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1. EJA- EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS Betina J. Rabuske, Fabiane B. da Silva Cardoso, Sabrina I. Gomes¹ Patrícia Manganelli² RESUMO O presente trabalho tem por objetivo identificar e mostrar os pontos relevantes da educação de jovens e adultos, tratando das legislações que embasam o cumprimento de atividades pedagógicas desta modalidade de ensino, e também mostrar como é importante e fundamental esse programa, que é voltado para que os jovens e adultos que não conseguiram terminar os estudos, com o objetivo de demonstrar os desafios e dificuldades encontrados por esse público, frente ao trabalho, conciliando com um processo rotineiro de enfrentar a sala de aula. Utilizando-se de estudos bibliográficos, artigos científicos, livros didáticos e através de referências sobre o assunto para esclarecer pontos importantes sobre a Educação de Jovens e Adultos e sua história no Brasil, foi possível concluir que, essas pessoas precisam além do estudo, de uma atenção especial, não esquecendo que eles trazem consigo uma história de vida baseada em fatos reais e que não pode ser descartado e como os avanços nas legislações da modalidade EJA no Brasil, que muitas vezes não foram privilegiadas pelas políticas públicas nacionais, contribuem para não analfabetismo que ainda é grande no país. PALAVRA-CHAVE: Legislação. Educação de Jovens e Adultos. Ensino. INTRODUÇÃO 1. Este trabalho foi elaborado com o propósito de mostrar a importância da EJA no Brasil, os fatos históricos, o surgimento e também a legislação da Educação de Jovens e Adultos no Brasil. Já os objetivos específicos foram: Pesquisar a finalidade e a eficácia das leis que regem a EJA atualmente; pesquisar quais são as leis que amparam a EJA; pesquisar fatos históricos da EJA. Este tema foi escolhido por nós estudantes de pedagogia para termos conhecimento sobre as leis vigentes e suas funcionalidades para no futuro usá-lo no exercício profissional. Esses documentos buscam fundamentar o que é a EJA, destacando o direito que todo adulto tem de dar continuidade aos estudos, inclusive aqueles que não tiveram oportunidade de estudo na idade própria, podendo assim ter uma nova chance de ingresso à escola formal. As pesquisas foram com consultas em trabalhos já publicados, sites, livros e outras publicações sobre o assunto. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA 2.1 EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS NO BRASIL No decorrer da evolução da educação no Brasil o ensino para jovens e adultos foi se consolidando, principalmente devido a movimentos da população e de campanhas de alfabetização. Em 1925 surgiu o ensino noturno para jovens e adultos, por meio da Reforma João Alves, que tinha por intuito atender aos interesses de uma maioria de pessoas que iniciava um movimento contra o analfabetismo, pois o principal objetivo era aumentar a quantidade de votantes, uma vez que analfabetos não podiam votar. E foi em 1934 que a Constituição Federal instituiu no país a obrigatoriedade e a gratuidade do ensino primário para todos, afim de diminuir o analfabetismo no país. Foi fundamentada nas ideias e experiências desenvolvidas por Paulo Freire que na década de 1960 criou- se na educação brasileira uma nova perspectiva, este que tinha uma vasta experiência na área da educação de adultos. Paulo Freire idealizou e criou um sistema de alfabetização que associava a alfabetização com problemas e adversidades vivenciadas pelo aluno no seu cotidiano. Em 1963, foi adotada nacionalmente como orientação a proposta de Paulo Freire, que ficou conhecido como” alfabetização em 40 horas “. E em 1964, o governo federal iniciou a execução do Plano Nacional de Alfabetização (PNA) para jovens e adultos em todo o Brasil, e esta foi coordenada por Paulo Freire. Já na década de 1970 foi implantado pelo governo federal o Movimento Brasileiro de Alfabetização (MOBRAL), e este era um programa de alfabetização de jovens e adultos que veio para substituir o existente até aquele momento, sob o respaldo da Lei n° 5.379/67. Este programa era realizado com material vindo do Ministério de Educação e Cultura (MEC) tendo o apoio das prefeituras, mas não acontecia em escolas e os instrutores não eram necessariamente professores. Em 1985, o MOBRAL foi substituído pela Fundação Nacional para Educação de Jovens e Adultos (Educar). Mais tarde, foi criada uma comissão especial para elaborar as diretrizes politico pedagógicas, tendo como objetivos: proferir o então ensino supletivo, a política nacional de Educação de Jovens e Adultos e ensino de 1° grau e propor a formação e aperfeiçoar o currículo de educadores. Essas modificações nas ações voltadas para o público jovem foi uma conquista