Clorfenicol: não usa, faz aplasia de medula. 
A Vacinação. 
A Resenha, anamnese, exame físico, exames 
complementares; 
A Diagnóstico definitivo; 
A Terapia empírica; 
A Situação clínica do paciente e escolha do 
antimicrobiano: 
• Como por exemplo não usar antibióticos 
nefrotóxicos em doentes renais. 
A Efeitos adversos; 
A Interações medicamentosas: 
• Para conseguir bactericida de amplo 
espectro pode associar 2 bactericidas; 
• Bactericida + bacteriostático tem altas 
chances de dar antagonismo. 
A Resistência a antimicrobianos; 
A Pedir principalmente hemograma e raio-x 
de tórax. 
A Tem 5 grandes grupos patogênicos: 
bactérias, vírus, fungos, protozoários e 
parasitas; 
A As bactérias são divididas em 6 categorias: 
gram +, gram -, micobactérias, riquétsias, 
espiroquetas e atípicas (micoplasmas e 
clamídias); 
A Espectro-estreito: caso iniba somente 
bactérias; 
A Amplo-espectro: quando também inibe 
micoplasma, riquétsia e clamídia. 
▪ Doxiciclina em gato tem que usar água 
junto, se não causa esofagite; 
A Superior (gram +): S. intermedius, E. coli, 
Bordetella bronchiseptica, Pasteurella, 
Klebisiella pneumoniae, Pseudomonas 
aeruginosa; 
A Inferior (gram -): E. coli, Klebsiella 
pneumoniae, Staphylococcus intermedius, 
Bordetella bronchiseptica, Proteus spp., 
Pasteurella. 
A Prováveis microorganismos; 
 
A Anaeróbios (mais comuns): Actinomyces, 
Bacterióides, Clostridium, Fusobacterium, 
Klebsiella, Pasteurella; 
A Aeróbios: Nocardia, Pseudomonas. 
▪ Pus normalmente tem anaeróbio, usar 
metronidazol. 
A Local da infecção; 
A Cultura e antibiograma; 
A Tempo de tratamento; 
A Características farmacocinéticas e 
farmacodinâmicas do antimicrobiano.

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