do direito universal ao Ensino Fundamental publico e gratuito, independente da idade, consagrado no Art. 208 da Constituição Federal de 1988. Pelas Disposições Transitórias da Constituição foi estabelecido um prazo de dez anos para a erradicação do analfabetismo no país, e que a sociedade e governos teriam que ajudar para que isso acontecesse e também para a universalização do Ensino Fundamental. A Fundação Educar foi extinta em 1990, apesar dos ganhos efetivos para a garantia da manutenção dos direitos, e neste mesmo ano foi declarado, pela Organização das Nações Unidas (ONU), como o Ano Internacional da Alfabetização. E foi também em 1990 que aconteceu a Conferência Mundial para a Educação para Todos, sendo o Brasil o responsável pela ONU naquele ano. Em dezembro de 1996, com a publicação da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei n° 9.394/96), com dois Artigos destinados a jovens e adultos, sendo estes: Art. 37. A educação de jovens e adultos será aqueles que não tiveram acesso ou continuidade de estudos no ensino fundamental e médio na idade própria. Art. 38. Os sistemas de ensino manterão cursos e exames supletivos, que compreenderão a base nacional comum do currículo, habilitando ao prosseguimento de estudos em caráter regular. Assim em 1996, o jovem analfabeto passou a ser objeto de legislação com uma seção, conforme os dois artigos descritos acima, onde os mesmos são destinados a jovens e adultos. “O analfabetismo é a expressão da pobreza, consequência inevitável de uma estrutura social injusta. ” (GADOTTI,2011). Contudo, o principal analfabetismo se dá pela negativa ao direito a alfabetização na idade certa por conta de prepotentes que mandam no sistema de ensino básico, mantendo ele assim precário e fazendo com que o sujeito fique longe de uma alfabetização apropriada. Mesmo sendo o papel da escola alfabetizar e letrar o aluno. Sendo assim, o sujeito chega a fase adulta, sem conseguir ler e escrever, pois não foi alfabetizado da forma adequada, e acaba deixando de lado os estudos, pois tem outras prioridades na vida adulta, pois precisa trabalhar para suprir suas necessidades e sustento. E o educador, dando continuidade ao trabalho de Paulo Freire, precisa ser libertador, despertando o desejo de alfabetizar e letrar o sujeito. Freire trás uma proposta de educação libertadora, mostrando que qualquer conhecimento adquirido pelos educandos precisa ser sempre sensato, pois só sabemos o que é bom ao conhecer o ruim, e o estudante tem um desejo enorme de novos conhecimentos, de se modernizar cada dia mais. O educador de alfabetização, não deve considerar apenas o sistema de linguagem e tornar o estudante autônomo dessa linguagem e da escrita, pois segundo Paulo Freire, este é, o libertador deste aluno para a vida. Com certeza não está nos livros e nem se aprende numa faculdade que o compartilhamento de conhecimentos requer respeito e conhecimento por parte do educador. Atribui aos professores usarem sua inteligência para entender a verdadeira necessidade de cada aluno e de cada grupo, para assim conseguir de uma forma satisfatória que seus alunos tenham boas experiências e um caminho repleto de muito conhecimento. Sobre a Legislação e Politicas Públicasdirecionadas a EJA, podemos dizer que toda instituição de ensino é regida por leis educacionais, nacional e estadual, que regulamentam seu funcionamento e amparam as ações desenvolvidas, apontando a condição de ensino. Todo o diretor escolar deve conhecer o documento legal sobre a EJA, que é a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDBEN n° 9.394/96). Essa Lei, em seu art. 37, contempla a EJA como modalidade da Educação Básica, e destaca sua identidade própria, determinando que a EJA é direcionada “àqueles que não tiveram acesso ou continuidade de estudos no ensino fundamental e médio na idade própria”. O 1° parágrafo do art.37 destaca que a EJA tem o dever de proporcionar oportunidades educacionais adequadas, considerando sempre as necessidades e interesses individuais e as condições de vida e de trabalho de cada aluno. Sobre a EJA, a LDB no art. 38, estabelece que tais oportunidades se realizarão através de cursos e exames supletivos que compreenderão a base nacional comum currículo. A lei estabelece que os exames supletivos são destinados aos educandos com conhecimentos e habilidades adquiridos por meios informais. Esses exames podem ser feitos para a conclusão do Ensino Fundamental, para maiores de15 anos, e para a conclusão do Ensino Médio, para maiores de 18 anos. Mesmo assim os diretores escolares devem estar atentos aos documentos de âmbito federal, instituídos pelo Conselho Nacional de Educação (CNE), por meio da Câmara de Educação Básica (CEB), que determinam as diretrizes vigentes para a EJA. Segue eles: O Parecer CNE/CEB n.°11, de 10 de maio de 2000, a resolução CNE/CEB n.°1 de 05 de julho de 2000, a resolução CNE/CEB n.°2, de 19 de maio de 2010, a resolução CNE/CEB n.°3 de 15 de Junho de 2010, a resolução CNE/CEB n.°3, de 13 de maio de 2016, a resolução CNE/CEB n.°4, de 30 de maio de 2016. Assim sendo a EJA adquiriu, através de pareceres e resoluções, uma concepção para além da suplência, ou seja, passou a uma modalidade de ensino vinculada a educação básica, pois o direito à educação é garantido a todos por meio da lei, estando na Constituição Federal de 1988 no art. 208, onde assegura a educação de jovens e adultos, sendo direito de todos. A lei de diretrizes e bases da educação nacional (LDB 9.394/96) trata da educação de jovens e adultos no Título V, capitulo II como modalidade da educação básica, vencendo sua proporção de ensino supletivo, regimentando sua oferta a todos aqueles que não tiveram acesso ou não concluíram o ensino fundamental. As diretrizes curriculares nacionais para educação de jovens e adultos (parecer ENE/CEB 2000 e resolução ENE/CEB 1/2000) no que diz: Devem ser observadas na oferta e estrutura dos componentes curriculares dessa modalidade de ensino, e estabelece que como modalidade destas etapas da Educação Básica, a identidade própria da Educação de Jovens e Adultos considerará as situações, os perfis dos estudantes, as faixas etárias e se pautará pelos princípios de equidade, diferença e proporcionalidade na apropriação e contextualização das diretrizes curriculares nacionais e na proposição de um modelo pedagógico próprio... (BRASIL,2000,p.1) A resolução ENE/CEB n.°01/2000 no art. 6°, determina que cabe a cada sistema de ensino definir a estrutura e a duração dos cursos da Educação de Jovens e Adultos, respeitadas as diretrizes curriculares nacionais, a identidade desta modalidade de educação e o regime de colaboração entre os entes federativos. O plano nacional de educação (lei 10.172/2001) diz que: A Constituição Federal determina como um dos objetivos do Plano Nacional de Educação a integração de ações do poder público que conduzam à erradicação do analfabetismo (art.214.1). Trata-se de tarefa que exige uma ampla mobilização de recursos humanos e financeiros por parte dos governos e da sociedade. Os déficits do atendimento no ensino fundamental resultaram, ao logo dos anos, num grande número de jovens e adultos que não tiveram acesso ou não lograram terminar o ensino fundamental obrigatório. (BRASIL, 2001, p.46) Recentemente, com os debates relativos à criação da Base Nacional Comum Curricular – BNCC, a EJA voltou a ser discutido, já que no principio houve um foco especifico em EJA, enquanto que em sua versão final, ocultam o olhar mais detalhado e especifico em relação à mesma. Segundo a educadora Guiomar Namo de Mello, uma das profissionais responsáveis pela elaboração da 3°versão da BNCC. A Educação de Jovens e Adultos “está incluída na educação regular e, como tal, foi considerada no conjunto dos direitos de aprendizagem de todos”, tanto que, “ a base não é currículo” e as peculiaridades de EJA devem ser discutidas relativamente aos detalhes de currículo. 3. MATERIAIS E MÉTODOS Para a construção deste trabalho foi usado métodos em artigos teóricos por meio de pesquisas bibliográficas em livros e internet em busca de novos conhecimentos sobre o que vinha ser a Educação de Jovens e Adultos (EJA). Incluindo tal prática com os pensamentos e as teorias de Paulo Freire, e também relacionar a prática com a legislação e politicas públicas em educação voltada a EJA. Finalizando o estudo que foi empregado pelas pesquisas realizadas ajudou-se a compreender melhor as teorias e resultados encontrados e a aderir atitudes conforme tema abordado, com o objetivo de se concretizar um trabalho bem elaborado. FONTE: https://www.diariodolitoral.com.br/itanhaem/educacao-de-jovens-e-adultos-eja-de-itanhaem- esta-com-inscricoes/94514/ A imagem ilustra perfeitamente o assunto tratado nesta pesquisa, através da observação da mesma é possível compreender a experiência de jovens e adultos em sala de aula. 4. RESULTADOS E DISCUSSÃO Baseado através das pesquisas os resultados e discussões, podemos perceber que a EJA tem um papel muito importante na educação, pois mostra o quão importante é o ensino, mesmo sendo para jovens e adultos, fazendo com que eles estimulem o aprendizado para formarmos cidadãos críticos e pensantes. https://www.diariodolitoral.com.br/itanhaem/educacao-de-jovens-e-adultos-eja-de-itanhaem-esta-com-inscricoes/94514/ https://www.diariodolitoral.com.br/itanhaem/educacao-de-jovens-e-adultos-eja-de-itanhaem-esta-com-inscricoes/94514/ https://www.diariodolitoral.com.br/itanhaem/educacao-de-jovens-e-adultos-eja-de-itanhaem-esta-com-inscricoes/94514/ https://www.diariodolitoral.com.br/itanhaem/educacao-de-jovens-e-adultos-eja-de-itanhaem-esta-com-inscricoes/94514/ Sabe-se que uma das principais funções da escola é a de formar o futuro cidadão, por isso se tem a necessidade de ter uma formação escolar, pois é no processo de ensino e aprendizagem que irá ajudar a participar direta e indireta da vida em sociedade, que envolve vários fatores como: economia, política, cumprimento de direitos e deveres. É importante que a escola considere os alunos da EJA, como sujeitos trabalhadores que estudam, e que por isso, trazem uma bagagem de vida social imensa, havendo uma necessidade sua inclusão para que ocorra a aprendizagem. Assim sendo, observamos que educadores, através da teoria de Paulo Freire, acreditam que devam trabalhar com as experiencias e vivencias de cada aluno, com planejamentos mais dinâmicos, flexíveis e significativos, tendo assim a participação dos alunos com diálogos dentro da sala de aula. 5. CONCLUSÃO Com o desenvolvimento deste trabalho, observou-se o quão importante é a EJA, proporcionando o raciocínio e aprendizagem, ampliando o conhecimento, nos trazendo uma sociedade humana e justa. A educação é multicultural, pois ela acontece a todo o momento e em todos os lugares, sendo na escola, na rua, em casa, pois faz parte do dia a dia de todas as pessoas. A EJA é uma forma de integrar o ensino sistematizado com o mercado de trabalho, assim, abordando as tecnologias nesse processo de ensino e aprendizagem, o aluno pode se tornar capaz de transformar a si próprio e o ambiente em que está inserido.A EJA é uma modalidade de ensino muito importante, pois ela resgata a vontade de jovens e adultos a retomar os estudos, criando possibilidade de se recomeçar e fazer um futuro diferente. Ressaltamos também a importância das legislações direcionadas à Educação de Jovens e Adultos no Brasil, que tendem promover as indigências educacionais dos jovens e adultos que sonham com a concretização do término dos estudos, estes que não foram possíveis na idade certa, conquistando assim um diploma, para poder estar inserido numa sociedade capitalista, e cada vez mais exigente. É importante que este pensar capitalista da população esteja cada vez menos presente, fazendo com que as necessidades educativas e a justiça educacional se fortaleçam como grande inspiração da Educação, isso deve estar ao alcance dos que dela são desprovidos, por se tratar de um direito de todos. REFERÊNCIAS BRASIL. Lei n. º 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Brasília, DF, 21 dez. 1996. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L9394.htm . Acesso em: 29 set. 2021. BRASIL. Lei n. º 13.005, de 25 de junho de 2014. Aprova o Plano Nacional de Educação – PNE e dá outras providências. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 26 jun 2014. Disponível em: https://www.planato.gov.br/ccivil03/ato2011-2014/2014/lei/l13005.htm . Acesso em 29 set 2021. BRASIL. Constituição (1998). Constituição da República Federativa do Brasil. Brasília: Senado, 1988. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/contituicao.htm . Acesso em 29 set 2021. FREIRE, Paulo. Pedagogia do Oprimido. Rio de Janeiro, Paz e Terra, 2014. GADOTTI, Moacir; ROMÃO, JOSÉ. (Org.). Educação de jovens e adultos: teoria, prática e proposta. São Paulo. Editora Cortez, 2011. PARECER CEB 11/2000. In: SOARES, Leôncio. Diretrizes Curriculares Nacionais: Educação de Jovens e Adultos. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/escola-de-gestores-da-educacao-basica/323-secretarias- 112877938/orgaos-vinculados-82187207/13252-parecer-ceb-2000 . Acesso em 29 set 2021. 1 Nome dos acadêmicos https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L9394.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L9394.htm https://www.planato.gov.br/ccivil03/ato2011-2014/2014/lei/l13005.htm https://www.planato.gov.br/ccivil03/ato2011-2014/2014/lei/l13005.htm http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/contituicao.htm http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/contituicao.htm http://portal.mec.gov.br/escola-de-gestores-da-educacao-basica/323-secretarias-112877938/orgaos-vinculados-82187207/13252-parecer-ceb-2000 http://portal.mec.gov.br/escola-de-gestores-da-educacao-basica/323-secretarias-112877938/orgaos-vinculados-82187207/13252-parecer-ceb-2000 http://portal.mec.gov.br/escola-de-gestores-da-educacao-basica/323-secretarias-112877938/orgaos-vinculados-82187207/13252-parecer-ceb-2000 http://portal.mec.gov.br/escola-de-gestores-da-educacao-basica/323-secretarias-112877938/orgaos-vinculados-82187207/13252-parecer-ceb-2000 2 Nome do Professor tutor externo Centro Universitário Leonardo da Vinci – UNIASSELVI – Curso (Código da Turma) – Prática do Módulo I – dd/mm/aa